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Categoria:

Esporte

Olimpíadas

Estrela mais brilhante do Olimpo brasileiro, Rebeca Andrade é ouro no solo em Paris

por Redação 5 de agosto de 2024

Rebeca Andrade chorou de emoção e alívio, e o Brasil chorou com ela. A estrela mais brilhante do Olimpo brasileiro conquistou o ouro na final do solo na manhã desta segunda-feira (5), na Bercy Arena, em Paris, e se tornou a maior medalhista olímpica do país em todos os tempos. Tudo isso aos 25 anos.

Foi um dia de emoção e redenção. Rebeca havia falhado na final de trave menos de uma hora antes e ficado fora do pódio. Mas levantou a cabeça e entregou tudo no tablado, com um solo belíssimo, chegadas praticamente cravadas ao fim de cada acrobacia e as lágrimas de quem sabia que havia encerrado sua participação nas Olimpíadas de Paris com uma apresentação de encantar o mundo todo. Simone Biles fez acrobacias incríveis, mas falhas na execução a deixaram com a medalha de prata. A americana Jordan Chiles ficou com o bronze.

Com sua sexta medalha em duas Olimpíadas, Rebeca Andrade ultrapassou os cinco pódios dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael. E pode ter se despedido do solo da maneira mais perfeita possível. A ginasta disse, nos últimos dias, que deve deixar de fazer o solo, que sacrifica muito seus joelhos. Rebeca teve que passar por três cirurgias de ligamento cruzado anterior (LCA), e os joelhos sofrem com o impacto da aterrissagem.

Se realmente essa foi a última vez, a brasileira fechou com graça, leveza e acrobacias impressionantes, altas e difíceis. Tanta beleza rendeu à ginasta um excelente 14.166 e o ouro. E quem sabe não a faz repensar a decisão?

Foi a quarta medalha de Rebeca em Paris 2024. Além do ouro no solo, Rebeca sai da França com duas pratas, no salto e no individual geral, e um bronze por equipes. Na carreira olímpica, ela ainda tem o ouro no salto e a prata no individual geral em Tóquio 2020, somando seis pódios nas duas edições dos Jogos. E foi reverenciada por Simone Biles e Jordan Chiles durante a cerimônia de medalhas.

O solo de Rebeca
Rebeca trocou o collant grená da trave por um azul lindíssimo para o solo. Deu sorte. Cravou cada uma das quatro chegadas de acrobacia, entregou uma coreografia cheia de graça e inventividade e levantou o público presente na Bercy Arena.

A ginasta começou sua série com “End of Time”, de Beyoncé, na trilha sonora; pose de diva, mão direita na cintura, braço esquerdo e rosto apontados para o alto. E partiu para uma pirueta para frente ligada, por um flic flac, com o Tsukahara grupado, duplo mortal com as pernas encolhidas junto ao peito emendado com uma pirueta.

No segundo trecho do solo, realizou um Tsukahara esticado, duplo mortal com as pernas estendidas com uma pirueta, a acrobacia mais potente e de valor mais alto da apresentação. Antes da terceira diagonal, Rebeca fez um salto ginástico chamado cadete com pirueta, interpretou a música com coreografia e seguiu para o Mustafina, um giro triplo com a perna alta.

Numa homenagem à apresentação com que encantou o mundo em Tóquio, repetiu o famoso passo de dança em que balança corpo e braços dando soquinhos no ar e seguiu para um duplo mortal esticado, agora já ao som de “Movimento da Sanfoninha”, de Anitta.

A ginasta deu mais dois saltos ginásticos e se preparou para o encerramento com um duplo mortal carpado perfeito. E finalizou com mais uma homenagem à apresentação que lhe deu tantas alegrias no ciclo olímpico passado, encerrando ao som de um trechinho do Baile de Favela.

O solo de Simone
É difícil competir com o altíssimo grau de dificuldade do solo de Simone Biles. Mas, desta vez, a americana pisou com os dois pés fora do tablado duas vezes e teve erros de postura. Ainda assim, realizou suas acrobacias impossíveis, tirou 14.133 e comemorou uma prata. Simone sai de Paris com três ouros no individual geral, no salto e por equipes, e com a prata do solo.

Os solos das outras ginastas
Bronze na trave, a italiana Manila Esposito sofreu uma queda em sua primeira diagonal no solo e, com nota 12.133, deu adeus às possibilidades de medalha.

A chinesa Yushan Ou fez uma série com algumas falhas e pisou fora do trabalho, recebendo a nota de 13.000.

Aos 16 anos, a japonesa Rina Kishi também pisou fora do tablado, mas apresentou uma série sólida em sua estreia em Olimpíadas, com nota 13.166.

Medalhista de ouro na trave, a italiana Alice D’Amato tirou 13.600 com uma série esteticamente encantadora.

Foi seguida pela romena Ana Barbosu, que fez uma apresentação sólida e tirou 13.700. Mesma nota de sua compatriota, Sabrina Maneca-Voinea.

A última a se apresentar foi a americana Jordan Chiles. Companheira de Simone na equipe dos Estados Unidos, Jordan tirou 13.766 numa série empolgante, embalada por canções de Beyoncé, e ficou com a medalha do bronze.

Classificação final
Rebeca Andrade – 14.166 ?
Simone Biles – 14.133 ?
Jordan Chiles – 13.766 ?
Ana Barbosu – 13.700
Sabrina Maneca-Voinea – 13.700
Alice D’Amato – 13.600
Rina Kishi – 13.166
Yushan Ou – 13.000
Manila Esposito – 12.133

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: Corinthians volta para Z-4 do Brasileirão e aumenta pressão às vésperas de jogo decisivo

por Redação 5 de agosto de 2024

O futebol apresentado pelo Corinthians melhorou com Ramón Díaz. Os resultados, no entanto, não acompanham a evolução do time dentro de campo. Nos últimos quatro jogos, foram três empates e uma derrota.

Com dois jogadores a mais durante praticamente todo o segundo tempo, o Corinthians empatou em 1 a 1 com o Juventude, na Neo Química Arena, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O tropeço em casa colocou o Timão novamente na zona de rebaixamento.

São 20 pontos em 21 rodadas, três jogos sem vencer e o pior: os adversários direitos somando pontos e ainda com jogos a menos na tabela. A missão do Corinthians no Brasileirão parecia facilitada com a chegada de Ramón Díaz, mas será necessário transformar o bom desempenho em pontos.

Paralelamente ao Campeonato Brasileiro, o Timão tem a disputa eliminatória de duas Copas, chances de aumentar a arrecadação em premiações e também de conquistar um título novamente depois de cinco anos.

Na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), contra o Grêmio, no estádio Couto Pereira, em Curitiba, Ramón Díaz terá o seu primeiro grande desafio em meio a outros tantos até o fim do ano: o Corinthians decide uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, que vale R$ 4,515 milhões para o caixa do clube.

Gol relâmpago e intensidade
Ramón Díaz mudou mais uma vez o Corinthians. Em sua sexta partida no comando do clube, o técnico argentino colocou em campo a sua sexta escalação diferente. O 4-4-2 foi mantido, mas com Igor Coronado atuando ao lado de Garro aumentando o poder criativo do time.

Não deu tempo de analisar a mudança. O Juventude abriu o placar aos três minutos, em jogada rápida pela direita do ataque Alan Ruschel aproveitou cruzamento na segunda trave, antecipando Fagner e tocando para marcar. O árbitro de vídeo demorou cinco minutos para validar o gol do time gaúcho.

Com a bola rolando, o Corinthians realmente criou mais chances do que nos últimos jogos. E a presença no ataque deixou o time mais exposto. Hugo Souza evitou que o Juventude marcasse o segundo gol fazendo defesa cara a cara em chute de Erick.

O Corinthians acertou bola na trave em chute de Giovane, que ainda despediçou outras duas chances em chegadas rápidas pelo lado direito do ataque. Igor Coronado acertou belo chute, Wesley teve duas grandes chances na esquerda, mas errou as finalizações.

O que mais preocupou foi a falta de efetividade de um time que finalizou 15 vezes contra o gol do Juventude e teve quase 60% de posse de bola. Além disso, os sustos defensivos podem custar um preço alto, como em jogos decisivos de mata-mata.

Animador, mas não o suficiente
Com um jogador a mais depois da expulsão do goleiro Gabriel na reta final do primeiro tempo, o Corinthians voltou do intervalo com Pedro Henrique no lugar de Raniele.

E se o Juventude abriu o placar com três minutos de jogo, o Corinthians empatou com o mesmo tempo de bola rolando na etapa final. Pedro Henrique aproveitou cruzamento de Fagner para desviar e empatar o jogo.

Pouco tempo depois, Alan Ruschel recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com dois a mais, o Corinthians aumentou a pressão e o volume de jogo intenso que havia feito também no primeiro tempo na Neo Química Arena.

A pressão que se esperava com a vantagem numérica em campo acabou não se transformando em chances criadas. Ramón Díaz mexeu ainda mais, colocando Pedro Raul, Breno Bidon e Guilherme Biro nos lugares de Hugo, Alex Santana e Giovane, respectivamente, mas as mudanças não surtiram efeito.

O Corinthians apresenta evolução dentro de campo, mas a pontuação precisa acompanhar os indícios de que o time pode estar em uma posição melhor do que a atual. A pressão pode aumentar ainda mais nas próximas semanas. Entre jogos do Brasileirão, o Timão tem a disputa de duas vagas nas quartas de final das Copas do Brasil e Sul-Americana.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil x EUA: seleção busca vitória inédita e reencontra Dream Team após última dança de Oscar

por Redação 5 de agosto de 2024

A seleção brasileira terá pela frente os Estados Unidos no duelo pelas quartas de final do torneio de basquete das Olimpíadas de Paris. Marcado para terça-feira, às 16h30 (de Brasília), o duelo do Brasil contra o “Dream Team” marca um reencontro após quase três décadas e a primeira tentativa de vitória por parte do elenco verde-amarelo.

A última exibição do Brasil contra os Estados Unidos no basquete masculino olímpico teve como pano de fundo a despedida de Oscar Schmidt da seleção na briga por medalha. Foi nos Jogos de Atlanta-1996, em duelo válido pelas quartas de final.

Nos últimos Jogos Olímpicos de Oscar, os Estados Unidos venceram a seleção por 98 a 75 e eliminaram a lenda brasileira, que participou de cinco eventos com a equipe de basquete.

Oscar ainda atuaria nos jogos contra Croácia e Grécia, na disputa pelo quinto lugar. Porém, sem chance de brigar por uma medalha que não vem desde os Jogos de 1964.

Ao todo, Brasil x Estados Unidos se enfrentaram nove vezes em Jogos Olímpicos, com nove vitórias dos norte-americanos. Neste período, a seleção verde-amarela enfrentou duas versões de “Dream Team”, equipe com destaques da NBA pelo lado estadunidense.

Antes do duelo em Atlanta, o Brasil encarou a primeira versão do time dos sonhos americano, em Barcelona. Em duelo pela fase de grupos contra Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, a seleção brasileira perdeu por 127 a 83.

O Brasil avançou como um dos melhores terceiros colocados, enquanto os Estados Unidos realizaram a melhor campanha em Paris. No mata-mata, os jogos saem de Lille e vão para a capital francesa.

Confira o retrospecto Brasil x EUA em Olimpíadas:
EUA 57 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1952
EUA 113 x 51 Brasil – Olimpiadas de 1956
EUA 90 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1960
EUA 86 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1964
EUA 75 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1968
EUA 61 x 54 Brasil – Olimpíadas de 1972
EUA 102 x 87 Brasil – Olimpíadas de 1988
EUA 127 x 83 Brasil – Olimpíadas de 1992
EUA 98 x 75 Brasil – Olimpíadas de 1996

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil nas Olimpíadas em Paris: veja a agenda do dia 05/08

por Redação 5 de agosto de 2024

Se o domingo foi de poucas alegrias para os brasileiros nas Olimpíadas de Paris, a segunda-feira chega para animar a torcida, com chances de ouro no surfe e de pódio na ginástica artística. Rebeca Andrade vai encarar Simone Biles mais uma vez nas finais da trave e do solo, enquanto Gabriel Medina e Tati-Weston Webb buscam suas primeiras medalhas olímpicas nas águas de Teahupo’o. O vôlei promete emoção em dobro, com as favoritas Ana Patrícia e Duda na praia e a seleção masculina em quadra. Veja as disputas dos brasileiros a seguir.

Agora vai! Surfe decide medalhistas
Após três dias de adiamento devido às condições climáticas, as disputas do surfe serão decididas nesta segunda. Tati Weston-Webb e Gabriel Medina vão finalmente entrar no mar de Teahupo’o em busca de medalhas. As baterias estão previstas para começar às 18h. Os pódios serão decididos nesta segunda.

Medina vai encarar o australiano Jack Robinson, terceiro do ranking mundial. Um pouco depois, Tati enfrentará a costarriquenha Brisa Henessy, que eliminou Luana Silva nas quartas. Caso avancem na competição, os atletas devem disputar as finais em seguida, em busca do ouro. As provas serão transmitidas ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e terão acompanhamento em tempo real pelo ge.

Despedida da rainha
Dona de três medalhas nas Olimpíadas de Paris, duas pratas (geral e salto no individual) e um bronze (equipes), Rebeca Andrade vai se despedir da Arena Bercy nesta segunda-feira em alto estilo. A brasileira irá disputar as finais individuais da trave e do solo em busca do pódio inédito nas modalidades.

Rebeca terá novamente a ginasta número 1 do mundo, Simone Biles, como principal adversária. A americana, por sua vez, coleciona um ouro no solo (Rio 2016) e dois bronzes na trave (Rio e Tóquio 2020). Julia Soares também compete nas finais da trave, a partir das 7h38 (de Brasília). A decisão do solo será às 9h23. As provas serão transmitidas ao vivo pela Globo e pelo sportv e terão acompanhamento em tempo real pelo ge.

Confronto delicado
Classificada para as quartas de final por um fio, como melhor terceira colocada da fase de grupos, a seleção masculina irá enfrentar os Estados Unidos em busca de vaga nas semifinais das Olimpíadas. A equipe de Bernardinho perdeu os dois primeiros confrontos em Paris, contra Itália e Polônia e venceu o último, contra o Egito. Já os americanos chegam invictos, após baterem Argentina, Polônia e Japão. A disputa decisiva será nesta segunda, às 16h (de Brasília) e terá transmissão ao vivo pela Globo e pelo sportv e acompanhamento em tempo real pelo ge.

Invictas!
As líderes do ranking mundial do vôlei de praia, Ana Patrícia e Duda, vão enfrentar as japonesas Akiko e Ishii, nesta segunda, valendo vaga nas quartas. Invictas em partidas e em sets, as brasileiras são favoritas. As japonesas figuram em 33º lugar no ranking e venceram apenas uma partida até o momento nos Jogos Olímpicos. O duelo será no mesmo horário que o da seleção de Bernardinho, às 16h, com transmissão ao vivo pelo sportv e acompanhamento em tempo real pelo ge.

Projeção de Guilherme Costa, blogueiro do ge
“O surfe finalmente será disputado, e o Brasil é favorito a duas medalhas, principalmente se o mar estiver com ondas grandes e tubulares, como ocorreu em algumas das eliminatórias. Gabriel Medina é favorito ao título, enquanto Tatiana Weston Webb é favorita ao pódio, mas não necessariamente ao ouro. Ainda nesta segunda, Rebeca Andrade se despede das Olimpíadas com mais duas finais: trave e solo. No solo, é favorita ao pódio, mas tem a americana Simone Biles como principal favorita ao título. A final da trave está mais aberta, até pelo histórico de muitas quedas neste aparelho em finais desse porte. Assim, Rebeca não chega como favorita ao pódio, mas na lista das candidatas. Por fim, a segunda-feira marca o dia final da canoagem slalom, em que Ana Sátila está nas quartas de final do caiaque cross. Ele está no grupo das que podem surpreender, mas longe das favoritas.”

Confira a agenda de jogos das Olimpíadas desta segunda-feira
Triatlo

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv e acompanhe aqui, em tempo real pelo ge.

3h – ? Final – revezamento misto – Brasil (Miguel Hidalgo, Djenyfer Arnold, Manoel Messias e Vittoria Lopes)

Saltos ornamentais

Assista ao vivo pelo sportv2 e pelo sportv.

5h – Rodada preliminar – plataforma 10m – individual feminino – Ingrid Oliveira (sportv2)
10h – Semifinal – plataforma 10m – individual feminino (sportv)

Atletismo

Assista ao vivo pelo sportv e pelo sportv2. Acompanhe as disputas dos brasileiros e das brasileiras aqui, em tempo real pelo ge.

5h05 – Primeira rodada – 400m com barreiras masculino – Alison dos Santos e Matheus Lima (sportv)
5h40 Classificatórias – salto com vara feminino – Juliana Campos (sportv)
5h50 – Repescagem – 400m com barreiras feminino – Chayenne da Silva (sportv)
6h55 – Primeira rodada – 400m feminino – Tiffani Marinho (sportv)
7h50 – Repescagem – 200m feminino – Ana Carolina Azevedo e Lorraine Martins (sportv)
14h55 – Primeira rodada – 200m Masculino – Renan Gallina (sportv2)
15h45 – Semifinal – 200m feminino – Ana Carolina Azevedo e Lorraine Martins (sportv2)

Vela

7h05 – Nacra – 7ª, 8ª e 9ª regatas – Marina Arndt e João Bulhões
7h13 – Formula Kite – 5ª, 6ª, 7ª e 8ª regatas – Bruno Lobo
7h15 – Ilca6 – 9ª e 10ª regatas – Gabriella Kidd
9h40 – Ilca7 – 9ª e 10ª regatas – Bruno Fontes
12h05 – 470 – 7ª e 8ª regatas – Isabel Swan e Henrique Haddad

Ginástica artística

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e acompanhe aqui em tempo real pelo ge.

7h38 – ?Final – trave – Julia Soares e Rebeca Andrade
9h23 – ?Final – solo feminino – Rebeca Andrade

Hipismo

Assista ao vivo pelo sportv4 até 10h (de Brasília)

9h – Classificatórias – saltos individual – Rodrigo Pessoa, Pedro Veniss e Stephan Barcha

Tênis de mesa

Assista ao vivo pelo sportv3 e pelo sportv4. Acompanhe as disputas do Brasil aqui em tempo real pelo ge

10h – Oitavas de final – equipes masculinas – Brasil x Portugal
15h – Oitavas de final – equipes femininas – Brasil x Coreia do Sul

Canoagem Slalom

Assista ao vivo pelo sportv4 e acompanhe as provas com a brasileira em tempo real pelo ge.

10h30 – Quartas de final – caiaque cross feminino – Ana Sátila
11h15 – Semifinal – caiaque cross feminino
11h43 – ?Final – caiaque cross feminino

Surfe

Assista ao vivo pelo sportv3 e acompanhe aqui em tempo real pelo ge.

18h – Semifinal – bateria 1 – Alonso Correa (PER) x Kauli Vaast (FRA)
18h36 – Semifinal – bateria 2 – Gabriel Medina x Jack Robinson (AUS)
19h12 – Semifinal – bateria 1 – Caroline Marks (EUA) x Johanne Defay (FRA)
19h48 – Semifinal – bateria 2 – Tatiana Weston-Webb x Brisa Henessy (CRC)
20h24 – Disputa do bronze – masculino
21h05 – Disputa do bronze – feminino
21h46 – ?Final – masculino
22h27 – ?Final – feminino

Vôlei masculino

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e acompanhe aqui em tempo real pelo ge.

16h00 – Brasil x Estados Unidos

Vôlei de praia

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv.

16h – Oitavas de final – Duda/Ana Patrícia x Akiko/Ishii (JAP)- Acompanhe aqui em tempo real pelo ge

Fonte: GE

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Olimpíadas

Com desempenho impecável, Simone Biles rebate críticas: ‘Se quiser comentar sobre o cabelo de mulheres negras… Apenas não faça’

por Redação 2 de agosto de 2024

Simone Biles brilhou na prova de ginástica artística por equipes dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, alcançando o melhor desempenho individual entre todas as atletas que disputaram a prova na última terça-feira (30), com 58.332 pontos somados.

Nesta quinta (1º), no individual geral, deu show mais uma vez, com 59.131 pontos e uma nova medalha de ouro. Apesar disso, pessoas que comentavam as provas nas redes sociais encontraram motivo para criticar a apresentação: o cabelo da atleta.

“O cabelo da Simone Biles nunca estar arrumado me tira do sério. Todo mundo no time com o cabelo certinho, aí ela parece que acabou de cair da cama”, escreveu uma usuária do X.

“Simone Biles = perfeita. O cabelo dela, não tanto :(“, comentou outra.

A controvérsia fútil foi logo rebatida por Biles por meio de um post no Instagram, onde a ginasta compartilhou uma sequência de selfies legendadas.

O que foi visto como desleixo por alguns não teve peso nenhum nas notas da atleta.

Para a Federação de Ginástica dos Estados Unidos, porém, as ginastas devem seguir um rígido código de conduta que inclui tanto restrições objetivas quanto subjetivas. A versão mais recente do documento, publicada em 2023, conta com 118 páginas. A palavra “cabelo” aparece uma única vez e logo no primeiro capítulo. Na 16ª página, a federação diz que as atletas devem estar com a “aparência bem cuidada”. Isto é detalhado em três tópicos:

Uniforme limpo.
Cabelo preso longe do rosto, de modo que não obstrua a visão dos aparelhos.
Nenhuma joia, exceto por brincos de tarracha nas orelhas. Todos os outros piercings devem ser removidos, não apenas cobertos com esparadrapos ou curativos.
Entre outras exigências, estão “não expor roupas íntimas deliberadamente (incluindo sutiãs esportivos)”, ou “exibir autocontrole e calma no caso de queda ou lesão”.

Colega de equipe de Biles nas Olimpíadas do Rio 2016, Gabby Douglas passou por uma situação semelhante em Londres 2012.

Vencedora do ouro no individual geral – além da medalha por equipes -, Douglas virou assunto no Twitter e Facebook na época também por conta do cabelo. Em um artigo escrito para o site The Undefeated, a jornalista americana Jemele Hill lamentou o fenômeno.

“Em vez de falar que Douglas se tornou a primeira mulher afro-americana a vencer o individual geral, pessoas estavam fazendo piadas nas redes sociais sobre como esse fenômeno de 16 anos precisava fazer uma permanente, ou, pelo menos, um rabo de cavalo mais arrumado”, descreveu Hill.

Douglas continuou somando conquistas na ginástica, mas as regras rígidas e cobranças da internet deixaram cicatrizes emocionais. Em 2020, a ginasta desabafou:

As críticas sofridas por Biles e Douglas são discutidas no documentário “O Retorno de Simone Biles”, disponível na Netflix, que trata dos desafios de saúde mental enfrentados pela atleta, que deixou as Olimpíadas de Tóquio precocemente para cuidar da saúde mental – e ainda assim conquistou uma prata por equipes e um bronze na trave.

Encarando críticas sobre sua aparência mais uma vez, mesmo após apresentações brilhantes em Paris, Biles avisou em uma outra postagem: “Da próxima vez que você quiser comentar sobre o cabelo de mulheres negras. APENAS NÃO FAÇA.”

Fonte: G1

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Olimpíadas

Bernardinho vê Brasil sem peso, mas liga alerta para quartas: “Jogo mais tenso em Olimpíadas”

por Redação 2 de agosto de 2024

O Brasil fez a lição de casa, venceu o Egito por 3 sets a 0 e avançou às quartas de final das Olimpíadas de Paris, que serão disputadas na próxima segunda-feira (5). O adversário ainda não está definido, mas será o líder de algum grupo. Por isso, o técnico Bernardinho entende que a seleção verde e amarela não carrega o peso do favoritismo. Ainda assim, vê os brasileiros fortes na disputa e cientes do que ainda precisam melhorar.

– Quartas de final sempre são o jogo mais tenso em Olimpíadas. Têm um lado emocional, mas quem vem de lá tem o peso de um certo favoritismo. Nós vamos com a ideia de provar uma qualidade histórica do Brasil e mostrar que temos condições de brigar com todos que estão ali. Mostramos isso nas partidas (até agora). Está faltando aquele golpe final, reencontrar o caminho dele contra quem quer que seja – disse Bernardinho.

A busca por esse golpe final povoa os pensamentos do técnico e de jogadores da seleção brasileira, especialmente os mais experientes.

– Quando nos juntamos, o Lucão falou o seguinte: ‘ganhamos de quem tínhamos que ganhar (Egito), perdemos quando tínhamos que brigar (Itália e Polônia). Estamos um passo atrás e temos que continuar crescendo’. As perguntas são: onde podemos melhorar? Como a gente faz para ganhar aqueles pontos que faltaram contra a Polônia? Como vamos buscar os dois sets que deixamos contra a Itália? Essa tem que ser a nossa busca hoje, amanhã, domingo, para na segunda-feira entregarmos – comentou Bernardinho.

As palavras do técnico encontraram coro em declarações de Bruninho. O capitão tem uma longa história na seleção brasileira e disputa sua quinta edição de Olimpíadas. Esses anos representando a equipe nacional permitiram que o levantador jogasse junto e contra diferentes gerações.

Com essa experiência, Bruninho afirmou que nunca viu Jogos Olímpicos tão disputados quanto esses de Paris. Ainda ressaltou que o vôlei se tornou mais físico, com pancadas nos ataques. Ainda assim, o levantador vê o Brasil na disputa:

– As pessoas perguntam como é a pressão, a responsabilidade. É a seleção brasileira de vôlei, que nos últimos 24 anos tem chegado. Enfrentamos as duas melhores seleções, as duas favoritas (Itália e Polônia) desse último ciclo olímpico. Estivemos perto delas, mas faltava alguma coisinha. Temos que buscar a cada jogo, não importando o adversário. Em relação à confiança, sabemos que é pedreira, que seis, sete podem chegar a uma medalha olímpica. E nós estamos no bolo. Temos que acreditar nisso. Não podemos perder a nossa cara.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Perfil de Bia Souza explode nas redes sociais após primeiro ouro do Brasil; veja números

por Redação 2 de agosto de 2024

O primeiro ouro faturado pelo Brasil nas Olimpíadas de Paris refletiu imediatamente nas redes sociais. A conquista de Beatriz Souza impulsionou o Instagram da judoca, que ganhou mais de um milhão de seguidores em poucas horas.

O perfil da brasileira amanheceu com a marca de 19 mil e, minutos após a vitória na final olímpica, superou um milhão de seguidores.

A judoca de 26 anos se tornou a sexta mulher brasileira a ser campeã olímpica em provas individuais. Medalhista de ouro categoria acima de 78kg do judô, a paulista de Itariri é a única da lista que obteve o feito logo na sua primeira Olimpíada.

Depois de eliminar a número 1 do mundo na semifinal, Bia chegou à final contra a israelense Raz Hershko. Com um waza-ari, ela administrou bem e conquistou a vitória por 1 a 0.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Beatriz Souza vence israelense e conquista medalha de ouro no judô

por Redação 2 de agosto de 2024

Aos 26 anos e em sua estreia nos Jogos Olímpicos, Beatriz Souza conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil em Paris. A façanha veio carregada de simbolismo. Saiu pela mãos de uma mulher na primeira edição com mais atletas do sexo feminino na delegação brasileira. E no esporte que historicamente mais dá medalhas ao país: o judô. De quebra, Bia ainda se tornou a primeira brasileira debutante campeã olímpica em provas individuais.

Até chegar ao alto do pódio da categoria +78kg, Bia venceu quatro lutas. Na grande decisão, a brasileira superou a israelense Raz Hershko, número 2 do ranking mundial, por waza-ari. Ao fim da luta, caiu de joelhos no tatame, chorou e gritou em alto e bom som: “Eu sou campeã olímpica”.

  • É inexplicável. É uma das melhores coisas do mundo. Eu consegui. Deu certo, mãe. Eu consegui. Eu consegui. Foi pela avó. É para a avó, mãe. Eu amo vocês mais do que tudo. Eu amo vocês. Obrigada – resumiu Bia Souza sobre a sensação de ser campeã olímpica.

O Brasil agora soma agora um ouro, três pratas e três bronzes na edição dos Jogos Olímpicos de Paris. É a terceira conquista do judô, se juntando à prata de Willian Lima e ao bronze de Larissa Pimenta. São 27 medalhas brasileiras na história da modalidade.

A brasileira entrou no tatame na quarta luta da sessão da tarde para enfrentar a número 1 do mundo e já começou pressionada pelo arbitragem. Em menos de 15 segundos de combate levou o primeiro shidô por “judô negativo”.

A punição serviu de alerta para Beatriz, que adotou uma postura mais agressiva no combate e conseguiu tirar Dicko da zona de conforto. O combate ficou igual em advertências após dois minutos, punida por falta de combatividade.

Souza chegou à vitória já no golden score. Derrubou a francesa de costas e imobilizou, forçando Romane a desistir do combate e garantindo uma medalha para o Brasil. A cor seria definida no duelo com a israelense Raz Hershko.

A decisão contra a israelense trazia um bom retrospecto para a Bia Souza: eram quatro confrontos entre elas com 100% de aproveitamento para a judoca brasileira.

O que se viu no tatame foi um panorama que explica tamanho domínio. Souza conseguiu controlar o combate segurando a manga direita da Raz ao longo de todo o combate e apostando em uma pegada alta nas costas.

Com um o-soto-guruma, derrubou a adversária de lado conquistando um waza-ari com 44 segundos de combate. Dali para frente, manteve o controle, se defendeu bem, levou dois shidô e garantiu o título olímpico na estreia em Olimpíadas.

Fonte: GE

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Esporte

Entenda em cinco passos como o Palmeiras entrou em crise no momento mais crítico do ano

por Redação 2 de agosto de 2024

A derrota para o Flamengo na Copa do Brasil aprofundou a má fase do Palmeiras no início do momento mais crítico da temporada. A ponto de membros da Mancha Alviverde invadirem a Academia de Futebol na tarde de quinta-feira.

Com três derrotas seguidas, o Verdão abre o mês de agosto com definições de vagas nas quartas de final da Copa do Brasil, Conmebol Libertadores, além do Brasileirão. O clima é de crise, com pedido de jogadores como Raphael Veiga para que o grupo “dê a cara a tapa”.

Na disputa de três competições, o Verdão tem pouco tempo para se reencontrar, pois já enfrenta o Internacional, domingo, pelo Brasileirão, e na próxima quarta recebe o Flamengo, tendo de reverter os 2 a 0 sofridos no Maracanã. Daqui a duas semanas, virá o Botafogo, pela Libertadores.

O ge lista abaixo os cinco pontos que levaram o Palmeiras a um dos piores momentos na era Abel Ferreira às vésperas da sequência que pode definir o ano na Academia de Futebol.

  1. A ausência de Estêvão
    A partir da saída de Endrick, Estêvão passou a assumir o protagonismo no Palmeiras. Quando ele foi fixado como titular na ponta direita, o time cresceu de rendimento, e o jovem de 17 anos se tornou uma estrela.

Entrosado com Raphael Veiga, com sete gols e cinco assistências na temporada, o camisa 41 vivia grande momento até sofrer entorses no joelho e tornozelo esquerdos durante a derrota para o Botafogo, no último dia 17.

O problema não foi grave, mas o tirou do triunfo contra o Cruzeiro e da derrota para o Fluminense. Recuperado, começou jogando diante do Vitória e voltou a ter um entorse no tornozelo esquerdo.

Sem um jogador de mesmas características no elenco, o Verdão sente muita falta do jovem, negociado com o Chelsea, da Inglaterra. O clube não dá prazo para sua volta, mas há o risco de que ele ainda não esteja disponível no segundo duelo com o Flamengo.

  1. Ataque em baixa
    Diante da ausência do seu jogador mais criativo, o Palmeiras vive um momento de pouca clareza ofensiva. Foram apenas dois gols nos últimos cinco jogos e chances escassas.

Flaco López é o artilheiro da temporada, com 16 gols, mas Abel o deixou na reserva na partida contra o Flamengo, optando por Rony. Só que com a estratégia muito defensiva adotada pelo português, o camisa 10 pouco tocou na bola.

Os números na derrota para o Flamengo deixam clara a diferença entre as equipes no Maracanã. Enquanto os donos da casa tiveram 17 finalizações, o Palmeiras criou apenas duas. E nenhuma acertou a direção do gol.

  1. Reforços ainda não encaixaram
    A janela do meio de ano do Palmeiras teve contratações importantes: o lateral-direito Giay e os meia-atacantes Maurício e Felipe Anderson. Eles passaram a ter condições de jogo na segunda quinzena do mês de julho.

Dos três, o último é o que foi mais usado como titular, mas ainda de maneira tímida nestes cinco jogos (três como titular). Escalado como meia pela esquerda, o camisa 9 tem sofrido com a queda de desempenho coletivo.

Já Maurício recebeu chances especialmente entrando durante o segundo tempo; seu único jogo como titular foi a derrota para o Vitória. Com desempenho discreto, deve começar jogando de novo no fim de semana, pois não pode atuar na Copa do Brasil, competição em que já defendeu o Inter.

Giay foi o último a estrear. Titular quando Abel lançou uma equipe modificada contra o Vitória, foi mantido diante do Flamengo e teve muitas dificuldades para marcar no lado direito. Ficou longe nas duas apresentações do que estava fazendo no San Lorenzo, da Argentina.

  1. Falta de confiança e má fase técnica
    Abel Ferreira bateu na tecla de que os jogadores estão em um momento sem confiança, o que consequentemente afeta o desempenho individual dos atletas.

Isto tem se demonstrado não apenas na má fase ofensiva, mas também na defesa. Gustavo Gómez, capitão e um dos jogadores mais seguros da equipe, errou um passe sozinho na origem do segundo gol do Flamengo.

– Tem que reconhecer, eu sou o primeiro a assumir as coisas e acho que se a gente ganhou tudo o que a gente ganhou junto, a gente vai sair disso junto como equipe com personalidade, coragem e dando a cara a tapa – resumiu Raphael Veiga.

Além da queda de confiança pelos resultados recentes, há a necessidade de fazer jogadores ganharem segurança em campo depois de lesões.

É o caso de Dudu, que voltou depois de uma cirurgia no joelho que o deixou nove meses fora do gramado e ainda não entrou no ritmo ideal. Mayke, Murilo e Lázaro são outros nomes que tiveram problemas físicos recentes mais leves, mas voltaram há pouco do departamento médico.

  1. Falta de sintonia entre Abel e elenco
    A comissão técnica não tem conseguido extrair o que espera do time nos últimos jogos. Sábado passado, contra o Vitória, Abel Ferreira adotara um discurso duro, cobrando pelo desempenho do time na derrota no Allianz Parque.

A expectativa era de uma reação na quarta-feira, o que não aconteceu. As mudanças feitas para o jogo acabaram fazendo o nível cair mais, e o Verdão foi presa fácil no Maracanã.

Diante da dificuldade para encontrar o time ideal, a expectativa é de que o Palmeiras enfrente o Flamengo com uma escalação diferente no Allianz Parque. Será mais uma tentativa de Abel para recuperar o desempenho.

– O Flamengo não tem desfalque. O Palmeiras é o oposto, não estamos na confiança. Não estamos também com o elenco enxuto e recuperado. Temos que esperar que isso resolva, que o departamento médico resolva – declarou o técnico.

– É estarmos juntos, unidos, porque esses jogadores são os que nos deram tudo e vêm dando. Queremos ter toda a equipe de volta – completou.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Rebeca Andrade admite pensar no recorde de medalhas do Brasil: “Preciso fazer a minha parte”

por Redação 2 de agosto de 2024

Rebeca Andrade pode ser tornar a maior medalhista olímpica brasileira de todos os tempos nas Olimpíadas de Paris 2024. Com quatro medalhas conquistadas em Tóquio 2020 e em Paris 2024, a ginasta está a um pódio de empatar com os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, cada um com cinco, o que já pode acontecer no sábado, quando defende seu título na final do salto.

E pode ainda ultrapassá-los, chegando a seis ou mesmo sete medalhas na segunda-feira, dia 5, quando disputa as decisões da trave e do solo. A ginasta confessou que o recorde está na mira, mas mostrou que está com os dois pés no chão.

  • Eu penso, não vou mentir, que eu quero estar no pódio, né? – disse a ginasta logo depois do a cerimônia de premiação das medalhas – Com certeza vai ser muito importante para a carreira se acontecer, mas o resultado é consequência. Para eu ser a maior brasileira da história olímpica, eu preciso fazer a minha parte. Meu foco está nas minhas apresentações, no meu trabalho. E depois a gente pensa no pódio. Mas se acontecer vou ficar bem feliz.

Em Paris, Rebeca já se isolou como a maior medalhista olímpica entre as mulheres do Brasil. Ela repetiu a prata de Tóquio no individual geral e liderou a seleção feminina na conquista do bronze por equipes. Somando ao ouro no salto, conquistado nos Jogos de 2020, chegou a quatro medalhas.

No sábado, a ginasta faz a final do salto, aparelho no qual é a atual campeã olímpica e mundial. Deve saltar novamente com um Cheng, de valor de dificuldade 5.600, e um Amanar, de 5.400. A ginasta chegou a inscrever o inédito TTY, um Yurchenko com tripla pirueta de grau 6.000, mas dificilmente fará o salto. Simone Biles deve saltar com um Cheng e com o Biles II, um salto de dificuldade 6.400. Se realizá-lo sem quedas, é favorita para o ouro.

Mas Rebeca pode subir ao lugar mais alto do pódio por entregar uma execução perfeita. E mesmo que não suba, é favorita à prata, que já lhe garantiria uma quinta medalha olímpica, empatando com Scheidt e Grael.

Na segunda-feira, a ginasta fará as finais de solo e trave, aparelhos nos quais também é aposta para medalhas. Tem, portanto, três chances reais de pódio, podendo chegar a sete medalhas olímpicas.

Veja a seguir quais são as medalhas de Rebeca até o momento e confira as de Scheidt e Torben:

Rebeca Andrade (ginástica artística) – 4 medalhas até o momento

Ouro no salto em Tóquio 2020 ?
Prata no individual geral em Tóquio 2020?
Prata no individual geral em Paris 2024 ?
Bronze por equipes em Paris 2024 ?
Robert Scheidt (vela) – 5 medalhas

Ouro na classe Laser em Atlanta 1996 ?
Ouro na classe Laser em Atenas 2004 ?
Prata na classe Laser em Sydney 2000 ?
Prata na classe Star em Pequim 2008 ?
Bronze na classe Star em Londres 2012 ?
Torben Grael – 5 medalhas

Ouro na classe Star em Atlanta 1996 ?
Ouro na classe Star em Atenas 2004 ?
Prata na classe Soling em Los Angeles 1984 ?
Bronze na classe Star em Seul 1988 ?
Bronze na classe Star em Sydney 2000 ?
Quando são as outras finais de Rebeca? ?️
Final do salto: sábado (3), às 11h20;
Final da trave: segunda-feira (5), às 7h30 – Julia Soares também participa;
Final do solo: segunda-feira (5), às 9h20.

Fonte: GE

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