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CONGRESSO

Brasil

STF pode voltar a julgar no próximo dia 8 prazo para que Congresso regulamente licença-paternidade

por Redação 6 de novembro de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode recomeçar a analisar, na próxima quarta-feira (8), se há omissão do Congresso Nacional ao deixar de estabelecer regras para a licença-paternidade. O julgamento estava sendo feito de forma virtual, mas o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, pediu para levar a discussão ao plenário físico.

Os ministros julgam uma ação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), que pede ao Supremo para fixar um prazo para que seja feita a regulamentação da norma pelo Congresso. Caso o período termine sem que isso seja feito, a CNTS solicita que a licença concedida aos pais seja equiparada à licença-maternidade, ou seja, de pelo menos 120 dias.

A Corte já tinha formado maioria para reconhecer a omissão do Congresso e fixar um prazo de 18 meses para que o Legislativo regulamentasse o tema, mas agora o julgamento será reiniciado.

Em uma primeira sessão, o relator, ministro hoje aposentado Marco Aurélio Mello, negou o pedido. O ministro Edson Fachin, por sua vez, teve um entendimento diferente para declarar a demora legislativa e determinou o prazo de 18 meses ao Congresso para sanar a omissão.

O ministro Dias Toffoli, acompanhado por Gilmar Mendes, estabeleceu o prazo de 18 meses para que sejam adotadas as medidas legislativas necessárias. O ministro Luís Roberto Barroso também votou pela fixação desse prazo. Ao fim desse tempo, caso a omissão ainda persista, passará a valer a equiparação entre os prazos das licenças-maternidade e paternidade. Os magistrados foram seguidos pelas ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber.

Fonte: r7

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Brasil

Imagens do 8 de Janeiro em inquérito foram escolhidas pela PF, afirma Dino a parlamentares

por Redação 25 de outubro de 2023

O Ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que as imagens dos atos extremistas de 8 de janeiro captadas pelo circuito de segurança do ministério e enviadas ao Congresso foram escolhidas pela Polícia Federal pela sua relevância, não pela pasta. Segundo o ministro, as imagens foram enviadas somente após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), porque fazem parte de inquérito sigiloso na Corte.

A afirmação foi dada em resposta ao questionamento de parlamentares na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (25) sobre a demora e o não envio de todas as imagens.

“Após o 8 de Janeiro, a Polícia Federal foi lá e recolheu as imagens relevantes ao inquérito policial, e quem fez esse juízo não foi o ministro ou funcionário, foi um delegado da PF que recolheu as imagens e levou ao inquérito”, declarou.

Dino explicou que as câmaras do ministério funcionam de dois modos: as que gravam o tempo todo (externas) e as que gravam de acordo com a captação de movimento nos corredores do prédio. “O 8 de Janeiro foi no domingo, não havia ninguém no Ministério da Justiça. Por conta da tecnologia, a imensa maioria das câmeras sequer foi acionada”, disse.

Dino negou, também, cortes de orçamento para 2024. “O orçamento não foi votado, por isso não é possível dizer se haverá ou não redução sem um item fundamental, que são as emendas parlamentares. [No entanto], fizemos uma comparação sem levar em conta as emendas, e especificamente em 2022 o orçamento foi de R$ 4,3 bilhões, e em 2023 é de R$ 5,1 bilhões. A proposta orçamentária para o próximo ano é exatamente neste valor [de 2023]. Não há redução. Se compararmos ao ano de 2022, no governo passado, há um incremento de 17% dos recursos da segurança pública”, afirmou.

Entenda
O ministro atendeu ao convite do colegiado — quando o requisitado pode rejeitar o pedido —, após faltar a duas convocações que exigiam a presença dele. À Comissão de Fiscalização, o ministro foi demandado a responder sobre assuntos como o não envio ao Congresso das imagens de segurança do Palácio do Planalto durante a depredação ocorrida no dia 8 de janeiro e “cortes orçamentários para 2024 em ações de prevenção, de enfrentamento da criminalidade e de desenvolvimento de políticas de segurança pública”.

Nas redes sociais, o ministro disse que já recebeu “cerca de cem convites para comparecer à Câmara neste ano” e que já acatou diversos deles, mas que tem “muitas tarefas e emergências a atender”.

Dino reiterou ainda a solicitação de comparecimento a uma sessão conjunta no plenário da Câmara, “para que, simultaneamente, eu possa atender a todos os pedidos de esclarecimento com a devida segurança”. A demanda já foi feita ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em um ofício anterior, quando o ministro faltou a outra reunião da Comissão de Segurança.
Como reação à ausência, parlamentares do colegiado elaboraram uma representação contra Flávio Dino por crime de responsabilidade e pedem o impeachment do ministro.

Fonte: r7

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Brasilia

Viagens dos presidentes da Câmara e do Senado deixam Congresso em ritmo lento

por Redação 11 de outubro de 2023

Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), respectivamente, embarcaram em viagens oficiais nesta semana, e, com as duas ausências nos próximos dias, as pautas das Casas não preveem votações expressivas. Projetos de interesse do governo, como a taxação de offshores, devem ficar para a volta dos dois. Lira viajou para Nova Déli, na Índia. Pacheco viaja para a Europa — o primeiro destino é Coimbra, em Portugal, onde vai receber uma homenagem.

Veja programação de Lira e comitiva de parlamentares na Índia e na China no período de 10 a 21 de outubro de 2023:

•10 e 11 de outubro: viagem até Nova Déli;

  • 12 a 14 de outubro: reunião anual da 9ª Cúpula de Presidentes de Parlamento do G20;
  • 15 de outubro: viagem à China a convite do presidente da Assembleia Nacional Popular, Zhao Leji;
  • 16 e 18 de outubro: Xangai — encontros políticos bilaterais e conversas com empresas brasileiras e chinesas com foco em investimentos produtivos para o Brasil;
  • 19 a 21 de outubro: Pequim — visita à Assembleia Nacional Popular e a empresas; e
  • 22 de outubro: retorno ao Brasil.

Outros seis deputados estão com Arthur Lira na comitiva. São eles: Daniel Almeida (PCdoB-BA), Zeca Dirceu (PT-PR), André Figueiredo (PDT-CE), Fábio Macedo (Podemos-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Luís Tibé (Avante-MG).

Cada deputado tem direito a receber diárias quando viaja em missão oficial. Nas viagens internacionais, o valor da diária é de US$ 391 para países da América do Sul e de US$ 428 para outros países. Em 2023, a Câmara já gastou R$ 4.153.179,48 em viagens oficiais.

Veja a previsão da viagem de Rodrigo Pacheco em missão a Portugal e à França:

  • 12 de outubro: Coimbra, Portugal — sessão solene de atribuição da medalha de ouro da cidade de Coimbra ao presidente do Senado Federal do Brasil, senador Rodrigo Pacheco;
  • 13 de outubro: deslocamento;
  • 14 de outubro: Paris, França — apresentação do presidente Rodrigo Pacheco no Painel 5 da Agenda Brasil, promovida pelo Fórum Esfera; e
  • 16 de outubro: Paris, França — reunião com o embaixador do Brasil na França, Ricardo Tavares, e retorno ao Brasil.

Fonte: r7

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Brasil

PEC da dupla nacionalidade vai beneficiar brasileiros na Europa e nos EUA; entenda

por Redação 25 de setembro de 2023

O fim da perda automática da cidadania brasileira de quem obtém outra nacionalidade por vontade própria, aprovado pelo Congresso Nacional, deve trazer segurança jurídica para milhões de brasileiros que moram fora do país. A esses cidadãos, será permitida a manutenção de direitos como o de votar, de ter propriedades no Brasil e de manter o passaporte brasileiro.

A alteração, no entanto, levanta o debate quanto a questões de extradição, o que pode exigir propostas complementares. Segundo avaliação geral, a mudança compatibiliza o Brasil com a tendência global de múltipla nacionalidade.

Para que comece a valer, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que facilita a nacionalidade múltipla ainda precisa ser promulgada. A matéria foi aprovada em 2021 no Senado e em 12 de setembro deste ano na Câmara. “Vamos trabalhar para que o presidente do Congresso Nacional promulgue o mais rapidamente possível a legislação. Mas, de qualquer maneira, não há mais dúvidas de que nós temos tranquilidade jurídica no caso dos brasileiros que têm dois passaportes”, afirmou ao R7 o senador Carlos Viana (Podemos-MG), relator da proposta no Senado. Por ser uma PEC, o texto não precisa de sanção presidencial.

Relatora da matéria na Câmara, a deputada Bia Kicis (PL-DF) afirmou ao R7 que mais de 2,5 milhões de pessoas devem ser beneficiadas diretamente com a aprovação do texto. “O brasileiro que está lá fora, assim como o familiar dele que está aqui, fica bem mais tranquilo. O brasileiro sai em busca de uma vida melhor, e não é fácil ser estrangeiro”, declarou. O número leva em conta tanto pessoas que podem pleitear a dupla nacionalidade como aquelas que querem recuperar a condição à qual renunciaram anteriormente.

De acordo com o texto, a perda da nacionalidade brasileira ficará restrita a duas possibilidades:

  • quando for cancelada por sentença judicial em razão de fraude relacionada ao processo de naturalização ou atentado contra a ordem constitucional e a democracia; ou
  • quando houver pedido expresso pelo cidadão ao governo brasileiro, ressalvadas situações que acarretem apatridia, ou seja, quando a pessoa não tem sua nacionalidade reconhecida por nenhum outro país.

Na avaliação do advogado Rafael Teixeira, especialista em direito da nacionalidade e das migrações, a PEC traz maior segurança jurídica aos brasileiros que vivem no exterior e que, por questões profissionais, burocráticas e de fronteira entre países, querem optar por adquirir uma nacionalidade por naturalização.

“Também restitui o direito aos cidadãos brasileiros que já perderam a nacionalidade brasileira após naturalização e que se viam obrigados a emitir vistos de entrada no Brasil, o seu país de origem. Muitos destes não conseguiam comparecer a tempo, por questões burocráticas, nos casos onde seus familiares tinham problemas de saúde ou em caso de falecimento de um ente familiar”, disse Teixeira.

Entenda o que muda na prática

Especialista em direito internacional público, a advogada Ana Flávia Velloso esclarece que, antes mesmo da PEC, a nacionalidade estrangeira por critério familiar nunca acarretou a perda da nacionalidade brasileira. “Se você tem um avô italiano ou português, essa nacionalidade é originária. A nacionalidade por naturalização é que acarretava a perda da nacionalidade brasileira”, detalhou.

A naturalização decorre de um vínculo social, não familiar. Os critérios variam de acordo com as regras de cada país, mas consideram, por exemplo, o direito de pedir a nacionalidade quando se vive muito tempo naquele determinado local ou quando a pessoa se casa com algum cidadão. Era essa a nacionalidade que, ao ser adquirida, acarretava a perda do status no Brasil.

“Milhares de brasileiros expatriados se naturalizaram no exterior sem a consciência de que perdiam a nacionalidade originária brasileira. O caso Claudia Hoerig, no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a extradição de uma pessoa que, por ter se naturalizado americana, deixou de ser considerada brasileira nata, acendeu um alerta na comunidade brasileira no exterior. E muitas pessoas deixaram de requerer a nacionalidade de outro país por receio de deixar a condição de brasileiro nato”, disse Velloso.

Foi justamente o caso de Hoerig que embasou a apresentação da PEC. Em 2019, ela foi condenada nos Estados Unidos pelo assassinato do marido, que ocorreu em 2007. Refugiada no Brasil, ela foi extraditada para os Estados Unidos, apesar de a Constituição proibir a extradição de brasileiro nato para responder por crimes no exterior. Isso só aconteceu porque o STF entendeu que ela deixou de ser brasileira por vontade própria para se tornar unicamente cidadã americana antes do crime.

Advogado especializado em direito empresarial, Fernando Canutto elenca situações em que a dupla nacionalidade pode trazer complicações do ponto de vista fiscal e em relação a deveres em ambos os países em que a pessoa possui nacionalidade. Confira ponto a ponto abaixo:

  1. Consequências de abdicar da nacionalidade brasileira

Direitos — A perda da nacionalidade brasileira implica na perda de direitos como votar e ser votado nas eleições brasileiras, acessar determinados cargos públicos exclusivos para brasileiros, entre outros.

Deveres — Por outro lado, certos deveres associados à cidadania, como o serviço militar obrigatório (para homens), não seriam mais exigidos.

  1. Impostos e tributações

Duas possibilidades — A tributação de brasileiros residentes no exterior é diferente daquela de não residentes. Dependendo da situação e da relação tributária entre o Brasil e o país de residência, a perda da nacionalidade poderia simplificar questões fiscais ou levar a complicações.

Simplificação — Imagine um cidadão brasileiro que vive nos Estados Unidos e possui rendimentos em ambos os países. Brasil e EUA têm um acordo para evitar a dupla tributação de renda. Se essa pessoa mantém a nacionalidade brasileira ao se tornar cidadão americano, ela pode aproveitar melhor as regras do tratado, para evitar ser tributada duas vezes sobre a mesma renda. Isso pode simplificar o processo de declaração de impostos, já que ela pode utilizar créditos fiscais em um país para compensar os impostos pagos no outro.

Complicação — Um exemplo possível é a tributação de ativos no exterior e saída definitiva do Brasil. Suponha que um cidadão brasileiro que adquiriu cidadania europeia decida se mudar definitivamente para a Europa, mas ainda possui ativos no Brasil. Como cidadão brasileiro, ele estaria sujeito às regras fiscais brasileiras para declaração desses ativos. Além disso, ele seria obrigado a apresentar uma declaração de saída definitiva do país à Receita Federal, sob pena de continuar sendo tributado no Brasil sobre seus rendimentos.

A manutenção da cidadania brasileira nesse caso pode complicar as obrigações fiscais, já que ele terá que continuar a apresentar declarações no Brasil e ficar atento às variações cambiais para a conversão dos rendimentos e poderá estar sujeito à tributação diferenciada para residentes e não residentes, além das obrigações fiscais no país europeu onde agora reside.

  1. Implicações da PEC

Na prática — A pessoa não perderá os direitos associados à cidadania brasileira, mesmo após obter outra nacionalidade. Isso significa que ela pode continuar votando, ter propriedades no Brasil e manter um passaporte brasileiro.

Benefícios — Oferece mais segurança jurídica, especialmente para quem tem bens no Brasil. Facilita a mobilidade internacional, já que a pessoa pode usar os passaportes de ambas as nacionalidades, conforme as vantagens oferecidas em diferentes contextos.

  1. Necessidade e contexto global

A PEC pode ser vista como um avanço necessário, refletindo uma visão mais globalizada e reconhecendo a complexidade das identidades nacionais no mundo atual. Muitos países já adotam posturas flexíveis em relação à dupla ou múltipla nacionalidade, tornando a PEC alinhada com uma tendência global.

  1. Gargalos potenciais da PEC

Conflitos de lealdade — Em teoria, a dupla nacionalidade pode levar a conflitos de lealdade, especialmente em situações de crise diplomática entre os países.

Complexidade fiscal — Ter duas cidadanias pode complicar a situação fiscal do indivíduo, dependendo das regras de tributação de cada país e dos tratados fiscais entre eles.

Obrigação em dois países — A pessoa pode ter deveres em ambos os países, como votar ou prestar serviço militar (se exigido por ambos os países e não houver acordos bilaterais que evitem duplicidade).

Extradição — Como visto no caso de Claudia Hoerig, questões de extradição podem se tornar mais complexas, dependendo do entendimento jurídico sobre a nacionalidade predominante do indivíduo.

Questões legais — Pode complicar questões de herança, direitos de propriedade e outros assuntos legais no Brasil.

Fonte: r7

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Brasil

Parlamentares querem que fim da perda da nacionalidade a brasileiro com outra cidadania comece a valer

por Redação 15 de setembro de 2023

Parlamentares querem que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a perda automática da cidadania brasileira de quem obtém outra nacionalidade por vontade própria passe a valer no país. Para isso, articulam a promulgação com o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A medida, aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 12, não precisa de sanção presidencial — depende de uma sessão do Congresso para que a Mesa da Câmara e a do Senado realizem o ato.

“Vamos trabalhar para que o presidente do Congresso Nacional promulgue o mais rapidamente possível a legislação. Mas, de qualquer maneira, não há mais dúvidas de que nós temos tranquilidade jurídica no caso dos brasileiros que têm dois passaportes”, afirmou ao R7 o senador Carlos Viana (Podemos-MG), relator da proposta no Senado. A matéria foi aprovada pelo Senado em 2021.

Para Viana, a alteração será benéfica para milhões de brasileiros que residem fora do país. “Entendo que demos um passo importante para milhões de nossos compatriotas que decidiram crescer, viver no exterior, mas que ainda mantêm vínculos com nosso país. A maioria deles, inclusive, uma vez que bem-sucedidos lá fora, quer voltar ao nosso país para viver aqui junto da família e das lembranças do início da vida.”

A relatora da PEC na Câmara, deputada Bia Kicis (PL-DF), destacou ao R7 a necessidade da revisão à Constituição feita pelo Congresso. Ela afirmou que a alteração constitucional demorou a acontecer e defendeu sua necessidade em um contexto de mundo globalizado e seguindo o princípio de reciprocidade entre os países.

“Essa mudança vai tranquilizar milhões de brasileiros que estão fora do país”, afirmou a deputada. Kicis também integra a comitiva de parlamentares que busca acelerar a promulgação da PEC. O objetivo é que a análise ocorra na próxima sessão do Congresso, mas a data ainda não foi marcada por Pacheco.

Entenda a proposta
De acordo com o texto, a perda da nacionalidade brasileira ficará restrita a duas possibilidades:

  • quando for cancelada por sentença judicial em razão de fraude relacionada ao processo de naturalização ou atentado contra a ordem constitucional e a democracia; ou
  • quando houver pedido expresso pelo cidadão ao governo brasileiro, ressalvadas situações que acarretem apatridia, ou seja, quando a pessoa não tem sua nacionalidade reconhecida por nenhum outro país.

Atualmente, perde a nacionalidade o brasileiro que:

  • tiver cancelada a naturalização por sentença judicial em razão de atividade nociva ao interesse nacional;
  • adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira e de imposição de naturalização ao brasileiro residente em Estado estrangeiro como condição para a permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis.

Fonte: r7

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Política

Lula é aconselhado a acelerar reforma ministerial para não comprometer pautas econômicas

por Redação 3 de agosto de 2023

Com o retorno dos trabalhos do Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser aconselhado por integrantes do governo a não retardar o processo de reforma ministerial que foi prometido por ele antes do recesso parlamentar. Segundo avaliação do Palácio do Planalto, uma eventual demora pode incomodar os partidos políticos que querem ingressar na gestão, o que levaria as legendas a não votar projetos de interesse do governo, sobretudo da equipe econômica.

Partidos do centrão têm cobrado mais espaço na Esplanada dos Ministérios e em órgãos públicos de maior relevância para o Executivo em troca de garantir governabilidade a Lula no Congresso. As legendas desejam pastas como Esportes, Saúde e Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, mas Lula ainda não definiu quais ministérios vai entregar ao centrão. Outras instituições que estão na mira são a Caixa Econômica Federal e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Em live nas redes sociais nesta semana, Lula disse que não vai fazer “a política do ‘é dando que se recebe'”.

Segundo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), o presidente “está matutando como é que faz para ter o melhor custo-benefício político”.

“É o tipo de coisa que é meio solitária a decisão. Como ela [a reforma] não é ampla, ela é específica para um determinado fim — que é correto, de tentar ampliar e pacificar a base tanto na Câmara, mais na Câmara, e no Senado também —, evidentemente, para dar, você tem que tirar. E quando vai tirar sempre é confusão. Não posso dizer se está perto ou se está longe, porque quem está matutando nisso é o presidente”, disse o senador em entrevista à imprensa.

Marco fiscal e reforma tributária
Até o fim deste mês, o governo espera a aprovação de ao menos dois temas:

  • o projeto do chamado marco fiscal, norma que define novas regras para as contas públicas do país; e
  • a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária.

O primeiro item é mais urgente para o Executivo, que aguarda o aval do Parlamento às mudanças na regra fiscal para elaborar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2024. O documento tem de ser enviado ao Congresso até 31 de agosto.

O texto do arcabouço já foi aprovado na Câmara em maio, mas precisa de uma nova votação dos deputados, porque a redação passou por alterações no Senado. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ainda não definiu uma data para que a proposta seja analisada no plenário. Nesta quarta-feira (2), ele conversou com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e disse que vai marcar uma reunião com líderes partidários para discutir a melhor data.

De todo modo, de acordo com Haddad, se depender de Lira, a Câmara não vai dificultar a votação da proposta. “Nós devemos ter nos próximos dias o arcabouço votado. Talvez na semana que vem ainda. Mas ele não se comprometeu com prazo, porque precisa reunir os líderes. Mas ele falou que não vai esperar nada”, disse.

“Não tem nenhum constrangimento em relação ao governo. Ele não vai esperar nenhuma ação do governo para votar, deixou claríssimo isso. Até porque ele sabe a importância de definir as regras do Orçamento do ano que vem. Não tem Orçamento do ano que vem sem essa matéria votada”, acrescentou Haddad.

Fonte: r7

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Economia

Regulamentação das apostas será destaque no retorno do Congresso; governo prevê arrecadar R$ 15 bi

por Redação 19 de julho de 2023

A regulamentação das apostas esportivas ganhará destaque nas discussões do Congresso na volta do recesso parlamentar. O governo federal elabora uma medida provisória que prevê pagamento de tributos com estimativa de arrecadar até R$ 15 bilhões com a cobrança de impostos. A verba é estratégica para cumprir as metas fiscais planejadas pela equipe econômica. Mas a ideia é que haja também um projeto de lei para tratar do funcionamento das casas de apostas no país.

O Ministério da Fazenda afirmou que o texto da MP está sendo avaliado pela Casa Civil e demais ministérios envolvidos e deverá ser assinado pelo presidente da República após as considerações desses órgãos. “Lembrando que a MP tratará de temas mais urgentes, como normas de tributação e aplicação de penalidades. Já a criação da Secretaria Nacional de Prêmios e Loterias será objeto de projeto de lei”, informou a pasta ao R7.

De acordo com o planejamento do governo, a secretaria será uma estrutura ligada à Fazenda e ficará responsável pela análise de documentos para o credenciamento das empresas de apostas no país. A pasta também acompanhará o volume de apostas e a arrecadação para controlar o mercado de apostas. O governo estuda se enviará um projeto próprio do Executivo ou se vai incluir o tema em outra proposta que já discute o assunto no Congresso.

Uma possibilidade é utilizar um projeto dos senadores Jorge Kajuru (PSB/GO) e Hamilton Mourão (Republicanos/RS). Pela proposta dos senadores, as empresas do ramo de apostas vão pagar licenças de autorização ao Ministério da Fazenda e precisarão ter filial no Brasil. Há previsão de que as chamadas bets tenham sistemas auditáveis para evitar fraudes. Dirigentes, técnicos esportivos, treinadores, atletas, árbitros, além de donos e funcionários das casas de apostas, não poderão participar dos jogos, para evitar manipulação de resultados.

No Senado, a recém-criada Comissão de Esportes (CEsp) vai realizar audiência pública para debater o tema. Autor do requerimento para a audiência, o senador Romário Faria (PL-RJ) defendeu a necessidade de garantir a transparência, a legalidade e o combate a práticas ilícitas com a expansão do mercado de apostas esportivas. O objetivo é “promover um debate amplo e aprofundado sobre essas questões, envolvendo representantes de instituições esportivas, autoridades governamentais, empresas do setor, especialistas e demais interessados”, destacou o senador.

O que diz a MP
Apesar de a MP ainda não ter sido editada, parte do seu teor já foi divulgada pelo governo. Pela proposta, para operarem no Brasil, as empresas precisarão ter o funcionamento habilitado no país. As apostas também só poderão ser feitas a partir de competições oficiais, ou seja, aquelas organizadas por federações e ligas regulamentadas.

“As empresas serão taxadas em 16% sobre o Gross Gaming Revenue (GGR), a receita obtida com todos os jogos feitos, subtraídos os prêmios pagos aos jogadores. Sobre o prêmio recebido pelo apostador será tributado 30% de Imposto de Renda, respeitada a isenção de R$ 2.112,00”, detalha o governo.

As arrecadações por taxas e impostos serão destinadas a áreas como segurança pública, educação básica, clubes esportivos e ações sociais. Parte delas, por exemplo, irá para ações de combate à manipulação de resultados, à lavagem de dinheiro e a demais crimes que possam ser associados a apostas.

Avaliações
A regulamentação do tema, na avaliação de especialistas, é urgente. “O Estado brasileiro já gastou tempo demais para regulamentar um assunto que já deveria ser objeto de disciplina há muito tempo. Isso tem levado a uma série de perdas de oportunidades tanto do ponto de vista de arrecadação e geração de emprego quanto do ponto de vista da oferta regular e segura de apostas desportivas no Brasil”, avaliou o especialista em direito de jogos e advogado Fabiano Jantalia.

O advogado Tiago Gomes, especialista em regulação de jogos e apostas, acrescenta que a cobrança de impostos a partir da regulamentação é importante para ter equilíbrio fiscal. O governo conta com o início da cobrança nas arrecadações da União como um dos caminhos para cumprir com as metas fiscais estabelecidas.

“A regulamentação gera muitos outros dividendos ao país. Medidas como exigir que as empresas tenham sede no Brasil garantem não só a geração de empregos no Brasil, como dão maior segurança aos apostadores, que são consumidores desse serviço, além de oferecer maior transparência e eficácia de medidas de prevenção à lavagem de dinheiro, pois se submeterão ao regime jurídico das operações financeiras realizadas no Brasil, um dos sistemas financeiros mais sofisticados e bem regulados do mundo”, completa Gomes.

A contrapartida para os operadores, na avaliação de Gomes, é a transparência sobre os requisitos para atuar legalmente no país, balizando de maneira objetiva aqueles que poderão seguir operando e aqueles que, por não atenderem aos requisitos estabelecidos na regulação, não poderão.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Lira vai instalar CPI para investigar esquema de pirâmide financeiras com criptomoedas

por Redação 4 de junho de 2023

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), vai instalar na terça-feira (6) a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das criptomoedas. O objetivo é investigar 11 empresas que teriam realizado operações fraudulentas com pirâmides financeiras. A CPI terá prazo de funcionamento de 120 dias, prorrogável por até 60 dias, e será formada por 32 titulares e 32 suplentes, que serão indicados pelas lideranças partidárias.

As empresas alvo da comissão foram identificadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), acusadas de se utilizar de divulgação de informações falsas sobre projetos e promessa de rentabilidade alta ou garantida para atrair as vítimas e sustentar um esquema de pirâmide financeira. Os investigados têm os nomes relacionados com os esquemas da Atlas Quantum, Zero10 Club (Genbit) e TraderGroup.

A Atlas Quantum é uma empresa que atua no mercado financeiro oferecendo soluções em investimentos. A plataforma é voltada para o Bitcoin e tem como missão fornecer saques para os que possuem moedas digitais. Em 2019, a empresa parou de pagar investidores, deixando um prejuízo estimado de US$ 7 bilhões a 200 mil pessoas. O negócio foi processado pela CVM e é alvo de investigação da Polícia Federal.

No caso da Zero10 Club, que depois mudou o nome para Genbit, eram oferecidos investimentos em cotas empresariais com ganhos de 5% a 15% ao mês. Em 2019, o Ministério Público entrou com ação contra a empresa contra prejuízo de R$ 1 bilhão a cerca de 45 mil pessoas.

Já o Trader Group foi alvo de uma operação da Polícia Federal em 2019, acusada de pirâmide financeira. Após isso, a CVM multou o grupo em R$ 14,6 milhões, por oferecer tokens de valor mobiliário de forma irregular.

As comissões parlamentares de inquérito têm poderes de investigação semelhantes às autoridades judiciais. Podem convocar autoridades, requisitar documentos e quebrar sigilos pelo voto da maioria dos integrantes.

A comissão vai funcionar na Câmara ao mesmo tempo que outras três CPIs: a do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a das Americanas e a das apostas esportivas. Além dessas, também está em atividade a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de janeiro, que apura os atos de vandalismo na Esplanada.

Fonte: r7

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BrasilCidade

Depois de vitórias no Congresso, bancada ruralista foca projeto sobre trabalho escravo

por Redação 1 de junho de 2023

Após uma série de vitórias no Congresso nas últimas semanas, a bancada ruralista pretende focar agora projeto de lei que afrouxa o combate ao trabalho escravo. Apresentado em 2013, o PLS 432/2013 está no radar dos parlamentares ligados ao agronegócio e, entre outras coisas, trata da possibilidade de expropriação das propriedades rurais e urbanas onde se localizem a exploração de trabalho escravo.

O projeto nasceu em uma comissão mista, formada por deputados e senadores, em uma tentativa de regulamentar a Emenda Constitucional 81, que trata do trabalho escravo. Mais especificamente, o texto alteraria o artigo art. 149 do Código Penal, que trata de combate ao trabalho escravo contemporâneo.

A ideia é excluir as condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais ou que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador) e a jornada exaustiva (casos em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo, acarretando danos à sua saúde ou risco de morte) como elementos definidores de trabalho análogo ao de escravo.

Com isso, somente nos casos de trabalho forçado e servidão por dívida é que o empregador poderia ser responsabilizado por trabalho escravo.

Para a bancada ruralista, ao excluir da legislação os termos “jornada exaustiva” e “condições degradantes de trabalho”, a legislação não daria “margem às diversas interpretações”.

Fragilizados pelas últimas derrotas, — que inclui a flexibilização da proteção da Mata Atlântica e a aprovação do marco temporal das terras indígenas —, parlamentares da bancada ambientalista tentam se organizar para enfrentar a ofensiva dos ruralistas.

Na semana passada, foi instalada, dentro da Comissão de Trabalho da Câmara, uma subcomissão permanente para acompanhar casos de trabalho análogo à escravidão. O objetivo do grupo é debater projetos de lei que endurecem penas para quem comete o crime.

1.201 pessoas resgatadas
Entre janeiro e maio, 1.201 pessoas foram resgatadas em condições análogas à escravidão em todo o país, segundo dados do Ministério do Trabalho. Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo foram os estados com maiores índices. Em 2022, foram 2.575 trabalhadores resgatados nessas condições. De 20 estados fiscalizados, 16 apresentaram casos.

Um relatório feito pela pasta apontou que a maior parte das pessoas resgatadas eram homens entre 30 e 39 anos. De acordo com o documento, em 2022 foram encontrados 148 migrantes em condições analogas a escravidão, o dobro em relação a 2021.

2 a 8 anos de prisão e multa
Pelo Código Penal Brasileiro, alguém está em trabalho analogo à escravidão quando há exigência de jornadas exaustivas ou trabalhos forçados, com condições degradantes e restrição de locomoção do trabalhador. A pena para quem comete o crime é de 2 a 8 anos de prisão e multa, além da punição correspondente à violência praticada contra os trabalhadores.

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EconomiaGuarulhos

Governo tem ‘plano B’ para Auxílio Gás em caso de derrota no Congresso

por Redação 1 de junho de 2023

Em meio às dificuldades do governo federal para conseguir a aprovação de medidas provisórias editadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Palácio do Planalto já tem um “plano B” para o Auxílio Gás, uma das propostas que vai perder a validade nesta quinta-feira (1º). Na terça-feira (30), durante a análise de outra medida provisória, a que retomou o Bolsa Família, a Câmara dos Deputados incorporou o adicional do Auxílio Gás à redação do programa de transferência de renda. O texto foi aprovado, mas ainda precisa do aval do Senado.

Caso o Senado não aprove a MP que concede a famílias de baixa renda um valor suficiente para a compra de um botijão de gás de cozinha de 13 kg, Lula pode editar um decreto para manter o benefício. O ato do Poder Executivo não precisa do aval do Parlamento para entrar em vigor.

Originalmente, o Auxílio Gás previa a transferência a cada dois meses de uma ajuda correspondente a 50% do preço de um botijão às famílias beneficiárias. Em agosto de 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) autorizou a transferência de um benefício no valor total do produto e, no início deste ano, Lula assinou uma medida provisória para manter a regra pelo menos até dezembro.

A MP do Bolsa Família só perde a validade no fim de junho, mas com a inclusão do Auxílio Gás ao texto do projeto de conversão em lei, a matéria precisa ser aprovada até esta quinta-feira. Caso contrário, o benefício para a compra de um botijão volta a ser de apenas 50% do valor do produto.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome, “os procedimentos administrativos para publicação do decreto seguem em curso”. “Dessa forma, estará garantido o pagamento do benefício do PAGB [Programa Auxílio Gás dos Brasileiros] no valor de 100% até o fim de 2023, independentemente se a MP nº 1.155/2023 prosperar ou não”, informou a pasta, em nota.

O número de famílias que recebem o Auxílio Gás a cada dois meses varia de acordo com a oscilação do preço médio do botijão de gás de cozinha e o processo de averiguação cadastral do Cadastro Único.

O último pagamento do benefício aconteceu em abril, com o repasse de R$ 110 para 5,7 milhões de famílias. O valor correspondeu à média nacional do produto calculada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo o calendário do Poder Executivo, as próximas transferências acontecem em junho, agosto, outubro e dezembro. Para este ano, o governo reservou R$ 3,7 bilhões para bancar o programa social.

Fonte: r7

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