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Saúde

Saúde

SP apura três casos suspeitos de contaminação por dengue em transfusão de sangue; Ministério analisa mudança de protocolo

por Redação 18 de outubro de 2024

O estado de São Paulo analisa três casos de suspeita de contaminação por dengue em transfusões de sangue.

Apesar de todos os casos ainda serem considerados como investigados, uma unidade hospitalar que tratou um dos três pacientes confirmou ao g1 que registrou uma dengue transfusional no primeiro semestre deste ano, quando o paciente que tinha passado por um procedimento no coração precisou de transfusão, mas não teve o quadro grave da infecção e não sofreu complicação, tendo alta conforme o tratamento clínico.

O g1 apurou que outro caso suspeito é de um paciente que tratava câncer, estava internado e morreu também com dengue.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que os profissionais de saúde devem estar atentos aos pacientes que apresentam quadros febris, náusea/vômitos, dor de cabeça, entre outros sintomas até 15 dias após a transfusão de sangue ou transplante.

O estado emitiu, em julho deste ano, uma nota normativa conjunta com entidades como a Fundação Pró-Sangue, Hemorrede e Central de Transplantes, com orientações aos bancos de sangue quanto a verificação de sintomas aos doadores, “mas informando também que infectados com o vírus da dengue podem não apresentar sintomas no momento da doação, mas estar em período de viremia”.

“Assim, todos os casos suspeitos de transmissão via transfusional ou via transplante devem ser notificados imediatamente para os serviços de vigilância em saúde e para o banco de sangue que forneceu o hemocomponente, para avaliação e investigação do caso e do doador”.

Mudança de protocolo nacional

O Ministério da Saúde analisa uma recomendação de cientistas e pesquisadores brasileiros para a inclusão de um novo método que rastreia a dengue e outros vírus da família flavivírus no sangue de doadores no país. Atualmente, o Brasil testa o material doado para Hepatite B e C, Sífilis, doença de Chagas, vírus HTLV I e I, HIV e Malária.

O g1 teve acesso ao documento que foi entregue à pasta pela Fiocruz, Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, da Sociedade Brasileira de Imunizações e Anvisa nesta semana e apresentou o “PanFlav”, que funciona como um tipo de PCR em tempo real.

“A incorporação de novas tecnologias ao SUS segue um processo definido pela CONITEC, que inclui a análise de evidências científicas robustas e a avaliação da viabilidade técnica e financeira. Além disso, a proposta também passará por análise de Bio-Manguinhos, responsável pelos testes moleculares atualmente fornecidos pelo Ministério da Saúde para a Rede de Serviços de Hemoterapia. Dada a complexidade da medida, ainda não há um prazo definido para a conclusão dessa avaliação e tomada de decisão”, informou em nota.

Morte de motorista
A morte de Silvio Soares, um motorista de ônibus de 44 anos, com dengue enquanto estava internado havia quase um mês em processo de remissão do câncer em um complexo hospitalar na capital paulista é um dos três casos investigados pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE).

A suspeita é a de que ele recebeu hemocomponentes — “produtos” derivados do sangue doado — contaminados com o vírus da dengue. Especialistas ouvidos pelo g1 não consideram que a situação é um erro do hospital ou de equipes envolvidas no tratamento, mas uma situação que ainda está sendo estudada para ser evitada com novos métodos de detecção, como o apresentado ao Ministério da Saúde pelos especialistas.

O g1 apurou que para ser considerado comprovado o caso de dengue transfusional são feitos testes nas amostras do paciente infectado e da “bolsa de sangue” do doador para verificar se os sorotipos de dengue são parecidos.

Na capital paulista, o paciente Silvio Soares tratava mieloma múltiplo, que é um tipo de câncer da medula óssea. Na certidão de óbito dele constam edema no pulmão, o câncer e dengue como causas da morte.

O g1 apurou que o paciente fez um transplante de medula óssea, estava em remissão da doença e precisou de hemocomponentes.

“Depois de 15 dias internado, como ele pegou dengue dentro de um local que é todo fechado, com várias portas de vidro e com ar-condicionado? Ele foi intubado, foi para a UTI e o médico me disse depois que ele morreu com dengue”, contou Zélia Soares Pereira, irmã de Silvio, que morreu em 26 de maio depois de sintomas de dengue.

Silvio tratava o câncer desde outubro do ano passado quando teve o diagnóstico após sentir dores na coluna. “Achava que [a dor] era por causa de um acidente que teve antes”, diz a parente. 

O g1 apurou que, no caso de Silvio, foi identificado, por meio de rastreamento de bolsas de sangue, que um dos doadores do material usado teve dengue no período. Contudo, o caso dele ainda é considerado suspeito sobre a doença ter sido transmitida por meio da transfusão.

Cuidados na doação em SP
O Centro de Vigilância Epidemiológica do estado informou que os doadores de sangue ou órgãos infectados com o vírus da dengue podem não estar com sintomas no momento da doação.

Segundo o CVE, os profissionais de saúde “devem estar atentos aos doadores que apresentam quadros febris, náusea/vômitos, dor de cabeça” até 15 dias após a transfusão de sangue ou transplante.  

Por nota, a Secretaria Municipal da Saúde disse que não foi notificada sobre os três casos apurados em São Paulo.

O Ministério da Saúde ressaltou que os doadores contaminados pela dengue são considerados inaptos por 30 dias após a recuperação clínica completa.

Quem teve dengue hemorrágica só pode doar sangue seis meses após estar totalmente assintomático. Além disso, quem teve contato sexual com pessoas que apresentaram diagnóstico nos últimos 30 dias deverão ser considerados inaptos pelo período de 30 dias, bem como os que fizeram uso de vacinas para dengue deverão aguardar o mês período de um mês.

Novo protocolo
Criado em junho deste ano, um grupo de trabalho formado por pesquisadores da Fiocruz, Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue (ISBT) e Anvisa desenvolveu uma proposta para uma mudança no protocolo que deverá rastrear dengue e outros vírus em doadores de sangue.

A pesquisadora da Fiocruz Rafaella Fortini é uma das pessoas à frente do grupo de trabalho que recomendou o novo teste de sangue.

Segundo Rafaella, a limitação dos métodos atuais de triagem, como as entrevistas antes da coleta, é um obstáculo à identificação precisa de portadores do vírus.

“Também está sendo discutida a viabilidade financeira e a infraestrutura necessária para a implementação dessa tecnologia de rastreio nos hemocentros, sendo que esse teste poderá ser produzido e fornecido pela Fiocruz.”

Essa tecnologia já está desenvolvida e se baseia em um teste molecular para detecção dos vírus nas amostras de sangue e consegue identificar os vírus flavivírus (Quatro sorotipos da Dengue, Zika Vírus, Vírus da febre amarela, Vírus West Nile [Oeste do Nilo] e Vírus da Encefalite de Saint Louis).

‘Sangue no Brasil é muito seguro’
José Eduardo Levi, biólogo, virologista e coordenador do comitê de doenças infecciosas transmitidas por transfusão da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia) comenta que o Brasil é um dos países que mais faz testes no sangue doado.

“O Sangue no Brasil é muito seguro. Depois dos Estados Unidos, somos nós que mais fazemos o teste para agentes infecciosos no mundo. Foi o primeiro país do mundo a testar para malária. É bem controlado isso, tanto é que a gente não tem caso de transmissão transfusional para os agentes que a gente testa.”

A preocupação dos especialistas com a dengue no Brasil é parecida com a situação que viveram os Estados Unidos no início dos anos 2000 com o chamado vírus do Oeste do Nilo, também transmitido por mosquito, aponta Levi.

“Demorou mais ou menos 2 anos para perceberem que esse vírus também era transmitido por transfusão de sangue, e quando transmitido por transfusão de sangue e transplante de órgãos, era bastante agressivo. Começaram a fazer testagem obrigatória para o vírus e fazem até hoje, o Canadá faz também.”

O virologista defende que o país tenha, em breve, ao menos a testagem de grupos específicos que irão receber o material, como pacientes com a imunidade baixa ou aplicados nos momentos de epidemia.

Veja nota da Secretaria da Saúde
“A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo ressalta que os profissionais de saúde devem estar atentos aos pacientes que apresentam quadros febris, náusea/vômitos, dor de cabeça, entre outros sintomas, até 15 dias após a transfusão de sangue ou transplante. São Paulo emitiu, em julho deste ano, uma nota normativa conjunta com entidades como a Fundação Pró-Sangue, Hemorrede e Central de Transplantes, com orientações aos bancos de sangue quanto a verificação de sintomas aos doadores, mas informando também que infectados com o vírus da dengue podem não apresentar sintomas no momento da doação, mas estar em período de viremia. Assim, todos os casos suspeitos de transmissão via transfusional ou via transplante devem ser notificados imediatamente para os serviços de vigilância em saúde e para o banco de sangue que forneceu o hemocomponente, para avaliação e investigação do caso e do doador.

Neste ano, foram notificados três casos prováveis, de transmissão do vírus da dengue por meio de transfusões de hemocomponentes e/ou transplante de órgãos, na capital paulista.”

Veja nota do Ministério da Saúde
“A recomendação da Fiocruz, da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, da Sociedade Brasileira de Imunizações e da Anvisa para a adoção de um novo método de rastreamento de dengue e outros flavivírus no sangue de doadores foi recebida pelo Ministério da Saúde e será devidamente analisada.

A incorporação de novas tecnologias ao SUS segue um processo definido pela CONITEC, que inclui a análise de evidências científicas robustas e a avaliação da viabilidade técnica e financeira.

Além disso, a proposta também passará por análise de Bio-Manguinhos, responsável pelos testes moleculares atualmente fornecidos pelo Ministério da Saúde para a Rede de Serviços de Hemoterapia. Dada a complexidade da medida, ainda não há um prazo definido para a conclusão dessa avaliação e tomada de decisão.”

Fonte: G1

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Saúde

Menino de 4 anos morre em UPA da Zona Leste de SP; família aponta demora e falha no atendimento médico

por Redação 3 de maio de 2024

Uma criança autista de quatro anos morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste de São Paulo, na noite desta quinta-feira (2).

A família acusa a unidade de demora e falhas. Ele foi levado três vezes ao local. Em todas, apesar de ser paciente prioritário, ficou mais de cinco horas para conseguir atendimento.

De acordo com parentes, o menino foi levado ao PS com sintomas de dengue, mas nenhum exame foi realizado na primeira vez.

Ele foi diagnosticado por uma médica com inflamação na garganta, que prescreveu o uso de antibiótico.

O quadro se agravou e a família procurou novamente a UPA. Deste vez, foi feito o teste e ele positivou para a dengue.

A criança recebeu uma medicação venosa e morreu em seguida. Os pais relataram à TV Globo que começaram a notar que o filho estava ficando roxa e correram em busca de um médico.

O profissional encontrado, porém, disse que não poderia ajudar pois estava atendendo outro paciente.

Depois do ocorrido, os pais notaram que Heitor estava começando a fechar os olhos e, com isso, invadiram uma sala médica dizendo que o filho estava morrendo.

Pelo menos cinco médicos correram para tentar salvar o menino, mas não conseguiram e a criança morreu.

A família registrou boletim de ocorrência no 64º DP.

Em nota, a prefeitura se diz indignada com o caso e que vai fazer uma investigação rigorosa sobre o atendimento prestado ao menino. No texto, a gestão municipal lamenta e diz que seque à disposição da família.

Fonte: G1

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Saúde

91 dos 96 distritos de São Paulo enfrentam epidemia de dengue; cidade registra mais de 180 mil casos da doença em 2024

por Redação 18 de abril de 2024

91 dos 96 distritos da cidade de São Paulo enfrentam epidemia de dengue, segundo o último boletim de arboviroses divulgado na última segunda-feira (15).

Para configurar “situação de epidemia”, o número de casos confirmados por 100 mil habitantes deve passar de 300. O maior índice foi registrado no Jaguará, na divisa das zonas Norte e Oeste, com 8.497,8 casos a cada 100 mil pessoas.

Os distritos República, Jardim Paulista, Moema, Saúde e Vila Mariana são as únicas que ainda não se enquadram na epidemia.

Os casos da doença na capital somam os 181.025: 29,4% do total do estado.

De acordo com o painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde (SES), 49 pessoas morreram de dengue neste ano.

Na última semana, a gestão municipal divulgou a ampliação da campanha de vacinação da doença para todos os postos de saúde da cidade. Antes disso, apenas as regiões mais afetadas recebiam doses do imunizante.

O público-alvo são crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme definido pelo Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde. A capital recebeu um total de 177.679 doses do imunizante do governo federal.

Para receber o imunizante, a criança precisa estar acompanhada de um responsável, portando documento de identidade, cartão de vacina e comprovante escolar ou de residência.

A criança também não pode ter sido diagnosticada com dengue nos últimos seis meses.

Dengue no estado
O estado de São Paulo já registra 312 óbitos causados pela dengue neste ano e investiga outras 643 mortes.

Ao todo, mais de 600 mil casos da doença já foram confirmados no território paulista. Desses, 780 são considerados graves.

Cuidados contra a dengue
Evite qualquer reservatório de água parada sem proteção em casa. O mosquito pode usar como criadouros grandes espaços, como caixas d’água e piscinas abertas, até pequenos objetos, como tampas de garrafa e vasos de planta.

Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. Isso vale para qualquer recipiente com água.

Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública. Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo. Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum. Seque as áreas que acumulem águas de chuva. Tampe as caixas d’água.

Fonte: G1

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Saúde

Campanha de vacinação contra gripe em SP começa nesta segunda-feira (25)

por Redação 22 de março de 2024

O Governo de São Paulo inicia nesta segunda-feira (25) a campanha de vacinação contra a gripe — doença provocada pelo vírus influenza. A ação acontece nos 645 municípios paulistas até o dia 5 de maio e visa ampliar a cobertura vacinal contra a gripe para 18,1 milhões de pessoas de grupos prioritários como crianças de até seis anos, gestantes, professores do ensino básico e idosos.

Com a chegada do outono, há maior prevalência das doenças respiratórias como rinite, sinusite, gripes e resfriados. A diretora do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) da Secretaria de Estado da Saúde, Tatiana Lang D’Agostini, explica que a mudança de estação propicia o aumento de casos e a vacinação pode prevenir esse cenário.

“Esse período acentua as doenças respiratórias agudas, por isso, para evitar a proliferação do vírus, é fundamental adotar as medidas de prevenção e se imunizar”, afirmou a especialista, que também destaca a necessidade de ampliação da imunização.

“Em 2023, tivemos uma cobertura de 53% em todo estado. A meta para essa campanha, é que ela supere os números do ano anterior, fazendo com que o máximo de pessoas estejam imunizadas”, acrescentou.

O CVE recebeu do Ministério da Saúde mais de 1,7 milhões de doses da vacina contra o vírus influenza. A distribuição para os GVE (Grupos de Vigilância Epidemiológica) foi feita nos dias 19 e 20 de março.

Vacina 100 Dúvidas
O Governo de São Paulo criou o portal “Vacina 100 Dúvidas” com as perguntas mais frequentes sobre vacinação nos buscadores da internet. A plataforma esclarece questões como efeitos colaterais, eficácia das vacinas, doenças imunopreveníveis e quais os perigos ao não se imunizar. O acesso está disponível no link.

Confira a lista completa dos grupos prioritários de vacinação:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade
  • Profissionais de saúde
  • Gestantes
  • Puérperas
  • Professores do ensino básico e superior
  • Povos indígenas
  • Quilombolas
  • Idosos com 60 anos ou mais de idade
  • Pessoas em situação de rua
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
  • Pessoas com deficiência permanente
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso
  • Trabalhadores portuários
  • População privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e jovens que cumprem medidas socioeducativas

Fonte: r7

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Saúde

Governo de São Paulo decreta emergência para dengue no estado

por Redação 5 de março de 2024

O Governo de São Paulo decretou estado de emergência para a dengue. A decisão foi tomada nesta terça-feira (5) pelo COE (Centro de Operações de Emergências), coordenado pela Secretaria estadual de Saúde. Até o momento, o estado registrou 31 mortes confirmadas pela doença. O total de pessoas infectadas chega a 138.259.

A medida ocorre após São Paulo atingir 311 casos confirmados da doença para cada grupo de 100 mil habitantes.

O estado de emergência se caracteriza pela iminência de danos à saúde e aos serviços públicos. Estados em situação de emergência podem ter acesso a recursos federais disponibilizados para ações de resposta ao cenário.

Na capital paulista, duas mortes foram registradas, e o número de bairros em epidemia mais que dobrou em uma semana. Já são 15 regiões nesta situação.

Para tentar combater o crescimento, a prefeitura de São Paulo começa a usar nesta terça uma nova tática: drones que acessam locais onde agentes não podem entrar.

Na última sexta-feira (1º), o estado realizou o “Dia D de Mobilização Estadual” contra a dengue. A estratégia reforçou as ações de prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, com ações para conscientizar a população sobre a doença.

O evento teve a participação dos secretários estaduais da Saúde, Educação, além de representantes da Defesa Civil, com reforço do Exército Brasileiro e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde.

Casos no Brasil
O Brasil registrou 170 mil novos casos e 20 mortes causadas por dengue durante o fim de semana. Segundo o Ministério da Saúde, desde o começo do ano, foram 1.212.263 casos e 278 mortes confirmadas, sendo que outras 744 seguem em investigação. O coeficiente de incidência é de 597 casos por 100 mil habitantes.

O Distrito Federal é a região com a maior incidência no país, seguido por Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Goiás. A faixa etária mais acometida é a de 30 a 39 anos, seguida por aqueles que têm entre 40 a 49 e 50 a 59. Mulheres são as mais infectadas pela dengue (55,5%).

Fonte: r7

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Saúde

11% das doses de vacina contra a dengue distribuídas foram aplicadas nas primeiras semanas da campanha

por Redação 4 de março de 2024

Desde o início da campanha de vacinação contra a dengue, em 9 de fevereiro, apenas 11% das doses distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios foram aplicadas no público-alvo da campanha.

Foram distribuídas 1.235.236 doses da vacina até o dia 1º de março para 521 municípios de regiões endêmicas do país. Até o fim do domingo (3), o balanço apontava 135.599 doses foram aplicadas do público-alvo, que são as crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos.

“Tem a ver com a distribuição de chegada nos estados, nos municípios, nos postos, a comunicação. Não se tem uma adesão imediata, em geral, numa distribuição ainda tão fracionada desse jeito, como foi, para um foco, para um público tão específico”, comentou Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

De acordo com os dados do painel de monitoramento das arboviroses, do Ministério da Saúde, o Brasil passou de 1 milhão de casos (prováveis e confirmados) de dengue neste ano. Foram 1.038.475 nos dois primeiros meses do ano. No mesmo período do ano passado, o Brasil tinha 207.475 casos.

Até o momento, 256 mortes foram confirmadas e 651 seguem em investigação. Em 2023, foram 149 mortes entre as semanas 1 e 8.

Das mortes registradas até o dia 27 de fevereiro, 42% foram pessoas de mais de 70 anos e, 10%, as vítimas tinham entre 30 e 39 anos.

O Ministério da Saúde afirma que “está em constante monitoramento e alerta para o aumento de casos de dengue no Brasil, coordenou uma série de ações para o enfrentamento das arboviroses, intensificou os esforços e reforçou a conscientização sobre medidas de prevenção”.

O Ministério recebeu, ao todo, 6,5 milhões de doses para atender ao público-alvo com um esquema vacinal em duas doses, que serão distribuídas aos municípios selecionados de forma progressiva, ao longo dos próximos meses.

Baixa adesão no Rio
Na cidade do Rio de Janeiro, apenas 26,7%, ou cerca de uma em cada quatro, das 140 mil crianças de 10 e 11 anos, foram vacinadas contra a dengue, até agora.

A vacina contra a dengue é destinada ao público de 10 a 14 anos. Nesta faixa etária, a Secretaria Municipal de Saúde da cidade prevê vacinar 354 mil pessoas, no total.

No momento, crianças de 10 e 11 anos estão sendo vacinadas, mas apenas 37,5 mil receberam o imunizante contra a dengue na capital fluminense.

A baixa adesão à vacina ainda preocupa autoridades. A vacinação na cidade está ocorrendo por fases e vai atingir o público até 14 anos.

O calendário na capital foi ampliado, e atualmente estão podendo ser vacinadas crianças de 10 e 11 anos. As demais fases serão anunciadas nos próximos dias. A vacina está disponível em todas as 238 unidades de atenção primária do município do Rio.

Epidemia no Rio
O Rio de Janeiro vem sofrendo com a atual epidemia de dengue em todo o estado. Somente na capital e na Baixada Fluminense, o número de casos é 20 vezes maior que o esperado para esta época do ano.

Em todo o estado, já são 14 mortes por complicações da dengue. Ao todo, mais de 80 mil casos (84.861). 2.556 pessoas estão internadas em unidades públicas do estado, em tratamento. A incidência da dengue é de 529 casos a cada 100 mil habitantes no estado.

Os dados são do painel de arboviroses do Centro de Inteligência em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde. Em 2023, o estado registrou 51.436 casos e 36 mortes pela doença.

O aumento dos casos de dengue levou o governo estadual a decretar epidemia no Rio de Janeiro.

Na cidade do Rio já são 46.409 casos de dengue e duas mortes confirmadas. A incidência da doença é de 734,27 casos a cada 100 mil habitantes.

O infectologista Renato Kfouri avalia que é necessário capacitar os profissionais de saúde e promover assistência adequada para quem adoeceu.

”O desafio é investir na atenção dos indivíduos doentes, orientar os sinais de alerta, ter testes, ter hospitais, ter leitos, ter tudo disponível para a gente minimizar o dano desse ano, que já está posto. E é lógico, as estratégias de longo prazo, o controle de mosquito, de vetor, mais vacinas”, finaliza.

Fonte: G1

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Saúde

Cidade de São Paulo registra 16 mil casos prováveis e uma morte por dengue em menos de dois meses

por Redação 26 de fevereiro de 2024

A cidade de São Paulo registrou 16.001 casos prováveis de dengue e uma morte em menos de dois meses, segundo informações da Secretaria Municipal da Saúde. Outros 19 óbitos seguem em investigação pela pasta, que notifica o maior número de casos desde 2015. Até então, o ano tinha sido o pior da capital do estado, com 7,8 mil casos prováveis até a semana epidemiológica número 8.

Comparando ao mesmo período do ano passado, quando a cidade notificou 1,3 mil casos nas primeiras oito semanas do ano, o aumento chega a ser de 1.103%. A Secretaria de Municipal de Saúde diz que intensificou as ações de combate ao mosquito, com aumento em seis vezes do número de agentes que atuam nas ruas — o quantitativo passou de 2 mil para 12 mil profissionais.

Somente este ano, a pasta realizou 2,1 milhões de ações de combate à dengue na cidade, como visitas casa a casa, vistorias a imóveis, ações de bloqueios de criadouros e nebulizações.

A Secretaria também encaminhou, na última terça-feira (20), um novo ofício ao Ministério da Saúde reforçando o pedido de receber doses da vacina para proteger os moradores. Ao todo, a pasta já encaminhou três documentos ao Ministério: o primeiro em 30 de janeiro e o segundo em 6 de fevereiro. O Ministério da Saúde registrou o recebimento, mas ainda não emitiu posicionamento para prefeitura.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o estado de São Paulo está em oitavo lugar das unidades da federação com maior incidência de casos por 100 mil habitantes do país, com 285 casos por 100 mil. A unidade federativa fica atrás do Distrito Federal (com 2.983 casos por 100 mil habitantes); Minas Gerais (1.309 casos por 100 mil habitantes); Acre (799 casos por 100 mil habitantes); Espírito Santo (706 caso por 100 mil habitantes); Paraná (666 casos por 100 mil habitantes); Goiás (665 casos por 100 mil habitantes); e Rio de Janeiro (355,2 casos por 100 mil habitantes).

Mais de 150 mortes
Em todo o país, foram registrados 762 mil casos prováveis de dengue, com 150 mortes confirmadas e outras 523 em investigação. A vacina contra a dengue está sendo enviada aos poucos pelo Ministério da Saúde para 521 municípios, que atendem aos critérios de mais de 100 mil habitantes; alta incidência de casos; e predominância da dengue tipo 2.

Nesta semana, O Ministério informou que vai enviar doses de vacinas contra dengue para mais 29 municípios nos próximos dias. O novo lote vai completar a lista de 521 municípios selecionados para receber as doses até a primeira quinzena de março. Até o momento, 492 cidades já receberam os imunizantes.

A vacinação contra a dengue começou neste mês e é destinada à aplicação em crianças de 10 e 11 anos. Até o fim deste ano, a vacinação com a Qdenga, nome comercial do imunizante, será ampliada para adolescentes de 12,13 e 14 anos que moram nas regiões dos municípios.

Fonte: r7

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Saúde

Governo de SP anuncia plano de ações contra a dengue de R$ 200 milhões após aumento de casos no estado

por Redação 6 de fevereiro de 2024

O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira (6) um plano de ações contra a dengue no estado com investimento de mais de R$ 200 milhões no combate à doença.

Segundo o governo paulista, os recursos serão disponibilizados diretamente aos 645 municípios paulistas, para que eles possam investir em ações emergenciais de combate ao mosquito que transmite a doença.

Em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, o governador em exercício, Felício Ramuth (PSD), também anunciou a criação de um Centro de Operações de Emergências (COE) com a participação de oito secretarias e a Defesa Civil estadual para monitorar as ações contra o avanço da dengue no estado.

O COE é alimentado em tempo real com dados sobre a doença mostram que os casos confirmados continuam em alta, segundo as informações da Secretaria Estadual da Saúde (SES).

Nas primeiras quatro semanas de janeiro de 2024, foram registrados 19.243 casos da doença, contra 13.033 registros no início de 2023 em todo o estado.

Capital
Nesta terça (6), a Prefeitura de São Paulo realizou uma operação com a ajuda de um drone para mapear e pulverizar áreas de proliferação do mosquito aedes aegypti em Itaquera, na Zona Leste, região onde se concentra o maior número de casos confirmados da doença na cidade.

Vacina contra dengue
No final do mês passado, o governo já havia dito que a vacina contra a dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan, deve ser apresentada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em setembro para que a produção comece no ano que vem.

A vacinação com o imunizante estrangeiro, comprado pelo Ministério da Saúde, começa em fevereiro, mas em apenas 11 cidades do Alto Tietê, já que não há doses suficientes para todo o estado.

A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS) enviou no dia 30 de janeiro um ofício à ministra da Saúde, Nísia Trindade, solicitando o envio imediato de doses do imunizante contra a dengue para a capital paulista.

Também no final de janeiro, o Ministério da Saúde divulgou a lista dos cerca de 500 municípios brasileiros que receberão doses do imunizante num primeiro momento para vacinação do público-alvo, da faixa entre 10 e 14 anos. A cidade de São Paulo ficou de fora dessa relação.

Casos mais que quadruplicaram no início do ano
Somente nas três primeiras semanas de 2024, o número de casos confirmados de dengue no município mais do que quadruplicou em relação ao mesmo período do último ano. De acordo com dados da prefeitura, foram 1.792 casos registrados, contra os 443 do ano anterior

Em todo o estado paulista, apenas 11 cidades foram incluídas na lista de envio do ministério, todas da região de saúde do Alto Tietê (veja lista abaixo). Como o imunizante ainda é de acesso limitado, especialistas dizem que conter a proliferação do mosquito Aedes aegypti segue sendo a melhor forma de prevenção da dengue.

Doses limitadas
O imunizante adquirido pelo Ministério da Saúde é produzido pelo laboratório japonês Takeda. Por conta da baixa capacidade de produção das doses, o governo brasileiro estabeleceu critérios para selecionar os municípios que terão prioridade no recebimento da vacina. Eles são:

Cidades de grande porte, com mais de 100 mil habitantes, e alta taxa de transmissão de dengue do tipo 2;
Municípios próximos a esses, pertencentes às mesmas “regiões de saúde”.
O ciclo vacinal contra a dengue é composto por duas doses, separadas por um intervalo de três meses. O público-alvo da campanha foi definido com base nos índices de internação pela doença nos últimos cinco anos. Segundo o ministério, a faixa etária que concentrou o maior número de hospitalização no período é de pessoas entre 10 e 14 anos.

Fonte: G1

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Saúde

Alesp aprova projeto de Tarcísio para anistiar multas pelo não uso de máscara na pandemia; governo deixará de arrecadar R$ 73 milhões

por Redação 18 de outubro de 2023

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, na tarde desta terça-feira (17), o Projeto de Lei 1.245, que prevê anistiar as multas pelo descumprimento de uso de máscara durante a pandemia da Covid-19.

A proposta recebeu 52 votos a favor, 26 contrários, e duas abstenções. A oposição ao governo Tarcísio votou contra à anistia.

As autuações somam R$ 73 milhões em penalidades a serem pagas aos cofres públicos. Com a medida, o governo abre mão do recebimento de tais recursos. O projeto foi proposto pela gestão estadual e enviado à Alesp no dia 16 de agosto.

Em seu voto, a deputada Mônica Seixas (PSOL) afirmou que “o dinheiro daria para ser investido na saúde onde até hoje tem gente esperando para ser operado.”

“Tatiana Ferreira que está esperando uma cirurgia de amígdalas para a filha de 4 anos está fazendo uma vaquinha online. Além disso, 11 pessoas morreram na fila por atendimento médico em Taboão. Teve ainda a senhora que ficou esperando exames para diagnosticar um câncer, no dia que chegou o resultado ela morreu. Esse dinheiro poderia ser usado para diminuir a fila do SUS pós Covid”.

O deputado Gil Diniz (PL), conhecido como “carteiro reaça”, e membro da base aliada, ironizou as vítimas da pandemia e afirmou que ao votar “sim” pela anistia às multas, ele votava pelas “vítimas da Covid”.

As máscaras foram utilizadas para evitar a propagação do coronavírus, foram recomendadas pela OMS, e se tornaram obrigatórias no estado de São Paulo.

A aprovação beneficiará 11 mil pessoas que foram multadas no estado, dentre elas, ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), padrinho político do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O ex-presidente está inscrito na dívida ativa do estado com mais de R$ 1 milhão. Desse total, R$ 913 mil foram depositados em juízo. Com isso, ele se beneficia da decisão.

Além dele, outros sete políticos bolsonaristas que descumpriram a lei paulista durante o período de restrição ficarão livres da multa .

Entenda o projeto
A proposta de anistia foi inserida em forma de “jabuti” em um projeto de lei (PL 1245/2023) que trata da cobrança de impostos e multas inscritas na dívida ativa dos estado, aprimorando as funções da Procuradoria Geral do Estado no resgate desses débitos.

O projeto também concede descontos nas multas para contribuintes e empresas devedoras e interessados em saldas as dívidas.

“Jabuti”, no jargão político, é uma matéria estranha ao tema principal que é incluída em um projeto de lei em processo de aprovação no Legislativo.

A proposta do governador tem 37 artigos no total, mas apenas um – o artigo 36 – trata da anistia das multas pelo não uso das máscaras.

O que diz o governo
Na justificativa do projeto enviado à Alesp, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) argumenta que “a manutenção das penalidades aplicadas em decorrência de obrigações impostas para a prevenção e enfrentamento da pandemia de COVID-19 não mais condiz com o fim dos estados emergenciais de saúde pública e acaba por sobrecarregar a administração com o gerenciamento de processos administrativos e de cobranças de multas sem finalidade arrecadatória”.

“Além de gerar um alto custo de processamento de milhares de débitos (a maioria de pequeno valor), a manutenção da cobrança das multas, quando já superamos a fase mais crítica da doença, também não contribui para o desenvolvimento social e econômico do Estado, podendo a continuidade das cobranças dar ensejo à inscrição em dívida ativa, levar o título a protesto, à cobrança judicial e até mesmo à negativação do cidadão ou da empresa devedora, agravando ainda mais a situação financeira dessas pessoas”, diz o texto assinado pelo secretário Eleuses Paiva, da SES.

Dívidas de Bolsonaro passam de R$ 1 milhão
O nome de Jair Bolsonaro (PL) aparece com R$ 1.062.416,65 na dívida ativa do estado de São Paulo pelo não pagamento de multas por falta de máscara durante a pandemia. O maior valor é de R$ 425,8 mil, e o menor, de R$ 774,62.

Em junho, a Justiça de SP autorizou o bloqueio de mais de R$ 500 mil em razão dos débitos. São sete ocorrências da Secretaria da Saúde registradas entre agosto de 2021 e junho de 2022.

Em agosto, a defesa dele fez um depósito em juízo de R$ 913,3 mil para saldar os débitos, mas o nome dele ainda consta no cadastro de inadimplentes do governo paulista.

Fonte: G1

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Saúde

Fotógrafa e influenciadora: quem era a mulher que morreu após realizar procedimento estético

por Redação 16 de outubro de 2023

Fotógrafa de casamentos, influenciadora digital, produtora, diretora de comunicação do Cosmopolitano Futebol Clube e mãe. São várias as funções e adjetivos que definem Roberta Correa, de 44 anos, que morreu na sexta-feira (13) após passar por um procedimento estético em uma clínica de Cosmópolis, no interior de São Paulo.

Roberta compartilhava com mais de 15 mil seguidores o dia a dia do trabalho e seus registros fotográficos de cerimônias de casamento, ensaios de noivos, festas de debutantes e até shows.

Nas redes sociais, o Cosmopolitano Futebol Clube lamentou a morte de Roberta e definiu a fotógrafa como altruísta, generosa e companheira.

“Sua personalidade alegre construía amizades verdadeiras e tornava maravilhosa a convivência. De conduta exemplar, inspirava-nos a todos”, afirma o comunicado.

Em setembro, ela participou do podcast Decolando Talk, no qual contou que também já trabalhou como professora de balé e jazz. Ela chegou a ter mais de 150 alunos em um projeto social.

Além da fotografia, a influenciadora já dividiu outro amor com os seguidores: o futebol. Roberta era palmeirense e chegou a participar de um jantar, no ano passado, que reuniu diversos torcedores.

Causa da morte

Na última segunda-feira (9), Roberta foi até uma clínica particular realizar uma endolaser, técnica que usa laser para remover gorduras localizadas e diminuir a flacidez.

Segundo familiares da vítima, ela se sentiu mal e convulsionou após tomar a anestesia. O irmão da fotógrafa ainda contou à polícia que a profissional responsável pelo procedimento não soube qual medida tomar diante da reação da mulher, tendo apenas aguardado a melhora de Roberta.

Como a vítima continuou a passar mal, ela foi socorrida pelo resgate e encaminhada à Santa Casa de Misericórdia da cidade. Chegando à unidade, foi levada para a UTI (unidade de terapia intensiva), onde foi entubada.

Nesta sexta-feira (13), a fotógrafa não resistiu e morreu. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o caso foi registrado como morte suspeita e homicídio pela Delegacia de Cosmópolis.

A Prefeitura de Cosmópolis lamentou a morte, nas redes sociais, e enviou condolências aos familiares e amigos da vítima.

O corpo de Roberta será velado no salão da Secretaria Municipal de Cultura, a partir das 19h deste domingo (15). O sepultamento ocorrerá na segunda (16), no Cemitério Municipal da Saudade.

Fonte: r7

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