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Brumadinho

Brasil

Benefícios que a Vale recebeu em 2021 ultrapassam o que falta pagar de acordo judicial por Brumadinho

por Redação 26 de janeiro de 2024

A mineradora Vale recebeu mais de R$ 19,2 bilhões em benefícios fiscais do governo federal a partir da desoneração de tributos federais e de incentivos governamentais, em 2021, aponta dados do Portal da Transparência. O valor arcaria com o restante da dívida que a empresa deve desembolsar para pagar o acordo de reparação dos danos coletivos da tragédia em Brumadinho, em Minas Gerais, somada em R$ 37,7 bilhões.

Cinco anos após o rompimento da barragem que matou cerca de 270 pessoas, a mineradora arcou com 68% do que precisa ser pago do acordo, restando uma dívida de cerca de 12 bilhões. Até dezembro do ano passado, mais de 7 mil acordos individuais movimentaram R$ 1,3 bilhão em indenizações, segundo a Defensoria Pública de Minas Gerais.

O acordo de reparação, firmado em fevereiro de 2021, trata dos danos coletivos, onde foram previstos investimentos socioeconômicos, ações de recuperação socioambiental, ações de garantia para segurança hídrica, melhorias dos serviços públicos e obras de mobilidade urbana e outras.

Em nota, a Vale afirmou que “segue comprometida com a reparação de Brumadinho, priorizando as pessoas, as comunidades impactadas e o meio ambiente”. A empresa ainda comunicou que 13 barragens do tipo a montante foram eliminadas e 298 iniciativas foram aprovadas para Brumadinho e municípios da Bacia do Paraopeba (confira a íntegra da nota no final da matéria).

Segundo dados do Portal da Transparência, as isenções divulgadas não abrangem todos os benefícios fiscais. Entre os mais renunciados pela Vale estão o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o Imposto de Importação e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

Em 2021, foram mais de 23 mil empresas contempladas pelo governo federal, e 27 empresas receberam um benefício superior a R$ 1 bilhão. No ranking, a mineradora fica atrás apenas da Petrobras, que recebeu R$ 29 bilhões em renúncias.

Íntegra da nota:

A Vale segue comprometida com a reparação de Brumadinho, priorizando as pessoas, as comunidades impactadas e o meio ambiente. Desde 2019, mais de 15,4 mil pessoas fecharam acordos de indenização. A segurança de barragens é fundamental: a empresa eliminou 13 barragens a montante, com a conclusão de mais de 40% no Programa de Descaracterização. Além disso, em uma busca por mudanças duradouras para as comunidades, projetos apoiam a diversificação da economia na região impactada.

Nas ações dentro do Acordo Judicial de Reparação Integral (AJRI), a Vale executou, até o momento, 68% dos R$37,7 bilhões previstos. O Acordo, assinado em 2021, entre a Vale, o Governo de Minas Gerais, Ministério Público Estadual e Federal e a Defensoria Pública de Minas Gerais, foi o instrumento que definiu as obrigações de fazer e pagar para a reparação socioeconômica e socioambiental.

Para Brumadinho e municípios da Bacia do Paraopeba atingidos pelo rompimento, 298 iniciativas foram aprovadas, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população. São ações de fortalecimento de serviços de assistência social e de educação, obras em creches, escolas, hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e moradias populares. O fortalecimento da agropecuária e serviços rurais também estão contemplados.

Julgamento
Após cinco anos do acidente, nenhum réu foi julgado e o processo que tramita na Justiça não tem previsão de julgamento final. Segundo o Ministério Público Federal, o então gerente da consultora Tüv Süd, consultora europeia que atestou a estabilidade da barragem antes do rompimento, está entre os réus que ainda não foram citados.

O gerente já teve um pedido de prisão solicitado e seu nome foi incluído na lista de procurados da Interpol. Ele nunca quis colaborar com a investigação. Agora, a missão das autoridades brasileiras é encontrá-lo na Alemanha para dar prosseguimento à fase de instrução do processo e evitar futuros pedidos de nulidade.

Brumadinho
Nesta quinta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relembrou a tragédia nas redes sociais e criticou a Vale. “Hoje faz cinco anos do crime que deixou Brumadinho debaixo de lama, tirando vidas e destruindo o meio ambiente. 5 anos e a Vale nada fez para reparar a destruição causada”, disse.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Brumadinho: após quatro anos, três vítimas seguem desaparecidas e nenhum réu foi julgado

por Redação 25 de janeiro de 2023

Há quatro anos a família Oliveira procura palavras para explicar a morte repentina da jovem Nathália de Oliveira Porto Araújo, então com 25 anos, aos dois filhos pequenos dela.

Os parentes, que moram em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, também se perdem ao tentar dar uma justificativa para o motivo de o corpo não ter sido enterrado, apesar dos 48 meses desde o óbito.

“Dói muito ficar pensando onde ela pode estar. Onde o corpo dela está?”, questiona-se Rosilene Maria de Oliveira, prima que cresceu com Nathália, uma das 270 vítimas do rompimento da barragem da Mina de Córrego do Feijão, da Vale.

Nathália, que cursou técnica em mineração, era estagiária na mineradora. Ela estava no trabalho, às 12h28, quando o reservatório de rejeitos estourou. A jovem conversava com o marido ao telefone no momento do desastre.

“O Jorge [marido da Nathália] contou que ela disse que parecia estar acontecendo um terremoto. Então, a Nathália disse: “Deus, dai-me o livramento. Neste momento, a tragédia já estava perto dela, que não respondeu mais”, relata Rosilene.

Os momentos que se seguiram foram de tensão para a família. O marido chegou a ter esperança na sobrevivência da jovem ao conseguir sinal do GPS do celular dela, mas nada foi localizado. Nathália e outras três vítimas seguem desaparecidas até hoje.

Desde o dia da tragédia, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais mantém ativa a operação de buscas pelas pessoas levadas pela lama de rejeitos. Nestes 1.462 dias, os trabalhos foram suspensos apenas duas vezes: uma devido à pandemia de Covid-19 e outra pelas fortes chuvas que atingiram a Grande BH no início de 2020.

“Queremos oferecer aos familiares das vítimas o direito de se despedir do ente querido e iniciar novo ciclo”, comenta o tenente-coronel Ivan Santos Pereira Neto, um dos responsáveis pelo trabalho.

Mais de 6.000 bombeiros já passaram pela área de buscas, na chamada Base Bravo, montada na rota da lama da barragem. O colapso despejou quase 10 milhões de metros cúbicos de rejeito no local, o que é suficiente para construir quatro pirâmides de Qéops, a maior do Egito. Aproximadamente 60% desse material já foi vistoriado.

Todo trabalho é orientado por estratégias de buscas desenhadas pelas equipes de inteligência do Corpo de Bombeiros. Atualmente, a operação está na oitava fase do processo, iniciada em agosto de 2022. Atualmente, os agentes usam grandes esteiras que filtram o rejeito, que já é sólido.

A corporação acredita que os equipamentos ajudam a acelerar o processo. O tenente-coronel calcula que será preciso mais um ano e meio para vistoriar a lama restante. A estimativa anterior era de mais três anos. Não há previsão para o fim dos trabalhos.

“A gente consegue otimizar o processo de busca de forma que ela deixe de ser apenas humana, a olho nu. Nas estações, não passa nenhum tipo de material que tenha mais de cinco centímetros de diâmetro. Isso impede possíveis falhas humanas”, detalha.

Todo material biológico encontrado pelos bombeiros é encaminhado para a Polícia Civil, que realiza exames para a confirmação da identidade da vítima. A última identificação aconteceu no dia 20 de dezembro de 2022, quando um exame de DNA confirmou a localização de Cristiane Antunes Campos, então funcionária da Vale.

Justiça

Passados quatro anos da tragédia, a Justiça ainda não levou os possíveis responsáveis pela tragédia a julgamento. O processo ficou parado durante boa parte do ano de 2022 devido a um imbróglio que terminou com a anulação da denúncia feita pelo MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) em 2020.

A medida foi tomada após o STF (Supremo Tribunal Federal) entender que o processo deve correr na Justiça Federal, por haver indícios de crimes federais – falsificação de documento. A decisão atende de Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale, e de Felipe Figueiredo Rocha, engenheiro da mineradora, que entraram na lista de réus.

Às vésperas de o rompimento completar quatro anos e acontecer a prescrição dos crimes ambientais, o MPF (Ministério Público Federal) encaminhou a denúncia do MPMG à Justiça Federal, nesta segunda-feira (23). O processo foi recebido na 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte.

Com procedimento, a Vale, a empresa de consultoria alemã Tüv Süd, Schvartsman e as outras 15 pessoas já denunciadas voltaram a ser réus no processo.

A ação pede a condenação dos 16 acusados por homicídio qualificado contra as 270 vítimas, além de crimes contra a fauna, flora e de poluição. Já as duas empresas vão responder pelos crimes ambientais.

Apesar do caso ainda não ter sido julgado, a Vale afirma que vem implantando medidas de reparação às vítimas, familiares e áreas atingidas. Segundo a companhia, 13,5 mil pessoas impactadas fecharam acordos de indenização com a empresa, sob supervisão dos órgãos públicos.

Em nota, a Vale reafirmou respeito às famílias impactadas diretamente e indiretamente pela tragédia e destacou que “sempre pautou suas atividades por premissas de segurança e seguirá contribuindo com as autoridades, assim como tem feito desde 2019”.

O advogado David Rechulski, que representa a empresa no caso, criticou a denúncia ratificada pelo MPF. “Pode desde logo afirmar que considera absolutamente impensável uma acusação que imputa dolo de forma verticalizada, desde os primeiros níveis operacionais até o presidente da companhia, como se todos, agindo com vontade única, atuassem direcionados a deliberadamente fazerem ou deixarem a barragem se romper, ocasionando, preponderantemente, a trágica morte de seus próprios colegas de empresa e pessoas no entorno. Essa teoria não é minimamente razoável e isso será claramente demonstrado”, declarou.

“Considerando a premissa de que o primeiro foco era o recebimento formal da denúncia com o fim de evitar-se a prescrição dos crimes ambientais, não causa surpresa que uma denúncia de 477 folhas, capeando mais de 80 volumes, num total de mais de 24 mil páginas, tenha sido recebida em menos de 24 horas. Nada mais havendo, portanto, para comentar-se a respeito”, concluiu.

A Tüv Süd informou que não vai comentar sobre a ação judicial. A reportagem não obteve retorno da defesa de Schvartsman.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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