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Tarifaço

Tarifaço

Suprema Corte derruba tarifaço de Trump e nova taxa de 15% redefine cenário para o Brasil

por Redação 23 de fevereiro de 2026

A reviravolta na política comercial dos Estados Unidos provocou incertezas no mercado internacional. A decisão da Suprema Corte americana de invalidar o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump — seguida do anúncio de uma nova tarifa global de 15% — alterou de forma significativa o cenário das cobranças sobre produtos brasileiros exportados ao país.

Na prática, o tribunal anulou, na sexta-feira (20), todas as tarifas aplicadas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Caíram, assim, a tarifa “recíproca” de 10%, anunciada em abril de 2025, e a sobretaxa de 40% imposta em julho do mesmo ano sobre diversos itens brasileiros por meio de carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No entanto, no mesmo dia, Trump anunciou uma tarifa global temporária de 10% por até 150 dias, com fundamento na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974. No sábado (21), o republicano elevou essa alíquota para 15%, afirmando que a medida busca corrigir “décadas de práticas comerciais injustas”.

As novas taxas entram em vigor à 00h01 (horário de Washington) da terça-feira (24) e atingem todos os países com relações comerciais com os EUA, com exceções para minerais críticos, produtos agrícolas e componentes eletrônicos.

Segundo o especialista em comércio exterior Jackson Campos, para a maioria dos produtos brasileiros permanece a tarifa normal já existente antes do tarifaço de 2025, acrescida do adicional temporário global de 15%. No caso do aço e do alumínio, as alíquotas de 50% — estabelecidas em junho de 2025 com base na Seção 232 — seguem em vigor e se somam aos 15%, mantendo elevado o custo desses insumos.

A cronologia do tarifaço mostra sucessivos aumentos e revisões. Após a taxa adicional de 10% em abril de 2025, Trump elevou em junho as tarifas sobre aço e alumínio para 50%. Em julho, anunciou nova elevação de 40%, levando diversos itens a uma alíquota total de 50%, embora com extensa lista de exceções. Em novembro, após negociações diretas com Lula, os EUA retiraram a tarifa de 40% para novos itens, incluindo café, carnes e frutas.

Com a decisão da Suprema Corte em 20 de fevereiro de 2026, foram invalidadas as tarifas baseadas na IEEPA, mas mantidas aquelas fundamentadas na Seção 232. No mesmo dia, surgiu a tarifa global temporária, posteriormente ampliada para 15%.

Relatório da Global Trade Alert aponta que Brasil e China são os mais beneficiados pela reconfiguração tarifária. O Brasil terá a maior redução nas tarifas médias, com queda de 13,6 pontos percentuais, seguido pela China (7,1 pontos) e Índia (5,6 pontos). Em contrapartida, aliados tradicionais dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), enfrentarão encargos médios mais elevados.

O vice-presidente Geraldo Alckmin comemorou a decisão da Suprema Corte, avaliando que a derrubada do tarifaço restabelece condições equivalentes de competitividade. Após o anúncio da elevação para 15%, afirmou que a aplicação uniforme da alíquota não prejudica as empresas brasileiras e destacou que, em alguns setores, as tarifas foram zeradas, como combustível, carne, café, celulose, suco de laranja e aeronaves.

Alckmin também ressaltou que, antes da decisão judicial, 22% das exportações brasileiras estavam submetidas à sobretaxa de 40%. Segundo cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos EUA (USITC), a derrubada do tarifaço afeta US$ 21,6 bilhões em exportações brasileiras.

A nova configuração mantém a pressão tarifária, mas reduz a intensidade das medidas específicas contra o Brasil, abrindo espaço para novas negociações diplomáticas previstas para março, durante visita do presidente Lula aos Estados Unidos.

Fonte: G1

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Tarifaço

Suprema Corte dos EUA declara tarifaço de Trump ilegal e muda regras para tarifas

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump é ilegal, violando uma lei federal. O parecer da maioria foi redigido pelo juiz-chefe John Roberts, e a decisão foi aprovada por 6 votos a 3, com votos divergentes de Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh.

Segundo Roberts, Trump reivindicou “o poder extraordinário de impor unilateralmente tarifas de valor, duração e alcance ilimitados”, sem uma autorização clara do Congresso. A Corte considerou insuficiente o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, que permite ao presidente regular ou proibir transações internacionais em situação de emergência nacional.

Na prática, a decisão limita a capacidade do presidente de impor tarifas unilateralmente. Qualquer novo projeto de taxação precisará passar pelo Congresso antes de entrar em vigor, exigindo articulação política. Além disso, o governo americano pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados com as tarifas contestadas: até 14 de dezembro, foram registrados US$ 134 bilhões em receitas de mais de 301 mil importadores, segundo dados da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.

O tarifaço começou em abril de 2025, quando Trump aplicou tarifas adicionais de 10% a todos os países e, em alguns casos, aumentou a alíquota para até 50%, incluindo produtos brasileiros, em meio a questões políticas envolvendo Bolsonaro e decisões do STF. Negociações posteriores entre Lula e Trump reduziram ou zeraram as tarifas para produtos como carnes, café, açaí, coco e castanhas.

A decisão da Suprema Corte confirma que qualquer imposição futura de tarifas de grande impacto econômico precisará do aval do Congresso, marcando uma derrota importante à política unilateral de Trump em comércio exterior.

Fonte: CBN

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Tarifaço

Suprema Corte dos EUA derruba “tarifaço” imposto por Trump

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um aumento amplo de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais do país, incluindo o Brasil. A decisão foi tomada por 6 votos a 3, com o presidente do tribunal, John Roberts, redigindo o parecer da maioria, enquanto Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh registraram votos divergentes. Roberts afirmou que Trump deveria “apontar para uma autorização clara do Congresso” para justificar o chamado tarifaço.

A ação judicial foi movida por empresas afetadas pelas tarifas e 12 estados americanos, a maioria governados por democratas, que contestavam o uso sem precedentes da Lei de Poderes Econômicos em Emergência Internacional (IEEPA). A lei havia sido usada para impor tarifas sem aprovação do Congresso, algo nunca antes feito, e o processo judicial se arrastava desde meados de 2025.

Na prática, a decisão derruba tarifas de 10% ou mais aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais, mas não afeta tarifas específicas sobre aço e alumínio, baseadas na “Seção 232 do Trade Expansion Act de 1962”, voltada à segurança nacional. Além disso, o governo americano pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados, estimados em mais de US$ 175 bilhões (aproximadamente R$ 912,5 bilhões).

A Corte reafirmou que, segundo a Constituição dos EUA, o poder de criar impostos e tarifas é exclusivo do Congresso. Embora Trump tenha alegado que a IEEPA permitia a imposição de tarifas, os juízes consideraram que a lei não menciona explicitamente a criação de impostos, apenas a regulação de importações em situações de emergência nacional.

Apesar da decisão, juízes dissidentes observaram que o presidente ainda poderia tentar impor tarifas por meio de outras leis específicas, como a Lei de Expansão Comercial de 1962 ou a Lei de Comércio de 1974. O caso destaca limites claros à autoridade presidencial e abre caminho para mudanças significativas na política comercial americana.

Tarifas sobre produtos brasileiros, aplicadas a partir de abril de 2025, chegaram a 50% em alguns itens, mas negocições posteriores com o presidente Lula reduziram a alíquota de 40% para certos produtos, incluindo café, carnes e frutas.

Fonte: G1

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Tarifaço

Governo vai comprar alimentos que deixarem de ser exportados para os EUA

por Redação 13 de agosto de 2025

O pacote de medidas de socorro aos produtores afetados pelo tarifaço de Donald Trump aos produtos brasileiros vai permitir ao governo comprar, excepcionalmente, gêneros alimentícios que deixarem de ser exportados para os Estados Unidos. As condições ainda serão definidas pelos Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário.

Os detalhes constam de uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Lula em cerimônia no Palácio na manhã desta quarta-feira. O objetivo é mitigar os efeitos da sobretaxa de 50% imposta pelos EUA.

Como serão as compras
As regras preveem que será permitida a contratação direta, por meio de dispensa de licitação e sem a obrigatoriedade de elaboração de estudos técnicos preliminares.

A compra será feita por por órgão ou entidade pública federal e também por órgão ou entidade do estado ou do município.

Os contratos serão de até 180 dias.

Os órgãos públicos têm um registro de teto de preços para os produtos que costumam comprar. Os preços do alimentos que serão adquiridos pelo governo não poderão exceder, no total, a cinco vezes o quantitativo de cada item registrado nessa ata de registro.

Isso inclui preços para o órgão gerenciador e os órgãos participantes, independentemente do número de órgãos não participantes que aderirem à medida do governo.

Os órgãos deverão disponibilizar os valores em seu site oficial.

R$ 30 bi em crédito
Além disso, haverá uma linha de crédito de até R$ 30 bilhões para empresas que comprovarem perdas com a taxação americana, sobretudo pequenos e médios negócios. Os juros serão subsidiados.

Em troca, os beneficiados terão de se comprometer a preservar empregos, mas haverá exceções para as empresas mais prejudicadas, com a exigência de outras contrapartidas. A estimativa do governo é que cerca de 10 mil empregos serão afetados pelo tarifaço.

A MP estabelece que as linhas de crédito poderão consistir no financiamento para:

Capital de giro para produtos impactos pela imposição de tarifas adicionais sobre as exportações brasileiras aos EUA;
Investimento para adaptação da atividade produtiva de empresas impactadas pelas tarifas;
Investimentos que propiciem adensamento da cadeia produtiva visando à ampliação das exportações e abertura de novos mercados para os produtos e serviços brasileiros exportados;
Investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos visando à ampliação das exportações e abertura de novos mercados para os produtos e serviços brasileiros exportados.
O governo Lula também irá suspender, por um ano, o pagamento de tributos previstos no regime especial de drawback, que permite a suspensão ou isenção de tributos incidentes na aquisição de insumos empregados ou consumidos na industrialização de produtos exportados.

O mecanismo funciona como incentivo às exportações brasileiras. Há três modalidades de drawback: suspensão, isenção e restituição de tributos.

Fonte: OGLOBO

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Tarifaço

Tarifaço: Lula se reúne com Alckmin nesta segunda para alinhar últimos detalhes do plano de contingência

por Redação 11 de agosto de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne na tarde desta segunda-feira (11) com o vice-presidente e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Na ocasião, os mandatários devem alinhar os últimos detalhes do plano de contingência, que busca conter o impacto das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Segundo interlocutores do Planalto, a expectativa é que as medidas sejam anunciadas ainda nesta segunda. Inicialmente, a previsão era até terça (12).

A reunião no Palácio do Planalto está marcada para 17h. Embora não esteja na agenda, fontes do governo afirmaram que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e outros ministros estarão presentes.

O Executivo tem repetido que o objetivo do pacote de medidas é dar fôlego aos setores afetados pelo tarifaço e proteger a economia e os empregos.

Primeiras medidas
Como mostrou o g1, as medidas do plano de contingência devem contemplar linhas de crédito, adiamento das cobranças de tributos e contribuições federais, além de compras públicas de mercadorias perecíveis.

Um dos responsáveis pela articulação do plano é Alckmin que, neste sábado (9), afirmou que o governo lançará um “programa bem amplo”.

O vice-presidente cumpriu agenda no estado neste fim de semana. Alckmin, inclusive, cancelou os compromissos que teria aos longo desta segunda na capital paulista e volta mais cedo para Brasília.

Pela manhã, Alckmin participaria do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

Durante a tarde, iria ao lançamento do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil).

Segundo informações da Apex, a agenda foi cancelada por causa de um “compromisso inadiável” de Alckmin em Brasília.

A sobretaxa definida pelo presidente americano, Donald Trump, entrou em vigor no dia 6 de agosto e tem gerado apreensão no setor — que aguarda os primeiros dados do governo sobre as exportações nesta segunda-feira (11).

A alíquota atinge cerca de 36% das exportações brasileiras ao país, o que corresponde a US$ 14,5 bilhões em 2024. Itens como café, frutas e pescado estão inclusos no tarifaço.

Há, contudo, quase 700 produtos dentro da lista de exceções. Setores como suco de laranja e aeronaves estão mais aliviados porque seguem com taxação de 10% anunciada em abril por Trump contra o Brasil.

Fonte: G1

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Tarifaço

Tarifaço: semana começa com expectativa de conversa entre Lula e Donald Trump

por Redação 4 de agosto de 2025

A semana começa com expectativa de uma possível conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na sexta-feira (1º), Trump afirmou que Lula pode falar com ele quando quiser, em resposta à repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo.

A fala foi recebida com cautela pelo Palácio do Itamaraty, que avalia se há, de fato, uma abertura concreta para diálogo direto entre os dois líderes.

Segundo diplomatas brasileiros, embora o gesto seja simbólico, uma ligação entre chefes de Estado não ocorre de forma improvisada — exige preparação entre equipes, definição de agenda e alinhamento de tom.

A declaração de Trump ocorre em meio a uma escalada de tensão entre os dois países. Na quarta-feira (30), o presidente norte-americano assinou uma ordem executiva impondo a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

No mesmo dia, o governo dos EUA sancionou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base na lei Magnitsky.

‘Conversa com Trump exige cautela’
No domingo (3), o presidente falou durante evento do PT que as conversas com o governo norte-americano sobre as tarifas exige cautela, porque há “limites” na briga.

No evento deste domingo, Lula defendeu ainda que a postura do Brasil em defesa da soberania assusta “pessoas que acham que mandam no mundo”, sem citar diretamente Donald Trump.

O presidente lembrou, no entanto, que os canais de diálogo estão abertos, e que as negociações seguem em curso.

Posicionamento do Brasil
Após a fala de Trump mas sem citar o presidente norte-americano, Lula publicou nas redes sociais que o Brasil “sempre esteve aberto ao diálogo”, reforçando que “quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e suas instituições”.

O principal passo da movimentação diplomática dos dois países foi o encontro entre ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em Washington.

Após o encontro, o ministro brasileiro afirmou que disse a Marco Rubio que o Brasil não se curvará a pressões externas. Segundo Mauro Vieira, a fala a Rubio tratou diretamente do processo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado.

Fonte: G1

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Tarifaço

China libera 183 empresas do Brasil para exportar café após tarifaço dos EUA

por Redação 4 de agosto de 2025

A China autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café para o país, segundo a embaixada chinesa no Brasil. O anúncio foi feito no sábado (2) pelas redes sociais.

A medida começou a valer em 30 de julho e beneficia os exportadores brasileiros, que foram afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana.

As novas licenças para exportar café à China têm validade de cinco anos, de acordo com a embaixada.

A tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos começa a valer em 6 de agosto e atinge produtos como o café brasileiro.

A nova taxa representa um desafio para exportadores brasileiros, que vendem cerca de 8 milhões de sacas de café por ano aos Estados Unidos. Agora, eles buscam alternativas para os produtos.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Já os Estados Unidos compram grandes volumes de carne bovina, suco de laranja e outros produtos brasileiros, além do café.

Em junho, o Brasil exportou 440 mil sacas de café para os Estados Unidos — quase oito vezes mais que as 56 mil sacas vendidas à China. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Questionados pela Reuters, o Ministério da Agricultura e o Cecafé não comentaram o assunto até a última atualização desta reportagem.

A reportagem não conseguiu contato com a autoridade alfandegária da China.

O Brasil detém cerca de um terço do mercado de café dos EUA, um comércio avaliado em US$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho.

Fonte: G1

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Tarifaço

Haddad promete medidas de proteção a setores afetados nos próximos dias: ‘Nada do que foi anunciado não pode ser revisto’

por Redação 31 de julho de 2025

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (31) que o decreto que formaliza a sobretaxa de 50% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros acabou sendo melhor do que o esperado.

Segundo ele, o anúncio norte-americano representa um “melhor ponto de partida” para as negociações que terão prosseguimento.

Haddad, no entanto, avalia que há setores afetados em situação “dramática” (entenda mais abaixo).

De acordo com cálculos da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), com uma lista de exceções de 694 produtos que o Brasil exporta para os Estados Unidos do tarifaço, cerca de 43% das vendas feitas aos norte-americanos no ano passado não foram afetadas.

Em entrevista na portaria do Ministério da Fazenda, ele afirmou que “nada do que foi anunciado ontem [pelos EUA] não pode ser revisto”.

O decreto assinado nesta quarta-feira (30) pelo presidente Donald Trump elevou para 50% a alíquota sobre produtos brasileiros, mas também trouxe uma lista de 700 exceções que beneficiam segmentos estratégicos como o aeronáutico, o energético e parte do agronegócio.

Casos ‘dramáticos’
Pela decisão do presidente Donald Trump, setores como o de café, carne bovina e frutas devem sentir o impacto com força, pois sofrerão com uma alíquota adicional de 50% em suas vendas aos Estados Unidos.

De acordo com Haddad, há casos “dramáticos” entre os afetados.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (30), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) informou que a aplicação de uma nova tarifa de 50% sobre produtos brasileiros compromete a viabilidade econômica das exportações ao mercado norte-americano.

O decreto não prevê isenção na taxação para a carne bovina que já está sob alíquota de 26,4%. Os EUA importaram 229 mil toneladas de carne em 2024. Para 2025, a previsão era atingir 400 mil toneladas.

Ajuda a setores afetados
O ministro da Fazenda também afirmou que o governo segue trabalhando em uma ajuda aos setores afetados pelo tarifaço, que será anunciada nos próximos dias — com foco na indústria, na manutenção de empregos e no setor do agronegócio.

Entre as medidas, segundo Haddad, haverá linhas de crédito aos setores que tiverem suas vendas externas aos Estados Unidos sobretaxadas. “Vamos analisar caso a caso”, disse o ministro.

Ele não confirmou novas ações, mas o ministro já havia informado nesta semana que um plano de proteção ao emprego, nos moldes do que aconteceu na pandemia da Covid-19, pode estar na mesa.

Na época, o governo pagava parte ou mesmo a íntegra de salários de empregados do setor privado e, em troca, as empresas deveriam garantir por algum tempo a manutenção destas contratações. É uma opção que está na mesa.

Se as medidas emergenciais adotadas durante a pandemia servirem de modelo para a área econômica, também pode ser adotado um adiamento de tributos, ou seja, uma prorrogação de prazos para pagamento de impostos como Simples Nacional, FGTS e INSS patronal, e suspensão de infrações pelo não recolhimento. Essas ações, porém, não estão confirmadas.

Brasil vai recorrer
O ministro Haddad afirmou, também, que o Brasil vai recorrer da decisão sobre o tarifaço tanto nos Estados Unidos quanto em organismos internacionais.

Fonte: G1

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Tarifaço

Haddad diz que governo dos EUA está ‘aberto a conversar’ sobre tarifaço, mas prepara plano de proteção ao emprego

por Redação 29 de julho de 2025

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (29) que há sinais de que o governo dos Estados Unidos está aberto a discutir o chamado tarifaço.

Se nada for alterado, a medida anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, resultará na imposição de uma sobretaxa de 50% às importações brasileiras, valendo a partir da próxima sexta-feira (1º).

Enquanto busca levar adiante as negociações com o governo norte-americano, o ministro afirmou que o Executivo prepara um plano de contingência no caso de o tarifaço dos EUA ser, de fato, adotado.

Questionado por jornalistas se a área econômica considera adotar um plano de proteção ao emprego, nos moldes do que aconteceu na pandemia da Covid-19 — quando o governo pagava parte ou mesmo a íntegra de salários de empregados do setor privado e, em troca, as empresas deveriam garantir por algum tempo a manutenção destas contratações — Haddad afirmou que essa é uma opção que está na mesa.

De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), o aumento das tarifas de importação dos EUA sobre produtos brasileiros pode impactar cerca de 10 mil empresas brasileiras que exportam para o mercado norte-americano. Essas empresas empregam, juntas, aproximadamente 3,2 milhões de pessoas no Brasil.

Tarifaço dos EUA
No dia 9 de julho, Trump publicou uma carta endereçada ao presidente Lula (PT) anunciando a aplicação de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Ele justificou a medida com argumentos políticos e comerciais.
No dia 23, o presidente dos EUA disse que aplicou tarifas de 50% a países com os quais o relacionamento “não tem sido bom”.
Embora não tenha sido citado diretamente, o Brasil está entre eles. Segundo Trump, o objetivo é pressionar outros países a abrirem seus mercados.
Neste domingo (27), o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que as tarifas impostas pelo país entrarão em vigor no dia 1º de agosto, “sem prorrogações”.
Data do tarifaço pode ser alterada
O ministro Haddad também afirmou que, em sua visão, o prazo para início do tarifaço, a próxima sexta-feira, pode ser alterado. Ou pode ter início e, depois das negociações com os EUA, haver um recuo na sobretaxa de 50% por parte dos norte-americanos.

Conversa entre Lula e Trump
Fernando Haddad declarou, ainda, que não há obstrução dos canais de diálogo entre os governos brasileiro e dos Estados Unidos. Ele confirmou que pode haver uma conversa direta entre os presidentes Donald Trump e Lula, que já está sendo precedida por tratativas oficiais entre as nações.

Fonte: G1

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Tarifaço

‘Estamos fazendo isso porque eu posso’, diz Trump sobre tarifas de 50% ao Brasil

por Redação 16 de julho de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que decidiu impor tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque “pode fazer isso” e quer “dinheiro entrando” no país.

A declaração, que ignora fatores econômicos, foi dada após jornalistas questionarem o republicano sobre a tarifa imposta ao Brasil. A medida é a mais alta até agora, entre mais de 20 países que devem enfrentar cobranças elevadas sobre importação nos EUA a partir de 1º de agosto.

Em carta endereçada ao presidente Lula (PT) na última quarta-feira (9), Trump argumentou que irá elevar a taxa do Brasil em 50% por ter uma relação comercial “injusta” com o país. Os dados oficiais, no entanto, mostram que os norte-americanos têm vantagem na balança comercial. (leia abaixo)

Além disso, o republicano citou Jair Bolsonaro (PL) e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nesta terça-feira, Trump também voltou a defender Bolsonaro após ser informado sobre o pedido de condenação apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em sua fala, Trump afirmou que “não é que ele seja amigo” de Bolsonaro, mas sim alguém que conhece. O presidente dos EUA também voltou a dizer, sem apresentar provas, que o julgamento de Bolsonaro no STF seria uma “caça às bruxas”.

“Ele negociou acordos comerciais contra mim em nome do povo brasileiro, e foi muito duro, porque queria fazer um bom negócio para seu país. Ele não era um homem desonesto. Acredito que isso seja uma caça às bruxas e que não deveria estar acontecendo. Eu sei disso”, continuou.

Déficit comercial?
Ao justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, Trump afirmou que a relação comercial dos EUA com o Brasil é “injusta”. “Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco”, escreveu.

Apesar do argumento, dados do Ministério do Desenvolvimento mostram o contrário. O Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os EUA desde 2009 — ou seja, há 16 anos. Isso significa que o Brasil gastou mais com importações do que arrecadou com exportações.

Ao longo desse período, as vendas americanas ao Brasil superaram as importações em US$ 90,28 bilhões (equivalente a R$ 493 bilhões na cotação atual), considerando os números até junho de 2025. Leia mais aqui.

Por isso, analistas afirmam que a postura de Trump com as tarifas tem um forte componente geopolítico, com o objetivo principal de ampliar seu poder de barganha e influência nas relações internacionais.

Na carta, o republicano também afirmou que o Brasil não será atingido pela tarifa em 1º de agosto caso empresas brasileiras decidam “construir ou fabricar produtos dentro dos EUA”. Em caso de retaliação, ele prometeu devolver na mesma medida.

Tarifaço
Na carta que Trump enviou ao governo Lula em 9 de julho, o republicano afirmou, sem apresentar provas, que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

O documento mistura alegações comerciais e políticas para justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo o suposto déficit que os EUA teriam com o Brasil.

Entidades da indústria e do agronegócio brasileiro manifestaram preocupação com o anúncio e disseram que as taxas ameaçam empregos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, afirmou que não há qualquer fato econômico que justifique uma medida desse tamanho.

O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, se reuniu hoje com empresários para discutir a crise e possíveis saídas para ela, enquanto o governo publicou o decreto da Lei da Reciprocidade Econômica. O texto determina as formas como o Brasil pode responder ao tarifaço.

Após as reuniões, Alckmin afirmou que o governo brasileiro não planeja pedir ao governo americano que adie a entrada em vigor da tarifa anunciada por Trump. O objetivo, segundo ele, é “resolver o problema”.

Ao ser perguntado sobre os setor de produtos perecíveis, o vice-presidente admitiu que é um segmento delicado e acrescentou que a produção embarcada também é uma “questão importante e urgente”.

Fonte: G1

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