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Saúde

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Crianças de 5 a 11 anos poderão tomar reforço de vacina contra a Covid

por Redação 5 de janeiro de 2023

O Ministério da Saúde autorizou, nesta quarta-feira (4), a aplicação de reforço da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Em nota técnica, a pasta recomenda que a dose seja feita com o imunizante pediátrico da Pfizer.

Estão elegíveis todos aqueles nessa faixa etária que tomaram a segunda dose (CoronaVac ou Pfizer) há pelo menos quatro meses.

O embasamento para a recomendação leva em conta o aumento em até seis vezes dos níveis de anticorpos após a dose complementar. O ministério também considerou uma subanálise com a vacina da Pfizer que apontou aumento de 36 vezes na produção de anticorpos contra a variante Ômicron do coronavírus em crianças de 5 a 11 anos.

“Esses resultados mostram a importância de completar o ciclo vacinal contra a Covid-19, para garantir que os imunizantes atinjam a eficácia completa e protejam contra casos graves e mortes pela doença. Mesmo quem perdeu o prazo recomendado deve procurar um posto de vacinação. O Ministério da Saúde também aconselha a administração simultânea de vacinas contra Covid-19 com os outros imunizantes do calendário vacinal para proteger as crianças contra outras doenças”, diz a pasta em comunicado.

No fim de dezembro, o ministério já havia ampliado a vacinação para indivíduos de 6 meses até 5 anos incompletos. Até então, a imunização estava restrita àqueles que tivessem alguma comorbidade.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Tudo o que você precisa saber sobre o novo remédio para emagrecer aprovado pela Anvisa

por Redação 5 de janeiro de 2023

Um novo medicamento que conseguiu, em estudos, reduzir em média 17% do peso de pacientes com obesidade ou sobrepeso (com comorbidades) chegará ao Brasil nos próximos meses. O primeiro passo já foi cumprido, na segunda-feira (2), com a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O remédio em questão é o Wegovy, cujo princípio ativo é a semaglutida, o mesmo de outra droga já liberada no país para o tratamento de diabetes tipo 2, o Ozempic. Esse último, todavia, já tem sido prescrito por médicos em caráter off-label (sem indicação em bula) para emagrecer.

A diferença entre o Ozempic e o Wegovy é a dose. O primeiro vem em uma caneta aplicadora de injeção subcutânea com doses de 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg. O uso é uma vez na semana. O tratamento para um mês chega a custar mais de R$ 900.

O Ozempic se tornou, nos últimos anos, um dos dez medicamentos mais vendidos nas farmácias brasileiras, segundo pesquisa da consultoria IQVIA.

O Wegovy, em tese, acaba com o uso off-label do Ozempic, já que foi testado exclusivamente para o tratamento de sobrepeso e obesidade.

O tratamento continua sendo com o uso de injeções semanais de semaglutida. O Wegovy é vendido em cinco tipos de canetas aplicadoras, com doses de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 1,7 mg e 2,4 mg.

O paciente inicia com 0,25 mg (quatro semanas), e as doses são aumentadas gradualmente ao longo de 16 semanas, até a dose de manutenção, que é de 2,4 mg.

A fabricante dos dois medicamentos, a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, faz a seguinte ressalva em seu site voltado ao público dos Estados Unidos, onde o Wegovy já está disponível desde 2021: “Embora Wegovy e Ozempic contenham semaglutida, eles são produtos diferentes, com indicações, dosagens, informações de prescrição, esquemas de titulação etc. diversas. Os produtos não são intercambiáveis”.

A própria Novo Nordisk diz que não faz nenhum tipo de promoção para uso off-label do Ozempic no tratamento de sobrepreso ou obesidade.

Enquanto o Wegovy não chega ao mercado, a única opção disponível é um “primo” dele, o Saxenda, que consiste em injeções diárias de liraglutida.

Uma revisão feita por pesquisadores do Texas em 2016 e publicada na revista Obesity Science & Practice mostrou que quem fez uso de 3 mg do Saxenda perdeu, em média, 6% do peso original (6,4 kg) após 56 semanas.

Indivíduos que utilizaram 1,8 mg perderam uma média de 4,7% do peso (5 kg). O grupo que tomou placebo — substância sem efeito no organismo — emagreceu 2% (2,2 kg).

A quem se destina
A Anvisa definiu que o “Wegovy é indicado como um adjuvante a uma dieta hipocalórica e exercício físico aumentado para controle de peso, incluindo perda e manutenção de peso, em adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) inicial de ≥30 kg/m² (obesidade) ou ≥27 kg/m² a <30 kg/m² (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso; por exemplo, disglicemia (pré-diabetes ou diabetes mellitus tipo 2), hipertensão, dislipidemia, apneia obstrutiva do sono ou doença cardiovascular”.

Como funciona
O remédio “imita” um hormônio que nosso intestino libera após as refeições e que atua nos receptores do cérebro que controlam o apetite, a sensação de saciedade e a fome, o GLP-1.

“Existe uma região do cérebro chamada hipotálamo, em que a gente tem o centro de controle do apetite. Então, tem centros de fome e saciedade. A semaglutida atua especificamente nesses centros, para aumentar a saciedade e reduzir a fome — por isso os efeitos na redução de peso”, explica a endocrinologista Priscilla Mattar, diretora médida da Novo Nordisk no Brasil.

Perda de peso
Um estudo apresentado à Anvisa pelo fabricante para o registro do medicamento mostra que pacientes que fizeram uso do Wegovy (2,4 mg) durante 68 semanas (um ano e quatro meses) tiveram uma perda média de peso de 17%, em comparação a 2,4% dos participantes que tomaram placebo.

Ainda segundo o fabricante, um em cada três pacientes perdeu 20% do peso corporal, e 83,5% conseguiram uma redução de 5% após o período. Participaram do estudo cerca de 4.500 pessoas em todo o mundo.

O endocrinologista Fábio Moura, membro da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), considera a aprovação do Wegovy um avanço no aumento das opções de tratamento para a obesidade, mas alerta que ele, por si só, não resolve o problema.

“É o primeiro remédio a superar a barreira de 15% de perda de peso média. Até então, a gente não tinha isso. Mas, nos próximos três, cinco anos, vão vir outros iguais ou até mais potentes que ele. Mas nenhum desses remédios vai dispensar ninguém de praticar atividade física e se alimentar melhor. Não é para quem está precisando perder 1 quilinho ou 2, é para quem tem obesidade ou sobrepeso com alguma doença.”

Efeitos colaterais
Quase metade dos pacientes que tomaram Wegovy nos estudos apresentou náusea, sendo esse o efeito colateral mais comum.

Outras reações incluem: diarreia, vômito, constipação, dor abdominal (estômago), dor de cabeça, fadiga, indigestão, tontura, distensão abdominal, arrotos, hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes tipo 2, acúmulo de gases, gastroenterite (infecção intestinal) e doença do refluxo gastroesofágico.

Ainda na fase de pesquisa, 6,8% dos voluntários que tomaram o medicamento descontinuaram o tratamento devido aos efeitos colaterais, sendo náusea, vômito e diarreia os principais motivos alegados por eles.

A bula do remédio, todavia, contém uma série de contraindicações que devem ser avaliadas entre paciente e médico antes do início do tratamento.

Moura ressalta que indivíduos que utilizam esse tipo de medicamento sem acompanhamento médico “têm mais chances de ter efeitos colaterais e de a droga não funcionar”.

Preço e venda
Com a aprovação da Anvisa, cabe agora à CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) a definição do preço do Wegovy nas farmácias brasileiras.

Nos Estados Unidos, o custo mensal do tratamento pode chegar a 1.350 dólares (R$ 7.356 na cotação atual) para quem não tem seguro de saúde. Todavia, essa conversão direta não deve ser aplicada no Brasil — estima-se que deva custar em torno de R$ 2.000, tendo como base o preço do Ozempic.

A Novo Nordisk também prevê que a comercialização tenha início no segundo semestre, diante de questões logísticas, como a importação, por exemplo.

A exigência da Anvisa para a liraglutida e semaglutida é de receita branca simples. Na prática, qualquer pessoa consegue obter os remédios na farmácia sem apresentar nenhuma prescrição.

“Essa é uma falha. É uma questão que nos preocupa bastante, o fato de não ter nenhum tipo de controle de venda dessas medicações. A gente tem um levantamento com liraglutida — Victoza e Saxenda — que mostrou que, de cada dez remédios vendidos na farmácia, sete eram sem receita médica”, conta o médico da Sbem.

Todavia, outros especialistas afirmam que o tema deve ser discutido com cuidado, uma vez que o Victoza e o Ozempic, apesar de serem o mesmo princípio ativo dos remédios para obesidade, são destinados ao tratamento de diabetes tipo 2.

Dessa forma, exigir a receita poderia fazer com que pacientes com diabetes tivessem mais dificuldade em manter o uso das medicações.

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GuarulhosSaúde

Mais de 68 milhões de brasileiros ainda não tomaram reforço da vacina contra Covid

por Redação 4 de janeiro de 2023

Cerca de 69 milhões de brasileiros ainda não receberam a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. A Rede Nacional de Dados em Saúde mostra ainda que mais de 30 milhões de pessoas não receberam a segunda dose do reforço, enquanto 19 milhões de pessoas não buscaram sequer a segunda dose do esquema vacinal primário.

Nesta semana, a recém-empossada ministra da Saúde, Nísia Trindade, lembrou que a pandemia não acabou e reforçou a importância de se completar o esquema vacinal contra a doença.

“A pandemia mostrou a nossa vulnerabilidade. O rei está nu. Precisamos afirmar, sem nenhuma tergiversação, e superar essa condição”, disse, ao afirmar que o país responde por 11% das mortes por Covid no mundo, apesar de representar 2,7% da população global.

Segundo a pasta, estudos científicos mostram que a proteção vacinal desenvolvida contra a Covid é mais alta nos primeiros meses, mas pode apresentar redução. Com a dose de reforço, a proteção contra o vírus volta a ficar elevada. Por isso, a proteção adicional é considerada indispensável.

“Neste cenário, o Ministério da Saúde ressalta que é fundamental buscar uma unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta de vacinação contra a Covid-19 e outras doenças.”

Cobertura vacinal
Até o momento, 163 milhões de pessoas tomaram a segunda dose ou a dose única da vacina contra a Covid-19, o que representa 79% da população. Quanto à primeira dose de reforço, 102,5 milhões foram aplicadas. Já a segunda dose de reforço — ou dose adicional — soma 45,2 milhões de aplicações.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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SaúdeSegurançaTransporte

PRF registra 36 acidentes com mortos e feridos durante operação de Ano-Novo em São Paulo

por Redação 3 de janeiro de 2023

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) fez, entre os dias 30 de dezembro e 1° de janeiro, uma operação para fiscalizar o trânsito nas rodovias do estado de São Paulo e, segundo o balanço da corporação, durante o período foram registrados 36 acidentes, que resultaram em 31 pessoas feridas e três mortas.

De acordo com a corporação, todas as mortes ocorreram em acidentes por atropelamento, sendo um deles na BR 153, em Marília, no interior de São Paulo, provocado por um motorista embriagado.

O acusado, que foi submetido ao teste de bafômetro, atingiu uma mulher enquanto ela atravessava na faixa de pedestre. O resgate foi acionado e constatou a morte da vítima ainda no local.

A PRF não especificou como ocorreram os demais acidentes nas rodovias do estado.

A ação da polícia nas estradas tem o objetivo de fiscalizar possíveis infrações que causam acidentes de trânsito. Com isso, viaturas e policiais foram deslocados para pontos estratégicos das rodovias.

No Ano-Novo de 2021, houveram mais acidentes e menos mortes, segundo o balanço
Na operação anterior, feita entre 31 de dezembro de 2021 e 2 de janeiro de 2022, foram registrados 38 acidentes, com 42 feridos, 11 a mais do que os deste ano, e uma morte.

Foram feitos 2.135 testes de alcoolemia e, desses, 87 motoristas foram autuados por dirigir sob a influência de álcool.

Além disso, há dados da operação de Ano-Novo 2021 sobre as fiscalizações: 204 pessoas estavam sem o cinto de segurança, 53 crianças sem a cadeirinha, e 98 veículos foram flagrados fazendo passagens proibidas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Cobertura vacinal e redução de filas na saúde são desafios para o Ministério da Saúde

por Redação 30 de dezembro de 2022

Recuperar o orçamento e estabelecer medidas de resgate da autoridade sanitária e da capacidade técnica do Ministério da Saúde para a coordenação do SUS (Sistema Único de Saúde) estão entre os principais desafios do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que toma posse no próximo domingo (1º).

Ambas as estratégias são consideradas essenciais para que as demais prioridades da área, como o retorno de altos índices de coberturas vacinais e o enfrentamento de filas na atenção especializada, possam ser efetivadas. A pasta será comandada pela atual presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Nísia Trindade.

Segundo relatório elaborado pela equipe de transição, o país vive uma grave crise sanitária. Além das quase 700 mil mortes causadas pela Covid-19, o documento destaca um quadro de piora generalizada de indicadores, citando o risco de reintrodução de doenças como a poliomielite e o retorno de internações por desnutrição infantil provocadas pela fome.

A proposta é implementar um esforço concentrado nacional para reduzir filas de espera para diagnósticos, tratamentos e cirurgias de baixa e média complexidade, todas muito afetadas pela pandemia. Esse esforço, de acordo com o relatório, deve estar articulado a ações estruturantes para a reorganização de uma atenção básica resolutiva e integrada.

Desafios
Ainda de acordo com a publicação elaborada pela equipe de transição, o grave quadro sanitário brasileiro decorre de um conjunto de retrocessos institucionais, orçamentários e normativos que levaram ao desmonte das políticas de saúde e que afetaram o funcionamento de diversas áreas do SUS.

“A degradação da autoridade sanitária nacional e do papel de coordenação e articulação do Ministério da Saúde foram fatores chave na desestruturação de políticas e programas até então bem-sucedidos, como o PNI (Programa Nacional de Imunizações), Mais Médicos, Farmácia Popular, IST-Aids e Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.”

O documento destaca que também foram seriamente afetados serviços que compõem as redes assistenciais do SUS: atenção básica, saúde mental, saúde da mulher, urgência e pessoa com deficiência. A estimativa é que, de 2018 a 2022, as perdas do SUS chegaram a quase R$ 60 bilhões, descontando-se gastos autorizados por medidas provisórias relacionadas à Covid-19.

“Para 2023, a saúde sofreu o impacto da desorganização provocada pela proposta de orçamento do governo, com consequências deletérias para programas como o Farmácia Popular, o Mais Médicos/Médicos pelo Brasil, o Saúde Indígena, entre outros. Também é altíssimo o risco de colapso de serviços essenciais por falta de financiamento federal e por comprometimento da compra de insumos essenciais, incluindo vacinas e medicamentos.”

Prioridades
O documento defende priorizar a recuperação de áreas como saúde mental, saúde da mulher, da criança e do adolescente e da população indígena. O mesmo olhar deve recair sobre programas citados como bem-sucedidos, mas desmantelados ao longo dos últimos anos, como o Farmácia Popular.

Por fim, o relatório destaca a retomada do estímulo ao desenvolvimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde e da transformação digital do SUS.

A publicação avalia ainda como urgente a verificação das condições de suporte, insumos e contratos em geral, citadas como “seriamente comprometidas” e como medidas fundamentais para a retomada do desenvolvimento de um sistema de saúde público, universal, integral e gratuito.

“Com relação aos colegiados de participação social, que foram desarticulados e desacreditados, impõe-se o resgate do compromisso com o fortalecimento do CNS (Conselho Nacional de Saúde), indispensável ao controle social e à gestão participativa no SUS; e a retomada das conferências nacionais de saúde.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

OMS espera uma redução significativa dos casos de Covid e mpox em 2023

por Redação 29 de dezembro de 2022

A OMS (Organização Mundial de Saúde) espera que em 2023 se registe um decréscimo “significativo” da pandemia de Covid-19, que a pasta alerta que “ainda não acabou” e tem de continuar a ser acompanhada, e do surto de mpox (varíola do macaco).

O diretor da OMS na Europa, Hans Kluge, disse que está “otimista e cauteloso” com suas previsões para o próximo ano e apelou aos países da região europeia para que adotem uma estratégia dupla: preparar-se para emergências e, ao mesmo tempo, investir “mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários”.

“Todos os países devem adotar uma abordagem de saúde ‘bidirecional’ em 2023 e além: mesmo quando os países se preparam melhor para emergências, de surtos a conflitos, eles devem investir ainda mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários, para fornecer os serviços às pessoas que precisam todos os dias”, acrescentou.

O responsável também lembrou que a Covid-19 ceifou mais de 2 milhões de vidas, num total de 53 países, e que só em 2022 foi registrado meio milhão de mortos ligados à doença.

“A pandemia não acabou. Teremos que continuar vigilantes em 2023. Precisamos de vigilância contínua e rastreamento da Covid. Os milhares de hoje não estão vacinados, devemos alcançá-los.”

Para o próximo ano, o diretor da organização internacional espera que haja também uma maior “reorientação” em relação ao “flagelo” que representam as DNTs (doenças não transmissíveis) e o HIV (vírus da imunodeficiência humana).

Vale lembrar que as principais doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer, “representam 86% das mortes na região europeia”.

Kluge afirma que, para reduzir a carga que representam as DNTs, deve-se “diminuir o consumo de álcool e tabaco e fomentar a atividade física, assim como abordar a mudança climática”, também com o objetivo de “construir sociedades mais saudáveis”.

Com relação ao HIV, diz que a região europeia da OMS é a única onde a incidência está aumentando, “apesar de termos as ferramentas necessárias para prevenir e tratar a infecção pelo HIV”.

“Nosso último relatório, com o CDC (Centro Europeu de Controle de Doenças), revela que o subdiagnóstico do HIV na região significa que centenas de milhares não recebem os cuidados de que precisam, quando precisam.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos libera Pfizer Baby para crianças de 6 meses a 2 anos sem comorbidades

por Redação 29 de dezembro de 2022

A partir desta quinta-feira (29) a Prefeitura de Guarulhos inicia a ampliação do uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 para todos os bebês e crianças entre seis meses e dois anos de idade. A nova recomendação vai ao encontro das diretrizes do Plano São Paulo, do Governo do Estado, após nota técnica emitida pela coordenação do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Até então o governo federal havia distribuído as primeiras doses da chamada Pfizer Baby apenas para as crianças da faixa etária citada que tivessem alguma comorbidade.

Os polos em que a Pfizer Baby estará disponível são o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga, Jandaia e Fortaleza. Os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema vacinal primário será composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira aplicação. Para esse público não está recomendado o uso de outro imunobiológico entre as doses administradas. As três aplicações devem ser da mesma vacina, a Pfizer Baby.

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GuarulhosSaúde

Anvisa libera venda de segundo remédio para tratamento domiciliar de Covid

por Redação 23 de dezembro de 2022

A venda do medicamento Lagevrio (molnupiravir), utilizado no tratamento da Covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país foi aprovada por unanimidade pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A decisão, tomada nessa quinta-feira (22), autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem em inglês, porém com entrega da bula e folheto informativo aos pacientes abordando as informações referentes à gravidez e lactação, em português.

A bula em português também estará disponível nos sites institucional da MSD Brasil e no global, também será possível escanear o código QR no rótulo do produto que direcionará para o site global da empresa com acesso às bulas.

A venda em farmácias deve ser realizada, sob retenção de receita médica e uma via da Receita de Controle Especial deve ficar retida no estabelecimento, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento.

“A aprovação levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos, Japão e Reino Unido. A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”, justificou a Anvisa em nota.

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o medicamento deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas.

“Para ajudar a prevenir a progressão da doença, internações hospitalares e mortes, os medicamentos antivirais para infecções respiratórias agudas devem ser usados o mais cedo possível após o correto diagnóstico da infecção”, afirmou a diretora.

Ela reiterou que o tratamento não substitui a vacinação.

“Reafirmo e enfatizo que os benefícios esmagadores da vacinação na proteção contra as formas graves e óbitos ocasionados pela Covid-19, superam em muito o risco das raras reações adversas relacionadas as vacinas aprovadas pela Anvisa”, acrescentou Meiruze Freitas.

Essa informação se faz ainda mais necessária após um estudo recente, liderado por pesquisadores da Universidade de Oxford, apontar que o medicamento acelera a recuperação, mas não reduz a hospitalização ou a morte em adultos vacinados.

Os testes iniciais feitos pela fabricante do remédio constataram que ele era cerca de 30% eficaz para hospitalização, mas em pacientes não vacinados.

Isso significa que a proteção oferecida pela vacina é tão forte que não há benefício claro do medicamento em termos de redução adicional de hospitalização e mortalidade de imunizados (com esquema vacinal completo).

No entanto, o medicamento não deixa de ser um aliado, já que foi eficaz na redução da carga viral e pode ajudar a acelerar a recuperação do paciente em cerca de quatro dias, de acordo com estimativas baseadas em dados do estudo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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SaúdeSegurançaTransporte

Oito ônibus são incendiados após invasão a complexo hospitalar na Grande SP

por Redação 23 de dezembro de 2022

Oito ônibus da Prefeitura de Franco da Rocha pegaram fogo após uma invasão no complexo hospitalar Juquery, no bairro do Juquery em Franco da Rocha, por volta das 18h26 desta quinta-feira (22).

Segundo a Prefeitura de Franco da Rocha, o local onde os veículos ficam foi invadido pela tarde e em seguida o incêndio iniciou, destruindo oito ônibus da frota municipal.

A gestão municipal não informou detalhes sobre como o incêndio começou, tampouco quantas pessoas participaram da invasão.

Câmeras de segurança que registraram a ação já estão sendo analisadas pela Polícia Civil, com apoio da Guarda Municipal.

As seguradas dos automóveis ainda não deram um retorno sobre o valor total do prejuízo.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido durante o incêndio.

A corporação ainda afirma que o fogo foi extinto e o local foi deixado em segurança.

Cinco viaturas atenderam a ocorrência. O Distrito Policial de Franco da Rocha é o responsável pela área.

Veja a nota da Prefeitura de Franco da Rocha sobre o caso:

O local onde os ônibus escolares da prefeitura foi invadido na tarde de hoje, e em seguida teve início um incêndio que, antes de ser controlado pelo corpo de bombeiros, destruiu oito ônibus da frota municipal. Quem primeiro chegou ao local da ocorrência foram os agentes de trânsito municipais. Não houve feridos.

As câmeras de segurança registraram imagens da ocorrência, que estão sendo analisadas pela polícia civil, com apoio da guarda municipal. Aguardamos análise das seguradoras para avaliar o valor do prejuízo.

Como as escolas municipais já estão em férias, não haverá prejuízo imediato nos serviços prestados à população.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Oito em cada dez internações por complicação respiratória no Brasil são causadas pela Covid

por Redação 22 de dezembro de 2022

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgou nesta quinta-feira (22) dados atualizados das internações por Srag (síndrome respiratória aguda grave) no país que mostram a predominância da Covid-19.

Segundo o boletim InfoGripe, de todas as internações por complicação respiratória ocorridas entre 11 e 17 de dezembro, 80,2% eram de pessoas com Covid-19.

O restante se dividia entre vírus sincicial respiratório (8,3%), que atinge majoritariamente bebês e crianças; influenza A (1,7%); e influenza B (0,7%).

Um padrão semelhante foi observado em relação aos casos que evoluíram para óbito no período.

O vírus sincicial respiratório “mantém presença expressiva nas crianças de zero a quatro anos, além de apresentar retomada do crescimento nesse público nos três estados da região Sul e no DF”, diz o boletim.

Dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) mostram que nesta quarta-feira (21) a média móvel de novos casos de Covid-19 no país era 41.861 por dia, o patamar mais elevado desde meados de julho deste ano.

Já a média móvel diária de mortes causadas pela doença atingiu 145, o número mais alto desde o fim de agosto.

Apesar de os números serem semelhantes aos observados na metade do ano — quando a onda não foi considerada tão significativa —, especialistas temem que as reuniões sociais e viagens de fim de ano possam aumentar a quantidade de pessoas infectadas.

O coordenador do InfoGripe, o pesquisador Marcelo Gomes, recomenda a manutenção das medidas preventivas individuais “especialmente para pessoas com maior risco de desenvolver casos graves”.

Entre as orientações está o uso de máscara em locais com aglomeração de pessoas, incluindo o transporte público.

Cabe ressaltar ainda que as principais vítimas de internação e óbito por Covid-19 neste ano vêm sendo idosos e indivíduos com alguma imunossupressão, mas também há casos de pessoas entre 31 e 40 anos que estão evoluindo mal, especialmente devido ao esquema vacinal incompleto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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