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Saúde

BrasilSaúde

Morre mulher internada com dengue que caiu da janela de UPA no DF

por Redação 15 de março de 2023

A cozinheira Cidalva Prates Guedes, 53 anos, que tinha caído da janela na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia, morreu nessa terça-feira (14), no Hospital de Base de Brasília. A paciente sofreu um traumatismo craniano após ser medicada com sonífero e cair da janela da ala vermelha da UPA. A família alega negligência da unidade.

Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) afirma que não houve omissão por parte da equipe da UPA.

Cidalva havia procurado a UPA com dores abdominais, febre e fraqueza em 4 de março. Ela foi diagnosticada com dengue e estava internada no local havia cinco dias. Segundo a família, Cidalva ficou em observação até 7 de março, quando a situação se agravou e ela foi transferida para a sala vermelha, um ambiente de urgência da UPA. A equipe médica teria informado a família que o local não permitia acompanhantes.

Na noite de última quinta-feira (9), a família foi informada que Cidalva, após apresentar quadro de agitação por 20 minutos, foi medicada com sonífero, teve delírios e pulou da janela com altura de cerca de dois metros. Com a queda, a mulher sofreu traumatismo craniano e precisou ser levada à unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital de Base.

Ainda de acordo com o relato da família, o socorrista da UTI móvel informou que a paciente deveria ter sido intubada imediatamente após a queda, mas a unidade não realizou o procedimento. Cidalva estava internada no Hospital de Base, em estado grave.

Na noite dessa quarta-feira (14), a família foi informada que Cidalva Prates morreu.

Iges-DF
Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF disse que a paciente deu entrada na UPA com um quadro de dengue em 3 de março, e que foi prestada a devida assistência. Eles também afirmaram que, por Cidalva ter menos de 60 anos, ela não tinha direito a acompanhante.

Veja a nota completa:

“No decorrer do dia, a equipe assistencial identificou uma piora do quadro e a encaminhou para sala vermelha para que a mesma fosse assistida de forma mais intensa e ampla. No momento da admissão, a paciente não apresentava um quadro que necessitasse de contenção, pois não apresentava sinais de agitação ou de violência. Dado momento em que a equipe da sala vermelha prestava assistência a outro paciente da mesma sala. A equipe ouviu o barulho e quando foi ao leito a paciente havia se jogado da janela. No mesmo momento a equipe prestou toda assistência à paciente, reavaliou a mesma e posteriormente a encaminhou e solicitou uma tomografia e um parecer da neurocirurgia do Hospital de Base.

A unidade solicita ao Complexo Regulador vaga hospitalar a todos os pacientes internados e os pacientes das alas são assistidos 24h. Tanto que ao observarem o rebaixamento levaram a paciente para sala vermelha.

A gestão da unidade e o Núcleo de Segurança do Paciente foram comunicados imediatamente e apuraram todos os fatos para que sejam adotadas as medidas necessárias para que situações semelhantes não ocorram novamente. A unidade manteve os familiares informados sobre o quadro da paciente.

O IgesDF esclarece ainda que foi prestada assistência em todo período de permanência da paciente na unidade, e reafirma que não houve omissão por parte da equipe da UPA.

A paciente foi internada no Hospital de Base, onde recebeu todos os cuidados necessários.”

O caso é investigado pela 19ª Delegacia de Polícia Civil, em Ceilândia. A Polícia Civil informou que tomou conhecimento que a vítima morreu nessa quarta-feira (14). Um inquérito policial foi aberto para apurar os fatos.

Caso semelhante
Um homem com síndrome de Down morreu na última sexta-feira (10) após ter recebido alta da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Setor O, em Ceilândia, no Distrito Federal. Imagens gravadas por outros pacientes que estavam no local mostram Warlley Eduardo, de 30 anos, agonizando no chão do estabelecimento, sem receber atendimento. Segundo relatos, ele teria ficado cerca de 3 horas passando mal.

A mãe de Warlley, Maria de Lourdes Pires, afirma que houve negligência por parte dos agentes de saúde. Segundo ela, o filho deu entrada na UPA em 9 de março, com um quadro de convulsão e febre.

Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) informou que abriu investigação interna relacionada ao atendimento do paciente.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Vacinação contra mpox começa nesta segunda-feira; veja quem pode se imunizar

por Redação 13 de março de 2023

Começa nesta segunda-feira (13) a aplicação da vacina contra a mpox, anteriormente chamada de varíola do macaco. Segundo o Ministério da Saúde, serão distribuídas 47 mil doses entre todos os estados e o Distrito Federal.

A campanha utilizará a vacina Jynneos/Imvanex e, por haver limitação de disponibilidade de doses, a aplicação será feita, por ora, enquanto durarem os estoques.

O ministério classifica o imunizante como uma “vacina viva”. “Produzida a partir da cepa Vaccinia Ankara-Bavarian Nordic (MVA-BN) modificada, um orthopoxvírus atenuado e não replicante contra varíola e varíola de macaco, que induz respostas imunes humorais e celulares aos orthopoxvírus”, explica em nota.

De acordo com a pasta, o esquema vacinal será de duas doses (de 0,5 ml cada uma), com quatro semanas de intervalo (28 dias), para pessoas acima de 18 anos, sendo oferecidas de forma pré e pós-expositória para grupos determinados.

À Agência Brasil, o Ministério da Saúde afirmou que o público inicial visa à aplicação da vacina em cerca de 16 mil pessoas.

Veja a seguir os requisitos vacinais:

Grupos elegíveis para vacinação pré-exposição
• Pessoas com HIV/Aids: homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais, com idade igual ou superior a 18 anos e status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses;

• Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 3 (NB-3), de 18 a 49 anos de idade.

Grupos elegíveis para vacinação pós-exposição
Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para mpox, cuja exposição seja classificada como de alto risco (exposição direta da pele ou de membranas mucosas à pele ou a secreções respiratórias) ou médio risco (sem contato direto, mas próximo, na mesma sala ou espaço físico interno).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Cuidado com o peixe-leão: conheça o invasor venenoso que ameaça espécies brasileiras

por Redação 11 de março de 2023

Pescadores de Itamaracá, no Litoral Norte do Grande Recife, em Pernambuco, capturaram dois peixes-leão no último dia 26 de fevereiro, um domingo. Os animais caíram em uma armadilha de pesca conhecida como corvo. No dia seguinte, segunda (27), mais um foi encontrado no estado vizinho da Paraíba.

Os dois exemplares encontrados no litoral pernambucano foram entregues às autoridades da prefeitura da cidade. Os pescadores sabiam a importância do gesto: o peixe-leão (lionfish em inglês) é uma espécie invasora, venenosa, com alta capacidade de reprodução e apetite raro para devorar pequenos frutos do mar e peixes até maiores do que ele.

Outro detalhe preocupa: invasor recente, a espécie não tem predadores na cadeia alimentar do mar no país. Como não faz parte da biodiversidade brasileira, os peixes e animais maiores locais ainda não o reconhecem como presa. Por isso, se não for contido, ela poderá se transformar, em pouco tempo, numa ameaça real ao equilíbrio de várias espécies da biodiversidade marítima do Brasil. O estrago poderá ser considerável, sobretudo, no entorno de ilhas e arquipélagos, alertam o pesquisador. Infelizmente, o ritmo da invasão começa a acelerar.

Ironicamente, o peixe-leão é um dos mais belos seres vivos dos oceanos. Desejado anteriormente por criadores de todo o mundo, tem barbatanas exuberantes e corpo marcado por pequenas bolas e cores, do marrom ao amarelo, passando por vermelho e azul, às vezes alternadas por listras brancas ou em tons mais claros. Sua beleza atrai desavisados ​​para o perigo.

Ele nada pausadamente, com elegância suprema. Adulto, atinge em média entre 25 e 30 centímetros de comprimento. No contato com o ser humano, o risco fica por conta do conjunto dos 18 espinhos venenosos que carrega, naturalmente disfarçados, no dorso e nas regiões pélvica e anal.

“O peixe-leão não toma a iniciativa de atacar humanos, mas interagir com ele é perigoso. Seus espinhos têm uma peçonha, um veneno, que provoca vermelhidão, dor de cabeça, necrose na área atingida e, no limite, gera convulsões e choque anafilático”, alerta a coordenadora do Projeto Conservação Recifal, Gislaine Lima. Náuseas, fraqueza muscular, disfunção muscular ofegante, dor intensa e edema no local são outros sintomas comuns.

O primeiro acidente com um peixe-leão na costa brasileira foi registrado em Barroquinha, no litoral norte do Ceará, em abril de 2022. Um pescador teve sete perfurações no pé ao pisar em um deles num cercado de pesca, informou o Diário do Nordeste. Foi internado com febre e convulsões. Barroquinha fica na divisa com o Piauí, outro estado onde ao menos um exemplar da espécie foi encontrado.

O peixe-leão é uma espécie nativa do Indo-Pacífico, faixa oceânica que vai do Pacífico, entre a costa da América do Sul e a Austrália, até o litoral leste da África. Na década de 1980, conseguiu se estabelecer no Oceano Atlântico. Antes das localizações em Pernambuco, Paraíba, Piauí e Ceará, cinco exemplares haviam sido capturados em águas brasileiras. Dois no litoral de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Estado do Rio, um no arquipélago de Fernando de Noronha e outros dois em armadinhas de servidores a 200 quilômetros de distância do litoral do Amapá, na pluma do Amazonas, área de contato da água doce do rio com sal do mar.

No caso de Arraial do Cabo, especialistas suspeitam que o exemplar tenha sido deixado ao mar por algum criador, mas isso não foi comprovado. Em um estudo publicado pela revista especializada internacional Biological Invasions, sete investigadores brasileiros analisaram as possibilidades de entrada, soltura ou nascimento da espécie na faixa oceânica do país.

“Há indícios concretos do início do processo de invasão. O alarme está dado. Precisamos orientar a população e os servidores. Autoridades devem tomar atitudes desde já”, destacou, logo após a captura em Fernando de Noronha, em entrevista, de Darwin, na Austrália, o biólogo marinho brasileiro Osmar J. Luiz, pós-doutor pela universidade Macquarie, de Sydney, pesquisador da também australiana Charles Darwin University e coautor organizador do estudo.

No Indo-Pacífico, o peixe-leão tem vários predadores naturais, entre eles algumas espécies de tubarão e garoupa. Fora dali são invasores bonitões, mas perigosos. As primeiras localizações da espécie como invasora em águas do mundo foram identificadas em 1985, na costa sul da Flórida, nos Estados Unidos. De acordo com cientistas, esses exemplares provavelmente foram soltos por donos de aquários descontentes com o comportamento da espécie, de comilão de outros peixes.

Em duas décadas, eles se tornaram uma praga por lá. Alastraram-se pela costa leste americana e, a partir de 2005, tomaram as praias do Golfo do México e de todos os países banhados pelas águas cristalinas do Mar do Caribe. Rumaram em seguida para o litoral da Venezuela, próximo à costa norte do Brasil. Em outra ponta, vindos do Mar Vermelho e do Canal de Suez, passaram a devorar também o que viam pela frente no Mar Mediterrâneo, entre a Europa e a África.

O peixe-leão é um mesopredador, ou seja, um predador de porte médio. Devora peixes de pequeno e médio porte e, em sua voracidade particular, até alguns maiores do que ele, não tão bons nas tarefas de defesa. “Quando ele invade outros ambientes, as presas demoram a reconhecê-lo como inimigo e não fogem, facilitando sua ação. Seus possíveis predadores também custam a identificá-lo como presa. Enquanto isso, a população se expande fulminantemente e faz a festa onde se instala”, explica o pesquisador brasileiro. “Por tudo isso, nas costas americana e caribenha, eles reduziram e continuam a comprometer a sobrevivência de espécies, sobretudo endêmicas, que existem apenas em um ponto”.

A rápida invasão das águas caribenhas serve de lição. Os lionfishes dominaram as praias de Trinidad e Tobago, no sudeste do Caribe, em 2012. Dois anos depois, em maio de 2014, mergulhadores e pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) capturaram um exemplar de 25 centímetros num costão de rochas da Prainha, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 2016, o segundo foi pego no Saco das Neves, no litoral da mesma cidade.

Mais de seis mil quilômetros separam o sudoeste do Caribe do litoral fluminense. Por isso, os estudiosos, no início, achavam difícil que eles tivessem chegado até as águas exuberantes da Região dos Lagos fluminense nadando, sem terem sido localizados antes, no caminho. A hipótese mais aceita para esses exemplares de Arraial do Cabo também é a soltura por donos de aquário. Mas agora, diante dos casos recentes no litoral nordestino, até mesmo essa tese é colocada em dúvida.

No episódio de Noronha, a possibilidade mais aceita à época era a de que ovos da espécie, gelatinosos e capazes de flutuar, tenham sido levados pelas correntes marítimas até o arquipélago, distante 350 quilômetros da costa pernambucana.

O peixe-leão se reproduz com fluência espantosa. As fêmeas desovam todos os meses. Apenas uma delas é capaz de liberar dois milhões de ovos em um ano. “No caso dos dois capturados por pescadores no litoral do Amapá, um por rede e outro na armadilha de pesca, a história é diferente – e bem mais preocupante”, destacou Luiz.

“Há a suspeita de que eles passaram a atravessar a Pluma do Rio Amazonas, faixa de encontro da água doce no mar, que funciona como barreira natural ao escurecer e diminuir a salinidade da água do mar”, destaca o pesquisador. Alguns fatores, entre eles as capturas recentes no litoral nordestino, sugerem que essa travessia ocorre de fato, com chance de já existirem populações de peixes-leão no Norte/Nordeste do país.

Da divisa entre a Guiana Francesa e o Amapá até São Luiz, no Maranhão, a costa norte brasileira abriga uma grande cadeia de recifes de corais, em profundidades entre 70 e 220 metros, com mais de mil quilômetros de extensão. Os pesquisadores temem que os peixes-leão estejam usando esse trecho de corais, por baixo da Pluma do Rio Amazonas, como caminhos para chegar à costa atlântica brasileira. “Se não tomarmos providências, em dez anos a invasão de nossas costas e ilhas poderá gerar prejuízos semelhantes aos vistos no Caribe”, preocupa-se Luiz.

Os pontos mais vulneráveis são os entornos de ilhas e de arquipélagos como Fernando de Noronha, Atol das Rocas, Martin Vaz e São Pedro e São Paulo. Todas essas áreas abrigam populações de espécies endêmicas, não encontradas em outras regiões, de peixes médios e pequenos, que poderiam ser drasticamente reduzidas ou aniquiladas pelo apetite furioso dos lionfishes.

O que fazer para deter a invasão dos peixes-leão?

Na Flórida, lançar peixe-leão no mar está proibido. Criadores que não os quiserem devem abatê-los ou devolvê-los ao fornecedor. Escolas e empresas de mergulho promovem frequentemente gincanas e concursos, com pessoas treinadas, de campeões da pesca do peixe-leão. Alguns capturam entre 1 mil e 1,5 mil exemplares a cada uma dessas jornadas.

A venda e o preparo da carne são incentivados. Há livros de receita e muitos consomem o peixe como sushi e sashimi. “Temos informação de que a carne é saborosa. Pelas fotos, parece mesmo interessante”, brinca Carlos Eduardo Ferreira, um sete coautores do artigo, em um encontro virtual com Luiz Rocha, outro parceiro no trabalho. Ferreira defende a proibição do comércio de peixe-leão para aquários no Brasil.

“Hoje, em vários pontos do Caribe, há mais peixe-leão a partir de 30 metros de profundidade do que em áreas rasas, que abrigam a maioria dos peixes endêmicos. Fatores aleatórios de adaptação natural das áreas e espécies também contribuem para isso”, analisou Rocha no encontro.

“Tudo isso é importante, mas fundamental agora é orientarmos a população. Órgãos como ICMBio e outros precisam colocar em prática, agora, as estratégias de controle”, aconselha Luiz. Mesmo porque, como se percebe de forma cada vez mais clara, esperar e dar tempo são coisas que, definitivamente, cansam a beleza voraz do peixe-leão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos abre quatro UBS pelo programa Saúde Agora neste sábado

por Redação 10 de março de 2023

A Prefeitura de Guarulhos abrirá as Unidades Básicas de Saúde (UBS) São Ricardo, Jardim Cabuçu, Cidade Seródio e Pimentas neste sábado (11) pelo programa Saúde Agora para atender a população para consultas, exames e vacinação. As unidades, distribuídas pelas quatro regiões de saúde da cidade, estarão em funcionamento das 8h às 16h.

Consultas médicas e exames de Papanicolau devem ser agendados previamente em uma das UBS ou por meio do aplicativo Saúde Guarulhos (http://bit.ly/3E13Wek). Já para procedimentos como curativos, dispensação de medicamentos, aferição de pressão arterial e glicemia mediante pedido médico e vacinas de rotina, o atendimento é realizado por demanda espontânea, sem agendamento.

As unidades também realizam testes rápidos para a detecção da covid-19, hepatites B e C, HIV e sífilis e, para estes dois últimos, vale lembrar que, dos casos notificados entre pessoas de 15 a 34 anos em Guarulhos, mais de 60% correspondem a homens.

Esses exames são fundamentais para identificar precocemente a presença de infecções sexualmente transmissíveis, permitindo que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível com o objetivo de reduzir o risco de transmissão. Fazer o teste é fácil e rápido e o acesso ao tratamento é garantido pelo SUS no município.

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GuarulhosSaúde

Saúde promove palestra gratuita sobre vigilância sanitária em clínicas odontológicas

por Redação 9 de março de 2023

No próximo dia 20 a Prefeitura de Guarulhos promoverá a palestra Normas e Exigências da Vigilância Sanitária para Clínicas e Consultórios Odontológicos. O objetivo é discutir boas práticas para tornar esses locais mais seguros, reduzindo os riscos à saúde. O evento é gratuito e acontecerá no auditório da Secretaria da Saúde, na rua Íris, 300, Gopoúva, das 8h30 às 11h30.

A palestra, destinada a cirurgiões-dentistas, auxiliares e técnicos em saúde bucal e estudantes da área, vai abordar temas como legislação na área odontológica, procedimentos de esterilização de equipamentos e utensílios, manejo de resíduos gerados e instalações adequadas. As inscrições prévias podem ser feitas via formulário, disponível no link forms.gle/HYU4krm5Ek5Z6mUB8 e no QR Code destacado na arte. A carga horária total é de três horas e meia e ao final do evento os participantes receberão um certificado da Prefeitura.

Com a palestra, a Secretaria da Saúde visa ainda a orientar os profissionais da área odontológica sobre os temas verificados durante as inspeções sanitárias em clínicas e consultórios, bem como a respeito do gerenciamento de resíduos em serviços de saúde e as demais exigências para o processo de licenciamento sanitário. Além disso, a palestra abordará como evitar os riscos inerentes à prática odontológica, como as infecções cruzadas, acidentes com perfurocortantes, contaminações ambientais e radioativas.

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GuarulhosSaúde

Prefeitura alerta para a importância de jovens fazerem exames para detectar ISTs precocemente

por Redação 9 de março de 2023

A prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) é uma questão de saúde pública que precisa ser levada a sério por todos os moradores do município, especialmente os jovens, que são mais suscetíveis a contrair essas doenças. Em Guarulhos, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) oferecem exames de sífilis e HIV para ajudar a reduzir a disseminação de tais infecções. Esses exames são fundamentais para identificar precocemente a presença de ISTs, permitindo que o tratamento seja iniciado o mais rapidamente possível e reduzindo o risco de transmissão.

De acordo com a psicóloga e coordenadora do programa IST/Aids e Hepatites Virais da Prefeitura de Guarulhos, Marina Nairismagi Alves, é crucial que os jovens se conscientizem da importância de realizar testes regularmente mesmo que não apresentem sintomas ou acreditem que não estão expostos a essas doenças, já que muitas vezes as ISTs podem ser assintomáticas e o munícipe pode estar infectado sem saber, aumentando significativamente as chances de transmissão dos vírus.

Ainda segundo a especialista, por se reconhecerem expostos, muitos jovens têm medo de realizar a testagem para sífilis e HIV, visto que uma parcela significativa do público não adota estratégias de prevenção para essas infecções. “Descobrindo cedo, maior é a garantia da pessoa não ter complicações e uma qualidade de vida normal. Ainda hoje temos casos de descoberta tardia do HIV que resulta em óbitos por aids. Fazer o teste é fácil e rápido e o acesso ao tratamento é garantido pelo SUS no município”, afirma Marina.

Sífilis em Guarulhos

Somente em 2022 Guarulhos registrou 711 casos de sífilis em não gestantes, sendo 45% deles na região São João/Bonsucesso. A região Centro, por sua vez, concentrou 24% das notificações, a região Cantareira 16% e a região Pimentas/Cumbica 15%. Deste total, 63% foram notificados em homens e 37% em mulheres. A maior proporção das notificações ocorreu entre pessoas de 15 a 34 anos, representando 67% dos casos em homens e 62% em mulheres.

Já nas gestantes, 547 casos de sífilis foram notificados pelo município, sendo 35% região São João/Bonsucesso, 26% na região Cantareira, 25% em Pimentas/Cumbica e 14% na região Centro. Dessas gestantes, 59% têm entre 15 e 24 anos.

Guarulhos registrou ainda 614 casos de recém-nascidos expostos à doença, dos quais 55% foram confirmados como sífilis congênita, 45% como neurossífilis, 4% evoluíram como natimorto e 1% como aborto.

HIV em Guarulhos

No ano passado o município registrou 217 notificações para o HIV. Deste total, 36% já estavam com evolução para o quadro de aids, em que há a manifestação de sintomas como o surgimento de doenças em decorrência da baixa imunidade, perda de peso e diarreia. Oitenta por cento dos casos de HIV em Guarulhos foram notificados em homens e 20% em mulheres, sendo 41% na região Cantareira, 20% na região São João/Bonsucesso, 24% na área central e 15% na região Pimentas/Cumbica. Entre os homens, 62% dos casos foram registrados na faixa etária de 15 a 34 anos, enquanto que entre as mulheres da mesma faixa essa proporção foi de 39,5%.

É importante ressaltar que os dados disponíveis estão sujeitos a alterações e subnotificações. Também vale destacar que campanhas de testagem em massa em determinadas regiões de saúde podem levar, naturalmente, a um aumento no número de casos registrados nos bairros.

Prevenção

O uso de preservativos em todas as relações sexuais é a medida mais eficaz para reduzir o risco de contaminação por qualquer tipo de IST. É fundamental ainda manter hábitos saudáveis e fazer exames periódicos, especialmente as pessoas que possuem uma vida sexual ativa. Todas as UBS do município, cujos endereços podem ser consultados em https://www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs, oferecem preservativos e sachês de gel lubrificante gratuitamente para os usuários.

Atualmente, em razão das medidas de prevenção combinada, as estratégias vão além do uso de preservativos. A vacina contra o HPV, por exemplo, que é eficaz na prevenção do câncer cervical, está disponível para crianças e adolescentes de nove a 14 anos nas UBS, onde também pode ser encontrado o imunizante contra a hepatite B, disponível para toda a população.

A profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV pode ser obtida em todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos serviços de pronto atendimento (PAs), enquanto que a profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV está disponível no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e no SAE Carlos Cruz. Além disso, a Prefeitura reitera que todas as ISTs podem ser tratadas e existem estratégias de redução de danos disponíveis para todos os munícipes.

A Secretaria da Saúde de Guarulhos reforça ainda que a conscientização e a prevenção são as melhores formas de evitar a disseminação das infecções e enfatiza a relevância da população, em especial os jovens, comparecer regularmente às UBS para realizarem exames a fim de garantir uma vida sexual saudável e livre de doenças.

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GuarulhosSaúde

Saúde começa vacinação contra mpox no dia 13; saiba quem poderá se imunizar

por Redação 8 de março de 2023

Com 46 mil doses à disposição do PNI (Programa Nacional de Imunizações), o Ministério da Saúde se prepara para dar o pontapé inicial na campanha de vacinação contra a mpox (varíola do macaco). A aplicação do imunizante começa na próxima segunda-feira (13), conforme informou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, ao Estadão.

A reportagem também teve acesso ao informe técnico enviado a estados e municípios. Segundo o documento, para a vacinação pré-exposição, estarão elegíveis pessoas que vivem com HIV/Aids que tenham “contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células” e profissionais que trabalham diretamente com orthopoxvírus em laboratórios. Para a pós-exposição, entram no grupo pacientes com suspeita ou confirmação da doença, classificados como de exposição de risco alto ou médio.

Considerando-se que não há mais disponibilidade de imunizante no mercado (o ministério havia comprado 49 mil, mas só recebeu 46 mil, conforme o documento), a estratégia de vacinação continua enquanto durarem os estoques.

A primeira remessa de imunizantes, com 9,8 mil unidades, foi recebida pelo Brasil ainda em outubro. Por unanimidade, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) havia aprovado a utilização das vacinas Jynneos/Imvanex ainda em agosto, tendo prorrogado a dispensa de registro por mais seis meses em fevereiro deste ano.

O documento também traz o desenho epidemiológico do surto no País até a semana sete de 2023 (12/2/2023 a 18/2/2023). No total, houve notificação de 50.803 casos suspeitos para mpox: 10.301 (20,3%) foram confirmados; 339 (0,7%) classificados como prováveis; 3.665 (7,2%), suspeitos e 36.498 (71,8%), descartados. No período, foram registradas 15 mortes.

A curva de casos mostra crescimento a partir de julho e pico em agosto. Depois, a partir de setembro, tendência de queda, embora casos continuem a ser notificados. Essa persistência, segundo o documento, é o que justifica a necessidade da campanha e o foco em pacientes com potencial de agravamento da doença.

“Considerando o panorama epidemiológico da infecção por mpox, com persistência de casos confirmados no território brasileiro e, apesar de tendência decrescente no mundo inteiro, a frequência de óbitos e a ocorrência de morbimortalidade são maiores entre as pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA), em especial naquelas com status imunológico de contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células”, diz o documento.

“Felizmente, o cenário epidemiológico é de declínio”, afirma Ethel. “Como o vírus ainda está circulando — não há eliminação, mas controle —, é importante vacinarmos para maior proteção dos mais vulneráveis ao desenvolvimento de quadros clínicos mais graves ou mais expostos ao vírus.”

Questionada sobre o porquê de a vacinação começar só agora, Ethel disse que “recebemos [o governo] com as doses sem uso e pedimos à Anvisa autorização para utilizar as vacinas”.

O Estadão buscou também o Ministério da Saúde, por meio de sua assessoria de imprensa, que confirmou que a campanha começa em março, mas não informou a data de início. A pasta destacou que a estratégia e o público prioritário para vacinação foram acordados com estados e municípios.

À reportagem, o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse que a “Anvisa concedeu o registro das vacinas em caráter excepcional e vinculado a realização de monitoramento” e que “a área técnica recomendou que fosse realizada uma pesquisa sobre a responsabilidade de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz”.

“Até o final da gestão, a Conep [Comissão Nacional de Ética em Pesquisa] não havia aprovado o protocolo da pesquisa”, disse Queiroga. “Segundo fui informado, o TCLE [Termo de Consentimento Livre e Esclarecido] apresentado pelos pesquisadores não tinha sido aceito pela Conep.”

Vacina e campanha
Inicialmente, a pasta vai repassar para as unidades federativas só o quantitativo suficiente para imunizar 50% da população-alvo da vacinação pré-exposição. “O envio de mais doses dependerá do andamento da vacinação e, a depender da demanda local, as UF deverão solicitar ao Ministério da Saúde os envios de remessas adicionais”, diz o documento.

“Será mantido um estoque estratégico no nível estadual e no nível central visando a redistribuição frente à evolução do cenário epidemiológico e ocorrência de novos casos”, completa. A estimativa da Saúde é que haja pouco mais de 16,3 mil pessoas com HIV/Aids elegíveis no país, de acordo com dados do sistema público de saúde dos últimos seis meses do ano passado.

O imunizante a ser utilizado é o Jynneos, que, segundo a pasta, é uma “vacina viva”. “Produzida a partir da cepa Vaccinia Ankara-Bavarian Nordic (MVA-BN) modificada, um Orthopoxvírus atenuado e não replicante contra varíola e varíola de macaco, que induz respostas imunes humorais e celulares aos Orthopoxvírus.”

O esquema de imunização é de duas doses (de 0,5 ml cada uma), com quatro semanas de intervalo (28 dias). Essa vacina é indicada para uso em adultos com idade igual ou superior a 18 anos.

Grupos elegíveis para vacinação pré-exposição
1 – Pessoas que vivem com HIV/Aids: homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais, com idade igual ou superior a 18 anos e status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.

2 – Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 3 (NB-3), de 18 a 49 anos de idade.

Grupos elegíveis para vacinação pós-exposição
1 – Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para mpox, cuja exposição seja classificada como de alto risco (exposição direta da pele ou de membranas mucosas à pele ou secreções respiratórias) ou médio risco (sem contato direto, mas próximo, na mesma sala ou espaço físico interno).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos capacita profissionais de saúde em prevenção ao câncer de colo de útero e de mama

por Redação 8 de março de 2023

Nesta quarta-feira (8), em celebração ao Dia Internacional da Mulher e ao Março Lilás, de prevenção ao câncer de colo do útero, a Secretaria da Saúde de Guarulhos promoveu uma atualização dos protocolos sobre a doença para os médicos e enfermeiros da rede pública municipal.

O evento foi realizado na Universidade Guarulhos (UNG) e contou com a divulgação de novos dados epidemiológicos, além de recentes atualizações nas definições e condutas para a prevenção do câncer de colo do útero e de mama. Ao todo 90 profissionais de saúde participaram do evento.

A capacitação contou ainda com palestras de especialistas em ginecologia e mastologia, que abordaram temas relevantes para a prevenção e a detecção precoce dessas doenças.

As médicas Eliana Dias de Carvalho Caruso e Mirela Murça falaram sobre lesões precursoras do câncer cervical e estratégias de rastreamento da doença, enquanto que o mastologista Cláudio Lourenço da Silva abordou a conscientização e a prevenção ao câncer de mama.

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GuarulhosSaúde

Pfizer infantil estará disponível em todas as UBS de Guarulhos a partir desta quarta

por Redação 8 de março de 2023

As vacinas Pfizer Baby e Pfizer Pediátrica, antes concentradas em 36 unidades-polo de Guarulhos, a partir desta quarta-feira (8) passam a ser disponibilizadas nas 69 Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade, exceto a Paulista e a São Rafael, que estão em reforma. Os endereços das UBS podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

A descentralização dos imunobiológicos, ocorrida devido à entrega de novos lotes das vacinas ao município, facilita o acesso para que pais e responsáveis mantenham o esquema vacinal contra a covid-19 de crianças entre seis meses e 11 anos de idade em dia.

Para a faixa etária entre seis meses e quatro anos, o esquema vacinal primário é composto por três doses da Pfizer Baby, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda aplicação e de oito semanas entre a segunda e a terceira dose. O intervalo só é diferente para crianças entre três e quatro anos que iniciaram com as doses de Coronavac, sendo a terceira aplicação pelo menos quatro meses após a segunda.

Já o esquema vacinal primário para o público entre cinco e 11 anos, antes composto por duas doses de Coronavac ou de Pfizer Pediátrica, passará a contar, a partir desta quarta-feira, com uma terceira dose, já liberada para pessoas dessa faixa etária com imunossupressão. O imunobiológico recomendado é a Pfizer Pediátrica após oito semanas da aplicação da segunda dose.

Coronavac continua concentrada em 36 polos

As doses do imunobiológico Coronavac continuam concentradas em 36 polos, o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS Ponte Grande, Tranquilidade, São Ricardo, Vila Fátima, Parque Cecap, Vila Galvão, Jovaia, Cidade Martins, Recreio São Jorge, Belvedere, Rosa de França, Continental, Jardim Cabuçu, Acácio, Morros, Lavras, Seródio, Santa Paula, Inocoop, Bananal, Fortaleza, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Cumbica, Cumbica I, Normandia, Parque Alvorada, Pimentas, Jacy, Cummins, Jurema, Piratininga e Parque Jandaia.

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GuarulhosSaúde

Guarulhos inicia vacinação com a Pfizer bivalente em idosos 60+ na próxima segunda

por Redação 6 de março de 2023

A partir de segunda-feira (6) a Prefeitura de Guarulhos inicia a vacinação de idosos com 60 anos ou mais com a dose de reforço da Pfizer bivalente contra a covid-19. A vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município, exceto a Paulista, que está em reforma.

Para se vacinar é necessário ter recebido as duas doses do esquema vacinal primário, ou a dose única, há pelo menos quatro meses e apresentar o comprovante de vacinação e um documento com foto. Os endereços das UBS podem ser consultados em https://www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

A vacina bivalente oferece proteção contra a variante original do vírus causador da covid-19 e contra as cepas que surgiram posteriormente, incluindo a ômicron.

De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado no dia 24 de fevereiro, desde o início da vacinação Guarulhos aplicou 3.587.633 doses contra a covid-19. A Secretaria da Saúde reforça a importância de todas as pessoas acima de seis meses manterem o esquema vacinal completo.

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