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COMBUSTÍVEIS

EconomiaGuarulhos

Preço médio da gasolina comum cai até R$ 1,81 em um ano nos postos

por Redação 16 de maio de 2023

O preço médio da gasolina comum variou até 23,4% nos últimos 12 meses nos postos do país. Para abastacer o carro, o motorista pagou R$ 5,49 por litro do combustível na última semana, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural). Ou seja, R$ 1,81 a menos do que o valor cobrado em maio de 2022, quando chegou a bater o

O movimento de queda atinge também o diesel S-10, que recuou de preço pela 14ª semana consecutiva e atingiu R$ 5,57 por litro entre os dias 7 e 13 de maio. No mesmo período do ano passado, o litro chegou a R$ 7,07, uma queda de 21,2% nos últimos 12 meses.

A queda dos preços dos combustíveis é um reflexo do recuo das cotações internacionais do petróleo e da redução do dólar, explica o economista Robson Gonçalves, professor de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas). A moeda americana fechou nesta segunda-feira (15) a R$ 4,88, o menor nível desde 7 de junho de 2022.

“Apesar de alguns cortes que foram promovidos recentemente, os preços do petróleo não estão se sustentanto muito acima da faixa de US$ 70 o barril. Se nós voltarmos para meados de janeiro deste ano, esse preço era da ordem de US$ 84 e R$ 85. Ele chegou a subir a esse patamar em meados de abril por conta do corte da Arábia Saudita, mas voltou a cair, e está hoje em torno de US$ 72 e US$ 73. Essa queda é importante e é uma queda tendencial, porque a economia mundial está crescendo menos que o esperado”, afirma o economista.

“Ao mesmo tempo a taxa de câmbio vem recuando no Brasil nas últimas semanas a partir de um patamar bastante alto, que chegou durante a pandemia se aproximando dos R$ 6. Hoje, está abaixo dos R$ 4,90. Como a Petrobras segue com sua política de paridade com os preços internacionais, essa somatória de queda dos preços internacionais e queda do dólar no Brasil explica o recuo do preço da gasolina”, acrescenta Gonçalves.

Segundo dados dos importadores, a gasolina vendida pela Petrobras está atualmente R$ 0,39 por litro acima da paridade de importação, e o diesel, R$ 0,28 mais caro. O que abre espaço para mais redução de preço. Na úlima sexta-feira, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a empresa poderá reajustar os valores nesta semana.

“Acredito que, como a taxa de juros americana não deve continuar subindo, tudo indica que, por conta da crise bancária, o banco central dos EUA vai parar de elevar as taxas. Com isso, como a taxa de juros de brasileira permanece muito alta, a gente tende a atrair mais capitais estrangeiros. Isso tende a aumentar a oferta de dólares no Brasil. A tendência são novos recuos do dólar, que vão abir espaço para novos cortes dos preços dos combustíveis pela Petrobras”, avalia o economista da FGV.

Em março, o preço da gasolina teve reflexo da volta da cobrança dos impostos federais PIS/Cofins sobre os valores do combustível nas refinarias. Esses tributos são repassados ao consumidor final na ponta da cadeia de consumo.

Para Brendon Rodrigues, head de inovação e portfólio na ValeCard, outro fator que também tem impactado o preço da gasolina é o repasse pelos postos da redução do etanol anidro registrada nas usinas produtoras de São Paulo desde 24 de abril. “Para as próximas semanas, visualizo que ainda há espaço para que essa redução continue sendo repassada para o consumidor”, avalia Brendon.

O etanol anidro é misturado à gasolina comum, representando 27% de sua fórmula. Por isso, a variação de preços do combustível renovável tem influência no preço da gasolina. Segundo o indicador Cepea/Esalq, o preço do etanol anidro nas usinas produtoras de São Paulo caiu 11,92% desde o dia 24 de abril.

Os dados da inflação oficial divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na semana passada mostraram que o preço dos combustíveis recuou 0,44% no mês de abril, a primeira queda desde dezembro do ano passado (-0,9%).

A variação negativa apurada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi puxada pelos valores mais baixos cobrados pelo óleo diesel (-2,25%), pelo gás veicular (-0,83%) e pela gasolina (-0,52%). Por outro lado, o etanol está 0,92% mais caro.

Política de preços
A Petrobras informou no domingo (14) que está discutindo internamente alterações em suas políticas de preço para diesel e gasolina, que serão analisadas pela diretoria executiva da companhia nesta semana e poderão resultar em uma nova estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina.

Atualmente, a política de preços da estatal é atrelada ao mercado estrangeiro. Ou seja, se o óleo encarece ou o dólar (principal moeda no exterior) se valoriza em relação ao real, a Petrobras dá a ordem, em forma de reajuste, para que fique mais caro encher o tanque no Brasil. Essa política é chamada de PPI (preço de paridade internacional).

“Nesse sentido, a companhia esclarece que eventuais mudanças estarão pautadas em estudos técnicos, em observância às práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis”, afirmou em nota.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Petrobras anuncia nova política de preços para os combustíveis

por Redação 16 de maio de 2023

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (16) sua nova estratégia comercial para a variação de preços do diesel e da gasolina. Com a decisão, a companhia abandona a paridade internacional como base principal para os reajustes, política que estava em vigor desde 2017.

“Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, garante a companhia em fato relevante enviado ao mercado financeiro.

Com a mudança, a empresa afirma que passará a aplicar premissas que miram um “equilíbrio” entre os mercados nacional e internacional. A estatal destaca que a nova estratégia prioriza o “custo alternativo do cliente”, além de um valor marginal para a Petrobras.

“O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o valor marginal para a Petrobras é baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia, entre elas produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”, explica a Petrobras.

A nova política mantém o preço internacional como uma “importante referência”, mas não “o de paridade de importação”. Os reajustes de preços da gasolina e diesel continuam sem periodicidade definida e evitarão o repasse da volatilidade aos preços, garante a estatal. A empresa afirma ainda que a nova política garantirá preços em patamar que permita a realização de investimentos de seu planejamento estratégico.

Segundo a Petrobras, a premissa de preços competitivos por polo de venda, em equilíbrio com os mercados nacional e internacional, permitirá à empresa “competir de forma mais eficiente”, valendo-se de suas melhores condições de produção e logística e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil, como distribuidores e importadores.

Fonte: r7

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Economia

Inflação perde força, avança 0,61% em abril e fica dentro do intervalo da meta pelo segundo mês seguido

por Redação 12 de maio de 2023

A inflação oficial brasileira voltou a perder força ao subir 0,61% em abril, ante variação de 0,71% apurada no mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a segunda desaceleração consecutiva, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) agora acumula alta de 4,18% nos últimos 12 meses. A variação é a menor desde o fim de 2020, período que representa também a última vez que a inflação figurou dentro do intervalo da meta por um bimestre.

O percentual, que mantém a trajetória de queda do índice oficial de preços iniciada em maio do ano passado, corresponde à manutenção, pelo segundo mês seguido, do IPCA dentro do intervalo da meta pré-estabelecida pelo governo, de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 1,75% para 4,75%).

Apesar da recente queda, o BC (Banco Central) avalia que a chance de o IPCA fechar 2023 dentro da meta ainda é de apenas 17%. Já os analistas do mercado financeiro preveem alta de 6% do índice no acumulado dos 12 meses encerrados em dezembro.

Remédios mais caros
No mês, o preço dos medicamentos foi o grande vilão do bolso das famílias brasileiras. o que pode ser justificado pela autorização do reajuste de até 5,6% no valor dos remédios. O aumento começou a valer no 31 de março.

Com resultado da variação, o grupo de saúde e cuidados pessoais respondeu pelo maior avanço de preços no mês de abril (1,49%). Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,2% após a incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022-2023.

Os itens de higiene pessoal, por sua vez, apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Gasolina é o combustível que mais subiu em SP e RJ com a volta da cobrança de impostos

por Redação 5 de abril de 2023

Um mês após a volta da cobrança dos impostos federais sobre os combustíveis, a gasolina foi o item que mais encareu na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Sem Parar, que levou em consideração informações dos clientes da solução de abastecimento da companhia.

Desde o dia 1º de março, o governo federal reonerou os combustíveis em todo o país. Na capital paulista, o preço médio do litro de gasolina saltou de R$ 4,91 para R$ 5,27. O aumento de R$ 0,36 equivale a 7,3%.

No RJ, a elevação do preço foi ainda maior: R$ 0,71. No local, a média do litro passou de R$ 4,82 para R$ 5,54. Isso representa aumento de 14,8% nas bombas fluminenses.

Em segundo lugar entre os produtos com as maiores altas, em São Paulo, quem assume a posição é a gasolina aditivada, com preço que saltou de R$ 5,32 para R$ 5,61. O aumento foi de 5,45%, um crescimento de R$ 0,29 por litro.

Na ‘Cidade Maravilhosa’, o valor médio pago pela gasolina aditivada foi de R$ 5,39 para R$ 5,82, alta de 8%, e um acréscimo de R$ 0,43 no preço.

Tanque cheio de gasolina
Entre 1º de janeiro e 28 de fevereiro, os paulistanos gastavam, em média, R$ 146,07 para encher o tanque do carro com gasolina. Com a volta dos encargos, o valor médio subiu 6,4%, e o gasto passou a ser de R$ 155,40.

De forma semelhante, os fluminenses, que desembolsavam R$ 140,07 para ter o tanque cheio, agora gastam R$ 149,55 (+6,8%).

Na capital do estado de São Paulo, o ticket médio das transações com gasolina aditivada saltou de R$ 160,73 para R$ 171,08, com o mesmo aumento de 6,4% da comum. No RJ, foi de R$ 153,56 para R$ 160,94, (+4,8%).

Etanol
O etanol, em compensação, ficou levemente mais barato na capital paulista. A queda foi de R$ 0,02 por litro, que custava R$ 3,73 e foi para R$ 3,71, ou seja, uma redução de 0,54%.

Por outro lado, o custo para ter o tanque cheio com álcool aumentou 2,3%, passando de R$ 107,87 para R$ 110,34.

Esse movimento não ocorreu no Rio. O valor médio do litro de etanol comum subiu 8,3%. O combustível foi de R$ 4,16 para R$ 4,50, um acréscimo de R$ 0,34.

Quem optou pelo álcool comum percebeu aumento de 2,1%, com o abastecimento passando de R$ 96,51 para R$ 98,56 por tanque médio.

Vale lembrar que esse combustível polui menos que a gasolina. Por isso, teve tributação menor por parte do governo federal.

Fonte: r7

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Petrobras reduz preços de gasolina e diesel para as distribuidoras

por Redação 28 de fevereiro de 2023

A Petrobras anunciou que, a partir de quarta-feira (01), o preço médio de venda do litro da gasolina A para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18, redução de R$ 0,13 por litro. De acordo com a petrolífera, a parcela que cabe a ela no preço médio do litro vendido nos postos de abastecimento é de R$ 2,32, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e de 27% de etanol anidro para a composição da gasolina que vai para o carro do consumidor.

Para o litro do diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02, o que corresponde a uma redução de R$ 0,08 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e de 10% de biodiesel na composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será de R$ 3,62, em média, a cada litro vendido na bomba.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Volta de imposto sobre os combustíveis terá pouco efeito na inflação

por Redação 14 de janeiro de 2023

O retorno da cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) dos combustíveis, que deve ocorrer em 50 dias, não deve trazer um peso significativo ao bolso dos motoristas brasileiros.

Produto de maior peso no IPCA (índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, a gasolina fechou 2022 com uma queda superior a 25%, resultado acompanhado pelo etanol. Ambos os combustíveis foram beneficiados pelo corte de ICMS.

A determinação pela desoneração ocorreu após a parada nos postos afundar o bolso dos motoristas, com variações do etanol e da gasolina acima de 50% e 40%, respectivamente, no acumulado de 12 meses. Com o arrefecimento dos preços, ambos os combustíveis fecharam o ano em queda na mesma base de comparação.

Everton Pinheiro de Souza Gonçalves, superintendente da assessoria econômica da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), afirma que há muita incerteza na avaliação a respeito da volta do imposto federal. Ele conta que a aposta majoritária é de um efeito pequeno na taxa final do IPCA.

“Na pesquisa de mercado realizada pelo Banco Central na semana anterior à reunião do Copom, a mediana das projeções de inflação encaminhadas apontava para um impacto de apenas 0,1 ponto percentual da reoneração dos combustíveis no IPCA de 2023”, diz ele.

Pedro Afonso Gomes, economista e presidente do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia de São Paulo), classifica a decisão de manter o corte de ICMS até o início de março como uma estratégia do novo governo para estudar a situação e limitar o impacto até o consumidor.

“Os subsídios sempre têm que ser dados para o benefício da população em geral e é isso que eles vão ter que medir. […] Vai haver algum desarranjo, que eu acho que o governo vai ter resolvido para inibir o impacto final [do preço]”, destaca Gomes ao reforçar o “efeito cascata” na economia de todas alterações que envolvem o valor dos combustíveis.

Gomes reforça ainda que a estratégia para atenuar a volta do ICMS envolve a decisão da Petrobras de abandonar a reserva técnica para moderar os custos ao consumidor final. “Em um primeiro momento, o preço dos combustíveis vai aumentar para ampliar o ‘fundo’ e ser usado quando existir a necessidade de aumentar os preços, como se fosse uma compensação pela diminuição do lucro da Petrobras por litro”, explica ele.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Gasolina fica R$ 0,20 mais barata e diesel, R$ 0,40, nas refinarias

por Redação 7 de dezembro de 2022

A gasolina fica R$ 0,20 mais barata a partir desta quarta-feira (7), com a redução de 6,1% no preço médio de venda às distribuidoras. Com a determinação da Petrobras, o valor cobrado pelo combustível passará de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, queda de R$ 0,20, nas refinarias.

O diesel A terá redução de 8,1% ou R$ 0,40 por litro. O preço médio do combustível passará, então, de R$ 4,89 para R$ 4,49 por litro. A redução dos preços nas refinarias não é imediata nos potos de combustíveis no país.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba.

No caso do diesel, considerando a mistura obrigatória de 90% do combustível e 10% de biodiesel para a sua composição comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba.

Foi a primeira vez que a Petrobras reajustou o preço da gasolina em pouco mais de três meses. A última mudança no preço do combustível aconteceu em 1º de setembro, uma queda de 7%, então a quarta de uma série de quatro baixas desde meados de julho.

Já a última redução do diesel aconteceu em 19 de setembro, uma baixa de 5,8% nos preços, então a terceira queda de uma série de três descontos iniciada em agosto.

Segundo a estatal, as reduções acompanham a evolução dos preços de referência e o de paridade de importação e são “coerentes” com a política de preços da Petrobras. A estatal afirma que “busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Desde meados de novembro, as cotações internacionais da gasolina e do diesel têm arrefecido, em linha com as do petróleo, o que abre espaço para novas reduções.

A Petrobras acompanha o PPI (preço de paridade internacional), mas, em 2022, ajustou o método de precificação para blindar o mercado doméstico da volatilidade do mercado mundial, conforme explicaram na segunda-feira (5) executivos da empresa a membros da equipe de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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