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CPMI 8 DE JANEIRO

Brasilia

CPMI do 8 de Janeiro deve acabar sem o depoimento de peças-chave

por Redação 5 de outubro de 2023

Quatro meses após ter sido instalada, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro deve encerrar os trabalhos sem ouvir personagens que são considerados peças-chave do episódio que terminou com a depredação dos prédios públicos da praça dos Três Poderes. Havia a expectativa de que os parlamentares ouvissem, nesta quinta-feira (5), o subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior, do Batalhão de Policiamento de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal. No entanto, a reunião foi cancelada diante da expectativa de baixo quórum para a oitiva.

A decisão de cancelar a audiência partiu do presidente da comissão, deputado Arthur Maia (União-BA). Além disso, há a expectativa de que os gabinetes se dediquem nos próximos dias à preparação do relatório final e dos votos em separado. A previsão é que o parecer elaborado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA) seja apresentado em 17 de outubro e submetido à votação do colegiado no dia 18.

Segundo Maia, após a leitura do parecer, os parlamentares de oposição terão 40 minutos para apresentar um voto em separado. O presidente da CPMI anunciou que não haverá pedido de vista, ou seja, não vai acatar mais tempo para analisar o relatório e não vai votar requerimentos durante a reunião de 18 de outubro.

Por enquanto, Eliziane tem um esboço do que deve ser o texto do relatório e trabalha para definir quais serão os indiciamentos feitos a partir dos depoimentos na comissão e de análise de documentos. Nos bastidores, há a expectativa de que a senadora inclua no relatório o indiciamento de pessoas ligadas ao governo Bolsonaro, mesmo que não tenham prestado depoimento à CPMI.

É o caso, por exemplo, do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro. O militar chegou a ter a oitiva agendada duas vezes, mas o depoimento não aconteceu. Na última tentativa, o presidente do colegiado, Arthur Maia, decidiu cancelar a reunião que ouviria o ex-ministro. Ainda assim, parlamentares da base governista acreditam que os depoimentos aos quais a comissão teve acesso são suficientes para ligar os atos de vandalismo ao grupo do ex-presidente.

Já pela parte da oposição, houve a tentativa de convocação de personagens do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o ministro da Justiça, Flávio Dino, e o coronel Sandro Augusto de Sales Queiroz, que era chefe do Batalhão de Pronto Emprego da Força Nacional no dia 8 de janeiro. Os requerimentos de convocação, no entanto, foram derrotados em votações.

A oposição também articula a apresentação de um relatório paralelo, elaborado pelo ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e agora deputado federal, Alexandre Ramagem (PL-RJ). A intenção é pedir o indiciamento de Dino e do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Gonçalves Dias por supostas omissões durante a invasão das sedes dos Três Poderes.

Depoimentos e documentos da CPMI
No início do trabalho, a senadora Eliziane Gama alegou que a comissão reconstituiria a cronologia dos atos de vandalismo. Assim, o primeiro depoimento foi o do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, em que ele falou sobre as operações da corporação que obstruíram rodovias no segundo turno das eleições de 2022.

Também foram ouvidos o delegado da Polícia Civil do Distrito Federal Leonardo de Castro; George Washington de Oliveira Sousa, um dos condenados por planejar a explosão de uma bomba perto do aeroporto de Brasília; o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid; e o ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

Fonte: r7

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Política

CPMI vota nesta quinta pedidos de quebra de sigilo de Zambelli, do hacker e de militares da PMDF

por Redação 24 de agosto de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro vota nesta quinta-feira (24) os pedidos de quebra de sigilo da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), do hacker Walter Delgatti Netto e de militares da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Um pedido de reconvocação do tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também está na pauta da reunião.

A votação dos requerimentos deveria ter ocorrido na terça-feira (22); no entanto, foi adiada por falta de acordo entre governistas e oposição. Na ocasião, a ala aliada ao governo queria pôr em votação requerimentos de quebra de sigilo telemático e financeiro de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle. Os pedidos são da relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que quer investigar o fluxo do dinheiro que financiou os atos extremistas do 8 de Janeiro.

Os parlamentares também devem votar a convocação do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, ex-comandante do 1º Comando de Policiamento Regional da PMDF; do subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior; e do segundo-tenente Osmar Crivelatti, que era assistente do ex-presidente e foi apontado pela Polícia Federal como uma das pessoas envolvidas no esquema de venda ilegal de presentes dados a Bolsonaro por delegações estrangeiras.

Fonte: r7

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Segurança

Financiadores pagaram R$ 600 mil para levar 4,6 mil extremistas a Brasília no 8 de Janeiro, diz relatório

por Redação 9 de julho de 2023

Financiadores dos atos extremistas pagaram R$ 599,9 mil para transportar manifestantes de 15 estados a Brasília no dia 8 de janeiro. Segundo relatório produzido pela Polícia Civil do Distrito Federal e compartilhado com a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, 119 ônibus transportaram 4.600 pessoas à capital federal para as manifestações que culminaram nos atos de vandalismo nas sedes dos Três Poderes. A autorização para os ônibus entrarem em Brasília foi emitida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) entre 1º e 8 de janeiro.

O documento, com mais de cem páginas, detalha o valor pago para transportar os manifestantes, além de identificar os responsáveis pela contratação dos ônibus e os financiadores do transporte. A intenção da relatora da comissão, Eliziane Gama (PSD-MA), é usar as informações para rastrear uma parte dos financiadores dos atos extremistas.

O relatório havia sido entregue em junho à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, e compartilhado com a CPMI na semana passada. Entre os pagamentos realizados pelos financiadores, há valores que variam de R$ 100 a R$ 28 mil.

De acordo com o documento, Jorginho Cardoso de Azevedo, de 61 anos, por exemplo, foi um dos contratantes que mais gastaram com transporte a Brasília. Ele pagou R$ 28 mil por um ônibus que saiu de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, em direção à capital federal, em 7 de janeiro, com 38 passageiros.

Azevedo aparece na lista de presos devido a ataques extremistas no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura denúncias de crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado. A reportagem não conseguiu contato com ele nem com sua defesa. O espaço permanece aberto para a manifestação de Azevedo.

O Sindicato Rural de Castro, no Paraná, também aparece como um dos financiadores do transporte de manifestantes. Segundo o relatório, a entidade rural pagou R$ 20 mil para transportar 67 passageiros do Paraná a Brasília. Três pessoas que estavam entre os passageiros foram presas por participação nos atos de vandalismo. O R7 procurou o sindicato, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Investigação na CPMI
O relatório da Polícia Civil vai ser usado pela CPMI para identificar uma parte dos financiadores dos atos extremistas. Na próxima terça (11), a comissão vai ouvir o tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro. O militar está preso desde 3 de maio, acusado de ter fraudado cartões de vacinação dele e de familiares e do ex-presidente Jair Bolsonaro e da filha dele.

O militar recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar ser dispensado do depoimento, mas a ministra Cármen Lúcia negou o pedido. A ministra determinou, no entanto, que ele tem o direito de não produzir provas contra si mesmo, e pode não responder a perguntas que venham a incriminá-lo.

Seis meses dos ataques
Os ataques criminosos às sedes dos Três Poderes, em Brasília, completam seis meses neste sábado (8), com 253 suspeitos de envolvimento neles que aguardam julgamento em presídios, sendo 186 homens e 67 mulheres. Pessoas já liberadas são monitoradas por tornozeleiras eletrônicas e se comprometeram a se apresentar à Justiça e a não deixar a área territorial de sua respectiva comarca.

A Procuradoria-Geral da República denunciou 1.390 pessoas pelos atos que culminaram com a invasão e a depredação das sedes dos Três Poderes. Destas, o Supremo já transformou em rés 1.291, ao longo de oito blocos de julgamento.

Em junho, o ministro do STF Alexandre de Moraes disse que a Corte deve julgar, em até seis meses, cerca de 250 réus suspeitos de envolvimento nos atos e que respondem por crimes mais graves.

A Advocacia-Geral da União já foi à Justiça pedir que as pessoas que participaram da invasão e da depredação sejam condenadas a ressarcir os danos causados ao patrimônio público. Até o momento os prejuízos estão estimados em R$ 26,2 milhões.

Fonte: r7

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Política

Oposição pressiona, mas CPMI do 8 de Janeiro não deve pedir para que coronel da PM seja solto

por Redação 29 de junho de 2023

Mesmo com apelos da oposição, a relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, Eliziane Gama (PSD-MA), não deve pedir a revogação da prisão do ex-chefe de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Eduardo Naime. O policial está detido desde 7 de fevereiro por suposta omissão diante da invasão das sedes dos Três Poderes.

“Da minha parte, não vai ter [pedido de revogação da prisão]. Até porque, ele está preso por causa de um inquérito que corre em outra instância. Seria interferir em outras instâncias”, disse Eliziane.

Das autoridades que foram presas na investigação sobre o 8 de Janeiro, apenas Naime continua detido. O então comandante-geral da PMDF no dia dos atos golpistas, coronel Fábio Augusto Vieira, e o ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres estão soltos.

A defesa do coronel chegou a pedir que a Justiça o liberasse da prisão, o que foi negado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Para o subprocurador-geral Carlos Frederico Santos, a concessão de liberdade seria um “risco às investigações”.

No entanto, segundo parlamentares da oposição, a prisão de Naime “não é justa”, e um grupo de membros da comissão se organiza para apresentar um requerimento para que o coronel seja solto.

“Eu não defendo quem cometeu crime, mas eu esperava dos parlamentares da base do governo, ao final do depoimento do coronel Naime, que pedissem a soltura dele. Se são coerentes, deveriam ter solicitado a soltura de Naime, preso injustamente”, afirmou o deputado Marcos Rogério (PL-RO).

O senador Magno Malta (PL-ES), vice-presidente da CPMI, também fez um apelo pela soltura do policial. “Os nossos códigos todos, Código Penal e Militar, dizem que o cidadão preso, na situação onde ele está, tem cinco dias para que tenha todas as informações e saiba por que está preso. E, na verdade, ele tem seis meses [preso] e não sabe o porquê. A nossa conclusão é que ele é preso político. Não resta nenhuma razão para desacreditar”, afirmou.

Para o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), a revogação da prisão preventiva é justificada por causa da demora no oferecimento da denúncia contra o coronel. “Não tenho acesso aos autos, não sei exatamente os motivos da prisão preventiva, ou o porquê da demora dessa denúncia, mas o relato que ele [Naime] fez, e abstraindo desse fato que eu não conheço todas as evidências, me pareceu bastante convincente. Ficaria uma ponderação para que, passados os cinco meses sem denúncias, que fosse revista essa prisão preventiva”, comentou.

No depoimento à CPMI, Naime negou ter responsabilidade no episódio de vandalismo, disse não saber por que está preso e reforçou que estava de folga em 8 de janeiro. Ele também afirmou que a corporação não recebeu informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre a gravidade das manifestações. Além disso, disse que o Departamento Operacional da Polícia Militar não estava no grupo criado em 7 de janeiro para repassar informes do ato.

“Ou as agências de informação não passaram isso para o secretário e para o comando-geral, ou passaram e eles ficaram inertes, não tomaram providências, porque eles tiveram cinco horas para tomar providências a partir do momento em que receberam a informação”, comentou.

Naime chegou a afirmar que o número dois da Secretaria de Segurança Pública do DFno dia da depredação da Praça dos Três Poderes, Fernando de Souza Oliveira, “ou foi enganado ou dolosamente enganou o governador [do Distrito Federal, Ibaneis Rocha]”.

Ao final do depoimento, o senador Eduardo Girão (Novo-CE), sustentou que o coronel é um “preso político”. O parlamentar afirmou que é importante a comissão ter acesso aos relatórios da Abin. “É a chave esse relatório da Abin. Ali está o esqueleto de onde devemos fazer a investigação”, comentou.

Fonte: r7

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Segurança

CPMI do 8 de Janeiro ouve nesta quinta condenado por atentado a bomba no aeroporto de Brasília

por Redação 22 de junho de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos extremistas de 8 de janeiro em Brasília ouve nesta quinta-feira (22) George Washington de Oliveira Sousa, condenado a nove anos e quatro meses de prisão por ter tentado detonar uma bomba e explodir um caminhão-tanque no aeroporto da capital do país na véspera de Natal do ano passado. O artefato chegou a ser acionado, mas não estourou devido a falhas técnicas.

A reunião do colegiado está marcada para as 9h. Washington, que está preso desde o dia do episódio, será ouvido depois do responsável por conduzir as investigações sobre o caso, o perito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Valdir Pires Dantas Filho.

Os pedidos de convocação dos dois partiram da relatora da CPMI, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), e foram aprovados pelos demais integrantes da comissão. “Pretende-se que as nossas atividades se iniciem com a dissecação dos fatos que norteiam duas importantes datas [24 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro de 2023], consubstanciadas em oitivas e requerimentos de informações, a partir das quais se espera, como natural desdobramento, a investigação dos demais fatos elencados no requerimento que embasou a instauração desta CPMI”, justificou a relatora.

Quem é George Washington
Morador do Pará, o condenado atua como empresário e dirigiu até Brasília após o segundo turno das eleições com armas de grosso calibre e bananas de dinamite no carro. Ele conseguiu os armamentos por meio de uma autorização de posse como caçador, atirador e colecionador (CAC).

Washington passou a frequentar o acampamento montado no quartel-general do Exército, em Brasília, depois que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito. Ele ficou hospedado em um apartamento no Sudoeste, área nobre da capital federal.

Após ser detido, ainda em 24 de dezembro, o criminoso afirmou estar descontente com o resultado das eleições e que pretendia detonar os explosivos para chamar atenção para o movimento a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Investigação dos atos extremistas no Congresso
A última reunião da CPMI ocorreu na terça (20), quando o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques prestou depoimento — o primeiro a ser ouvido pelo grupo.

Vasques negou ter atrapalhado eleitores do Nordeste durante o segundo turno da eleição presidencial do ano passado e falou sobre a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele se manifestou ainda sobre supostas omissões, ao ter permitido bloqueios em rodovias federais em protesto pelo resultado do segundo turno. O depoimento foi marcado por bate-boca e gritaria.

Explosão nas proximidades do aeroporto de Brasília
Nas primeiras horas de 24 de dezembro de 2022, as forças de segurança de Brasília foram acionadas, por meio de uma denúncia anônima, após câmeras de segurança do aeroporto flagrarem o motorista de um caminhão deixando uma caixa perto de um caminhão-tanque e indo embora.

A via principal de acesso ao aeroporto foi então bloqueada, em uma operação conjunta do Corpo de Bombeiros do DF, das polícias Militar e Civil da capital do país e da Polícia Federal, com agentes do esquadrão antibombas. As autoridades fizeram uma explosão controlada para desativar o explosivo.

As investigações da 8ª Vara Criminal de Brasília apontaram o envolvimento de três pessoas no atentado. Além de Washington, foi condenado Alan Diego dos Santos, que recebeu uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão. Wellington Macedo de Souza continua foragido.

Fonte: r7

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PolíticaBrasil

Vasques nega relação próxima com Bolsonaro e justifica foto com ex-presidente

por Redação 20 de junho de 2023

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques disse, nesta terça-feira (20), que tinha uma relação “profissional” com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele afirmou que as fotos que tem com o ex-chefe do Executivo só foram possíveis porque Bolsonaro “foi o único presidente que autorizou” os registros e que ter uma foto ao lado do presidente da República “emociona” os policiais.

“Eu nunca fui em nenhuma festa dele, por exemplo, da filha dele mais nova. Não sou padrinho, não sou parente. Nunca votei nele porque meu titulo de eleitor está e sempre esteve em Florianópolis. O que a gente tinha era uma relação muito profissional”, disse.

O ex-diretor é réu em um processo que corre na Justiça do Rio de Janeiro, sob acusação de improbidade administrativa. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público Federal, que alegou que Vasques fez uso indevido do cargo em benefício eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Eu sou um cidadão. Nunca cometi crime eleitoral. Usei o meu celular, minha rede social, no meu horário de folga”, disse.

Inclusive há muitos questionamentos, como ‘por que o senhor tem foto com o presidente na ação no RJ?’. Porque foi o único que deixou bater a foto. Nenhum outro presidente autorizou a gente a bater foto. Como eu ia ter foto com outro presidente? Qual o orgulho para um servidor público, para um policial? [O presidente da República] é o maior comandante das polícias. Qualquer presidente, o atual também é. Todos foram. É um orgulho para a gente levar uma foto do presidente, a gente se emociona. Mas, infelizmente, ele foi o único que dava essa autorização.

SILVINEI VASQUES, EX-DIRETOR-GERAL DA PRF, EM DEPOIMENTO NA CPMI DO 8 DE JANEIRO

Silvinei ressaltou que recebeu algumas ligações de Bolsonaro, mas todas para tratar de serviços públicos, principalmente quando o ex-presidente ia às ruas ou para pedir melhorias na carreira de policial rodoviário federal. “Eu não tenho nenhuma relação íntima com o [ex-] presidente da República e, quando falei com ele pessoalmente em algumas vezes, foi para pedir reestruturação [de carreiras], um orçamento maior. Foram essas as conversas, a gente não tinha nada mais do que isso.”

Depoimento de Silvinei Vasques
Vasques foi convocado a prestar esclarecimentos na CPMI sobre o suposto direcionamento da corporação na região Nordeste no dia do segundo turno das eleições. Na primeira fala ao colegiado, ele apresentou um dossiê, com mais de 300 páginas, sobre a atuação da polícia e afirmou que a corporação sofreu “a maior injustiça já realizada na história”.

“Não é verdade que as operações tenham sido direcionadas. Lembrando que as polícias trabalham com georreferenciamento e estatísticas. Então, o Nordeste tem o maior efetivo, a maior rede viária, a segunda maior frota de ônibus e vans do Brasil. No Nordeste também é onde, infelizmente, ocorreram a maior quantidade de prisões sobre crimes eleitorais nas últimas cinco eleições e a maior apreensão de armas de fogo”, disse.

Ele desmentiu um relatório do Ministério da Justiça, divulgado em abril, que constatou três desvios de padrão relacionados à atuação da PRF no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o ministério, foram fiscalizados 2.185 ônibus no Nordeste no dia 30 de outubro do ano passado; na região Centro-Oeste, foram 893 ônibus; no Sul, 632; no Sudeste, 571; e na região Norte, 310.

Segundo Silvinei, no entanto, as operações da PRF no dia do segundo turno não prejudicaram as eleições. “Não existe nenhum brasileiro que deixou de votar nas eleições por causa das abordagens dos policiais rodoviários federais, nenhum ônibus foi apreendido”, disse.

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Política

Ex-diretor-geral da PRF é o primeiro a depor na CPMI do 8 de Janeiro

por Redação 20 de junho de 2023

O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques é o primeiro a depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, nesta terça-feira (20). Ele vai ter que explicar sobre as blitze ocorridas em rodovias federais em 30 de outubro de 2022 – dia do segundo turno das eleições – principalmente na região Nordeste. Vasques vai ser ouvido como testemunha, a partir de um requerimento apresentado pela relatora da comissão, senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O ex-diretor se aposentou no final do ano passado. Ele estava à frente da PRF desde abril de 2021.

No dia do segundo turno das eleições, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, chegou a intimar Vasques e a determinar que ele interrompesse imediatamente as operações da corporação relacionadas ao transporte público.

Na data, a PRF realizou diversas operações de abordagem em rodovias, com foco principalmente em estados do Nordeste. As ações provocaram engarrafamentos e atrasos, e a corporação foi acusada de tentar impedir o acesso dos eleitores às sessões de votação.

Em depoimento à Polícia Federal, em novembro do ano passado, Vasques negou que tenha feito uso político da PRF e disse que as operações foram realizadas para apurar possíveis ocorrências de transporte irregular de eleitores, o que é considerado crime eleitoral.

A relatora também quer ouvir de Silvinei a explicação sobre a investigação em que ele é alvo por suspeita de improbidade administrativa, por pedir votos nas redes sociais para o então presidente Jair Bolsonaro (PL).

Improbidade administrativa é quando um funcionário do Estado, durante o exercício da sua função pública, pratica atos ilegais ou contrários aos princípios básicos da Administração Pública: sendo esses a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência.

A ideia de Eliziane é investigar a cronologia fatos e a correlação com os ataques às sedes dos Poderes. “Tal como proposto no plano de trabalho apresentado a esta comissão, pretende-se que as nossas atividades se iniciem com a dissecação dos fatos que norteiam importantes datas,” afirma a senadora. Eliziane disse ainda que espera-se como natural desdobramento, a investigação de outros fatos no requerimento que embasaram a instauração da CPMI.

Ainda na terça-feira, o colegiado deve analisar 21 requerimentos, entre eles, a convocação do ex-ministro chefe do GSI, general Marco Edson Gonçalves Dias; do ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Saulo Moura da Cunha; e de Renato Martins Carrijo, perito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), responsável pela elaboração do laudo sobre o exame do local onde foi encontrada uma bomba próxima ao aeroporto de Brasília, em 24 de dezembro.

Os parlamentares também devem analisar requerimentos de pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) de todos os documentos, processos e inquéritos das investigações dos atos de vandalismo. O Ministério Público Federal (MPF) também deve ser requisitado para compartlhar informações referentes aos processos.

Outros depoimentos
Na semana passada, a CPMI aprovou a convocação de 36 pessoas que podem ter ligação com os atos de vandalismo às sedes dos Três Poderes. As convocações miram, em parte, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno e o tenente-coronel do Exército Mauro Cid, preso na operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema de fraude em dados de vacinação contra a Covid-19.

Na quinta-feira (22), a CPMI deve ouvir o empresário George Washington de Oliveira Souza, condenado por ter planejado um atentado a bomba perto do Aeroporto de Brasília, em 24 de dezembro. George está preso desde dezembro e, em maio, foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão em regime fechado.

Natural do Pará, George veio para a capital federal para participar dos atos extremistas que contestavam o processo eleitoral e o resultado das eleições de 2022. Em depoimento à polícia, ele disse que tinha o objetivo de chamar atenção para o acampamento montado em frente ao quartel-general do Exército e chegou a dizer que o plano era “dar início ao caos”, o que levaria à “decretação do estado de sítio no país”.

Ele foi preso em um apartamento no Sudoeste, região central de Brasília, com duas espingardas, um fuzil, dois revólveres, três pistolas, cinco emulsões explosivas, munições e uniformes camuflados. George tinha licença como CAC (colecionador, atirador desportivo e caçador).

Além de George, outros três acusados de ter participado da tentativa de atentado também foram convocados para falar na CPMI: Alan Diego dos Santos, Jeferson Henrique Ribeiro Silveira e Wellington Macedo de Souza. As datas dos depoimentos deles ainda não foram marcadas.

Veja a lista completa de convocados

  • Anderson Torres: ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF;
  • Mauro Cesar Barbosa Cid: tenente-coronel do Exército investigado pela Polícia Federal por supostamente fraudar dados de vacinação contra a Covid-19;
  • Jorge Eduardo Naime Barreto: coronel ex-comandante responsável pelo Departamento Operacional da PMDF;
  • Silvinei Vasques: ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal;
  • Edilson Antonio Piaia: produtor rural investigado por uso de caminhões para bloqueio de rodovias;
  • Diomar Pedrassani: empresário suspeito de financiar atos extremistas;
  • Augusto Heleno Ribeiro Pereira: ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil e ex-ministro-Chefe de Segurança Institucional;
  • Antônio Elcio Franco Filho: ex-número 2 da Saúde, investigado pela PF por tramar suposto plano de golpe de Estado;
  • Argino Bedin: empresário suspeito de financiar os atos de vandalismo;
  • Albert Alisson Gomes Mascarenhas: empresário que participou da depredação nas sedes dos Três Poderes;
  • Ailton Barros: militar da reserva que foi preso na operação da PF sobre fraudes em cartões de vacinação;
  • Marília Ferreira de Alencar: ex-subsecretária de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal;
  • Leandro Pedrassani: empresário suspeito de financiar os atos de vandalismo;
  • Joveci Xavier de Andrade: empresário suspeito de financiar os atos de vandalismo;
  • José Carlos Pedrassani: empresário suspeito de financiar os atos de vandalismo;
  • Jorge Teixeira de Lima: Delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF);
  • Jeferson Henrique Ribeiro Silveira: motorista acusado de participar da tentativa de atentado a bomba no Aeroporto de Brasília;
  • Gustavo Henrique Dutra de Menezes: ex-chefe do Comando Militar do Planalto (CMP);
  • George Washington de Oliveira Sousa: condenado por tentar explodir uma bomba nas proximidades do Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, em 24 de dezembro de 2022;
  • Fernando de Souza Oliveira: ex-Secretário Executivo da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal;
  • Fábio Augusto Vieira: ex-Comandante da Polícia Militar do Distrito Federal;
  • Robson Cândido: delegado-Geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF);
  • Roberta Bedin: empresária suspeita de financiar atos de vandalismo;
  • Marcelo Fernandes: delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF);
  • Márcio Nunes de Oliveira: ex-Delegado-Geral da Polícia Federal;
  • Milton Rodrigues Neves: delegado da Polícia Federal;
  • Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra: coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e ex-chefe interino do Departamento de Operações (DOP);
  • Leonardo de Castro: diretor de Combate à Corrupção e Crime Organizado da Polícia Civil do Distrito Federal;
  • Júlio Danilo Souza Ferreira: ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
  • Walter Braga Netto: ex-ministro da Defesa do governo Bolsonaro
  • Alan Diego dos Santos: condenado por tentar explodir uma bomba nas proximidades do Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, em 24 de dezembro de 2022;
  • Ainesten Espírito Santo Mascarenhas: empresário investigado por participar da depredação nas sedes dos Três Poderes;
  • Adauto Lucio de Mesquita: empresário mencionado em relatório da PCDF suspeito de coordenar o financiamento do acampamento no QG do Exército;
  • Valdir Pires Dantas Filho: perito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)
  • Wellington Macedo de Souza: blogueiro envolvido no episódio da tentativa de ataque a bomba no Aeroporto de Brasília.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Anderson Torres e Mauro Cid são convocados a depor na CPMI do 8 de Janeiro

por Redação 13 de junho de 2023

O ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o tenente-coronel preso pela PF no caso das joias sauditas, Mauro Cid, foram convocados a depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro. Os requerimentos de convocação foram aprovados nesta terça-feira (13). Com isso, eles são obrigados a comparecer ao colegiado. As datas dos depoimentos serão marcadas pelo presidente da comissão, deputado Arthur Maia (União-BA).

Também foram convocados os investigados por financiar os atos de 8 de janeiro e os mentores intelectuais dos atos de vandalismo, além de Jorge Eduardo Naime, que é ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal, na condição de testemunha.

Havia pedidos de convocação do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Gonçalves Dias, no entanto, a maioria dos parlamentares rejeitou o requerimento. Também foram rejeitados os pedidos de convocação de Saulo Moura da Cunha, que é ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Os parlamentares também aprovaram pedidos de compartilhamento de imagens e registros do GSI, do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal relativos aos atos de vandalismo. Também aprovaram um pedido de informações expedido pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) sobre a possibilidade de manifestações violentas em 8 de janeiro.

Apesar de terem protocolado mais de um pedido de convocação e convites, ficaram fora do primeiro bloco de convocações nomes como o do ministro da Justiça, Flávio Dino, e o do repórter fotográfico Adriano Machado, que aparece nas imagens de um câmera de segurança registrando a depredação do Palácio do Planalto.

Bate-boca entre governistas e oposição
A reunião foi marcada por divergências entre parlamentares da base do governo e da oposição. A principal discussão girou em torno de dois pedidos de informações relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que pediam o compartilhamento dos dados extraídos do celular do ex-presidente pela Polícia Federal, na Operação Venire, que investiga fraudes nos cartões de vacinação do ex-presidente, de familiares e de assessores.

Segundo o deputado Filipe Barros (PL-PR), o tema do requerimento não estava alinhado ao objetivo da investigação da comissão. “Não tem pertinência temática com a investigação”, afirmou. A oposição tenta afastar a responsabilidade de Jair Bolsonaro e atribuir a culpa dos atos de vandalismo à possível prevaricação do governo Lula.

Já os governistas defenderam o compartilhamento de informações, sob a alegação de que a investigação dos atos antidemocráticos deve retroceder a eventos anteriores ao que aconteceu na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro. “Os atos antidemocráticos têm uma lógica, buscou GLO [Garantia da Lei e da Ordem], teve pedido de golpe e teve planejamento de explosão de bomba, então foi um processo”, afirmou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Aliados do governo querem provar o vínculo do ex-presidente Jair Bolsonaro com os atos de vandalismo, priorizando a convocação de financiadores dos atos extremistas e de pessoas ligadas diretamente ao ex-chefe do Executivo.

Presidente da CPMI se reúne com Moraes
Os pedidos de quebra de sigilo de documentos, de contas bancárias e de ligações telefônicas dos investigados foram retirados da pauta desta terça. Ainda hoje, o deputado Arthur Maia, presidente da CPMI, deve se encontrar com o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para tratar do compartilhamento de documentos sigilosos relacionados aos atos extremistas. A ideia é acordar a liberação de informações antes de votar pedidos, a fim de evitar conflitos com o Judiciário.

Fonte: r7

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