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São Paulo

São PauloSegurança

Homem é detido por importunação sexual em ônibus em São Paulo

por Redação 13 de junho de 2022

Suspeito teria mostrado pênis a passageira. Ela gravou um vídeo dele e mandou o motorista parar para registrar a ocorrência
Um homem foi detido após uma denúncia de importunação sexual dentro de um ônibus, no cruzamento da rua Javoraú com a avenida Santa Marina, próximo à rua Ladeira Velha, na Freguesia do Ó, por volta das 21h30.

A Agência Record teve acesso a um vídeo que mostra um homem sentado, segurando um copo de cerveja, com as mãos nas partes íntimas, tentando fechar o zíper e o botão de sua calça.
Uma mulher que estava dentro do ônibus grita para o motorista parar em um posto policial próximo. Também é possível ver o momento em que outro homem soca o suspeito na região do braço.

Em nota, a SPTrans confirmou o caso e afirmou que os “envolvidos foram conduzidos ao posto policial mais próximo”. O órgão ressaltou que, em caso de abuso sexual no interior dos veículos, é importante que motorista e cobrador sejam comunicados imediatamente.

Segundo as diretrizes da prefeitura, os operadores devem parar o ônibus e aguardar a chegada da polícia ou conduzir o veículo até a delegacia mais próxima, onde a vítima poderá registrar o boletim de ocorrência.
A Agência Record entrou em contato com o 28° DP (Freguesia do Ó) e com o 13° DP (Casa Verde), que são as delegacias da área, porém ambas disseram desconhecer o caso.

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São Paulo

PM de folga atira em suspeitos de roubo a pedestres nos Jardins (SP)

por Redação 13 de junho de 2022

Dupla abordou grupo de amigos na rua José Maria Lisboa, na zona sul, e teve início tiroteio. Um deles foi atingido, mas fugiu
Um policial militar de folga interviu em um assalto e trocou tiros com suspeitos na rua José Maria Lisboa, no Jardim Paulista, zona sul de São Paulo, por volta das 13h deste domingo (12).

Dois suspeitos em duas motos estavam na região cometendo assaltos. Primeiro, a dupla atacou um homem e uma mulher, que segurava um gato, em frente a uma clínica veterinária. Após roubar os pertences, a dupla seguiu alguns metros para abordar outra vítima.
Os dois escolheram um grupo de quatro amigos que conversavam na calçada. Enquanto a dupla se aproximou das vítimas, um policial militar de folga observava da esquina e resolveu intervir. O militar sacou a arma e atirou em direção aos criminosos.
Um dos suspeitos foi atingido pelos disparos na região da perna, mesmo assim ele seguiu em direção à motocicleta e fugiu, assim como o outro criminoso. Até o momento, ninguém foi preso e a polícia analisa imagens de circuitos de segurança para identificar os suspeitos.

O caso foi encaminhado ao 78º DP, nos Jardins, para registro do boletim de ocorrência.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Cupertino será interrogado pela 1ª vez em agosto, durante audiência em SP, três anos após o crime

por Redação 9 de junho de 2022

O empresário Paulo Matias Cupertino, acusado de matar Rafael Miguel e os pais dele em 9 de junho de 2019, será interrogado pela primeira vez no dia 22 de agosto deste ano, às 16h, durante uma audiência de instrução na Justiça de São Paulo.


Dois amigos do acusado também serão ouvidos. Eles são suspeitos de ajudar Cupertino durante a fuga. Ambos são acusados de favorecimento pessoal. Essa fase do processo é o momento em que a defesa das vítimas e a dos acusados são ouvidas por um juiz, que decide se eles irão a júri popular.
Cupertino está preso preventivamente desde 16 de maio deste ano, quando foi capturado após passar dois anos e 11 meses foragido.O Ministério Público acusa o empresário de matar o ator Rafael Miguel e os pais dele, Miriam e João Miguel. Paulo Cupertino deve responder por triplo homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e sem dar possibilidade de defesa às vítimas.

Relembre o caso
O ator Rafael Miguel, na época com 22 anos, e os pais dele, de 50 e 52, foram mortos durante um encontro com a família da namorada do jovem, Isabela Tibcherani, filha de Paulo Cupertino.
O pai de Isabela não aceitava o relacionamento dos dois, por isso a família de Rafael decidiu ir até a casa de Cupertino para se apresentar e tentar provar que eram pessoas de “boa índole”.

Rafael e os pais foram recebidos pela mãe de Isabela e logo depois Cupertino chegou, pediu que eles saíssem e disparou 13 tiros contra a família na porta de casa.
Segundo a Polícia Técnico-Científica de São Paulo, sete tiros atingiram Rafael: um na cabeça, outro no peito, três nas costas e dois no braço esquerdo. O pai dele foi baleado quatro vezes, no peito e nos braços, e a mãe levou dois tiros, no peito e no ombro.

Após assassinar a família, o homem fugiu. Segundo as investigações da polícia, Cupertino passou por mais de 300 endereços durante os anos de fuga. As pistas sobre o paradeiro dele foram checadas em diversas cidades do interior paulista, outros estados e até no exterior.

Apenas em 16 de maio deste ano, dois anos e 11 meses após cometer o crime, ele foi preso. A filha dele, que sofreu de sentimento de culpa durante todos esses anos, teve uma sensação de alívio e agora pede que a “justiça seja feita”.

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São PauloSaúde

Cidade de SP monitora mulher de 26 anos com suspeita de varíola dos macacos

por Redação 7 de junho de 2022

Caso é o único suspeito no estado. Segundo o prefeito Ricardo Nunes, paciente está internada, mas passa bem. Gestão municipal diz que acompanha pessoas próximas à paciente para ter um mapeamento em caso de uma eventual confirmação do diagnóstico.
A Prefeitura de São Paulo monitora o estado de saúde de uma mulher de 26 anos hospitalizada com suspeita de ter contraído varíola dos macacos.

Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a paciente passa bem. Familiares e pessoas que residem próximo à mulher também são acompanhados pela gestão municipal para, em caso de confirmação do diagnóstico, ter um mapeamento da contaminação.

Nesta segunda (6), o governo do estado já tinha confirmado que um caso era investigado na capital.

Em nota, a gestão de Rodrigo Garcia afirmou que “no momento, o Centro de Vigilância Epidemiológico (CVE) estadual e a prefeitura de São Paulo investigam um paciente para descartar qualquer hipótese da doença”.

O Brasil não possui, até o momento, nenhum caso confirmado da doença. Em nota divulgada nesta segunda (6), o Ministério da Saúde informou que sete casos estão em investigação.

Os estados de Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo têm um caso suspeito cada um, e há ainda dois casos em monitoramento em Rondônia.
Segundo a pasta, os pacientes “seguem isolados e em recuperação, sendo monitorados pelas equipes de vigilância em saúde. A investigação dos casos está em andamento e será feita coleta para análise laboratorial”.
Sintomas e transmissão
Os sintomas iniciais da varíola dos macacos costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão.
“Depois do período de incubação [tempo entre a infecção e o início dos sintomas], o indivíduo começa com uma manifestação inespecífica, com sintomas que observamos em outras viroses: febre, mal-estar, cansaço, perda de apetite, prostração”, explica Giliane Trindade, virologista e pesquisadora do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
“O que é um diferencial indicativo: o desenvolvimento de lesões – lesões na cavidade oral e na pele. Elas começam a se manifestar primeiro na face e vão se disseminando pro tronco, tórax, palma da mão, sola dos pés”, completa Trindade, que é consultora do grupo criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para acompanhar os casos de varíola dos macacos.

Fonte Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Chefe do PCC é dono de 56 ônibus de empresa na zona leste de SP

por Redação 7 de junho de 2022

Foragido da Justiça, Silvio Luiz Ferreira, 44, o Cebola, um dos principais integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) ainda em liberdade, é apontado pela polícia como dono de ao menos 56 ônibus da UPBUS Qualidade em Transportes S/A, sediada no bairro do Limoeiro, na zona leste paulistana. A companhia, alvo de mandado de busca e apreensão judicial na semana passada, é originária de uma cooperativa de transporte complementar. Foi no mesmo endereço que Cebola foi flagrado por policiais militares com quase meia tonelada de maconha no início de junho de 2012
A UPBUS foi alvo de uma operação do Denarc (Departamento de Prevenção e Repressão ao Narcótico) de São Paulo, na última quinta-feira. Segundo a Polícia Civil, a empresa era de Anselmo Becheli Santa Fausta, 38, o Cara Preta, um dos maiores fornecedores de drogas e armas do PCC, e de outros comparsas dele, todos integrantes da facção criminosa. Cara Preta foi assassinado a tiros em dezembro do ano passado, no Tatuapé, zona leste paulistana, junto com o sócio e motorista Antônio Corona Neto, 33, o Sem Sangue. Noé Alves Schaum, 42, acusado de matar ambos, foi assassinado no mês seguinte pelo “tribunal do crime” do PCC.
Mais sócios do PCC Dias depois foi assassinado na Vila Matilde, zona leste, Cláudio Marcos de Almeida, 50, o Django. Segundo o Denarc, Django, Cebola, Cara Preta, e Décio Gouveia Luiz, 53, o Décio Português, recolhido em presídio federal, todos do alto escalão do PCC, além de seus respectivos parentes, aparecem como acionistas da UPBUS. Investigações conduzidas pelo delegado Fernando Santiago, do Denarc, apontam que Cara Preta adquiriu cotas da UPBUS em nome do pai, da irmã e de um primo dele. Parentes dos demais sócios integrantes do PCC têm ações milionárias. O capital inicial era de R$ 1 milhão e passou para R$ 20 milhões. Django investiu em nome dele R$ 1.236.000,00 em ações da UPBUs. Parentes de Décio Português investiram R$ 618 mil; familiares de Cebola, R$ 247 mil e outro sócio identificado como Alexandre Salles Brito, 41, o Xandi ou Buiu, processado por tráfico de drogas, R$ 123 mil e uma parente dele mais R$ 247 mil
A empresa opera 13 linhas de ônibus na zona leste e fechou contrato com a Prefeitura Municipal de São Paulo, através de licitação pública, no valor de R$ 574 milhões por ano. Os sócios e acionistas da empresa são investigados por lavagem de dinheiro. Fontes policiais disseram à coluna que apenas Cebola é dono de 56 ônibus da empresa. Ele usava os nomes falsos de Rodrigo Martins Santana e Márcio Barbosa Santos. A Polícia Civil não sabe quantos veículos os demais sócios do PCC possuem na UPBUS. A companhia tem mais de 200 ônibus.
A UPBUS fica no mesmo local onde funcionava, em meados da década passada, a Cooperativa de Ônibus Associação Paulistana dos Condutores de Transporte Complementar. Cebola acabou preso lá em 2 de junho de 2012 com 480 kg de maconha e R$ 150 mil em espécie. A garagem 2 da Associação Paulistana deu origem à Qualibus, que hoje se chama UPBUS. O Denarc já sabe que Cara Preta, Cebola, Django e Décio Português eram sócios dessas empresas, constituídas em nomes de laranjas, desde a década passada. Todos eles também eram apontados como donos do tráfico de drogas na Favela Caixa D’Água, na zona leste.

Fonte Com informações da Agência Estado

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São PauloSaúde

Cracolândia: Prefeitura de SP adota internações involuntárias de dependentes

por Redação 7 de junho de 2022

Em uma ação permitida por lei, a Prefeitura de São Paulo internou 22 usuários de drogas para tratamento contra a dependência química sem o consentimento deles. Na chamada internação involuntária, o consentimento de um familiar e a assinatura de um médico são suficientes para a hospitalização.

Desde o mês de abril, os dependentes químicos estão sendo levados para o Hospital da Bela Vista, na região central da cidade, para que cumpram um prazo máximo de internação de 90 dias. A ação do poder municipal foi iniciada dias depois de usuários e traficantes terem se deslocado da região da Luz para a praça Princesa Isabel, na região central. No início de maio, uma grande operação policial removeu o chamado “fluxo” da praça, que se espalhou por vários pontos do centro de São Paulo.
É a primeira vez que a gestão municipal recorre a essa medida. Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a nova Lei de Drogas, que autoriza a internação sem a anuência dos usuários.
A expectativa da prefeitura é que o número de internações aumente, como avalia Alexis Vargas, secretário-executivo de Projetos Estratégicos da Prefeitura de São Paulo.

“A tendência é o aumento do número de internações. Com a redução do número de usuários na rua Helvétia, os familiares estão conseguindo encontrar os usuários. Existe um aumento da procura por atendimento”, diz o secretário.
De acordo com números da prefeitura, os principais pontos de concentração dos usuários são a rua Helvétia, com cerca de 250 usuários, e a rua Gusmões, com 150 dependentes químicos.

A internação involuntária pode ser solicitada por um familiar do usuário nos Caps (Centros de Atenção Psicossocial) da capital, nas UPAs ou nas tendas do Siat emergencial. O pedido tem que ser feito por escrito e aceito por um médico psiquiatra. De acordo com a prefeitura, o familiar pode solicitar a interrupção do tratamento a qualquer momento.

Existem outras formas de internação. Na modalidade voluntária, a internação é feita com consentimento e autorização do dependente químico.
Já a internação compulsória é determinada por um juiz depois de um pedido formal de um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre as próprias condições psicológicas e físicas. A prefeitura afirma que não realiza a internação compulsória.

Fonte Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Bares de SP têm segurança à paisana e até ‘escolta’ de clientes

por Redação 6 de junho de 2022

Estabelecimentos que renovaram o centro antes da pandemia vivem o desafio de atrair clientes para uma região degradada

Bares e restaurantes que renovaram o centro da cidade antes da pandemia vivem o desafio de atrair clientes para uma região degradada, com roubos de celulares pelas gangues de bicicletas, aumento da população em situação de rua, dispersão da Cracolândia e até semáforos desligados por roubo de fios elétricos. Empresários investem em segurança privada ou até fecham mais cedo. Especialistas destacam que a recuperação envolve ações nas áreas de saúde e urbanismo.

Esse quebra-cabeça se esparrama pelas esquinas. Na rua General Osório, uma das primeiras a integrar o projeto da prefeitura de utilização de calçadas como área externa para bares e restaurantes, em 2020, o espaço público é compartilhado entre estabelecimentos e pessoas em situação de rua.
Quando o movimento aumenta, a partir das 18 horas, os comerciantes pedem que os moradores passem para o outro lado da calçada, conforme relata Caio Lima, gerente do JazzB. O interior do bar estava cheio, mas as mesinhas da calçada, quase vazias nesta quinta-feira.
“Temos a aglutinação de uma crise estrutural com o abandono de uma parcela da população e o movimento de recomposição da urbanidade e serviços do centro”, diz o urbanista Valter Caldana.

Estabelecimentos abertos recentemente já trazem adaptações a esse contexto. No Lohi, bar de drinques inaugurado em abril dentro do Hotel Selina Aurora, a equipe orienta os clientes a usarem o celular e esperarem o veículo por aplicativo dentro do local.
“Depois da dispersão da Cracolândia, as pessoas ligam antes de virem para saber se está tudo bem”, conta o empresário e chef Thiago Maeda.

Bares da Jesuíno Pascoal, ruazinha escondida atrás do prédio da Santa Casa e boa sugestão para um passeio em Santa Cecília, apostam até em seguranças à paisana. Proprietários do Koya 88 e do Bagaceira, aberto no início do ano, prezam pela discrição com agentes que ficam do outro lado da rua, sem o terno preto característico, às vezes de boné, como se fossem clientes habituais. O objetivo é prevenir a atuação da gangue das bicicletas no roubo de celulares.

Endereços históricos também tentam prevenir assaltos. O Bar Brahma dobrou o total de seguranças na esquina da Ipiranga com a São João. Agora são seis homens de preto em cada turno nos dias mais movimentados. “No centro, há sensação de insegurança, mas temos furtos e roubos na cidade inteira”, diz o empresário Cairê Aoas.

Quando a empreendedora social Karina Dantas chega em um veículo por aplicativo, o segurança abre a porta do carro. O gesto, que antes era só gentileza, virou um cuidado extra. “A gente vive essa sensação de insegurança, mas não pode ficar presa em casa, principalmente depois de dois anos de isolamento”, diz Karina.

A 600 metros dali, no Bar dos Arcos, dentro do Teatro Municipal, os seguranças acompanham o cliente até os estacionamentos da rua Conselheiro Crispiniano. É o que conta o empresário Facundo Guerra, um dos proprietários. São cem metros.

A medida foi adotada depois que clientes tiveram seus celulares roubados no início do ano. Mas ele ressalta que o problema da região central não é só de segurança. “É um erro tratar como problema de segurança pública aquilo que é um problema de saúde, consequência de uma desigualdade social e uma crise cada vez piores.”

Por falta de público, o Paribar, restaurante pertinho da Biblioteca Mário de Andrade, encurtou o horário de funcionamento. De segunda a quinta, o chef e empresário Luiz Campiglia fecha às 17h.

“Acabo fechando porque já não tem gente. As pessoas vão embora mais cedo”, diz ele, que deu um ar mais contemporâneo para o endereço de 1949.

A ocupação do local também mudou. Durante a semana, as nove mesas na calçada são pouco utilizadas. O motivo é o aumento da população em situação de rua. “Isso não me assusta, mas as pessoas que vêm de fora têm outra visão”, afirma.

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CidadeSão Paulo

Para recapear ruas e avenidas de SP, prefeitura vai investir R$ 1 bi

por Redação 6 de junho de 2022

Promessa é de que, até 2024, mais de 20 milhões de m² deverão ser recuperados em todas as regiões da capital

A Prefeitura de São Paulo promete começar neste mês a recapear ruas e avenidas da cidade. O decreto foi publicado no sábado (4) no Diário Oficial. O programa vai custar aproximadamente R$ 1 bilhão. Até 2024, mais de 20 milhões de m² deverão ser recuperados com recapeamento, micro pavimentação e manutenção de pavimento rígido.

Entre os critérios considerados para a escolha das vias prioritárias estão o volume de tráfego e a deterioração do pavimento existente, demanda de transporte coletivo, histórico de conservação de pavimentos viários, além de demandas da comunidade.
Todas as regiões da cidade serão beneficiadas, como as avenidas Jacu Pêssego, Sapopemba, Ipiranga, 23 de Maio e Cangaíba, assim como as marginais Pinheiros e Tietê. No total, são cerca de 70 outros endereços.

A SMSUB (Secretaria Municipal das Subprefeituras), responsável pela conservação e manutenção da malha viária, classifica os pavimentos em estado ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.

Avaliação
Segundo a prefeitura, é feita uma avaliação do pavimento existente por meio de inspeções, o que permite a aplicação do asfalto personalizado para cada via. Os materiais são de alta resistência à deformação e derrapagens e maior vida útil.
As empresas responsáveis pela execução dos reparos dão garantia. Caso haja algum dano após a finalização das obras, elas deverão realizar o conserto.

No serviço de recapeamento é realizada também a recomposição de guias, sarjetas e drenagens. As vias prioritárias para receber recapeamento consideram os desgastes provocados por fenômenos climáticos, ação do tempo, intervenções de concessionárias de serviços públicos e volume do tráfego de veículos. Também são analisadas as características de fluxo de cada tipo de via e as estruturas de drenagem superficiais.
Uma das medidas da prefeitura foi implantação do Sistema Gaia, plataforma que faz o mapeamento e identifica a qualidade do pavimento na capital. Por meio de dispositivos acoplados a veículos, é possível verificar as condições do asfalto e localizar possíveis defeitos e irregularidades.

Os endereços em más condições são avaliados pelo pavscan, equipamento que identifica por meio de scanner o serviço que deverá ser realizado, de acordo com o grau de desgaste da via.

Desde 2019, a secretaria passou a utilizar o Geoinfra, sistema que permite que a gestão autorize a realização de obras na malha viária, calçadas, subterrâneo e redes aéreas, e possa acompanhá-las durante o processo de forma digital. É possível saber também quem é o responsável pelos buracos.

Caso haja irregularidades, as concessionárias com obras sem alvará de instalação ou de manutenção podem receber multa de mais de R$ 10 mil por m². Quando áreas forem danificadas em vias e passeios públicos, a multa diária é de cerca de R$ 4 mil por m². Em caso de reincidência, as multas são aplicadas em dobro.

Fonte Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Idosa tem perna amputada após ser atropelada por ônibus em Osasco

por Redação 4 de junho de 2022

A PM afirma que o motorista parou no ponto para um homem descer e não percebeu que a mulher também desembarcava

Uma idosa de 64 anos teve uma perna amputada após ser atropelada por ônibus em Osasco, região metropolitana de São Paulo, na quarta-feira (1º) à tarde.

O acidente aconteceu na avenida Dolores Lupiano Moioli. De acordo com informações da 2ª Companhia do 14º Batalhão de Osasco, a idosa passou para a parte de trás do ônibus, que não tinha cobrador; sendo assim, o motorista estava realizando duas funções.
A PM afirma que o motorista parou no ponto de ônibus para um homem descer e não percebeu que a mulher também ia desembarcar do veículo.

No momento em que a idosa colocou a bengala no chão, o ônibus se locomoveu e ela ficou pendurada, sendo atropelada na sequência. Vídeos flagraram o momento em que a idosa é atingida.

Ainda segundo a PM, a mulher teve a perna direita amputada devido ao acidente.

Fonte Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Mulher pode perder a visão após ser espancada e estuprada em SP

por Redação 2 de junho de 2022

Uma mulher foi estuprada e espancada na noite da sexta-feira (27) enquanto voltava de uma igreja, em Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo. A vítima, de 54 anos, corre o risco de perder a visão, devido aos ferimentos causados durante o crime. Circuitos de monitoramento registraram parte da ação.

O principal suspeito do crime, Daniel Conceição, foi preso nesta terça-feira (31) por tráfico de drogas. Após audiência de custódia, ele foi indiciado também por estupro.
No momento do crime, ela retornava do local por volta das 23h, quando percebeu que era seguida por um homem. As imagens mostram a mulher correndo em uma calçada. Próximo a uma agência dos Correios, na rua Doutor Hamilton Prado, no centro da cidade, ela tenta atravessar a rua para fugir, mas foi encurralada pelo agressor.

O vídeo mostra quando ele a empurra até um vão. Naquele local, a vítima foi estuprada e espancada pelo homem, com socos na região dos olhos. Segundo a Polícia Civil, o intuito do abusador era de que ela não conseguisse reconhecê-lo.

A mulher ficou sob poder do abusador por, aproximadamente, 40 minutos. Segundo a Polícia Civil, outro circuito mostra quando o homem vai embora e a vítima se levanta ainda desnorteada e ferida.
Segundo o investigador do caso, momentos depois, ela pediu ajuda aos funcionários de um posto de gasolina. Ela afirmou que foi estuprada e agredida e passou as características do abusador. Um dos seguranças, lembrando do homem que passara pelo local instantes antes, tentou correr atrás dele, mas não o alcançou.

A vítima foi para casa e no dia seguinte, sábado (28), ainda muito ferida, registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Franco da Rocha.
Investigação
A investigação teve início na segunda-feira (30), quando os policiais foram até o local do crime e pediram os circuitos de monitoramento da rua. Para chegar ao agressor, eles refizeram o percurso do acusado a partir de vídeos de comércios da região. Daniel foi visto pela última vez uma comunidade no Jardim Cedro do Líbano.

A polícia questionou moradores até chegarem a um endereço. Foram feitas diligências, mas o agressor não estava no local.

Nesta terça-feira (31), a Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência de desinteligência, após Daniel se envolver em uma briga com a irmã. Ao consultar o CPF do homem, os agentes constataram que havia um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas contra ele.

Daniel foi preso e encaminhado à delegacia de Franco da Rocha. Na quarta (1º), o policial foi até a casa da vítima, que identificou Daniel como sendo o homem que a estuprou e espancou dias antes. Ela contou que corre o risco de perder a visão, devido aos ferimentos causados durante o crime.

Fonte Com informações da Agência Estado

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