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Oriente Médio

Oriente Médio

Primeiro voo para repatriar brasileiros no Líbano é adiado em 24 horas e deve sair de Beirute no sábado

por Redação 4 de outubro de 2024

O governo brasileiro decidiu adiar em 24 horas a decolagem do primeiro voo que sairia de Beirute, capital do Líbano, para repatriar brasileiros que querem deixar as áreas de conflito no país.

Com isso, a previsão é de que o avião da Força Aérea Brasileira deixe o país apenas às 14h deste sábado (5), pelo horário de Brasília.

A decisão foi tomada por razões de segurança, segundo o governo informou aos próprios brasileiros no Líbano. As informações foram confirmadas à TV Globo por autoridades envolvidas na missão de repatriação.

O avião da FAB, um KC-30 com capacidade para cerca de 220 pessoas, está em Lisboa, Portugal – e só deve seguir para o Líbano quando houver condições de decolar novamente.

O território libanês tem sido alvo de ataques israelenses em uma ofensiva do país liderado por Benjamin Netanyahu contra o grupo extremista Hezbollah.

Na noite desta quinta (horário do Líbano), Israel bombardeou as proximidades do aeroporto de Beirute. Antes da confirmação do adiamento, Mauro Vieira foi questionado por jornalistas sobre a segurança para o pouso do avião da FAB.

A aeronave, modelo KC-30, está em Lisboa, Portugal, onde aguardas definições para continuar a operação.

Operação Raízes do Cedro
O avião que faz parte da operação de resgate batizada de Raízes do Cedro decolou da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, na madrugada desta quarta-feira (2) e chegou a Portugal na manhã do mesmo dia.

A previsão é que, neste primeiro voo, 220 brasileiros sejam retirados do território libanês, afetado pelo conflito entre Israel e o Hezbollah.

A prioridade será para idosos, mulheres, crianças e pessoas com necessidade de assistência médica.

“Primeiros brasileiros não residentes, depois brasileiros residentes. E, dentro dessas categorias, são estabelecidos por lei, idosos, gestantes, crianças, pessoas com deficiência e doentes de toda forma”, explicou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Segundo uma fonte do Itamaraty, quase 3 mil pessoas demonstraram disposição para voltar ao Brasil. A maioria é de moradores do Vale do Bekaa e da capital, Beirute.

O brigadeiro Marcelo Damasceno, comandante da Aeronáutica, disse que o Brasil tem capacidade para buscar 500 pessoas por semana no Líbano.

Num primeiro momento, os representantes do Itamaraty estão insistindo para que tentem embarcar em voo comercial todos aqueles que têm capacidade financeira. Quem não puder sair por conta própria, deve entrar na lista de repatriados do governo brasileiro.
A decisão por uma missão oficial foi tomada após uma conversa do presidente Lula e do chanceler Mauro Vieira, no México, onde eles estavam no início desta semana para acompanhar a posse da nova presidente Claudia Sheinbaum.

A embaixada em Beirute está fazendo consultas desde terça-feira da semana passada e a procura tem aumentado dia após dia.

Em paralelo a isso, estão sendo montadas listas com as pessoas que devem deixar o país com a ajuda oficial.

Segundo fonte do Itamaraty, os números tendem a oscilar porque algumas famílias desistem, outras conseguem sair por conta própria e outras podem entrar na lista em decorrência do aumento dos riscos.

Em 2006, última grande crise militar entre Israel e Hezbollah, cerca de 3 mil brasileiros deixaram o Líbano.

Conflito armado

O Líbano tem sido alvo de bombardeios aéreos do Israel, que mira alvos do grupo extremista Hezbollah em território libanês.

Os ataques têm atingido também civis, e dois cidadãos brasileiros já morreram desde a intensificação dos ataques a partir do dia 20 de setembro. Nesta segunda (30), houve registro de invasão por terra.

Mauro Vieira levou a Lula elementos da situação em Beirute, capital do Líbano, e das conversas que teve em Nova York.

No sábado (28), o chanceler do Brasil se reuniu com o chanceler do Líbano, Abdallah Rashid Bou Habib. Os dois avaliaram o atual momento do conflito entre Israel e o grupo extremista Hezbollah e discutiram as chances de uma repatriação de brasileiros no país.

Desde a segunda-feira passada (23), o Itamaraty discute a necessidade de uma operação de repatriação. O grande ponto era a opção por qual rota seria usada para o resgate.

Além do uso do próprio aeroporto de Beirute, que até o momento continua aberto, o governo brasileiro também mapeia a possibilidade de usar bases aéreas operadas pela Rússia dentro do território da Síria.

Há duas mais próximas da fronteira com o Líbano: em Hmeymim, ao norte do Líbano e em Shayrat, a noroeste do Líbano.

Não está descartada uma outra opção, tida como mais complexa. A retirada dos brasileiros pelo Chipre.

Fonte: G1

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Oriente Médio

Saiba quais são as principais usinas nucleares do Irã, possíveis alvos de um ataque de Israel

por Redação 3 de outubro de 2024

Israel prometeu uma resposta ao Irã pelo ataque de mísseis iraniano em território israelense na terça-feira (1º). Em meio à escalada de tensões entre as duas potências do Oriente Médio, há especulações de que Israel possa atacar as instalações nucleares do Irã, como há muito tempo ameaçou fazer.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta (2) que não apoiará um ataque israelense a locais relacionados ao programa nuclear do Irã. Os EUA estão coordenando junto com Israel a resposta ao Irã pelo ataque de mísseis.

Enriquecimento de urânio no seu centro
O programa nuclear do Irã está espalhado por vários locais. Embora a ameaça de ataques aéreos israelenses exista há décadas, apenas alguns dos locais foram construídos no subsolo.

Os Estados Unidos e o órgão de fiscalização nuclear da ONU acreditam que o Irã teve um programa secreto coordenado de armas nucleares, que foi interrompido em 2003. A República Islâmica nega ter tido ou planejado um programa desse tipo.

O Irã concordou com restrições às suas atividades nucleares em troca de alívio das sanções internacionais sob um acordo de 2015 com potências mundiais. Esse pacto desmoronou após o então presidente Donald Trump ter retirado os Estados Unidos do acordo em 2018, e o Irã começou a abandonar as restrições no ano seguinte.

Desde então, o Irã tem expandido seu programa de enriquecimento de urânio, reduzindo o chamado “tempo de ruptura” necessário para produzir urânio enriquecido suficiente para uma bomba nuclear –acredita-se que o tempo de enriquecimento atual seja uma questão de semanas, mas não se sabe ao certo. Sob o acordo de 2015, esse tempo era de cerca de um ano.

Na verdade, fabricar uma bomba com esse material levaria mais tempo. A quantidade de tempo exata é incerta e objeto de debate por especialistas.

Atualmente, o Irã está enriquecendo urânio a até 60% de pureza físsil, perto dos 90% necessários para armas, em dois locais. Em teoria, tem material suficiente enriquecido nesse nível, que se fosse mais enriquecido, seria suficiente para quase quatro bombas, de acordo com uma métrica da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão de fiscalização da ONU.

Natanz
Um complexo no centro do programa de enriquecimento do Irã, em uma planície ao lado de montanhas, fora da cidade sagrada xiita de Qom, ao sul de Teerã, capital do Irã. Natanz abriga instalações que incluem duas plantas de enriquecimento: a vasta Planta de Enriquecimento de Combustível (FEP), subterrânea, e a Planta Piloto de Enriquecimento de Combustível (PFEP), acima do solo.

Um grupo de oposição iraniano exilado revelou em 2002 que o Irã estava secretamente construindo Natanz, desencadeando um impasse diplomático entre o Ocidente e o Irã sobre suas intenções nucleares, que continua até hoje.

A FEP foi construída para enriquecimento em escala comercial, com capacidade para abrigar 50.000 centrífugas. Atualmente, há cerca de 14.000 centrífugas instaladas, das quais aproximadamente 11.000 estão operando, refinando urânio a até 5% de pureza.

Diplomatas com conhecimento de Natanz descrevem a FEP como estando a cerca de três andares abaixo do solo. Há um debate de longa data sobre o quanto os ataques aéreos israelenses poderiam danificar o local.

Danos já foram causados a centrífugas da FEP por outros meios, incluindo uma explosão e um corte de energia em abril de 2021, que o Irã disse ter sido um ataque por Israel.

A PFEP, acima do solo, abriga apenas algumas centenas de centrífugas, mas o Irã está enriquecendo urânio a até 60% de pureza lá.

Fordow
Do outro lado de Qom, Fordow é um local de enriquecimento escavado em uma montanha e, portanto, provavelmente melhor protegido de possíveis bombardeios do que a FEP.

O acordo de 2015 com potências importantes não permitia que o Irã enriquecesse em Fordow. Atualmente, há mais de 1.000 centrífugas operando lá, uma fração delas são máquinas avançadas IR-6, enriquecendo até 60%.

Além disso, o Irã recentemente dobrou o número de centrífugas instaladas em Fordow, com todas as novas sendo máquinas IR-6.

Os Estados Unidos, o Reino Unido e a França anunciaram em 2009 que o Irã estava secretamente construindo Fordow há anos e não informou a AIEA. O então presidente dos EUA, Barack Obama, disse: “O tamanho e a configuração dessa instalação são inconsistentes com um programa pacífico.”

Isfahan
O Irã possui um grande centro de tecnologia nuclear nos arredores de Isfahan, sua segunda maior cidade.

Inclui a Planta de Fabricação de Placas de Combustível (FPFP) e a instalação de conversão de urânio (UCF), que pode processar urânio em hexafluoreto de urânio, que é alimentado em centrífugas.

Há equipamentos em Isfahan para produzir metal de urânio, um processo particularmente sensível à proliferação, já que pode ser usado para desenvolver o núcleo de uma bomba nuclear.

A AIEA disse que há máquinas para fabricar peças de centrífuga em Isfahan, descrevendo-o em 2022 como uma “nova localização.”

Khonab
O Irã possui um reator de pesquisa de água pesada parcialmente construído, originalmente chamado Arak e agora Khondab. Reatores de água pesada apresentam um risco de proliferação nuclear porque podem facilmente produzir plutônio, que, como o urânio enriquecido, pode ser usado para fazer o núcleo de uma bomba atômica.

Sob o acordo de 2015, a construção foi interrompida, o núcleo do reator foi removido e preenchido com concreto para torná-lo inutilizável. O reator foi redesenhado “para minimizar a produção de plutônio e não produzir plutônio de nível armamentista em operação normal.” O Irã informou à AIEA que planeja ativar o reator em 2026.

Centro de pesquisa de Teerã
As instalações de pesquisa nuclear do Irã em Teerã incluem um reator de pesquisa.

Bushehr
A única usina nuclear em operação no Irã, localizada na costa do Golfo, utiliza combustível russo, que a Rússia recolhe após o uso, reduzindo o risco de proliferação.

Fonte: G1

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Oriente Médio

Irã tem o maior arsenal de mísseis do Oriente Médio, diz instituto

por Redação 2 de outubro de 2024

O Irã tem o maior e mais diverso arsenal de mísseis do Oriente Médio, segundo o “Missile Threat”, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais. Veja a lista do arsenal mais abaixo.

Nesta terça-feira (1º), o país disparou cerca de 200 mísseis balísticos em direção a Israel, segundo as Forças Armadas israelenses. Um deles é o Fattah, um míssil hipersônico com alcance de aproximadamente 1.400 quilômetros e que pode chegar a uma velocidade cinco vezes superior à do som, sendo assim um míssil mais difícil de interceptar.

O exército iraniano afirmou ter disparado um míssil Fattah e destruído um radar antimísseis de Israel.

O Irã confirmou o ataque, que é uma resposta a escalada nos conflitos entre Israel e o Hezbollah, grupo extremista que atua no Líbano e recebe financiamento iraniano. As mortes de lideranças terroristas culminaram na escalada de tensões entre Israel e o Hezbollah nas duas últimas semanas.

A maior parte dos mísseis atingiu Tel Aviv, a capital de Israel. Uma série de explosões foi registrada na cidade de 435 mil habitantes. A população se abrigou em bunkers e em abrigos por mais de uma hora, e o espaço aéreo chegou a ficar totalmente fechado, sendo reaberto após o ataque.

“Missile Threat” é um site que reúne informações e análises atualizadas sobre mísseis e sistemas de defesa internacional. É parte do projeto de Defesa de Mísseis do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

Quantos mísseis o Irã tem?
Um levantamento de 2022 feito por um órgão do governo dos EUA responsável por operações militares em outros países mostra que o Irã tem cerca de 3 mil mísseis de variados tipos.

Em termos gerais, a indústria de defesa do Irã, apesar de obsoleta, é bem desenvolvida na área de mísseis, segundo o relatório Balanço Militar 2024, feito pelo Instituto Internacional de Estudos de Segurança (IISS).

Veja mísseis que fazem parte do arsenal do Irã:

Nome: Fattah-1
Alcance: Aproximadamente 1.400 km
Poder destrutivo: Míssil hipersônico com alta capacidade de manobra e de alta velocidade —cinco vezes superior à do som—, tornando-o difícil de interceptar.

Nome: Ra’ad (também conhecido como Hatf-VIII Ra’ad)
Alcance: Aproximadamente 350 km.
Poder destrutivo: Míssil de cruzeiro lançado do ar projetado para transportar ogivas convencionais e nucleares.

Nome: Soumar
Alcance: Entre 2.000 e 3.000 km.
Poder destrutivo: Míssil de cruzeiro de longo alcance baseado no míssil russo Kh-551., capaz de transportar ogivas convencionais e possivelmente nucleares. Seu nome é uma homenagem à vila iraniana cujos habitantes foram mortos em um ataque com armas químicas pelo regime de Saddam Hussein.

Nome: Shahab-1
Alcance: Aproximadamente 300 km.
Poder destrutivo: Míssil balístico de curto alcance —variante iraniana do míssil russo Scud-B1— capaz de transportar ogivas convencionais e possivelmente químicas.

Nome: Shahab-2
Alcance: Aproximadamente 500 km.
Poder destrutivo: Míssil balístico de curto alcance, capaz de transportar uma única ogiva com um peso máximo de 770 kg. Pode ser equipado com ogivas convencionais ou químicas. É uma atualização do Shahab-1, com maior alcance e capacidade de carga.

Nome: Tondar-69
Alcance: Aproximadamente 150 km.
Poder destrutivo: Míssil balístico de curto alcance —versão do chinês CSS-8 (M-7)— capaz de transportar uma carga de 190 kg.

Nome: Fateh-110
Alcance: Entre 200 e 500 km.
Poder destrutivo: Míssil balístico de curto alcance, capaz de transportar uma ogiva química ou altamente explosiva de até 500 kg.

Nome: Fateh-313
Alcance: 500 km
Poder destrutivo: Míssil balístico de curto alcance de maior precisão.

Nome: Qiam-1
Alcance: Entre 700 e 800 km
Poder destrutivo: Variante do Shahab-2 com maior precisão. Pode carregar uma ogiva de 750 kg, altamente explosiva e, possivelmente, nuclear.

Nome: Zolfaghar
Alcance: 700 km
Poder destrutivo: Pode carregar uma ogiva de submunições, aumentando o potencial de destruição ao atingir múltiplos alvos.

Nome: Sejjil
Alcance: 2.000 km
Poder destrutivo: Míssil balístico de médio alcance que pode carregar uma ogiva de 700 kg.

Nome: Emad
Alcance: Entre 1.500 e 1.700 km
Poder destrutivo: Pode carregar uma ogiva de até 750 kg, nuclear ou convencional, tem precisão de até 500 metros do alvo.

Nome: Shahab-3
Alcance: Aproximadamente 1.300 km
Poder destrutivo: Baseado em tecnologia da Coreia do Norte, pode carregar uma ogiva de até 1.200 kg, que pode ser nuclear, química ou de submunições.

Nome: Khorramshahr
Alcance: Entre 2.000 km e 3.000 km
Poder destrutivo: Pode carregar uma ogiva de até 1.800 kg. Também é derivado de um míssil da Coreia do Norte.

As informações sobre o arsenal de mísseis do Irã foram obtidas por meio do Missile Threat. Os dados sobre o míssil hipersônico Fattah são do canal de notícias Al Jazeera.

Fonte: G1

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