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Segurança

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Delator do PCC denunciou policiais civis por extorsão à Corregedoria oito dias antes de ser executado em Guarulhos

por Redação 12 de novembro de 2024

Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC, foi ouvido no dia 31 de outubro na Corregedoria da Polícia Civil sobre a denúncia de que policiais civis estavam cometendo extorsão. O depoimento foi dado oito dias antes de ele ser executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na sexta-feira (8).

A informação foi divulgada por Guilherme Derrite, secretário da Segurança Pública do estado de São Paulo, em coletiva de imprensa nesta segunda (11).

“O inquérito foi instaurado na Corregedoria para que ele pudesse apontar os nomes e quais desvios de conduta, esses policiais civis teriam cometido”, completou.

Em março, o empresário fechou um acordo de delação premiada com o MP com a promessa de entregar esquemas de lavagem de dinheiro do PCC e crimes cometidos por policiais. Gritzbach acusou um delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de exigir dinheiro para não o implicar no assassinato do Cara Preta.

Além disso, forneceu informações que levaram à prisão de dois policiais civis que trabalharam no Departamento de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc).

A SSP criou uma força-tarefa para investigar a execução, que será coordenada pelo secretário-executivo da SSP, delegado Osvaldo Nico Gonçalves.

Ainda segundo Derrite, dentro do veículo utilizado pelos suspeitos, foi encontrado um galão de gasolina. A investigação apura que eles iriam incendiar o carro.

O material genético encontrado no Gol também já foi coletado e passará por análise. A polícia também busca por imagens de câmeras de segurança para refazer o trajeto do carro e, verificar se os suspeitos usaram um outro veículo para fugir. Segundo testemunhas, a informação é que eles fugiram a pé.

Seguranças indicados por tenente
Os policiais militares, que faziam a escolta pessoal do delator do PCC, foram indicados para fazer o bico ilegal por meio de um tenente da PM.

A prática de bicos, como a segurança particular, é proibida pelo Regulamento Disciplinar da PM e é classificada como uma transgressão grave.

As informações foram registradas nos depoimentos de três policiais à Corregedoria da PM e ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), responsáveis pelas investigações.

No sábado (9), os PMs Leandro Ortiz, Adolfo Oliveira Chagas, Jefferson Silva Marques de Sousa e Romarks César Ferreira de Lima foram afastados de suas funções até o final das investigações. Uma das linhas de investigação da Polícia Civil é que os seguranças de Gritzbach teriam falhado de forma proposital e indicado o momento em que o empresário estava desembarcando do aeroporto.

Em depoimento, Adolfo contou que foi convidado em 2023 pelo tenente Garcia, do 23° Batalhão Metropolitano, a prestar serviço de segurança particular para a família do empresário.

Ele ainda disse que trabalhou na escolta pessoal durante aproximadamente dez meses e interrompeu a prestação de serviço, quando descobriu pelo noticiário que Gritzbach estava envolvido com a facção criminosa paulista.

Convidado novamente pelo tenente Garcia, Adolfo aceitou fazer um “serviço esporádico” de dois dias entre quinta (7) e sexta-feira (8) para buscar o delator do PCC e namorada no aeroporto, “em razão de sua precária condição financeira”.

À Corregedoria da PM, Jefferson também relatou que começou a trabalhar na escolta pessoal de Gritzbach — acusado de lavar dinheiro para o PCC proveniente do tráfico de drogas — por intermédio do tenente Garcia. Ainda disse que tinha a função de garantir a segurança do filho do empresário.

Durante o período trabalhado, Jefferson recebeu a informação de um possível envolvimento de Gritzbach com atividades ilícitas e de que não estaria mais sendo investigado, por isso continuou prestando serviço à família.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) não respondeu se o soldado Samuel e se o tenente Garcia são investigados e se foram afastados de suas funções.

A pasta se limitou a informar que “a Polícia Militar esclarece que atividades externas à Corporação constituem infração ao regulamento disciplinar da instituição, sujeitando o infrator a sanções administrativas. As punições são aplicadas conforme a gravidade da infração e o histórico de transgressões do autor, podendo variar de advertência até a exclusão das fileiras da Polícia Militar. Quanto ao caso citado, os policiais envolvidos foram ouvidos nos dois inquéritos em curso e permanecem afastados das atividades operacionais”.

Até a última atualização da reportagem, a defesa deles não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.

Fonte: G1

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Delator executado pelo PCC se recusou a entrar em programa de proteção para não abrir mão do estilo de vida, diz promotor

por Redação 11 de novembro de 2024

O delator do PCC executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, se recusou a entrar no programa de proteção, segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo. Ele havia fechado um acordo de delação premiada em março.

Em entrevista ao Em Ponto, da GloboNews, Gakiya disse nesta segunda-feira (11) que Antonio Vinicius Lopes Gritzbach alegava que podia bancar a própria segurança e não queria abrir mão do estilo de vida que levava. Ao entrar no programa, ele precisaria mudar de casa e deixar de conviver com a família e amigos.

Ao Fantástico, a defesa de Gritzbach confirmou que foi opção dele de não aceitar a entrada no programa de proteção.

De acordo com o promotor, que há décadas investiga os tentáculos do PCC no estado de São Paulo, Gritzbach lavava dinheiro para o crime organizado havia mais de dez anos, através da venda de imóveis, bitcoins, joias, postos de gasolina e fintechs – empresas financeiras digitais. “Ele era um arquivo vivo muito perigoso”, afirmou.

Gritzbach respondia a um processo criminal por duplo homicídio, ao mandar matar um ex-chefe do PCC chamado “Cara Preta’” e o motorista dele em dezembro de 2022, além de vários processos por lavagem de dinheiro. Ele estava em liberdade graças a um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Execução e mala com joias

Gritzbach foi executado na sexta-feira (9) ao desembarcar no aeroporto em Guarulhos vindo de Maceió. Na bagagem, ele levava mais de R$ 1 milhão em joias e objetos de valor. Segundo fontes da polícia, ele tinha ido à capital alagoana cobrar uma dívida.

Nenhum dos quatro policiais militares contratados como seguranças particulares estava com ele no momento do assassinato. Segundo depoimento deles à polícia, um dos carros que iriam buscá-lo no aeroporto teve um problema na ignição e o outro teve de fazer meia volta para deixar um dos ocupantes em um posto de combustível.

Investigadores desconfiam dessa versão (leia mais). Uma das linhas de investigação é que os seguranças teriam falhado de forma proposital.

Para Gakiya, a morte de Gritzbach em plena luz do dia, dentro do aeroporto mais movimentado do país, foi uma “audácia muito grande” e um “recado” do crime organizado à sociedade.

Fonte: G1

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Joias avaliadas em R$ 1 milhão que delator do PCC trazia em mala de viagem

por Redação 11 de novembro de 2024

O delator do Primeiro Comando da Capital (PCC) Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, executado no Aeroporto Internacional de São Paulo na sexta-feira (8), levava uma bagagem contendo mais de R$ 1 milhão em joias e objetos de valor no momento do crime.

A Polícia Civil investiga se as joias têm alguma relação com o assassinato do empresário, que entregou esquemas criminosos da facção criminosa paulista e de corrupção policial em depoimentos dados ao Ministério Público de São Paulo nos últimos meses.

Segundo o boletim de ocorrência, a bagagem trazida por Gritzbach da viagem a Maceió continha ao menos 38 itens de alto valor. Entre os itens, estão:

11 anéis prateados com pedras rosadas, outras esverdeadas, em formas de coração e de pingo;
6 pulseiras esverdeadas e douradas;
2 colares prateados em forma de pingo e com pingentes;
9 pares de brincos com pedras verdes, azuis e prateadas.
As joias tinham certificado de joalheiras de luxo como Bulgari, Cartier, Cristovam Joalheria e Vivara.

Com o empresário, também foram apreendidas argolas douradas, um celular e um notebook da marca Apple, além de R$ 620 em dinheiro vivo e um relógio da marca Rolex.

Segundo fontes da polícia, familiares teriam relatado que Gritzbach tinha ido à capital alagoana para cobrar uma dívida de um conhecido.

Quem era o delator do PCC
Gritzbach era réu em um processo por lavagem de dinheiro da facção criminosa. Ele teria atuado para lavar R$ 30 milhões provenientes do tráfico de drogas.

Segundo fontes da Polícia Federal, a maior parte dessas operações de lavagem foi feita com a compra e venda de imóveis e postos de gasolina.

Em seus depoimentos, Gritzbach detalhou esquemas do PCC, deu pistas de ilícitos cometidos pela facção e prometia entregar mais informações. Por isso, a suspeita principal no momento é que seu assassinato tenha sido uma queima de arquivo motivada por vingança.

Ainda de acordo com as investigações, ele chegou a ter influência em células do PCC, como participação no “tribunal do crime” — quando se avalia se um integrante deve ou não ser assassinado por deslealdade à facção.

Antes de se envolver com o PCC, Gritzbach era corretor de imóveis no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. Anos atrás, ele passou a fazer negócios com Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta. O homem movimentava milhões de reais comprando e vendendo droga e armas para o PCC.

Cara Preta gostava de investir em imóveis, mas tinha um problema: não podia comprar em seu nome para não chamar a atenção das autoridades. Foi Gritzbach que apareceu com a solução. Além de conseguir imóveis de alto padrão, o corretor ainda providenciava os “laranjas”, que emprestavam o nome para que Cara Preta adquirisse os imóveis.

Há cerca de 5 anos, Gritzbach ofereceu outro negócio a Cara Preta: criptomoedas. De olho na suposta rentabilidade da aplicação, Cara Preta teria dado R$ 200 milhões para que fosse feito o investimento.

Em 2021, no entanto, Cara Preta pediu de volta parte do dinheiro para investir na construção de um prédio, e Gritzbach teria começado a dar desculpas para não entregar os valores. Os dois tiveram uma discussão acalorada, segundo testemunhas.

Dias depois, Cara Preta e o motorista dele foram assassinados numa emboscada no Tatuapé. Segundo o Ministério Público, Gritzbach foi o mandante do crime para não ter de devolver o dinheiro a ele.

Como foi a execução
O ataque a Gritizbach ocorreu por volta de 16h de sexta-feira. Ele voltava de Maceió acompanhado da namorada e foi surpreendido por dois homens encapuzados ao desembarcar no Terminal 2 do aeroporto.

De acordo com o registro policial, foram ao menos 29 disparos, de calibres diversos. Gritzbach foi atingido por 4 tiros no braço direito, 2 no rosto, 1 nas costas, 1 na perna esquerda, 1 no tórax e 1 no flanco direito (região localizada entre a cintura e a costela).

No tiroteio, um motorista de aplicativo também foi baleado. O homem, que não tinha relação com o alvo dos disparos, morreu no sábado (9) no Hospital de Guarulhos. Celso Araujo Sampaio de Novais, de 41 anos, levou um tiro de fuzil nas costas.

Um funcionário terceirizado do aeroporto e uma mulher que estava na calçada do terminal também ficaram feridos.

Fonte: G1

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GCM recupera motocicleta roubada na rodovia Fernão Dias

por Redação 11 de novembro de 2024

Agentes da Inspetoria Parques da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos recuperaram no sábado (9) uma motocicleta Yamaha XTZ 250 Lander, preta, ano 2022, cujo proprietário havia sido vítima de roubo minutos antes no km 88 da rodovia Fernão Dias, altura da Vila São Rafael.

Dois homens em outra motocicleta, com o garupa armado, abordaram o condutor e, sob ameaça, o obrigaram a descer, subtraindo a motocicleta. A vítima foi auxiliada por outro motociclista, que o levou até o posto da GCM no Lago dos Patos, onde foram acionados o seguro do veículo e o bloqueio. O sinal do rastreador apontava para a rua rio Cedros, na Vila Sabatino, para onde prontamente a equipe se deslocou e logrou êxito em localizar a motocicleta no meio da mata e sem as chaves no contato.

Com a ajuda dos agentes da Inspetoria de Trânsito, o veículo foi transportado ao 1º Distrito Policial, onde a ocorrência foi apresentada. A autoridade de plantão lavrou boletim por roubo, artigo 157 do Código Penal, e por encontro e devolução do veículo ao proprietário.

Fotos: Divulgação

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Polícia afasta e começa a investigar PMs que faziam segurança particular de homem assassinado no aeroporto de Guarulhos

por Redação 11 de novembro de 2024

Os policiais militares que faziam a segurança particular do homem assassinado na sexta-feira (8) no aeroporto de Guarulhos foram afastados das atividades e vão ser investigados. Antonio Vinícius Gritzbach dizia que estava jurado de morte e havia feito um acordo de delação premiada com o Ministério Público.

Em um vídeo, que faz parte das negociações para a delação premiada, gravado em janeiro de 2024, Antonio Vinícius Gritzbach afirma que teme pela própria vida. Ele diz aos promotores que sofreu uma tentativa de homicídio semanas antes. E que precisava que o acordo fosse fechado logo para se sentir mais seguro.

A Justiça paulista homologou o acordo em abril. Antonio Vinícius se comprometeu a fornecer informações sobre integrantes do PCC e empresas usadas para lavar dinheiro da facção criminosa.

Também afirmou, como aparece em um documento do Ministério Público, que identificaria possíveis crimes contra a administração pública praticados por policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa – o DHPP, do Departamento Estadual de Investigações Criminais – o DEIC e do 24º Distrito Policial da capital paulista.

Em um outro vídeo, o delator afirma ter documentos para comprovar os crimes. E mais uma vez diz estar com medo.

Antonio Vinícius Gritzbach foi morto na sexta-feira (8), com tiros de fuzil, quando saía do Terminal 2 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Ele voltava de uma viagem a Maceió.

Câmeras de segurança registraram quando dois homens encapuzados desceram de um carro preto e dispararam contra Vinícius. Ele morreu na hora. Outras três pessoas ficaram feridas. Uma delas, está no hospital em estado grave. Os atiradores abandonaram o carro em uma rua perto do aeroporto.

Nos últimos meses, uma equipe de segurança passou a acompanhar Antonio Vinícius. Segundo o Ministério Público, ele não quis a proteção do Estado e contratou policiais militares, que faziam o serviço depois do expediente na PM. Na sexta, ficou combinado que eles iriam buscá-lo no aeroporto. Mas só um conseguiu chegar até o local.

Nos depoimentos prestados à Polícia Civil, os PMs afirmam que pararam em posto de combustíveis para lanchar, enquanto aguardavam a chegada de Antonio Vinícius. Mas, quando foram sair, um dos veículos – uma caminhonete – não pegou.

De acordo com os policiais, três deles ficaram no posto e um foi buscar Antonio Vinícius no aeroporto. No depoimento, o policial que foi ao aeroporto disse que, ao se aproximar do portão do terminal, ouviu estampidos semelhantes a arma de fogo e visualizou um tumulto. Que, depois, ligou para a equipe para informar sobre o ocorrido e pediu apoio.

Os policiais militares também prestaram depoimento à Corregedoria e estão afastados das funções durante as investigações.

O DHPP, que apura o caso, apreendeu os dois carros da escolta e os celulares dos PMs. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a conduta deles está sendo investigada.

A Polícia Federal em Brasília determinou a abertura de um inquérito na superintendência do órgão em São Paulo para apurar o crime.

Fonte: G1

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Quem era o delator do PCC executado a tiros no Aeroporto Internacional de SP

por Redação 11 de novembro de 2024

Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, executado a tiros no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na sexta-feira (8) entregou esquemas criminosos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e de corrupção policial em depoimentos dados ao Ministério Público de São Paulo nos últimos meses.

Gritzbach era réu em um processo por lavagem de dinheiro da facção criminosa. Ele teria atuado para lavar R$ 30 milhões provenientes do tráfico de drogas.

Segundo fontes da Polícia Federal, a maior parte dessas operações de lavagem foi feita com a compra e venda de imóveis e postos de gasolina.

Em seus depoimentos, Gritzbach detalhou esquemas do PCC, deu pistas de ilícitos cometidos pela facção e prometia entregar mais informações. Por isso, a suspeita principal no momento é que seu assassinato tenha sido uma queima de arquivo motivada por vingança.

Ainda de acordo com as investigações, ele chegou a ter influência em células do PCC, como participação no “tribunal do crime” — quando se avalia se um integrante deve ou não ser assassinado por deslealdade à facção.

Antes de se envolver com o PCC, Gritzbach era corretor de imóveis no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. Anos atrás, ele passou a fazer negócios com Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta e que movimentava milhões de reais comprando e vendendo droga e armas para o PCC.

Cara Preta gostava de investir em imóveis, mas tinha um problema: não podia comprar em seu nome para não chamar a atenção das autoridades. Foi Gritzbach que apareceu com a solução. Além de conseguir imóveis de alto padrão, o corretor ainda providenciava os “laranjas”, que emprestavam o nome para que Cara Preta adquirisse os imóveis.

Há uns 5 anos, Gritzbach ofereceu outro negócio a Cara Preta: criptomoedas. De olho na suposta rentabilidade da aplicação, ele teria dado R$ 200 milhões para que fosse feito o investimento. Em 2021, no entanto, Cara Preta pediu de volta parte do dinheiro para investir na construção de um prédio, e Gritzbach teria começado a dar desculpas para não entregar os valores. Os dois tiveram uma discussão acalorada, segundo testemunhas.

Dias depois, Cara Preta e o motorista dele foram assassinados numa emboscada no Tatuapé. Segundo o Ministério Público, Gritzbach foi o mandante do crime para não ter de devolver o dinheiro a ele.

Como foi a execução

O ataque ocorreu por volta de 16h de sexta-feira. Gritzbach voltava de Maceió acompanhado da namorada e foi surpreendido ao desembarcar no Terminal 2 do aeroporto. Fontes dizem que ele tinha ido a Alagoas cobrar uma dívida.

Ele trazia uma mala com joias no valor de R$ 1 milhão. Os itens, segundo a polícia, tinham certificado de joalheiras de luxo como Bulgari, Cartier, Cristovam Joalheria e Vivara. Nada foi roubado dele.

No tiroteio, um motorista de aplicativo também foi baleado e morreu no sábado (9) no Hospital de Guarulhos. Celso Araujo Sampaio de Novais, de 41 anos, levou um tiro de fuzil nas costas.

Outro motorista de aplicativo e uma mulher que estava na calçada do terminal também ficaram feridos.

O corpo de Vinicius Gritzbach foi enterrado no domingo (10) no Cemitério Parque Morumby, na Zona Sul de São Paulo. A cerimônia de despedida foi restrita à família e não houve velório.

Gritzbach chegou a ser atendido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. Os tiros de fuzil calibre 765 partiram de dois homens dentro de um veículo modelo Gol, cor preta.

Um dos seguranças estava com o filho dele, que chegou sozinho ao aeroporto. Segundo as investigações, o empresário tinha quatro seguranças, todos policiais militares de São Paulo. Eles foram identificados e serão interrogados, a princípio, na delegacia do aeroporto de Cumbica, além de terem os seus celulares apreendidos.

A namorada de Gritzbach foi embora antes da chegada da polícia, mas foi identificada e levada ao DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), no Centro de São Paulo.

Pessoas próximas a Gritzbach disseram informalmente aos investigadores que ele tinha conhecimento que desafetos sabiam que ele tinha feito uma delação e temia pela própria vida.

Os quatro seguranças dele estavam em um carro a caminho do aeroporto, mas o veículo quebrou no caminho. Um dos homens seguiu com o filho do empresário para o Terminal 2, enquanto os outros ficaram no veículo em um posto de gasolina. Essa versão é questionada pela polícia e os seguranças, que são policiais militares, foram afastados.

Também houve um outro tiroteio perto do Hotel Pullman, nas imediações do aeroporto.

Fonte: G1

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Morre motorista de aplicativo baleado em ataque a tiros contra alvo do PCC

por Redação 10 de novembro de 2024

Morreu neste sábado (9) o motorista de aplicativo Celso Araújo Sampaio de Novais, 41, atingido por um tiro nas costas durante o atentado para matar o empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, 38, no aeroporto de Guarulhos na sexta-feira (8). A informação foi confirmada ao UOL na manhã deste domingo (10) pela família e pela PM.

O que aconteceu
O motorista de app estava internado na UTI do Hospital Geral de Guarulhos. A causa da morte não foi divulgada. A família disse ter sido informada do óbito por volta das 20h30 deste sábado.

Celso estava no saguão do aeroporto de Guarulhos quando foi baleado. Segundo a funcionária pública Simone Fernandes de Novais, 41, esposa do motorista, ele havia estacionado em uma espécie de fila formada por veículos usados por motoristas de aplicativo e aguardava o acionamento para que pudesse transportar passageiros. “Em seguida, começaram os tiros e ele foi baleado”, contou Simone ao UOL.

O motorista chegou a passar por cirurgias no hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a família, ele perdeu um dos rins e parte do fígado. “Ele sangrou muito, e isso fez com que o estado de saúde dele piorasse”, disse a esposa dele.

Família aguarda pela liberação do corpo para confirmar o horário do sepultamento. Celso tinha três filhos, com 20, 13 e 3 anos.

Além dele, outras duas pessoas ficaram feridas na ocorrência. Funcionário de uma empresa terceirizada do aeroporto, Willian Sousa Santos, 39, sofreu ferimentos na mão direita e no ombro e está em observação no hospital. Ferida superficialmente no abdômen, Samara Lima de Oliveira, 28, já teve alta.

Como foi o crime
Gritzbach voltava de Maceió. O empresário deixou Alagoas rumo a São Paulo e desembarcou no aeroporto de Guarulhos após voltar de uma viagem com a namorada e o motorista particular dele na tarde de sexta-feira (8).

Suposto problema em um dos carros da escolta do empresário. A segurança era feita por quatro policiais militares contratados por Gritzbach. Segundo a Polícia Civil, o Volkswagen Amarok apresentou uma falha e foi deixado em um posto de combustível sem acessar a área de desembarque. A investigação irá apurar se houve mesmo falha mecânica ou se episódio pode estar relacionado com o crime.

Filho e amigo de Gritzbach foram levados do local pelos seguranças particulares do empresário. Eles chegaram ao terminal 2 no veículo Trailblazer, o outro veículo da escolta.

Assim que deixou o saguão do aeroporto, o empresário foi assassinado por dois homens encapuzados com fuzis. Os atiradores entraram em um Gol preto e fugiram do local. Gritzbach foi atingido por dez tiros.

As imagens mostram, no meio do tiroteio, passageiros correndo com suas malas e funcionários tentando escapar. A ação deixou outras três pessoas feridas, que não tinham relação com Gritzbach.

Namorada do empresário deixou o local antes da chegada da polícia. Ela foi embora com um dos PMs que integrava a escolta do empresário e já foi ouvida pelas autoridades.

O veículo que teria sido no crime foi abandonado nas imediações do aeroporto ainda na sexta-feira (8). Dentro dele, havia munição de fuzil e um colete à prova de balas.

Policiais militares que faziam a escolta do empresário morto prestaram depoimento, tiveram os seus celulares apreendidos e foram afastados de suas funções. Os agentes foram identificados como Leandro Ortiz, 39, Adolfo Oliveira Chagas, 34, Jefferson Silva Marques de Sousa, 29, e Romarks César Ferreira de Lima, 35. Os contatos dos PMs não foram encontrados para pedido de posicionamento. O espaço segue aberto para manifestação.

A polícia investiga se a vítima foi assassinada a mando do PCC. Mas não descarta outras possibilidades, como queima de arquivo, já que havia assinado acordo de delação premiada e tinha vários inimigos agentes públicos, a quem disse ter pago altos valores em propinas.

Vítima era pivô de guerra no PCC
Ameaçado pelo PCC já havia escapado de um atentado no Natal de 2023. O ataque ocorreu no prédio onde ele morava no Jardim Anália Franco, no Tatuapé, na zona leste da capital paulista. Na ocasião, um atirador disparou quando Gritzbach se aproximou da janela para fazer uma filmagem com o celular. Ninguém se feriu. O empresário passava o Natal com o pai, filhos e tios.

Empresário morto e policial penal David Moreira da Silva, 38, foram acusados pelo MP pelos assassinatos de dois membros do PCC. Segundo investigações, Anselmo Becheli Santa Fausta, 38, o Cara Preta, havia entregue R$ 40 milhões ao empresário para que investisse em criptomoedas, mas o dinheiro não foi devolvido.

Cara Preta então passou a exigir a prestação de contas e a devolução do dinheiro. Ele e Antônio Corona Neto, 33, o Sem Sangue, foram mortos em dezembro de 2021. Noé Alves Shaum, 42, acusado de ser o executor do crime, foi assassinado no mês seguinte.

Segundo o MP, Cara Preta era um integrante influente do PCC e envolvido com o tráfico internacional de drogas. Já Sem Sangue era o motorista e braço direito dele. O empresário e o policial penal sempre negaram envolvimento nos assassinatos.

Denunciado pela Justiça, Gritzbach chegou a ficar preso pelos assassinatos, mas respondia ao processo em liberdade. Ele deixou a Penitenciária 1 de Presidente Venceslau (SP) em junho de 2023, usando tornozeleira eletrônica. Na época em que esteve preso, o advogado do empresário dizia que ele poderia ser assassinado na prisão por integrantes da facção criminosa.

Fonte: UOL

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Centro de Operações e Inteligência da Prefeitura desperta interesse em parcerias

por Redação 8 de novembro de 2024

O Centro de Operações e Inteligência – COI Guarulhos, um dos frutos oriundos do financiamento entre a Prefeitura e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para modernização da Guarda Civil Municipal (GCM), tem sido área de interesse de empresas e instituições da cidade.

O COI é um equipamento inaugurado em dezembro de 2023, administrado conjuntamente pelas secretarias municipais de Segurança Pública (Sasp) e de Transportes e Mobilidade Urbana (STMU), que desde então recebe visitas de representantes de empresas e instituições para conhecer as novas tecnologias e a operacionalidade dos sistemas.

Nessa quinta-feira (7), operadores de serviços da plataforma Mercado Livre foram recebidos pelo secretário Márcio Pontes, pelo subcomandante Ricardo Gentile e pelo coordenador Joel Ribeiro, que apresentaram o espaço que funciona 24 horas e reúne agentes da GCM, da STMU, do Samu, da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros Militar, das polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal.

Na ocasião, os visitantes entenderam que o objetivo do projeto é fortalecer a atuação do poder público municipal, visando reduzir a criminalidade e aumentar a segurança da população. A proposta foi apresentada no Plano Municipal de Segurança Pública de Guarulhos assinado em dezembro de 2021 pelo prefeito Guti, desenvolvido pela Sasp em parceria com as secretarias municipais e demais forças de segurança pública atuantes no município.

O secretário Márcio Pontes comentou sobre o interesse das empresas e instituições em conhecer essa iniciativa. “Uma nova concepção em segurança pública foi construída nesta gestão. O projeto incorpora inovações importantes, como um diagnóstico prévio e qualificado, com base em dados e evidências e soluções focadas em ganhos de eficiência, inteligência e tecnologia”, destacou Pontes.

O projeto foi aprovado pelo BNDES, que destinou 45 milhões de reais para investimentos específicos em seis intervenções que contribuirão para o alcance dos objetivos, que são: melhoria na capacidade de gestão da segurança pública municipal; fortalecimento administrativo e operacional da GCM; implantação do COI, que já iniciou a 2ª fase de obras; criação do Observatório da Segurança Municipal; modernização da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Guardas (Efag), e aprimoramento de programas de prevenção e combate à violência e à criminalidade nas escolas, contra a mulher e jovens.

Fotos: Divulgação/PMG

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‘Nove de Copas’ do Baralho do Crime da SSP-BA é preso durante operação em São Paulo

por Redação 6 de novembro de 2024

Um homem apontado como líder de uma facção criminosa que atua em Candeias, cidade da Região Metropolitana de Salvador, foi preso nesta terça-feira (5), durante uma operação em Guarulhos, no estado de São Paulo.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), além de liderar a organização, Nailton Almeida dos Santos possuía quatro mandados de prisão em aberto pelos crimes de homicídios e extorsão.

Ele era o “Nove de Copas” do Baralho do Crime da SSP-BA, ferramenta da pasta que reúne informações dos homens mais perigosos da Bahia, para contar com a ajuda da população na prisão de foragidos através de denúncias anônimas.

Nailton foi localizado durante uma ação integrada das polícias da Bahia e de São Paulo. No momento da prisão, o suspeito apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa, com o nome de Sydnei Castro de Oliveira. Com o ele, foram apreendidos um revólver e munições, conforme a SSP-BA.

Conforme a pasta, com a prisão de Nailton, 89 líderes de facções criminosas foram presos em 2024. Destes, vinte e quatro estavam escondidos em outros estados. Ainda no acumulado do ano, as Forças da Segurança localizaram 21 integrantes do Baralho do Crime.

Fonte: G1

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GCM captura foragido da Justiça com quase três quilos de entorpecentes no Taboão

por Redação 5 de novembro de 2024

Agentes da Ronda Ostensiva (Romu) da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos prenderam na quinta-feira (31) um homem foragido da Justiça, que praticava tráfico de entorpecentes no Taboão.

A equipe se deparou com o indivíduo na rua Campo da Paz. Ele carregava uma mochila nas costas e tentou fugir ao avistar a viatura, mas logo foi alcançado. No interior da mochila havia quase três quilos de cocaína e maconha embaladas para comercialização ilícita, além de 210 reais em dinheiro.

Em consulta ao sistema de informações criminais, o homem aparece como foragido pelos crimes de roubo e tráfico. Diante dos fatos, o detido e os materiais apreendidos foram apresentados à autoridade de plantão no 7° Distrito Policial, que requisitou perícia técnica nas substâncias. O laudo pericial positivou para 1.260 embalagens contendo cocaína e outras 670 com maconha. Em seguida, a autoridade ratificou a prisão em flagrante e lavrou boletim de ocorrência por captura de foragido e tráfico de entorpecentes. O acusado ficou detido e à disposição da Justiça.

Foto: Divulgação

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Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
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