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ABIN

Brasil

Segurança para ‘Enem dos concursos’ terá exame grafológico, 250 mil agentes e centrais usadas na Copa

por Redação 30 de abril de 2024

Detectores de pontos eletrônicos, exame grafológico e monitoramento feito pelas mesmas centrais de inteligência usadas na Copa do Mundo e Olimpíadas: essas são algumas das medidas que fazem parte do megaesquema para coibir fraudes no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

Marcada para este domingo (5), a prova que ficou conhecida como “Enem dos concursos” atraiu 2,1 milhões de inscritos, um recorde para concursos públicos, segundo o governo.

Pela primeira vez, uma seleção reúne mais de 6 mil vagas para 21 diferentes órgãos federais, com exames aplicados em todo o Brasil. E o desafio da segurança para um evento tão grande, envolve, prioritariamente, impedir fraudes.

Para colocar todos os cuidados em prática, o evento contará com uma força-tarefa formada por mais de 250 mil agentes, incluindo integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Eles serão coordenados pela Secretária Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça.

Corporações estaduais, como Polícia Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil também irão atuar, segundo o coordenador-geral.

“Fizemos um trabalho de adaptação e aprimoramento no formato do Enem e todos os exames de larga escala aplicados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)”, completa Retamal.

Uma diferença em relação ao Exame Nacional do Ensino Médio é que os candidatos do concurso não poderão sair com o caderno de provas e nem com anotações.

Outra é que as verificações de segurança terão de ser feitas duas vezes num mesmo dia: o “Enem dos concursos” divide as provas em dois períodos, manhã e tarde.

Segurança de Copa e Olimpíadas
Os desdobramentos do concurso serão monitorados nos Centros Integrados de Comando e Controle (CICC), coordenados por corporações nacionais, mas que possuem sedes em diversos estados.

Esses núcleos foram criados para a Copa Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 e funcionam cruzando informações para monitorar o evento passo a passo.

A sede será o Centro Nacional de Comando e Controle de Brasília , onde autoridades de segurança e da gestão do concurso estarão reunidas.

Exame grafológico e coleta de digitais
Diferente do exame para os estudantes do ensino médio, onde ocorre apenas a checagem dos documentos e o lacre de equipamentos eletrônicos, o concurso unificado terá a coleta de digitais e exigirá que os candidatos escrevam uma frase para garantir que não haja a substituição entre eles.

É o tal exame grafológico. Funciona assim: quando os estudantes receberem as provas nas salas de aplicação, irão preencher o cartão de resposta com seus dados, assinar e escrever a frase.

Nesse momento, um aplicador da prova circulará pela sala para coletar a digital, que também ficará registrada no próprio cartão de resposta.

Isso vai acontecer de manhã e à tarde.

Candidato não pode levar a prova
A decisão de que, no “Enem dos concursos”, os candidatos não poderão levar as provas quando terminarem o teste e sair com anotações foi tomada porque uma das principais fontes de fraudes das organizações criminosas nesse tipo de prova é o uso de pontos eletrônicos durante a aplicação.

Segundo o Ministério da Gestão e Inovação, “candidatos” pertencentes às quadrilhas terminam as provas mais cedo e levam os cadernos de provas. As questões são resolvidas por integrantes do bando e enviadas por áudios, por meio de pontos eletrônicos, para quem ainda está nas salas respondendo às provas.

Como medida complementar, os locais de prova também contarão com detectores de metais e de ponto eletrônico.

Locais de prova separados por blocos
No dia da avaliação, cada sala terá candidatos de um único bloco temático. Vale lembrar que o concurso é composto por oito blocos temáticos diferentes.

Dessa forma, possíveis danos ocasionados por fraudes se concentrariam em um único bloco, explica Retamal: “Estamos vendo ainda a possibilidade de fazer com que cada estabelecimento (escola) seja voltado a um bloco só”.

Programação da prova
Manhã

Abertura dos portões: 7h30
Fechamento dos portões: 8h30
Início da aplicação das provas: 9h
Tarde

Abertura dos portões: 13h
Fechamento dos portões: 14h
Início da aplicação das provas: 14h30
Cronograma
Aplicação das provas: 05/05/2024
Divulgação dos resultados das provas objetivas e preliminares das provas discursivas e redação: 03/06/2024
Divulgação final dos resultados: 30/07/2024
Início da convocação para posse e cursos de formação: 05/08/2024

Fonte: G1

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Segurança

Anatel investiga se operadoras de celular sabiam de monitoramento por software espião; entenda

por Redação 1 de fevereiro de 2024

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) investiga se operadoras de telefonia sabiam do possível monitoramento ilegal de cidadãos por meio de software espião da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). “A Agência informa ter requerido informações à Polícia Federal que possam contribuir para a continuidade das apurações”, ressaltou.

O software First Mile consegue monitorar cerca de 10 mil celulares por até 12 meses e pode ser usado desde a justiça tenha autorizado. Durante as investigações do caso, que ficou conhecido como “Abin Paralela”, a PF fez buscas em endereços ligados ao ex-diretor-geral da agência, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), e do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: r7

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Brasil

PF apreende celular de Carlos Bolsonaro em ação que investiga monitoramento ilegal da Abin

por Redação 30 de janeiro de 2024

O celular do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e mais três computadores foram apreendidos pela Polícia Federal nesta segunda-feira (29) durante operação que investiga monitoramento ilegal com sistema da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O aparelho estava na casa da família Bolsonaro em Angra dos Reis (RJ), um dos nove endereços alvos da ação, que foi realizada também em Brasília e na Bahia.

Advogado da família Bolsonaro, Fabio Wajngarten afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro saiu para pescar de lancha com os filhos e amigos às 5h, antes da PF cumprir os mandados. Wajngarten disse que os agentes não encontraram computadores da Abin na residência ou no gabinete do vereador.

Agentes da PF fazem buscas na casa e no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda. A residência do parlamentar é localizada no Condomínio Vivendas da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), onde o pai também possui um imóvel.

A operação da PF também mira um policial federal e apura os destinatários que teriam recebido as informações obtidas a partir do suposto esquema de monitoramento ilegal com o sistema da Abin.

As buscas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo fontes ligadas à PF, ele e o ministro Gilmar Mendes estão na lista de suposta espionagem irregular.

O R7 entrou em contato com a defesa do vereador e aguarda respostas. O espaço permanece aberto.

PF convida a depor
A PF convidou para depor todos os alvos da operação desta segunda-feira. Como foram convidados e não intimados, não há a obrigatoriedade de comparecimento em alguma superintendência da corporação.

Segundo a corporação, a nova fase busca avançar no núcleo político, “identificando os principais destinatários e beneficiários das informações produzidas ilegalmente no âmbito da Abin, por meio de ações clandestinas”, explica a PF.

Confira os endereços alvos de busca nesta segunda-feira (29)

  • Rio de Janeiro (RJ) – 5 mandados;
  • Angra dos Reis (RJ) – 1 mandado;
  • Brasília (DF) – 1 mandado;
  • Formosa (GO) – 1 mandado;
  • Salvador (BA) – 1 mandado.

Os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial, ou com objetivos não autorizados em lei.

‘Abin paralela’
Na última quinta-feira (25), o deputado federal e ex-diretor-geral da Abin Alexandre Ramagem (PL-RJ) também foi alvo de buscas. Na ocasião, os agentes estiveram no gabinete dele na Câmara dos Deputados e o apartamento funcional, ambos em Brasília.

As investigações apontam indícios de que Ramagem continuou recebendo informações de dentro da Abin mesmo depois de deixar o comando do órgão. O gabinete do parlamentar foi um dos locais onde os agentes fizeram buscas, assim como endereços de outras pessoas no Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A casa e o escritório do deputado também foram alvos da ação. Ramagem deve prestar depoimento na sede da PF.

A RECORD e o R7 procuraram a assessoria de Ramagem, que disse que não se posicionaria no momento.

A PF também suspendeu sete policiais federais do exercício das funções públicas. As ações fizeram parte das investigações da Operação Última Milha, deflagrada em outubro de 2023.

Operação Última Milha
Em 2023, a PF descobriu indícios do uso de mais ferramentas de espionagem ilegal por servidores da Abin — entre elas há um programa de invasão de computadores que permitia acesso a todo o conteúdo privado dos alvos. Os softwares foram encontrados nos equipamentos apreendidos durante as buscas.

As informações foram repassadas à RECORD por uma fonte da corporação. A suspeita é de que os investigados usavam “técnicas que só são permitidas mediante prévia autorização judicial”.

A PF trabalha com a suspeita de que a Abin foi usada para ajudar filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro fornecendo informações para que eles pudessem se defender de investigações em tramitação na Justiça. Em nota, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que “é mentira que a Abin tenha me favorecido de alguma forma, em qualquer situação, durante meus 42 anos de vida”.

Fonte: r7

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Brasil

Depois de operação da PF, servidores da Abin pedem nova lei que ‘deixe claro’ papel da agência

por Redação 29 de janeiro de 2024

Depois de mais uma fase da Operação Última Milha, que investiga um suposto esquema de espionagem ilegal dentro da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), servidores da entidade divulgaram uma carta aberta em que pedem nova lei que ‘deixe claro’ papel da agência no Brasil. Os concursados defendem ainda a criação de varas especializadas da Justiça para questões relacionadas às atividades de inteligência.

Ao defender um novo marco legal para o setor, a carta diz que “as leis da inteligência devem proteger os cidadãos brasileiros de desvios promovidos por dirigentes e governos mal-intencionados, mas sem tornar disfuncional uma atividade essencial a todo Estado que queira promover seus interesses no exterior e resguardar sua sociedade de ameaças de caráter interno e externo”.

Os funcionários da agência pedem a manutenção do investimento nas atividades de inteligência federais. “Os órgãos de Inteligência, do Brasil e do resto do mundo, buscam se contrapor a ameaças terroristas e extremistas. A Abin foi uma das poucas instituições brasileiras elogiadas no relatório da CPMI dos Atos Antidemocráticos de 8 de janeiro”, citam os servidores.

O texto, no entanto, assume que “uma instituição de Estado pode ser utilizada de forma indevida por seus dirigentes, especialmente se estes tiverem pretensões político-partidárias, como é o caso que ora se investiga”. Por isso, “apoiam maior controle externo pelo Congresso”.

O documento diz que o tipo de fiscalização atual é falho. “A comissão encarregada da Atividade de Inteligência (CCAI) tem se mostrado pouco atuante nas sucessivas legislaturas”, argumentam.

Entenda
Na última semana, a Polícia Federal apontou a atuação de três núcleos de espionagem ilegal na Abin. Segundo a PF, os investigados criaram uma estrutura paralela na agência. Conforme a corporação, o grupo utilizou ferramentas e serviços de inteligência do Estado para ações ilícitas, produzindo informações para uso político e midiático, para a obtenção de proveitos pessoais e até mesmo para interferir em investigações policiais.

Foram identificados os seguintes núcleos de atuação:

  1. Cúpula: formado por delegados federais cedidos para Abin exercendo funções de direção e utilizaram o sistema First Mile “para monitoramento de alvos e autoridades públicas, bem como serviço de contrainteligência e criação de relatórios apócrifos que seriam divulgados com o fim de criar narrativas falsas”. São apontados pela PF como integrantes deste grupo o deputado Alexandre Ramagem, que à época era diretor-geral da Abin, e o delegado da PF Carlos Afonso Gonçalves, ex-diretor do Departamento de Inteligência Estratégica.

1.2 Subordinados: policiais federais cedidos à Abin que serviam de mão de obra para a alta gestão, cumprindo as determinações, monitorando alvos e produzindo relatórios. Neste núcleo, foram apontados policiais federais e outros servidores públicos.

  1. Evento-Portaria 157: responsáveis pelas diligências que resultaram na tentativa de vinculação de parlamentares e ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) a organizações criminosas. Segundo a PF, foram identificadas anotações cujo conteúdo remete à tentativa de associação de deputados federais e ministros da Corte à organização criminosa conhecida como PCC (Primeiro Comando da Capital).
  2. Tratamento-Log: responsável pelo tratamento dos registros extraídos das atividades de espionagem.

Operação Última Milha
Em 2023, a PF descobriu indícios do uso de mais ferramentas de espionagem ilegal por servidores da Abin — entre elas um programa de invasão de computadores que permitia acesso a todo o conteúdo privado dos alvos. Os softwares foram encontrados nos equipamentos apreendidos durante as buscas.

A suspeita é que os investigados usavam técnicas que só são permitidas mediante prévia autorização judicial.

Em 20 de outubro do ano passado, a PF revelou que um sistema de geolocalização da Abin para dispositivos móveis, como celulares e tablets, teria sido usado em monitoramentos ilegais por servidores mais de 30 mil vezes em dois anos e meio. Entre os alvos da espionagem irregular estariam ministros do STF, jornalistas, políticos e adversários do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A PF também cumpriu 25 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em São Paulo, em Santa Catarina, no Paraná e em Goiás. Os agentes encontraram mais de US$ 171 mil em espécie na casa de um dos suspeitos, em Brasília. Além disso, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o afastamento de cinco funcionários da Abin.

Fonte: r7

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Brasil

Carlos Bolsonaro é alvo de nova operação da PF sobre informações monitoradas ilegalmente pela Abin

por Redação 29 de janeiro de 2024

A Polícia Federal realiza nesta segunda-feira (29) operação para investigar monitoramento ilegal da Abin durante o governo de Jair Bolsonaro. O R7 apurou que um dos alvos da operação é o filho do ex-presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e também assessores dele. A busca e apreensão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A nova operação tem como foco descobrir os possíveis destinatários das informações obtidas ilegalmente pelo suposto grupo, que monitorava autoridades brasileiras – entre eles, os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.

A reportagem entrou em contato com a defesa do parlamentar e aguarda resposta. O espaço permanece aberto.

Na última quinta-feira (25), o deputado federal e ex-diretor-geral da agência Alexandre Ramagem (PL-RJ) também foi alvo de busca e apreensão. O gabinete do parlamentar na Câmara dos Deputados foi um dos endereços visitados pelos agentes.

Relembre o caso
Em 2023, a PF descobriu indícios do uso de mais ferramentas de espionagem ilegal por servidores da Abin — entre elas um programa de invasão de computadores que permitia acesso a todo o conteúdo privado dos alvos. Os softwares foram encontrados nos equipamentos apreendidos durante as buscas. As informações foram repassadas à RECORD por uma fonte da corporação.

A suspeita é que os investigados usavam “técnicas que só são permitidas mediante prévia autorização judicial”.

Em 20 de outubro do ano passado, a PF revelou que um sistema de geolocalização da Abin para dispositivos móveis, como celulares e tablets, teria sido usado em monitoramentos ilegais por servidores mais de 30 mil vezes em dois anos e meio. Entre os alvos da espionagem irregular estariam ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), jornalistas, políticos e adversários do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na época, a PF também cumpriu 25 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em São Paulo, em Santa Catarina, no Paraná e em Goiás. Os agentes encontraram mais de US$ 171 mil em espécie na casa de um dos suspeitos, em Brasília. Além disso, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o afastamento de outros cinco funcionários da Abin.

Na quinta (25), os agentes apreenderam celulares e notebooks no apartamento funcional do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) . O R7 apurou que um notebook e um celular ainda pertencem à Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ramagem é um dos alvos de uma operação que investiga o suposto uso ilegal de uma ferramenta de espionagem em sistemas do órgão.

As investigações apontam indícios de que Ramagem continuou recebendo informações de dentro da Abin mesmo após deixar o comando do órgão. O gabinete do parlamentar foi um dos locais onde os agentes fizeram buscas, assim como endereços de outras pessoas no Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A casa e o escritório do deputado também foram alvos da ação. Ramagem deve prestar depoimento na sede da PF.

A PF também suspendeu sete policiais federais do exercício das funções públicas. As ações desta quinta-feira (25) fazem parte das investigações da Operação Última Milha, deflagrada em outubro de 2023.

Fonte: r7

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Brasil

Deputado federal e ex-chefe da Abin, Ramagem é alvo de ação da PF que apura uso de sistema espião

por Redação 25 de janeiro de 2024

O ex-diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e atual deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) é um dos alvos de uma operação da Polícia Federal que investiga a suposta instalação ilegal de uma ferramenta de espionagem em sistemas da agência.

O gabinete do parlamentar é um dos locais onde os agentes fazem buscas, além de outros endereços de outras pessoas no Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A Record e o R7 procuraram a assessoria de Ramagem, que disse que não iria se posicionar no momento.

A PF também suspendeu sete policiais federais do exercício das funções públicas. Segundo a corporação, as ações desta quinta-feira (25) fazem parte das investigações da Operação Última Milha, deflagrada em outubro de 2023.

A apuração mostrou que os investigados criaram uma estrutura paralela dentro da agência. “[O grupo] utilizou ferramentas e serviços daquela agência de inteligência do Estado para ações ilícitas, produzindo informações para uso político e midiático, para a obtenção de proveitos pessoais e até mesmo para interferir em investigações da Polícia Federal”, explicou a PF.

Os mandados de busca e apreensão são cumpridos nas seguintes cidades:

  • Brasília (DF) – 18 mandados;
  • Juiz de Fora (MG) – 1 mandado;
  • São João Del Rei (MG) – 1 mandado;
  • Rio de Janeiro (RJ) – 1 mandado.

Caso os crimes sejam comprovados, os suspeitos podem responder por invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.

A reportagem tenta contato com a defesa do parlamentar. O espaço permanece aberto.

Operação Última Milha
Em 2023, a PF descobriu indícios do uso de mais ferramentas de espionagem ilegal por servidores da Abin — entre elas um programa de invasão de computadores que permitia acesso a todo o conteúdo privado dos alvos. Os softwares foram encontrados nos equipamentos apreendidos durante as buscas. As informações foram repassadas à Record por uma fonte da corporação.

A suspeita é que os investigados usavam “técnicas que só são permitidas mediante prévia autorização judicial”.

No dia 20 de outubro do ano passado, a PF revelou que um sistema de geolocalização da Abin para dispositivos móveis, como celulares e tablets, teria sido usado em monitoramentos ilegais por servidores mais de 30 mil vezes em dois anos e meio. Entre os alvos da espionagem irregular estariam ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), jornalistas, políticos e adversários do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A PF também cumpriu 25 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em São Paulo, em Santa Catarina, no Paraná e em Goiás. Os agentes encontraram mais de US$ 171 mil em espécie na casa de um dos suspeitos, em Brasília. Além disso, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o afastamento de outros cinco funcionários da Abin.

Fonte: r7

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Brasil

Servidores da Abin são presos em operação que investiga suposto uso indevido de sistema de localização

por Redação 20 de outubro de 2023

Os servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Rodrigo Colli e Eduardo Arthur Yzycky foram presos em uma operação da Polícia Federal, nesta quinta-feira (20). Os agentes apuram suspeitas de que os alvos teriam usado o sistema de geolocalização de dispositivos móveis — como celulares e tablets — da agência sem autorização. A investigação revela que Colli e Yzycky sabiam das ilegalidades e teriam coagido colegas para evitar possíveis demissões.

Além dos servidores, a polícia também afastou cinco pessoas de cargos dentro da Abin e cumpriu 25 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Goiás. Os agentes encontraram mais de US$ 171 mil em espécie na residência de um dos afastados do cargo, em Brasília.

Segundo os investigadores, o software utilizado pela Abin é um programa que permite acessar o sistema de rede de telefonia brasileira. A PF encontrou indícios de que a rede foi invadida repetidas vezes, com a utilização do serviço, adquirido com recursos públicos, para fins pessoais.

Os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.

Balanço da operação
Busca e apreensão

  • 17 mandados no Distrito Federal;
  • 1 mandado em Alexânia (GO);
  • 1 mandado em São Paulo (capital) e 1 em São José dos Campos (SP);
  • 1 mandado em Curitiba (PR) e 1 em Maringá (PR);
  • 1 mandado em Florianópolis (SC), 1 em São José (SC) e 1 em Palhoça (SC).
    Total: 25 mandados

Prisão preventiva

  • 2 mandados no Distrito Federal

Afastamento

  • 5 mandados no Distrito Federal

O sistema
O programa FirstMile foi comprado por R$ 5,7 milhões da empresa israelense Cognyte, com dispensa de licitação, no fim do governo Temer, em 2018. A ferramenta permitia o monitoramento de até 10 mil celulares a cada 12 meses, bastando digitar o número da pessoa. Além disso, a aplicação criava históricos de deslocamento e alertas em tempo real da movimentação dos aparelhos cadastrados.

Em março deste ano, a Abin afirmou que a tecnologia não está mais em uso desde 8 de maio de 2021. “Atualmente, a Agência está em processo de aperfeiçoamento e revisão de seus normativos internos, em consonância com o interesse público e o compromisso com o Estado democrático de Direito”, informou a Abin, em nota da época.

Fonte: r7

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Brasil

Informe da Abin revela que Exército organizou trânsito para dar ‘fluidez’ a caravanas pró-Bolsonaro no DF

por Redação 13 de setembro de 2023

Um informe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) revela que o Exército organizou um esquema especial de trânsito com o objetivo de “garantir maior fluidez” aos ônibus de caravanas com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que chegavam à Brasília rumo ao acampamento montado em frente ao quartel-general (QG). A mensagem foi enviada dois dias antes da invasão das sedes dos Três Poderes, justamente quando houve uma intensificação no número de manifestantes para participaram dos protestos organizados pelas redes sociais..

“Todos os acessos à Av. do Exército estão bloqueados. Perguntados sobre o motivo, militares responsáveis pelo balizamento de trânsito em dois pontos de acessos distintos deram a mesma resposta: a restrição destina-se a garantir maior fluidez aos ônibus de caravanas que estariam para chegar no QGEx”, diz o informe.

O R7 teve acesso à mensagem, que foi enviada pelo ex-secretário de Planejamento e Gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Leonardo Singer ao então diretor-adjunto da agência Saulo Cunha. A informação é referente a um levantamento das 14h45 do dia 6 de janeiro e, naquele momento, a percepção era de que ainda não havia um aumento no número de pessoas acampadas. “Contudo, foram observados manifestantes chegando no acampamento trazendo água e comida”, completa.

A informação deve ser alvo de questionamentos ao general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, ex-chefe do Comando Militar do Planalto (CMP), no depoimento que ele dará à CPMI do 8 de Janeiro marcado para esta quinta-feira (14). Ele será questionado pela atuação no comando das tropas no monitoramento do acampamento em frente ao quartel-general.

Dutra é suspeito de ter barrado o desmonte da mobilização pela Polícia Militar do DF após os atos extremistas do 8 de Janeiro. Em depoimento à CPI na Câmara Legislativa, Dutra disse que o Exército sempre teve a intenção de “desmotivar” o acampamento, mas que ele não era ilegal.

Também à CPI dos deputados distritais, o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres relatou que “a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal por mais de duas vezes tentou tirar aqueles manifestantes e contou com a negativa do Exército”. “O Exército nunca permitiu que se tomasse alguma medida em relação àquelas pessoas enquanto elas estavam ali acampadas”, disse, em 10 de agosto.

Questionado sobre o informe trocado entre os ex-Abin, o Centro de Comunicação Social do Exército informou “que aguarda as apurações de todos os fatos pelas autoridades competentes” e que “não se manifesta sobre processos investigativos conduzidos por outros órgãos”.

Blindagem
As conversas foram obtidas pelo R7 e fazem parte do rol de documentos sigilosos da CPMI que apura os ataques do 8 de Janeiro. Nelas, Singer e Cunha também discutem estratégias para “blindar” a Abin das consequências dos atos.

Singer também informou a seu superior sobre a necessidade de alertar o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Gonçalves Dias, sobre a existência de um infiltrado que teria facilitado o acesso de extremistas a armas guardadas no Palácio do Planalto durante as invasões.

Fonte: r7

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