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Apagão

Apagão

Grande SP ainda registra 689 mil imóveis sem energia mais de 50 horas após vendaval

por Redação 12 de dezembro de 2025

Mais de 50 horas após o forte vendaval que atingiu a Grande São Paulo na quarta-feira (10), a Região Metropolitana ainda contabiliza 689 mil imóveis sem energia elétrica, segundo boletim divulgado pela Enel às 12h desta sexta-feira (12). No pico da crise, 2,2 milhões de unidades ficaram no escuro.

A interrupção no fornecimento atinge diretamente serviços essenciais, como semáforos, abastecimento de água e mobilidade urbana. Os aeroportos de Congonhas, na capital, e de Guarulhos, que enfrentaram atrasos e cancelamentos, já operam normalmente.

De acordo com a concessionária, a capital paulista concentra 508 mil endereços sem energia, liderando o ranking de municípios mais afetados. Os problemas começaram após rajadas de vento que chegaram a 96 km/h atingirem a região na manhã de quarta-feira.

A Enel afirma não ter prazo para restabelecer 100% do serviço. Em nota, informou ter normalizado o fornecimento para cerca de 1,8 milhão de clientes, dos 2,2 milhões afetados inicialmente. A empresa também relatou que aproximadamente 500 mil novos casos foram registrados ao longo da quinta-feira, resultado da continuidade dos ventos.

Atualmente, a distribuidora declara trabalhar para restabelecer o serviço de 830 mil clientes, o equivalente a 9,8% de sua base total.

A concessionária atribui a crise a um ciclone extratropical e a um vendaval considerado histórico pelo Inmet. Segundo o comunicado, rajadas de até 98 km/h derrubaram árvores e lançaram galhos e objetos na rede elétrica, causando danos generalizados.

O diretor regional da Enel, Marcelo Puertas, afirmou em entrevista ao Bom Dia São Paulo que a empresa esperava um evento climático, mas não a duração prolongada dos ventos. Ele defendeu que a situação foi diferente das crises anteriores.

Na quinta-feira, pátios com grande concentração de veículos de manutenção da empresa foram registrados em três regiões da capital. A Enel informou que se tratava de veículos pertencentes a equipes de diferentes turnos, o que justificaria a paralisação momentânea.

Fonte: G1

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Apagão

Ricardo Nunes cobra intervenção federal na Enel e questiona número de equipes atuando em São Paulo

por Redação 12 de dezembro de 2025

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, voltou a criticar a atuação da Enel durante a crise de abastecimento de energia que atinge a capital e afirmou, em entrevista ao Jornal da CBN, que considera necessária uma intervenção do governo federal na companhia. Segundo ele, a falta de equipes tem impedido o restabelecimento do fornecimento e a remoção de 48 árvores ainda caídas em vias da cidade.

Nunes declarou que a empresa não tem dado respostas à altura da demanda e que o município enfrenta problemas recorrentes sempre que há ventos fortes ou chuvas intensas. Para o prefeito, a concessionária “não tem condições de continuar operando em São Paulo”.

Durante a entrevista, o prefeito contestou as informações apresentadas pela Enel sobre o número de equipes mobilizadas na capital. Ele afirma que a concessionária divulgou ter 1,5 mil equipes atuando, mas que os dados não condizem com a realidade observada nas ruas. Na quinta-feira (11), segundo Nunes, menos de 40 veículos foram identificados em operação.

O prefeito explicou que a administração municipal cruzou as placas dos veículos atribuídos à Enel com o sistema SmartSampa, mas não encontrou registro da circulação na cidade. A partir disso, a gestão notificou a Enel e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por meio da Procuradoria-Geral do Município.

Em nota, a Enel afirmou que mais de 1,6 mil equipes e o mesmo número de veículos estão distribuídos pelos 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, incluindo a capital. A concessionária declarou que, desde quarta-feira (10), prioriza o restabelecimento de energia em serviços essenciais e nos maiores blocos de carga para normalizar o fornecimento ao maior número possível de clientes.

A crise energética intensificou as críticas de moradores e autoridades, que cobram transparência e maior agilidade no atendimento. A administração municipal afirma que continuará monitorando a atuação da concessionária e pressionando por medidas mais rígidas caso a situação não seja normalizada.

Fonte: G1

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Apagão

50 horas sem energia: famílias relatam dificuldades e temem por idosos e doentes na Grande SP

por Redação 12 de dezembro de 2025

Moradores de diversas regiões da Grande São Paulo enfrentam um cenário crítico após quase 50 horas sem energia elétrica. O vendaval que atingiu o estado provocou queda de árvores, danos em redes de distribuição e deixou mais de 700 mil pessoas no escuro, afetando de forma direta idosos, pacientes acamados e famílias inteiras que já não sabem a quem recorrer.

Na Zona Leste da capital, o comerciante Renato Rino, morador da Vila Invernada, ainda aguarda o restabelecimento do serviço em sua residência. Sem explicações sobre a demora, ele relata que parte do bairro teve a energia retomada, mas sua rua permanece às escuras desde as 4h da manhã de quarta-feira (10).

A família enfrentou ainda falta de água, perda de alimentos e queima de equipamentos. Segundo Rino, as dificuldades diárias aumentam com a ausência de retorno por parte da concessionária. “A gente tem que pedir favor para vizinhos e parentes para tomar banho quente ou carregar o celular. E não existe previsão de quando tudo vai voltar ao normal”, afirma.

No Grajaú, Zona Sul, o casal Francisco Bandeira e Josenir Cerqueira ficou sem energia por mais de dois dias e precisou improvisar com gelo para evitar perdas ainda maiores. Mesmo assim, parte dos alimentos estragou. Eles relatam mais de 20 ligações para a Enel sem sucesso e dizem que a energia só voltou por volta das 5h desta sexta-feira.

A situação se repete na Zona Norte, onde a analista Camila Guimarães teve a rotina profundamente afetada. Moradora do Jardim Elisa Maria, ela mostra a rua completamente apagada e alimentos estragando há três dias. A idosa de 90 anos que vive com a família sofreu uma queda no escuro e machucou a mão, agravando ainda mais o drama vivido dentro de casa.

Outros bairros também enfrentam dias difíceis. Na Pompéia, Zona Oeste, moradores relatam dificuldade para falar com a Enel e total perda de alimentos. Já no Jardim Santa Margarida, Zona Sul, uma árvore caída permanece pendurada nos fios desde quarta-feira, trazendo risco de acidentes e mantendo parte das casas sem energia. Alguns moradores dependem de aparelhos elétricos para sobrevivência.

A Enel afirma que suas equipes seguem mobilizadas e que o trabalho de reconstrução da rede é complexo, exigindo substituição de postes, transformadores e cabos. Entretanto, a empresa não apresentou previsão de restabelecimento para os endereços citados pelos moradores.

Segundo o boletim mais recente da concessionária, cerca de 835 mil imóveis seguem sem energia na Região Metropolitana. A falta de luz afeta serviços essenciais, como abastecimento de água, semáforos e mobilidade urbana. Na capital, são 589 mil imóveis ainda no escuro. Municípios como Juquitiba, Itapecerica da Serra e Embu das Artes estão entre os mais afetados proporcionalmente.

A Enel afirma ter restabelecido 1,8 milhão de clientes, dos 2,2 milhões inicialmente afetados, mas novos casos continuam surgindo devido à continuidade dos ventos. A empresa diz atuar para normalizar o fornecimento para aproximadamente 830 mil clientes ainda sem energia.

Enquanto aguardam respostas, moradores seguem dependendo da solidariedade entre vizinhos para conseguir cumprir tarefas básicas do dia a dia.

Fonte: G1

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Apagão

Enel não prevê data para restabelecer energia em SP e explica pátios lotados após vendaval histórico

por Redação 11 de dezembro de 2025

A Enel Distribuição São Paulo afirmou nesta quinta-feira (11) que ainda não há prazo para restabelecer o fornecimento de energia em milhares de imóveis da capital e da Grande São Paulo. A região foi atingida por ventos de até 98 km/h na quarta-feira (10), deixando mais de 1,5 milhão de clientes sem luz em 24 municípios atendidos pela concessionária — cerca de 1 milhão deles apenas na capital.

A empresa justificou as imagens que mostraram pátios lotados de veículos em ao menos três pontos da cidade, argumentando que os carros pertencem a equipes de diferentes turnos. Segundo o diretor regional, Marcelo Puertas, a rotatividade explica o grande volume de viaturas estacionadas: equipes que encerraram o turno de madrugada retornaram ao mesmo ponto enquanto outros trabalhadores chegavam para iniciar o expediente.

Puertas também destacou que a companhia ampliou o quadro de funcionários desde a crise de outubro de 2024. De acordo com ele, 1.200 colaboradores foram contratados e outros 400 estão em fase de contratação, além das equipes terceirizadas. Cerca de 600 equipes — cada uma com 2 a 6 profissionais — atuavam até as 8h desta quinta.

Os impactos seguem amplos: semáforos apagados, abastecimento de água prejudicado e serviços essenciais comprometidos. A Enel atribui o apagão às fortes rajadas de vento provocadas por um ciclone extratropical, que lançaram galhos e objetos sobre a rede elétrica. Todos os 24 municípios atendidos pela companhia registraram ocorrências relacionadas à falta de energia.

Clientes relataram que o aplicativo da empresa tem apresentado informações inconsistentes sobre o prazo de retorno da energia, com previsões que mudam rapidamente ou que não podem ser registradas em captura de tela. Outros sequer conseguiram acessar o sistema.

Apesar disso, Puertas evitou anunciar uma previsão definitiva para o restabelecimento. Ele afirmou que a Enel segue trabalhando “durante todo o dia e madrugada” e que os ventos constantes — previstos em até 60 km/h nesta quinta — dificultam a operação.

Fonte: G1

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Apagão após ventania deixa quase 1,5 milhão de imóveis sem energia na Grande SP

por Redação 11 de dezembro de 2025

A Grande São Paulo amanheceu nesta quinta-feira (11) com cerca de 1,48 milhão de imóveis sem energia elétrica, segundo a Enel. Só na capital, mais de 1 milhão de clientes continuam no escuro após as fortes rajadas de vento que atingiram 98,1 km/h na quarta-feira (10), efeito do ciclone extratropical que também impactou o Sul do país.

A falta de energia provocou reflexos imediatos na mobilidade urbana: 265 semáforos permanecem apagados, de um total de 279 inoperantes. Às 7h, a cidade registrou 203 km de lentidão, segundo a CET.

O desabastecimento de água também afeta diversos bairros, e todos os parques municipais ficaram fechados durante a manhã. A reabertura será avaliada individualmente ao longo da tarde.

As quedas de árvores somaram 231 ocorrências, das quais 182 já haviam sido finalizadas até a noite de quarta. Outras 40 ainda dependem de apoio da Enel. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou que acionará a Aneel e recorrerá à Justiça para garantir providências em relação ao contrato com a concessionária, repetindo medidas adotadas desde os apagões registrados em 2023.

Entre 0h e 5h45 desta quinta, os bombeiros atenderam 17 chamadas para quedas de árvores e 10 para desabamentos, sem registros de alagamentos. No transporte aéreo, Congonhas teve 181 voos afetados na quarta e outros 13 cancelados até 6h55 desta quinta. Em Guarulhos, 17 cancelamentos foram registrados no mesmo período, além de 31 pousos alternados no dia anterior.

Fonte: G1

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Apagão

Incêndio em subestação no Paraná provoca apagão que afetou diversos Estados do Brasil

por Redação 14 de outubro de 2025

Um incêndio em subestação no Paraná é apontado pelo Ministério de Minas e Energia como possível causa do apagão que atingiu várias regiões do Brasil na madrugada desta terça-feira (14). Segundo o órgão, as causas ainda estão em investigação, e uma reunião preliminar com os principais agentes do setor será realizada ainda hoje para análise da ocorrência. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) deve apresentar o relatório preliminar até sexta-feira (17).

Algumas concessionárias, como a Enel e a Light, informam que a interrupção de energia foi provocada pelo Esquema Regional de Alívio de Carga, um procedimento automático que corta o fornecimento quando há risco de sobrecarga no Sistema Interligado Nacional, protegendo toda a rede.

O Sistema Interligado Nacional, criado em 1998, conecta usinas hidrelétricas e diversas distribuidoras em todo o país, de forma que falhas localizadas podem afetar múltiplas regiões simultaneamente.

Moradores de ao menos 11 Estados relataram quedas de energia, que variaram de alguns segundos a cerca de 20 minutos. Entre os mais afetados estão São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Amazonas, Minas Gerais e Santa Catarina.

Em São Paulo, cerca de 937 mil clientes foram impactados, especialmente em Santo André, no ABC paulista. No Rio de Janeiro, 450 mil clientes tiveram o fornecimento interrompido em regiões como Complexo da Maré, Ilha do Governador e Baixada Fluminense. Em Pernambuco, aproximadamente 600 mil clientes de 60 municípios ficaram sem luz entre meia-noite e 1h10 da manhã. No Amazonas, bairros de cidades como Manaus e Parintins também sofreram interrupções.

A normalização ocorreu rapidamente em várias localidades: a Enel informou que os clientes paulistas tiveram o serviço restabelecido em oito minutos, enquanto a Light afirmou que a energia voltou após cerca de 30 minutos nas áreas afetadas do Rio de Janeiro.

O incidente evidencia a interdependência do Sistema Interligado Nacional, no qual problemas em uma subestação podem gerar impactos em todo o país.

Fonte: CBN

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Apagão

Presidente da Enel diz que indenização para milhares de moradores de SP que ficaram sem energia será ‘tratada caso a caso’

por Redação 18 de outubro de 2024

A indenização para os milhares de moradores da capital paulista e Região Metropolitana de São Paulo que ficaram quase uma semana sem energia elétrica será tratada caso a caso, afirmou o presidente da Enel, Guilherme Lencastre, durante entrevista à GloboNews nesta sexta-feira (18).

“Com relação à questão da indenização, nós também estamos acelerando o processo de indenização com relação aos danos elétricos e a gente vai analisar caso a caso depois, em relação a outras situações”, afirmou.

“A gente pede que eles [cliente] utilizem os nossos canais de comunicação, façam o requerimento e aí a gente vai tratar caso a caso. A gente precisa identificar o cliente, saber o que aconteceu e fazer análise”, ressaltou.

Ainda conforme o presidente, a empresa está trabalhando para evitar novos danos com a previsão de chuva forte a partir desta sexta-feira (18) na cidade de São Paulo.

“Nós estamos trabalhando já nessa situação. A gente está se preparando com foco, agora, de novo. Primeiro, foco nos clientes que viveram essa situação recente. A gente está vivendo numa situação de normalidade agora, mas a gente também está muito preocupado com a chuva que vem pela frente”, disse.

“O que nós estamos fazendo hoje com relação à previsão que vem hoje de eventos de entre 60 km aproximadamente na região? A gente está mantendo um efetivo muito acima do necessário, em termos de prontidão, mas assim muito acima. Por que? Porque a gente acabou passar por um evento extremo e a rede pode estar realmente precisando de fazer mais alguma manutenção específica onde a gente vai ter uma maior prontidão para o evento que vem, mesmo sendo uma previsão de ventos de menor intensidade”.

Mobilização
Ainda conforme o presidente, a empresa atuou rapidamente na mobilização para atender moradores atingidos pela última chuva do dia 11 de outubro.

O presidente ainda falou sobre o flagrante de dezenas de carros parados no pátio da Enel durante o terceiro dia de apagão.

“Quando nós falamos de 700 equipes, de 1.200 equipes, nós estamos falando durante 24 horas, durante três turnos. Então, você tem equipes trabalhando em torno de 300, 400 equipes, podendo chegar até mais do que isso, mas a somatória de turnos trabalhando durante o dia é o número de equipes que a gente está falando. Isso é a forma como todas as empresas trabalham, porque a gente trabalha 24 horas”.

“É importante a gente dizer o seguinte. No setor de distribuição, a gente trabalha com mais carros do que pessoas nesse momento. Por quê? Quando você faz a troca de turno, se chega um carro, você tem que fazer uma preparação de todo o carro, todo o material do carro. Isso demora. Então, a gente tem um tempo de preparo para a equipe sair. Você consegue reduzir esse tempo de preparo, se você tem mais veículos. Então, o fato de ter mais veículos é uma notícia boa, não é ruim”.

Fonte: G1

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Apagão

Mães tratando câncer e com filhos com paralisia choram ao narrar dramas do 5° dia sem luz em SP: ‘humilhação e dor ao jogar tanta coisa fora’

por Redação 16 de outubro de 2024

No 5° dia de apagão em São Paulo, moradores do Jardim Orly, na Zona Sul da capital paulista, se emocionaram ao falarem das perdas acumuladas com a falta de energia. Passadas mais de 112 horas da chuva de sexta (11), 90 mil imóveis ainda estão no escuro na Grande SP, segundo a própria Enel.

A dona de casa Eliete Alves mora na rua Pedro Germi e chorou ao falar dos mais de R$ 300 perdidos em alimentos que estragaram na geladeira, em virtude da falta de luz.

Eliete Alves tem um filho de 29 anos com paralisia cerebral. Ele frequenta uma escola especial para esse tipo de jovem. O rapaz não consegue frequentar as aulas e faltou todos os dias na escola porque não tem como tomar banho.

“Ele está numa escola muito boa na Av. Cupecê, onde tem fono, fisio e TO. Lá tem luz que eu já liguei. Mas aqui não. Ele é muito pesado e cadeirante. Pra dar banho sem luz precisa esquentar água e é muito trabalhoso. Fiquei esperando a luz voltar e até agora nada”, afirmou.

Já a pensionista Maria Aparecida de Araújo está fazendo tratamento de câncer e vende salgados na frente de uma escola estadual na rua Jenny Lind para sustentar a família.

A escola com mais de 600 estudantes está fechada por falta de energia e, além de perder a clientela que são os alunos, ela ainda perdeu todo o estoque de alimentos usados para fabricar os produtos que vende.

“Dói no meu coração. Eu tenho câncer e luto aqui pra conseguir um dinheiro. Não tenho ganho 1 centavo esses dias. Tá acabando minhas compras, não tenho dinheiro pra comprar porque dependo da vendinha [dos produtos]”, afirmou.

Por causa da chuva de sexta (11), a Escola Estadual Waldemar Rodrigues da Silva Pastor tem uma árvore caída há quase uma semana dentro do estabelecimento.

Os funcionários dizem que já contataram a Prefeitura de SP, a Enel e a secretaria estadual de Educação, mas nenhuma providência foi tomada. As aulas na escola não têm previsão de retorno.

A reportagem constatou também que nas ruas do Jardim Orly há muito lixo acumulado, principalmente com comida estragada. O cheiro é muito forte.

O g1 e a TV Globo procuraram a Prefeitura de SP, a secretaria estadual de Educação e a Enel e aguarda retorno para atualização desta reportagem.

90 mil imóveis ainda no escuro
Moradores da Grande São Paulo completaram mais de 112 horas sem energia na manhã desta quarta-feira (16). Segundo informações da Enel, cerca de 90 mil imóveis ainda seguiam no escuro até as 11h.

De acordo com a Enel, do total, cerca de 7,6 mil se referem a ocorrências registradas no temporal de sexta (11). As cidades e bairros não foram informados.

“As equipes atuam, desde os primeiros momentos da tempestade de sexta-feira, no restabelecimento de energia para os clientes que tiveram o serviço afetado e para aqueles que ingressaram com chamados de falta de luz ao longo dos últimos dias”.

R$ 1,65 bilhão em prejuízos
Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a falta de eletricidade em parte significativa da cidade de São Paulo, que já dura quatro dias, está gerando prejuízos graves aos setores do varejo e de serviços. A perda é estimada em R$ 1,65 bilhão.

Segundo a entidade, os cálculos consideram o faturamento que empresas dos dois setores deixaram de registrar no período e as perdas brutas até essa segunda-feira (14).

Só no varejo, segundo a Fecomércio-SP, os prejuízos são de pelo menos R$ 536 milhões nos três dias em que parte dos agentes do setor ficou sem funcionar na cidade. No caso dos serviços, as perdas somaram R$ 1,1 bilhão.

“Esses dados foram compilados levando em conta que, aos fins de semana, o comércio de São Paulo tende a faturar, em média, R$ 1,1 bilhão por dia, enquanto os serviços têm receitas de R$ 2,3 bilhões”, disse um comunicado da empresa divulgado na madrugada desta terça-feira (15).

“O valor deverá ser maior, porque a empresa responsável pela distribuição de energia, a Enel, ainda não forneceu respostas concretas sobre o retorno do serviço à totalidade dos imóveis que dependem da rede”, completou a Fecomércio-SP.

A Fecomércio afirma que está trabalhando desde sexta (11) para colaborar com os setores mais afetados pelo novo apagão em São Paulo, dialogando com autoridades –como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Prefeitura de São Paulo – e, em paralelo, exigindo que a Enel faça a restauração da distribuição com o máximo de urgência possível.

“Para a FecomercioSP, é inaceitável que a maior metrópole brasileira sofra com constantes cortes de energia, como vem acontecendo nos últimos meses. Pior do que isso, a cidade não pode ficar tanto tempo sem eletricidade em meio a esses episódios”, diz a nota da entidade.

O último apagão a atingir a Região Metropolitana de São Paulo, no fim de 2023, durou uma semana. Segundo a entidade, a falta desse serviço básico acarreta problemas significativos para a população e prejuízos enormes ao empresariado.

“A federação tem apontado à Enel como muitas empresas estão contabilizando perdas econômicas a cada dia sem luz, como mercados, restaurantes, farmácias e lojas do varejo, além de serviços que ficam impossibilitados de operar, já que, além da energia, estão sem acesso à Internet. Sem contar os custos excedentes para estabelecimentos que, diante da situação alarmante, não viram outra opção que não locar geradores, contratar mão de obra extra ou comprar combustíveis para manter dispositivos operando”, declarou.

Mortes e quedas de árvore

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 49 aguardam a atuação da empresa Enel para que as equipes municipais iniciem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Fonte: G1

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Enel executou menos de 1% das podas de árvores em contato com a fiação elétrica em 2024 na cidade de SP, diz sistema da Prefeitura

por Redação 16 de outubro de 2024

Dados obtidos pelo Bom Dia SP, da TV Globo, mostram que a concessionária Enel Distribuição SP, responsável pelo fornecimento de energia na Grande SP, cumpriu menos de 1% das podas de árvores que a própria empresa se comprometeu ao longo do ano de 2024 na capital paulista.

Os números são de um acordo firmado entre a empresa e a Prefeitura de São Paulo, em junho de 2022, onde a companhia se comprometeu a fazer a poda das árvores na cidade que estão em contato com a fiação elétrica.

O termo foi assinado pelo ex-presidente da Enel em SP, Max Xavier – que deixou a concessionária em maio de 2024 – e o secretário de Subprefeituras da gestão Ricardo Nunes (MDB), Alexandre Modonezi.

Pelo sistema da prefeitura, 240 mil pedidos de poda de árvores em contato com a fiação elétrica foram cadastrados no sistema mantido pelas duas partes.

Desse total, apenas 1.730 podas foram feitas. O número significa apenas 0,7% do total de podas cadastradas.

No ano de 2023, o sistema conjunto entre Enel e Prefeitura de SP registra 248 mil podas de árvores cadastradas, mas apenas 7.053 realizadas pela empresa. Total de apenas 2,8% dos pedidos realizados.

Enel nega números
Em entrevista ao telejornal, o diretor de operações da Enel SP – Darcio Dias – disse que os números obtidos pela reportagem diferem dos que a Enel tem, mas não soube dizer quantos foram os serviços executados pela empresa no período.

“A gente não entende de onde de fato vieram esses números. No ano de 2023, em toda a área de concessão, a Enel executou mais de 320 mil podas. Grande parte na cidade de São Paulo e por solicitação dos cidadãos de SP”, afirmou.

“No ano de 2024, até o momento, foram executadas 438 mil podas executadas. Dessas, 160 mil podas no município de São Paulo. A gente tem um convênio, como você bem apresentou, prevê que a gente faça uma solicitação anual das podas que pretendemos realizar. E o que a gente passa são todas as árvores que a gente tem mapeadas e que tem contato com a nossa rede”, completou.

Darcio Dias reconheceu que a empresa, entretanto, que não realizou todas as podas que foram previstas para 2024 na capital paulista.

“Neste momento a gente realizou 160 mil podas no município de São Paulo nesse universo de 230 mil árvores”, declarou. E a gente segue fazendo. Até dezembro a gente vai seguir fazendo e vamos nos aproximar muito de completar 100% do universo que foi solicitado como autorização”, afirmou o diretor da Enel SP ao Bom Dia SP.

Vale lembrar que a Enel é responsável apenas pelas podas de árvores que estão em contato com a fiação elétrica. As demais são de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo.

Fila de 14 mil pedidos na gestão Nunes
Segundo reportagem publicada nesta semana pelo g1, a capital paulista tem uma fila de 13,9 mil pedidos de poda ou remoção de árvores pendentes. No total, 46,7 mil solicitações foram registradas pelo telefone ou aplicativo do serviço 156, o canal oficial de atendimento da Prefeitura de São Paulo.

Os dados abertos são do 1° semestre deste ano e estão disponíveis na plataforma da administração municipal.

A queda de árvores foi um dos principais fatores que levou ao apagão em São Paulo. Segundo a gestão Ricardo Nunes (MDB), candidato à reeleição, desde a noite de sexta-feira (11) foram registradas 386 ocorrências de queda de árvores e galhos.

Até esta segunda-feira (14), somente 40% das remoções foram resolvidas. Nunes responsabilizou a Enel pelos milhares de paulistanos sem luz. (Leia mais abaixo)

Os distritos com maior número de solicitações de poda ou remoção de árvores pendentes estão localizados principalmente na periferia. Confira os bairros com maior fila de espera:

  • Itaquera: 572
  • Pirituba: 476
  • Cidade Líder: 416
  • Perdizes: 400
  • Lapa: 394
  • Vila Curuçá: 379
  • São Domingos: 347
  • Jardim São Luis: 342
  • Jaraguá: 337
  • Itaim Paulista: 331


Segundo os dados do serviço 156 da prefeitura, a Zona Leste é a região com maior número de pedidos abertos, com 4.254 — o equivalente a 30,8%.

Em segunda lugar, está a Zona Norte (25,2%) e, em seguida, a Zona Sul (25,2%) — uma das mais afetadas pelo apagão. Já a Zona Oeste concentra 15,8% das solicitações pendentes, e o Centro, apenas 2,1%.

Em agenda nesta segunda, Nunes disse que 6.000 ordens de serviço estão paradas na cidade por dependerem da Enel para fazer a poda ou a remoção de árvores.

“Quando você tem eventos de aproximadamente 100 km/h, independente da questão de poda ou não, essa árvore está suscetível a queda ou qualquer outro equipamento […] quando essa árvore está em contato com a energia elétrica, é necessário fazer o desligamento da energia para fazer aquele trabalho”, explicou.

Entretanto, no total, há 13,9 mil pedidos de poda de árvores pendentes em toda a capital. Procurada, a gestão municipal não explicou ao g1 o motivo pelo qual as outras 7,9 mil solicitações não foram atendidas até agora.

“O trabalho de zeladoria continua na cidade e já são, até início de outubro deste ano, 132.809 árvores retiradas e podadas (incluindo sábado, domingo e feriados). A Prefeitura ainda aguarda o desligamento de energia por parte da Enel para promover ação de podas em 75 árvores na cidade”, informou a prefeitura.

Responsabilidade da Enel

Após o temporal que deixou mais de 2,1 milhões de imóveis sem energia elétrica na capital e região metropolitana, Nunes responsabilizou a concessionária Enel pelo caos na capital.

“Essas questões [da falta da energia] foram ocasionadas por problemas em 17 estações da Enel, que, inclusive, não ficam na cidade de São Paulo. Foram atingidos aqueles linhões por onde passam a energia que não ficam na cidade”, afirmou o prefeito.

Sobre as árvores 386 que caíram na capital durante o temporal, o emedebista disse que eram “árvores sádias” e que vieram abaixo em razão dos fortes ventos que atingiram a capital.

“Quando você tem ventos de 89 km por hora, você vai observar que são árvores sadias que foram acometidas por essa queda por conta dos fortes ventos. O que a gente precisa ter é o que a gente tem hoje: um plano de contingência. Equipe preparada. Nós temos a nossa equipe, reforçamos a equipe dos bombeiros com a operação delegado, equipamentos e carros. Foi feito no último ano mais de 600 mil cortes e podas de árvores. É continuar dando a manutenção para que a gente possa minimizar”, declarou Nunes.

Fonte: G1

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Apagão

Grande SP tem 100 mil imóveis sem energia na manhã desta quarta-feira, diz Enel

por Redação 16 de outubro de 2024

Moradores da Grande São Paulo completaram mais de 100 horas sem energia na manhã desta quarta-feira (16) Segundo informações da Enel, cerca de 100 mil imóveis ainda seguiam no escuro até as 6h.

De acordo com a Enel, do total, cerca de 7,6 mil se referem a ocorrências registradas no temporal de sexta (11). As cidades e bairros não foram informados.

“As equipes atuam, desde os primeiros momentos da tempestade de sexta-feira, no restabelecimento de energia para os clientes que tiveram o serviço afetado e para aqueles que ingressaram com chamados de falta de luz ao longo dos últimos dias”.

Nesta terça-feira (15), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) se reuniu com prefeitos da região Metropolitana e afirmou, em coletiva de imprensa, que fizeram uma carta pedindo intervenção federal no contrato de concessão da Enel.

A carta foi entregue para Augusto Ribeiro Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Ele é relator na Corte de Contas de dois processos sobre os apagões em áreas de atendimento da empresa no estado.

Um dos processos aborda a postura do governo federal ao cobrar explicações a Enel sobre apagões anteriores.
Em outro, o relator analisa representação do subprocurador-geral do Ministério Público ao TCU, Lucas Rocha Furtado, para apurar omissões da Enel.

“A intervenção na empresa é necessária para que nós [governo e prefeituras] possamos abrir o processo de cada prefeitura para extinção do contrato com a empresa, que já se mostrou incapaz de prestar um serviço de qualidade no Estado de São Paulo”, continua.

Segundo o contrato da Enel, a intervenção pode ser feita em caso de prestação de serviço inadequada, essa intervenção pode ser determinada por decreto do presidente da República.

R$ 1,65 bilhão em prejuízos
Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a falta de eletricidade em parte significativa da cidade de São Paulo, que já dura quatro dias, está gerando prejuízos graves aos setores do varejo e de serviços. A perda é estimada em R$ 1,65 bilhão.

Segundo a entidade, os cálculos consideram o faturamento que empresas dos dois setores deixaram de registrar no período e as perdas brutas até essa segunda-feira (14).

Só no varejo, segundo a Fecomércio-SP, os prejuízos são de pelo menos R$ 536 milhões nos três dias em que parte dos agentes do setor ficou sem funcionar na cidade. No caso dos serviços, as perdas somaram R$ 1,1 bilhão.

“Esses dados foram compilados levando em conta que, aos fins de semana, o comércio de São Paulo tende a faturar, em média, R$ 1,1 bilhão por dia, enquanto os serviços têm receitas de R$ 2,3 bilhões”, disse um comunicado da empresa divulgado na madrugada desta terça-feira (15).

“O valor deverá ser maior, porque a empresa responsável pela distribuição de energia, a Enel, ainda não forneceu respostas concretas sobre o retorno do serviço à totalidade dos imóveis que dependem da rede”, completou a Fecomércio-SP.

A Fecomércio afirma que está trabalhando desde sexta (11) para colaborar com os setores mais afetados pelo novo apagão em São Paulo, dialogando com autoridades –como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Prefeitura de São Paulo – e, em paralelo, exigindo que a Enel faça a restauração da distribuição com o máximo de urgência possível.

“Para a FecomercioSP, é inaceitável que a maior metrópole brasileira sofra com constantes cortes de energia, como vem acontecendo nos últimos meses. Pior do que isso, a cidade não pode ficar tanto tempo sem eletricidade em meio a esses episódios”, diz a nota da entidade.

O último apagão a atingir a Região Metropolitana de São Paulo, no fim de 2023, durou uma semana. Segundo a entidade, a falta desse serviço básico acarreta problemas significativos para a população e prejuízos enormes ao empresariado.

“A federação tem apontado à Enel como muitas empresas estão contabilizando perdas econômicas a cada dia sem luz, como mercados, restaurantes, farmácias e lojas do varejo, além de serviços que ficam impossibilitados de operar, já que, além da energia, estão sem acesso à Internet. Sem contar os custos excedentes para estabelecimentos que, diante da situação alarmante, não viram outra opção que não locar geradores, contratar mão de obra extra ou comprar combustíveis para manter dispositivos operando”, declarou.

Mortes e quedas de árvore

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 49 aguardam a atuação da empresa Enel para que as equipes municipais iniciem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Fonte: G1

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