Deborah Secco voltou a comentar a repercussão dos looks que usou durante a Copa do Mundo de 2022, quando participou como comentarista do programa “Tá na Copa”. Quatro anos depois, a atriz afirmou que a polêmica reforçou sua decisão de ousar ainda mais nas produções.
Durante o especial “Chama o Vrááá!”, apresentado por Milton Cunha, Deborah explicou que a ideia de customizar o uniforme cáqui e marrom surgiu em conversas com a figurinista do programa. Segundo ela, o objetivo era destacar seu papel como artista apaixonada por futebol, e não como especialista no esporte.
Ao lado do stylist Erick Maia e da figurinista Carol, a atriz apostou em um conceito que levava elementos da moda para os uniformes usados na cobertura do Mundial. Inicialmente, ela tinha dez looks customizados preparados para suas participações.
Deborah relembrou que a estreia gerou uma grande repercussão nas redes sociais e abriu debates sobre o que uma mulher pode ou não vestir. Diante das críticas e comentários, ela decidiu intensificar a proposta visual.
“Quando estreou e foi um estrondo de comentários, um grande debate do que não se pode uma mulher vestir, do que é certo ou do que não é certo”, afirmou a atriz. Segundo ela, a reação foi convocar sua equipe para elevar ainda mais o nível das produções.
A atriz também reforçou sua posição sobre liberdade de escolha. “Agora não dá para baixar a guarda, sabe? Porque eu acredito mesmo que a mulher pode vestir o que ela quiser vestir”, declarou.
O relato foi feito no especial “Chama o Vrááá!”, programa do gshow que reúne Milton Cunha, Deborah Secco, Nicole Bahls e Ed Gama em conversas sobre futebol, histórias de Copas do Mundo e bastidores do universo esportivo. A atração integra a cobertura da Copa do Mundo de 2026.
Fonte: GSHOW