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Curiosidade

Curiosidade

Casal em SP compra imóvel dos anos 1970 e descobre adega escondida e lotada de vinhos

por Redação 17 de julho de 2025

Um casal da zona sul de São Paulo comprou uma residência da década de 1970 e encontrou, sem querer, uma adegada “escondida” repleta de garrafas de vinho antigas. A descoberta aconteceu durante a reforma do imóvel, realizada pelos proprietários — Neia e Sergio Cabral — com as próprias mãos.

A esposa tem compartilhado a evolução do projeto em vídeos postados no perfil @minhacasaminhaobra do TikTok. Em uma das publicações, ela conta que, após pegar as chaves e olhar a planta da casa, descobriu que havia uma “caverna”.

No desenho da planta está escrito “cave” (caverna, em inglês), mas a mulher não esperava que, neste caso, a palavra estava se referindo a uma adega cheia de vinhos.

A adega intacta fez sucesso na internet e a publicação original alcançou mais de 75 mil visualizações. O clipe ainda foi publicado por outros perfis, impressionando ainda mais internautas. “Eu chamaria um especialista para descobrir quais vinhos prestam, quais eu poderia vender, quais jogar fora e quais eu deveria consumir”, aconselhou um usuário.

“Não limpa as garrafas sem antes saber se elas têm mais valor estando com a poeira de todos esses anos”, observou outro. “Imagina se recupera o que gastou na compra da casa só vendendo os vinhos”, disse um terceiro.

Fonte: revistacasaejardim

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Curiosidade

Vai limpar a casa? Nunca misture água sanitária e álcool; professores explicam por quê

por Redação 17 de julho de 2025

No Brasil, é cultural: uma casa não está limpa se um único produto foi usado na limpeza. Mas, mais do que usar produtos diversos, os brasileiros são adeptos às “misturinhas caseiras”.

Uma pesquisa de 2023 realizada pela Opinion Box a pedido da Flora, dona de marcas como Assim, Francis e Neutrox, revelou que pelo menos 10% dos brasileiros usam misturas caseiras de produtos durante a limpeza.

O hábito, no entanto, é perigoso e oferece riscos à saúde e à vida, já que muitos dos produtos de limpeza industrializados possuem ativos que são incompatíveis quando misturados.

Na semana passada, um homem morreu após lavar o banheiro com água sanitária e o produto reagir com o vapor do ambiente, causando gases tóxicos. A vítima de Divinópolis, em Minas Gerais, tinha 31 anos.

Nesta série de reportagens, o g1 explica a química por trás dos produtos de limpeza e alerta sobre os riscos das misturas caseiras.

Água sanitária x álcool
A água sanitária é um dos produtos mais utilizados pelos brasileiros graças à sua versatilidade. A solução de hipoclorito de sódio (NaClO) pode ser utilizada em:

? Roupas e tecidos: ação alvejante, removendo manchas e promovendo limpeza.
? Superfícies em geral: desinfetante que elimina germes, bactérias e vírus de superfícies, e cria uma barreira protetora contra os microrganismos.
? Frutas e legumes: ação desinfectante, que higieniza alimentos eliminando ou reduzindo a presença de bactérias, vírus, fungos.
? Combate à infestação de mosquitos: combate à início de infestação, eliminando e impedindo a proliferação das larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
No entanto, toda essa versatilidade não deve ser levada em conta quando a ideia é misturar o produto com o álcool etílico, outro curinga da limpeza, que limpa, desinfeta e perfuma.

Ao misturar a água sanitária com o álcool que usamos em casa, pode-se formar ácido muriático e clorofórmio, aquele produto muito mostrado nos filmes que faz as pessoas desmaiarem. Então, há o risco de desmaio, síncope e até de parada cardiorespiratória.
— Leandro Camacho.

Durante um desmaio, a pessoa pode bater a cabeça, sofrer traumatismos e hemorragias. Sem um atendimento devido, há o risco de morte. Além disso, os gases causados pelas misturas também podem causar internos, prejudicando o fígado e os rins.

Uso adequado
Michel Arthaud, que leciona química na Plataforma Professor Ferretto, reforça que cada produto industrializado vem com orientações de uso indicados pelo fabricante, e que devem ser seguidos à risca.

Por isso, ele recomenda:

Ler sempre o rótulo do produto
Utilizar o produto da maneira indicada pelo fabricante
Manter portas e janelas abertas durante o manuseio e uso dos produtos
Fazer o enxágue com água da maneira adequada quando recomendado
Utilizar luvas e máscaras quando indicado pelo fabricante
Em caso de tosse, coceira na pele, irritação na pele e nos olhos, suspenda o uso
Se os sintomas persistirem, procure um médico
O professor lembra ainda que outro cuidado muito ignorado é a quantidade indicada de cada produto.

Fonte: G1

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Mega-Sena

Caixa vai aumentar preços da Mega-Sena e de outras apostas; veja novos preços

por Redação 3 de julho de 2025

Caixa Loterias informou nesta quinta-feira (3) que as modalidades Dupla Sena, Quina, Lotofácil, Loteca, Mega-Sena e Super Sete passarão a contar com novos preços.

A Dupla Sena, a Quina e a Super Sete custarão R$ 3. A Lotofácil será R$ 3,50 e a Loteca custará R$ 4. Já a Mega-Sena terá um valor de R$ 6.

A Dupla Sena, Quina, Lotofácil e Loteca terão os preços reajustados a partir de 9 de julho, seguidas pela Mega-Sena, no dia 10, e a Super Sete, em 30 de julho. Para tanto, as apostas tipo “teimosinha”, opção que permite repetir o mesmo número por até 5 concursos, estão sendo inibidas gradativamente por modalidade até o efetivo aumento de preço.

Fonte: valor

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Curiosidade

Qual esquenta mais: cobertor ou edredom? Descubra e aprenda a arrumar sua cama para noites quentinhas

por Redação 2 de julho de 2025

Sabe aquele frio que parece atravessar o pijama? Nesse tempo de friaca, às vezes parece que nem empilhar uma coberta sobre a outra resolve o problema do pé gelado na hora de dormir.

Mas a solução pode estar no tipo de coberta que você está usando para se aquecer. É aquela dúvida clássica: cobertor ou edredom, qual é mais quente?

A resposta tem a ver com a forma como cada um deles é feito, mas outros fatores – como peso e composição – também podem indicar qual vai te deixar mais quentinho.

E tem mais: uma forma simples de arrumar a cama pode fazer toda a diferença na hora de reter o calor. Saiba mais abaixo.

?❄️ O que é mais quente: cobertor ou edredom?
A resposta depende de vários fatores, mas, segundo Brenno Henrique, professor do departamento de engenharia têxtil da UFSC, o edredom leva vantagem quando o assunto é isolamento térmico.

Esse “recheio” geralmente é feito de tecido não tecido (TNT). Enquanto os tecidos tradicionais são feitos entrelaçando os fios, o TNT é formado por fibras prensadas de forma aleatória.

Essa combinação ajuda a reter o calor lá dentro do edredom, deixando você mais quentinho do que com um cobertor, que só tem uma camada de tecido.

Mas não pense que todo edredom esquenta da mesma forma. Segundo o especialista, o que vai dizer se ele é mais ou menos eficiente é a gramatura do modelo, ou seja, a medida de peso do tecido por metro quadrado.

Normalmente, essa informação vem escrita na embalagem ou, se a compra for on-line, na descrição do produto. “É sempre o mais pesado, o mais denso que vai ser o mais quente”, ensina Henrique.

O cobertor não fica para trás, especialmente se ele for bem felpudo e feito do material certo. “Muitas vezes, o cobertor de puro acrílico vai ser mais quente que edredom”, afirma Francisca Dantas, professora de moda e sustentabilidade da USP.

“O cobertor de pelos também tem a vantagem de ser mais confortável”, acrescenta Henrique.

?️✨ Coberdrom = cobertor + edredom
Segundo Brenno Henrique, há uma terceira opção nas lojas, que combina as duas categorias, o coberdrom. “Na parte interna, ele tem os pelos. No meio, tem o TNT e, por fim, a camada de tecido sem pelos, que é mais próximo dos edredons”, explica.

No entanto, o nome não é consenso entre vendedores, que às vezes misturam os dois nomes ou chamam simplesmente de edredom com pelos, entre outros. Por causa disso, pode ser um pouco difícil encontrar essa peça por aí.

?? O segredo para escolher o melhor cobertor ou edredom
Na hora de escolher sua coberta, dois fatores podem te indicar a qualidade do produto.

Tipo de fibra
Ficar de olho na composição pode te salvar de comprar um cobertor que não esquenta. Aqui vai um ranking com os materiais mais quentes, segundo os especialistas:

Acrílico: esquenta muito, mas é mais difícil de encontrar.
Lã: tradicional e eficaz, especialmente em cobertores felpudos.
Poliéster: popular, tem bom custo-benefício e é eficiente.
Algodão: mais leve e indicado para climas amenos, não tanto para o frio.
Vale lembrar: o poliéster é o material mais utilizado para cobertores e tecidos quentes, por isso a grande maioria dos produtos que você vai encontrar nas lojas será feito com ele.

Densidade e peso
Como mencionado anteriormente, os edredons mais pesados costumam ser os mais quentinhos.

Para os cobertores, vale a mesma regra, mas também é importante ficar de olho na densidade dos pelos.

“A gente chama os pelos de felpa, que geralmente são fibras de poliéster”, diz o professor Brenno Henrique. “Quanto mais densa for a felpa, mais quente”, informa. Por isso, prefira os modelos com pelos bem juntinhos, que são os mais felpudos.

??Truque infalível para deixar a cama mais quente no frio
Além de escolher a coberta certa, a forma como você arruma a cama pode potencializar o calor. A dica vem da professora Francisca Dantas, da USP, e é simples de aplicar:

Essa técnica cria uma base mais quente e aconchegante para a cama, ajudando a isolar você do frio externo.

Por fim, Dantas reforça o uso de pijamas adequados: “Use roupa de flanela ou de microfibra com acrílico. Para quem gosta de usar meias para dormir, tem modelos de acrílico que ajudam”, completa.

Abaixo, veja cobertores, edredons e coberdrons para noites frias. Os produtos custavam entre R$ 90 e R$ 495 nas principais lojas da internet, quando consultados no início de julho.

Fonte: G1

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Curiosidade

Insetos serão a ‘carne do futuro’? Estudo diz que nojo e custo barram avanço na utilização

por Redação 26 de junho de 2025

Produtos à base de insetos, como hambúrgueres de grilo e barras proteicas com larvas, são frequentemente promovidos como soluções sustentáveis para substituir a carne. Mas um novo estudo alerta: a ideia pode ser mais marketing do que realidade.

A rejeição ao consumo de insetos é tão forte em países ocidentais que sua capacidade de reduzir o consumo de carne deve ser insignificante, afirmam os autores. E a aposta dos investidores segue o mesmo caminho: menos de 1% dos aportes no setor de insetos foca em alimentos para humanos.

Publicado na revista “Nature npj Sustainable Agriculture”, o estudo foi desenvolvido por pesquisadores dos Estados Unidos e da França. A liderança é de Corentin Biteau, pesquisador do The Insect Institute, entidade dedicada a refletir sobre os “desafios e incertezas relacionados à produção e ao uso de insetos para alimentação humana e animal”.

? METODOLOGIA – O estudo faz uma síntese de pesquisas e dados já existentes, com foco em publicações entre 2023 e 2024. Entre as fontes, está uma revisão de 91 artigos científicos e relatórios de mercado.

❗CONCLUSÃO – Apesar das vantagens ambientais, os alimentos feitos com insetos não devem ter papel significativo na transição para dietas mais sustentáveis. Segundo os autores, a indústria enfrenta três grandes obstáculos:

Rejeição sensorial e cultural: a maioria dos consumidores associa insetos a sujeira, doença e repulsa. Menos de 30% estariam dispostos a experimentá-los.

Baixa competitividade: produtos com insetos tendem a ser mais caros, menos saborosos e menos acessíveis que a carne ou alternativas vegetais.

Pouco investimento: em 2022, apenas 0,6% do dinheiro investido na indústria de insetos foi destinado a alimentos com potencial de substituir carne.

? Por que os insetos pareciam uma boa ideia?
Insetos são reconhecidos por sua eficiência ambiental: criados em menor espaço, emitem menos gases de efeito estufa que bois ou porcos e podem ser alimentados com resíduos orgânicos. Também oferecem boa densidade proteica.

Mas o estudo lembra que essa vantagem não é exclusiva: a maioria dos alimentos vegetais já supera a carne em impacto ambiental. E os substitutos vegetais — como hambúrgueres plant-based — têm aceitação muito maior, chegando a 91% em algumas pesquisas.

? Nojo, desconhecimento e falta de contexto
O principal entrave, segundo os autores, é psicológico: o sentimento de nojo.

Mesmo moídos ou disfarçados, insetos provocam repulsa. Em testes com salsichas, pratos principais ou snacks, a aceitação segue baixa. O problema piora com a falta de familiaridade e de instruções de preparo — poucos sabem como incluir insetos na dieta.

Outro desafio é a ausência de contexto cultural. Ao contrário do sushi, que ganhou espaço com a culinária japonesa, os insetos entram no mercado como produtos genéricos, sem uma tradição culinária de apoio.

A pesquisa também destaca:

neofobia alimentar (aversão a alimentos novos),
preocupações com a saúde, como alérgenos e riscos biológicos/químicos,
e resistência à ideia de insetos alimentados com resíduos orgânicos.
? E quanto às alternativas vegetais?
Ao comparar os insetos com os produtos vegetais que simulam carne, o estudo conclui: os vegetais ganham em quase tudo — aceitação, custo, sabor, acesso e benefícios à saúde.

Hoje, cerca de 90% do mercado de alimentos com insetos é formado por produtos que não competem diretamente com a carne (como snacks, massas e barras). Como os insetos costumam ter maior impacto ambiental que os produtos vegetais, usá-los nesses itens pode ser “prejudicial do ponto de vista da sustentabilidade”, alertam os autores.

Na visão dos autores, os alimentos com insetos correm o risco de desviar atenção e recursos de opções mais promissoras.

Fonte: G1

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Curiosidade

Labubu eleva vendas no AliExpress e ultrapassa a Vale em valor de mercado

por Redação 20 de junho de 2025

O boneco Labubu, da fabricante chinesa Pop Mart, virou febre nas redes sociais e impulsiona as vendas da AliExpress na América Latina. Somente nos primeiros seis meses deste ano, a categoria de brinquedos colecionáveis cresceu 300% em volume de vendas na plataforma. A Pop Mart ultrapassou a gigante brasileira Vale em valor de mercado.

O que está acontecendo
Os brinquedos colecionáveis da Pop Mart, especialmente o Labubu, lideram buscas e vendas no AliExpress. Nas últimas duas semanas, eles ocuparam o primeiro lugar entre os itens comercializados no site, e a Pop Mart se tornou a empresa mais bem avaliada na categoria de brinquedos da plataforma.

Além de atrair colecionadores, o Labubu surfa na onda das “blind boxes”, as populares caixas-surpresa, em que o consumidor só descobre o item após a compra. O personagem impulsionou um salto de 280% nas pesquisas por caixas-surpresa entre abril e maio.

No Brasil, a fabricante chinesa não vende oficialmente. A ausência de lojas oficiais da Pop Mart faz com que as vendas sejam feitas por meio de revendedores como Shopee, AliExpress, ebay e StockX.

No site da PopMart o preço varia entre US$ 15,97 e US$ 37,90. Com o dólar a R$ 5,53, um Labubu pode custar de R$ 88,50 a R$ 211, além das taxas de importação.

No AliExpress, a versão de pelúcia de chaveiros em caixas-surpresas, popular no TikTok, é comercializada pelo preço médio de R$ 115. A alta de buscas no site está associada a outras edições do “monstrinho” que fazem sucesso e são ainda mais “exclusivas”. Uma unidade da coleção Pop Mart com a Coca-Cola, por exemplo, é vendida a R$ 70,99 e, na versão com 10 caixas-surpresa, o valor chega a R$ 708,99.

A disponibilidade do Labubu está concorrida em todo o mundo. A escassez de produtos provocou filas e até brigas em lojas no Reino Unido, onde a Pop Mart anunciou a suspensão temporária das vendas no final de maio. Para driblar o problema, em países como o Japão, a compra é limitada a uma unidade por consumidor.

Pop Mart vale bilhões
O sucesso dos brinquedos da Pop Mart é, inclusive, a aposta da AliExpress para ação neste mês. A empresa quer impulsionar a campanha de promoção, neste mês de junho, com o lançamento de novas versões do Labubu, que já vem impulsionando as buscas e compras por brinquedos na plataforma.

Fonte: UOL

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Mega-Sena

Prêmio da Mega-Sena acumula de novo e vai a R$ 130 milhões; veja os números sorteados

por Redação 18 de junho de 2025

Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteada nesta terça-feira (17), em São Paulo. O concurso 2.877 teve os seguintes números sorteados: 03 – 05 – 15 – 37 – 54 – 57. Com isso, o prêmio acumulou em R$ 130 milhões, para o próximo sorteio, no sábado (21), já que quinta-feira (19) é feriado.

Os 5 acertos tiveram 164 apostas ganhadoras, que receberão cada uma R$ 36.981,33. Já os 4 acertos registraram 9.724 apostas vencedoras, com prêmio de R$ 891,01 para cada uma.

Para concorrer à chance de se tornar milionário, basta ir a uma casa lotérica até as 19h do dia do sorteio e marcar de seis a 15 números no volante. Há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

Cada jogo de seis números custa R$ 5. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço da aposta e maiores são as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país. Outra opção é o Bolão Caixa, que permite fazer apostas em grupo.

Fonte: r7

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Curiosidade

Por que carros com GNV podem explodir? Especialistas dão dicas de segurança para evitar acidentes

por Redação 11 de junho de 2025

Uma explosão em um posto de combustíveis, no último sábado (7), deixou duas pessoas mortas no Rio de Janeiro (RJ). O acidente ocorreu enquanto um veículo era abastecido com gás natural veicular (GNV).

O incidente reacendeu preocupações sobre a segurança dos veículos que utilizam GNV como combustível. O g1 reuniu especialistas para entender por que esses carros podem explodir e como prevenir esse tipo de ocorrência.

Primeiro, é importante compreender que tanto o GNV quanto a gasolina ou o etanol são combustíveis inflamáveis e podem explodir, e é justamente essa característica que permite o funcionamento do motor dos veículos.

A diferença é que o gás natural já se encontra na forma de vapor, enquanto os combustíveis líquidos precisam se transformar em vapor para a explosão ocorrer.

“Na maioria dos acidentes, o que se identifica é a negligência por parte dos usuários: seja ao instalar os sistemas de GNV em oficinas clandestinas, seja por não realizar as inspeções de segurança veicular anuais, seja por não fazer as devidas requalificações dos cilindros, bem como por não realizar a manutenção adequada dos veículos”, aponta Marcos Barradas, coordenador-geral de Acreditação (Cgcre) do Inmetro.

Os riscos para quem faz uso irregular do GNV no carro são:

Explosões durante o abastecimento, com possibilidade de destruição total dos veículos e risco à vida dos seus ocupantes/outras pessoas;
Vazamentos de gás, especialmente no interior dos veículos, com potencial de causar intoxicação ou asfixia;
Incêndios provocados por falhas técnicas nos cilindros ou em componentes mal instalados.
Adriano Daré, proprietário da oficina MaxViva Bosch Car Service, afirma com convicção que acidentes graves envolvendo GNV são extremamente raros. Segundo ele, após acompanhar mais de 30 mil conversões desde 2002, nunca presenciou um único caso de acidente relacionado a equipamentos devidamente homologados.

De acordo com o especialista, as explosões — quando acontecem — estão quase sempre associadas a erros humanos e ao uso de componentes não regulamentados.

Entre os principais estão:

Cilindros e equipamentos irregulares;
Cilindros danificados e reutilizados;
Fadiga de material e soldagem ilegal.

Um cilindro que foi exposto, por exemplo, a um incêndio veicular, mesmo que pareça intacto externamente, perde sua estrutura interna.

O mecânico alerta: “Quando ele passa por uma situação de alta temperatura, ou qualquer outro fator que comprometa sua integridade, o cilindro perde completamente sua resistência e se transforma em uma granada”.

Pessoas de má-fé podem lixar, pintar e recolocar esses cilindros no mercado, o que pode resultar em explosões devido à alta pressão durante o abastecimento nos postos de combustível.

Como garantir a segurança do carro com GNV?
A parte mais visível na adaptação de um carro para rodar com GNV é o cilindro amarelo, que costuma ocupar boa parte do porta-malas. No entanto, há diversos outros componentes que também são instalados.

Especialistas são unânimes ao afirmar que toda adaptação para GNV deve ser realizada em oficinas homologadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), utilizando apenas peças certificadas pelo órgão.

Segundo Rui, explosões em veículos movidos a GNV geralmente ocorrem quando a instalação não segue os padrões estabelecidos pelo Inmetro.

“Em alguns casos, o cilindro utilizado não possui a espessura adequada nem a certificação do Inmetro para suportar o volume de gás inserido durante o abastecimento. Se a estrutura for frágil, ele pode explodir com facilidade”, acrescenta.

É possível verificar diretamente no site do Inmetro se a oficina é homologada. Basta acessar este link, inserir o nome do estabelecimento ou filtrar por estado e cidade para visualizar os endereços cadastrados.

“O sistema é seguro, o que não é seguro é adaptação errada e usar produto não homologado”, aponta Rui.

Manutenção do sistema é fundamental
O mecânico destaca que, mesmo com todos os componentes e a instalação devidamente homologados pelo Inmetro, a manutenção periódica continua sendo fundamental para garantir a segurança.

“Você anda com o carro e existe a vibração natural dele, do motor e também o impacto dos buracos no asfalto que são sentidos pelos componentes, como encanamentos e conexões. De tempos em tempos é importante ficar de olho”, diz.

O Inmetro estabelece que todo cilindro de GNV deve passar por requalificação a cada cinco anos “ou antes, caso necessário, para verificar se ainda continuam mantendo as condições originais de segurança”, diz o órgão.

Cilindros já existentes, independentemente da idade, podem ser reutilizados após passarem por uma nova requalificação, que inclui o uso de um aparelho de ultrassom capaz de inspecionar toda a estrutura de aço, explica o instalador.

“Uma vez que ele passe no ultrassom e tiver ok, é colocado um selo de requalificado, aprovado e ele está apto para voltar ao mercado,” garante Daré.

GNV resiste no Brasil
Embora menos popular do que no início dos anos 2000, o GNV ainda é utilizado como combustível em todo o país. Em 2025, há 1.850 postos comercializando esse tipo de gás no Brasil, segundo a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás).

Esse número representa aproximadamente 4% dos 44.678 postos registrados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A frota de veículos aptos a utilizar esse tipo de combustível em 2025 é de 2.607.177 unidades, de acordo com dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

O Rio de Janeiro (RJ) lidera o ranking de veículos com GNV, com 717.913 unidades. Em segundo lugar está São Paulo (SP), com 137.305 automóveis adaptados para o uso de gás natural.

Fonte: G1

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Curiosidade

Passageiro conta como sempre consegue upgrades de voo de graça: ‘Nunca pago pela primeira classe’

por Redação 11 de junho de 2025

Um homem compartilhou em uma rede social sua experiência para garantir com certa frequência assentos gratuitos na classe executiva em voos. “Nunca paguei por uma passagem na classe executiva”, gabou-se Robert Berg, evidentemente sentado em um assento da classe executiva de um avião.

O upgrade de cabine ocorre quando o passageiro recebe gratuitamente o direito de viajar em uma classe superior à que ele pagou, com benefícios como maior espaço nas poltronas, refeições mais elaboradas e serviço diferenciado.

Em vez de gastar mais para viajar com mais conforto ou de acumular pontos nos vários programas de milhagem existentes, a dica controversa de Robert foi a de não ter pressa para entrar no avião:

“Não há necessidade de ser o primeiro da fila para embarcar, certo?”, começou ele.

“Você já tem seu assento designado… Mas se você esperar até o final, às vezes, o avião pode ficar lotado.” Robert então continuou: “E quando a classe econômica está lotada, eles têm que te colocar na classe executiva, então tente isso da próxima vez que você voar.”

O vídeo recebeu respostas nas redes sociais, com os espectadores rapidamente compartilhando suas próprias experiências na seção de comentários. Um dos internautas comentou: “Trabalhei em várias companhias aéreas e, em voos com overbooking, a regra é colocar os passageiros frequentes na primeira classe e depois todos os outros.”

Em resposta, Robert afirmou que sua experiência com uma companhia do Oriente Médio é que “eles dão um upgrade nos passageiros que embarcam por último”. E acrescentou: “Já aconteceu comigo três vezes.”

Outro indivíduo que tentou essa estratégia foi promovido para a classe econômica premium na British Airways. A reportagem sobre o relato do passageiro foi publicada pelo The Mirror.

No entanto, um internauta cético ressaltou: “Se você tiver um assento designado, terá um lugar para sentar. Se o avião estiver lotado, você ficará no check-in e não receberá um upgrade”.

Robert respondeu esclarecendo: “Falo sobre o processo após o check-in. Eu tinha minha passagem com meu assento atribuído e mesmo assim consegui um upgrade porque a classe econômica estava lotada e embarquei por último.”

Embora a alegada taxa de sucesso varie, vale a pena notar que Robert mencionou que essa tática funciona “às vezes” e que ele se beneficiou pessoalmente dela em três ocasiões diferentes.

Robert esclareceu: “Para deixar claro, eles geralmente reservam mais passagens na classe econômica quando ainda há assentos disponíveis na classe executiva, porque assim conseguem vender mais passagens e não custa tanto trocar alguém da classe econômica.”

As afirmações de Robert são controversas. A maneira mais eficaz de obter um upgrade em uma companhia é através do status no programa de passageiro frequente das aéreas. Além do status, é bom lembrar que um alto status não garante a promoção automática, sendo o upgrade dependente da disponibilidade de assentos em classes superiores.

O site Upgraded Points postou dicas sobre as melhores maneiras de conquistar upgrade em companhias aéreas:

Conquiste o status elite de uma companhia aérea
Receba upgrades instantâneos ao comprar passagens em classes tarifárias específicas
Faça um upgrade do seu voo com milhas
Compre um upgrade
Compre tarifas com desconto para classe executiva e primeira classe
Faça um upgrade com milhas em companhias aéreas parceiras
Compre passagens prêmio de classe executiva/primeira classe com milhas
Tenha um cartão de crédito da marca da companhia aérea
Seja patrocinado para um upgrade
Seja um companheiro de viagem e ganhe um upgrade

Em resumo, o upgrade para a classe executiva ou primeira classe pode ser obtido por meio de vários métodos, como milhas aéreas, pontos de cartão de crédito ou dinheiro. Para voos de longa distância, pontos e milhas costumam oferecer o melhor custo-benefício.

Os programas de passageiro frequente oferecem as oportunidades de upgrade mais consistentes, especialmente para membros elite, que também podem receber upgrades gratuitos em determinadas rotas.

Viajar com alguém que é membro elite também é uma maneira de obter upgrade, já que esses membros geralmente têm benefícios de upgrade para acompanhantes, lembrando sempre que o benefício fica sujeito à disponibilidade de assentos.

Fonte: r7

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Curiosidade

Navio com 3 mil carros é abandonado no meio do Oceano Pacífico

por Redação 5 de junho de 2025

Um navio transportando cerca de 3.000 veículos para o México foi abandonado no meio do Oceano Pacífico após pegar fogo na terça-feira, destacando um risco crescente para o transporte de carros elétricos.

A fumaça foi vista pela primeira vez saindo de um dos conveses do Morning Midas, que transportava cerca de 800 veículos elétricos (EVs), informou a empresa que gerencia o navio, a Zodiac Maritime, em um comunicado. A tripulação iniciou os procedimentos de combate ao incêndio, mas as chamas não puderam ser controladas, acrescentou.

A Guarda Costeira dos Estados Unidos retirou todos os 22 tripulantes da embarcação, transferindo-os para um navio mercante próximo. A Zodiac afirmou que equipes de resgate estão sendo mobilizadas para apoiar as operações de salvamento e combate ao incêndio. Um porta-voz da empresa se recusou a comentar sobre quem é o proprietário dos veículos.

O navio partiu do porto chinês de Yantai em 26 de maio, segundo dados de rastreamento de embarcações compilados pela Bloomberg. Antes disso, fez escala em outros dois portos do país: Nansha, no sul, e Xangai.

A demanda por baterias de íons de lítio, inclusive em EVs, está trazendo um novo risco para a indústria global de transporte marítimo, especialmente considerando o valor dos veículos a bordo dos maiores navios transportadores de automóveis, segundo um relatório divulgado no mês passado pela gigante de seguros Allianz.

Embora esses navios transportem milhares de veículos de uma só vez pelos oceanos do mundo, alguns incêndios significativos despertaram preocupações sobre esse tipo de transporte. Esses incidentes podem ter grandes repercussões para montadoras, proprietários de navios e empresas de seguros.

Incêndios envolvendo veículos elétricos costumam ser mais difíceis de apagar e mais perigosos de combater. As condições de um navio cargueiro lotado de carros oferecem ventilação limitada, o que pode intensificar rapidamente o calor. O ambiente confinado e revestido de aço torna a supressão do fogo e os resgates significativamente mais perigosos.

Além disso, quando um veículo elétrico pega fogo, o incêndio dura mais tempo e atinge temperaturas mais altas. As chamas podem acabar se espalhando rapidamente por meio de reações em cadeia e saírem do controle, em um processo conhecido como fuga térmica (thermal runaway). Incêndios em veículos elétricos podem exigir até 30.000 litros de água para resfriar as baterias de íons de lítio.

Em 2022, um navio transportando cerca de 4.000 veículos pegou fogo no Atlântico e acabou afundando, apesar dos esforços para rebocá-lo até um local seguro. Um ano depois, outro navio com quase 3.000 carros a bordo pegou fogo próximo à costa holandesa.

Os proprietários de navios têm tomado medidas para tentar gerenciar os riscos de segurança envolvidos no transporte de veículos elétricos. No ano passado, um importante grupo de segurança publicou diretrizes sobre como lidar com incêndios a bordo dessas embarcações.

Fonte: G1

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Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
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  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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