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Transporte

Transporte

‘O cidadão é que vai se acotovelar no ônibus’, diz Tarcísio, sobre greve que causa caos

por Redação 28 de novembro de 2023

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (28), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) voltou a afirmar que a greve promovida por funcionários do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp é um ato político.

“É o cidadão que fica sem transporte, que vai se acotovelar no ônibus, que vai demorar horas para chegar em casa ao fim do dia. Isso não é justo. Não está certo”, afirmou.

Ele disse ainda que os estudos para concessões não vão parar, pois estão previstos em seu plano de governo desde o início.

“A operação da Sabesp acontecerá no ano que vem. E vai ser um grande sucesso. Do mesmo jeito que nós prometemos não aumentar a tarifa no primeiro ano de mandato e não aumentamos. Essa é uma greve política. Não é reivindicação por salário nem por outra medida trabalhista.”

O Governo de SP estima que 4,6 milhões de passageiros sejam afetados pela interrupção dos serviços sobre trilhos.

Enquanto isso, a manifestação é chamada de “Dia Estadual de Greve do Funcionalismo e Estatais” pelos sindicatos que representam os trabalhadores

A paralisação ocorre menos de dois meses após a última greve do transporte público, realizada em 3 de outubro. Na ocasião, a cidade conviveu com congestionamentos acima da média e ônibus lotados.

Decisão judicial ignorada
Tarcísio lembrou ainda que, mais uma vez, a decisão judicial que pedia o funcionamento de ao menos 80% do sistema de transporte não foi cumprida.

“Foi solenemente ignorada. A gente enumerou as pessoas que deveriam trabalhar no horário de pico. E não foi seguido. Após a greve, vamos aplicar medidas. A gente está pagando os salários. Não podemos tolerar indisciplina”, disse.

O governador também citou o Provão Paulista, que deveria ter seu primeiro dia de exames aplicado justamente nesta terça e foi adiado.

“Como ficam esses alunos, gente que veio de fora de São Paulo para fazer?”, questionou. “Todo mês vamos ter uma greve do Metrô? Qual vai ser a próxima? Porque nós vamos continuar estudando privatizações.”

Fonte: r7

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Transporte

Governo de SP decreta ponto facultativo em dia de greve do Metrô e da CPTM

por Redação 27 de novembro de 2023

O Governo de São Paulo determinou, nesta segunda-feira (27), ponto facultativo em todos os serviços públicos estaduais da capital nesta terça-feira (28), por causa da paralisação prevista por sindicatos de trabalhadores do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp.

Segundo a gestão estadual, a medida visa reduzir os prejuízos à população, garantindo a remarcação de consultas, exames e demais serviços que estavam agendados para a data da greve.

O decreto que oficializa o ponto facultativo será publicado no Diário Oficial do Estado. Os serviços de segurança pública não serão afetados, assim como os restaurantes e postos móveis do Bom Prato, que vão oferecer normalmente as refeições previstas para esta terça.

Por determinação da Justiça, 70% dos trens da CPTM deverão operar nos horários de pico e 50% nos demais períodos, sob multa diária de R$ 30 mil ao sindicato.

O Governo de São Paulo também protocolou um pedido de tutela antecipada na Justiça contra a paralisação dos metroviários. O pedido, que ainda aguarda decisão final do judiciário, obriga a presença de 100% dos funcionários do Metrô durante os horários de pico e de pelo menos 80% no restante do dia.

Com o ponto facultativo, as consultas em AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) da capital e em outras unidades de saúde estaduais terão seus reagendamentos garantidos, assim como nos postos do Poupatempo.

Mais de 1,2 milhão de estudantes inscritos no Provão Paulista, exame que começaria na terça (27), tiveram suas provas reagendadas para a partir do dia 29, para que não sejam prejudicados pela ação dos grevistas.

Os profissionais da educação estão excepcionalmente excluídos do ponto facultativo, já que estarão envolvidos na preparação do Provão, que ocorre na quinta-feira (29).

Fonte: r7

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Transporte

Greve no Metrô e na CPTM em São Paulo: saiba o que os sindicatos reivindicam

por Redação 27 de novembro de 2023

Os trabalhadores do Metrô, CPTM e da Sabesp, além de professores estaduais, prometem realizar uma paralisação coletiva na próxima terça-feira (28) em protesto contra o Governo de São Paulo. Os sindicatos são contra as propostas do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatização de empresas e serviços de determinadas áreas, como transporte e água e saneamento.

Eles também citam outras causas para a paralisação, entre elas a demissão de funcionários em razão de greves. Cinco trabalhadores foram demitidos pelo Metrô após paralisação realizada em outubro.

Outro motivo apontado são possíveis cortes na área da educação. O governo Tarcísio de Freitas enviou um projeto que prevê a possibilidade de reduzir os gastos obrigatórios em educação de 30% para 25% no estado.

Projetos
A privatização da Sabesp, a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo, é o projeto mais avançado. O texto já foi enviado para a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) e já ganhou parecer favorável em comissões. A gestão Tarcísio pretende concluir a venda da parte que o governo tem na empresa — atualmente, 50,3% da companhia pertence ao estado, e o restante está em poder de acionistas.

Para o Sintaema, que representa os funcionários da Sabesp, não há uma discussão pública sobre a privatização de serviços. O sindicato pede para que a população seja ouvida sobre o tema. “Tarcísio de Freitas desconsidera a opinião da população, que em pesquisa Datafolha deste ano também tinha se manifestado contra a privatização da Sabesp”, declarou a direção do Sintaema.

Metrô e CPTM
Já no Metrô e CPTM, parte das linhas de transporte público que cortam a capital e região metropolitana já é administrada por concessionárias, como a ViaMobilidade e ViaQuatro.

A gestão Tarcísio encomendou um estudo para privatizar todas as linhas que hoje são administradas pela CPTM. A Linha 7-Rubi, a mais antiga da CPTM, que conecta a capital com Jundiaí, no interior, é a que poderá ser concedida à iniciativa privada mais rapidamente. Ela integrará o projeto do trem Intercidades que ligará São Paulo a Campinas. O leilão está marcado para fevereiro.

A ideia é adotar um caminho semelhante ao já realizado em relação às linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, hoje administradas pela ViaMobilidade.

O governador Tarcísio de Freitas já manifestou a intenção de privatizar as linhas do Metrô ainda administradas pelo governo, mas o processo de estudo para a concessão dessas linhas ainda não teve início.

O que diz o governo?
A gestão Tarcísio de Freitas afirma que continuará estudando a possibilidade de privatizações na área de transporte em razão da possibilidade de modernizar e melhorar o serviço. Ressalta ainda que a proposta foi amplamente divulgada nas eleições.

Sobre a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) enviada à Assembleia Legislativa visando a redução da verba obrigatória para educação, o governo afirma que o texto prevê apenas a possibilidade de flexibilizar uma parte das despesas em razão da necessidade crescente na área da saúde. Assim, em vez 30% obrigatórios para educação, seriam 25%, e os outros 5% podendo ser investidos em educação ou saúde.

Sobre a demissão de funcionários pelo Metrô após greve, o governo defende que os trabalhadores agiram em defesa de interesses privados, descumprindo a legislação e realizando a paralisação sem aviso prévio, o que prejudicou a população.

Na última sexta-feira, o governador criticou a realização da greve. “Será que é razoável que a gente tenha uma greve todo mês?”, questionou Tarcísio, que chamou a decisão do sindicato por cruzar os braços de “deboche”.

Ele disse que o movimento busca atender interesse privados e traz inúmeros prejuízos à população, afetando o comércio, trabalhadores e estudantes, entre outros.

Em relação à área da educação, o governo já alterou a data do Provão Paulista. A gestão Tarcísio disse que atua junto ao Judiciário contra a realização da greve e que deverá, em último caso, adotar medidas alternativas, como a decretação de ponto facultativo e o aumento da frota de ônibus, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Greve
Até o momento, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô e linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM já aderiram à greve e param de funcionar a partir da 0h de terça-feira. Nas próximas horas, os funcionários das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa discutirão sobre aderir à paralisação ou não.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô e as linhas de trem 8-Diamente e 9-Esmeralda continuarão funcionando normalmente, já que são administradas pela iniciativa privada.

Fonte: r7

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Transporte

Sindicatos anunciam greve no Metrô e na CPTM para a próxima terça em São Paulo

por Redação 24 de novembro de 2023

Funcionários do Metrô e da CPTM anunciaram que vão parar na próxima terça-feira (28), em uma nova rodada de manifestações contra projetos do Governo de São Paulo que preveem privatizações de empresas públicas e terceirização de serviços.

Os sindicatos que representam trabalhadores da Sabesp, professores estaduais e profissionais da educação do município de São Paulo também anuciaram adesão à manifestação da terça, que está sendo chamada de “Dia Estadual de Greve do Funcionalismo e Estatais”.

A adesão dos metroviários foi confirmada na noite desta quinta (23), quando o sindicato anunciou que uma votação, encerrada às 19h, foi favorável à greve. Assim, vão parar a partir da 0h de terça as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô.

Funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) já tinham se reunido na quarta-feira (22) e também se decidiram pela paralisação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, representada pelo Sindicato dos Ferroviários.

Na segunda-feira (27), o sindicato que representa as linhas 7-Rubi e 10-Turquesa se reúne para decidir se vai aderir ou não à greve.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô, além das linhas de trens 8-Diamante e 9-Esmeralda, vão continuar funcionando, já que são administradas pela iniciativa privada.

A paralisação ocorrerá menos de dois meses após a última greve do transporte público, realizada em 3 de outubro. Na ocasião, a cidade conviveu com congestionamentos acima de média e ônibus lotados.

Fonte: r7

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Transporte

Vai ter greve no Metrô de São Paulo e na CPTM?

por Redação 23 de novembro de 2023

Os funcionários do Metrô de São Paulo realizaram assembleia na noite de quarta-feira (22) para discutir a realização de uma greve unificada na próxima terça (28).

Segundo a categoria, a votação virtual tem duração de 24 horas e o resultado deve ser divulgado às 19h desta quinta (23).

A paralisação conjunta, se aprovada, pode ter a aprovação de trabalhadores do Metrô, da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da Companhia Paulista dos Trens Metropolitanos (CPTM). A categoria afirma ser contra privatizações, terceirizações, demissões e supostos cortes de verba pelo governo.

Em outra assembleia realizada na noite de quarta, os funcionários da CPTM, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Central do Brasil, responsável pelas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, aprovaram uma paralisação por tempo indeterminado a partir da próxima terça.

Os ferroviários das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa também devem debater no decorrer desta quinta se aprovam ou não a paralisação.

Nesta semana, o plano de privatização da estatal de água e saneamento avançou na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Em outubro, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) reafirmou a intenção de privatizar as linhas remanescentes da CPTM e as linhas do Metrô administradas diretamente pela empresa pública.

Segundo Tarcísio, o objetivo deve ser cumprido até o fim do mandato, em 2025. Outra possibilidade é uma sociedade com o setor privado pela gestão da empresa.

O modelo de gestão privada não é inédito no estado de São Paulo. Duas linhas do metrô já nasceram privatizadas, a 4-Amarela e a 5-Lilás. E estão sob concessão duas linhas da CPTM: 8-Diamante e 9-Esmeralda.

Também há duas linhas, ainda em obras, que terão gestão privada: a 6-Laranja e a 17-Ouro, do monotrilho do Aeroporto de Congonhas. Procurados, o Palácio dos Bandeirantes, o Metrô, a CPTM e a Sabesp ainda não se pronunciaram.

Os funcionários do Metrô já fizeram greve três vezes em 2023. Uma em março, por reivindicações trabalhistas, e duas em outubro (uma delas sem aviso), contra o plano de privatizações do estado. Ao longo de 2023, também houve duas ameaças de interromper as atividades.

Na última paralisação de metroviários e funcionários da CPTM, em outubro, a Justiça do Trabalho determinou 100% de operação nos horários de pico, mas as categorias descumpriram a decisão.

O governador classificou o movimento como “político”, “ilegal” e “abusivo”. Também tem argumentado que o plano de privatização foi uma de suas principais plataformas na campanha de 2022 e tem sido amplamente discutido com a população.

Em outubro, especialistas em Direito do Trabalho ouvidos pelo Estadão afirmaram que a paralisação, por não ser motivada por reivindicações diretamente ligadas a condições de trabalho, poderia ser vista como abusiva.

Privatização da Sabesp avança na Assembleia
O Congresso de Comissões da Alesp aprovou, na quarta, o relatório do deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) sobre o projeto de lei que prevê a privatização da Sabesp. O relatório recebeu 27 votos favoráveis e 8 contrários, e o tema segue agora para plenário.

No esforço do governo do estado para acelerar a tramitação do projeto, além do regime de urgência, sua passagem pelas comissões na Assembleia ocorreu em um congresso dos colegiados, em vez de passar separadamente em cada um deles.

Esse congresso inclui, entre outras, as comissões de Constituição, Justiça e Redação e a de Finanças, Orçamento e Planejamento.

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Transporte

Tarifa zero nos ônibus de SP deve ser adotada aos domingos ou à noite, diz prefeito

por Redação 23 de novembro de 2023

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou nesta quinta-feira (23) que estuda adotar a tarifa zero aos domingos ou em períodos noturnos na capital paulista. Segundo ele, o objetivo é usar a medida como uma espécie de teste para entender os efeitos da gratuidade da passagem na cidade.

“O que a gente está pensando, e ainda não está definido, é iniciar um processo para sentir como vai ser o comportamento, se a tarifa zero realmente vai trazer um ganho para a economia, um movimento econômico maior”, disse o prefeito.

A previsão é que a proposta custe de R$ 400 milhões a R$ 500 milhões por ano. Segundo Nunes, o plano é incluir a medida já no Orçamento de 2024.

Ele afirmou que tem conversado com o relator do Orçamento de 2024 na Câmara Municipal. “São mais de 12 mil ônibus, então qualquer movimento desse tem que ser muito bem pensado”, afirmou Nunes.

“A ideia que está mais sendo apreciada é de domingo, que é um dia que não tem tanta movimentação e para o domingo ter o aquecimento da economia. Fazer girar a economia, pensando na geração de emprego, renda e no fortalecimento econômico da cidade”, disse.

Queda de passageiros
A medida, segundo Nunes, é avaliada durante uma queda no número de passageiros no transporte público municipal. “Nós tínhamos, em 2019, 9 milhões de passageiros por dia. Hoje, são 7 milhões”, disse.

“Nós estamos fazendo essas ações, mantendo a tarifa congelada, fazendo reformas de corredor [de ônibus], para poder atrair mais passageiros para o transporte coletivo”, afirmou Nunes.

Atualmente, as passagens estão fixadas em R$ 4,40. “Se vai ter aumento ou não, ainda não sei. Preciso sentar com o governador Tarcísio [de Freitas], tem toda uma questão da integração de CPTM e de Metrô. Mas nós precisamos atingir essa meta, que é aumentar o número de passageiros.”

No começo deste mês, o município de São Caetano do Sul, no ABC paulista, instituiu a tarifa zero nas linhas de ônibus municipais. A isenção da tarifa é válida para as oito linhas geridas pela Viação Padre Eustáquio (Vipe), concessionária de transportes da cidade.

Foi a terceira localidade da Grande São Paulo a instituir a tarifa zero nos ônibus municipais. A primeira foi Vargem Grande Paulista, em 2019. Um ano depois, foi a vez de Pirapora do Bom Jesus.

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Transporte

Avenidas Sumaré e Paulo VI ganham faixa azul para motos; veja como funciona

por Redação 6 de novembro de 2023

Começou a funcionar nesta segunda-feira (6) a faixa azul para motos nas avenidas Sumaré e Paulo VI, na zona oeste de São Paulo. Com isso, a capital paulista chega aos 33 km de faixas azuis, que têm por objetivo aumentar a segurança e proporcionar agilidade nos deslocamentos de motociclistas nas principais vias.

Na avenida Sumaré, o trecho de faixa azul vai da rua Apiacás até a rua Varginha. Na Paulo VI, a via exclusiva continua da rua Varginha até a rua Lisboa.

Em 23 de outubro, a prefeitura da capital paulista entregou um novo trecho da faixa azul para motos no Corredor Norte-Sul, no sentido Aeroporto de Congonhas.

Nesta segunda, a prefeitura divulgou que o projeto-piloto da faixa azul na avenida dos Bandeirantes, zona sul, completou um ano sem registro de mortes. A sinalização, com 17 km de extensão, foi implantada no dia 6 de outubro de 2022. A taxa de adesão é alta. A média de uso das motos na faixa azul no eixo Bandeirantes/Afonso D. Taunay é de 91%.

Segundo a prefeitura, diante do “sucesso da iniciativa”, no fim de setembro deste ano, a Senatran autorizou a ampliação do projeto-piloto para mais 71 km de faixas azuis. Ainda em 2023, há previsão de inauguração de mais sete trechos de faixa azul.

Como funciona?
As vias são sinalizadas com o balizamento horizontal branco e azul e o entorno recebe placas indicativas das posições de início e término da faixa azul. A prefeitura também instala faixas de vinil e banners educativos, que alertam sobre comportamentos necessários para a segurança, como: atenção redobrada aos pedestres, o respeito à velocidade regulamentada e sinalização antes de mudar de faixa.

As duas vias são classificadas como arteriais, com velocidade máxima regulamentada em 50 Km/h, e, segundo a gestão municipal, recebem aproximadamente 3.500 motos diariamente.

A faixa azul é um espaço para motos, mas não é exclusivo nem obrigatório, explica a administração municipal. O objetivo da nova sinalização é “organizar o espaço compartilhado entre os automóveis e as motocicletas, pacificar e humanizar o trânsito”.

Por não estar prevista no Código Nacional de Trânsito (CTB), a nova proposta de sinalização precisou do aval da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) para ser implantada de maneira experimental, para que avaliações sobre o desempenho pudessem ser realizadas e acompanhadas pelo órgão federal.

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Transporte

Quinta-feira supera a sexta e vira pior dia do trânsito em São Paulo

por Redação 26 de outubro de 2023

Os temidos congestionamentos nas tardes e noites de sexta-feira no trânsito de São Paulo agora acontecem um dia antes. Os maiores índices de lentidão estão sendo registrados às quintas-feiras, que se consolidaram como o pior dia do trânsito depois da pandemia de Covid-19.

Segundo especialistas, o fenômeno está ligado às atividades a distância, como o home office, que ganharam impulso durante a quarentena. Apesar de a pandemia ter acabado, muitas empresas mantiveram parte de seus funcionários trabalhando em casa em tempo integral ou em sistema híbrido.

Dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) mostram que a média dos congestionamentos registrados às sextas-feiras era de 537 km em 2019, antes da pandemia. Esse índice caiu para 327 km em 2023. O número é menor que os 347 km de congestionamento que vêm sendo registrados às quintas-feiras.

Para o consultor em transportes Horácio Figueira, o fenômeno é uma mudança radical de hábitos iniciada na pandemia.

“Quem pode escolher opta por fazer o home office em dias como segunda-feira ou sexta-feira, dias próximos do fim de semana. Quem não está em São Paulo acaba escolhendo ir à capital paulista em dias de meio de semana, já para escapar dos piores momentos do trânsito”, avalia. Para o especialista, isso também deve estar repercutindo no trânsito nas estradas e em outras atividades.

Diversos estudos apontam a consolidação do home office em parte das empresas, ainda que outras tenham voltado ao trabalho presencial. Um levantamento do site empregos.com.br mostrou, por exemplo, que o número de vagas nessa modalidade ofertadas em janeiro de 2021, no auge da pandemia, era de 887. Esse número aumentou para 2.132 no ano seguinte, quando as regras da quarentena já haviam sido flexibilizadas.

Congestionamento crescente
Os dados da CET mostram que os congestionamentos são crescentes ao longo da semana, até quinta-feira. A segunda-feira é o dia útil de menor trânsito, com picos de 243 km, superando apenas o sábado e o domingo, que é o dia com menor movimento. Os números revelam ainda que houve queda nos congestionamentos em todos os dias da semana.

Para Flamínio Fischmann, urbanista e coordenador da divisão de mobilidade e logística do Instituto de Engenharia, além do home office, há uma mudança no perfil dos serviços. Ele cita o crescimento dos cursos a distância. Apenas em 2021, o número de matrículas subiu quase 20%. Fischmann lembra que pesquisas de mobilidade mostram que os deslocamentos ligados à educação (escola, faculdade etc.) são o segundo motivo para o movimento de pessoas na capital paulista.

Em seguida, vem o comércio. Nesse setor, o especialista também vê mudanças no perfil dos envolvidos. “O cliente que faz aquisição de itens pela internet não se desloca. Assim, algumas lojas acabam enxugando seu quadro de funcionários, o que também impacta em deslocamentos de pessoas. Há ainda a questão da entrega, que é normalmente feita com o uso de motos, veículo que causa menor impacto no trânsito”, analisa Fischmann.

O urbanista também cita a atividade econômica do país como causadora da redução dos deslocamentos de forma geral e considera que parte dos setores geradores de riqueza e emprego no país ainda busca se recuperar dos efeitos da pandemia.

Metodologia
Os dados da CET englobam o período que vai da segunda semana de janeiro até agosto deste ano e em igual período em 2019, considerando a mesma quantidade de vias analisadas na capital paulista.

Fonte: r7

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Transporte

Prefeitura de SP entrega hoje novo trecho da Faixa Azul para motos no Corredor Norte-Sul

por Redação 23 de outubro de 2023

A Prefeitura de São Paulo entrega, nesta segunda-feira (23), um novo trecho da faixa azul para motos no Corredor Norte-Sul, no sentido Aeroporto de Congonhas.

A sinalização está sendo implantada nas avenidas Moreira Guimarães e Rubem Berta. Hoje, passam a operar novos 3,5 km. Em seguida, a faixa azul chegará à avenida Santos Dumont.

Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a faixa azul é uma sinalização de segurança para os motociclistas, com o objetivo de organizar o trânsito da cidade, principalmente nos horários de pico e congestionamento.

Atualmente, a faixa azul está em funcionamento em um trecho de quase 2 km, englobando as avenidas Prestes Maia e Tiradentes, implantado há menos de um mês. Desde janeiro de 2022, outro trecho, de 5,5 km, está em funcionamento na avenida 23 de Maio, entre a praça da Bandeira e o complexo viário Jorge João Saad.

Em janeiro deste ano, a prefeitura ainda anunciou a expansão do projeto para mais 220 km em vias importantes da capital, como as marginais Pinheiros e Tietê. O projeto-piloto implementado na avenida 23 de Maio completou um ano sem registros de mortes nas vias com a Faixa Azul.

O planejamento da CET também prevê a entrega de pelo menos um novo corredor de faixa azul na cidade a cada quinzena, que vai totalizar aproximadamente 100 km até o fim de dezembro. Confira o cronograma:

  • Corredor Norte-Sul (avenidas Rubem Berta, Moreira Guimarães e Santos Dumont) – a partir de 23/10;
  • Av. Sumaré e Paulo VI – a partir de 6/11;
  • Av. Nações Unidas – a partir de 20/11;
  • Av. Miguel Yunes – a partir de 20/11;
  • Av. Faria Lima – a partir de 4/12;
  • Av. Zaki Narchi – a partir de 4/12;
  • Av. Luiz Dumont Villares – a partir de 4/12;
  • Av. do Estado – a partir de 18/12;
  • Av. Jacu Pêssego (inclui a av. Nova Trabalhadores e Vice-Presidente José de Alencar) – a partir de 18/12.

Fonte: r7

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Transporte

Metrô de SP cobra multa de R$ 7 milhões de sindicato após greve

por Redação 18 de outubro de 2023

O Metrô de São Paulo entrou com uma ação de indenização de mais de R$ 7 milhões, contra o Sindicato dos Metroviários, por conta da greve do dia 3 de outubro.

No começo do mês, funcionários do Metrô, CPTM e Sabesp cruzaram os braços em protesto contra os projetos de privatização de linhas ferroviárias e da companhia de saneamento básico do estado.

O juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara de Fazenda Pública, que analisa o processo, disse que o Sindicato dos Metroviários tem o prazo de 30 dias para apresentar defesa, sob pena de “serem presumidos como verdadeiros os fatos articulados na ação”.

Em nota, o Metrô afirma que “o pedido de reparação feito pela Companhia compreende os prejuízos financeiros decorrentes da impossibilidade de arrecadação durante a paralisação. Na ocasião, houve descumprimento, por parte do sindicato, da liminar que determinava o funcionamento da operação das linhas do Metrô com 100% do efetivo nos horários de pico e 80% nos demais.”

Presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa diz que só soube da ação civil por meio da imprensa. Lisboa considera a movimentação do Metrô um ato antissindical que atenta contra o direito democrático de greve, previsto na constituição brasileira.

Ainda segundo Camila Lisboa, a ação civil é uma prática de má fé, porque já existe um processo na Justiça trabalhista, que é a esfera competente que julga as greves e lutas dos trabalhadores.

Fonte: r7

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