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Categoria:

São Paulo

Segurança

Suspeito de atirar e matar arquiteto no Butantã é preso após se entregar à polícia

por Redação 4 de abril de 2025

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta sexta-feira (4) um dos suspeitos de participar da morte de um arquiteto que foi baleado após atropelar um assaltante na Zona Oeste de São Paulo. Câmeras de segurança gravaram o crime (veja imagem abaixo).

A prisão ocorreu após o suspeito se apresentar, acompanhado de seu advogado, no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O criminoso, de 20 anos, é apontado como o autor dos disparos. Segundo a investigação, ele já possuía duas passagens pela polícia por roubo.

O comparsa, que aparece em outra motocicleta e foge após o assalto, não havia sido localizado até a última atualização da reportagem. Ele não possui antecedentes criminais.

“A autoridade policial colherá seu depoimento e tomará as devidas medidas de Polícia Judiciária”, informou a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O crime

O arquiteto Jefferson Dias foi morto na segunda-feira (1º) na Rua Desembargador Armando Fairbanks, no bairro Butantã. Ele tentou impedir o criminoso de fugir com a aliança e celular que havia acabado de roubar de uma pedestre.

Para isso, o arquiteto jogou o seu carro em cima do assaltante, que estava numa moto, por isso o caso é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte).

Em seguida, o ladrão caiu com o veículo na rua. As imagens também mostram o momento em que ele se levantou, sacou a arma e atirou no motorista do carro. Jefferson foi atingido por três disparos fatais.

O amigo de Jefferson que estava no banco do carona conseguiu correr. O criminoso largou a moto, que, segundo a polícia, era roubada, e fugiu a pé.

A mulher vítima do assalto não se feriu. Uma ambulância socorreu o arquiteto e o levou para o Hospital Universitário, mas ele não resistiu aos ferimentos. Jefferson tinha 43 anos.

Recém-casado

Ele era recém-casado e planejava ter filhos.

A família do arquiteto já havia passado por outro crime quando Jefferson tinha 7 anos de idade. Naquela ocasião, o pai dele tinha um bar e foi assassinado a tiros durante uma briga no local.

Estatísticas criminais
A morte do arquiteto se soma às estatísticas de latrocínios. De acordo com dados da SSP, no primeiro bimestre deste ano, foram registrados 9 casos na cidade de São Paulo.

Em comparação ao mesmo período de 2024, quando houve 12 latrocínios, a redução foi de 25%.

Já os homicídios dolosos (quando há intenção de matar) cresceram 16% no mesmo período. Nos dois primeiros meses de 2025, foram registrados 94 casos, com um total de 95 vítimas. No mesmo período de 2024, foram 81 casos e 85 vítimas.

Fonte: G1

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Segurança

Motorista dirige quase 1 km na contramão antes de bater em dois carros no interior de SP

por Redação 4 de abril de 2025

Um motorista foi flagrado dirigindo por quase 1 km na contramão da Rodovia Francisco da Silva Pontes, antes de bater em dois carros e parar no canteiro central da Rodovia Raposo Tavares, na altura do km 167, na tarde desta quinta-feira (3) em Itapetininga (SP).

De acordo com a Polícia Rodoviária, o homem apresentava sinais de embriaguez e fez o teste do bafômetro. O exame apontou 0,31 miligramas de álcool por litro de ar alveolar, quantidade que não configura crime para prisão em flagrante, segundo a legislação vigente.

Porém, a corporação informou que todas as medidas administrativas foram aplicadas, incluindo multas por embriaguez ao volante e pela condução na contramão da pista.

Além disso, conforme a polícia não é possível precisar a quilometragem exata percorrida na contramão, que pode ter sido maior da flagrada nos vídeos que circulam nas redes sociais.

De acordo com a concessionária que administra o trecho, apesar da batida, apenas o motorista que provocou o acidente ficou ferido. Ele foi socorrido com ferimentos leves e encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Léo Orsi Bernardes em Itapetininga. Três pessoas que estavam nos outros carros não se feriram.

Ainda segundo a concessionária, uma das faixas permaneceu interditada para o atendimento da ocorrência e não houve congestionamento. A pista já foi liberada.

Fonte: G1

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São Paulo

Família faz exumação e encontra corpo de mulher no lugar de bombeiro enterrado em cemitério de SP

por Redação 4 de abril de 2025

Uma família da Vila Esperança, na Zona Leste de São Paulo, registrou um boletim de ocorrência após o corpo de um parente não ser encontrado no Cemitério da Vila Formosa durante uma exumação para transferência ao ossário.

Ivanilde Andrade, filha de Milton Maria de Andrade, relatou à TV Globo que pagou mais de R$ 700 pelo serviço. Milton morreu em julho de 2018, aos 82 anos, vítima de parada cardíaca. Ele foi policial militar e atuou na Rota, Cavalaria e Corpo de Bombeiros, sendo homenageado por salvar uma pessoa em um incêndio no edifício Tatuapé.

A primeira tentativa de exumação ocorreu três anos após a morte, mas foi adiada devido à conservação do corpo.

No dia 22 de março deste ano, a família retornou ao cemitério para uma nova tentativa, mas foi surpreendida ao encontrar outro corpo, de uma mulher, na sepultura onde deveria estar Milton.

“A lápide era a do meu pai com uma foto dele, o número tudo certinho, e nada foi alterado. Só que devido à troca de concessão do cemitério, nos informaram há um tempo que mudaria o número do terreno. Nos passaram esse novo número e foi esse que nós informamos lá”, contou Ivanilde.

“No sistema tudo batia certinho com os dados do meu pai, mas quando chegou o dia da exumação e que foram fazer, no caso não era o meu pai. Abriram a sepultura ao lado, tanto do lado direito como do lado esquerdo, pois poderia ter ocorrido algum erro. Abriram as duas e não era”, disse.

A família reagendou a exumação para o dia 29 de março, mas, novamente, o corpo não foi encontrado.

“É uma humilhação muito grande. É muito vergonhoso. O meu pai que trabalhou a vida inteira, que deu a vida por muitas pessoas, ser tratado dessa forma como se ele não tivesse existido. A família sofre porque no caso para eles é só osso e dinheiro e para nós não. Para nós é uma história de uma vida. Ele era meu herói. Era meu melhor amigo um grande homem”, afirmou Ivanilde.

A SP Regula, órgão da prefeitura responsável pelos cemitérios concedidos, afirmou que investiga o caso e analisa o pedido de ressarcimento da taxa de exumação, com um prazo de resposta de 30 dias.

Já a concessionária Consolare, responsável pela administração do Cemitério da Vila Formosa, declarou que enviou todas as informações à SP Regula e que, desde que assumiu a gestão, não houve movimentação de sepulturas, apenas uma reorganização da nomenclatura.

A família registrou um boletim de ocorrência por ocultação de cadáver, e a Secretaria da Segurança Pública informou que o caso está sendo investigado.

Outros problemas no Cemitério da Vila Formosa
O desaparecimento do corpo de Milton não é o único problema registrado no Cemitério da Vila Formosa. Há pouco mais de duas semanas, o SP2 denunciou o estado de abandono do local, com mato alto e sujeira.

Desde que a concessão dos cemitérios municipais foi transferida para empresas privadas há dois anos, as reclamações se tornaram frequentes. Entre as principais queixas estão a falta de manutenção, cobranças abusivas, exumações irregulares, insegurança e falta de transparência na gestão.

A SP Regula informou que já aplicou mais de R$ 3 milhões em multas às concessionárias responsáveis pelos cemitérios devido a irregularidades.

Fonte: G1

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Segurança

3° policial é preso suspeito de sequestro de espanhol na Grande SP; vítima diz ter transferido 50 milhões de dólares

por Redação 3 de abril de 2025

Um terceiro policial foi preso nesta quinta-feira (3) suspeito de envolvimento no sequestro de um empresário espanhol em Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo.

A vítima fugiu do cativeiro no fim de semana e diz que chegou a fazer transferências bancárias de US$ 50 milhões (o equivalente a mais de R$ 280 milhões) aos criminosos. A polícia investiga a origem desse dinheiro. Há uma desconfiança de que o espanhol possa ter aplicado golpes financeiros em outro país.

A prisão desta quinta foi feita pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. O policial civil Thiago Gouveia dos Santos estava foragido e tinha a prisão temporária decretada. A TV Globo tenta contato com a defesa dele.

Ele é o segundo policial civil preso no caso. Um policial militar reformado também já foi preso. No total, sete pessoas são investigadas por participação no crime, incluindo a ex-namorada do espanhol.

Resgate do cativeiro
O empresário de 26 anos foi resgatado pela Polícia Militar depois de fugir do imóvel onde foi mantido em cativeiro. Ele narrou aos policiais que foi sequestrado por dois homens vestidos de policiais civis e levado para o local em uma viatura caracterizada da Polícia Civil.

Segundo o espanhol, Thiago Gouveia era o líder da organização criminosa que o mantinha em cárcere privado.

Os investigadores descobriram que a viatura usada no sequestro era do Grupo de Operações Especiais (GOE) de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

De acordo com a Corregedoria, o carro era pilotado pelo policial civil Moreno Henrichs, que é colega de Thiago no GOE, onde os dois trabalham, e também foi preso. Na presença de seus advogados, Moreno confirmou que participou do sequestro.

Além deles, também foi preso o policial militar reformado Ronaldo da Cruz Batista, no local do cativeiro.

U$ 50 milhões em transferências
O espanhol disse que conseguiu fugir após misturar o remédio que era obrigado a tomar para dormir ao vigilante do cativeiro onde era mantido algemado.

Ele contou ser dono de um banco digital (fintech) e diz que teria realizado dezenas de transferências milionárias para as contas dos policiais e dos demais suspeitos de envolvimento no sequestro.

A vítima apontou o nome de cada um dos sequestradores e suas qualificações, uma vez que – para concretizar as transferências – fez com que os sequestradores abrissem contas no referido banco, inclusive fazendo cadastramento biométrico facial.

Disse ainda que os sequestradores abriram as contas nesse seu banco pois essa seria a única forma em que poderiam receber o valor.

No cativeiro, foram localizados uma carabina calibre 12 com munições, duas algemas e medicamentos que teriam sido usados para dopar a vítima.

Fonte: G1

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Segurança

Câmeras mostram PMs agredindo e queimando estudantes com cigarro; adolescentes foram inocentados e policiais são réus por tortura

por Redação 3 de abril de 2025

Câmeras corporais, as quais o g1 teve acesso com exclusividade, registraram o momento em que policiais militares ameaçaram, agrediram e torturaram dois estudantes. O caso aconteceu na Zona Leste de São Paulo em maio do ano passado.

Acusados de roubo, os jovens acabaram absolvidos. Enquanto, os cinco PMs envolvidos no caso respondem por tortura e fraude processual. A primeira audiência na Justiça será nesta quinta-feira (3), quase um ano após o episódio.

Vinicius* e Henrique*, na época com 14 anos, estavam voltando da casa de um amigo, quando foram apreendidos pelos PMs após serem acusados injustamente de roubar um carro. Os estudantes chegaram a ficar cinco dias internados na Fundação Casa.

Desde o episódio, a rotina de Vinicius mudou. Ele não anda mais sozinho na rua e tem medo quando uma viatura passa por ele, contou a mãe do jovem ao g1.

Como foi a abordagem

Era uma quinta-feira à noite quando Vinicius e Henrique foram abordados pela polícia no muro da Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio de Grammont, localizada na Travessa Meiri. Eles estavam voltando a pé da casa de um amigo, onde estavam jogando videogame. (Veja vídeo acima.)

Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), os estudantes foram “constrangidos” pelos policiais para confessarem o roubo de um carro. Em seguida, foram algemados e colocados no camburão da viatura.

Após a apreensão, os jovens não foram levados diretamente para a delegacia. Os PMs pararam na Rua Bandeira de Aracambi, onde o veículo roubado foi abandonado, e permaneceram quase 20 minutos.

Neste período, Vinicius e Henrique foram agredidos e ameaçados de morte. As cenas violentas foram registradas pelas câmeras corporais, apesar das tentativas dos agentes de obstruir as imagens, colocando a mão na frente ou desacoplando o equipamento do uniforme.

Cinco policiais militares participaram do episódio. O cabo Leandro de Freitas Menezes e o soldado Guilherme Correia Jordão foram responsáveis pelas agressões e pela tortura “ativa”. Enquanto o sargento Gilmar Fim, a cabo Virgínia Gonçalves Rakauskas e o soldado Igor Vianna Da Silva “omitiram-se dolosamente”, de acordo com o MP.

Pela imagem da bodycam, é possível ver o momento em que o cabo Freitas agrediu Vinicius com soco no rosto, além de apertar seu pescoço enquanto chorava. Em seguida, o PM ainda encobriu e desacoplou sua câmera, passando a agredir Henrique.

O soldado Jordão também deu um soco no rosto de Henrique e ainda queimou o braço esquerdo do Vinicius com um cigarro aceso.

Além das agressões, os policiais foram flagrados pelas câmeras ameaçando os adolescentes e rindo da situação.

Em seguida, eles foram levados para o 49° Distrito Policial de São Mateus, onde confessaram o roubo do carro “diante do intenso sofrimento físico e mental”, apontou o Ministério Público. Antes de entrar na delegacia, eles foram agredidos e ameaçados novamente.

Versão das mães dos jovens
No dia dos fatos, Vinicius foi normalmente para a escola no período da manhã. À tarde, ele e Henrique foram até a casa de um primo jogar videogame, algo que faziam rotineiramente, contou a mãe dele.

“Foi dando o horário [de ele voltar para casa], e eu comecei a mandar mensagem para ele. Em um certo momento, a mensagem foi visualizada, mas não foi respondida. Eu liguei e também não me atenderam. Quando foi mais ou menos umas 22h, me ligaram do celular dele falando que estava detido na delegacia. Aí eu fiquei doida e liguei para o pai dele”, relembra.

A mulher foi com o ex-marido até a delegacia e encontrou os jovens dentro da viatura. Quando questionou o filho sobre o que estava acontecendo, Vinicius disse que já roubava há um tempo para ajudar a família. “Só que a gente vê sinais desse tipo de coisa, ele nunca apareceu com dinheiro nem nada”, relatou a mãe.

Somente quando estava internado na Fundação Casa, no dia seguinte, Vinicius contou o que realmente tinha ocorrido. Segundo a mulher, ele estava com medo de sofrer represálias dos policiais, por isso assumiu o roubo.

Ao g1, a mãe de Henrique também compartilhou que percebeu que algo de errado havia ocorrido quando chegou ao 49° DP. “Ele estava no porta-mala com o Vinicius. Henrique com o rosto todo machucado. O policial deu um murro na cara dele. O pescoço todo vermelho, porque ele enforcou Henrique”, descreve.

Henrique também só contou à família que não tinha roubado o carro quando já estava internado na Fundação Casa.

Durante o registro do B.O., os policiais o levaram até um pronto-socorro da região. No trajeto, o adolescente contou à mãe que recebeu novas ameaças: “Se vocês não falarem o que a gente falou, a gente vai matar você e seu amigo, e jogar lá atrás no rio”.

“Os meninos nunca passaram por isso. Eles vão falar o que estão mandando para não acontecer nada com eles. Ele ficou com trauma. Eu olhava para o meu filho, e ele tremia e chorava. Eu disse: ‘Fica em paz que Deus vai fazer Justiça. Você não vai pagar pelo que você não fez”‘.

Versão dos PMs
Na delegacia, os policiais apresentaram uma versão diferente do que foi registrado pelas imagens das câmeras corporais e de segurança. O cabo Freitas e o soldado Vianna contaram que estavam em patrulhamento, quando viram um carro na contramão da Rua Bandeira de Aracambi.

Segundo os PMs, o veículo era ocupado por três suspeitos: Vinicius, Henrique e um terceiro jovem que não foi identificado. Os agentes então emparelharam a viatura com o veículo, e os ocupantes teriam descido do carro para fugir.

Freitas correu atrás do terceiro suspeito, porém não conseguiu detê-lo. Enquanto o soldado Vianna — com auxílio de mais dois policiais — conseguiu apreender Vinicius e Henrique.

Na delegacia, o PM afirmou que os adolescentes caíram no chão durante a fuga e se lesionaram levemente, além de reforçar que “não houve qualquer tipo de agressão aos menores”. O soldado Vianna ainda disse que feriu um dos braços ao cair na perseguição.

Absolvição
Segundo Daniel Rosario, advogado de defesa de Vinicius, o depoimento dos policiais e as imagens da ocorrência apresentaram uma série de inconsistências:

Os adolescentes estavam conversando e andando no momento da abordagem, ou seja, não houve perseguição a pé;
Os ferimentos dos estudantes não foram provocados por queda, e as lesões no braço de Vinicius são arredondadas e têm características de queimadura;
Imagens da bodycam mostram que eles foram agredidos e torturados;
Vinicius e Henrique não sabem dirigir.
Em outubro do ano passado, o Tribunal de Justiça absolveu Vinicius e Henrique diante da ausência de provas sobre a participação dos adolescentes na prática infracional análogo ao roubo.

Audiência de instrução
Nesta quinta, os cinco policiais vão passar pela primeira audiência de instrução. Como o caso tramita em segredo, a Justiça Militar não divulgou outros detalhes.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública informou a policial foi transferida para o 5° Batalhão de Choque “onde está trabalhando de forma supervisionada para aprender o serviço desempenhado pela unidade”. Os demais PMs estão trabalhando em serviços administrativos do 38° Batalhão.

O advogado João Carlos Campanini, responsável pela defesa dos PMs Freitas, Jordão e Gilmar, informou que irá se manifestar somente após o final da audiência de instrução.

Já a advogada Flávia Artilheiro, que defende o soldado Vianna, declarou que “todo cidadão, policial ou não, deve ser considerado presumidamente inocente até sentença condenatória com trânsito em julgado”.

Fonte: G1

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Segurança

Tiros são disparados em estacionamento do shopping Center Norte em SP

por Redação 3 de abril de 2025

Tiros foram disparados no estacionamento do shopping Center Norte, nesta quarta-feira (2), Zona Norte de São Paulo. Ninguém ficou ferido.

Segundo a polícia, dois homens tentaram furtar estepes de carros estacionados no shopping. Os seguranças, ao verem a ação dos criminosos, atiraram contra eles. Eles fugiram e chegaram a danificar a cancela do shopping.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o carro usado pelos suspeitos foi encontrado por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) na Rua Monsenhor Maximiano Leite, no bairro do Pari. O veículo estava com marcas de tiros no para-brisa e porta-malas.

“Dentro do veículo, havia vestígios de sangue, um alicate e cópias de documentos. Foram solicitados exames periciais e o automóvel foi apreendido”, afirmou a pasta.

O caso foi registrado na 1ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divecar) do Deic. Nenhum supeito havia sido preso até a última atualização da reportagem.

Em nota, o shopping confirmou a ocorrência no estacionamento e ressaltou que ninguém ficou ferido. Detalhes não foram informados.

“O Shopping Center Norte confirma a ocorrência em seu estacionamento, na tarde de hoje (02/04), e esclarece que as autoridades competentes foram prontamente acionadas. O empreendimento ressalta ainda que ninguém ficou ferido e que o shopping segue funcionando normalmente”.

Fonte: G1

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São Paulo

Veja momento em que Jaguar invade calçada, atinge duas pessoas e destrói banca de jornal na Avenida Paulista

por Redação 2 de abril de 2025

A câmera de segurança de um comércio na Avenida Paulista, região central de São Paulo, flagrou o momento em que um carro do modelo Jaguar XF invadiu a calçada, atingiu duas pessoas e colidiu contra uma banca de jornal na tarde de segunda-feira (31). As imagens mostram o susto dos dois atendentes no comércio ao presenciar a cena.

A banca, que ficou parcialmente destruída, está localizada ao lado de uma das entradas da estação Consolação, da Linha 2-Verde do Metrô, no lado par da avenida.

O Corpo de Bombeiros informou que uma das vítimas, uma adolescente de 16 anos, teve contusão na perna e foi encaminhada a um hospital. A outra pessoa atingida recusou atendimento.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que, “de acordo com informações preliminares, o motorista do veículo envolvido teria perdido o controle da direção ao tentar mudar de faixa. Ele foi submetido ao teste de etilômetro, que resultou negativo para a ingestão de álcool”.

BMW na estação de trem
Outro caso aconteceu na manhã de domingo (30), na Marginal do Pinheiros, Zona Sul de São Paulo.

O acidente aconteceu durante a manhã, enquanto o veículo da marca BMW trafegava pela Marginal do Pinheiros.

O impacto da batida foi tão forte que o carro ultrapassou a mureta de proteção, arrancou grades da rampa para pessoas com mobilidade reduzida e foi parar na porta da estação.

Como era domingo de manhã, não havia fluxo de pedestres no local no momento do acidente. Ninguém se feriu, nem o motorista.

Ele alega que perdeu o controle por conta da presença de óleo na pista. Disse também que o carro deslizou e rodou antes de bater. A Polícia Militar foi acionada.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que o motorista realizou o teste do bafômetro, que deu negativo. A perícia foi acionada. O caso foi registrado como dano no 27° Distrito Policial.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Arquiteto atropela ladrão e é morto durante tentativa de roubo na Zona Oeste

por Redação 2 de abril de 2025

Um arquiteto morreu na tarde desta segunda-feira (1º) após ser baleado durante uma tentativa de assalto na Rua Desembargador Armando Fairbanks, no Butantã, Zona Oeste de São Paulo. Uma câmera de segurança registrou a ocorrência.

Na gravação, é possível ver que o assaltante subiu com a moto na calçada e desacelerou quando voltou para a rua. Neste momento, o arquiteto avançou com o veículo e atingiu o ladrão, que caiu, mas logo se levantou, foi em direção à vítima e efetuou os disparos.

Segundo informações da Polícia Militar, dois suspeitos em uma motocicleta estavam cometendo roubos na região. Em determinado momento, abordaram o veículo da vítima. Testemunhas afirmam que o arquiteto tentou acelerar o carro para fugir, quando um dos criminosos efetuou disparos e atingiu a nuca da vítima.

Após o crime, os assaltantes abandonaram a moto e fugiram a pé. Como havia uma obra ao lado, os criminosos podem ter pulado o muro para escapar.

Uma equipe do SAMU socorreu a vítima e encaminhou ao Hospital Universitário, mas ele não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar recuperou uma das motocicletas usadas no crime e está analisando imagens de radares e câmeras de segurança para tentar identificar o paradeiro dos criminosos.

O caso foi registrado no 51º Distrito Policial, no Rio Pequeno, e será encaminhado ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), que seguirá com as apurações para localizar e prender os envolvidos.

Estatísticas criminais
O número de homicídios dolosos na cidade de São Paulo aumentou 16% no primeiro bimestre deste ano em comparação ao ano passado, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Nos dois primeiros meses de 2025, foram registrados 94 casos, com um total de 95 vítimas.

No mesmo período de 2024, foram 81 casos e 85 vítimas.

Já o número de latrocínios — quando um roubo termina em morte — teve redução de 25%: foram 12 em 2024 e nove este ano.

Fonte: G1

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Segurança

‘Especialista’ em desbloqueio de celulares é preso no centro de SP

por Redação 1 de abril de 2025

A Polícia Civil prendeu um homem apontado como especialista em roubo e desbloqueio de celulares em São Paulo. Ele foi encontrado, na segunda-feira (31), em um imóvel no centro da capital que era usado como “laboratório” para extrair os dados do proprietário, resetar o aparelho e comercializá-lo para fora do país.

Em um desses roubos, a polícia conseguiu identificar sua participação e solicitou à Justiça um mandado de prisão temporária contra o suspeito. A ordem judicial foi cumprida ontem por agentes da 1ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O local era o quarto andar de um apartamento localizado no bairro da República. O imóvel era monitorado por câmeras de segurança que captaram o momento da chegada dos investigadores. No entanto, a rápida ação dos policiais impediu a fuga do suspeito, que foi algemado e levado para à delegacia.

Em vistoria pelo imóvel foram encontrados nove celulares e 16 chips de aparelhos telefônicos, sendo que alguns deles eram furtados ou roubados. Parte desse material foi encontrado no telhado do imóvel ao lado, já que foi arremessado pelo capturado após o anúncio da abordagem policial.

No notebook apreendido com o suspeito foi encontrado um programa específico que servia para resetar qualquer modelo de celular. Também foram recolhidos no apartamento relógios de pulso, cartões bancários, documentos, cartão de memória, a chave de um veículo e dois cartões de um estacionamento particular.

Os policiais foram até a garagem no bairro Campos Elíseos e apreenderam dois veículos em nome do investigado. Um deles era de luxo.

O caso foi registrado como cumprimento de mandado de busca e apreensão e de prisão temporária, localização e apreensão de veículo e de objeto e receptação na 1ª Delegacia da Disccpat, do Deic.

Fonte: SSP

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Política

70% dos vereadores de SP faltam ao 1° evento ‘Câmara na Rua’ para aproximar o Legislativo dos moradores da periferia

por Redação 1 de abril de 2025

Com o objetivo de melhorar a imagem do Legislativo Paulistano, se inteirar dos problemas locais e esclarecer o trabalho dos vereadores aos moradores das periferias da cidade, a Câmara Municipal de São Paulo iniciou no último final de semana uma série de eventos regionais onde os parlamentares vão aos principais bairros ouvir a população.

Porém, no primeiro encontro do “Câmara na Rua”, apenas 16 dos 55 parlamentares compareceram ao evento, que aconteceu no sábado (29), no CEU São Miguel, Zona Leste da cidade.

O encontro custou cerca de R$ 250 mil em infraestrutura, que será aproveitada nas outras datas, segundo a Mesa Diretora da Câmara. O próximo evento semelhante acontecerá em 26 de abril, no CEU Parelheiros, Zona Sul.

‘Falta de compromisso com a população’
Apesar de não haver obrigatoriedade de presença, os especialistas afirmam que a ausência de 39 parlamentares em um evento institucional do Poder Legislativo sinaliza descompromisso com o povo.

Para o professor Marco Antonio Carvalho Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), há sinais claros de desinteresse de boa parte dos parlamentares na valorização da própria instituição onde atuam, no que ele chama de “sintoma de desinteresse pelo cidadão”.

Procurados, os membros da Mesa Direitora e o presidente Ricardo Teixeira (União Brasil) não se pronunciaram sobre a ausência dos colegas. Disseram apenas que avaliam como “muito positiva” a participação popular no 1° encontro do projeto.

“Como iniciativa inédita e ousada que é, a Câmara avalia este primeiro Câmara na Rua como muito positivo. O próximo Câmara na Rua acontecerá dia 26 de abril, no CEU Parelheiros”, disse a Mesa Diretora em nota.

Segundo a nota, “o custo do Câmara na Rua, realizado dia 29 de março no CEU São Miguel, foi de cerca de R$ 250.000. Este valor foi gasto com a infraestrutura para realizar o evento, que registrou a presença e circulação de mais de mil pessoas entre o início da exposição e o término da tribuna livre”.

A instituição ressaltou ainda que “boa parte dessa estrutura (como os banners e os painéis que compõem os estandes) será reaproveitada nas próximas edições que acontecerão ao longo do ano”.

A ideia da Câmara Municipal é fazer oito encontros nas várias regiões da capital paulista ao longo do ano, sempre aos sábados. Quatro desses eventos acontecerão nesse 1° semestre (março, abril, maio e junho) e outros quatro no 2° semestre.

Campeões de votos se ausentaram

Na lista de ausentes do “Câmara na Rua”, chamam atenção nomes de campeões de votos na cidade, como Lucas Pavanatto (PL), Amanda Paschoal (PSOL), Murillo Lima (PP), Rubinho Nunes (União Brasil) e Luna Zarattini (PT). Todos eles estão na lista dos mais votados da capital.

Dos dez vereadores que mais tiveram votos no pleito de outubro do ano passado, apenas três estiveram no encontro: Ana Carolina Oliveira (Podemos), Sargento Nantes (PP) e Sandra Tadeu (PL). (Veja lista completa abaixo).

Os demais, conhecidos pela presença forte nas redes sociais e pela “lacração” nos vídeos e cortes que compartilham na web, não deram as caras no evento de São Miguel.

Em consulta à lista de presentes, é possível ver que nem o líder do governo Ricardo Nunes (MDB) na casa – vereador Fabio Riva (MDB) – esteve no evento.

Rubinho Nunes (União Brasil) e Murillo Lima (PP), por exemplo, são presidente e vice-presidente da Comissão de Política Urbana da casa. Recém-eleito, o colegiado analisa e emite pareceres sobre os principais temas urbanísticos da cidade.

Fazem parte dele justamente os vereadores Fabio Riva (MDB), Gabriel Abreu (Podemos), Isac Félix (PL), Marina Bragante (Rede Sustentabilidade) e Nabil Bonduki (PT).

Desses, apenas Marina Bragante marcou presença em São Miguel. O petista Nabil Bonduki disse que estava em outra atividade oficial da casa, ligada à Escola do Parlamento da Câmara Municipal .

? Mais abaixo, veja o que disseram os ausentes citados nesta reportagem.

O “Câmara na Rua” é um programa de sessões legislativas itinerante, criado pelo Poder Legislativo para justamente reverter a imagem negativa dos vereadores na sociedade.

Na pesquisa “Viver em SP: qualidade de vida”, divulgada em janeiro deste ano pela Rede Nossa São Paulo, 62% das pessoas disseram não ter vontade alguma de participar da vida política da cidade.

Para 55% dos entrevistados, a atuação da Câmara Municipal era ruim/péssima. Apenas 9% dos moradores avaliam a Câmara como ótima ou boa.

Na avaliação dele, “para parte deles, o cidadão só é tratado como eleitor”. “Ele não tem outro valor fora do potencial de voto que pode trazer a um parlamentar. O que é uma tristeza, porque uma vez que um vereador é eleito, ele é um representante de toda a cidade. Não só do grupo que o elegeu”, pondera.

Segundo Teixeira, a baixa participação dos vereadores em eventos institucionais representa também uma “preguiça” dos parlamentares em disputar espaço com quem pensa diferente ou apresenta demandas divergentes.

“Um evento institucional como esse significa uma oportunidade do parlamentar para possíveis eleitores que não têm político próprio e vão ver ali o debate saudável entre um representante do MDB, do PT, do PSOL, do PL. Mas, para a maioria deles, é muito trabalhoso disputar atenção com quem pensa diferente. Pregar sozinho nas redes sociais, falando com convertidos fiéis, é mais fácil”, afirma.

Na avaliação de Camila Rocha, do Instituto Democracia em Xeque, a baixa participação dos parlamentares considerados “lacradores da internet” significa cálculo político e eleitoral da maioria deles.

Ela pondera ainda que, diante da falta transparência nos gastos dos recursos da Câmara Municipal, práticas como essa, assim como o orçamento participativo, aproximam o cidadão do Legislativo.

“[No entanto,] essas práticas vêm sendo sistematicamente boicotadas, minimizadas ou canceladas. Então, [essa ausência de vereadores] é bastante sintomático desse processo de afastamento do cidadão e falta de transparência da Câmara nos últimos anos”, diz Rocha.

Aumento de salário de 37%
Vale lembrar que em fevereiro deste ano, os atuais vereadores de SP tiveram um aumento de salário de 37% em relação aos parlamentares do mandato anterior.

Até dezembro, o valor mensal que eles recebiam era de R$ 18.991, esse valor passou pra R$ 24.700 em janeiro e R$ 26 mil no mês de fevereiro de 2025.

O que dizem os faltosos citados:
Lucas Pavanato (PL)
“Sobre a ausência do vereador, ele já tinha um compromisso de mandato marcado no sábado (29), data que aconteceu o evento”.

Rubinho Nunes (União Brasil)
“Optei por realizar outra agenda, atrelada a operações de combate a pancadões, algo mais efetivo para a população. Tenho 100% de presença em todas as sessões da Câmara, inclusive das comissões. O ‘Câmara na Rua’ tem valor por abrir espaço à escuta da população, mas essa escuta eu já realizo diariamente, sete dias por semana.”

Fabio Riva (MDB):
“O vereador Fabio Riva informou que havia comunicado previamente ao presidente da Câmara, Ricardo Teixeira, sobre sua impossibilidade de comparecer ao evento ‘Câmara na Rua’ devido a um compromisso previamente agendado no dia (29/03) do Movimento de Moradia do qual faz parte. No entanto, ressaltou a importância da iniciativa, que prestigia vereadores com atuação local, e afirmou que estará presente nos eventos realizados em sua região de trabalho”.

Amanda Paschoal (PSOL)
“Primeiramente, a Câmara na Rua é uma iniciativa excelente, e que precisa ser valorizada. Reaproximar o legislativo do povo de São Paulo, e de suas reais necessidades, é primordial. E essa aproximação regional é uma prioridade do nosso mandato. Precisamos estar nas ruas pra ouvir o que nossa gente tem a dizer, e o que espera do nosso próprio trabalho. Infelizmente, não pude comparecer nesse sábado por conta de um conflito de agendas, mas, tão logo for possível, fortalecerei a iniciativa presencialmente”.

Adrilles Jorge (União Brasil)
“Viajei a Vitória [ES] para uma palestra”.

Amanda Vettorazzo (União Brasil)
“A presença da vereadora Amanda Vettorazzo em eventos públicos divulgados previamente está comprometida desde que a Justiça expediu mandado de soltura para o Sr. Rafael Oliveira, réu em processo criminal. Durante a campanha, ele perseguiu a vereadora com uma faca e foi detido por policiais em evento público, ficando preso por quase 6 meses. Em contrapartida, a vereadora faz desde o início do seu mandato visitas presenciais regulares conhecidas como ‘gabinete itinerante’, em diferentes bairros da cidade, não sendo necessária a divulgação prévia de agenda e, portanto, mantendo sua segurança e compromisso com o trabalho de atendimento ao povo paulistano”.

Luna Zarattini (PT)
“A vereadora Luna Zarattini (PT) parabeniza a iniciativa ‘Câmara na Rua’, que busca aproximar a política institucional do cotidiano da população. No entanto, no último sábado, a parlamentar cumpriu agendas de diálogo com moradores do Jardim Ângela e do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, onde discutiu demandas urgentes como saúde, mobilidade e habitação. Vale destacar que, muito antes deste projeto institucional da Câmara, a vereadora já mantém o compromisso semanal de estar nas periferias, ouvindo a população e construindo políticas públicas a partir das necessidades reais das comunidades. A participação popular não pode ser um evento pontual, mas um exercício permanente de democracia. Luna reforça seu compromisso com a transparência e a presença ativa nos territórios, e seguirá priorizando o contato direto com quem mais precisa da ação do poder público”.

Jair Tato (PT)
“Já tinha atividades marcada”.

Zoe Martinez (PL)
“O Câmara na Rua é uma iniciativa importante, que apoio integralmente. Nesta edição, estive em compromisso previamente agendado no interior do Estado, mas enviei minha assessoria para acompanhar de perto as demandas da população. Seguimos trabalhando dentro e fora do plenário, sempre ouvindo e atuando onde o povo está.”

Nabil Bonduki (PT)
“No dia 29 de março, das 10h às 13h, o vereador Nabil Bonduki deu uma Aula Magna para o Projeto Repórter do Futuro, destinado à formação de alunos de Comunicação em temas relacionados com a cidade – como modelo de desenvolvimento urbano, valorização dos espaços públicos e sustentabilidade. Essa atividade, realizada no Centro MariAntonia da USP, inclusive, conta com o apoio da Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo e foi agendada com bastante antecedência. Vale ressaltar que a presidência da Câmara não pactuou dia, horário e local do Câmara na Rua, antecipadamente, com os demais vereadores.”

Dr. Murillo Lima (PP) e Isac Félix (PL)
Procurados pela reportagem, não se manifestaram.

Veja a lista dos 16 vereadores que compareceram ao evento:

  1. Ana Carolina Oliveira (Podemos)
  2. Ricardo Teixeira (União)
  3. Edir Sales (PSD)
  4. Sandra Tadeu (PL)
  5. Silvão Leite (União)
  6. João Jorge (MDB)
  7. Senival Moura (PT)
  8. Celso Gianazzi (PSOL)
  9. Hélio Rodrigues (PT)
  10. Joao Ananias (PT)
  11. Sansão Pereira (Republicanos)
  12. Milton Ferreira (Podemos)
  13. Alessandro Guedes (PT)
  14. Janaina Paschoal (PP)
  15. Sargento Nantes (PP)
  16. Marina Bragante (Rede)

Lista completa dos vereadores que faltaram ao evento:

  1. Adrilles Jorge (UNIÃO BRASIL)
  2. Amanda Paschoal (PSOL)
  3. Amanda Vettorazzo (UNIÃO BRASIL)
  4. André Santos (Republicanos)
  5. Carlos Bezerra Jr. (PSD)
  6. Cris Monteiro (Novo)
  7. Danilo do Posto de Saúde (Podemos)
  8. Dheison (PT)
  9. Dr. Murillo Lima (PP)
  10. Eliseu Gabriel (PSB)
  11. Ely Teruel (MDB)
  12. Fabio Riva (MDB)
  13. Gabriel Abreu (Podemos)
  14. George Hato (MDB)
  15. Gilberto Nascimento (PL)
  16. Isac Félix (PL)
  17. Jair Tatto (PT)
  18. Keit Lima (PSOL)
  19. Kenji Palumbo (Podemos)
  20. Luana Alves (PSOL)
  21. Lucas Pavanato (PL)
  22. Luna Zarattini (PT)
  23. Major Palumbo (PP)
  24. Marcelo Messias (MDB)
  25. Nabil Bonduki (PT)
  26. Paulo Frange (MDB)
  27. Pastora Sandra Alves (União Brasil)
  28. Professor Toninho Vespoli (PSOL)
  29. Renata Falzoni (PSB)
  30. Roberto Tripoli (PV)
  31. Rubinho Nunes (União)
  32. Rute Costa (PL)
  33. Sandra Santana (MDB)
  34. Silvia da Bancada Feminista (PSOL)
  35. Silvinho (União)
  36. Simone Ganem (Podemos)
  37. Sonaira Fernandes (PL)
  38. Thammy Miranda (PSD)
  39. Zoe Martinez (PL)

Fonte: G1

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