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Categoria:

Economia

Economia

Preço da carne recua pelo sexto mês seguido e acumula queda de 5,8% no ano

por Redação 12 de julho de 2023

Pelo sexto mês consecutivo, o preço da carne bovina registrou queda. Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgado nesta terça-feira (11), o recuo em junho foi de 2,10%, contribuindo entre os alimentos para a deflação de 0,08% no mês.

Todos os cortes bovinos que fazem parte do índice da inflação oficial tiveram redução no mês e acumulam queda de 5,89% neste ano e de 6,73% em 12 meses. Enquanto o IPCA acumula alta de 2,87% no ano e de 3,16% nos últimos 12 meses.

A alcatra (-8,09%), o filé-mignon (-8,02%), o contrafilé (-7,92%) e a picanha (-6,52%) registram os maiores recuos nos primeiros seis meses deste ano.

A queda do preço de cada corte
No acumulado de 2023, em %:

  • carnes em geral: -5,89;
  • fígado: -6,51;
  • cupim: -2,05;
  • contrafilé: -7,92;
  • filé-mignon: -8,02;
  • coxão mole: -5,16;
  • alcatra: -8,09;
  • patinho: -5,10;
  • lagarto redondo: -4,76;
  • lagarto comum: -5,37;
  • músculo: -4,28;
  • pá: -7,37;
  • acém: -6,16;
  • peito: -5,63;
  • capa de filé: -5,43;
  • costela: -5,33;
  • picanha: -6,52.

Fonte: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

Queda do custo
O economista Matheus Peçanha, do FGV-Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), explica que a redução no custo dos produtores acabou se refletindo no bolso do consumidor. E o cenário puxou para baixo projeções de inflação.

“De 2020 até metade do ano passado, esse custo estava jogando contra, estava encarecendo muito por conta da entrada de várias cadeias globais, com o preço de várias commodities agrícolas em alta. Isso levava a um efeito dominó nos preços dos produtos ao consumidor na gôndola”, afirma Peçanha.

Agora o que está ocorrendo é o inverso. Segundo o economista, desde o segundo semestre do ano passado esses custos caíram, principalmente o preço da soja e do milho, que são os principais componentes da ração para o gado.

“A perspectiva para o ano é continuar nessa pegada. Deve haver a redução no ritmo de queda. E isso pode se refletir no preço ao consumidor. Mas deve continuar assim, reduzindo ritmo de queda até uma estabilidade no ano”, acrescenta o economista.

O evento climático do El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico, pode ajudar neste ano a manter a redução dos custos de soja e milho. Segundo Peçanha, os efeitos desse fenômeno climático geralmente aumentam a produtividade no Centro-Oeste do país. A previsão é que isso ocorra, provavelmente, no último trimestre deste ano.

“Ou seja, a gente deve ter uma estabilidade do preço da carne até o fim do ano, e, se o El Niño trouxer uma produtividade maior, pode haver uma segunda rodada de queda. Mas isso vai depender da magnitude, se vai reverter em ganho de produtividade como normalmente reverte. Então tem muitos ‘ses’, mas é um evento que está no calendário para ver o que acontece”, avalia Peçanha.

Consumo
Outro fator que contribui para a queda do preço final é a maior oferta de animais no mercado doméstico, que derrubou as cotações no campo. Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), esse cenário reflete a tendência de queda nos preços, o que já começa a ser percebido no mercado, como mostra o IPCA.

Com o crescimento da produção, o consumo de carne bovina pelos brasileiros vai aumentar em 2023, após cinco anos de queda. De acordo com a projeção da Conab, a disponibilidade per capita da proteína vai passar de 26 para 29 quilos por habitante ao ano, uma alta de 11,6%.

Somados os três principais tipos de proteína animal consumidos pelos brasileiros, a bovina, a suína e a de frango, esse número atingirá 96 quilos por habitante ao ano — o segundo maior índice já registrado, inferior apenas ao de 2013.

Nos últimos anos, o consumo de carne bovina havia despencado no país. Em 2018, cada brasileiro comeu, em média, 34 quilos de carne. No ano seguinte, o consumo médio foi de pouco mais de 30 quilos. Em 2020 e 2021, ficou estabilizado em 27 quilos. E, no ano passado, recuou a 26 quilos por habitante no ano.

Fonte: r7

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Economia

Pix bate recorde com 134,8 milhões de transferências em um dia

por Redação 10 de julho de 2023

Cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, o Pix, sistema de transferências instantâneas do BC (Banco Central), bateu dois recordes seguidos ao final da última semana.

De acordo com a autoridade monetária, foram registradas 129,4 milhões de transações na quinta-feira (6) e 134,8 milhões na sexta-feira (7). O valor supera em 8% o recorde anterior, de 124,7 milhões de transferências, registado em 7 de junho.

“Os números reforçam a relevância do Pix, meio de pagamento disponibilizado à população brasileira em novembro de 2020, no funcionamento da economia nacional”, comemora o BC, em nota.

Em 2022, o Pix foi o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, de acordo com a Febrabran (Federação Brasileira de Bancos). No total, 24 bilhões de transações movimentaram R$ 10,9 trilhões. A quantidade é maior que a de operações com cartão de débito, boleto, TED, DOC e cheques.

Fonte: r7

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Economia

Reforma tributária: o que pode mudar na cesta básica

por Redação 7 de julho de 2023

Entre tantos, um dos principais pontos da reforma tributária, aprovada na Câmara dos Deputados na madrugada desta sexta-feira (7), envolve um tema que mexe diretamente com a vida da população mais pobre: a cesta básica.

Após um certo vaivém sobre o assunto, o texto aprovado passou a estabelecer a criação da “Cesta Básica Nacional de Alimentos”. As alíquotas previstas para os IVAs federal e estadual e municipal serão reduzidas a zero para esses produtos.

Mas a questão esbarra em outro tópico: quais são os itens da cesta básica do brasileiro?

Não há uma resposta definitiva, ao menos por enquanto. Hoje, alimentos naturais (como frutas, carnes e hortaliças) ou de baixo processamento (como queijos, iogurtes e pães) e alguns produtos de higiene e limpeza já são isentos dos impostos federais (PIS, Cofins e, para industrializados, IPI).

Cada estado, no entanto, define uma alíquota de ICMS para cada uma dessas categorias. Essas alíquotas são zeradas para alguns produtos em alguns estados, mas podem chegar a até 33% segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Segundo o texto aprovado na Câmara, caberá a uma lei complementar definir quais serão os “produtos destinados à alimentação humana” que farão parte da cesta.

Críticas
Nas últimas semanas, antes da aprovação, críticos da proposta passaram a sugerir que havia possibilidade de aumento nos preços dos itens que compõem a cesta básica com os novos tributos.

Com a repercussão do assunto, o relator da reforma, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), incluiu a criação de uma cesta básica nacional de alimentos com isenção de tributos. “O que eu posso assegurar ao brasileiro é, muito pelo contrário, nós vamos preservar a cesta básica”, disse o relator na terça-feira (4).

Cesta hoje
Quanto a uma lista nacional de itens, sabe-se que há uma relação elaborada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) que está em análise no Ministério da Fazenda e no gabinete de Ribeiro. A relação tem 34 itens e inclui produtos que, hoje, não são considerados “cesta básica” no país – água sanitária, absorvente íntimo e fralda descartável, por exemplo. Veja a seguir:

Alimentação: carne bovina, carne de frango, carne suína, peixe e ovos; farinhas de trigo, de mandioca e de milho, massas alimentícias e pão francês; leite UHT, leite em pó, iogurte, leite fermentado, queijos, soro de leite e manteiga; frutas, verduras e legumes; arroz, feijão e trigo; café, açúcar, óleo de soja, óleo vegetal e margarina.
Higiene pessoal: sabonete, papel higiênico, creme dental, produtos de higiene bucal, fralda descartável e absorvente higiênico.
Limpeza: detergente, sabão em pó e água sanitária.

Aprovação da reforma
O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária foi aprovado na Câmara dos Deputados em segundo turno, na madrugada desta sexta-feira (7). Foram 375 votos a favor, 113 contra e três abstenções.

Antes de seguir para o Senado, os deputados precisam analisar destaques (sugestões de mudança no texto original). Quatro serão votados na manhã desta sexta.

O objetivo central da reforma é simplificar tributos federais, estaduais e municipais. Após acordos, a PEC sofreu mudanças, que foram apresentadas nesta quinta pelo relator, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Segundo o texto, cinco tributos serão substituídos por dois Impostos sobre Valor Agregado (IVAs) — um gerenciado pela União, e outro com gestão compartilhada entre estados e municípios:

▶️ Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): com gestão federal, vai unificar IPI, PIS e Cofins
▶️ Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): com gestão compartilhada estados e municípios, unificará ICMS (estadual) e ISS (municipal)

Fonte: G1

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Economia

‘Imposto do pecado’: o que diz a reforma tributária sobre impostos em itens como cigarro e álcool

por Redação 6 de julho de 2023

A reforma tributária deve criar um “imposto do pecado” sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente. O tributo pode ser cobrado já no período de transição da reforma. A ideia é desestimular o consumo de produtos como cigarro e álcool.

A Câmara começou a debater o texto nesta quarta e a previsão é que a votação aconteça nesta quinta (6). Após críticas, o relator da reforma, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou uma nova versão do seu parecer sobre a proposta que prevê, entre outros pontos, a criação de uma cesta básica nacional de alimentos com isenção de tributos (saiba mais).

Entre as propostas está o “imposto do pecado”, que é um tributo seletivo. Esse modelo já é adotado no Brasil, por exemplo, no ICMS cobrado pelos estados sobre itens considerados essenciais, como produtos da cesta básica, que têm alíquotas menores.

“A seletividade está vinculada ao princípio da essencialidade, que deriva de se proteger a dignidade da pessoa humana. Por exemplo, alimentação, água, luz, que são indispensáveis à vida, precisam ter uma carga tributária diferente de produtos de luxo ou sabidamente danosos”, explica o cientista político e coordenador do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), Marcos Woortmann.

Ao simplificar os tributos, o texto da reforma vai criar alíquotas únicas para bens e serviços tributados em nível federal e subnacional –por estados e municípios. Isso vai acabar com a política de redução de alíquotas para determinados produtos.

Segundo o advogado tributarista Luis Claudio Yukio, no lugar de redução para incentivar produtos e serviços, o texto da reforma cria uma sobretaxação sobre os itens considerados nocivos. Isso quer dizer que haverá a cobrança de alíquotas maiores.

“Ou seja, a seletividade que permitia antes reduzir a alíquota, agora vai permitir sobretaxar produtos, desde que sejam prejudiciais à saúde, cigarro e bebida alcoólica, por exemplo, e ao meio ambiente, como veículos que gastem muito [combustível]”, afirmou.

Os recursos dessa sobretaxa devem ser destinados para a arrecadação federal.

Bebidas, cigarros, combustíveis… o que entra na lista?
Bebidas alcoólicas e cigarros são citados frequentemente como exemplos de produtos que podem ser taxados de acordo com essa regra.

Mas os itens ainda não estão definidos e só devem ser regulamentados em uma lei complementar. Também não está claro se será uma lista taxativa, com todos os produtos considerados nocivos ou se o texto estará aberto à interpretação.

“Por exemplo, quando eu falo [nocivos] ao meio ambiente, o que é ao meio ambiente? Um carro vai ser sobretaxado porque é mais poluente. No seu ponto de vista, ele é poluente, mas no meu pode não ser. Então, vai começar alguns questionamentos que não deveriam ter”, frisou Yukio.

Woortmann defende que combustíveis fósseis, bebidas açucaradas e algumas categorias de pesticidas deveriam ser sobretaxados.

Já para o diretor do Instituto Combustível Legal (ICL), Carlo Faccio, os combustíveis fósseis não devem ser incluídos nessa lista.

Isso porque grande parte da produção nacional é transportada por rodovias, principalmente por caminhões a óleo diesel. Segundo Faccio, a sobretaxação teria um impacto sobre o preço dos alimentos e demais produtos.

“Vai gerar inflação, vai agregar valor a preço. Não conseguimos entender a possibilidade de existir combustível como sendo ‘produto do pecado'”, disse.

Cobrança já no período de transição
O texto da reforma prevê que a sobretaxação fará parte da base de cálculo dos impostos ICMS, ISS, PIS e Cofins.

Os 4 serão extintos com a reforma tributária, mas haverá um período de transição até que deixem de ser cobrados. O período vai de 2026 a 2032.

Para Yukio, isso significa que há uma abertura para a cobrança do “imposto do pecado” já na transição da reforma, junto com os tributos federais, estadual e municipal.

“Aqui, já está prevendo que vai haver uma transição. Está dizendo que aquela sobretaxa, enquanto existir o ICMS, ISS e PIS/Cofins, ele [o imposto seletivo] vai incidir na base de cálculo desses tributos”, afirmou.

Na prática, significa que, aprovada a reforma, os produtos considerados nocivos já poderão ter alíquotas maiores, desde sejam regulamentados por meio de lei complementar.

Fonte: G1

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Economia

Prefeitos e governadores se reúnem em Brasília para discutir reforma tributária

por Redação 4 de julho de 2023

Os prefeitos de 33 cidades brasieliras, sendo 15 capitais, e governadores de oito estados participam de reuniões em Brasília nesta terça-feira (4) para discutir pontos do texto da reforma tributária. Os chefes dos Executivos estaduais e municipais temem que o projeto retire a autonomia e a arrecadação das cidades e dos estados, uma vez que propõe a incorporação do Imposto sobre Serviços (ISS) – o principal imposto municipal – e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – imposto estadual –, em um único imposto, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

O modelo em debate prevê a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dividido entre um nacional, que vai substituir o PIS, o IPI e a Confins, e outro regional, no lugar do ICMS e do ISS. O sistema também terá uma alíquota única como regra geral, que será 50% menor para alguns setores, como saúde, educação, transporte público, medicamentos e produtos do agronegócio. Alguns segmentos ficarão isentos; já outros terão um imposto seletivo para desestimular o consumo, como os de bebidas alcoólicas e alimentos industrializados.

A Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) organiza uma visita à Câmara dos Deputados à tarde para pressionar os parlamentares pelo adiamento da votação da proposta da reforma tributária. Eles alegam que o projeto em discussão enfraquece a autonomia dos municípios. Os prefeitos querem também que seja incluída na discussão o trabalho da PEC 46/2022, que cria o “Simplifica Já”. Essa proposta preserva o ISS nos municípios e unifica tributos estaduais e federais.

Os governadores, senadores e deputados federais de oito estados se também têm uma reunião prevista na noite desta terça-feira (4) para discutir o texto. Estão previstas as presenças dos governadores Cláudio Castro (RJ), Eduardo Leite (RS), Eduardo Riedel (MS), Jorginho Mello (SC), Ratinho Júnior (PR), Renato Casagrande (ES), Romeu Zema (MG) e Tarcísio Freitas (SP). Também foram convidados todos os parlamentares de cada uma das unidades federativas.

Veja abaixo a lista de prefeitos que participam da mobilização

  • Edvaldo Nogueira, Aracaju/SE;
  • Edmilson Rodrigues, Belém/PA;
  • Sebastião Melo, Porto Alegre/RS;
  • Eduardo Paes, Rio de Janeiro/RJ;
  • Eduardo Braide, São Luís/MA;
  • Ricardo Nunes, São Paulo/SP;
  • Rafael Greca, Curitiba/PR;
  • Fuad Noman, Belo Horizonte/MG;
  • Hildon Chaves, Porto Velho/RO;
  • Cinthia Ribeiro, Palmas/TO;
  • Dr. Furlan, Macapá/AP;
  • Tião Bocalom, Rio Branco/AC;
  • Topázio Neto, Florianópolis/SC;
  • David Almeida, Manaus/AM;
  • Cícero Lucena, João Pessoa/PB;
  • Dario Saadi, Campinas/SP;
  • Mario Botion, Limeira/SP;
  • Leonardo Pascoal, Esteio/RS;
  • Marcos Vinicius, Coronel Fabriciano/ MG;
  • Caio Cunha, Mogi das Cruzes/SP;
  • Guti, Guarulhos/SP;
  • Elias Diniz, Pará de Minas/MG;
  • Jairo Jorge, Canoas/RS;
  • Dr. Daniel, Ananindeua/PA;
  • Ulisses Maia, Maringá/PR;
  • Paulo Serra, Santo André/SP;
  • Colbert Martins, Feira de Santana/BA;
  • Alysson Bezerra, Mossoró/RN;
  • Luiz Ariano Zaffalon, Gravataí/RS;
  • Junior da Femac, Apucarana/PR.

Vice prefeitos

  • Maria Regina de Souza, Blumenau/SC
  • Élcio Batista, Fortaleza/CE
  • Cássio Murilo Gomes, Boa Vista/RR

Fonte: r7

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Economia

ACE-Guarulhos lança Numem e amplia apoio ao empreendedorismo feminino

por Redação 3 de julho de 2023

Objetivo da gestão Silvio Alves, com o novo núcleo setorial, é apoiar, fortalecer e empoderar as mulheres empreendedoras de Guarulhos.

A Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos (ACE-Guarulhos) lançou, na última quinta-feira (29/06) o Núcleo das Mulheres Empreendedoras de Guarulhos (Numem). O objetivo da entidade com o novo núcleo setorial é apoiar, fortalecer e empoderar as mulheres que tocam seus próprios negócios na cidade. As interessadas em participar podem se inscrever pelo WhatsApp, no número (11) 95221-8684. As inscrições estão abertas e são gratuitas.

A ACE, que já conta com o Conselho da Mulher Empreendedora há décadas, ganha agora um reforço na participação feminina da entidade. “Esta iniciativa é a concretização de uma demanda de associadas que gostariam que a entidade criasse, dentre os vários núcleos que já existem, um espaço a mais para as mulheres empreendedoras”, explica o presidente da ACE-Guarulhos, Silvio Alves.

“Sou um grande entusiasta do trabalho feito pelas mulheres. Dados do Sebrae mostram que são elas as responsáveis por 34% das pequenas empresas no País. E é papel da Associação Comercial fortalecer o empreendedorismo como todo, porém, apoiar o empreendedorismo feminino é, para nossa gestão, uma missão. É mais uma ferramenta de apoio às mulheres que empreendem na nossa cidade”, declarou o presidente.

Quem coordenada os trabalhos do Núcleo das Mulheres Empreendedoras de Guarulhos é Tatiane Bertolino, especialista em comunicação empresarial, responsável pelo Grupo Tempos Modernos e fundadora do maior evento de empreendedorismo feminino da cidade, a Maratona de Negócios.

O Numem tem como diretora mentora Silvana Araújo, responsável pela Pasta de Relações Tributárias na Diretoria Executiva da ACE. Além de Tatiane e Silvana, o Numem tem em seu comitê de gestão: Vanessa Casares (coordenadora adjunta); Luciana Bonin (1ª secretária); Beatriz Andrade (2ª secretária); Luciane Vassoler (1ª tesoureira); Gabriella Galindo (2ª tesoureira); e Eliana Petraglia.

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Economia

INSS começa a pagar segunda parcela do 13º para quem recebe acima do piso

por Redação 3 de julho de 2023

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa a pagar nesta segunda-feira (3) a segunda parcela da antecipação do 13° salário aos segurados que recebem acima do piso salarial (R$ 1.320). Até 7 de julho, mais de 30 milhões de segurados serão beneficiados, entre aposentados e pensionistas.

Os valores da segunda etapa do abono anual começaram a ser pagos no dia 26 de junho àqueles que recebem um salário mínimo; agora, é a vez dos que recebem valores acima do mínimo (veja calendário abaixo). Para estes, os créditos serão feitos de 3 a 7 de julho, a começar pelos segurados que têm final de matrícula 1 e 6.

Essa segunda parte do pagamento do abono vem com descontos, como o do Imposto de Renda, por exemplo, proporcional para segurados de até 64 anos e que têm renda mensal acima de R$ 2.640,00.

Calendário da segunda parcela

Quem recebe salário mínimo (R$ 1.320)

Final do benefício 1 – 26/6
Final do benefício 2 – 27/6
Final do benefício 3 – 28/6
Final do benefício 4 – 29/6
Final do benefício 5 – 30/6
Final do benefício 6 – 3/7
Final do benefício 7 – 4/7
Final do benefício 8 – 5/7
Final do benefício 9 – 6/7
Final do benefício 0 – 7/7

Final do benefício 1 e 6 – 3/7
Final do benefício 2 e 7 – 4/7
Final do benefício 3 e 8 – 5/7
Final do benefício 4 e 9 – 6/7
Final do benefício 5 e 0 – 7/7

Como acessar o extrato de pagamento
A consulta do valor referente ao 13º pode ser feita de forma online no aplicativo ou site Meu INSS, e o saque pode ser realizado em caixas eletrônicos e casas lotéricas.

  • Para consultar, acesse o site: https://meu.inss.gov.br/
  • Clique em “Entrar com gov.br”
  • Insira o CPF para fazer o login ou cadastrar senha
  • Entre no Meu INSS
  • Clique em “Do que você precisa?”
  • Selecione “Extrato de pagamento”
  • Salve o documento em PDF

Quem tem direito
Recebem o abono os beneficiários de aposentadoria, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, pensão por morte e outros auxílios administrados pelo instituto.

Os segurados do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) — pago a idosos de baixa renda acima de 65 anos e a pessoas carentes com deficiência, equivalente a um salário mínimo — e da Renda Mensal Vitalícia — mantida apenas para aqueles que já eram beneficiários até dezembro de 1995 — não recebem o 13° salário.

Para saber quando o pagamento será depositado, basta ver o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

Por lei, não têm direito ao 13º salário os segurados que recebem benefícios assistenciais. Por isso, o número de benefícios com o 13º salário é menor do que o número total de benefícios pagos pelo INSS, em torno de 37 milhões.

Para os benefícios concedidos após o mês de maio de 2023, o pagamento do abono anual será efetuado em parcela única, juntamente com a mensalidade da competência de novembro de 2023.

Nos últimos três anos, em 2020, 2021 e 2022, o 13º salário também foi antecipado, como uma ação para minimizar os impactos provocados pela pandemia do novo coronavírus. Normalmente, o abono é pago no segundo semestre do ano, em agosto e novembro.

O adiantamento da remuneração extra é apontado pelo Ministério da Previdência Social como uma ferramenta para estimular a economia.

O piso nacional atual, de R$ 1.320, é o valor mínimo para aposentadorias, pensões por morte e auxílio-doença em 2023. Já o teto do INSS, que estabelece o valor máximo de qualquer benefício pago pelo instituto, é de R$ 7.507,49.

A antecipação do benefício alcança todos os estados brasileiros e representa uma injeção de recursos nos mercados locais.

São Paulo é o estado que receberá o maior repasse para pagamento do abono anual, levando-se em conta os dois meses de pagamento. Serão R$ 17,7 bilhões em recursos. Na sequência aparece Minas Gerais, com R$ 6,9 bilhões em repasses, seguido por Rio de Janeiro (R$ 6 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 5 bilhões), Paraná (R$ 3,67 bilhões) e Bahia (R$ 3,6 bilhões).

Fonte: r7

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Economia

ACE-Guarulhos reúne mais de 1.200 empresários na 12ª edição do Café com Negócios

por Redação 30 de junho de 2023

A 12ª edição do Café com Negócios, maior evento de networking e negócios de Guarulhos e região, realizado pela Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos, aconteceu na última quarta-feira, 28/06, na Universidade São Judas, no Macedo. O encontro bateu recorde de inscrições e reuniu mais de 1.200 empresários em busca de conexões de negócios. Com a entrada solidária, os participantes doaram alimentos não perecíveis que serão destinados à campanha permanente “ACE Contra a Fome”. Com mais de 40 expositores, o Café com Negócios foi prestigiado, entre outras autoridades, pelo vice-prefeito Professor Jesus e o vereador Geleia Protetor.

“O Café com Negócios se consolidou como o maior evento de relacionamento empresarial da cidade. É uma alegria perceber que esta reunião entre empresários das mais diversas áreas e portes se tornou uma grande vitrine para que cada um mostre o que constrói dia após dia. Sabemos que muitas empresas conseguiram transformar seu faturamento depois de participar do evento e isso é nossa maior motivação”, afirmou o presidente da ACE-Guarulhos, Silvio Alves, que também dirige a rede X de Supermercados.

Membros da Diretoria Executiva da ACE participaram do evento na condição de “embaixadores” da entidade, fazendo as boas vindas aos novos associados e tirando dúvidas de empreendedores que quisessem saber mais sobre a entidade e sobre como a ACE tem ajudado os empresários da cidade.

Silvio Alves explicou que este tipo de evento é de suma importância para fomentar a economia local e gerar as conexões entre empresários que, muitas vezes, podem ser vizinhos e não sabem o que o outro produz. “Quem tem um negócio sabe o quanto a operação consome tempo e, muitas vezes, nos isola do entorno. Se não tivermos este incentivo da ACE para nos reunirmos e trocarmos experiências, não geramos novos negócios”, completou.

Homenagem a quem fomenta a economia

O empresário Júnior Araújo, da indústria Perfil Líder, recebeu das mãos do presidente Silvio Alves a Comenda do Mérito Empreendedor “Álvaro Mesquita”, homenagem que a ACE-Guarulhos entrega a pessoas que contribuem decisivamente para o empreendedorismo e o setor produtivo no Brasil e que já condecorou diversas autoridades.

“É uma honra receber esta homenagem pelo trabalho realizado com tanta dificuldade ao longo do tempo. Quem decide ter um negócio no Brasil, não tem vida fácil. Ser reconhecido por quem também passa por esse caminho é muito especial”, afirmou Araújo.

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Economia

PIB da região de Guarulhos cresce 0,7% no primeiro trimestre de 2023

por Redação 27 de junho de 2023

O Produto Interno Bruto (PIB) da região de Guarulhos apresentou um crescimento de 0,7% nos três primeiros meses do ano, mesma taxa apresentada pela Capital e desempenho superior ao do Estado, que cresceu 0,3% no período. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (26) pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados). A região de Guarulhos engloba as 12 cidades do Alto Tietê e esta é a primeira vez que a fundação a inclui no levantamento.

Das 21 regiões analisadas pelo Seade, em 14 houve queda no PIB no período analisado. A região de Guarulhos foi a terceira que mais cresceu no Estado, ficando ligeiramente atrás da Região Metropolitana de São Paulo (0,8%) e da região de Osasco (1%). Guarulhos superou, além do PIB estadual, as regiões do ABCD (-0,4%), de Campinas (-0,3%), de São José dos Campos (-4,2%), de Santos (-2,1%), de São José do Rio Preto (-0,4%), de Ribeirão Preto (-0,3%) e de Presidente Prudente (-0,4%), entre outras.

No que diz respeito à comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2022, a região de Guarulhos apresentou um desempenho ainda mais relevante, com crescimento de 1,9%, contra 0,3% da região do ABCD e 2,1% do Estado como um todo. Neste cenário, o crescimento do PIB da região de Guarulhos foi superior ao das regiões de Campinas (1,4%), São José dos Campos (0,4%), Santos (-2,2%), Ribeirão Preto (0,2%), Presidente Prudente (1,1%) e Franca (0,6%), entre outras.

A Fundação Seade também analisou o PIB dos quatro trimestres imediatamente anteriores, ou seja, entre abril de 2022 e março deste ano, e o crescimento da região de Guarulhos é ainda mais significativo: 3,9%, maior que o do Estado (2,9%), da Região Metropolitana de São Paulo (2,7%), da Capital (2,6%) e das regiões do ABCD (1,1%), de Osasco (3,1%), de Campinas (2,9%), de São José dos Campos (2,5%), de Santos (2,4%) e de Presidente Prudente (3%).

“O crescimento expressivo de Guarulhos e das cidades do Alto Tietê, principalmente nos últimos 12 meses, mostra o trabalho sério e comprometido que temos realizado ao longo dos últimos seis anos e meio tanto aqui na cidade quanto por meio das ações do Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê)”, afirma o prefeito Guti. O Condemat engloba as cidades de Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.

Números do PIB

Ao final de 2022 a região de Guarulhos apresentava um PIB pouco superior a R$ 177 bilhões, contra R$ 3,2 trilhões do Estado, R$ 1,6 trilhão da Região Metropolitana de São Paulo, R$ 955 bilhões da Capital, R$ 174 bilhões da região do ABCD, R$ 181 bilhões da região de São José dos Campos e R$ 163 bilhões da região de Sorocaba.

O estudo completo pode ser verificado em https://pib.seade.gov.br/wp-content/uploads/sites/10/2023/06/PIB-regional-sao-paulo-primeiro-trimestre-2023-Regiao-metropolitana-puxa-crescimento.pdf.

Imagem: Diego Secco/PMG

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Economia

Gasolina deve ficar R$ 0,34 mais cara a partir de sábado com volta de impostos

por Redação 27 de junho de 2023

O litro da gasolina poderá ficar R$ 0,34 mais caro a partir do próximo sábado (1º). No etanol, o aumento deverá ser de R$ 0,11 por litro. É o que diz a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

A expansão do valor nas bombas prevista ocorrerá por conta da volta total dos impostos federais sobre as fontes de energia. Em março, a reoneração aconteceu de forma parcial. Agora, a parcela restante voltará a incidir.

A medida foi planejada pelo governo Lula como uma forma de diminuir o impacto nos postos. A desoneração foi implementada pela administração passada, de Jair Bolsonaro, às vésperas das eleições.

Segundo a Abicom, os encargos terão impacto total de aproximadamente R$ 0,68 no litro de gasolina. Serão R$ 0,07 de Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e R$ 0,61 de PIS/Cofins (Programa de Integração Social e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social).

Sobre o etanol, o crescimento de cobrança tributária diz respeito apenas ao Pis/Cofins.

Busca por receitas
A maior cobrança de impostos sobre os combustíveis acontece em meio à tentativa do governo federal de aumentar a arrecadação sem cortar gastos. A ideia é controlar as contas públicas.

A regra fiscal proposta pela equipe econômica do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prevê aumento total de até R$ 150 bilhões nas receitas.

Por isso, especialistas contrários ao projeto de lei afirmam que o arcabouço fiscal resultará em aumento de impostos.

“Quando se fala em ‘aumento de arrecadação’, significa que você [o contribuinte] vai pagar mais imposto. Esse aumento necessário para ter o equilíbrio fiscal é muito grande. Ou seja, nós, brasileiros, vamos ter que pagar mais tributos ao Estado”, opina Rodrigo Saraiva, membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil.

Apesar disso, o Ministério da Fazenda alega que a proposição “não vai aumentar a carga tributária”.

“A proposta não prevê novos tributos ou aumentos das alíquotas atuais. Aliás, o novo regime está alinhado a outra proposta de extrema importância, a Reforma Tributária, que está em sua primeira etapa focada na tributação sobre consumo (impostos indiretos) e também não vai elevar impostos, mas sim corrigir o caráter ineficiente e regressivo do atual sistema tributário, que penaliza a produção e também quem está na parte de baixo da pirâmide social”, declarou a Fazenda ao R7.

Porém, é fato que algumas medidas de criação ou aumento de impostos já estão sendo debatidas pelo ministro Fernando Haddad. E não só nos bastidores. Isso, além dos tributos sobre os combustíveis. Três delas são:

  1. Taxação de apostas esportivas. Previsão de arrecadação: R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões por ano;
  2. Taxação de lojas digitais, como a Shein. Previsão de arrecadação: R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões;
  3. Veto à equiparação a custeio de subvenção a investimentos estaduais. Previsão de arrecadação: R$ 85 bilhões a R$ 90 bilhões.

Fonte: r7

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