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EUA Renovam Alerta Máximo de Viagem e Recomendam Saída Imediata da Venezuela

por Redação 4 de dezembro de 2025

Os Estados Unidos renovaram o alerta de viagem para a Venezuela, mantendo a classificação em nível 4 — o mais alto da escala — e orientando que cidadãos norte-americanos e residentes legais deixem o país imediatamente. Segundo o comunicado atualizado após revisão de segurança neste mês, a permanência em território venezuelano representa risco elevado de detenção ilegal, tortura, terrorismo, sequestro, aplicação arbitrária das leis locais, criminalidade, agitação civil e infraestrutura de saúde insuficiente.

Desde março de 2019, a Embaixada dos EUA em Caracas suspendeu todas as suas operações, deixando cidadãos sem acesso a serviços consulares e assistência emergencial. O documento também afirma que grupos terroristas colombianos operam nas fronteiras da Venezuela com Colômbia, Brasil e Guiana, sem detalhamento adicional.

O alerta ocorre em meio à escalada de tensões entre Washington e Caracas, especialmente diante das ameaças do governo Trump de uma possível incursão militar na região. O momento ganha ainda mais relevância após a divulgação, pela Bloomberg, de que o empresário Joesley Batista, da JBS, esteve em Caracas no dia 23 de novembro para tentar convencer o presidente Nicolás Maduro a renunciar. Segundo a reportagem, a visita ocorreu dias depois de uma ligação entre Maduro e Trump, na qual o norte-americano teria dado prazo para a saída do líder venezuelano — o que não ocorreu.

Em eventos recentes, Maduro reagiu às pressões externas, prometendo “lealdade absoluta” ao país e defendendo o fim das sanções impostas pelos Estados Unidos. O presidente venezuelano também citou que o poder nacional está baseado “no povo, em seus fuzis e em sua decisão de construir a pátria”. As declarações foram feitas durante a posse dos Comandos Bolivarianos Integrais, que atuarão na revisão de planos comunitários e de segurança.

Durante mobilizações em Caracas, apoiadores reforçaram que buscam a paz, mas estão preparados para defender o país em caso de intervenção externa, segundo relatos publicados pelo jornal El Nacional.

Fonte: CBN

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Como Nicolás Maduro reforça sua segurança diante do temor de ataque dos EUA

por Redação 3 de dezembro de 2025

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, adotou novas medidas de segurança para se proteger de um eventual ataque militar dos Estados Unidos, segundo relatos de pessoas próximas ao governo venezuelano ouvidas pelo New York Times. As fontes descrevem um clima de tensão no núcleo chavista e afirmam que Maduro acredita ser capaz de resistir ao cenário mais grave de ameaça ao seu governo em mais de uma década.

De acordo com os relatos, Maduro passou a alterar com frequência seus locais de descanso e seus celulares, com o objetivo de dificultar monitoramento e reduzir riscos de ações cirúrgicas. As precauções teriam sido intensificadas após os EUA reunirem navios de guerra no Caribe e destruírem embarcações acusadas de envolvimento com tráfico de drogas.

Para evitar possíveis traições internas, o líder venezuelano também ampliou a presença de agentes cubanos em seu esquema de segurança pessoal e reforçou a atuação de oficiais de contraespionagem de Cuba dentro das Forças Armadas da Venezuela.

Em público, Maduro tenta demonstrar normalidade, participando de eventos sem aviso prévio, gravando vídeos para redes sociais e aparecendo em atos de militância. Segundo as fontes, essa postura contrasta com o temor real de uma intervenção norte-americana.

As informações foram fornecidas por sete pessoas sob anonimato. O Ministério da Comunicação da Venezuela não respondeu aos questionamentos do New York Times.

O governo dos EUA acusa Maduro de comandar um esquema de narcotráfico — uma narrativa que, segundo especialistas, está ligada ao desejo de setores do governo Trump de impulsionar uma mudança de regime. Mesmo com discurso duro, Trump manteve contato com Maduro e chegou a discutir possibilidades de transição política.

Relatos indicam que enviados de ambos os lados discutiram condições nas quais Maduro poderia deixar o poder, incluindo referendo revogatório em 2027. As conversas, no entanto, não resultaram em acordo, e Washington aumentou a pressão militar.

A crise interna venezuelana intensificou rotinas de discursos e aparições públicas do presidente, embora muitas delas tenham sido substituídas por vídeos gravados e eventos inesperados. Em ato recente, Maduro mudou a rota de última hora antes de comparecer a um comício e voltou a minimizar riscos, afirmando que o país vive momentos de “paz”.

Ao longo dos últimos 12 anos, o chavista acumulou sobrevivência política em meio a protestos, colapso econômico, tentativas de golpe e desgaste institucional. Sua trajetória, marcada por erros públicos e forte rejeição, evoluiu para um exercício de controle absoluto das estruturas do Estado, de acordo com analistas.

Especialistas afirmam que sua permanência no poder se sustenta por uma combinação de repressão, alianças militares e uso estratégico da máquina pública. A crise atual, porém, evidencia que sua maior vulnerabilidade é política: a perda de legitimidade após ignorar o resultado da eleição presidencial do ano passado.

Fonte: OGLOBO

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Putin rejeita proposta de paz revisada e diz que Rússia está “pronta para a guerra” com a Europa

por Redação 2 de dezembro de 2025

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (2) que está disposto a enfrentar a Europa militarmente caso não haja um acordo de paz para a Ucrânia. A declaração ocorre após o Kremlin rejeitar pontos incluídos por Kiev e por líderes europeus na versão revisada do plano de paz apresentado pelo governo Donald Trump.

“Se a Europa quiser lutar uma guerra, nós estamos prontos agora”, disse o líder russo durante um encontro em Moscou com o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff.

O plano original elaborado por Washington continha 28 pontos considerados favoráveis à Rússia, como a cessão de parte do território ucraniano e restrições à entrada da Ucrânia na Otan. A contraproposta europeia alterou alguns dos itens — entre eles, a redução do Exército ucraniano, de 900 mil para 800 mil soldados, segundo a imprensa americana. Para Moscou, as novas exigências são “totalmente inaceitáveis”.

A fala de Putin acontece em meio ao aumento das tensões entre Rússia e União Europeia, impulsionado por confrontos com drones e pelo aprofundamento da guerra. Países europeus reforçam investimentos militares, enquanto a Otan cogita ataques preventivos para conter o que classifica como ações híbridas do Kremlin — o que irritou Moscou.

Negociações travadas e avanço russo no front

Putin afirmou que está aberto a negociar a paz, mas alertou que, caso a Ucrânia recuse um acordo, as tropas russas avançarão “ainda mais” sobre o território ucraniano. Na segunda-feira (1º), o mandatário comemorou a suposta captura de Pokrovsk, cidade estratégica no leste da Ucrânia — algo que Kiev nega.

Líderes europeus já apresentaram sua contraproposta de paz, ainda não divulgada publicamente. O novo texto foi entregue por negociadores ucranianos ao governo Trump, que levará a versão diretamente ao Kremlin.

O porta-voz de Moscou, Dmitry Peskov, confirmou que Putin recebeu Witkoff e deve se reunir com Jared Kushner, que também participa das tratativas.

Situação no campo de batalha

A Rússia afirma ter tomado Pokrovsk após cerca de um ano de intensos combates. Segundo Peskov, Putin foi informado da “libertação” de Pokrovsk e também de Vovchansk. O Ministério da Defesa russo divulgou imagens que mostrariam soldados hasteando a bandeira russa no centro da cidade.

A Ucrânia, no entanto, contesta a versão. Militares ucranianos disseram à Reuters que ainda controlam o norte de Pokrovsk e mantêm ofensivas no sul, onde tropas russas estão posicionadas. Combates também continuam na região de Kharkiv.

O avanço russo em 2025 foi o mais rápido desde 2022, de acordo com mapas de monitoramento pró-Ucrânia citados pela AFP. Moscou controla mais de 19% do território ucraniano, cerca de 115.600 km².

Importância estratégica de Pokrovsk

Localizada próxima a Donetsk, Pokrovsk é crucial por conectar rodovias e ferrovias que abastecem posições ucranianas no leste. Caso confirmada a captura, especialistas afirmam que a perda abriria caminho para avanços russos rumo ao oeste e ao norte, colocando em risco cidades-chave como Sloviansk e Kramatorsk.

Para analistas militares, Pokrovsk poderia se tornar uma base central para tropas russas, enquanto o Exército ucraniano seria forçado a recuar para áreas florestais.

Já Vovchansk, alvo de devastação desde 2024, também ganha relevância estratégica. O ministro da Defesa da Rússia, Andrei Belousov, classificou a captura como “um passo importante para a vitória”.

Fonte: G1

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EUA sugerem que Nicolás Maduro deixe a Venezuela e siga para a Rússia, afirma senador republicano

por Redação 1 de dezembro de 2025

Os Estados Unidos ofereceram ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a possibilidade de deixar o país e se exilar na Rússia ou em outra nação, segundo declarou neste domingo (30) o senador republicano Markwayne Mullin. A afirmação ocorre em meio ao aumento da tensão militar na região, após Washington enviar um contingente significativo para a costa da Venezuela.

O presidente Donald Trump elevou o tom contra o governo venezuelano ao alertar que o espaço aéreo do país deveria ser considerado fechado enquanto forças americanas mantivessem presença na área. Embora não tenha ameaçado explicitamente uma ação militar direta, Trump afirmou recentemente que operações para conter o narcotráfico venezuelano “por terra” começariam “muito em breve”.

Em entrevista à CNN, Mullin, integrante do Comitê das Forças Armadas do Senado dos EUA, afirmou: “Demos a Maduro a oportunidade de sair. Dissemos que ele poderia ir para a Rússia ou outro país”. Questionado sobre a possibilidade de Trump ordenar um ataque à Venezuela, ele negou: “Ele deixou claro que não vamos enviar tropas. O objetivo é proteger nossas costas”.

Desde setembro, os EUA têm realizado bombardeios contra embarcações consideradas suspeitas de atuar no narcotráfico no Caribe e no Pacífico oriental, resultando em pelo menos 83 mortos, segundo informações divulgadas por Washington. O governo americano acusa Maduro de liderar um suposto cartel de drogas, o que o presidente venezuelano nega. Para Caracas, as acusações servem como pretexto para justificar uma tentativa de mudança de regime e controle das reservas de petróleo.

Em resposta à escalada, o governo venezuelano iniciou manobras militares na costa no sábado. Nas últimas semanas, observadores registraram atividade constante de aviões de combate dos EUA a poucas dezenas de quilômetros do território venezuelano.

O New York Times publicou que Trump e Maduro chegaram a conversar recentemente por telefone sobre a possibilidade de uma reunião em território americano, o que adiciona mais complexidade ao quadro diplomático.

Fonte: G1

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Carro elétrico da BYD bate recorde mundial de 496 km/h e conquista prêmio de ‘Momento do Ano’ no automobilismo

por Redação 28 de novembro de 2025

O Yangwang U9 Xtreme, superesportivo 100% elétrico da divisão premium da BYD, foi eleito o “Momento do Ano” pelo prêmio TopGear.com 2026 após estabelecer o novo recorde mundial de velocidade para um carro de produção: 496,22 km/h. O teste foi realizado na pista ATP Automotive Testing Papenburg, na Alemanha, e consolidou o modelo como referência global em performance elétrica.

A marca chinesa celebrou a conquista como um marco tecnológico. De acordo com Stella Li, vice-presidente executiva da BYD, o recorde simboliza o avanço contínuo da empresa, que reúne mais de 120 mil engenheiros dedicados à pesquisa e desenvolvimento. Ela destacou que o feito prova a capacidade da montadora de redefinir limites na era dos veículos elétricos.

A revista Top Gear classificou o desempenho do U9 Xtreme como um divisor de águas no automobilismo, ressaltando que o modelo “faz tudo com motor a combustão parecer fraco”. Jack Rix, editor-chefe da publicação, lembrou que o carro já havia alcançado 469 km/h em teste oficial de homologação, superando marcas históricas de fabricantes tradicionais como a Bugatti.

O U9 Xtreme é uma versão profundamente aprimorada do já conhecido Yangwang U9. O superesportivo recebeu atualizações significativas no powertrain e no chassi, incluindo o aumento da plataforma elétrica de 800V para 1.200V. O conjunto opera quatro motores elétricos de ultra-alta rotação, que chegam a 30.000 rpm, alimentados por uma bateria Blade de fosfato de ferro e lítio com capacidade de descarga de 30C.

A potência total ultrapassa os 3.000 cv, garantindo uma relação peso-potência recorde de 1.217 cv por tonelada. O modelo também recebeu ajustes na suspensão DiSus-X, projetada para suportar cargas extremas, além de pneus semisslick específicos para pista.

O piloto alemão Marc Basseng foi o responsável por quebrar o recorde. Dias antes do resultado principal, ele já havia atingido 472,41 km/h — recorde para veículos elétricos. Durante o desenvolvimento, o U9 Xtreme também completou uma volta em Nürburgring Nordschleife em 6min59s157, tornando-se o primeiro elétrico de produção a superar a marca dos sete minutos no circuito.

Fonte: OGLOBO

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Gaza realiza primeiro torneio de futebol para amputados após guerra deixar 6 mil pessoas sem membros

por Redação 28 de novembro de 2025

A Faixa de Gaza iniciou, em novembro, seu primeiro torneio de futebol para amputados desde o início da guerra entre Israel e Hamas, conflito que já dura mais de dois anos e deixou milhares de feridos graves no território palestino. Segundo autoridades de Saúde de Gaza, 6 mil pessoas passaram por amputações desde o início dos confrontos, número que inclui o maior índice de crianças amputadas per capita do mundo.

O campeonato, batizado de Campeonato da Esperança, reúne jogadores que perderam pernas em ataques aéreos, mas que mantêm vivo o desejo de continuar praticando o esporte. Entre eles está Madi Nawasra, que teve a casa atingida e precisou amputar uma das pernas: “Eu era jogador antes, e mesmo depois da amputação continuo determinado a jogar futebol”, afirmou.

Apesar da grave falta de suprimentos médicos — especialmente próteses, que são escassas no enclave — os atletas seguem treinando e participando das partidas. Crianças amputadas também entraram em campo, reforçando o simbolismo do torneio como um ato de resistência e superação em meio à destruição causada pela guerra.

O evento marca um momento raro de união e esperança em Gaza, onde a população segue enfrentando condições humanitárias severas, escassez de recursos básicos e impactos físicos e emocionais causados pelos anos de conflito.

Fonte: G1

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Trump afirma que vai suspender imigração de países classificados como “terceiro mundo” e promete revisão ampla de políticas migratórias nos EUA

por Redação 28 de novembro de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (28) que pretende “pausar permanentemente” a entrada de imigrantes provenientes de países que ele define como “terceiro mundo”, sem especificar quais nações seriam afetadas. As afirmações foram feitas em publicações nas redes sociais e representam o movimento mais recente de escalada retórica contra a imigração desde seu retorno à Casa Branca.

Trump afirmou que vai restringir benefícios e subsídios destinados a não-cidadãos e prometeu “desnaturalizar imigrantes que minam a tranquilidade doméstica”, além de deportar “qualquer estrangeiro que seja um encargo público, risco à segurança ou incompatível com a Civilização Ocidental”. O presidente responsabilizou imigrantes por problemas que descreveu como “disfunção social” nos EUA e criticou decisões adotadas no governo Joe Biden, alegando que “milhões” de pessoas teriam sido admitidas ilegalmente no país — número não detalhado por ele.

O republicano também defendeu uma política migratória de “migração reversa”, que, segundo sua avaliação, seria a única forma de enfrentar os desafios que atribui ao atual sistema. Em sua mensagem, ampliou ataques a comunidades específicas de imigrantes, autoridades locais e parlamentares democratas, associando a chegada de estrangeiros ao aumento da criminalidade, à pressão sobre serviços públicos e à deterioração urbana.

As declarações ocorreram horas após Trump pedir a revisão dos Green Cards concedidos a cidadãos de 19 países: Afeganistão, Chade, Congo, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Irã, Iêmen, Líbia, Mianmar, Somália, Sudão, Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela. O Green Card é o visto permanente que autoriza o estrangeiro a morar e trabalhar nos Estados Unidos.

A nova ofensiva do governo ocorre após a morte de uma guarda nacional ferida em um ataque na área próxima à Casa Branca, na quarta-feira (26). Dois soldados foram baleados; um segue em estado grave. O suspeito, Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, é um afegão que estaria em situação irregular. Ele entrou no país em 2021 com um visto especial destinado a afegãos que colaboraram com os EUA durante a guerra, benefício oferecido a pessoas consideradas vulneráveis após a retirada das tropas americanas. Após o ataque, Trump já havia suspendido temporariamente solicitações de imigração de residentes do Afeganistão.

Fonte: G1

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Suspeito de ataque a soldados nos EUA trabalhou com CIA e Exército no Afeganistão

por Redação 27 de novembro de 2025

O afegão Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, suspeito de atirar contra dois soldados da Guarda Nacional dos Estados Unidos a poucos quarteirões da Casa Branca, trabalhou anteriormente com o Exército americano e com a CIA na região de Kandahar, no Afeganistão. A informação foi confirmada pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA e pelo diretor da agência, John Ratcliffe.

O ataque ocorreu na quarta-feira, na estação de metrô Farragut West, em Washington D.C., quando as ruas estavam movimentadas. Segundo as autoridades, Lakanwal “emboscou” os militares, levantando o braço com a arma e disparando. Os soldados foram socorridos e permanecem em estado crítico. O suspeito foi detido rapidamente por membros da Guarda Nacional e forças de segurança presentes no local.

Lakanwal chegou aos Estados Unidos em setembro de 2021, no período em que militares americanos deixaram o Afeganistão após duas décadas de atuação no país. Ele solicitou asilo em 2024, durante o governo Joe Biden, e teve o pedido aprovado em abril de 2025, já sob o governo Donald Trump. A imprensa americana afirma que o afegão foi aceito por ter colaborado com o governo dos EUA como integrante de uma força de segurança parceira da CIA.

As motivações do ataque ainda não foram divulgadas. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, classificou o episódio como um “ataque a tiros direcionado”. O diretor do FBI, Kash Patel, corrigiu informações iniciais e afirmou que os dois soldados sobreviveram, mas estão em estado crítico.

O incidente reacende o debate sobre imigração no país. Em pronunciamento na Flórida, Trump chamou o ato de terrorismo, afirmou que o suspeito “pagará caro” e declarou que fará uma reavaliação dos afegãos que entraram nos EUA durante o governo Biden. O USCIS suspendeu temporariamente o processamento de pedidos de imigração de cidadãos afegãos, enquanto revisa protocolos de segurança.

Segundo testemunhas, o ataque gerou caos próximo ao metrô e bloqueou ruas no centro da capital. Dezenas de viaturas foram enviadas ao local. Após o ataque, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, anunciou o envio de mais 500 militares para Washington, elevando para 2.500 o número de agentes da Guarda Nacional destacados para a capital.

Fonte: OGLOBO

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Atirador que baleou militares perto da Casa Branca é imigrante afegão; investigação apura terrorismo

por Redação 27 de novembro de 2025

O homem que baleou dois militares da Guarda Nacional nos arredores da Casa Branca, nesta quarta-feira (26), é um imigrante afegão, segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O suspeito, identificado como Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, entrou nos EUA em 2021 com um visto especial destinado a afegãos que auxiliaram o governo americano durante a guerra.

Lakanwal permaneceu no país mesmo após o vencimento do visto e está em situação irregular, segundo autoridades ouvidas pela Reuters. Ele foi detido após troca de tiros com integrantes da Guarda Nacional e ficou ferido. Não há informações sobre seu estado de saúde.

Os dois militares atingidos estão em estado grave. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, afirmou que o ataque foi “direcionado” contra os integrantes da Guarda Nacional, e a investigação aponta que ele teria agido sozinho. O governo dos EUA apura se o ato configura terrorismo.

O tiroteio ocorreu por volta das 14h30 (16h30 em Brasília), a poucos quarteirões da Casa Branca, em área movimentada próxima a restaurantes e cafeterias. Durante o incidente, a Casa Branca emitiu alerta vermelho, depois reduzido para laranja. Nenhuma pessoa podia entrar ou sair do complexo sem autorização do Serviço Secreto, e ruas próximas foram interditadas. O Aeroporto Nacional Ronald Reagan interrompeu temporariamente as decolagens, retomadas em menos de uma hora.

Desde agosto, mais de 2 mil soldados da Guarda Nacional patrulham Washington, após o presidente Donald Trump assumir o controle federal da polícia local. A medida, criticada pela prefeita Muriel Bowser, inclui patrulhamento de bairros, estações e barreiras nas estradas, além de apoio em eventos e coleta de lixo. Uma decisão judicial determinou recentemente o fim da operação, mas suspendeu a ordem por 21 dias para que o governo retire as tropas ou apresente recurso.

Fonte: G1

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Presidente Trump classifica ataque perto da Casa Branca como ato de terror; suspeito é afegão e investigação segue

por Redação 27 de novembro de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu o ataque que deixou dois militares da Guarda Nacional baleados próximo à Casa Branca como um “ato de terror”. O Departamento de Justiça norte-americano está investigando o caso como possível terrorismo.

O suspeito detido, identificado como Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, é afegão e teria chegado aos EUA em 2021 com um visto especial para afegãos que ajudaram o governo americano durante a guerra. Um funcionário do Departamento de Justiça informou que ele está de forma irregular no país.

O ataque ocorreu por volta das 14h30, horário local (16h30 em Brasília), a poucos quarteirões da Casa Branca, em uma área movimentada próxima a restaurantes e cafeterias. Houve troca de tiros antes da detenção do suspeito, que também ficou ferido. Não há informações detalhadas sobre seu estado de saúde.

Os militares baleados estão em estado grave. Segundo a prefeita de Washington, Muriel Bowser, o ataque parecia ter como alvo os integrantes da Guarda Nacional, caracterizando-se como um “tiroteio direcionado”.

Durante o incidente, a Casa Branca chegou a emitir alerta vermelho de risco à vida, posteriormente reduzido para laranja. O Serviço Secreto manteve o complexo em lockdown, restringindo entradas e saídas, e algumas ruas próximas foram interditadas. Por questões de segurança, o Aeroporto Nacional Ronald Reagan suspendeu temporariamente as decolagens.

Trump afirmou que o país deve “reexaminar cada estrangeiro que entrou nos EUA vindo do Afeganistão durante o governo Biden” e classificou o suspeito como um “animal” que “pagará um preço muito alto”. Após o ataque, o presidente determinou o envio de mais 500 soldados à capital.

Mais de 2 mil militares da Guarda Nacional já estavam em Washington, mobilizados desde agosto para patrulhar bairros, estações e pontos estratégicos da cidade. A medida, que enfrentou resistência da prefeita Muriel Bowser, foi contestada judicialmente, mas a operação segue até que o governo retire as tropas ou apresente recurso.

Fonte: G1

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