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covid-19

GuarulhosSaúde

Mais de 68 milhões de brasileiros ainda não tomaram reforço da vacina contra Covid

por Redação 4 de janeiro de 2023

Cerca de 69 milhões de brasileiros ainda não receberam a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. A Rede Nacional de Dados em Saúde mostra ainda que mais de 30 milhões de pessoas não receberam a segunda dose do reforço, enquanto 19 milhões de pessoas não buscaram sequer a segunda dose do esquema vacinal primário.

Nesta semana, a recém-empossada ministra da Saúde, Nísia Trindade, lembrou que a pandemia não acabou e reforçou a importância de se completar o esquema vacinal contra a doença.

“A pandemia mostrou a nossa vulnerabilidade. O rei está nu. Precisamos afirmar, sem nenhuma tergiversação, e superar essa condição”, disse, ao afirmar que o país responde por 11% das mortes por Covid no mundo, apesar de representar 2,7% da população global.

Segundo a pasta, estudos científicos mostram que a proteção vacinal desenvolvida contra a Covid é mais alta nos primeiros meses, mas pode apresentar redução. Com a dose de reforço, a proteção contra o vírus volta a ficar elevada. Por isso, a proteção adicional é considerada indispensável.

“Neste cenário, o Ministério da Saúde ressalta que é fundamental buscar uma unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta de vacinação contra a Covid-19 e outras doenças.”

Cobertura vacinal
Até o momento, 163 milhões de pessoas tomaram a segunda dose ou a dose única da vacina contra a Covid-19, o que representa 79% da população. Quanto à primeira dose de reforço, 102,5 milhões foram aplicadas. Já a segunda dose de reforço — ou dose adicional — soma 45,2 milhões de aplicações.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

OMS espera uma redução significativa dos casos de Covid e mpox em 2023

por Redação 29 de dezembro de 2022

A OMS (Organização Mundial de Saúde) espera que em 2023 se registe um decréscimo “significativo” da pandemia de Covid-19, que a pasta alerta que “ainda não acabou” e tem de continuar a ser acompanhada, e do surto de mpox (varíola do macaco).

O diretor da OMS na Europa, Hans Kluge, disse que está “otimista e cauteloso” com suas previsões para o próximo ano e apelou aos países da região europeia para que adotem uma estratégia dupla: preparar-se para emergências e, ao mesmo tempo, investir “mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários”.

“Todos os países devem adotar uma abordagem de saúde ‘bidirecional’ em 2023 e além: mesmo quando os países se preparam melhor para emergências, de surtos a conflitos, eles devem investir ainda mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários, para fornecer os serviços às pessoas que precisam todos os dias”, acrescentou.

O responsável também lembrou que a Covid-19 ceifou mais de 2 milhões de vidas, num total de 53 países, e que só em 2022 foi registrado meio milhão de mortos ligados à doença.

“A pandemia não acabou. Teremos que continuar vigilantes em 2023. Precisamos de vigilância contínua e rastreamento da Covid. Os milhares de hoje não estão vacinados, devemos alcançá-los.”

Para o próximo ano, o diretor da organização internacional espera que haja também uma maior “reorientação” em relação ao “flagelo” que representam as DNTs (doenças não transmissíveis) e o HIV (vírus da imunodeficiência humana).

Vale lembrar que as principais doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer, “representam 86% das mortes na região europeia”.

Kluge afirma que, para reduzir a carga que representam as DNTs, deve-se “diminuir o consumo de álcool e tabaco e fomentar a atividade física, assim como abordar a mudança climática”, também com o objetivo de “construir sociedades mais saudáveis”.

Com relação ao HIV, diz que a região europeia da OMS é a única onde a incidência está aumentando, “apesar de termos as ferramentas necessárias para prevenir e tratar a infecção pelo HIV”.

“Nosso último relatório, com o CDC (Centro Europeu de Controle de Doenças), revela que o subdiagnóstico do HIV na região significa que centenas de milhares não recebem os cuidados de que precisam, quando precisam.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos libera Pfizer Baby para crianças de 6 meses a 2 anos sem comorbidades

por Redação 29 de dezembro de 2022

A partir desta quinta-feira (29) a Prefeitura de Guarulhos inicia a ampliação do uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 para todos os bebês e crianças entre seis meses e dois anos de idade. A nova recomendação vai ao encontro das diretrizes do Plano São Paulo, do Governo do Estado, após nota técnica emitida pela coordenação do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Até então o governo federal havia distribuído as primeiras doses da chamada Pfizer Baby apenas para as crianças da faixa etária citada que tivessem alguma comorbidade.

Os polos em que a Pfizer Baby estará disponível são o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga, Jandaia e Fortaleza. Os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema vacinal primário será composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira aplicação. Para esse público não está recomendado o uso de outro imunobiológico entre as doses administradas. As três aplicações devem ser da mesma vacina, a Pfizer Baby.

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GuarulhosSaúde

Anvisa libera venda de segundo remédio para tratamento domiciliar de Covid

por Redação 23 de dezembro de 2022

A venda do medicamento Lagevrio (molnupiravir), utilizado no tratamento da Covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país foi aprovada por unanimidade pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A decisão, tomada nessa quinta-feira (22), autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem em inglês, porém com entrega da bula e folheto informativo aos pacientes abordando as informações referentes à gravidez e lactação, em português.

A bula em português também estará disponível nos sites institucional da MSD Brasil e no global, também será possível escanear o código QR no rótulo do produto que direcionará para o site global da empresa com acesso às bulas.

A venda em farmácias deve ser realizada, sob retenção de receita médica e uma via da Receita de Controle Especial deve ficar retida no estabelecimento, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento.

“A aprovação levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos, Japão e Reino Unido. A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”, justificou a Anvisa em nota.

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o medicamento deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas.

“Para ajudar a prevenir a progressão da doença, internações hospitalares e mortes, os medicamentos antivirais para infecções respiratórias agudas devem ser usados o mais cedo possível após o correto diagnóstico da infecção”, afirmou a diretora.

Ela reiterou que o tratamento não substitui a vacinação.

“Reafirmo e enfatizo que os benefícios esmagadores da vacinação na proteção contra as formas graves e óbitos ocasionados pela Covid-19, superam em muito o risco das raras reações adversas relacionadas as vacinas aprovadas pela Anvisa”, acrescentou Meiruze Freitas.

Essa informação se faz ainda mais necessária após um estudo recente, liderado por pesquisadores da Universidade de Oxford, apontar que o medicamento acelera a recuperação, mas não reduz a hospitalização ou a morte em adultos vacinados.

Os testes iniciais feitos pela fabricante do remédio constataram que ele era cerca de 30% eficaz para hospitalização, mas em pacientes não vacinados.

Isso significa que a proteção oferecida pela vacina é tão forte que não há benefício claro do medicamento em termos de redução adicional de hospitalização e mortalidade de imunizados (com esquema vacinal completo).

No entanto, o medicamento não deixa de ser um aliado, já que foi eficaz na redução da carga viral e pode ajudar a acelerar a recuperação do paciente em cerca de quatro dias, de acordo com estimativas baseadas em dados do estudo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Oito em cada dez internações por complicação respiratória no Brasil são causadas pela Covid

por Redação 22 de dezembro de 2022

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgou nesta quinta-feira (22) dados atualizados das internações por Srag (síndrome respiratória aguda grave) no país que mostram a predominância da Covid-19.

Segundo o boletim InfoGripe, de todas as internações por complicação respiratória ocorridas entre 11 e 17 de dezembro, 80,2% eram de pessoas com Covid-19.

O restante se dividia entre vírus sincicial respiratório (8,3%), que atinge majoritariamente bebês e crianças; influenza A (1,7%); e influenza B (0,7%).

Um padrão semelhante foi observado em relação aos casos que evoluíram para óbito no período.

O vírus sincicial respiratório “mantém presença expressiva nas crianças de zero a quatro anos, além de apresentar retomada do crescimento nesse público nos três estados da região Sul e no DF”, diz o boletim.

Dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) mostram que nesta quarta-feira (21) a média móvel de novos casos de Covid-19 no país era 41.861 por dia, o patamar mais elevado desde meados de julho deste ano.

Já a média móvel diária de mortes causadas pela doença atingiu 145, o número mais alto desde o fim de agosto.

Apesar de os números serem semelhantes aos observados na metade do ano — quando a onda não foi considerada tão significativa —, especialistas temem que as reuniões sociais e viagens de fim de ano possam aumentar a quantidade de pessoas infectadas.

O coordenador do InfoGripe, o pesquisador Marcelo Gomes, recomenda a manutenção das medidas preventivas individuais “especialmente para pessoas com maior risco de desenvolver casos graves”.

Entre as orientações está o uso de máscara em locais com aglomeração de pessoas, incluindo o transporte público.

Cabe ressaltar ainda que as principais vítimas de internação e óbito por Covid-19 neste ano vêm sendo idosos e indivíduos com alguma imunossupressão, mas também há casos de pessoas entre 31 e 40 anos que estão evoluindo mal, especialmente devido ao esquema vacinal incompleto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Vacinas anti-Covid atualizadas têm 73% de eficácia contra internações

por Redação 19 de dezembro de 2022

Um estudo publicado pelos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos mostra que uma dose adicional de vacina contra a Covid-19 atualizada para a variante Ômicron do coronavírus reduz significativamente o risco de internação em idosos.

Os pesquisadores analisaram dados de 798 adultos sem imunossupressão com mais de 65 anos que foram atendidos com Covid-19 em 22 hospitais entre 8 de setembro e 30 de novembro deste ano. A idade média do grupo foi 73 anos.

Os pacientes foram divididos em dois grupos: um da análise, com 381 integrantes, e outro de controle, com 417 pessoas.

No grupo de análise, 21% eram não vacinados, 73% haviam recebido duas doses ou mais da vacina monovalente (a de primeira geração usada nos esquemas primários), e 5% tomaram uma dose de reforço com vacinas atualizadas.

Nos pacientes do grupo controle, 15% eram não vacinados, 71% receberam duas doses ou mais da vacina mono valente e 14% tiveram um reforço com a vacina bivalente.

“Quando comparada com pacientes não vacinados, a eficácia da vacina de uma dose de reforço bivalente na prevenção de hospitalização associada à Covid-19 foi de 84%. Quando comparado com pacientes que receberam duas doses ou mais de vacina apenas monovalente de RNAm [RNA mensageiro] dois meses antes do início da doença, a eficácia da vacina relativa de uma dose de reforço bivalente foi de 73%”, diz o estudo.

Segundo a agência sanitária, os resultados sugerem “um benefício incremental importante para pessoas elegíveis para receber um reforço da vacina bivalente”.

“Essas descobertas iniciais de uma coorte de adultos com idade igual ou acima de 65 anos, 74% dos quais com múltiplas condições subjacentes, estão entre as primeiras a documentar evidências do mundo real de que o recebimento de uma dose de reforço bivalente após a conclusão de pelo menos um esquema primário de vacinas de RNAm contra a Covid-19 é protetor contra a hospitalização por Covid-19”, acrescentam os autores.

As vacinas de RNA mensageiro utilizadas nos Estados Unidos são as da Pfizer/BioNTech e da Moderna – no Brasil, apenas a primeira está disponível.

Em 23 de novembro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou duas vacinas da Pfizer que estão atualizadas para proteger contra subvariantes da Ômicron.

O contrato do Ministério da Saúde com a farmacêutica já prevê o envio de novos lotes com as novas doses. Os primeiros começaram a chegar na semana passada.

Especialistas entendem que os idosos e indivíduos com alguma imunossupressão devem ser os primeiros a receber os reforços com essas vacinas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

A uma semana do Natal, Brasil vive novo aumento do número de casos de Covid

por Redação 17 de dezembro de 2022

O Brasil termina 2022 com uma terceira onda de casos de Covid-19. O tamanho dela, porém, ainda é difícil definir, uma vez que o número de testes positivos e internações vem crescendo a uma semana do Natal.

As viagens de férias, reuniões de amigos e familiares podem ter um impacto na disseminação do vírus, assim como já se observou no fim de 2021 e começo deste ano.

Dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) mostram que a média móvel diária de novos casos nesta semana (cerca de 36 mil) está no patamar mais elevado desde o fim de julho – quando o país passava por um declínio do número de infecções da segunda onda.

Especialistas ressaltam que o número de novos casos certamente está subnotificado, já que muita gente não faz mais exames, e a popularização dos testes caseiros faz com que resultados positivos não sejam notificados aos governos.

Ainda assim, outro indicador é mais fiel para mostrar o avanço da Covid-19 no Brasil neste momento: as internações por Srag (síndrome respiratória aguda grave).

O boletim InfoGripe, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), mais recente alerta para o aumento de internações por complicações respiratórias em todo o país, principalmente entre adultos, sendo a principal causa (76,7% dos casos) a Covid-19.

Para o pesquisador da Fiocruz Leonardo Bastos, os indicadores de internações mostram “a ponta do iceberg, que são os casos graves”.

“Mas talvez sejam mais relevantes, porque é o que pode causar uma superlotação em hospitais. Quando começamos a ver tendência de aumento de hospitalizações, tem que acender um alerta”, afirma.

A epidemiologista e professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) Ethel Maciel ressalta o fato de uma grande parcela da população estar sem as doses de reforço da vacina anti-Covid.

“Infelizmente, ainda temos pessoas que não tomaram nenhuma dose de reforço e que acabam estando mais expostas, porque neste momento já sabemos que para se considerar alguém vacinado, precisa-se de pelo menos três doses. O esquema básico [de imunização] mudou com as variantes de preocupação”, observa.

O vacinômetro do Ministério da Saúde mostra que 39,2 milhões de doses de segundo reforço haviam sido aplicadas até 15 de dezembro. O primeiro reforço foi aplicado em 101,9 milhões.

Diante deste cenário, os dois especialistas já adiantam que a Covid-19 deve continuar se disseminando neste fim de ano.

“A gente vai esperar neste Natal e Ano-Novo um aumento de casos. E uma preocupação sempre maior com os nossos mais vulneráveis, os idosos, imunossuprimidos, as pessoas que precisam de uma proteção maior”, complementa Ethel.

Por outro lado, o cenário é mais otimista do que há um ano, diz o pesquisador da Fiocruz. “Não é como no ano passado, quando chegou uma variante completamente nova [Ômicron]. Agora, é uma subvariante da Ômicron, mas continua sendo Ômicron.”

Dados da Rede Genômica Fiocruz mostram que, em novembro deste ano, três subvariantes da Ômicron predominavam no país: BQ.1.1 (34,3%), BA.5.3.1 (14,1%), BQ.1 (14%).

Embora sejam mais transmissíveis, estas subvariantes não se mostraram mais perigosas do que as que que circularam anteriormente.

O pesquisador acrescenta que, normalmente, as curvas de casos de Covid-19 no Brasil duram cerca de oito semanas, entre subida, pico e descida. Se isto se confirmar nesta onda, iniciaríamos o ano em queda, mas esta não é uma garantia.

“Como tem essa movimentação de fim de ano, essa mobilidade de pessoas, eventos com aglomerações, talvez isso estique [a curva de casos e internações] um pouco mais. Uma tendência natural das epidemias são essas ondas que sobem e descem, mas quando ela desce, isso aí é o incerto. Talvez esse movimento de fim de ano faça com que essa queda seja um pouco mais lenta”, pondera Bastos.

Óbitos
O que tem sido observado desde a onda do meio do ano no Brasil é que as vítimas da Covid-19 voltaram a ser majoritariamente os idosos e pessoas com alguma imunossupressão.

Mesmo com esquema vacinal completo, esses indivíduos não desenvolvem a mesma resposta imunológica contra o vírus em relação aos adultos saudáveis, por exemplo.

Entretanto, alguns adultos com esquema vacinal incompleto também estão sujeitos a complicações causadas pela Covid-19.

Bastos ressalta que tem sido observado, embora em menor número, aumento do número de internações de pessoas entre 40 e 60 anos. “O número é um pouco menor, mas aquela tendência de subida está ali.”

A média diária de mortes pela doença voltou a ficar acima de cem nesta semana, após três meses abaixo desse patamar, segundo o Conass.

As vacinas bivalentes, que oferecem um nível de proteção maior contra a Ômicron, começaram a chegar ao Brasil nesta semana, mas em quantitativo ainda baixo e sem previsão de quando devem começar a ser aplicadas.

A professora da Ufes entende que os idosos e imunossuprimidos devem ser priorizados.

“Seria, sim, muito importante que a gente começasse a vacinar o público de idosos e grupos de risco, principalmente pensando nessas festas de fim de ano.”

Medidas de prevenção
O alerta do aumento de hospitalizações nas últimas semanas serviu para que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinasse a volta da obrigatoriedade do uso de máscaras em aviões e aeroportos.

Em São Paulo, a proteção facial também passou a ser exigida de quem anda no transporte público.

Porém, a percepção da necessidade do uso se torna cada vez mais individual, afirma Ethel Maciel.

“A gente não tem uma determinação para uso de máscaras, as nossas medidas inexistem. Então, é difícil que nós tenhamos, pelo menos até o final deste governo, uma medida mais efetiva neste sentido. É importante alertar as pessoas para que sempre quando forem viajar, temos a obrigatoriedade nos aviões, mas não em ônibus, por exemplo. Utilize máscara, porque é um local fechado em que você vai ficar muito tempo.”

Ela reforça a importância de optar, sempre que possível por máscaras com alta capacidade de filtragem, como as PFF2/N95 ou as cirúrgicas (com três camadas).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

OMS: 90% da população mundial tem alguma imunidade à Covid-19

por Redação 3 de dezembro de 2022

A OMS (Organização Mundial da Saúde) calculou, nesta sexta-feira (2), que cerca de 90% da população mundial possui, atualmente, algum nível de imunidade à Covid-19, embora tenha alertado para a ameaça de uma nova variante.

“A OMS estima que ao menos 90% da população mundial têm agora algum nível de imunidade ao Sars-CoV-2 devido a uma infecção anterior ou à vacinação”, afirmou o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em referência ao vírus que causa a doença.

“Estamos muito mais perto de poder dizer que a fase de emergência da pandemia terminou, mas ainda não chegamos lá”, acrescentou em uma coletiva de imprensa.

Tedros afirmou que a redução da vigilância dos contágios está abrindo as portas para uma nova variante do vírus, que pode superar a dominante Ômicron.

“As lacunas na vigilância, nos testes, no sequenciamento e na vacinação continuam criando as condições perfeitas para o surgimento de uma variante preocupante, que pode causar mortalidade significativa”, alertou.

Tedros lembrou que no fim de semana passado fez um ano que a OMS relatou o surgimento da Ômicron, uma nova variante mais contagiosa.

Atualmente, existem mais de 500 subvariantes da Ômicron, e todas são altamente transmissíveis. Também há mutações que lhes permitem escapar mais facilmente da imunidade, reforçou Tedros.

A OMS contabilizou mais de 640 milhões de casos oficialmente confirmados — um número que se presume muito inferior ao real, assim como o número oficial de óbitos: 6,6 milhões no mundo.

Na semana passada, foram registradas mais de 8.500 mortes por Covid-19, afirmou Tedros. Um número que “não é aceitável” depois de três anos de pandemia, quando “já temos tantas ferramentas para prevenir infecções e salvar vidas.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Máscaras voltam a ser obrigatórias no transporte público a partir de hoje

por Redação 26 de novembro de 2022

O Governo do Estado e a Prefeitura de SP decidiram retomar a obrigatoriedade do uso de máscara no transporte público a partir de hoje (26), seguindo análise técnica do Conselho Gestor da Secretaria Estadual de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, contra o avanço dos casos de Covid-19. Decreto com a nova regulamentação foi publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (25).

O governo recomenda que a medida seja adotada por todos os municípios do estado, reitera que é fundamental que a população esteja com o ciclo vacinal completo para assegurar maior proteção contra o coronavírus e reforça que a única forma de amenizar os efeitos do vírus é garantir a imunização com as doses que estão disponíveis em todos os postos de saúde do estado.

Em nota, o Conselho Gestor da Secretaria Estadual de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde informou que a medida está sendo tomada por conta do aumento expressivo na transmissão do Covid-19, que se reflete principalmente nos indicadores de internações em leitos de enfermaria e UTI.

Nos últimos 14 dias, houve crescimento de 156% e 97,5%, respectivamente, chegando a uma média diária de mais de 400 novas internações.

A velocidade de aumento de internações (5% ao dia para pacientes em UTI e 7% por dia para pacientes em enfermarias) e taxas de ocupação de leitos de UTI (44% no Estado de São Paulo e 59% na Região Metropolitana de São Paulo) são acentuadas e começam a pressionar os sistemas de saúde público e privado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Vacinação contra Covid-19, poliomielite e outras doenças segue neste sábado (26) em SP

por Redação 26 de novembro de 2022

As campanhas de vacinação contra a Covid-19, poliomielite e multivacinação seguem neste sábado (26) em São Paulo (SP). As AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais)/ UBSs (Unidades Básicas de Saúde) Integradas estarão abertas das 7h às 19h, aplicando, inclusive, a Pfizer Baby aos grupos elegíveis para receber o imunizante.

Desde o dia 17 de novembro, a imunização contra a Covid-19 está disponível para crianças entre 6 meses e 2 anos, 11 meses e 29 dias com comorbidades, imunossuprimidos, com deficiência permanente e indígenas. A população pode inscrever seus filhos sem comorbidades, desta faixa etária, para receber eventuais doses remanescentes do imunizante nas unidades de saúde de referência da residência de cada família.

As primeiras e segundas doses da vacina contra a Covid-19 estão disponíveis para crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos.

Para a primeira dose adicional, estão elegíveis pessoas acima de 12 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal há pelo menos quatro meses. Já a segunda dose adicional da vacina está disponível para toda a população acima de 18 anos de idade que recebeu a primeira dose há pelo menos quatro meses.

Está disponível, ainda, a terceira dose adicional para pessoas com alto grau de imunossupressão com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose há pelo menos quatro meses.

As campanhas de vacinação contra a poliomielite e de multivacinação também foram prorrogadas por tempo indeterminado na cidade. Contra a pólio, estão elegíveis crianças a partir de 1 ano até 4 anos e 11 meses de idade e, desde o dia 8 de agosto, foram aplicadas 383.997 doses neste grupo.

A campanha tem como objetivo imunizar, com a vacina oral contra a poliomielite (VOP), as crianças que tenham o esquema prioritário completo da vacina inativada contra a poliomielite (VIP). Na vacinação de rotina do calendário, a VIP deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade, e a VOP aos 15 meses e aos 4 anos.

Na campanha de multivacinação, destinada ao público até 15 anos, além da VIP e da VOP, são disponibilizados imunizantes como: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), varicela, BCG, pentavalente, pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, influenza e HPV.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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