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Categoria:

Segurança

Cracolândia

MP denuncia à Justiça GCMs e ex-agentes de SP suspeitos de formação de milícia na Cracolândia

por Redação 15 de agosto de 2024

O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta quinta-feira (15) dois guardas-civis metropolitanos da cidade de São Paulo e outros dois ex-agentes por suspeita de participação em milícia que atuava na região da Cracolândia, no Centro de São Paulo.

O ex-agentes e ex- agentes são acusados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/Núcleo Capital) de formação de “milícia particular para a prática de crimes de concussão contra comerciantes da região central da cidade”.

Outros três agentes e um ex-agente foram denunciados por comércio ilegal de armas.

Foram apresentadas denúncias contra:

Elisson de Assis – ex-GCM – denunciado por atuação em milícia
Tiago Moreira da Silva – GCM – denunciado por atuação em milícia
Antônio Carlos Amorim Oliveira – GCM denunciado por atuação em milícia
Renata Oliva de Freitas Scorsafava – GCM – denunciado por atuação em milícia
Rubens Alexandre Bezerra – ex-GCM, denunciado por comércio ilegal de armas
Edno Souza da Silva – GCM – denunciado por comércio ilegal de arma
Ednaldo de Almeida passos – GCM denunciado por comércio ilegal de arma
Odair José Gonçalves Rodrigues – ex-GCM – denunciado por comércio ilegal de arma
Rubens Bezerra, Elisson de Assis, Antônio Carlos e Renata Scorsafava estão presos.

Segundo a denúncia, eles “exigiram, para si, direta ou indiretamente, em razão da função de guardas-civis metropolitanos, vantagem indevida consistente em ‘taxa de proteção’ ou ‘segurança privada’ de comerciantes da região central da cidade”.

Através das investigações, os promotores descobriram que os guardas recebiam dinheiro dos comerciantes através de depósito na própria conta ou nas de parentes e terceiros.

“A tese acusatória se respalda nos dados referentes ao Relatório de Inteligência Financeira (RIF) nº 107933.7.212.13047, produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), que apontou diversas operações financeiras atípicas, as quais, somadas aos elementos de informação produzidos no presente procedimento, constituem indícios suficientes do crime de lavagem de bens, direitos e valores de origem ilícita, notadamente as atividades ilícitas de constituição de milícia e concussões”, disse o documento do Gaeco.

O g1 procurou o Comando da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e a Prefeitura de São Paulo, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Operação Salus et Dignitas

Os quatro guardas municipais tinham sido alvo, em 06 de agosto, de uma megaoperação do Gaeco que desmantelou uma rede de crimes na região Central, incluindo ação de guardas e criminosos associação à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Operação Salus et Dignitas cumpriu 117 mandados de busca e apreensão na capital paulista em endereços ligados aos investigados.

Na época, a Justiça também havia expedido 46 mandados de sequestro e bloqueio de bens e de suspensão de atividade econômica de 44 prédios comerciais.

Mais de R$ 155 mil em espécie foram apreendidos na ação, 122 celulares, 23 computadores, 78 veículos e 96 HDs, USBs e pendrives.

No mesmo dia da operação, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse que a gestão municipal “desconhece milícia” na capital após a operação que prendeu guardas-civis municipais suspeitos de serem milicianos na Cracolândia.

Como funcionava o esquema

Em um ano de investigação, promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e policiais identificaram que a quadrilha se dividia em cinco grupos de atuação na Cracolândia:

Ferros-velhos: empresários são suspeitos de explorar mão de obra de dependentes químicos. Os usuários furtavam fios de energia da rede pública, deixando semáforos e postes sem luz, e trocavam o cobre presente neles por drogas. Nesses locais foram encontradas crianças e adolescentes participando desse comércio irregular.
Milícia de GCMs: GCMs, policiais militares e policiais civis são suspeitos de se articularem numa milícia para extorquir dinheiro de comerciantes em troca de proteção. De acordo com a investigação, o grupo chegou a conseguir cerca de R$ 6 milhões em propina no período de quase um ano.
Receptação de celulares: comerciantes libaneses são suspeitos de montarem um esquema de receptação de celulares roubados e furtados e depois revender as peças. Os celulares eram levados a eles por grupos criminosos como as ‘gangues da bicicleta’ (que usam as bikes para fugir depois de roubar e furtar telefones de pedestres).
Hotéis e hospedarias: rede de hotéis e hospedarias mantida pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) que servem para armazenar drogas e abrigam até “tribunais do crime” (julgamentos internos da facção criminosa feitos por seus membros). Dentro desses locais, segundo a investigação, ocorre a exploração sexual de mulheres que são obrigadas a se prostituir para comprar drogas. Há denúncias da presença de menores de 18 anos de idade sendo exploradas. Um dos imóveis é conhecido como ‘prédio do sexo’, onde ocorre a exploração da prostituição. Não é crime pessoas maiores de idade se prostituírem, mas explorar a prostituição é. Outros prédios já eram conhecidos da polícia por abrigarem celulares roubados e furtados. Os imóveis chegaram a ser chamados de ‘ninhos de celulares’.
Favela do Moinho: a comunidade erguida ao lado da linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) se tornou uma base do PCC. Dali saem as ordens para a tráfico de drogas na Cracolândia. A favela também serve como depósito de armas e drogas. Segundo a investigação, criminosos usavam um detector de radiofrequência para ouvir as conversas operacionais da PM e, desse modo, se anteciparem às operações. Para terem controle da comunidade realizavam “tribunais do crime”, nos quais membros da facção e até moradores que descumprissem regras internas poderiam ser punidos.

Fonte: G1

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Segurança

Operação na Cracolândia mira GCMs suspeitos de participação em milícia e traficantes investigados por venda de armas

por Redação 6 de agosto de 2024

Forças de segurança e autoridades iniciaram nesta terça-feira (6) uma operação na Cracolândia, região conhecida pela venda e pelo consumo de drogas no Centro de São Paulo.

A ação tem como alvo prender três guardas-civis metropolitanos e um ex-agente da Guarda Civil Metropolitana (GCM) suspeitos de integrarem uma milícia, deter dois traficantes de drogas investigados por venda de armas. Um funcionário de uma empresa de comunicação também é procurado para ser preso.

Até a última atualização desta reportagem, cinco dos sete alvos foram presos (saiba mais abaixo quem são).

A investigação apura se a milícia da qual os agentes e o ex-agente da GCM são suspeitos de fazer parte de um grupo criminoso que tem extorquido dinheiro de comerciantes da região. Investiga ainda se o casal de traficantes está praticando também venda ilegal de armas. E apura a denúncia de que o funcionário da empresa de comunicação vendia aparelhos que reproduziam as conversas de policiais, alertando assim os criminosos (leia mais abaixo).

A Operação Salus et Dignitas, iniciada por volta das 9h, é realizada em conjunto por Ministério Público (MP), Receita Federal, Polícia Militar (PM), Polícia Civil, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Ministério do Trabalho e Emprego.

5 presos
Cinco dos sete alvos da operação foram presos pela força-tarefa até às 12h desta terça. São eles:

Leonardo Moja, o “Léo do Moinho”: apontado como um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na Favela do Moinho, na região da Cracolândia. Em 2021 ele já havia sido preso pela polícia em Praia Grande, litoral paulista, por suspeita de homicídios, mas foi solto depois.
Janaína da Conceição Cerqueira Xavier: suspeita de traficar drogas.
Antonio Carlos Amorim Oliveira: GCM suspeito de participar de esquema de extorsão de comerciantes.
Renata Oliva de Freitas Scorsafava: GCM suspeito de participar de esquema de extorsão de comerciantes.
Valdecy Messias de Souza: funcionário de uma empresa de comunicação suspeito de vender aos criminosos aparelho que dava acesso à frequência de rádio das polícias.
A reportagem tenta entrar em contato com as defesas dos investigados. Além desses presos, outras cinco pessoas foram detidas na operação desta terça: três delas por flagrantes de crimes e dois por averiguação por suspeitas criminais.

A operação pretende cumprir 117 mandados de busca e apreensão na capital paulista em endereços ligados aos investigados. A Justiça também expediu 46 mandados de sequestro e bloqueio de bens e de suspensão de atividade econômica de 44 prédios comerciais.

“Além da perda da licença, os imóveis serão lacrados pelas autoridades municipais para garantir que a atividade ilícita não volte a acontecer no local”, informa nota da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Como funcionava o esquema

Em um ano de investigação, promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e policiais identificaram que a quadrilha se dividia em cinco grupos de atuação na Cracolândia:

Ferros-velhos: empresários são suspeitos de explorar mão de obra de dependentes químicos. Os usuários furtavam fios de energia da rede pública, deixando semáforos e postes sem luz, e trocavam o cobre presente neles por drogas. Nesses locais foram encontradas crianças e adolescentes participando desse comércio irregular.
Milícia de GCMs: GCMs, policiais militares e policiais civis são suspeitos de se articularem numa milícia para extorquir dinheiro de comerciantes em troca de proteção. De acordo com a investigação, o grupo chegou a conseguir cerca de R$ 6 milhões em propina no período de quase um ano.
Receptação de celulares: comerciantes libaneses são suspeitos de montarem um esquema de receptação de celulares roubados e furtados e depois revender as peças. Os celulares eram levados a eles por grupos criminosos como as ‘gangues da bicicleta’ (que usam as bikes para fugir depois de roubar e furtar telefones de pedestres).
Hotéis e hospedarias: rede de hotéis e hospedarias mantida pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) que servem para armazenar drogas e abrigam até “tribunais do crime” (julgamentos internos da facção criminosa feitos por seus membros). Dentro desses locais, segundo a investigação, ocorre a exploração sexual de mulheres que são obrigadas a se prostituir para comprar drogas. Há denúncias da presença de menores de 18 anos de idade sendo exploradas. Um dos imóveis é conhecido como ‘prédio do sexo’, onde ocorre a exploração da prostituição. Não é crime pessoas maiores de idade se prostituírem, mas explorar a prostituição é. Outros prédios já eram conhecidos da polícia por abrigarem celulares roubados e furtados. Os imóveis chegaram a ser chamados de ‘ninhos de celulares’.
Favela do Moinho: a comunidade erguida ao lado da linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) se tornou uma base do PCC. Dali saem as ordens para a tráfico de drogas na Cracolândia. A favela também serve como depósito de armas e drogas. Segundo a investigação, criminosos usavam um detector de radiofrequência para ouvir as conversas operacionais da PM e, desse modo, se anteciparem às operações. Para terem controle da comunidade realizavam “tribunais do crime”, nos quais membros da facção e até moradores que descumprissem regras internas poderiam ser punidos.
O que dizem governador e prefeito

Em postagem nas redes sociais, o governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que acompanhou a ação de dentro de um dos helicópteros da PM, escreveu que o objetivo da operação é “devolver o centro às pessoas”.

Tarcísio não comentou sobre o envolvimento de servidores públicos que atuam como milicianos, têm relação com crime organizado e são os principais alvos da operação.

O prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), não se manifestou na sua rede social até a última atualização desta reportagem.

‘Ecossistema’ de crimes

Os investigadores apontaram que foi possível “qualificar a região central de São Paulo como um ecossistema de atividades econômicas ilícitas, no qual as organizações criminosas concorreriam para que o Primeiro Comando da Capital (PCC) exerça poder de influência e controle sobre a ocupação e exploração do território.”

O objetivo da operação é desarticular esses esquemas criminosos, que, na visão dos promotores, contribuem para perpetuar o fluxo (grupo de dependentes químicos que usam crack nas ruas).

A decisão do juiz Leonardo Valente Barreiros, da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro, estabelece um habeas corpus coletivo (salvo conduto) em favor dos dependentes químicos durante a operação. Quem portar até 20 pedras de crack ou estiver em situação de miséria não poderá ser preso em flagrante. O juiz afirma que isso visa proteger a dignidade humana.

Fonte: G1

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Segurança

Ataques de artista plástica a atendentes de mercado em SP; suspeita também agrediu PM no rosto

por Redação 5 de agosto de 2024

Um vídeo registrou ataques de uma artista plástica, de 52 anos, contra atendentes de um mercado em Perdizes, Zona Oeste de São Paulo. Na noite de quarta-feira (31), Rita Aparecida Longhini foi abordada pela Polícia Militar e presa em flagrante por desacato e injúria racial, na rua Caiubí, depois de dar um tapa no rosto do PM (assista mais abaixo).

O caso foi filmado quando a confusão começou ainda na unidade da Oxxo e no momento da prisão da suspeita. O registro no mercado foi obtido pelo g1 neste domingo (4).

Policiais militares foram chamados depois que duas vítimas, funcionárias de um mercado Oxxo, contaram que a suspeita entrou no local e passou a ofendê-las, inclusive com ofensas raciais.

O vídeo mostrou quando ela chamou as mulheres de “vagabundas” e uma delas de “traficante”. Segurando um cachorro pela guia, Rita ainda atirou produtos contra as vítimas, jogou bebida no chão e derrubou equipamentos do local. Uma das vítimas estava em ligação falando com a polícia.

À polícia, uma das trabalhadoras contou que a cliente entrou no estabelecimento e passou a xingar a colega. Segundo o depoimento, Rita teria a chamado também de “macaca”.

“Essa traficante, ela não vai mais viver no meu bairro. Você vai ser a segunda, ou terceira”, disse Rita às mulheres.

Policial agredido

Em seguida, a mulher passou a xingar também os policiais e resistiu à abordagem, ainda segundo a SSP. Um deles foi agredido.

Um vídeo mostrou quando o PM tentou conversar com a suspeita e fez perguntas. Com falas desconexas, ela comentou que “tem uma traficante que trabalha ali”, apontou, e citou que “tinha provas no telefone”.

Na sequência, o PM perguntou se ela ia escutar o que ele tinha a dizer, e ela respondeu que “não ia escutar nada”. “O senhor vai passar muito bem e tomar no meio do seu c*”, falou.

Ao ser informada que seria levada à delegacia, a agressora atingiu o policial no rosto e foi derrubada.

O caso foi registrado como injúria racial, injúria, resistência e desacato no 91° DP (Ceasa). Rita Aparecida Longhini teve a prisão em flagrante convertida em preventiva no dia 1.

À Justiça, segundo apurado pelo g1, a defesa dela tentou a liberdade, alegando que ela é dependente de álcool e de entorpecentes, além de possuir transtorno de borderline.

Um relatório do médico que diz que ela é acompanhada desde maio deste ano por dependência de álcool, cocaína e borderline —transtorno caracterizado principalmente pela instabilidade e alterações extremas de humor e impulsividade, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.

Ao g1, a rede Oxxo encaminhou uma nota sobre o caso:

“A rede OXXO confirma a ocorrência no último dia 31 de julho na loja localizada na Rua Caiubi, 1387. A companhia informa que acionou imediatamente as autoridades competentes e que está prestando todo o suporte aos colaboradores envolvidos.”

A defesa da suspeita não respondeu aos questionamentos até a última atualização.

Fonte: G1

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Segurança

SP teve 101 denúncias de tráfico humano no 1º semestre, aponta relatório do Ministério da Justiça; em todo o ano de 2023, foram 180

por Redação 1 de agosto de 2024

No primeiro semestre deste ano, foram feitas 101 denúncias de tráfico humano no estado de São Paulo, segundo informações apuradas pela TV Globo com dados do Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em 2023, foram 180 durante todo o ano, e, em 2022, 80.

Ainda segundo os dados, São Paulo também aparece como um dos estados com mais denúncias de pessoas estrangeiras trabalhando em situações análogas à escravidão no cultivo da mandioca. A maior parte das vítimas é do Paraguai.

Entre 2021 e 2023, foram resgatados 355 trabalhadores não nacionais, sendo paraguaia a principal nacionalidade envolvida em contextos de exploração laboral, seguida pela venezuelana e, em terceiro lugar, a boliviana.

Vítimas resgatadas na Grande SP
Neste mês, indígenas trazidos do Norte do Brasil foram regatados pela Polícia Federal em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, e na Freguesia do Ó, na Zona Norte da capital.

De acordo com a PF, a Operação Tauéma foi deflagrada para combater uma rede de aliciamento de pessoas para fins de exploração sexual na capital paulista. As investigações tiveram início após o Ministério dos Povos Indígenas encaminhar informações à PF sobre a atuação do grupo.

Segundo Leonardo Henrique Rodrigues, delegado responsável pela investigação, as vítimas são mantidas no local com o argumento de que devem dinheiro para os criminosos.

Vhera Xunu, que mora em uma aldeia Guarani Mbya no Rio Grande do Sul, diz que as vítimas da região são atraídas com falsas promessas de emprego.

De acordo com o relatório, o tráfico de indígenas é subnotificado. Os Guarani Mbya, povo que vive em São Paulo e em estados do Sul do país, são alvos deste crime, mas as denúncias nem sempre chagam até as autoridades.

Vhera reforça que vítimas não denunciam por medo. “Eles sabem tudo das vítimas, tiram da aldeia e oferecem algumas coisas. Eles sabem a família e aí ameaçam a vítima. A vítima não fala por medo de ser assassinada.”

Denúncias pelo país
O relatório considera como tráfico de pessoas denúncias de:

pessoas traficadas para remoção de órgãos;
trabalho escravo;
servidão;
adoção ilegal;
exploração sexual.
Perfil das vítimas de acordo com o meio utilizado para fazer a denúncia:

Defensoria Pública da União, com 86 vítimas brasileiras e 23 vítimas estrangeiros;
Ministério do Trabalho e Emprego, com 8.415 vítimas de trabalho escravo, sendo 84% deles homens;
Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), com 1.473 vítimas, sendo 36% (523) mulheres e 64% homens (950);
Disque 100 e Disque 180, do Ministério dos Direitos Humanos, com 573 vítimas, sendo 59% mulheres (316), 17% homens (89). Eles também compilaram 132 crianças, sendo 99 meninas e 33 meninos.
Ainda segundo o Ministério da Justiça, responsável pela elaboração do relatório, existe subnotificação de dados e há a possibilidade de a mesma denúncia ter sido feita em órgãos diferentes. Por isso, não é recomendado somar as denúncias.

Trabalho escravo

O Ministério do Trabalho é o único que compila denúncias apenas de trabalho escravo, os outros órgãos recebem denúncias de todo tipo de tráfico humano. Ao todo, foram 8.415 vítimas resgatadas, sendo 84% homens, 13% mulheres e 2% meninos de até 18 anos. Segundo o material, 80% das vítimas resgatadas são negras.

Adoção ilegal
O relatório também destacou dados de pessoas traficadas para adoção ilegal como um crime em ascensão. Segundo dados da Polícia Federal, entre 2021 e 2023, foram abertos oito inquéritos policiais para investigar acusados de terem praticado o crime.

Fonte: G1

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Segurança

Justiça decide manter preso motorista de Porsche amarelo que atropelou e matou motociclista em SP

por Redação 30 de julho de 2024

A Justiça decidiu manter nesta terça-feira (30) a prisão do motorista do Porsche amarelo que seguiu, atropelou e matou um motociclista um dia antes após uma discussão de trânsito na Zona Sul de São Paulo. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva, sem prazo para sair.

O empresário Igor Ferreira Sauceda, de 27 anos, passou por audiência de custódia no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Civil na segunda-feira (29) acusado de assumir o risco de matar Pedro Kaique Ventura Figueiredo, de 21.

Igor acabou indiciado por homicídio doloso por dolo eventual por motivo fútil. O caso é investigado pelo 48º Distrito Policial (DP), Cidade Dutra.

A vítima tinha 21 anos e quebrou o retrovisor do Porsche, segundo o dono do carro de luxo contou na delegacia. De acordo com a Polícia Militar (PM), que atendeu a ocorrência, Igor não fugiu do local da batida e não estava embriagado.

Mas câmeras de segurança que gravaram o atropelamento na Avenida Interlagos, em Cidade Dutra, e mostram o Porsche avançando em direção à motocicleta (veja vídeo acima). Outros vídeos que circulam nas redes sociais mostram testemunhas acusando Igor de derrubar o motociclista de propósito.

Em depoimento à polícia, Igor negou ter tido intenção de atropelar Pedro. O motorista do Porsche alegou que o motociclista mudou de faixa de forma abrupta e cruzou na frente do veículo. Após atingir a moto, os veículos bateram num poste e em árvores.

A namorada de Igor, que estava no banco do passageiro, sofreu ferimentos leves e foi levada a um pronto-socorro.

Pedro voltava para casa após visitar a irmã. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O motociclista deixou a esposa e um filho de três anos.

Família acusa motorista de perseguição

Uma semana antes de ser preso pela polícia por atropelar e matar o motociclista, Igor já havia sido acusado de usar o mesmo Porsche amarelo para perseguir e ameaçar uma família de empresários com quem dividia a sociedade de um bar.

O g1 e a TV Globo tiveram acesso a vídeos feitos por uma das vítimas, de dentro do carro delas, no último dia 20 de julho, na Avenida das Nações Unidas, no sentido da Avenida Interlagos (veja acima). Em 2021, Igor foi acusado de agredir um rapaz da família de empresários com um soco no rosto.

Esses casos são investigados pelo 15º Distrito Policial, Itaim Bibi. O g1 tenta contato com a defesa de Igor e de seus parentes para comentarem o assunto.

Fonte: G1

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Segurança

MP denuncia funcionário de clínica à Justiça por tortura e morte de paciente na Grande SP

por Redação 29 de julho de 2024

O Ministério Público (MP) denunciou nesta semana o funcionário da clínica de terapia para usuários de drogas em Cotia, na Grande São Paulo, acusado de torturar um paciente até a morte no início do mês.

Caso a Justiça aceite a denúncia, Matheus de Camargo Pinto se tornará réu no processo pela tortura e morte de Jarmo Celestino de Santana.

Matheus responde ao crime preso preventivamente. Ele tem 24 anos e era monitor da Comunidade Terapêutica Efata, em Cotia, havia duas semanas.

Jarmo tinha 55 anos e era paciente da clínica. Ele estava internado à força por decisão da família, desde 5 de julho. A morte dele foi confirmada no dia 8 de julho, quando acabou levado ferido, por funcionários da Efata, a um hospital em Vargem Grande Paulista, outro município da região metropolitana.

A vítima apresentava diversas lesões de agressões pelo corpo, não resistiu aos ferimentos e faleceu, segundo os médicos. O Instituto Médico Legal (IML) ainda não conseguiu apontar a causa da morte de Jarmo. O laudo necroscópico inicial foi inconclusivo. Os peritos médicos ainda aguardam resultados de exames toxicológicos para ajudar a saber exatamente o que o matou.

Mesmo assim, a Polícia Civil e o Ministério Público concluíram que Jarmo morreu em razão das agressões que sofreu ao ser torturado por Matheus.

Matheus confessou aos policiais que bateu no paciente para contê-lo porque ele estava “transtornado psicologicamente” e em “surto”. O funcionário foi indiciado pela Polícia Civil por “tortura seguida de morte”.

Funcionário disse que teve ajuda

Além da confissão, Matheus afirmou no seu interrogatório à polícia que teve a ajuda de outras pessoas para imobilizar Jarmo. Falou que o casal Cleber Fabiano da Silva e Terezinha de Cássia de Souza Lopes da Conceição, que são enfermeiros e donos da Comunidade Efata, o ajudaram a conter o interno. A defesa dos dois nega e alega que eles não viram e nem participaram da tortura.

Matheus também disse à investigação que outras quatro pessoas (sendo quatro agentes de remoção de pacientes de uma empresa terceirizada e dois monitores da clínica) participaram diretamente das agressões contra o paciente. Segundo ele, o grupo ainda deu remédios para o interno ficar calmo.

Apesar disso, o relatório final da polícia e a denúncia do MP só apontaram Matheus como o único autor da tortura que matou Jarmo.

Acusado gravou tortura e reza

Matheus gravou o momento em que Jarmo aparece amarrado com as mãos para trás, preso a uma cadeira (assista mais acima). Nas imagens é possível ver outros quatro jovens rindo e zombando do paciente. Matheus ainda enviou uma mensagem de voz para uma pessoa confirmando ter agredido o interno: “Cobri no cacete”.

Em outros vídeos gravados por Matheus, ele aparece rezando no local com mais internos antes do crime (veja acima também). Jarmo não aparece nas imagens.

O g1 não conseguiu localizar a defesa de Matheus para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem.

Conselho de Enfermagem

O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) também investiga se Cleber e Terezinha, que são enfermeiros, cometeram alguma infração ética e profissional em relação à clínica e ao próprio paciente morto.

As penalidades previstas, em caso de confirmação da infração são: advertência, multa, censura, suspensão temporária do exercício profissional ou cassação do exercício profissional pelo Conselho Federal de Enfermagem.

Segundo a Prefeitura de Cotia, a clínica de terapia era clandestina. Uma equipe da Vigilância Sanitária esteve no endereço, interditou o local e atestou que a clínica particular não tem nenhum tipo de autorização para funcionamento. Os donos alegam o contrário: de que estariam regularizados para funcionar.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista de Porsche amarelo atropela e mata motociclista em SP após discussão de trânsito

por Redação 29 de julho de 2024

Um motorista de carro de luxo atropelou e matou um motociclista na madrugada desta segunda-feira (29) na Avenida Interlagos, na Zona Sul de São Paulo.

Segundo testemunhas e familiares da vítima, o condutor do veículo de luxo teria discutido com o motociclista por conta de um retrovisor atingido antes do acidente.

Após a briga, ele teria perseguido e atropelado o motociclista, identificado como Pedro Kaique Ventura Figueiredo, de 21 anos.

Pedro Kaique foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O Porsche amarelo chegou a colidir contra um poste.

Por causa do acidente, a Avenida Interlagos ficou totalmente interditada durante as primeiras horas da manhã para realização de perícia.

Fonte: G1

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Segurança

Suspeitos de matar idoso em SP trabalhavam em obra perto da casa da vítima e entraram no imóvel pelo telhado, diz polícia

por Redação 26 de julho de 2024

Os dois suspeitos de matar um idoso de 77 anos dentro da casa da vítima, no Jardim Europa, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo, trabalhavam em uma obra na região e entraram no imóvel pelo telhado, segundo informou a polícia.

Os investigadores tiveram acesso a uma imagem de câmeras de segurança que mostra o momento em que eles deixam o local de trabalho e invadem a residência. Eles entraram à noite e só deixaram o local na tarde dia dia posterior.

Um dos suspeitos foi preso nesta quarta (24) e apontou o segundo, que já foi identificado. A polícia diz que trabalha para localiza-lo.

Amarrado e coberto por tapete
O crime ocorreu no dia 11, mas o corpo só foi encontrado cinco dias depois, quando o sobrinho da vítima acionou a polícia após não ter retorno do tio.

Os pés e as mãos de Carlos Alberto Felice estavam amarrados com fios elétricos. A polícia ainda achou um pedaço de madeira que pode ter sido usado pelos criminosos.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o homem foi “encaminhado à 1° Delegacia de Polícia de Investigações sobre Roubos e Latrocínios da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DISCCPAT) do DEIC, que representou pela prisão temporária dele à Justiça”.

Carro e dinheiro
Na semana passada, o delegado responsável por investigar o caso negou a informação que foi divulgada inicialmente, de que a vítima guardava R$ 3,5 milhões dentro do imóvel.

Segundo boletim de ocorrência do caso, um homem que se apresentou como amigo da vítima informou ao sobrinho do idoso que ele teria vendido um imóvel e que guardava “um bom dinheiro” dentro da casa.

A polícia confirmou que a casa foi de fato vendida, e que a vítima tinha uma quantia entre R$ 30 a 70 mil guardado dentro da residência.

Um dos criminosos teria gastado R$ 5 mil em um loja de imóveis.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista é preso com ‘carro do golpe’; veículo equipado disparava falsos anúncios bancários para roubar dados de vítimas em SP

por Redação 24 de julho de 2024

Um homem foi preso na Zona Sul de São Paulo com o “carro do golpe”, veículo equipado com computador e antena que enviavam mensagens SMS com falsos anúncios de bancos para celulares de motoristas e passageiros parados em congestionamentos em bairros nobres da capital paulista.

Algumas dessas pessoas clicavam nos links, preenchiam dados pessoais e bancários e depois viam o dinheiro de suas contas sumirem.

Os bandidos usavam as senhas repassadas pelas vítimas para acessarem investimentos financeiros. Eles eram transferidos para contas de ‘laranjas’.

Segundo a polícia, Everton Nascimento de Oliveira, de 22 anos, confessou que recebia R$ 1 mil por semana dos criminosos somente para dirigir o veículo.

Everton foi indiciado por associação criminosa, invasão de dispositivo informático, uso clandestino de sistema de telecomunicação e corrupção de menor de 18 anos. Como não tinha carteira de motorista, ele também vai responder por dirigir veículo sem habilitação.

Mapa do crime
O trajeto era quase sempre o mesmo, bairros nobres em diversas regiões da cidade, como Jardins (no Centro), Itaim Bibi (na Zona Sul), Pinheiros (Zona Oeste), Tatuapé (e Zona Leste).

Os bandidos alugaram um Jeep Renegade branco para que Everton circulasse em vias congestionadas.

O motorista deveria se aproximar a cerca de 5 metros de outros veículos parados. Dessa maneira, a antena no porta-malas conseguia rastrear celulares próximos.

A partir daí, computador que ficava no banco de trás era acionado e disparava mensagens em massa para os telefones.

Por SMS, as vítimas recebiam textos imitando bancos nacionais conhecidos, informando que os clientes precisavam acessar um link para resgatar um dinheiro.

Quem clicava, caia em outra página onde o falso banco pedia que a pessoa respondesse algumas perguntas e digitasse a senha para confirmar a informação.

Nesse instante, o golpe era concretizado e minutos depois todo o dinheiro da vítima era retirado da sua conta.

Investigação
O 42º Distrito Policial (DP), Parque São Lucas, que investiga o caso, tenta localizar todas as vítimas para que elas prestem queixa na delegacia. A investigação trabalha com a possibilidade de que ao menos 100 pessoas tenham sido lesadas em um mês.

“O motorista é uma mão de obra da quadrilha. Ele recebia R$ 1 mil por semana para dirigir o veículo. O notebook ficava instalado no banco traseiro. No porta-malas ficava bateria, antena e outra parte do equipamento”, falou o delegado Alexandre Bento, do 42º DP.

A polícia também tenta identificar quem sãos os outros membros da quadrilha. “Sabemos que a namorada do preso, uma adolescente, ajudava a movimentar o dinheiro das vítimas. Estamos tentando localizá-la. Além de buscarmos pistas para saber quem são os outros membros do bando”.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Everton para comentar o assunto.

Fonte: G1

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Segurança

Cidade de SP registra 522 mortes em acidentes de trânsito entre janeiro e junho de 2024; período é o mais letal em 9 anos

por Redação 24 de julho de 2024

O trânsito na cidade de São Paulo teve o primeiro semestre mais letal dos últimos nove anos, e os motociclistas foram as principais vítimas. É o que mostram os dados obtidos pelo SP1, da TV Globo, com o Detran.

O levantamento aponta que 522 pessoas morreram na cidade nos seis primeiros meses do ano, o que representa um aumento de mais de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2023, foram registradas 398 mortes.

Veja abaixo o número de mortes entre janeiro e junho na cidade de São Paulo, segundo o Detran:

2015: 598
2016: 474
2017: 451
2018: 392
2019: 391
2020: 355
2021: 355
2022: 422
2023: 398
2024: 522 (31,15% a mais do que 2023)
Glaucia Pereira, especialista em mobilidade urbana, avalia os números com preocupação.

“A prefeitura deve focar em fiscalização e na redução das velocidades praticadas nas cidades. A gente vê que a maior parte das mortes ocorre nos finais de semana, de madrugada, domingo de manhã, que são horas que as pessoas acham que as leis não valem, que não vai ter fiscalização mesmo, e sabe que não tem tanta gente da CET nas ruas, vigiando. Então, nesses horários as pessoas aproveitam para abusar da velocidade”, ressalta.

Os dados também apontam que os que mais morreram foram os motociclistas. Só em junho, foram 48 óbitos. Somados os seis primeiros meses, o número de mortes chega a 213, alta de 42% em relação ao mesmo período do ano passado e quantidade recorde desde que os dados começaram a ser contabilizados.

Veja número de mortes de motociclistas entre janeiro e junho de 2024 na cidade de São Paulo, segundo dados do Detran:

2015: 176
2016: 147
2017: 139
2018: 148
2019: 120
2020: 136
2021: 141
2022: 176
2023: 150
2024: 213 (+42% em relação a 2023)
O Detran de São Paulo disse que desenvolve constantemente políticas públicas para aumentar a segurança viária e conscientizar a população.

O órgão ainda afirmou que, entre o ano passado e este ano, fez 14 campanhas educativas. A última começou na semana passada, e o foco é a importância do respeito à faixa de pedestres.

Fonte: G1

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