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ATAQUE A ESCOLAS

Segurança

Ataques a escolas no Brasil mataram 46 pessoas em 20 anos

por Redação 20 de junho de 2023

Ataques a escolas no Brasil mataram 46 pessoas em 20 anos. Segundo levantamento do Instituto Sou da Paz, desde outubro de 2002 foram registrados 25 casos com 139 vítimas, sendo 46 mortos e 93 feridos.

Na manhã desta segunda-feira (19), a estudante Karoline Verri Alves, de 15 anos, entrou para as estatísticas. Ela foi morta a tiros por um ex-aluno, de 20 anos, no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, no município de Cambé, a cerca de 400 km de Curitiba.

No ataque, o namorado da vítima, Luan Augusto, também foi baleado e socorrido em estado gravíssimo de saúde. Mas o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada desta terça-feira (20).

Após os disparos, funcionários da escola conseguiram imobilizar o atirador e retiraram a arma de suas mãos. Ele foi preso em flagrante pela polícia.

De acordo com o Instituto Sou da Paz, as armas de fogo — como no caso de Cambé — causaram 35 mortes em escolas ao longo dos últimos 20 anos, enquanto as armas brancas foram responsáveis por 11 assassinatos. Isto é, os ataques a tiros geraram três vezes mais mortes do que as ocorrências com armas cortantes ou perfurantes.

“O estudo mostra que a disponibilidade de armas em residências favorece esse tipo de crime e aumenta a letalidade, pondo em evidência quão crucial é o controle do acesso e do armazenamento dessas armas para redução da letalidade desses eventos, já que ferimentos com armas brancas e de pressão são menos graves e têm mais chances de defesa, socorro e recuperação da vítima”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.

Perfil de agressores
O grupo de agressores, segundo o estudo, é formado exclusivamente por meninos e homens. A maior parcela é de alunos (57%) e ex-alunos (36%). Em pelo menos dois casos, o agressor estava havia meses sem ir às aulas e nenhuma providência de busca ativa foi feita por parte da escola, o que contribui para o isolamento e a radicalização desses estudantes, ao ficarem longe do ambiente escolar.

Com relação à idade dos agressores, a média é de 16 anos, sendo os mais velhos de 25 anos e o mais novo um menino de 10 anos — um estudante da 4ª série da Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, que atirou contra a professora em 2011.

Uma pesquisa da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) sobre ataques a escolas, divulgada em março, também revela que eles são predominantemente brancos e com comportamento misógino, um sentimento de aversão às mulheres.

Outros traços marcantes da personalidade desse grupo são o gosto pela violência e o culto às armas, bem como uma espécie de isolamento social, com relações sociais em grupos restritos, além da tendência a evasão escolar.

Policiais e câmeras não evitam ataques
Após ataques a escolas, é comum governos e prefeituras anunciarem medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes nas unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Psicólogos afirmam que esses mecanismos oferecem sensação de segurança à comunidade escolar em um primeiro momento, porém não evitam os ataques.

Os especialistas dizem que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é fundamental o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Para o Instituto Sou da Paz, é essencial a criação de programas para os alunos com o intuito de estimulá-los a entender e lidar com suas emoções, frustrações, respeitar a diversidade e desenvolver uma boa convivência.

O treinamento com professores e funcionários também é importante para a identificação de mudanças de comportamento como uso de mídia violenta, fixação e manuseio de armas de fogo, agressões físicas, sintomas de transtorno mental, agressividade e uso de expressões pejorativas ao falar com mulheres e meninas.

Fonte: r7

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GuarulhosSegurança

Polícia cumpre 10 mandados contra adolescentes que planejavam ataques em escolas no país

por Redação 19 de abril de 2023

A Polícia Civil, com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, realiza uma operação em cinco estados contra adolescentes que planejavam ataques a escolas pelo país, na manhã desta quarta-feira (19).

O MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina) deu início as investigações após o ataque à Creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC), em 5 de abril, quando quatro alunos foram assassinados e quatro ficaram feridos.

A força-tarefa cumpre dez mandados de internações provisórias, treze de busca e apreensão e onze afastamentos de sigilo de dados em São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina, no Rio de Janeiro e em Pernambuco.

As ordens judiciais foram expedidas pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Blumenau contra adolescentes envolvidos em planejamentos de ataques a escolas brasileiras.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública criou um canal para receber denúncias sobre ameaças e ataques contra as escolas. Um dia depois ao episódio em Blumenau registrou-se uma média de 400 denúncias por dia.

Em dez dias, a Operação Escola Segura, do governo federal, 255 pessoas foram presas e crianças e adolescentes foram apreendidos. Também foram cumpridos 155 mandados de busca e apreensão e 694 adolescentes foram intimados para prestar depoimento.

Fonte: r7

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EducaçãoGuarulhos

Policiais e câmeras dão sensação de segurança, mas não evitam ataques a escolas, dizem especialistas

por Redação 14 de abril de 2023

Após os ataques à Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, e à creche Cantinho do Bom Pastor, em Blumenau (SC), uma onda de ameaças a outras instituições de ensino despontou ao longo das duas últimas semanas. Diante desse cenário, governos e prefeituras vêm anunciando uma série de medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes das unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Para psicólogas ouvidas pelo R7, inicialmente, a presença dos policiais e dos equipamentos de monitoramento são ferramentas que trazem a sensação de segurança aos alunos e familiares. Entretanto, integrantes do Instituto Sou da Paz afirmam que o investimento exclusivo nessa área não previne episódios futuros de violência.

Os especialistas afirmam que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é essencial o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Presença de policiais
Há anos, a psicóloga especialista em luto e coordenadora do Niped (Núcleo de Intervenções Psicológicas em Emergências e Desastres) Elaine Alves tem atuado em instituições que foram alvo de ataques, como a Escola Estadual Primo Bitti, em Aracruz (ES), e a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP).

Atualmente, Alves presta atendimento na escola da zona oeste de São Paulo onde uma professora foi assassinada a facadas e quatro pessoas ficaram feridas em 27 de março. “O que eu tenho observado na Thomázia é que os pais e alunos se sentem mais seguros [com a presença dos policiais]. Eles não se intimidam. Também estive presente na Raul Brasil e em Aracruz e em nenhuma delas eu senti que a polícia intimidava”, relata a psicóloga.

Entretanto, a profissional faz uma ressalva. “[A presença dos policiais] não tira o medo dos alunos de que os ataques continuem ou o medo de ir à escola. Isso vem se acentuando cada dia mais com relação às [novas] ameaças. São sintomas de estresse pós-traumático que são normais e esperados após um evento extremo”, explica Alves.

A doutora em psicologia clínica pela USP (Universidade de São Paulo) Joana Vartanian corrobora a opinião da coordenadora do Niped. “Eu acredito que seja natural que os pais, a sociedade e as escolas coloquem muitas esperanças em estratégias de segurança, em colocar câmeras de seguranças e vigias. Faz sentido do ponto de vista psicológico, porque a gente quer se sentir seguro depois de ataques como esses.”

Contudo, Vartanian afirma que, do ponto de vista prático, não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o aumento de investimento nessas medidas de segurança — policiamento e instalação de câmeras — com a prevenção de ataques em escolas.

Em nota, o Instituto Sou da Paz, referência em estudos de segurança pública, afirma que “evidências mostram que as iniciativas que direcionam investimento apenas em mais segurança dentro das escolas não funcionam”. A instituição cita como exemplo o massacre de Columbine, em 1999, que terminou com 15 pessoas mortas.

“A partir dele, o país realizou uma série de medidas, como colocar detector de metais, portas reforçadas e câmeras de segurança com reconhecimento facial, além de policiais armados em escolas, mas elas não foram suficientes para diminuir o número de casos violentos”, diz o documento.

Críticas
A coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz Danielle Tsuchida explica que o investimento dos governos e das prefeituras deve estar focado em duas diretrizes: o policiamento da ronda escolar com foco na saída e entrada dos estudantes e fortalecimento com a comunidade escolar e a inteligência policial na apuração de eventuais denúncias pelas plataformas digitais.

“A presença da arma no ambiente escolar pode gerar tensão nos estudantes e nos professores. Para alguns, infelizmente, a polícia não é sinônimo de proteção”, afirma Tsuchida.

À reportagem, um professor de uma escola estadual da região da Vila Sônia, zona oeste da capital paulista, que prefere não ser identificado, conta que a comunidade escolar costuma ter medo dos policiais militares.

“Eu leciono em um bairro periférico. Quando se fala do aumento da presença da polícia nas escolas, [a medida] dá medo na comunidade. A realidade deles é de muita violência”, denuncia. O docente também relata que antes de colocar mais agentes na porta dos colégios, há outras áreas precisando de investimentos.

“Em algumas salas na minha escola, há lâmpadas que estão queimadas, você leciona no escuro. Também não tem mais biblioteca. Virou um carrinho de supermercado que passa uma vez por semana pelos corredores”, exemplica o professor.

O caminho a ser trilhado pelas escolas é o desenvolvimento da cultura de paz por meio do combate ao bullying, do respeito à diversidade, da resolução de conflitos de forma restaurativa e não punitiva, afirma Tsuchida.

“A escola deve ser não só um espaço de aprendizado, mas de acolhimento e de escuta dos jovens. A educação sozinha não vai dar conta”, finaliza a coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.

Fonte: r7

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