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Categoria:

Guarulhos

FeminicidioGuarulhos

Governo altera Lei Maria da Penha para garantir medidas protetivas de urgência a partir da denúncia

por Redação 20 de abril de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou mudanças na Lei Maria da Penha. A partir de agora, as medidas protetivas de urgência serão concedidas no momento em que a mulher que for vítima de violência fizer a denúncia a autoridades policiais. A medida foi publicada nesta quinta-feira (20) no Diário Oficial da União.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no mês passado. Segundo o texto, as medidas protetivas ficarão em vigor enquanto houver riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima ou de seus dependentes.

A lei também prevê que a proteção será concedida independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência.

A mudança na legislação também garante que a Lei Maria da Penha seja aplicada em todos os casos de violência doméstica e familiar “independentemente da causa ou da motivação” e da condição do agressor ou da vítima.

Violência doméstica
A Lei Maria da Penha, que completou 16 anos em agosto de 2022, tipifica a violência doméstica contra a mulher e abrange violações que vão desde lesões, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou patrimonial, até a morte, motivada pelo gênero da vítima.

Em outubro do ano passado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou o balanço da Operação Maria da Penha, realizada no ano passado em todo o país. A ação, que tinha o objetivo de combater a violência doméstica, terminou com 12.855 suspeitos presos por agressões e casos de feminicídio.

A operação ocorreu entre agosto e setembro de 2022, com 220 mil agentes de segurança envolvidos nas ações. Nesse período, 58.340 boletins de ocorrência com denúncias do tipo foram registrados e motivaram a concessão de 41,6 mil medidas protetivas às vítimas ameaçadas.

Fonte: r7

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GuarulhosSegurança

Polícia cumpre 10 mandados contra adolescentes que planejavam ataques em escolas no país

por Redação 19 de abril de 2023

A Polícia Civil, com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, realiza uma operação em cinco estados contra adolescentes que planejavam ataques a escolas pelo país, na manhã desta quarta-feira (19).

O MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina) deu início as investigações após o ataque à Creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC), em 5 de abril, quando quatro alunos foram assassinados e quatro ficaram feridos.

A força-tarefa cumpre dez mandados de internações provisórias, treze de busca e apreensão e onze afastamentos de sigilo de dados em São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina, no Rio de Janeiro e em Pernambuco.

As ordens judiciais foram expedidas pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Blumenau contra adolescentes envolvidos em planejamentos de ataques a escolas brasileiras.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública criou um canal para receber denúncias sobre ameaças e ataques contra as escolas. Um dia depois ao episódio em Blumenau registrou-se uma média de 400 denúncias por dia.

Em dez dias, a Operação Escola Segura, do governo federal, 255 pessoas foram presas e crianças e adolescentes foram apreendidos. Também foram cumpridos 155 mandados de busca e apreensão e 694 adolescentes foram intimados para prestar depoimento.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Brasil deixa de arrecadar R$ 94 bi por causa do contrabando de cigarros nos últimos 11 anos

por Redação 19 de abril de 2023

Nos últimos 11 anos, o Brasil deixou de arrecadar R$ 94,4 bilhões por causa do contrabando de cigarros. Um levantamento do Instituto Ipec Inteligência, divulgado pelo FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade), aponta que quatro em cada dez cigarros consumidos, em 2022, eram de origem ilegal.

Somente no ano passado, os brasileiros compraram 106,6 bilhões de unidades, sendo 41% fruto do contrabando, principalmente do Paraguai. Foram R$ 8,3 bilhões de evasão fiscal, ou seja, todo esse dinheiro poderia ser revertido para a população em formas de melhorias, de acordo com as informações da pesquisa.

Para Edson Vismona, presidente do FNCP, os principais prejuízos do comércio ilegal de cigarros no Brasil são:

  • o financiamento de milícias e de organizações criminosas;
  • o consumo de produto de baixa qualidade sem aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • o desincentivo às indústrias que pagam os impostos de forma correta;
  • o Estado deixar de arrecadar bilhões de reais.

Economia do crime
Ao R7, Vismona explica que os cigarros comercializados em território nacional são produzidos em oito fábricas regularizadas no Paraguai e em três no Brasil. Os produtos entram via contrabando, ou seja, sem pagamento de impostos. Ao deixar de pagar a carga tributária, eles chegam ao mercado a um preço mais baixo.

Atualmente, no Brasil, o imposto sobre o preço do produto ao consumidor é de cerca de 70%, dependendo do ICMS em cada estado. Enquanto, no Paraguai, é de apenas 13%. Em razão desse cenário, o preço mínimo do maço de cigarro legal é de R$ 5, enquanto o valor do contrabandeado cai para R$ 3 a R$ 4.

“O ilegal tem uma vantagem competitiva imensa e atrai o consumidor que não faz uma avaliação se o produto é legal ou não. O valor baixo atrai, principalmente, o público de baixa renda, que também passa a consumir mais”, afirma o presidente do FNCP. Apesar da economia, os consumidores ficam vulneráveis a um produto de baixa qualidade sem regulamentação da Anvisa.

Queda do contrabando
Segundo o levantamento, em 2019, 57% do volume total de cigarro consumido era ilegal. Ao longo dos últimos três anos, o número foi caindo até chegar à marca de 41%, no ano passado. Vismona declara que esse cenário é um reflexo direto da pandemia de Covid-19, da alta do dólar e da queda na movimentação das estradas, que provocam o aumento do preço do cigarro ilegal no país.

“É importante um sistema fiscal e tributário que possa contribuir com o combate ao comércio de mercadorias ilícitas, já que é notório que o imposto impacta o preço final de qualquer produto. Qualquer aumento de tributo favorece o contrabando, que não paga nada”, ressalta o presidente do FNCP.

Questionado sobre o futuro, Vismona alerta que o dólar começou a entrar em declínio e pode estimular novamente o crescimento do contrabando no território nacional, que é praticado principalmente pelas facções criminosas.

Crime organizado
Além dos impactos econômicos, o cigarro ilegal está associado diretamente ao financiamento de milícias e organizações criminosas. Leonardo Ostronoff, sociólogo e pesquisador do NEV (Núcleo de Estudos da Violência) da USP, conta que, nos últimos anos, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho – facções que nasceram respectivamente em São Paulo e no Rio de Janeiro – passaram a participar desse tipo de contrabando.

“Antigamente, o crime era praticado apenas por quadrilhas menores. Como se tornou muito lucrativo, as facções começaram a ingressar também. Os produtos passam com muita facilidade nas fronteiras”, afirma Ostronoff. A rota de entrada do cigarro contrabandeado, principalmente na fronteira entre o Paraná e o Paraguai, já é dominada pelo PCC, pois há anos é utilizada como meio de entrada da cocaína e outros itens ilegais no Brasil.

Esse tipo de contrabando é extremamente lucrativo para as organizações criminosas, que usam o valor arrecadado nas vendas para financiar outros negócios, como o tráfico de drogas e o armamento. O pesquisador afirma que o PCC está “em busca de novas oportunidades de mercado”, motivados por uma visão empreendedora.

Em relação ao combate ao comércio ilegal, Ostronoff alerta que os 17 mil km de fronteiras terrestres no Brasil não são o único desafio, pois há anuência de alguns membros das forças de segurança e de fiscalização com os contrabandistas. “Esse cigarro não passa pela fronteira e é distribuído pelo país sem ninguém ver”, critica.

Apreensão
No ano passado, o cigarro ilegal foi o principal produto apreendido pela Receita Federal, acima até de eletroeletrônicos, representando 27% do volume total. Nos últimos seis anos, segundo informações divulgadas pelo órgão à reportagem, 1,3 bilhão de maços foram retirados de circulação, o equivalente a R$ 6,8 bilhões.

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

Filho chama a polícia após pai confessar ter assassinado a própria esposa, em Guarulhos

por Redação 18 de abril de 2023

Um homem de 56 anos matou a própria esposa e fugiu, na rua Cristolândia, na Vila Barros, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, às 16h56 da segunda-feira (17). Foi o filho do casal que acionou a polícia e informou que o pai havia confessado o crime, segundo o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar).

A Polícia Militar chegou ao local e encontrou o corpo de Maria Mirelis Oliveira Rodrigues, de 40 anos, com as mãos amarradas, enrolado em um cobertor, já em estado de rigidez, no último andar da casa onde morava.

O Corpo de Bombeiros e a perícia também foram acionados para ir ao local. O caso foi encaminhado ao 6º Distrito Policial de Guarulhos.

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

Inspirada no caso Daniel Alves, capital paulista aprova lei contra violência sexual em casas noturnas

por Redação 14 de abril de 2023

A Câmara dos Vereadores da capital paulista aprovou em votação definitiva o projeto de lei (PL) 18 de 2023, conhecido como “Não Se Cale”. O texto estabelece um programa de combate à violência sexual em estabelecimentos de lazer, como restaurantes, bares, casas noturnas e de espetáculos. Para se tornar lei, o PL ainda precisa ser sancionado pelo prefeito Ricardo Nunes.

De acordo com a Bancada Feminista do Psol, que propôs o PL, o projeto da nova legislação foi inspirado em uma lei de Barcelona, na Espanha, utilizada no caso do jogador de futebol Daniel Alves, preso naquele país por acusação de estupro. São proponentes do projeto os vereadores Cris Monteiro (Novo), Daniel Annenberg (PSB), Sandra Tadeu (União Brasil), Sandra Santana (PSDB), Rinaldi Digilio (União Brasil), Marcelo Messias (MDB), Fernando Holiday (Republicanos), Silvia da Bancada Feminista (Psol), e João Ananias (PT).

“O espaço de lazer que aderir ao Programa ‘Não se Cale’ deverá providenciar capacitação de seus funcionários para habilitá-los a detectar situações de agressão sexual e o procedimento de ação face aos casos que ocorrerem em suas dependências”, diz o texto aprovado. A adesão ao programa é facultativa.

De acordo com o PL, os funcionários ou responsáveis pelo estabelecimento, uma vez identificada uma agressão sexual, deverão oferecer à vítima e seus possíveis acompanhantes um espaço reservado e seguro, dentro do próprio local, o mais rápido possível, para que sejam prestados os primeiros cuidados de emergência.

Os funcionários e responsáveis deverão ainda ser treinados para identificar o momento mais adequado de acionar a emergência médica e policial. Também deverão buscar informações sobre o possível agressor por meio de testemunhas ou câmeras de vídeo e compartilhar com as autoridades policiais, caso solicitado.

Os estabelecimentos que aderirem ao programa “Não se Cale” receberão um selo e poderão sinalizar com cartazes que combatem a violência sexual e informar que os clientes podem reportar aos funcionários qualquer situação que possa ser decorrente de casos de agressão.

De acordo com o PL, para recebimento do selo “Não Se Cale”, o estabelecimento deverá ser certificado por uma secretaria municipal, que será identificada pela prefeitura após a sanção do prefeito.

De acordo com a bancada feminista da Câmara de Vereadores, o programa foi fundamental em Barcelona para o acolhimento da vítima de Daniel Alves. O estabelecimento preservou a identidade da vítima e forneceu provas que colaboraram na investigação do caso.

“O papel do estabelecimento de diversão é essencial, porque são esses seguranças, garçons, como foi o caso em Barcelona, que têm uma janela de oportunidade muito grande de fazer um encaminhamento adequado daquela vítima”, destaca a presidente do Mee Too Brasil, Marina Ganzarolli.

“É muito importante não só para garantir e orientar que a vítima pode ter acesso a um coquetel antirretroviral, um contraceptivo de emergência, mas para se preservar o material biológico que esteja no corpo dela ou na roupa dela, essencial para provas que serão úteis, caso ela queira seguir com uma denúncia criminalmente”, acrescentou.

Ganzarolli ressalvou que a legislação deveria garantir condições aos estabelecimentos para realizar o treinamento adequado dos funcionários. “É preciso garantir condições para o empresário fazer isso. Esse é um papel obviamente do poder executivo. A própria prefeitura de Barcelona oferece o modelo do cartaz e o conteúdo do treinamento”.

Fonte: r7

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EducaçãoGuarulhos

Policiais e câmeras dão sensação de segurança, mas não evitam ataques a escolas, dizem especialistas

por Redação 14 de abril de 2023

Após os ataques à Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, e à creche Cantinho do Bom Pastor, em Blumenau (SC), uma onda de ameaças a outras instituições de ensino despontou ao longo das duas últimas semanas. Diante desse cenário, governos e prefeituras vêm anunciando uma série de medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes das unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Para psicólogas ouvidas pelo R7, inicialmente, a presença dos policiais e dos equipamentos de monitoramento são ferramentas que trazem a sensação de segurança aos alunos e familiares. Entretanto, integrantes do Instituto Sou da Paz afirmam que o investimento exclusivo nessa área não previne episódios futuros de violência.

Os especialistas afirmam que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é essencial o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Presença de policiais
Há anos, a psicóloga especialista em luto e coordenadora do Niped (Núcleo de Intervenções Psicológicas em Emergências e Desastres) Elaine Alves tem atuado em instituições que foram alvo de ataques, como a Escola Estadual Primo Bitti, em Aracruz (ES), e a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP).

Atualmente, Alves presta atendimento na escola da zona oeste de São Paulo onde uma professora foi assassinada a facadas e quatro pessoas ficaram feridas em 27 de março. “O que eu tenho observado na Thomázia é que os pais e alunos se sentem mais seguros [com a presença dos policiais]. Eles não se intimidam. Também estive presente na Raul Brasil e em Aracruz e em nenhuma delas eu senti que a polícia intimidava”, relata a psicóloga.

Entretanto, a profissional faz uma ressalva. “[A presença dos policiais] não tira o medo dos alunos de que os ataques continuem ou o medo de ir à escola. Isso vem se acentuando cada dia mais com relação às [novas] ameaças. São sintomas de estresse pós-traumático que são normais e esperados após um evento extremo”, explica Alves.

A doutora em psicologia clínica pela USP (Universidade de São Paulo) Joana Vartanian corrobora a opinião da coordenadora do Niped. “Eu acredito que seja natural que os pais, a sociedade e as escolas coloquem muitas esperanças em estratégias de segurança, em colocar câmeras de seguranças e vigias. Faz sentido do ponto de vista psicológico, porque a gente quer se sentir seguro depois de ataques como esses.”

Contudo, Vartanian afirma que, do ponto de vista prático, não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o aumento de investimento nessas medidas de segurança — policiamento e instalação de câmeras — com a prevenção de ataques em escolas.

Em nota, o Instituto Sou da Paz, referência em estudos de segurança pública, afirma que “evidências mostram que as iniciativas que direcionam investimento apenas em mais segurança dentro das escolas não funcionam”. A instituição cita como exemplo o massacre de Columbine, em 1999, que terminou com 15 pessoas mortas.

“A partir dele, o país realizou uma série de medidas, como colocar detector de metais, portas reforçadas e câmeras de segurança com reconhecimento facial, além de policiais armados em escolas, mas elas não foram suficientes para diminuir o número de casos violentos”, diz o documento.

Críticas
A coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz Danielle Tsuchida explica que o investimento dos governos e das prefeituras deve estar focado em duas diretrizes: o policiamento da ronda escolar com foco na saída e entrada dos estudantes e fortalecimento com a comunidade escolar e a inteligência policial na apuração de eventuais denúncias pelas plataformas digitais.

“A presença da arma no ambiente escolar pode gerar tensão nos estudantes e nos professores. Para alguns, infelizmente, a polícia não é sinônimo de proteção”, afirma Tsuchida.

À reportagem, um professor de uma escola estadual da região da Vila Sônia, zona oeste da capital paulista, que prefere não ser identificado, conta que a comunidade escolar costuma ter medo dos policiais militares.

“Eu leciono em um bairro periférico. Quando se fala do aumento da presença da polícia nas escolas, [a medida] dá medo na comunidade. A realidade deles é de muita violência”, denuncia. O docente também relata que antes de colocar mais agentes na porta dos colégios, há outras áreas precisando de investimentos.

“Em algumas salas na minha escola, há lâmpadas que estão queimadas, você leciona no escuro. Também não tem mais biblioteca. Virou um carrinho de supermercado que passa uma vez por semana pelos corredores”, exemplica o professor.

O caminho a ser trilhado pelas escolas é o desenvolvimento da cultura de paz por meio do combate ao bullying, do respeito à diversidade, da resolução de conflitos de forma restaurativa e não punitiva, afirma Tsuchida.

“A escola deve ser não só um espaço de aprendizado, mas de acolhimento e de escuta dos jovens. A educação sozinha não vai dar conta”, finaliza a coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.

Fonte: r7

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EsporteGuarulhos

Jogadores do Vedacit Vôlei Guarulhos visitarão a Feicon, nesta quinta-feira, 13

por Redação 12 de abril de 2023

Nesta quinta-feira (13), a partir das 11h00, o time Vedacit Vôlei Guarulhos estará no estande Vedacit na FEICON, maior evento da construção civil e arquitetura da América Latina.
O presidente esportivo do VVG Anderson Marsili, o capitão Sandro, o oposto Franco, o líbero Filipinho e os ponteiros Deivid, Rômulo e Lucas Loh vão marcar presença e esperam por você!
No estande estarão a nossa patrocinadora que apresentará as principais novidades em adesivos e selantes. Entre os destaques estão o Vedacit Adesivo Instantâneo, Vedacit PU 40, Vedacit PU Construção, Vedacit Fixa Tudo e o Vedacit Cola Branca Universal.
Conheça o lançamento exclusivo Vedacit Pro Adesivo Elastomérico, material ideal para a colagem de mantas asfálticas a frios.
Além dos materiais, a Vedacit também apresentará o lançamento da websérie Cola na Novidade, mostrando os usos mais comuns dos produtos e esclarecendo dúvidas com humor.

Esperamos você no estande da Vedacit que está localizado na Rua F – 110.

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FeminicidioGuarulhos

CNJ abre processo disciplinar e afasta juiz acusado de agredir a própria mulher

por Redação 12 de abril de 2023

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta terça-feira (11) um processo disciplinar e mandou afastar o juiz Valmir Maurici Júnior. Ele é acusado de agredir física, sexual e psicologicamente a ex-mulher. O magistrado nega os crimes.

O afastamento vale até a conclusão da investigação administrativa. O objetivo é verificar se ele violou os deveres funcionais, como a obrigação de manter ‘conduta irrepreensível’, dignidade, honra, decoro e integridade.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) já havia determinado que o juiz fosse afastado das funções na 5.ª Vara Cível de Guarulhos (SP).

O processo disciplinar no CNJ foi proposto pelo ministro Luis Felipe Salomão, que é corregedor nacional de Justiça. Ele defendeu que o procedimento corra em conjunto com a investigação da Corregedoria-Geral de Justiça de São Paulo. Há também um inquérito sobre o caso em curso na esfera criminal.

“Penso que seja imperiosa a manifestação desse conselho, até o presente momento, notadamente diante das informações prestadas pelo próprio Tribunal de Justiça de São Paulo e pelos demais documentos decorrentes das investigações em curso”, explicou.

O corregedor afirmou que as provas reunidas até o momento são ‘contundentes’. Mais de 200 mídias estão sendo periciadas. Os vídeos seriam mantidos em um cofre pelo juiz. Salomão pediu o compartilhamento das provas. Segundo o ministro, as cenas são ‘impactantes’ e mostram atos ‘graves de violência doméstica de cunho físico e psicológico’.

“O que temos até agora é que o fato não se limita a uma única vítima, são circunstâncias que envolvem outras vítimas. Então me pareceu que nós devemos também incursionar nesse tema”, afirmou.

Em depoimento, a ex-mulher do juiz relatou uma rotina de agressões e afirmou que era forçada a manter relações sexuais não consentidas. Salomão destacou que, nos casos de violência sexual, a palavra da vítima tem ‘peso destacado’.

“O exame do caso concreto, ao menos até aqui, revela indícios de desvio de conduta do requerido, inclusive mediante a utilização de símbolos de poder como artifício para intimidação da suposta vítima com objetivo de impedir que seus atos de violência fossem denunciados, caracterizando se confirmado comportamento seriamente reprovável por atentar contra os valores éticos do poder Judiciário”, acrescentou o ministro.

Com a palavra, a defesa do juiz Valmir Maurici Júnior
“A defesa técnica do magistrado, por seus advogados Marcelo Knopfelmacher e Felipe Locke Cavalcanti, tem plena confiança na Justiça e no restabelecimento da verdade uma vez instalado o contraditório e exercido o direito de defesa em sua plenitude.”

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GuarulhosSaúde

‘Vitória da boa medicina e da ciência’, diz sociedade médica sobre proibição de anabolizantes

por Redação 11 de abril de 2023

A SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) emitiu uma nota em que comemora a decisão do CFM (Conselho Federal de Medicina) que proibiu todos os médicos do país de receitar hormônios para fins estéticos e de desempenho físico.

A partir de hoje, passa a ser proibido prescrever esteroides anabolizantes a pessoas que desejem, por exemplo, ganhar massa muscular.

Segundo o presidente da SBEM, Paulo Augusto Miranda, a decisão do CFM representa “uma vitória da boa medicina e da ciência”.

“Ela [resolução] protege a sociedade de uma narrativa que vinha sendo contada de que existe segurança no uso de terapias hormonais para essas finalidades, e em doses supra fisiológicas, o que não é corroborado pelas evidências científicas disponíveis e coloca em risco a vida dos pacientes”, afirmou em comunicado.

A partir de agora, os hormônios só podem ser prescritos em casos específicos, nos quais exista algum tipo de deficiência, ou na terapia de afirmação de gênero.

“A prescrição de qualquer hormônio requer acompanhamento especializado. A utilização dessas substâncias com finalidade estética e de ganho de desempenho físico esportivo era feita muitas vezes sem critério, sem acompanhamento e em doses supra fisiológicas, cinco a 15 vezes superiores, gerando potencial dano à saúde”, alertou

De acordo com a SBEM, o risco do uso inadequado desses hormônios pode provocar uma série de problemas, que incluem desde aumento da acne e da calvície até infertilidade, problemas cardíacos, perturbações psiquiátricas, dependência e morte.

#VozDeGuarulhos #Guarulhos

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GuarulhosSegurança

Brasileiras presas na Alemanha são soltas após mais de um mês detidas

por Redação 11 de abril de 2023

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou nesta terça-feira (11) que as duas brasileiras presas havia mais de um mês em Frankfurt, na Alemanha, foram libertadas. Kátyna Baia e Jeanne Paolini foram detidas 38 dias atrás por tráfico internacional de drogas.

As goianas tiveram as malas trocadas no aeroporto de Guarulhos (SP) por bagagem com cocaína, o que impulsionou uma operação da Polícia Federal que desmantelou uma quadrilha que agia no aeroporto internacional mais movimentado do país.

A organização trocava a etiqueta das malas dos passageiros após elas terem sido despachadas. Na área restrita do aeroporto, os funcionários pegavam essas mesmas etiquetas e colocavam na bagagem com drogas.

Ao pousar em Frankfurt, 38 dias atrás, as duas brasileiras foram detidas pela polícia da Alemanha, que encontrou 40 kg de cocaína na bagagem que seria das goianas.

A mãe de Jeanne, Valéria Paolini, e a irmã de Kátyna, Lorena Baia, embarcaram na segunda-feira (10) para a Alemanha. As duas foram acompanhadas da advogada das brasileiras, Luna Provázio.

O R7 tentou contato com a defesa das goianas no Brasil e na Alemanha e com o Consulado brasileiro em Frankfurt, mas não obteve retorno até a publicação da matéria.

Fonte: r7

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