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CÂMARA

Segurança

Câmara aprova projeto de lei que padroniza atuação da Polícia Civil em todo o país

por Redação 6 de setembro de 2023

Após 17 anos de debates, a Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (4) o projeto que cria a Lei Geral da Polícia Civil. A proposta estipula normas de organização, funcionamento e competências da Polícia Civil de todo o Brasil, além de tratar das atribuições dos cargos da corporação. Hoje, a Polícia Civil de cada estado tem regras próprias e modelos de gestão diferentes. A matéria ainda vai ser analisada pelo Senado.

O texto também define como competência da Polícia Civil o desempenho de funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, com exceção das infrações militares. Em outro ponto da matéria, é prevista a criação do Conselho Superior de Polícia Civil, presidido pelo delegado-geral e com uma composição que terá, preferencialmente, a representação dos cargos das carreiras da corporação.

Nesse ponto, houve a construção de um acordo entre o governo e a oposição, depois que uma ala de parlamentares governistas pediu para que fosse incluída no texto uma maior representação de agentes da Polícia Civil no conselho.

Esse entendimento é contrário ao do relator da proposta, o deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), que determinou no relatório que os cargos no conselho serão exclusivos para delegados da Polícia Civil. “Agente não é delegado e não pode estar em conselho superior”, completou o deputado Alberto Fraga (PL-DF).

Além disso, o texto também prevê que o Conselho Nacional da Polícia Civil terá assento e representação no Ministério da Justiça e em outros colegiados federais, estaduais, distritais e municipais que discutam e deliberem sobre políticas públicas da área da segurança.

Fonte: r7

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Política

Avanço na reforma ministerial deve destravar votação do marco fiscal

por Redação 21 de agosto de 2023

Mesmo com as trocas ministeriais ainda em curso, a votação do marco fiscal pode entrar na pauta da próxima semana. A articulação política para dar mais espaço a membros do chamado centrão é um dos entraves para que uma decisão em relação às novas regras fiscais avance na Câmara. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), disse que vai pautar o tema em plenário caso o colégio de líderes chegue a um consenso sobre o texto. A reunião para discutir o tema está marcada para esta segunda-feira (21). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, porém, só deve oficializar a reforma ministerial na próxima semana, depois de retornar da viagem que fará à África.

“Ficou marcada a reunião com o relator, técnicos da Fazenda e da Câmera e líderes partidários para que se discuta a matéria”, disse Lira, destacando que a questão mais polêmica é em torno do cálculo do IPCA, que pode garantir a abertura, para o próximo ano fiscal, de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões.

O valor deve ser usado para bancar a atualização do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Sendo acordado, na terça-feira (22) essa matéria vai a plenário. Não há nenhum tipo de inconstância no tratamento da Câmara às matérias que são essenciais para o Brasil”, completou o presidente.

A reunião com líderes e técnicos da governo deveria ter ocorrido na semana passada, mas uma fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reverberou mal entre os congressistas, que adiaram o encontro. Na ocasião, o petista afirmou que a Casa está com “um poder muito grande” e não pode usá-lo para “humilhar” o Senado nem o Executivo.

O relator do marco fiscal na Câmara, Cláudio Cajado (PP-BA), afirmou que o desconforto entre deputados e o ministro é uma “questão superada”. Por outro lado, deu sinais de que não há acordo para aprovar o marco fiscal e foi enfático ao dizer que não concorda com mudanças feitas pelo Senado ao relatório elaborado por ele. “Se depender de mim, eu quero defender meu relatório. Mas não farei cavalo de batalha”, ponderou.

Cajado também afirmou que não há compromisso com o calendário para votar o texto na próxima semana. “Até o fim do mês, há tempo suficiente para deliberar”, disse, apesar da pressão do governo para acelerar a decisão.

Reforma ministerial
Em meio ao entrave, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articulou durante a semana diretamente com Lira os últimos detalhes da reforma ministerial, com a entrada dos deputados André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) no governo. A troca ministerial, no entanto, ainda não foi oficializada. A expectativa é que isso aconteça depois da viagem de Lula à África. O presidente da República viajou neste domingo (20) e volta no fim da semana.

Além disso, ganhou força nos últimos dias a possibilidade de o próprio Lira fazer parte do governo Lula assim que deixar a presidência da Câmara, em 2025. A ideia é que, no futuro, o deputado assuma a pasta que vier a ser comandada por Fufuca.

Nos bastidores, pesa também na criação de um ambiente mais favorável para aprovar o marco fiscal a liberação de emendas parlamentares. Até mesmo deputados governistas reconhecem a lentidão no envio das verbas por parte do Executivo, mas atribuem isso ao início de um novo governo.

Mesmo sem o rearranjo efetivo nos ministérios e com insatisfação em relação às emendas, a liderança do governo no Congresso afirma que o marco fiscal será votado ao longo da semana. As medidas provisórias do reajuste do salário mínimo com correção da tabela do Imposto de Renda e do reajuste dos servidores públicos também estariam na pauta.

“Não teremos problema, estamos muito seguros e convencidos do senso de responsabilidade da Câmara dos Deputados e do Senado, enfim, do Congresso Nacional para com o Brasil”, declarou o líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP).

Fonte: r7

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Política

CPI das Joias ganha força na Câmara e número de assinaturas cresce em favor da abertura

por Redação 14 de agosto de 2023

O avanço das investigações da Polícia Federal (PF) sobre o suposto esquema de venda ilegal de joias presenteadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem fortalecido na Câmara dos Deputados o movimento pela abertura de uma CPI para apurar o tema. Até esta segunda-feira (14), pelo menos 111 deputados já tinham assinado o pedido de instalação. A expectativa dos autores é encerrar a semana com 130 assinaturas, número que leva como base a sinalização já feita verbalmente por parlamentares.

Os deputados federais governistas Túlio Gadêlha (Rede-PE) e Rogério Correia (PT-MG) lideram a coleta de assinaturas. “Fomos procurados inclusive por lideranças depois que saiu a deflagração da PF. Pelo caminhar das coisas, acredito que haverá adesão suficiente para abrir a CPI. Cada dia, um novo escândalo, novos indícios, o que revela a necessidade de investigar pessoas ligadas ao esquema e como ele funcionou”, afirmou Gadêlha ao R7.

Para instalar uma CPI na Câmara, é necessária a adesão de, pelo menos, 171 deputados, o que significa um terço dos representantes da Casa. Na avaliação de Gadêlha, ainda que as apurações estejam evoluindo no campo judicial, um movimento por parte do Legislativo não deixa de ser importante.

“Se existem implicações no cenário político, também precisa ser discutido no âmbito político. O que foi feito com os valores, os políticos e as autoridades envolvidos, são elementos de interesse público que justificam a apuração parlamentar. Uma coisa não impede a outra. E a CPI deve realizar um trabalho construído de forma cooperativa”, justificou o governista.

Operação da PF
Na sexta-feira (11), a PF realizou quatro mandados de busca e apreensão em uma operação de combate a crimes de peculato e lavagem de dinheiro ligados ao caso das joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de governos estrangeiros. Os alvos foram o general Mauro César Lourena Cid, pai do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro Mauro Cid, o tenente do Exército Osmar Crivelatti e o advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef.

Os investigados são suspeitos de vender joias e presentes oficiais recebidos pelo ex-presidente. De acordo com a PF, eles teriam utilizado “a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado, por meio da venda desses itens no exterior”.

Os relatórios da PF que embasam a liberação dos mandados por parte do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, revelam a venda de kits de joias nos Estados Unidos e a tentativa de leiloar outros bens. Pela primeira vez, o ex-presidente Bolsonaro aparece em primeiro plano no suposto esquema, a partir de mensagens que revelam articulação para a entrega de dinheiro em espécie a Bolsonaro e pelo uso do avião presidencial para transportar ilegalmente as joias.

Os investigadores também pediram as quebras de sigilo bancário e fiscal do ex-chefe do Executivo e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O ministro Alexandre de Moraes vê “determinação” de Bolsonaro para o esquema. A defesa do ex-presidente afirmou que ele “jamais se apropriou ou desviou quaisquer bens públicos”. Em nota, a defesa diz também que Bolsonaro entregou joias “voluntariamente e sem que houvesse sido instado” ao Tribunal de Contas da União (TCU), episódio que ocorreu em março deste ano. Entre os itens de luxo devolvidos estão abotoaduras, um anel, um relógio, uma caneta e uma masbaha, objeto religioso.

Fonte: G1

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Política

Lula é aconselhado a acelerar reforma ministerial para não comprometer pautas econômicas

por Redação 3 de agosto de 2023

Com o retorno dos trabalhos do Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser aconselhado por integrantes do governo a não retardar o processo de reforma ministerial que foi prometido por ele antes do recesso parlamentar. Segundo avaliação do Palácio do Planalto, uma eventual demora pode incomodar os partidos políticos que querem ingressar na gestão, o que levaria as legendas a não votar projetos de interesse do governo, sobretudo da equipe econômica.

Partidos do centrão têm cobrado mais espaço na Esplanada dos Ministérios e em órgãos públicos de maior relevância para o Executivo em troca de garantir governabilidade a Lula no Congresso. As legendas desejam pastas como Esportes, Saúde e Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, mas Lula ainda não definiu quais ministérios vai entregar ao centrão. Outras instituições que estão na mira são a Caixa Econômica Federal e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Em live nas redes sociais nesta semana, Lula disse que não vai fazer “a política do ‘é dando que se recebe'”.

Segundo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), o presidente “está matutando como é que faz para ter o melhor custo-benefício político”.

“É o tipo de coisa que é meio solitária a decisão. Como ela [a reforma] não é ampla, ela é específica para um determinado fim — que é correto, de tentar ampliar e pacificar a base tanto na Câmara, mais na Câmara, e no Senado também —, evidentemente, para dar, você tem que tirar. E quando vai tirar sempre é confusão. Não posso dizer se está perto ou se está longe, porque quem está matutando nisso é o presidente”, disse o senador em entrevista à imprensa.

Marco fiscal e reforma tributária
Até o fim deste mês, o governo espera a aprovação de ao menos dois temas:

  • o projeto do chamado marco fiscal, norma que define novas regras para as contas públicas do país; e
  • a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária.

O primeiro item é mais urgente para o Executivo, que aguarda o aval do Parlamento às mudanças na regra fiscal para elaborar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2024. O documento tem de ser enviado ao Congresso até 31 de agosto.

O texto do arcabouço já foi aprovado na Câmara em maio, mas precisa de uma nova votação dos deputados, porque a redação passou por alterações no Senado. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ainda não definiu uma data para que a proposta seja analisada no plenário. Nesta quarta-feira (2), ele conversou com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e disse que vai marcar uma reunião com líderes partidários para discutir a melhor data.

De todo modo, de acordo com Haddad, se depender de Lira, a Câmara não vai dificultar a votação da proposta. “Nós devemos ter nos próximos dias o arcabouço votado. Talvez na semana que vem ainda. Mas ele não se comprometeu com prazo, porque precisa reunir os líderes. Mas ele falou que não vai esperar nada”, disse.

“Não tem nenhum constrangimento em relação ao governo. Ele não vai esperar nenhuma ação do governo para votar, deixou claríssimo isso. Até porque ele sabe a importância de definir as regras do Orçamento do ano que vem. Não tem Orçamento do ano que vem sem essa matéria votada”, acrescentou Haddad.

Fonte: r7

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Política

Conselho de Ética analisa processos contra Zambelli, Nikolas e outros sete deputados

por Redação 2 de agosto de 2023

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados vai analisar nesta quarta-feira (2) relatórios preliminares referentes a processos contra nove deputados. Entre as representações, há acusações de quebra de decoro, violência política e de gênero. Na reunião, os relatores devem sugerir a aplicação ou não da penalidade, o que também é discutido e votado pelos demais membros do Conselho. As punições podem variar desde censura verbal até a perda do mandato.

O PL, maior partido de oposição ao governo no Congresso, tem quatro deputados processados no conselho: Carla Zambelli (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG), José Medeiros (PL-MT) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Em seguida, a legenda com mais deputados processados é o Psol, com três parlamentares: Célia Xacriabá (Psol-MG), Fernanda Melchiona (Psol-RS) e Talíria Petrone (Psol-RJ). Essa última é citada em dois processos na comissão, um por quebra de decoro parlamentar durante reunião da CPI do Movimento Sem Terra (MST) e outro por acusação de hostilizar um colega durante a votação do Marco Temporal das Terras Indígenas, em maio.

A comissão vai analisar ainda processos contra Juliana Cardoso (PT-SP) e Marcio Jerry (PCdoB-MA).

Confira os processos que serão analisados:

  • Carla Zambelli
    O processo contra Zambelli foi apresentado pelo PSB e tem como relator o deputado João Leão (PP-BA). O partido acusa a deputada de quebra de decoro parlamentar por ter “xingado e constrangido” o deputado Duarte Júnior (PSB-MA) durante uma audiência com o ministro da Justiça, Flávio Dino na Comissão de Segurança da Câmara.

O PSB alega que o comportamento “reduz o Parlamento a uma roda de conversas informais, onde qualquer pessoa pode ofender sem ser repreendido”. A representação acrescenta que a imunidade parlamentar é uma proteção à democracia e não deve ser usada de forma “imoral e zombeteira”. O R7 procurou a assessoria de Zambelli para comentar o caso e aguarda a resposta.

  • Márcio Jerry
    O processo contra Márcio Jerry (PCdoB-MA) foi apresentado pelo PL e tem como relator o deputado Ricardo Maia (MDB-BA) também por quebra de decoro. Ele é acusado de importunação sexual contra a deputada Julia Zanatta (PL-SC). O caso também teria ocorrido durante audiência com Flávio Dino na Comissão de Segurança da Câmara. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram Jerry conversando perto do pescoço da parlamentar.

Ao se defender, Jerry postou o vídeo do momento e disse que a acusação é uma “fake news absurda”. Ao R7, o parlamentar afirmou que falou para a deputada respeitar o mandato de Lidice da Mata (PSB-BA). No vídeo, é possível ver que Lidice e Zanatta estavam discutindo durante um bate-boca na comissão.

  • Nikolas Ferreira

O processo contra Nikolas Ferreira (PL-MG) foi apresentado por quatro partidos: Psol, PDT, PT e PSB. O processo é relatado pelo deputado Alexandre Leite (União-SP). Na justificativa dos processos, as legendas afirmam que o deputado mineiro faltou com decoro ao usar uma peruca loira para “fazer um discurso de cunho flagrantemente discriminatório e transfóbico”. O episódio ocorreu em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher.

Na ocasião, ele foi repreendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). “O Plenário da Câmara dos Deputados não é palco para exibicionismo e muito menos discursos preconceituosos. Não admitirei o desrespeito contra ninguém”, disse Lira.

Após repercussão, Nikolas se defendeu alegando que o discurso não foi preconceituoso.

José Medeiros

O processo contra José Medeiros (PL-MT) foi apresentado pelo PT também por quebra de decoro durante a sessão que comemorava o Dia da Mulher. O relator é o deputado Albuquerque (Republicanos-RR).

Na representação, o PT alega que Medeiros intimidou a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) e xingou e agrediu o deputado Miguel Ângelo (PT-MG). Comportamentos “que descambam para a violência física e intimidação injustificável não têm e não poderão jamais encontrar guarida na garantia da imunidade parlamentar”, afirma o PT.

A reportagem procurou a assessoria de José Medeiros, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Juliana Cardoso

Na representação, o PP diz que a deputada Juliana Cardoso (PT-SP) quebrou o decoro parlamentar ao chamar de “assassinos” os parlamentares favoráveis à urgência do projeto que dificulta a demarcação de terras indígenas. O relator do caso é o deputado Gabriel Mota (Republicanos-RR).

Ao comentar o caso, a deputada afirmou que o pedido de cassação é “uma manobra e nítida perseguição política, que caracteriza violência política de gênero com mulheres eleitas”.

Talíria Petrone

A deputada responde a dois processos no conselho, ambos protocolados pelo PL. Um dos processos alega que a deputada carioca quebrou o decoro parlamentar durante a CPI do MST, por ter acusado o relator do colegiado, deputado Ricardo Salles (PL-SP), de fraudar mapas e ter relação com o garimpo.

Na segunda representação, Talíria é acusada de hostilizar um colega com posição contrária durante a votação do projeto do marco temporal de terras indígenas. O relator dos dois processos é o deputado Rafael Simoes (União-MG).

Talíria classificou o processo no Conselho de Ética como uma perseguição à bancada feminina. “Temos denunciado insistentemente a misoginia na Câmara. Além dos processos contra nós no Conselho de Ética caminharem em ritmo muito mais acelerado do que contra os golpistas do 8 de Janeiro, por exemplo, somos uma minoria ínfima em outros cargos na Casa”, afirmou.

Eduardo Bolsonaro

O PT pede a aplicações de sanções contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por um bate-boca com o deputado Dionilso Marcon (PT-RS), em reunião da Comissão de Trabalho. O deputado Josenildo (PDT-AP) é o relator da representação.

A confusão começou após Marcon ter questionado a facada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018. Com isso, Eduardo Bolsonaro levantou, xingou e ameaçou o petista. Os dois foram contidos por colegas.

Ao se defender, Eduardo afirmou que “qualquer um que se coloque no seu lugar, conseguiria entender exatamente a atitude que eu tive”.

Célia Xakriabá

O PL pede que a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) seja punida por ter ofendido deputados que votaram favoravelmente ao projeto do marco temporal de terras indígenas.

O partido diz que o autor do requerimento de urgência da proposta que dificulta a demarcação de áreas indígenas, deputado Zé Trovão (PL-SC), foi “especialmente ofendido” pelas críticas de Xakriabá. O relator do caso é o deputado Paulo Magalhães (PSD-BA).

Ao R7, a assessoria da parlamentar informou que não vai se pronunciar agora, só depois da análise do relatório preliminar pelo conselho.

Fernanda Melchiona

Ainda no contexto da votação do projeto do marco temporal de terras indígenas, o PL representou contra a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) por ter postado a foto de vários deputados gaúchos que votaram a favor da matéria.

A questão tem como relator o deputado Alex Manente (Cidadania-SP).

Como ocorrem os julgamentos no Conselho de Ética
Concluído o processo no Conselho de Ética, o deputado denunciado ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, caso entenda que o trâmite foi inconstuticional ou antirregimental. As decisões finais seguem para votação aberta em plenário.

No caso da cassação de mandato ou suspensão temporária do exercício parlamentar, é necessário o apoio da maioria absoluta dos deputados, ou seja, ao menos 257.

Casos de censura verbal ou censura escrita não são decididos pelo plenário. Essas penalidades são de competência do presidente da Câmara e da Mesa Diretora, respectivamente.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Lira vai instalar CPI para investigar esquema de pirâmide financeiras com criptomoedas

por Redação 4 de junho de 2023

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), vai instalar na terça-feira (6) a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das criptomoedas. O objetivo é investigar 11 empresas que teriam realizado operações fraudulentas com pirâmides financeiras. A CPI terá prazo de funcionamento de 120 dias, prorrogável por até 60 dias, e será formada por 32 titulares e 32 suplentes, que serão indicados pelas lideranças partidárias.

As empresas alvo da comissão foram identificadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), acusadas de se utilizar de divulgação de informações falsas sobre projetos e promessa de rentabilidade alta ou garantida para atrair as vítimas e sustentar um esquema de pirâmide financeira. Os investigados têm os nomes relacionados com os esquemas da Atlas Quantum, Zero10 Club (Genbit) e TraderGroup.

A Atlas Quantum é uma empresa que atua no mercado financeiro oferecendo soluções em investimentos. A plataforma é voltada para o Bitcoin e tem como missão fornecer saques para os que possuem moedas digitais. Em 2019, a empresa parou de pagar investidores, deixando um prejuízo estimado de US$ 7 bilhões a 200 mil pessoas. O negócio foi processado pela CVM e é alvo de investigação da Polícia Federal.

No caso da Zero10 Club, que depois mudou o nome para Genbit, eram oferecidos investimentos em cotas empresariais com ganhos de 5% a 15% ao mês. Em 2019, o Ministério Público entrou com ação contra a empresa contra prejuízo de R$ 1 bilhão a cerca de 45 mil pessoas.

Já o Trader Group foi alvo de uma operação da Polícia Federal em 2019, acusada de pirâmide financeira. Após isso, a CVM multou o grupo em R$ 14,6 milhões, por oferecer tokens de valor mobiliário de forma irregular.

As comissões parlamentares de inquérito têm poderes de investigação semelhantes às autoridades judiciais. Podem convocar autoridades, requisitar documentos e quebrar sigilos pelo voto da maioria dos integrantes.

A comissão vai funcionar na Câmara ao mesmo tempo que outras três CPIs: a do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a das Americanas e a das apostas esportivas. Além dessas, também está em atividade a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de janeiro, que apura os atos de vandalismo na Esplanada.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Governo tem ‘plano B’ para Auxílio Gás em caso de derrota no Congresso

por Redação 1 de junho de 2023

Em meio às dificuldades do governo federal para conseguir a aprovação de medidas provisórias editadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Palácio do Planalto já tem um “plano B” para o Auxílio Gás, uma das propostas que vai perder a validade nesta quinta-feira (1º). Na terça-feira (30), durante a análise de outra medida provisória, a que retomou o Bolsa Família, a Câmara dos Deputados incorporou o adicional do Auxílio Gás à redação do programa de transferência de renda. O texto foi aprovado, mas ainda precisa do aval do Senado.

Caso o Senado não aprove a MP que concede a famílias de baixa renda um valor suficiente para a compra de um botijão de gás de cozinha de 13 kg, Lula pode editar um decreto para manter o benefício. O ato do Poder Executivo não precisa do aval do Parlamento para entrar em vigor.

Originalmente, o Auxílio Gás previa a transferência a cada dois meses de uma ajuda correspondente a 50% do preço de um botijão às famílias beneficiárias. Em agosto de 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) autorizou a transferência de um benefício no valor total do produto e, no início deste ano, Lula assinou uma medida provisória para manter a regra pelo menos até dezembro.

A MP do Bolsa Família só perde a validade no fim de junho, mas com a inclusão do Auxílio Gás ao texto do projeto de conversão em lei, a matéria precisa ser aprovada até esta quinta-feira. Caso contrário, o benefício para a compra de um botijão volta a ser de apenas 50% do valor do produto.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome, “os procedimentos administrativos para publicação do decreto seguem em curso”. “Dessa forma, estará garantido o pagamento do benefício do PAGB [Programa Auxílio Gás dos Brasileiros] no valor de 100% até o fim de 2023, independentemente se a MP nº 1.155/2023 prosperar ou não”, informou a pasta, em nota.

O número de famílias que recebem o Auxílio Gás a cada dois meses varia de acordo com a oscilação do preço médio do botijão de gás de cozinha e o processo de averiguação cadastral do Cadastro Único.

O último pagamento do benefício aconteceu em abril, com o repasse de R$ 110 para 5,7 milhões de famílias. O valor correspondeu à média nacional do produto calculada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo o calendário do Poder Executivo, as próximas transferências acontecem em junho, agosto, outubro e dezembro. Para este ano, o governo reservou R$ 3,7 bilhões para bancar o programa social.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Comissão da Câmara planeja fazer vistorias em barragens com risco de rompimento

por Redação 2 de março de 2023

Parlamentares na Câmara dos Deputados planejam fazer vistoria presencial em barragens que correm risco de rompimento em todo o país. A comissão externa da Casa que trata do tema iniciou o ano legislativo com a aprovação de um plano de trabalho que prioriza a fiscalização das estruturas de rejeitos de mineração.

A fiscalização se refere a represas construídas pelo método a montante, tipo de barragem que deposita rejeitos nela mesma, formando uma espécie de praia com as camadas acumuladas. Atualmente, construções que usam esse método estão proibidas.

“Nós iremos in loco acompanhar o processo de descomissionamento”, afirmou o deputado Padre João (PT-MG), autor do requerimento para as vistorias. O descomissionamento é o aterro ou drenagem que deixam a estrutura inutilizada. “Muitas barragens já deveriam estar com esse processo avançado”, disse o parlamentar.

Um relatório da Superintendência de Segurança de Barragens de Mineração, de 2022, afirma que há pelo menos 60 barragens do tipo em situação de emergência no Brasil. Quarenta ficam em Minas Gerais e quatro têm alto risco de rompimento.

A deputada Duda Salabert (PDT-MG) explicou que o alerta máximo ocorre quando a captação de água está acima do limite. Três das mineradoras são da Vale e uma é da Arcelor Mittal. Segundo a parlamentar, técnicos da Vale disseram que o rompimento dessas estruturas é uma questão de tempo.

Cronograma
Além das vistorias, os deputados da comissão externa aprovaram a realização de audiências públicas. A primeira está marcada para esta terça-feira (7). O objetivo principal da comissão é se debruçar sobre as tragédias de Mariana e Brumadinho, bem como acompanhar os desdobramentos dos crimes ambientais e as medidas a serem cumpridas nesse sentido.

O coordenador dos trabalhos, deputado Rogério Correia (PT-MG), detalhou ainda que os membros têm a intenção de “aprimorar a legislação nacional e elaborar sugestões de ações a serem realizadas por órgãos e entidades da administração pública e entes privados” em relação não só aos acordos de Brumadinho e Mariana, mas para barragens com risco de rompimento em geral.

A comissão externa vai articular junto ao Senado a aprovação dos projetos de lei que tratam da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens e da tipificação do crime de ecocídio, que se refere a crimes contra o planeta.

Os deputados continuam acompanhando a repactuação do acordo de Mariana para reparações dos danos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão, da Somarco, em 2015. Por enquanto, restam as análises do governo federal quanto à saúde da população atingida e a recuperação da área inundada.

Já foi aprovado um requerimento para uma audiência pública com foco nos pescadores que viviam da pesca no rio Doce, atingido pelo desastre de Mariana. Os profissionais querem o retorno do pagamento do auxílio emergencial, cortado em 2020. O objetivo é encontrar soluções para esses trabalhadores. A situação de mulheres, crianças e esportistas aquáticos afetados pelo rompimento e contaminação do rio também é alvo de debate.

A comissão produzirá uma série de relatórios no final dos trabalhos. Os temas foram divididos em cinco: Mariana e rio Doce; Brumadinho; legislação; barragens de risco; e povos e comunidades tradicionais.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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