Infarto aos 33 anos: gerente de contas confunde sintomas com crise de ansiedade e passa por duas angioplastias

A gerente de contas Gabriela Dornelas, de 33 anos, sofreu um infarto em julho deste ano, em São Paulo. Após voltar da academia, ela sentiu uma forte dor no peito, mas acreditou se tratar de uma crise de ansiedade. “Sentei embaixo do chuveiro, mas a dor não passava”, recorda.

Ao procurar atendimento médico, os exames iniciais não detectaram o problema. Somente o teste de sangue que mede a troponina, proteína liberada durante um infarto, confirmou a suspeita. Uma tomografia revelou o entupimento de mais de 85% em duas artérias.

No dia seguinte, Gabriela foi submetida a duas angioplastias com colocação de stents, além da retirada de um coágulo no coração. A jovem já tratava hipertensão e convivia com histórico de transtorno alimentar. A obesidade foi apontada pelos médicos como fator de risco que contribuiu para o quadro.

O período pós-infarto, segundo ela, foi ainda mais desafiador devido ao impacto emocional. “Todos os dias eu achava que estava infartando de novo. Tive muito medo de morrer”, relata.

Atualmente afastada do trabalho, Gabriela segue acompanhada por médicos e psicólogos para cuidar da recuperação física e mental. O caso reforça a importância de reconhecer sinais de alerta e buscar atendimento imediato, já que o infarto também pode atingir pessoas jovens.

Fonte: revistamarieclaire

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