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Segurança

Pedido de cigarro termina em agressão no Centro de SP e versões opostas marcam caso

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Uma publicitária de 34 anos foi agredida na madrugada de domingo (22) após uma confusão em um bar na Rua 13 de Maio, no Bixiga, região central de São Paulo. O caso foi registrado como lesão corporal e é investigado pelo 5º Distrito Policial (Consolação).

De acordo com o boletim de ocorrência, a agressão começou depois que a mulher pediu um cigarro ao dono do estabelecimento. A esposa dele, que também é proprietária do bar, teria acusado a publicitária de “dar em cima” do marido. A vítima sofreu lesões no olho e no nariz.

Vivian Cardoso relatou que havia participado de um bloco de carnaval na Barra Funda e, em seguida, seguiu com uma amiga para o aniversário de um amigo. No trajeto, pararam em um bar onde a amiga conhecia o proprietário de vista.

“Eu fui falar com ele porque estava procurando cigarro e perguntei: ‘e aí, tem cigarro?’”, contou. Segundo ela, a esposa do comerciante reagiu imediatamente, questionando se ela estava “dando em cima” do marido.

Vivian afirma que tentou encerrar a situação e ir embora. “Eu falei que não era isso e saí andando. Mas aí ela veio pra cima de mim, me arranhou e eu caí no chão. O pessoal separou e até o marido dela falou: não, nada a ver, você não estava dando em cima.”

Após o episódio, a publicitária e a amiga seguiram para outro bar, onde ocorria a festa de aniversário. Ela relata que, mais tarde, voltou a cruzar com a comerciante e amigas na rua.

“Ela jogou uma long neck. Eu já estava do outro lado da rua e a garrafa não me acertou. Depois, ela falou que ia me arregaçar. Eu caí no chão e vieram duas amigas dela. Eu fiquei no chão sendo agredida o tempo todo”, disse.

Vivian afirma que não reagiu às agressões. Segundo ela, protegeu o rosto para evitar ferimentos mais graves, já que tem 15 graus de miopia e chegou a perder a lente do olho esquerdo durante a confusão. Amigos teriam interferido para encerrar as agressões.

A vítima procurou atendimento médico, passou por hospital, realizou exame no IML e registrou boletim de ocorrência por lesão corporal. No registro, autorizou a fotografia das lesões e manifestou intenção de representar criminalmente.

Procurada, a comerciante confirmou que houve agressão, mas alegou legítima defesa. “Defendi minha dignidade, minha honra. Ela me insultou por diversas vezes e eu só me defendi”, afirmou. Segundo ela, pretende processar a publicitária por difamação. “Não aconteceu nada do jeito que ela falou. Ela está querendo me prejudicar.”

A Secretaria da Segurança Pública informou que o caso foi registrado como lesão corporal no domingo (22) e encaminhado ao 5º Distrito Policial (Consolação), que analisa as informações e realiza diligências para esclarecer os fatos.

Fonte: G1

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Segurança

PM morta com tiro na cabeça avisou que pediria divórcio dias antes; caso é tratado como suspeito

por Redação 23 de fevereiro de 2026

A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo, passou a ser investigada como suspeita pela Polícia Civil. O caso ocorreu na quarta-feira (18).

O marido da vítima, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, afirmou que a esposa tirou a própria vida. Segundo o registro policial, ele acionou a corporação relatando que Gisele havia disparado contra a própria cabeça. Em depoimento, declarou que minutos antes havia comunicado à mulher que desejava a separação. Disse ainda que ela se exaltou, bateu a porta do quarto e, enquanto ele tomava banho, ouviu um disparo. Ao entrar no cômodo, afirmou tê-la encontrado caída, com a arma na mão.

Após chamar a polícia e o resgate, o oficial relatou ter ligado para um amigo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

A investigação foi reclassificada após familiares contestarem a versão de suicídio e relatarem um relacionamento marcado por controle e violência psicológica. Parentes afirmam que a soldado mudou de comportamento após o casamento, em 2024. Segundo a tia, “a alegria dela a gente viu que se apagou”.

De acordo com os relatos, o oficial impunha restrições à rotina da esposa: ela seria impedida de usar salto alto, batom ou roupas de academia; seus perfumes ficariam guardados no quartel; não poderia manter contato com familiares e deveria andar de cabeça baixa para não olhar para outras pessoas.

A filha de 7 anos da soldado, de um relacionamento anterior, teria presenciado episódios de violência psicológica e demonstrado medo de retornar à residência do casal.

Cinco dias antes da morte, Gisele informou ao marido e à família que pediria o divórcio. Segundo parentes, ela ligou para o pai pedindo ajuda para sair de casa, afirmando que não suportava mais a pressão. A família também relata que, após o anúncio da separação, o tenente-coronel enviou um vídeo em que apontava uma arma para a própria cabeça, em tom de ameaça.

A Polícia Civil aguarda laudos periciais, especialmente sobre a trajetória do disparo, para esclarecer as circunstâncias da morte. Após o falecimento, o oficial solicitou autorização para retornar ao apartamento para tomar banho, alegando que ficaria um período fora. O pedido foi inicialmente negado, mas posteriormente autorizado.

A família defende que o caso seja investigado como feminicídio. “Foi uma tragédia anunciada. Vamos buscar a justiça”, declarou um parente. Gisele estava em fase profissional estável e se preparava para atuar no Tribunal de Justiça Militar, objetivo que, segundo a família, era um de seus sonhos.

O Fantástico informou que tentou contato com o tenente-coronel, mas não houve retorno até a última atualização. A Polícia Civil afirmou que o inquérito segue em andamento, com acompanhamento da Polícia Militar.

Fonte: G1

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Segurança

Corpo esquartejado é achado dentro de mala em córrego na Zona Sul de SP

por Redação 20 de fevereiro de 2026

Um corpo esquartejado foi encontrado na tarde desta quinta-feira (19) na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, na altura do número 4.470.

Segundo informações iniciais, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) foi acionada por funcionários de uma empresa que realiza obras na via. Os trabalhadores relataram ter localizado uma bolsa de viagem com forte odor dentro de um córrego às margens da estrada.

Ao abrirem a bagagem, os agentes encontraram partes de um corpo humano. Equipes permanecem no local para preservar a área e auxiliar nos trabalhos da perícia.

Até a última atualização, não havia confirmação sobre a identidade da vítima nem informações sobre suspeitos. O caso será investigado pelas autoridades competentes.

Fonte: G1

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Segurança

Turista americana relata furto na Lapa e prejuízo de US$ 40 mil durante o carnaval

por Redação 20 de fevereiro de 2026

Uma turista americana afirmou ter sido vítima de furto enquanto passava de carro por aplicativo pela Lapa, na região central do Rio de Janeiro, durante o carnaval. O relato foi publicado nas redes sociais por Amber Berumen.

Segundo ela, um homem aproveitou que a janela do motorista estava aberta para puxar o celular que estava em sua mão. Amber contou que desceu do veículo e tentou correr atrás do suspeito em direção aos Arcos da Lapa, mas foi impedida por um comparsa, que bloqueou sua passagem. Ela afirmou que conseguiu se desvencilhar, mas perdeu o criminoso de vista.

De acordo com o relato, após o furto, os responsáveis acessaram suas contas e realizaram transações financeiras. Amber disse que a conta ficou negativada em mais de 40 mil dólares.

A turista também afirmou que os criminosos acessaram seu e-mail, alteraram a senha e mudaram o idioma da conta para português.

Fonte: G1

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PCC

Operação mira grupo chinês ligado ao PCC por lavar R$ 1 bilhão com venda de eletrônicos

por Redação 12 de fevereiro de 2026

Uma operação conjunta da Polícia Civil, do Ministério Público (MP) e da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo foi deflagrada nesta quinta-feira (12) contra uma organização criminosa chinesa suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo é investigado por lavar dinheiro e ocultar bens por meio da comercialização de produtos eletrônicos.

A ação, batizada de Operação Dark Trader, ocorreu nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A Justiça paulista autorizou o cumprimento de três mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

Um integrante do PCC e uma mulher que trabalha no grupo Knup Brasil foram presos. Já o proprietário da empresa, um cidadão chinês, está na China e não foi detido. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Durante a operação, quatro carros de luxo foram apreendidos.

Segundo as investigações, a Knup e o PCC teriam utilizado quatro empresas de fachada para sonegar mais de R$ 1 bilhão em um período de sete meses. O esquema tinha como finalidade a sonegação de impostos e a ocultação de recursos para driblar órgãos de controle.

Tanto a organização chinesa quanto o PCC lucravam com o esquema. O principal alvo da operação foi a Knup, empresa chinesa que atua há 20 anos no Brasil na venda de equipamentos como computadores, aparelhos de som e relógios.

De acordo com a apuração, a empresa utilizava sua plataforma digital de comércio online para vender os produtos, mas os valores das transações não eram destinados diretamente ao grupo. O dinheiro era redirecionado para contas de empresas de fachada, duas delas ligadas diretamente ao PCC.

O esquema também incluía a emissão de notas fiscais frias com valores inferiores aos reais, por meio de outro grupo de empresas fictícias. A TV Globo informou que tenta contato com a Knup para que a empresa se manifeste sobre as acusações.

A Operação Dark Trader mobilizou mais de 140 agentes das forças de segurança e fiscalização de São Paulo. Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um integrante do PCC com antecedentes por tráfico de drogas, roubo e receptação.

As investigações apontam ainda que a Knup utilizava membros de facções criminosas como sócios de fachada e beneficiários de imóveis de alto padrão, com o objetivo de blindar patrimônio.

“Um criminoso faccionado foi preso nesse contexto de utilizar essa estrutura criminosa chinesa, vamos pôr assim dizer, para lavar dinheiro. Então logo é possível a gente concluir que o PCC como estrutura criminosa também esteja utilizando esse esquema de lavagem do que a gente identificou hoje”, afirmou o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, em entrevista à TV Globo.

“Nós vamos tentar jogar essa rede mais longe e olhar para mais distante para ver se isso é uma coisa de uma pessoa que está presa ou se é uma estrutura ajudando outra estrutura criminosa”, acrescentou o delegado.

Conforme a força-tarefa, a funcionária e o proprietário da Knup participavam do envio de grandes quantias às empresas fictícias, coordenando a emissão de notas fiscais frias e a redistribuição dos recursos. Contadores ligados ao grupo atuavam na formalização de documentos e na fragmentação dos valores.

Ao todo, 18 pessoas e 14 empresas são investigadas. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos computadores, equipamentos eletrônicos e quatro veículos de luxo.

A Justiça bloqueou 36 contas bancárias atribuídas à organização, com valores que somam R$ 1 bilhão. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do MP paulista, obtiveram o sequestro judicial desse montante.

Também foram sequestrados R$ 25 milhões em imóveis de luxo, automóveis de alto padrão, dezenas de contas bancárias em nome de laranjas e diversas aplicações financeiras.

Segundo as autoridades, a organização utilizava engenharia financeira complexa para desviar e pulverizar recursos, dificultando o rastreamento. O esquema funcionava com vendas realizadas por uma empresa principal do grupo, pagamentos redirecionados para empresas de fachada, emissão de notas fiscais frias por terceiros, uso de “contas-balde” para concentrar valores e posterior pulverização dos recursos em contas de terceiros e laranjas.

Fonte: G1

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PCC

Após prisão ligada ao PCC, musa da Gaviões chama volta ao Sambódromo de renascimento

por Redação 9 de fevereiro de 2026

Musa da Gaviões da Fiel, a atriz e dançarina Natacha Horana, de 33 anos, voltou a desfilar no carnaval de São Paulo neste ano após passar quatro meses presa na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. A artista havia sido detida em novembro de 2024, durante a Operação Argento, que investigou o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido.

Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN), Natacha manteve um relacionamento com Valdeci e teve contas pessoais usadas para lavagem de dinheiro do crime organizado. A ex-bailarina do Faustão nega as acusações e afirma que foi enganada pelo ex-namorado.

De acordo com os promotores, empresas ligadas ao líder do PCC realizaram diversos depósitos nas contas da atriz, o que motivou o pedido de prisão. Natacha foi solta em março de 2025, mas segue respondendo a processo criminal por lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e organização criminosa.

A dançarina afirma que, no carnaval do ano passado, chegou a deixar a fantasia pronta e aguardava a concessão de um habeas corpus para desfilar. “Se eu saísse sábado de manhã, eu iria desfilar. Mas o Judiciário entrou em recesso, e o habeas corpus só saiu depois do carnaval”, relatou.

Segundo Natacha, a experiência na prisão foi traumática. “Ficar longe e a falta de liberdade de não poder falar, me defender publicamente, foi muito traumatizante. Agora, estar na Avenida é um renascimento, de liberdade, de reconquista”, afirmou.

Valdeci Alves dos Santos está preso na Penitenciária Federal de Brasília, suspeito de lavar mais de R$ 23 milhões do PCC. Foragido por quase dez anos, ele foi capturado em abril de 2022, durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal no sertão de Pernambuco, quando viajava com Natacha, usando documentos falsos.

A bailarina diz que conheceu Valdeci como Joaquim, suposto empresário do ramo agropecuário, e que o relacionamento durou cerca de três meses. Mesmo após a prisão dele, ela realizou ao menos quatro visitas à penitenciária, fato citado pelo MP-RN como um dos indícios da investigação.

Os promotores afirmam que, entre 2014 e 2024, Natacha movimentou mais de R$ 15 milhões em suas contas, valor considerado incompatível com a renda declarada. Ela sustenta que os recursos são provenientes de trabalhos artísticos e publicidade.

Durante o período em que esteve presa, Natacha afirma ter desenvolvido depressão e síndrome do pânico, condições para as quais segue em tratamento. Segundo ela, o retorno aos ensaios da Gaviões fez parte do processo de recuperação emocional.

Com quase 1 milhão de seguidores nas redes sociais, Natacha também anunciou a intenção de lançar um livro de memórias sobre a experiência no cárcere e a criação de um projeto social voltado ao apoio de mulheres que deixam o sistema prisional.

Neste carnaval, a musa desfila à frente da décima ala da Gaviões da Fiel, que será a quarta escola a entrar no Sambódromo do Anhembi, no dia 14, às 1h45. O samba-enredo é “Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã”, que celebra a luta, a resistência e o legado dos povos indígenas do Brasil.

Fonte: G1

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Segurança

Agente de trânsito morre após ser atropelado no Rodoanel ao socorrer mulher vítima de violência doméstica em Mauá

por Redação 23 de dezembro de 2025

Um agente de trânsito morreu após ser atropelado no Rodoanel enquanto tentava ajudar uma mulher vítima de violência doméstica, na altura de Mauá, na Grande São Paulo. O caso ocorreu na manhã desta segunda-feira (23) e está sendo investigado pela Polícia Civil.

De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi acionada por volta das 11h30 para atender uma ocorrência na Avenida Papa João XXIII, após relatos de um atropelamento envolvendo um casal. Segundo as primeiras informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a mulher teria saltado de um carro em movimento após uma discussão com o companheiro.

Na sequência, o motorista atropelou a mulher e, logo depois, o agente de trânsito que tentava prestar socorro. Com o impacto, o servidor público foi arremessado do Rodoanel para a Avenida Papa João XXIII e morreu no local, apesar do atendimento inicial realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A vítima foi identificada como Nelson Nonato da Silva.

A mulher atropelada foi socorrida em estado grave e encaminhada a uma unidade de saúde da região. Após o ocorrido, o motorista abandonou o veículo e fugiu do local. A Polícia Militar realiza buscas para localizá-lo.

Imagens aéreas registradas pelo Globocop mostram o local do acidente e a movimentação das equipes de resgate. A Prefeitura de Mauá informou que acompanha o caso e presta apoio às investigações, além de manifestar solidariedade aos familiares e amigos do agente de trânsito.

Fonte: G1

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Segurança

Brigas e ameaça de morte: Polícia investiga se incêndio em apartamento de Piracicaba foi criminoso

por Redação 23 de dezembro de 2025

A Polícia Civil investiga se o incêndio que resultou na m0rt3 de três pessoas, além de um cachorro e um gato, em um apartamento de Piracicaba, no interior de São Paulo, teve origem criminosa. O caso ocorreu em um imóvel localizado no 14º andar de um condomínio residencial no bairro Água Branca e levanta suspeitas após relatos de conflitos conjugais e ameaças anteriores.

De acordo com o delegado José Donizeti de Melo, havia histórico de brigas entre o casal que morava no apartamento. Testemunhas relataram que a esposa teria ameaçado o marido de m0rt3, mencionando inclusive que colocaria fogo no imóvel. Essas informações surgiram após entrevistas com moradores e representantes do condomínio.

As vítimas foram identificadas como Lineu Peixoto dos Santos Júnior, de 47 anos, Thais Fernanda de Oliveira Matías, de 41, e Maria Eduarda de Oliveira Corder, de 18 anos. Maria Eduarda era filha de Thais e enteada de Lineu. Segundo a polícia, todos estavam no apartamento no momento do incêndio.

Inicialmente, a principal hipótese era de que o fogo tivesse sido acidental. A perícia técnica apontou que o incêndio pode ter começado na varanda do apartamento, onde havia grande quantidade de roupas, papéis e uma lamparina. A suspeita é de que a inalação de fumaça tóxica tenha sido a causa das m0rt3s.

No entanto, com o surgimento de novos depoimentos, a Polícia Civil passou a trabalhar também com a possibilidade de crime. Conforme apurado, o casal havia participado de um evento na noite anterior e retornado ao imóvel de madrugada, o que indica que estariam dormindo no momento em que o fogo começou.

O incêndio ocorreu no Condomínio Villa Serena e o Corpo de Bombeiros foi acionado às 10h36 de domingo. Quinze bombeiros atuaram no combate às chamas, que foram controladas no início da tarde. Dois apartamentos foram atingidos, sendo que o localizado no andar superior já foi liberado pela Defesa Civil.

Além das vítimas fatais, duas jovens inalaram fumaça e precisaram de atendimento médico, mas passam bem. Um policial também ficou ferido no braço ao auxiliar na ocorrência. Os corpos foram encontrados em cômodos diferentes do apartamento.

O laudo pericial ainda não foi concluído e deve ser fundamental para esclarecer se o incêndio em Piracicaba foi provocado de forma intencional ou se ocorreu por acidente. A investigação segue em andamento.

Fonte: G1

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Segurança

Pai de empresário investigado por lavagem de dinheiro é morto a tiros dentro de restaurante em Cubatão

por Redação 19 de dezembro de 2025

O empresário Wagner Morgado, de 52 anos, foi morto a tiros nesta quinta-feira (18) dentro do próprio restaurante, em Cubatão, no litoral de São Paulo. O crime aconteceu por volta das 13h, no Restaurante do Badá, localizado na Rua das Primaveras, no bairro Vila Natal. Até o momento, ninguém foi preso.

Segundo informações apuradas, Wagner é pai de Rodrigo Morgado, empresário preso pela Polícia Federal e apontado como “contador” em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico internacional de drogas. Apesar da ligação familiar, a defesa afirma que não há indícios de relação entre o homicídio e as investigações envolvendo o filho.

De acordo com o boletim de ocorrência, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou a morte no local. Ainda não há informações oficiais sobre a identidade do autor dos disparos nem sobre a dinâmica do crime.

O genro da vítima compareceu ao 3º Distrito Policial de Cubatão para prestar depoimento. Ele informou que não estava no restaurante no momento do crime e que foi avisado por um cozinheiro sobre o ocorrido.

A Polícia Militar isolou o estabelecimento para a realização da perícia. O celular de Wagner Morgado foi apreendido para preservar possíveis provas. O caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio e segue sob investigação.

Por meio do advogado Felipe Pires de Campos, a família lamentou a morte e afirmou confiar no trabalho das autoridades. Em nota, a defesa destacou que, até o momento, não existe qualquer indicação de que o crime tenha ligação com o processo judicial envolvendo Rodrigo Morgado e pediu respeito à privacidade dos familiares.

Fonte: G1

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PCC

Operação mira esquema ligado ao PCC que trazia droga da fronteira para São Paulo e outros estados

por Redação 18 de dezembro de 2025

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (18) uma operação contra um esquema de tráfico de drogas ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que atuava no transporte de cocaína vinda do Paraguai e da Bolívia para São Paulo e outros estados do país.

De acordo com as investigações, a droga entrava no Brasil pela região de fronteira em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A partir dali, os entorpecentes eram distribuídos para diferentes regiões, tendo o estado de São Paulo como principal destino.

O foco da ação foi desarticular uma complexa rede de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos utilizavam empresas de fachada para justificar movimentações financeiras milionárias e ocultar a origem ilícita dos recursos.

Nesta primeira fase da investigação, ao menos 11 suspeitos foram identificados como integrantes do esquema, com participação direta no transporte da droga para o território brasileiro.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam carros de luxo, armas — incluindo um fuzil —, R$ 35 mil em dinheiro, além de bolsas, relógios de marcas famosas, computadores e celulares.

Foram expedidos quatro mandados de prisão na capital paulista e em cidades da Região Metropolitana, mas ninguém foi preso até o momento. Também foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a traficantes e a pessoas responsáveis por ocultar o dinheiro do crime organizado.

As ordens judiciais foram executadas na capital, em Carapicuíba, Bragança Paulista e Botucatu, no interior de São Paulo, além de imóveis em Ponta Porã. Segundo a polícia, os locais funcionavam como bases operacionais da quadrilha para a distribuição de entorpecentes.

A operação, batizada de Argyros, contou com a participação de cerca de 70 policiais da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DISCCPAT), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Segundo a Polícia Civil, a investigação apura crimes de lavagem de capitais, organização criminosa interestadual e tráfico de drogas, com novas fases previstas a partir da análise do material apreendido.

Fonte: G1

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