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PCC usava Favela do Moinho como ‘quartel-general’ no Centro de São Paulo, aponta investigação

Uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e da Polícia Militar, deflagrada nesta segunda-feira (8), revelou que a Favela do Moinho, no Centro de São Paulo, funcionava como um verdadeiro quartel-general do PCC.

Segundo o Ministério Público, o local era utilizado para tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e extorsão de moradores. O esquema, liderado por Leonardo Monteiro Moja, o Léo do Moinho, preso desde 2023, também abastecia a Cracolândia.

? A Justiça expediu 10 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão. Até agora, sete pessoas foram presas, além de outras duas em flagrante.

As investigações apontam que o grupo extorquia moradores, cobrando até R$ 100 mil em propina para liberar cadastros e documentação de famílias que participavam do processo de reassentamento habitacional feito pela CDHU.

Além do tráfico, a facção também usava a comunidade para guardar armas, manter “casas-bomba”, esconder drogas em bueiros e utilizar carroceiros como transportadores disfarçados de catadores de recicláveis.

Outro braço do esquema envolvia ferros-velhos e uma rede de hotéis no Centro, usados tanto para lavagem de dinheiro quanto para tráfico, prostituição e exploração sexual.

A operação faz parte de um processo maior de desmonte do domínio do PCC no Centro de São Paulo.

Fonte: G1

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