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Tarifaço

Tarifaço

‘Estamos fazendo isso porque eu posso’, diz Trump sobre tarifas de 50% ao Brasil

por Redação 16 de julho de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que decidiu impor tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque “pode fazer isso” e quer “dinheiro entrando” no país.

A declaração, que ignora fatores econômicos, foi dada após jornalistas questionarem o republicano sobre a tarifa imposta ao Brasil. A medida é a mais alta até agora, entre mais de 20 países que devem enfrentar cobranças elevadas sobre importação nos EUA a partir de 1º de agosto.

Em carta endereçada ao presidente Lula (PT) na última quarta-feira (9), Trump argumentou que irá elevar a taxa do Brasil em 50% por ter uma relação comercial “injusta” com o país. Os dados oficiais, no entanto, mostram que os norte-americanos têm vantagem na balança comercial. (leia abaixo)

Além disso, o republicano citou Jair Bolsonaro (PL) e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nesta terça-feira, Trump também voltou a defender Bolsonaro após ser informado sobre o pedido de condenação apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em sua fala, Trump afirmou que “não é que ele seja amigo” de Bolsonaro, mas sim alguém que conhece. O presidente dos EUA também voltou a dizer, sem apresentar provas, que o julgamento de Bolsonaro no STF seria uma “caça às bruxas”.

“Ele negociou acordos comerciais contra mim em nome do povo brasileiro, e foi muito duro, porque queria fazer um bom negócio para seu país. Ele não era um homem desonesto. Acredito que isso seja uma caça às bruxas e que não deveria estar acontecendo. Eu sei disso”, continuou.

Déficit comercial?
Ao justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, Trump afirmou que a relação comercial dos EUA com o Brasil é “injusta”. “Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco”, escreveu.

Apesar do argumento, dados do Ministério do Desenvolvimento mostram o contrário. O Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os EUA desde 2009 — ou seja, há 16 anos. Isso significa que o Brasil gastou mais com importações do que arrecadou com exportações.

Ao longo desse período, as vendas americanas ao Brasil superaram as importações em US$ 90,28 bilhões (equivalente a R$ 493 bilhões na cotação atual), considerando os números até junho de 2025. Leia mais aqui.

Por isso, analistas afirmam que a postura de Trump com as tarifas tem um forte componente geopolítico, com o objetivo principal de ampliar seu poder de barganha e influência nas relações internacionais.

Na carta, o republicano também afirmou que o Brasil não será atingido pela tarifa em 1º de agosto caso empresas brasileiras decidam “construir ou fabricar produtos dentro dos EUA”. Em caso de retaliação, ele prometeu devolver na mesma medida.

Tarifaço
Na carta que Trump enviou ao governo Lula em 9 de julho, o republicano afirmou, sem apresentar provas, que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

O documento mistura alegações comerciais e políticas para justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo o suposto déficit que os EUA teriam com o Brasil.

Entidades da indústria e do agronegócio brasileiro manifestaram preocupação com o anúncio e disseram que as taxas ameaçam empregos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, afirmou que não há qualquer fato econômico que justifique uma medida desse tamanho.

O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, se reuniu hoje com empresários para discutir a crise e possíveis saídas para ela, enquanto o governo publicou o decreto da Lei da Reciprocidade Econômica. O texto determina as formas como o Brasil pode responder ao tarifaço.

Após as reuniões, Alckmin afirmou que o governo brasileiro não planeja pedir ao governo americano que adie a entrada em vigor da tarifa anunciada por Trump. O objetivo, segundo ele, é “resolver o problema”.

Ao ser perguntado sobre os setor de produtos perecíveis, o vice-presidente admitiu que é um segmento delicado e acrescentou que a produção embarcada também é uma “questão importante e urgente”.

Fonte: G1

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Tarifaço

Frigoríficos de MS paralisam produção de carne destinada aos EUA após tarifaço de Trump

por Redação 15 de julho de 2025

Frigoríficos de Mato Grosso do Sul suspenderam a produção de carne destinada aos Estados Unidos após Trump anunciar tarifa extra de 50% sobre produtos brasileiros. A informação foi confirmada ao g1 pelo governo do estado e pelo Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de Mato Grosso do Sul (Sincadems). A produção nacional segue normalizada.

Segundo o vice-presidente do sindicato, Alberto Sérgio Capucci, a paralisação apenas para o mercado norte-americano é uma medida logística para evitar o acúmulo de estoques de carne que não seriam vendidos. Com a nova taxação, as exportações para os EUA ficaram inviáveis financeiramente, se não houver negociação.

Pelo menos quatro frigoríficos no estado interromperam a produção voltada ao mercado americano, segundo o sindicato. São eles:

JBS
Naturafrig
Minerva Foods
Agroindustrial Iguatemi
Apenas o frigorífico Naturafrig se pronunciou sobre a paralisação. Segundo a empresa, cerca de 5% da produção é destinada aos Estados Unidos. Os demais frigoríficos citados foram procurados pelo g1, mas não responderam até a última atualização desta reportagem.

A Associação Brasileira de Exportadores de Carne (Abiec) informou que houve uma redução significativa no fluxo de produção da carne voltada ao mercado norte-americano. Leia a nota da entidade na íntegra mais abaixo.

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, informou que os frigoríficos suspenderam os abates de animais destinados à produção de carne para os Estados Unidos. Além da paralisação, o acúmulo de carne estocada preocupa empresários e o governo.

Diante do impasse, a pergunta que fica é: onde esse produto pode ser realocado? Verruck comenta que Chile e Egito podem ser novos mercados de Mato Grosso do Sul.

Paralisação é estratégica, diz sindicato
Capucci explica que a suspensão das atividades neste momento é estratégica. Isso porque os embarques levam cerca de 30 dias para chegarem ao mercado americano. Como a nova tarifa começa a valer a partir de 1º de agosto, cargas enviadas agora já seriam taxadas com o adicional.

Em 2025, a carne bovina desossada e congelada foi o principal produto exportado por Mato Grosso do Sul aos Estados Unidos, somando 45,2% do total e movimentando mais de US$ 142 milhões, de acordo com dados da Federação das Indústrias do estado (FIEMS).

No ano anterior, em 2024, esse tipo de carne ficou em segundo lugar nas exportações do estado para os EUA, com 27,8% e cerca de US$ 78 milhões.

Vendas brasileiras aos EUA ficam inviáveis
Uma queda nas vendas não seria algo desprezível para os frigoríficos brasileiros. Os EUA são o segundo maior comprador da carne bovina nacional, depois da China: eles importam 12% de todo o volume que o Brasil vende para o exterior, enquanto os chineses levam praticamente metade (48%), segundo o Ministério da Agricultura.

Mas não é só o Brasil que perde. A inflação da carne bovina para o consumidor americano está batendo recorde por causa de uma redução histórica do rebanho do país, que encareceu o preço do boi por lá – ele está custando duas vezes mais que o boi brasileiro. Daí a disparada nas importações da carne.

O Brasil não é o principal fornecedor de carne bovina dos EUA. Esse posto é ocupado pela Austrália, que não compete diretamente com a carne brasileira. Mas, enquanto os australianos vendem diretamente para os supermercados dos EUA, o Brasil fornece carne para a indústria do país.

Além disso, até agora, o preço da carne brasileira era o mais barato do mercado externo.

Qual é o impacto direto para o Brasil?
Se as vendas de carne bovina para os EUA caírem, isso não significa que os frigoríficos brasileiros vão colocar mais carne no mercado nacional, diz Iglesias.

Iglesias lembra que, neste ano, a Associação Brasileira da Indústria de Carnes (Abiec) abriu um escritório na China, medida que tem ajudado o país a abrir novos negócios no mercado asiático.

Além disso, neste mês, o Vietnã retomou as compras de carne bovina do Brasil. “É possível haver uma compensação em relação ao mercado norte-americano”, avalia.

Redução significativa da produção, diz associação
A Abiec afirmou que houve redução no fluxo de produção de carne que seriam destinadas aos EUA. Leia nota na íntegra abaixo.

“Faz poucos dias que recebemos essa notícia, e o setor está tentando entender como deve atuar para reescalonar e redirecionar as cargas e a produção. O fato é que as indústrias brasileiras já decidiram pausar temporariamente a produção destinada aos Estados Unidos. Houve uma redução significativa no fluxo de produção da carne específica voltada ao mercado norte-americano. O rearranjo está sendo feito com novos parceiros que buscamos intermediar ao redor do mundo, com possibilidades de novas aberturas de mercado. Mas, de forma imediata, esse redirecionamento ocorre para países com os quais já mantemos exportações. Obviamente, China, Sudeste Asiático e Oriente Médio são os destinos mais evidentes nesse momento em que os Estados Unidos, eventualmente, não poderão receber essa carne. As indústrias, de fato, reduziram bastante a produção voltada aos Estados Unidos. Essa é a realidade. Estamos um pouco apreensivos quanto ao que pode acontecer. Por isso, aguardamos o avanço das negociações governamentais, enquanto, no setor privado, atuamos com os importadores e com as empresas brasileiras para entender de que forma também podemos contribuir para influenciar o governo americano a rever essa decisão em relação aos produtos brasileiros. Essa tem sido a nossa atuação no dia de hoje”.

Fonte: G1

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