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CARLA ZAMBELLI

Brasil

PF indicia deputada Carla Zambelli e hacker Walter Delgatti por invasão ao sistema do CNJ

por Redação 1 de março de 2024

A PF (Polícia Federal) indiciou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) no inquérito sobre invasões nos sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), com o objetivo de inserir um mandado de prisão falso contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e 11 alvarás de soltura falsos. O hacker envolvido no caso, Walter Delgatti Neto, também foi indiciado no inquérito. Segundo a investigação, Zambelli teria pagado R$ 40 mil para que ele invadisse o sistema do CNJ e inserisse os documentos falsos.

Na representação ao qual a reportagem teve acesso, a Polícia Federal afirma que Carla Zambelli cometeu os crimes de invasão de dispositivo informático qualificado e falsidade ideológica. Delgatti foi indiciado por crimes de invasão de dispositivo informático qualificado, falsidade ideológica, falsa identidade e denunciação caluniosa.

O próximo passo é o encaminhamento do relatório à PGR (Procuradoria-Geral da República), que terá a responsabilidade de deliberar sobre a possibilidade de apresentar ou não denúncia contra a deputada.

Em nota, a defesa de Zambelli classificou a conclusão da PF como “arbitrária”. “A interpretação deduzida pela autoridade policial asseverando que a deputada tenha recebido eventualmente documentos não evidencia adesão ou qualquer tipo de colaboração, ainda mais que ficou demonstrado que não houve qualquer encaminhamento a terceiros, bem como ficou igualmente comprovado que incorreram repasses de valores como aleivosamente sugestionado por aquele”, afirmou.

Já a defesa de Delgatti informou que não foi surpreendida pela decisão da Polícia Federal. “Desde sua prisão, Walter confessa sua participação na invasão da plataforma do CNJ. O indiciamento de Carla Zambelli confirma que Walter, a todo momento, colaborou com a justiça, levando a PF até a mandante e financiadora dos atos perpetrados por ele”, informou o advogado do hacker, Ariovaldo Moreira, acrescentando que pretende fazer um novo pedido de revogação da prisão cautelar de Delgatti.

Relembre o caso
A deputada e o hacker foram alvo de uma operação da PF em agosto do ano passado. Na época, Zambelli negou ter contratado Delgatti para fazer trabalhos criminosos e afirmou que os pagamentos feitos a ele se referem a serviços que ela contratou para o seu site, pelo valor de R$ 3 mil.

Delgatti ficou conhecido pelo episódio da “Vaza Jato”, quando invadiu telefones de autoridades envolvidas com a Operação Lava Jato e vazou conversas entre integrantes da força-tarefa. Em depoimento à PF, ele disse que Zambelli o teria contratado pelo valor de R$ 40 mil para fraudar urnas eletrônicas e inserir um mandado de prisão contra Moraes no sistema do CNJ.

A deputada também admitiu à PF que mediou um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o hacker. No entanto, a parlamentar inocentou Bolsonaro de qualquer ligação criminosa com Delgatti.

Fonte: r7

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Brasil

Carla Zambelli é multada em R$ 30 mil pelo TSE por disseminar fake news durante eleição

por Redação 21 de fevereiro de 2024

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aplicou nesta terça-feira (20) uma multa de R$ 30 mil à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) por disseminar notícias falsas sobre o aplicativo e-Título durante a campanha eleitoral de 2022. As postagens enganosas afirmavam que o QR Code na plataforma registraria automaticamente votos para Lula.

Além disso, outras publicações sugeriam que o sistema da Justiça Eleitoral estava realizando propaganda antecipada para Lula por meio do do QR Code do aplicativo. Todas as postagens foram removidas após uma decisão do ministro Raul Araújo, em 2022.

Durante a sessão de julgamento, os ministros decidiram pela condenação por unanimidade, embora o ministro Nunes Marques tenha discordado quanto ao valor da multa de Zambelli, sugerindo R$ 15 mil.

O R7 entrou em contato com a assessoria da deputada para solicitar um posicionamento, no entanto, até o momento da publicação desta reportagem, não houve resposta. O espaço permanece disponível para eventual manifestação.

O relator do processo, ministro Floriano de Azevedo Marques, explicou que o valor considerou o cargo político da deputada e sua reincidência na conduta, continuando a disseminar as fake news mesmo após a divulgação das verificações pelo TSE e outras agências de notícias.

A vice-presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, manifestou preocupação com o dolo eleitoral, ressaltando que Zambelli estava ciente da falsidade das informações e mesmo assim as disseminou.

Duas outras pessoas mencionadas no processo — Darcio Bracarense e Inácio Florêncio Filho — também receberam multas de R$ 15 mil cada por produção e disseminação de notícias falsas.

Fonte: r7

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Brasil

Destaques da semana: Zambelli depõe na PF, novos réus julgados pelo 8/1 e veto ao marco temporal

por Redação 13 de novembro de 2023

O depoimento da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) à Polícia Federal (PF), em Brasília, está previsto para ocorrer nesta terça-feira (14). A parlamentar vai falar sobre a participação dela em um esquema que inseriu dados falsos no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Os advogados de Zambelli já pediram diversas vezes o adiamento, sob a alegação de não ter tido acesso ao inquérito. A deputada e o hacker Walter Delgatti Neto foram alvo de uma operação, deflagrada pela PF em agosto, para apurar a invasão do sistema do CNJ com o objetivo de inserir informações falsas sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Em nota, a assessoria de Zambelli afirma que a PF não encontrou indícios de que a deputada soubesse dos ataques ao sistema do CNJ ou mesmo sobre as transações entre o então assessor dela e Delgatti Neto.

Análise dos vetos ao marco temporal

O feriado da Proclamação da República, na quarta (15), interferiu na agenda do Congresso Nacional. Por isso, em vez da quinta (16), a análise dos vetos ao marco temporal para demarcação de terras indígenas deve ocorrer no dia 23. A discussão estava prevista para o dia 9, mas ficou de fora da pauta da sessão conjunta do Congresso.

O R7 verificou que a avaliação das lideranças foi que o debate em torno desse veto poderia impactar na tramitação da reforma tributária, que, apesar de já ter sido aprovada no Senado, terá de voltar para a Câmara dos Deputados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o principal artigo do projeto, que diz que uma terra só poderia ser demarcada se fosse comprovado que os indígenas estavam nela ou disputavam a posse dela na data da promulgação da Constituição Federal vigente (5 de outubro de 1988). Pela tese, quem estivesse fora da área na data ou chegasse depois não teria direito a pedir a demarcação.

Para a rejeição do veto, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, ou seja, 257 e 41 votos, respectivamente. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) tem o apoio de 303 deputados e 50 senadores, o que é suficiente para derrubar os vetos.

Mais cinco pessoas julgadas pelo 8 de Janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a sexta (17) o julgamento de mais cinco réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de participação nos atos extremistas do 8 de Janeiro, em Brasília. As ações penais serão analisadas de forma virtual até o dia 24.

Os cinco réus, presos durante os ataques aos prédios da praça dos Três Poderes, foram acusados pela PGR dos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.

Desde setembro, a Corte já condenou 20 pessoas por envolvimento nos atos extremistas. Os primeiros foram Matheus Lima de Carvalho Lázaro e Aécio Lucio Costa Pereira, que receberam penas de 17 anos de prisão em regime inicial fechado.

Fonte: r7

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Política

Coaf identifica transações atípicas de Carla Zambelli e que assessor repassou dinheiro para adolescente

por Redação 6 de setembro de 2023

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) constatou que contas ligadas à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) “podem indicar suspeita de lavagem de dinheiro”. De acordo com os dados compartilhados pelo Coaf com a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, Zambelli teria usado uma conta pessoal “para receber doações em favor da Associação Movimento nas Ruas”, da qual é fundadora. Os valores chegam a R$ 197,8 mil.

“Visto que a conta deve ser utilizada para movimentação de recursos próprios, concluiu-se que as doações recebidas na conta da Sra. Carla caracterizam movimentação de recursos de terceiro, podendo indicar suspeita de lavagem de dinheiro”, destacou o documento do conselho.

Zambelli teria transferido os valores para outra conta, também de sua titularidade. Ao R7, a deputada afirmou que não teve acesso ao relatório do Coaf e que, por isso, não pode comentar o caso. “Eles desrespeitaram o período e vazaram seletivamente uma parte só do relatório”, completou, em referência à CPMI.

O advogado da parlamentar Daniel Bialski declarou que “não há nada de ilícito ou irregular nessa movimentação”.

Empresa de esposa de assessor
No mesmo material, o Coaf analisou as transações, de 2/5/2022 a 31/7/2023, da empresa Hernani Filmes e Marketing Digital, de propriedade de Monica Romica, esposa de Jean Hernani, assessor parlamentar de Zambelli. “Constatamos indícios de que o Sr. Jean Hernani utilizou a empresa em nome de sua cônjuge”, destaca o relatório. Jean teria recebido R$ 367 mil da empresa da esposa.

Segundo o Coaf, a firma pode ter sido usada como fachada. A empresa teria movimentado R$ 753 mil com candidatos do PL nas eleições de 2022 e com o próprio partido. O R7 aguarda a resposta de Jean e Monica.

Zambelli teria enviado à firma R$ 94 mil. O Coaf destacou nove recebedores de recursos da Hernani Filmes e Marketing Digital, além de Jean, do PL e dos candidatos da sigla. Entre eles está um adolescente de 17 anos, que teria recebido R$ 16.595 em seis transações. Os valores repassados pela empresa aos nove destinatários somam R$ 289.798.

“As movimentações foram consideradas atípicas, caracterizando comportamento de fast cashout (entrada e saída rápidas do saldo da conta; modelo pode ser usado para dificultar a origem dos recursos) com a rápida movimentação de fundos, triangulação e desvio de finalidade. Os comportamentos suspeitos identificados resultaram bloqueio das operações, na qual seguimos com o processo de encerramento do relacionamento”, destacou o relatório do Coaf.

Fonte: r7

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Política

CPMI vota nesta quinta pedidos de quebra de sigilo de Zambelli, do hacker e de militares da PMDF

por Redação 24 de agosto de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro vota nesta quinta-feira (24) os pedidos de quebra de sigilo da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), do hacker Walter Delgatti Netto e de militares da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Um pedido de reconvocação do tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também está na pauta da reunião.

A votação dos requerimentos deveria ter ocorrido na terça-feira (22); no entanto, foi adiada por falta de acordo entre governistas e oposição. Na ocasião, a ala aliada ao governo queria pôr em votação requerimentos de quebra de sigilo telemático e financeiro de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle. Os pedidos são da relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que quer investigar o fluxo do dinheiro que financiou os atos extremistas do 8 de Janeiro.

Os parlamentares também devem votar a convocação do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, ex-comandante do 1º Comando de Policiamento Regional da PMDF; do subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior; e do segundo-tenente Osmar Crivelatti, que era assistente do ex-presidente e foi apontado pela Polícia Federal como uma das pessoas envolvidas no esquema de venda ilegal de presentes dados a Bolsonaro por delegações estrangeiras.

Fonte: r7

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Política

Expectativa da PF é que hacker da ‘Vaza Jato’ faça delação premiada

por Redação 15 de agosto de 2023

A Polícia Federal (PF) trabalha com a expectativa de que o hacker Walter Delgatti Neto feche um acordo de delação premiada antes de seu depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, marcado para a próxima quinta-feira (17). Ele foi preso na investigação que apura a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o R7 apurou, os investigadores esperam que, em uma delação, o hacker dê detalhes do que foi acordado entre ele e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

A convocação para a CPMI foi um pedido da ala governista, que alega que Delgatti tem “envolvimento na promoção dos atos criminosos contra a democracia e as instituições públicas brasileiras”. Por se tratar de uma convocação, Delgatti é obrigado a comparecer à comissão.

No mesmo dia em que a prisão do hacker foi decretada, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Zambelli, suspeita de ter contratado o hacker para executar crimes.

A operação teve o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do CNJ e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). A suspeita da PF é que a deputada tenha efetuado pagamentos a Delgatti para que ele invadisse o sistema.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais, 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um falso mandado de prisão em desfavor do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

As inserções fraudulentas ocorreram após a invasão criminosa aos sistemas do CNJ, segundo a PF, com a utilização de credenciais falsas obtidas de forma ilícita. Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

Fonte: r7

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Política

Gilmar Mendes vota para receber denúncia e tornar Carla Zambelli ré

por Redação 11 de agosto de 2023

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (11) para tornar ré a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. O julgamento da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a parlamentar será realizado no plenário virtual até 21 de agosto.

Em outubro do ano passado, um dia antes do segundo turno das eleições, Zambelli sacou um pistola e perseguiu um homem na rua de um bairro nobre de São Paulo. À época, a parlamentar disse que tomou a atitude depois de ter sido agredida e xingada pelo indivíduo, que, segundo ela, seria militante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo a PGR, a deputada “não detém autorização para o manejo ostensivo do armamento em via pública e em local aberto ao público contra pessoa do povo que não ensejava qualquer mal, ameaça ou perigo concreto à vida ou à integridade física sua ou de terceiro”.

No documento, o órgão pede que Zambelli seja condenada a pagar multa de R$ 100 mil e que o porte de arma da deputada seja cancelado definitivamente.

Se houver um pedido de vista, o julgamento será suspenso. Caso ocorra um pedido de destaque, a decisão será levada ao plenário físico do tribunal. Se a denúncia for aceita, Zambelli passará à condição de ré e vai responder a uma ação penal. O R7 tentou contato com a defesa da parlamentar.

Em fevereiro, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, determinou a abertura de inquérito para investigar a deputada por perseguição armada. Carla Zambelli descumpriu uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral que proíbe o transporte de armas no fim de semana da eleição.

No dia do incidente, em outubro de 2022, o homem chegou a ser encurralado por apoiadores da deputada em uma lanchonete, mas foi liberado pouco depois.

Fonte: r7

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Política

Zambelli diz que Bolsonaro teria perguntado a hacker da ‘Vaza Jato’ se urnas eletrônicas são confiáveis

por Redação 2 de agosto de 2023

A deputada federal Carla Zambelli afirmou nesta quarta-feira (2) que, durante uma suposta reunião entre ela, Jair Bolsonaro e o hacker Walter Delgatti Neto, preso pela Polícia Federal, o ex-presidente teria questionado o hacker sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo a parlamentar, Delgatti teria respondido que “nenhum sistema tecnológico é confiável”.

“A conversa foi privada, mas a pergunta que o [então] presidente fez foi se as urnas eram confiáveis, e ele [Delgatti] respondeu que nenhum sistema tecnológico é confiável. A partir dali, não houve mais qualquer contato com o [ex] presidente [Jair] Bolsonaro”, disse.

A afirmação foi dada durante coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados no fim da manhã desta quarta-feira (2). Zambelli não passou detalhes sobre a data nem o lugar onde a reunião teria ocorrido, mas disse que Bolsonaro não deu continuação às tratativas de contratação do hacker.

A deputada afirmou que se encontrou com Delgatti Neto poucas vezes e que ele teria oferecido uma “espécie de auditoria” das urnas eletrônicas durante o primeiro e o segundo turno das eleições do ano passado.

“Foram poucos encontros, três no máximo, em que a gente conversou sobre tecnologia. […] Depois disso, ele foi conhecer o [ex] presidente Bolsonaro porque disse que teria muitas informações sobre tecnologia”, declarou.

Fonte: r7

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Política

Em decisão, Moraes mandou apreender armas, munições e passaporte de Zambelli

por Redação 2 de agosto de 2023

Em decisão que determinou busca e apreensão em endereços da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes mandou apreender armas, munições, computadores, tablets, celulares, passaporte e outros materiais da deputada.

O magistrado pediu à PF que verificasse a existência de eventuais cômodos secretos ou salas reservadas em quaisquer dos locais, além de cópias ou apreensão dos registros de controle de ingresso nos endereços da parlamentar, busca e apreensão em veículos eventualmente encontrados nos endereços e nos armários de garagem.

Moraes também autorizou o acesso e a análise do conteúdo de dados, arquivos eletrônicos, mensagens e emails armazenados em eventuais computadores, servidores e redes, inclusive em serviços digitais de armazenamento em nuvem.

O ministro determinou ainda a apreensão de dinheiro e bens, como joias, veículos, obras de arte e outros objetos em valores superiores a R$ 10 mil, desde que não comprovada cabalmente, no local dos fatos, a origem lícita.

Mais cedo, a Polícia Federal prendeu o hacker Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato.

Operação
A operação 3FA tem o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

As ações ocorrem no escopo de inquérito policial instaurado para apurar a invasão do sistema do CNJ, que tramitou na Justiça Federal, mas teve declínio de competência para o STF em razão do surgimento de indícios de possível envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais do Brasil 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um mandado de prisão falso em desfavor do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Fonte: r7

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Política

Conselho de Ética analisa processos contra Zambelli, Nikolas e outros sete deputados

por Redação 2 de agosto de 2023

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados vai analisar nesta quarta-feira (2) relatórios preliminares referentes a processos contra nove deputados. Entre as representações, há acusações de quebra de decoro, violência política e de gênero. Na reunião, os relatores devem sugerir a aplicação ou não da penalidade, o que também é discutido e votado pelos demais membros do Conselho. As punições podem variar desde censura verbal até a perda do mandato.

O PL, maior partido de oposição ao governo no Congresso, tem quatro deputados processados no conselho: Carla Zambelli (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG), José Medeiros (PL-MT) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Em seguida, a legenda com mais deputados processados é o Psol, com três parlamentares: Célia Xacriabá (Psol-MG), Fernanda Melchiona (Psol-RS) e Talíria Petrone (Psol-RJ). Essa última é citada em dois processos na comissão, um por quebra de decoro parlamentar durante reunião da CPI do Movimento Sem Terra (MST) e outro por acusação de hostilizar um colega durante a votação do Marco Temporal das Terras Indígenas, em maio.

A comissão vai analisar ainda processos contra Juliana Cardoso (PT-SP) e Marcio Jerry (PCdoB-MA).

Confira os processos que serão analisados:

  • Carla Zambelli
    O processo contra Zambelli foi apresentado pelo PSB e tem como relator o deputado João Leão (PP-BA). O partido acusa a deputada de quebra de decoro parlamentar por ter “xingado e constrangido” o deputado Duarte Júnior (PSB-MA) durante uma audiência com o ministro da Justiça, Flávio Dino na Comissão de Segurança da Câmara.

O PSB alega que o comportamento “reduz o Parlamento a uma roda de conversas informais, onde qualquer pessoa pode ofender sem ser repreendido”. A representação acrescenta que a imunidade parlamentar é uma proteção à democracia e não deve ser usada de forma “imoral e zombeteira”. O R7 procurou a assessoria de Zambelli para comentar o caso e aguarda a resposta.

  • Márcio Jerry
    O processo contra Márcio Jerry (PCdoB-MA) foi apresentado pelo PL e tem como relator o deputado Ricardo Maia (MDB-BA) também por quebra de decoro. Ele é acusado de importunação sexual contra a deputada Julia Zanatta (PL-SC). O caso também teria ocorrido durante audiência com Flávio Dino na Comissão de Segurança da Câmara. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram Jerry conversando perto do pescoço da parlamentar.

Ao se defender, Jerry postou o vídeo do momento e disse que a acusação é uma “fake news absurda”. Ao R7, o parlamentar afirmou que falou para a deputada respeitar o mandato de Lidice da Mata (PSB-BA). No vídeo, é possível ver que Lidice e Zanatta estavam discutindo durante um bate-boca na comissão.

  • Nikolas Ferreira

O processo contra Nikolas Ferreira (PL-MG) foi apresentado por quatro partidos: Psol, PDT, PT e PSB. O processo é relatado pelo deputado Alexandre Leite (União-SP). Na justificativa dos processos, as legendas afirmam que o deputado mineiro faltou com decoro ao usar uma peruca loira para “fazer um discurso de cunho flagrantemente discriminatório e transfóbico”. O episódio ocorreu em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher.

Na ocasião, ele foi repreendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). “O Plenário da Câmara dos Deputados não é palco para exibicionismo e muito menos discursos preconceituosos. Não admitirei o desrespeito contra ninguém”, disse Lira.

Após repercussão, Nikolas se defendeu alegando que o discurso não foi preconceituoso.

José Medeiros

O processo contra José Medeiros (PL-MT) foi apresentado pelo PT também por quebra de decoro durante a sessão que comemorava o Dia da Mulher. O relator é o deputado Albuquerque (Republicanos-RR).

Na representação, o PT alega que Medeiros intimidou a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) e xingou e agrediu o deputado Miguel Ângelo (PT-MG). Comportamentos “que descambam para a violência física e intimidação injustificável não têm e não poderão jamais encontrar guarida na garantia da imunidade parlamentar”, afirma o PT.

A reportagem procurou a assessoria de José Medeiros, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Juliana Cardoso

Na representação, o PP diz que a deputada Juliana Cardoso (PT-SP) quebrou o decoro parlamentar ao chamar de “assassinos” os parlamentares favoráveis à urgência do projeto que dificulta a demarcação de terras indígenas. O relator do caso é o deputado Gabriel Mota (Republicanos-RR).

Ao comentar o caso, a deputada afirmou que o pedido de cassação é “uma manobra e nítida perseguição política, que caracteriza violência política de gênero com mulheres eleitas”.

Talíria Petrone

A deputada responde a dois processos no conselho, ambos protocolados pelo PL. Um dos processos alega que a deputada carioca quebrou o decoro parlamentar durante a CPI do MST, por ter acusado o relator do colegiado, deputado Ricardo Salles (PL-SP), de fraudar mapas e ter relação com o garimpo.

Na segunda representação, Talíria é acusada de hostilizar um colega com posição contrária durante a votação do projeto do marco temporal de terras indígenas. O relator dos dois processos é o deputado Rafael Simoes (União-MG).

Talíria classificou o processo no Conselho de Ética como uma perseguição à bancada feminina. “Temos denunciado insistentemente a misoginia na Câmara. Além dos processos contra nós no Conselho de Ética caminharem em ritmo muito mais acelerado do que contra os golpistas do 8 de Janeiro, por exemplo, somos uma minoria ínfima em outros cargos na Casa”, afirmou.

Eduardo Bolsonaro

O PT pede a aplicações de sanções contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por um bate-boca com o deputado Dionilso Marcon (PT-RS), em reunião da Comissão de Trabalho. O deputado Josenildo (PDT-AP) é o relator da representação.

A confusão começou após Marcon ter questionado a facada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018. Com isso, Eduardo Bolsonaro levantou, xingou e ameaçou o petista. Os dois foram contidos por colegas.

Ao se defender, Eduardo afirmou que “qualquer um que se coloque no seu lugar, conseguiria entender exatamente a atitude que eu tive”.

Célia Xakriabá

O PL pede que a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) seja punida por ter ofendido deputados que votaram favoravelmente ao projeto do marco temporal de terras indígenas.

O partido diz que o autor do requerimento de urgência da proposta que dificulta a demarcação de áreas indígenas, deputado Zé Trovão (PL-SC), foi “especialmente ofendido” pelas críticas de Xakriabá. O relator do caso é o deputado Paulo Magalhães (PSD-BA).

Ao R7, a assessoria da parlamentar informou que não vai se pronunciar agora, só depois da análise do relatório preliminar pelo conselho.

Fernanda Melchiona

Ainda no contexto da votação do projeto do marco temporal de terras indígenas, o PL representou contra a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) por ter postado a foto de vários deputados gaúchos que votaram a favor da matéria.

A questão tem como relator o deputado Alex Manente (Cidadania-SP).

Como ocorrem os julgamentos no Conselho de Ética
Concluído o processo no Conselho de Ética, o deputado denunciado ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, caso entenda que o trâmite foi inconstuticional ou antirregimental. As decisões finais seguem para votação aberta em plenário.

No caso da cassação de mandato ou suspensão temporária do exercício parlamentar, é necessário o apoio da maioria absoluta dos deputados, ou seja, ao menos 257.

Casos de censura verbal ou censura escrita não são decididos pelo plenário. Essas penalidades são de competência do presidente da Câmara e da Mesa Diretora, respectivamente.

Fonte: r7

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