Mundo Desaparecida há 24 anos é encontrada viva nos EUA e família cobra respostas Redação23 de fevereiro de 2026013 visualizações Após quase 25 anos de incerteza, Michele Hundley Smith, que havia desaparecido em dezembro de 2001, foi localizada viva na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O caso, que mobilizou autoridades e familiares por décadas, foi parcialmente esclarecido após investigadores receberem novas pistas neste mês. Smith tinha 38 anos quando saiu de casa, na cidade de Eden, no condado de Rockingham, dizendo que iria fazer compras de Natal. Ela deixou três filhos, então com 19, 14 e 7 anos, e nunca mais retornou. O desaparecimento foi investigado por diferentes agências ao longo dos anos, incluindo o FBI, mas até então não havia respostas concretas. Segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Rockingham, o paradeiro foi confirmado na última sexta-feira. As autoridades informaram que receberam novas informações em 19 de fevereiro e conseguiram contato com ela no dia seguinte. A mulher pediu que sua localização não fosse divulgada publicamente. A descoberta, embora traga alívio, não encerra as dúvidas. Para a família, a notícia provocou sentimentos contraditórios. “Dá vontade de sair gritando que ela está viva”, afirmou à emissora WFMYNews 2 a prima Barbara Byrd. Durante anos, segundo ela, os parentes não sabiam se estavam de luto ou apenas aguardando algum sinal. Nas redes sociais, Amanda, filha de Smith, publicou um desabafo relatando alegria, raiva e tristeza diante da confirmação de que a mãe está viva. Ela mencionou a incerteza sobre uma possível reaproximação e recordou momentos de carinho e felicidade vividos na infância, apesar da dor causada pela ausência. O desaparecimento marcou profundamente a família. Em publicações anteriores, Amanda relatava não saber sequer se a mãe ainda estava viva e descrevia o vazio deixado, especialmente na vida dos irmãos. Uma página criada no Facebook para auxiliar nas buscas, intitulada “Bring Michele Hundley Smith Home”, reunia informações sobre o caso, incluindo o fato de que ela dirigia uma van Pontiac Trans Sport verde-escura de 1995 quando desapareceu — veículo que nunca foi localizado. Agora, segundo os administradores, o grupo deverá ser reutilizado para divulgar outros casos de pessoas desaparecidas. Fonte: OGLOBO