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Segurança

Segurança

Exército já identificou suspeitos de facilitar furto de 21 metralhadoras de quartel

por Redação 19 de outubro de 2023

O Exército já identificou militares suspeitos de facilitarem o sumiço de 21 metralhadoras do quartel militar em Barueri (SP).

Segundo o blog apurou, as investigações militares estão restringindo cada vez mais o número de pessoas que podem estar envolvidas no sumiço das armas — e todos os militares que tinham encargo de fiscalização ou controle serão responsabilizados e cumprirão punições disciplinares.

A expectativa do Exército é que isso ocorra em breve.

O blog apurou que esses militares já receberam os formulários de apuração de transgressão para realizarem sua defesa.

Outras diligências ocorrem para apurar, responsabilizar, punir e resgatar as armas.

A investigação apura a participação de três militares na separação das armas no galpão de descarte, transporte no carro em um local ja definido e deslocamento até a entrega.

Há a suspeita de que tenham sido cooptados pelo crime organizado

O furto
O Exército brasileiro informou na última sexta-feira (13) o furto de 21 metralhadoras de grosso calibre de dentro da sua base militar em Barueri.

A corporação afirmou que, durante inspeção realizada em 10 de outubro, no seu Arsenal de Guerra, os militares notaram o sumiço de 13 metralhadoras calibre .50 – conhecidas por terem poder de fogo e alcance para derrubar até aeronaves – e de outras 8 metralhadoras de calibre 7.62.

Segundo investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, parte dessas armas foram oferecidas à maior facção criminosa do estado. O preço: R$ 180 mil cada uma.

Para efeitos comparativos, segundo o Instituto Sou da Paz, entidade sem fins lucrativos que faz estudos sobre armas e segurança pública, entre janeiro de 2015 a março de 2020, 27 armas do Exército foram roubadas, furtadas ou desviadas no Brasil.

Fonte: G1

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Segurança

Bala que matou PM da Rota no litoral de SP não saiu de arma apreendida pela polícia, diz laudo

por Redação 19 de outubro de 2023

A bala que atingiu e matou o soldado Patrick Bastos Reis, da equipe Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) em Guarujá, no litoral de São Paulo, não saiu da arma apontada pela polícia como a responsável pelo disparo. A informação está no laudo da perícia de confronto balístico a que o g1 teve acesso nesta quarta-feira (18).

A pistola semiautomática calibre 9 milímetros foi encontrada em um beco de Guarujá no dia 31 de julho e atribuída ao ‘sniper do tráfico’ Erickson David da Silva, também conhecido como ‘Deivinho’, suspeito de matar o policial.

A perícia declarou que a arma tinha numeração raspada e estava “em péssimo estado de conservação”, mas passou por testes que evidenciaram o potencial para realização de disparos.

No entanto, de acordo com o documento, a bala extraída do PM não pode ter saído da arma, pois foram encontradas “discordâncias entre os projéteis (testemunha e incriminados), nos elementos de ordem genérica (profundidade, largura e distância entre as impressões de raias) e, sobretudo, nos elementos de natureza específica (estriamentos finos), que como se sabe, são individualizadores em exames microcomparativos”.

O laudo também aponta que a arma “produzia nos cartuchos testemunhas, marcas e picotes discordantes em localização, conformação e profundidade àquele existente nos estojos incriminados”.

Erickson está preso preventivamente. Procurada pelo g1, a defesa dele informou que irá se manifestar por meio de nota. No entanto, a reportagem não recebeu pronunciamento até a publicação desta matéria.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) também não se manifestou até a publicação desta matéria.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, e o delegado titular do Distrito Policial Sede de Guarujá, Antonio Sucupira Neto, Erickson foi preso suspeito de atirar no PM da Rota e o irmão dele, Kauã Jason da Silva, por envolvimento no crime.

De acordo com Derrite, Kauã tinha a ‘função’ de ficar posicionado na comunidade Vila Júlia, em Guarujá, armado e com um comunicador, pronto para avisar os comparsas sobre a chegada de viaturas policiais ao local.

Na época do crime, o advogado de defesa dos irmãos informou que ambos se declaravam inocentes. Segundo Wilton Felix, um vendia drogas para o outro na ‘biqueira’ quando o tiro foi disparado por um terceiro homem, também detido.

Entenda o caso

O soldado Patrick Bastos Reis foi baleado enquanto fazia um patrulhamento na comunidade da Vila Zilda, em Guarujá, no dia 27 de julho. Ele chegou a ser socorrido, mas a morte foi confirmada no mesmo dia.

Além dele, um outro policial foi baleado na mão esquerda, encaminhado para o Hospital Santo Amaro e liberado.

Após o caso, a Polícia Militar iniciou a Operação Escudo, com o objetivo de capturar os criminosos responsáveis pela ação contra os agentes.

Mortes

Em vídeo gravado antes de ser preso, Erickson afirma, em relato direcionado ao governador de SP e ao secretário de Segurança Pública, que estão “matando uma ‘pá’ de gente inocente”. Ele também diz que estão “querendo pegar” sua família (veja o vídeo acima).

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou que o vídeo gravado pelo suspeito foi “uma estratégia do crime organizado”.

“A verdade é que esse vídeo que ele fez, orientado pelos seus defensores, inclusive tem áudio do advogado o orientando a fazer esse vídeo, se os senhores ainda não possuem, ao longo das investigações vão tomar conhecimento disso, é uma estratégia do crime organizado, inclusive de cooptar moradores, de cooptar pessoas das comunidades que também são vítimas do tráfico organizado apresentando versões”, afirmou.

A Ouvidoria das Polícias informou investigar denúncias de tortura e ameaças de morte relatadas por moradores durante a Operação Escudo.

Fonte: G1

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Segurança

Metralhadoras do Exército furtadas em SP foram oferecidas por até R$ 180 mil cada a facção do RJ

por Redação 19 de outubro de 2023

As 21 metralhadoras de grosso calibre furtadas do quartel de Barueri, na Grande São Paulo, foram oferecidas à maior facção criminosa do Rio de Janeiro.

O g1 apurou que a Polícia Civil do RJ teve acesso a um vídeo que também foi encaminhado para o Exército com a imagem de quatro metralhadoras (veja acima). A força já incluiu as imagens no Inquérito Policial Militar que apura o desvio do armamento.

De acordo com as investigações, a oferta das armas aconteceu há pouco mais de um mês, após o feriado de 7 de setembro. O grupo que furtou as metralhadoras pediu, por cada ponto 50, R$ 180 mil.

Ao menos desde 10 de outubro, quando o furto foi tornado público, o Exército tenta localizar e recuperar as 13 metralhadoras calibre ponto 50 e as 8 metralhadoras calibre 7,62 que foram levadas do local. Somadas, as armas pesam 500 quilos, e há a suspeita de que foram sendo furtadas pouco a pouco.

Até esta quarta-feira (19), 50 militares tinham prestado depoimento aos militares. Há na unidade, 160 militares que estão mantidos “aquartelados” e impedidos de deixarem o quartel.

Oferta ao tráfico
A oferta da ponto 50 foi feita ao traficante William de Souza Guedes, o Corolla, criminoso que, atualmente, comanda o Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio e é um dos homens de confiança dos chefes da facção Comando Vermelho.

Corolla, antes chamado de Chacota, tem nove mandados de prisão contra ele – um deles pela morte do policial militar Daniel Henrique Mariotti, no início de 2019.

Ao receber a ligação, Corolla entrou em contato com Wilton Carlos Rabelho Quintanilha, o Abelha, apontado pela polícia como maior chefe do Comando Vermelho em liberdade.

A polícia apura se o negócio foi fechado ou se não passou apenas de uma oferta à facção.

Capacidade para derrubar aeronaves
Os disparos de metralhadoras ponto 50 são capazes de derrubar aeronaves. Helicópteros da polícia são frequentemente alvo de traficantes no Rio – dois deles foram atingidos este mês.

O peso médio de cada uma delas é, em média, de 4,5 quilos.

Fonte: G1

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Segurança

Jurado de morte, homem que diz ser ex-integrante do PCC revela detalhes da facção e alerta jovens

por Redação 17 de outubro de 2023

Um homem, identificado como Frank e que diz ser ex-integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), maior facção criminosa do país, abriu um perfil em uma rede social no qual compartilha detalhes sobre a organização, com o objetivo, segundo ele, de alertar jovens. A primeira publicação foi feita nesta segunda-feira (16) e acumulou mais de 295 mil visualizações — assista ao vídeo abaixo.

Frank afirma que está jurado de morte desde que deixou o seu cargo na “sintonia”, setor responsável por tomar decisões e dar ordens a outros faccionados, e, desde então, se muda e se esconde em diversas casas.

“Eu era a sintonia geral da lista negra dos estados internos e externos. Tinha planilhas, dados de muitos integrantes. Sei como funciona, então não aceitaram que eu saísse”, explicou.

@ex.integrante_do_pcc Vou falar tudo #pcc #sintoni #franck #facçao #policia #exintegrante #foy #fyp #fypシ #fypシ゚viral #fypage #vira #viral ♬ Sequência da Dz7 – MC Menor Do Alvorada & TRASHXRL

O ex-integrante da facção afirma que faz os vídeos porque não tem mais nada a perder. “Vou morrer de qualquer jeito, daqui a pouco vão deixar outro cara igual a mim no lugar, outro Frank, que com 16 anos viu no crime uma oportunidade de ganhar dinheiro e sustentar a família”, revelou.

O homem conta que hoje, aos 31 anos, após passar por vários cargos até estar entre os líderes, cansou de precisar viver com medo, ter que andar armado e dormir só de dia. Ele ainda explica que, na época em que entrou para o PCC, acreditava no estatuto e na revolução que a facção tanto pregava.

Drogas, luxo e política: qual é a realidade?
Frank nega que tenha traído a facção durante os anos de “carreira”, mas que talvez esteja fazendo isso agora por falar a verdade, mas que precisava mostrar a realidade.

O PCC, segundo o ex-integrante, não é só o que mostram nos videoclipes dos MCs, com muito dinheiro, luxo e diversão, ou o que a polícia fala a respeito da questão da facção com o tráfico de drogas.

“Eles estão até dentro da prefeitura, tem senador e prefeito integrante. Vereador, então… é o que mais tem”, revela.

Para Frank, o PCC é um setor político, diferente do Comando Vermelho, que investe em armas porque quer guerra.

“É tipo um sistema político, uma revolução. Foi nisso que acreditei, mas depois começaram a batizar menor de idade, comecei a ter que ficar isolado em chácaras, ir para o Paraguai, ficar longe da minha família, dos meus filhos”, menciona.

Mas dá para sair do PCC?
A saída do PCC, na maioria das vezes, é a morte, conforme afirmam especialistas que estudam a facção há anos. O ex-integrante, porém, revela que há duas saídas para um batizado: ser diagnosticado com uma doença que impossibilite a pessoa de realizar os serviços ou se ele decidir ir para a igreja.

Porém, a pessoa passa a ser monitorada pelos faccionados. “Foi para a igreja e está fumando cigarro, maconha, frequentando baile funk ou bebendo, vai ser cobrado”, conta.

Emocionado, Frank ressalta que foi uma criança, um ser humano bom um dia, mas que se corrompeu. “Não quero ser a vítima. Meus motivos foram o caminho fácil, falta de vergonha na cara e de ouvir meu pai e minha mãe.”

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Segurança

Metralhadoras furtadas do Exército em SP podem acabar em poder de facções

por Redação 17 de outubro de 2023

Nesta terça-feira (17), o furto das 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Exército da base de Barueri, na Grande São Paulo, completa uma semana. Cobiçadas pelo elevado poder de destruição, as armas podem terminar em poder de facções criminosas, segundo especialistas ouvidos pelo R7.

Dois modelos desapareceram da base militar: 13 metralhadoras de calibre .50 e oito de calibre 7,62. A primeira categoria, utilizada em cenários de guerra, como no Oriente Médio, é a que mais preocupa os pesquisadores em segurança pública.

Com capacidade de disparar cerca de 600 projéteis por minuto, a metralhadora .50 tem alcance de até 2 km, pode perfurar blindagens – como de carros de transportadoras de valores – e até mesmo derrubar helicópteros.

“É uma arma que interessa às organizações criminosas, principalmente para ações típicas do novo cangaço, nas quais eles cercam as cidades, isolam os batalhões da Polícia Militar e as delegacias e fazem a população toda de refém”, explica Roberto Uchôa, policial federal e membro do conselho do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Em 2017, mais de US$ 8 milhões foram roubados num mega-assalto à transportadora de valores Prosegur em Ciudad del Este, no Paraguai. Cerca de 50 pessoas com ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital) invadiram a sede da empresa usando justamente as metralhadoras antiaéreas.

Para Bruno Langeani, gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, outra preocupação sobre a circulação desse tipo de armamento entre as facções criminosas é o uso contra as forças de segurança.

Um caso conhecido é o do helicóptero da Polícia Militar atingido por tiros de traficantes no Morro do Macaco, na zona norte do Rio de Janeiro. O episódio ocorreu em 2009 e é um exemplo de como o uso desse tipo de armamento pesado por organizações criminosas não é uma questão recente.

Em razão da capacidade ofensiva das metralhadoras, Langeani classifica o furto das armas da base militar como um problema de segurança nacional, além de impactar o setor privado. O desvio do armamento também evidencia uma falha de segurança grave do Exército, afirma o pesquisador.

“Isso não é um caso isolado. [O desvio] tem acontecido até de forma rotineira, e isso preocupa, porque, se o Exército observa que tem um problema no seu controle de armamento dentro dos seus arsenais e não melhora, nós temos um problema”, complementa Uchôa.

Mercado ilegal
Outro atrativo da metralhadora .50, que é de uso restrito das Forças Armadas, é a possibilidade de venda no mercado ilegal. O valor pode variar de R$ 150.000 a R$ 200.000, dependendo da oferta e da demanda.

“Não é uma arma que você consegue facilmente no mercado. Normalmente, ela é desviada das Forças Armadas do Brasil ou de países vizinhos. Então, tem demanda e muita gente interessada em comprar”, reforça o membro do conselho do FBSP.

Carlos Augusto, cientista político e integrante do Grupo de Pesquisa em Segurança Pública e Violência e Justiça da UFABC, aponta outra utilidade para o armamento de calibre pesado furtado: o aluguel.

“[A arma] pode até ser vendida, mas a utilidade mais lucrativa é o aluguel. As organizações criminosas que praticam roubo costumam alugar os armamentos. Elas não têm propriedade. Então, é uma rede econômica muito bem estabelecida e organizada”, explica Augusto.

O aluguel pode ser realizado para um tipo de evento em específico ou por dia, e o valor pode alternar entre R$ 50.000 e R$ 100.000 dependendo do tipo de armamento, de acordo com o cientista político.

Desvio de armas
Cada metralhadora .50 pesa aproximadamente 50 kg. Todo o equipamento furtado do Arsenal de Guerra na semana passada soma mais de meia tonelada de metal, ou seja, dificilmente a ação criminosa poderia ser executada sem ajuda interna, segundo os especialistas ouvidos pela reportagem.

“Ninguém entra em um batalhão do Exército revirando todos os prédios. Esses casos são feitos muito direcionados, e, nesse caso específico, eu particularmente não tenho nenhuma dúvida de que houve participação interna pela dimensão”, afirma o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz.

Para Langeani, o crime é fruto de uma encomenda com participação no crime organizado. A ação criminosa exigiu planejamento logístico e financeiro, por isso não poderia ser realizado por pequenos grupos.

Uchôa também afirma que o furto expõe a fragilidade no controle de armas pelo Exército brasileiro e pelo governo federal. “Não basta controlar e lutar para retirar o que está chegando. É preciso evitar que esses desvios continuem acontecendo.”

Investigação
Atualmente, o Comando Militar do Sudeste e uma equipe do Departamento de Ciência e Tecnologia, enviada da sede em Brasília, são os únicos a investigar o crime.

Como nenhum integrante do Exército procurou a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência, a SSPSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que não participa das investigações.

Entretanto, a pasta informou, em nota, que “as polícias Civil e Militar empreendem massivos esforços no sentido da localização do material subtraído e da identificação e prisão dos autores do crime”.

No sábado (14), o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, ainda declarou em suas redes sociais que o furto das metralhadoras pode ter “consequências catastróficas”.

À reportagem, o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz assegura que o Exército erra ao tentar investigar o crime sozinho e não acionar outros órgãos para ajudá-lo na recuperação das armas.

Em 2009, sete fuzis foram roubados de um quartel em Caçapava, no interior de São Paulo. Na ocasião, os militares receberam ajuda das polícias Civil e Federal, conseguindo recuperar todo o armamento após três meses, relembra Langeani.

Essas instituições, segundo o pesquisador, já possuem uma estrutura de monitoramento de facções criminosas – como o PCC e o CV – com escutas telefônicas e acompanhamento de lideranças. Em contrapartida, o Exército não detém essa expertise.

O cientista político Carlos Augusto também cita problemas operacionais nas Forças Armadas que contribuem para o desvio de armamentos, como a estrutura antiga e precária dos quartéis e a contratação temporária de funcionários.

“Não são carreiras fixas, de longa duração. Isso faz com que haja a precarização da execução do trabalho e possibilidade de cooptar mais facilmente esse agente que está lá dentro”, exemplica.

O que diz o Exército?
Questionado sobre o andamento das investigações, o Exército se limitou a informar que estão em curso e sob sigilo. Um inquérito policial militar também foi instaurado.

A corporação ainda afirmou que 480 militares estão aquartelados desde o desaparecimento das metralhadoras. Isto é, eles não podem deixar a base militar. “Os militares estão sendo ouvidos para que possamos identificar dados relevantes para a investigação”, diz o comunicado.

Fonte: r7

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Segurança

Menino de 6 anos morre após cair de pula-pula no interior de SP

por Redação 16 de outubro de 2023

Um menino de 6 anos morreu, no último domingo (15), cinco dias após cair de um pula-pula, em Votuporanga, no interior de São Paulo. Nicolas Souza Prado se machucou na cama elástica na data em que comemorava o próprio aniversário.

Segundo informações da Record TV, o menino fraturou quatro costelas e sofreu lesões no peito e no braço esquerdo. Nicolas foi levado para um hospital particular da cidade, onde passou por cirurgia.

Após cinco dias internado, a criança não resistiu aos ferimentos e morreu. Nas redes sociais, o pai de Nicolas, Nilvan Prado, desabafou sobre o falecimento do menino de 6 anos.

“Filho, você foi um guerreiro, mas o Papai do Céu quis você do lado dele. Nunca te esquecerei. O papai tentou fazer de tudo pra você e por você. Sempre te amarei, meu cabritinho. E em breve o papai vai estar com você. Me espera, tá bom? Você não vai ficar sozinho.”

Fonte: r7

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Segurança

Polícia põe inteligência de todo o estado de SP para investigar sumiço de 21 metralhadoras do Exército

por Redação 16 de outubro de 2023

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) acionou o programa Muralha Paulista após o sumiço de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de Barueri, na região metropolitana de São Paulo, notado durante inspeção no local, na última semana. O caso é investigado pelo Exército brasileiro.

O programa Muralha Paulista unifica centrais de inteligência e base de dados das polícias em 643 cidades do estado, em que câmeras e radares se interligam, permitindo que movimentações possivelmente relacionadas ao sumiço do armamento sejam detectadas e investigadas — entenda mais sobre o projeto neste link.

Além disso, segundo a SSP, registros digitais de veículos e pessoas nas vias próximas e de acesso ao local do crime estão sendo analisados, “com o objetivo de identificar alguma anormalidade de interesse policial”, informou a pasta.

O Exército mantém 480 militares aquartelados para a investigação do sumiço das 21 metralhadoras. Eles não podem sair até que todos sejam ouvidos para que o órgão identifique dados e informações relevantes que possam levar até os responsáveis pelo furto.

O R7 questionou o Exército sobre o tempo em que esses agentes ficarão aquartelados, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Armas que podem derrubar aviões
A ausência do armamento, sendo 13 metralhadoras calibre .50, capazes de derrubar aviões, e de outras oito de calibre 7,62 mm, foi notada durante uma inspeção no local, na última terça-feira (10).

“Os armamentos são inservíveis e estavam no Arsenal, que é uma unidade técnica de manutenção, responsável também para iniciar o processo de desfazimento e destruição dos armamentos que tenham sua reparação inviabilizada”, informou o Exército.

Metralhadoras calibre .50 são equipamentos de interesse de grupos criminosos organizados, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), conhecido por “alugar” armas de alto calibre para assaltos a carros-fortes, transportadoras e agências bancárias.

Em 2016, o assassinato do megatraficante Jorge Rafaat Toumani, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, foi realizado com o uso desse armamento pesado.

Já o fuzil automático leve (FAL) de calibre 7,62 é adotado pelo Exército como armamento-padrão de combate desde a década de 1960. “O FAL utiliza a munição 7,62×51 mm Nato, que concede ao armamento uma alta precisão no engajamento dos alvos e grande letalidade”, descreve um estudo da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Rio. A análise acrescenta que, a partir de 2017, começou uma substituição gradual do FAL por um armamento de calibre 5,56 mm.

Fonte: r7

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Segurança

Suspeito que transportava corpo em carro é morto pela Rota em SP

por Redação 16 de outubro de 2023

Um suspeito que transportava um corpo em um carro foi morto, neste domingo (15), em uma troca de tiros com policiais da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar), durante uma perseguição na zona leste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, os agentes estavam em patrulhamento pela avenida Engenheiro Heitor Antônio Eiras Garcia quando avistaram um carro estacionado no local.

Ao notar a aproximação da equipe, o motorista do veículo acelerou e efetuou disparos em direção aos policiais. Eles, por sua vez, revidaram, dando início a uma perseguição.

De acordo com o boletim de ocorrência, em um determinado momento, o suspeito freou bruscamente e atirou novamente contra a viatura da Rota. Dois policiais, então, deram dez tiros, sendo quatro com uma pistola de calibre .40 e seis com um fuzil de calibre 5.56.

O suspeito foi atingido nos braços e na região do pescoço. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

No porta-malas do carro, os agentes encontraram o corpo de um homem mutilado, enforcado e com as mãos amarradas, relata o boletim de ocorrência. Até a publicação desta reportagem, ele não havia sido identificado.

Uma pá, uma picareta, uma enxada e um galão que continha gasolina também foram localizados no veículo. A arma de fogo usada pelo suspeito e as munições de revólver e fuzil foram apreendidas.

Para a Polícia Civil, a dinâmica do crime indica que o motorista estava levando o corpo com a intenção de se desfazer dele, queimando-o ou enterrando-o.

O DHPP (Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa), onde o caso foi registrado, vai investigar se o suspeito estava apenas transportando o corpo ou se participou do homicídio.

Fonte: r7

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Segurança

Empresário morre após saltar de paraquedas em Boituva

por Redação 13 de outubro de 2023

O empresário Humberto Siqueira Nogueira, de 49 anos, morreu após saltar de paraquedas em Boituva, no interior de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (11). Segundo o boletim de ocorrência a que o R7 teve acesso, testemunhas afirmaram que a vítima colidiu com o solo no momento do pouso.

O acidente ocorreu enquanto Nogueira saltava com o seu time, conhecido como Flayon. Ele foi resgatado por um socorrista do Centro Nacional de Paraquedismo e pela equipe do Corpo de Bombeiros de Boituva.

Em seguida, o empresário foi levado a um pronto-socorro da região, porém não resistiu aos ferimentos e morreu.

O paraquedas completo, capacete e altímetro sonoro, utilizados por Nogueira durante o salto, foram apreendidos e encaminhados à perícia, que vai apurar se houve falha no equipamento.

Natural de Goiás, a vítima não utilizava câmera de filmagem junto ao corpo no momento do acidente, por isso as imagens das câmeras de segurança do centro de paraquedismo serão coletadas para auxiliar na investigação.

O caso foi registrado como morte suspeita na Delegacia de Polícia de Boituva.

Nogueira era um dos sócios da empresa do ramo de mercado imobiliário Novo Centro Urbanismo. Nas redes sociais, eles lamentaram a morte do empresário e prestaram condolências à família.

O paraquedista era amante de esportes radicais e compartilhava a rotina e o estilo de vida na internet. Ele também praticava skydive, snowboard, mountain bike e kitesurf.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia Civil afirma que são-paulino foi morto por PM durante comemoração da Copa do Brasil

por Redação 10 de outubro de 2023

Um laudo da Polícia Civil de São Paulo afirma que o disparo que matou o são-paulino Rafael Garcia, de 32 anos, foi feito por um policial militar.

O torcedor estava nos arredores do estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, após a comemoração do título da Copa do Brasil, quando começou uma confusão entre são-paulinos e agentes da PM.

Apesar de a Polícia Militar afirmar que Rafael teria sido pisoteado por um animal da cavalaria da corporação, o laudo da Polícia Civil aponta que o torcedor, na verdade, foi atingido na cabeça por um artefato chamado bean bag, uma munição considerada não-letal e utilizada no controle de multidões.

De acordo com informações disponíveis no laudo da perícia, os agentes estavam com armas que aparentavam ser calibre 12. E houve pelo menos cinco disparos.

O relatório afirma que a causa da morte foi traumatismo craniano causado por disparo de arma de fogo e que foram retirados fragmentos de projétil de arma composto de balins em envoltório, que foram encaminhados para análise balística.

Imagens anexadas ao laudo mostram o momento em que um policial recarrega a arma, “demonstrando o recente emprego dos projéteis que estariam na câmara de disparo […]”. É possível “concluir no tocante autoria do crime aqui investigado, individualizando, por sua vez, o atirador”.

No momento do incidente, a Polícia Militar tentava dispersar parte da torcida do São Paulo que comemorava o título da Copa do Brasil sobre o Flamengo nos arredores do estádio.

A família de Rafael, por sua vez, entrou com uma ação na Justiça onde pede ao Estado R$ 1 milhão de indenização por danos morais pela morte do parente.

Segundo a defesa da família de Rafael, existem estudos que mostram que as bean bags têm potencial para causar ferimentos graves e que sua estrutura permite direcionar com precisão o disparo do artifício.

“Ou seja, o que se pode afirmar é que houve um direcionamento preciso contra Rafael, que muito provavelmente seja pelo motivo que este estava filmando o confronto, destacando-se novamente, que ele estava de costas e foi atingido na cabeça.”

Fonte: r7

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