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Economia

Esporte

Jogo do Brasil na Copa Feminina altera horário dos bancos e INSS

por Redação 24 de julho de 2023

A seleção brasileira estreia na Copa do Mundo feminina nesta segunda-feira (24) e vai alterar o horário de funcionamento das agências bancárias e dos centros de atendimento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e da Receita Federal.

Com a partida contra o Panamá marcada para as 8h, no horário de Brasília, as agências vão abrir uma hora mais tarde (11h), de acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Em estados com diferença de uma hora em relação ao horário de Brasília, o atendimento será das 10h às 16h. Já naqueles em que a diferença é de duas horas, o atendimento vai ser das 9h às 15h. Em Fernando de Noronha, das 12h às 18h.

A mudança nos horários leva em conta a resolução nº 4.880, de 23 de dezembro de 2020, do Conselho Monetário Nacional, que autoriza as instituições financeiras a estabelecer o horário de atendimento ao público em suas dependências.

Devido a alteração, a Febraban orienta os clientes a utilizar os canais eletrônicos caso precisem dos serviços fora do horário de atendimento dos canais físicos. A Receita também afirma que seus serviços digitais operam normalmente, sem interrupções.

Receita e INSS
Quem tiver problemas para resolver nas unidades da Receita Federal ou do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) também precisa estar atento à mudança no horário de atendimento dos órgãos.

O atendimento ao público nas unidades dos dois órgãos terá início, excepcionalmente, às 11h, nos dias em que os jogos começarem até as 7h30, e às 12h, nos dias em que os jogos estiverem marcados para as 8h.

“Não será permitido aos servidores alterarem o horário de expediente nas unidades em que já haja agendamentos preenchidos, de forma a garantir o atendimento nos horários programados, tendo em vista o interesse público e o enfrentamento da atual fila de análise de benefícios”, destaca a Anasps (Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social).

Fonte: r7

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Economia

Pix bate recorde com 134,8 milhões de transferências em um dia

por Redação 10 de julho de 2023

Cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, o Pix, sistema de transferências instantâneas do BC (Banco Central), bateu dois recordes seguidos ao final da última semana.

De acordo com a autoridade monetária, foram registradas 129,4 milhões de transações na quinta-feira (6) e 134,8 milhões na sexta-feira (7). O valor supera em 8% o recorde anterior, de 124,7 milhões de transferências, registado em 7 de junho.

“Os números reforçam a relevância do Pix, meio de pagamento disponibilizado à população brasileira em novembro de 2020, no funcionamento da economia nacional”, comemora o BC, em nota.

Em 2022, o Pix foi o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, de acordo com a Febrabran (Federação Brasileira de Bancos). No total, 24 bilhões de transações movimentaram R$ 10,9 trilhões. A quantidade é maior que a de operações com cartão de débito, boleto, TED, DOC e cheques.

Fonte: r7

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Emprego

Brasil cria 155 mil empregos com carteira assinada em maio

por Redação 29 de junho de 2023

O Brasil abriu 155.270 novas vagas de trabalho com carteira assinada no mês de maio, mostram dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego.

O quinto saldo positivo seguido do indicador é fruto de 2.000.202 admissões e de 1.844.932 desligamentos formais realizados ao longo do mês passado.

Apesar de positivo, o resultado mantém a tendência de desaceleração originada em fevereiro, quando foram confirmadas 247.937 contratações formais. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2023, o saldo do mercado de trabalho é de 865.360 novos empregos, com 9.968.329 admissões e 9.102.969 desligamentos.

O estoque, que representa a quantidade total de vínculos celetistas ativos no Brasil, totaliza 43.309.785 cargos CLT ocupados em território nacional. O número significa uma variação de +0,36% em relação ao apurado no mês de abril.

Já no acumulado dos 12 meses finalizados em maio, foram criadas 1.783.713 vagas formais de trabalho no Brasil. O aumento ocorre com 22.853.069 admissões e 21.069.356 desligamentos no período.

No mês, as contratações superaram as demissões em todas as cinco regiões brasileiras, com destaque para o Sudeste (+102.749 vagas). Na sequência aparecem o Nordeste (+14.683 postos), o Centro-Oeste (+14.473 cargos), o Norte (+12.624 colocações) e o Sul (+8.870 empregos).

Setores
Ao longo do mês de maio, houve geração de empregos em todos os cinco setores econômicos analisados pelo Caged, com destaque mais uma vez para o ramo de serviços, responsável pela abertura de 83.915 postos formais no período.

A construção (+27.958 postos), a agropecuária (+19.559 cargos), o comércio (+15.412 contratações) e a indústria (+8.429 vagas), puxada pela indústria de transformação (+5.757 postos), também tiveram mais contratações do que demissões.

Fonte: r7

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Economia

Gasolina deve ficar R$ 0,34 mais cara a partir de sábado com volta de impostos

por Redação 27 de junho de 2023

O litro da gasolina poderá ficar R$ 0,34 mais caro a partir do próximo sábado (1º). No etanol, o aumento deverá ser de R$ 0,11 por litro. É o que diz a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

A expansão do valor nas bombas prevista ocorrerá por conta da volta total dos impostos federais sobre as fontes de energia. Em março, a reoneração aconteceu de forma parcial. Agora, a parcela restante voltará a incidir.

A medida foi planejada pelo governo Lula como uma forma de diminuir o impacto nos postos. A desoneração foi implementada pela administração passada, de Jair Bolsonaro, às vésperas das eleições.

Segundo a Abicom, os encargos terão impacto total de aproximadamente R$ 0,68 no litro de gasolina. Serão R$ 0,07 de Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e R$ 0,61 de PIS/Cofins (Programa de Integração Social e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social).

Sobre o etanol, o crescimento de cobrança tributária diz respeito apenas ao Pis/Cofins.

Busca por receitas
A maior cobrança de impostos sobre os combustíveis acontece em meio à tentativa do governo federal de aumentar a arrecadação sem cortar gastos. A ideia é controlar as contas públicas.

A regra fiscal proposta pela equipe econômica do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prevê aumento total de até R$ 150 bilhões nas receitas.

Por isso, especialistas contrários ao projeto de lei afirmam que o arcabouço fiscal resultará em aumento de impostos.

“Quando se fala em ‘aumento de arrecadação’, significa que você [o contribuinte] vai pagar mais imposto. Esse aumento necessário para ter o equilíbrio fiscal é muito grande. Ou seja, nós, brasileiros, vamos ter que pagar mais tributos ao Estado”, opina Rodrigo Saraiva, membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil.

Apesar disso, o Ministério da Fazenda alega que a proposição “não vai aumentar a carga tributária”.

“A proposta não prevê novos tributos ou aumentos das alíquotas atuais. Aliás, o novo regime está alinhado a outra proposta de extrema importância, a Reforma Tributária, que está em sua primeira etapa focada na tributação sobre consumo (impostos indiretos) e também não vai elevar impostos, mas sim corrigir o caráter ineficiente e regressivo do atual sistema tributário, que penaliza a produção e também quem está na parte de baixo da pirâmide social”, declarou a Fazenda ao R7.

Porém, é fato que algumas medidas de criação ou aumento de impostos já estão sendo debatidas pelo ministro Fernando Haddad. E não só nos bastidores. Isso, além dos tributos sobre os combustíveis. Três delas são:

  1. Taxação de apostas esportivas. Previsão de arrecadação: R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões por ano;
  2. Taxação de lojas digitais, como a Shein. Previsão de arrecadação: R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões;
  3. Veto à equiparação a custeio de subvenção a investimentos estaduais. Previsão de arrecadação: R$ 85 bilhões a R$ 90 bilhões.

Fonte: r7

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Economia

Mudanças em regras do Minha Casa, Minha Vida podem encarecer as contas de luz, afirma Aneel

por Redação 20 de junho de 2023

Na contramão do discurso em defesa da redução da conta de luz, o Congresso Nacional aprovou na semana passada uma série de medidas relacionadas ao setor elétrico que devem resultar no aumento dos custos para os consumidores.

Segundo manifestação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) enviada ao MME (Ministério de Minas e Energia), os “jabutis”, nomeclatura usada para definir os trechos estranhos ao texto original, embutidos na MP (Medida Provisória) que tratava do programa Minha Casa, Minha Vida têm potencial de impacto anual de R$ 1 bilhão, a ser custeado pelos demais consumidores por meio de aumentos nas tarifas.

A proposta aprovada pelos parlamentares, que agora vai para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inclui a instalação de painéis solares nos projetos do programa habitacional.

No entanto, alguns pontos causaram preocupação. Entre eles, estão a compra compulsória dos excedentes de energia elétrica gerada por esses consumidores pelas distribuidoras, a redução mínima de 50% no custo de disponibilidade dos consumidores inscritos no Cadastro Único e a dispensa de licitação para os órgãos públicos na aquisição de excedente de energia das unidades consumidoras de programas sociais ou habitacionais.

Essa não é a primeira vez que medidas do Congresso geram ruídos e, sobretudo, custos para os consumidores de energia elétrica. O mesmo foi feito durante a análise da MP da privatização da Eletrobras.

À época, parlamentares rechearam a medida com uma série de propostas com impactos bilionários aos consumidores. Como, por exemplo, a obrigação de contratar térmicas a gás em localidades sem o insumo e infraestrutura de escoamento e a prorrogação dos contratos do Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica).

Exclusão
As medidas embutidas pelos parlamentares foram detalhadas ao MME pela agência reguladora, que, em ofício, explica os impactos ponto a ponto e sugere a exclusão de algumas emendas aprovadas.

A Aneel diz que a possibilidade de usar recursos do programa para instalação dos painéis pode ser boa para a “democratização” da geração solar, pois seria, de forma indireta, um financiamento para que os mais pobres tenham acesso à modalidade. No entanto, afirma que a medida cria subsídios cruzados no setor elétrico para o segmento de habitação, sem a estimativa do impacto financeiro e tarifário.

Um dos pontos mais polêmicos é a obrigação de as distribuidoras comprarem excedentes de energia desses consumidores. O texto determina que as empresas deverão adquirir a energia e estipula um valor fixo, seguindo os Valores Anuais de Referência Específicos (VRES), que, a preços atualizados de abril deste ano, é de R$ 601,51 por megawatt-hora (Mwh).

A grande questão é que as distribuidoras estão sobrecontratadas. Ou seja, com sobras de energia. Nesse contexto, qualquer compra adicional de eletricidade, de forma compulsória, terá de ser revendida pelo chamado Preço de Liquidação de Diferenças, o PLD, que está em seu valor mínimo, de R$ 69,04/MWh. “O comando obrigaria os consumidores cativos das distribuidoras, incluindo os atendidos pela Tarifa Social, a adquirir energia por R$ 601,51/MWh para vender a R$ 69,04/MWh, imputando um custo adicional de R$ 531 para cada MWh adquirido.”

A proposta também causou ruídos no setor elétrico. O diretor de regulação da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), Ricardo Brandão, ressalta que não há nenhum problema na inclusão de geração distribuída no programa habitacional, mas que os jabutis irão pesar na conta de luz. “Só faz aumentar ainda mais a tarifa dos outros consumidores dando um benefício que, na verdade, nem precisa ser concedido.”

Já em relação à dispensa de licitação para órgãos públicos, Brandão avalia que a medida pode contribuir para a falta de transparência. O dispositivo também é citado pelo regulador no documento enviado ao MME. Segundo a Aneel, a proposta pode ser entendida como um benefício a um tipo de fornecedor específico.

Fonte: r7

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Política

Em cinco meses de governo Lula, cerveja e combustíveis ficam mais caros, mas picanha barateia

por Redação 16 de junho de 2023

“O povo tem que voltar a comer churrasquinho, comer uma picanha e tomar uma cervejinha”, disse o então candidato à Presidência Lula, em sabatina jornalística. Durante a campanha eleitoral, o petista prometeu a queda no preço desses produtos e dos combustíveis.

Porém, não foi isso que aconteceu com dois desses três itens nos cinco primeiros meses de mandato. Somente a carne prometida teve queda no preço. Os dados são do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Entre janeiro e maio, a cerveja teve alta de 2,94%. Já os combustíveis para veículos tiveram expansão de 5,99%. Por sua vez, a picanha ficou 4,4% mais barata. De acordo com especialistas ouvidos pelo R7, somente o produto petrolífero teve interferência do governo Lula.

Segundo Fernando Iglesias, analista sênior da consultoria Safras & Mercado, a variação no valor da carne bovina já era esperada. Ou seja, não houve política do atual governo que tenha favorecido a queda no preço, na visão dele.

“Não houve questões políticas que interferiram na formação do preço da carne ao longo deste ano. Independentemente de quem vencesse essa eleição, nós já tínhamos a percepção de que haveria uma maior disponibilidade de carne bovina agora em 2023.”

Para Iglesias, a atual retração nos valores cobrados acontecem porque há mais bovinos para o abate. Com maior oferta, menores os preços.

“Estamos num momento do ciclo pecuário em que a oferta de bovinos para abate é maior. De 2019 a 2022 o pecuarista brasileiro colocou muito dinheiro dentro da atividade, investiu pesado. Em função disso, nós estamos evidenciando um aumento da capacidade produtiva da bovinocultura de corte no Brasil. Então, o que estamos vendo agora é consequência desse investimento que foi feito lá atrás”, explica ele.

Cerveja
Para a CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja), a bebida alcoólica ficou mais cara por conta do “aumento dos custos acumulados nos últimos anos”. Seriam eles: energia, distribuição e matérias-primas.

Para Paulo Petroni, diretor-geral do grupo, a alta nos preços se deu por conta de uma pressão que veio ainda na pandemia. Com a demanda reprimida, devido a pessoas que não podiam sair de casa, essa forte procura estaria vindo à tona agora, segundo ele.

Petroni disse “desconhecer” qualquer medida tomada pela atual administração do Brasil para baixar os valores cobrados pela cerveja.

Volta dos impostos federais
Já os combustíveis tiveram alta por determinação da Petrobras, em alguma medida. Porém, o que mais impactou foi a volta da cobrança, parcelada, dos impostos federais sobre a fonte de energia.

Em relação especificamente à gasolina do tipo A, até o dia 31 de maio os encargos nacionais adicionavam R$ 0,35 no litro. O preço supostamente alto desse produto na ponta da cadeia (tipo C) foi alvo de críticas do presidente Lula e de seu partido durante a administração de Jair Bolsonaro.

De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o preço ao consumidor nas bombas, na média de todo o país, saltou de R$ 4,96 para R$ 5,21. Esse levantamento foi feito por Francisco Raeder, doutorando em economia na UFF (Universidade Federal Fluminense).

“O preço da gasolina ao consumidor subiu, em média, R$ 0,25 de janeiro até maio deste ano. Entretanto, o preço no produtor (incluindo a Petrobras), recuou no mesmo período R$ 0,23. Ao fim da desoneração, os impostos federais que estavam zerados passaram para R$ 0,35 por litro, o que pressionou a elevação de preços na bomba”, explica ele.

Além disso, Raeder lembra que os preços devem subir ainda mais nos próximos meses. Isso porque uma nova rodada de impostos está prestes a incidir sobre os combustíveis.

Em 2022, o governo Bolsonaro implementou medidas de redução de dois tributos federais que reduziram os valores. Com essa diminuição, a gasolina encerrou o ano passado com queda de 25% no preço.

No começo deste ano, a gestão Lula conseguiu manter a ausência de cobrança tributária por mais 60 dias. Porém, os impostos voltaram parcialmente em março. A segunda parte dos encargos tem previsão de retorno para o dia 1º de julho.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Petrobras reduz em R$ 0,13 preço do litro de gasolina nas distribuidoras

por Redação 15 de junho de 2023

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (15), a redução de R$ 0,13 por litro em seu preço médio de venda de gasolina A, que passará a ser de R$ 2,66 por litro. O corte, de 4,3%, vale a partir de amanhã (16) nas refinarias do país.

O anúncio corresponde à primeira redução no preço da gasolina desde a adoção da nova estratégia comercial para a variação do diesel e da própria gasolina. Com a decisão, a companhia abandonou a política de preço de paridade internacional (PPI) como base principal para os reajustes, que estava em vigor desde 2016.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e de 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, de R$ 1,94 a cada litro vendido aos motoristas.

No comunicado, a estatal também avalia que o preço médio da gasolina pago pelo consumidor final poderia atingir o valor de R$ 5,33 por litro. O cálculo é feito tendo como referência os dados mais recentes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

De acordo com a empresa, a redução do preço da gasolina tem como objetivos principais “a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com os mercados nacional e internacional”.

“Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia ressalta que, na formação de seus preços, busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, afirma.

Na semana passada, a coleta do órgão regulador mostrou um aumento de 4,03% no valor do litro de gasolina nos postos brasileiros, de R$ 5,21 para R$ 5,42. A primeira elevação após quatro semanas seguidas de queda pode ser justificada pelo impacto da alíquota única de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o combustível, que entrou em vigor no dia 1º de junho.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Veja como decisão da Petrobras pode afetar os preços dos combustíveis e o seu bolso

por Redação 9 de junho de 2023

A política de preços dos combustíveis da Petrobras passou por mudanças em maio. O presidente da estatal, Jean Paul Prates, anunciou o fim do PPI (Preços de Paridade de Importação). Ele atrelava os valores nas bombas brasileiras aos praticados no mercado estrangeiro.

Porém, a companhia não deu detalhes de como será a nova definição de preços. A empresa se limitou a dizer, no dia do anúncio, que “os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Ocorre que um aumento do preço do combustível fóssil está à vista no mercado internacional. Isso porque a Arábia Saudita fará cortes profundos na produção de petróleo a partir de julho, segundo a Reuters.

A medida faz parte de um acordo mais amplo de limitação da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). O grupo produz cerca de 40% do petróleo bruto do mundo. Assim, esse movimento pressiona as cotações do bem para cima em todo o mundo.

Na segunda-feira (5), dia do anúncio, o preço do barril de petróleo subiu no exterior. No índice britânico, alta de R$ 12,79. No indicador americano, a expansão foi de R$ 16,24.

Apesar de os índices terem recuperado parcialmente as perdas no dia seguinte (6), o impasse permanece. Isso porque, se os preços nos postos brasileiros ficarem defasados (sem reajustes), é possível que a própria Petrobras arque com o prejuízo.

Segundo o último levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o preço médio de revenda da gasolina no Brasil é de R$ 5,21. Confira os valores dos demais combustíveis aqui.

Para Rodrigo Saraiva, membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil, a estatal terá “uma série de prejuízos”.

“A Petrobras vai ficar mais endividada caso não acompanhe o mercado internacional”, opina ele ao R7.

Segundo Saraiva, os danos dessa situação atingiriam “todos os brasileiros”: “Quando a Petrobras dá lucro, nós não somos beneficiados por ela. Quando ela dá prejuízo, nós todos pagamos a conta, como pagamos fortemente durante o governo Dilma”.

Em 2015, a companhia teve o maior rombo anual até então. O prejuízo foi de R$ 34,8 bilhões. Ainda, o saldo negativo foi de R$ 21,6 bilhões no ano anterior.

Não é o que diz, porém, Felipe Coutinho, engenheiro químico e vice-presidente da Aepet.

“A Petrobras pode praticar preços menores que os paritários de importação (PPI) e se manter lucrativa e altamente rentável. Seus custos são muito menores que os preços paritários de importação. A estatal pode abastecer todo o mercado brasileiro com preços justos e competitivos, muito menores que o PPI, sendo altamente lucrativa”, afirma ele.

À reportagem, a petrolífera afirmou que não “antecipa decisões” sobre eventuais reajustes “por questões concorrenciais”. Leia a íntegra do posicionamento da empresa:

“A partir da aprovação da estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina, a Petrobras passou a ter mais flexibilidade para praticar preços competitivos, valendo-se de suas melhores condições de produção e logística e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil, como distribuidores e importadores.

Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com sua sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado.
Por questões concorrenciais, a Petrobras não antecipa suas decisões sobre manutenção ou reajustes de preços”.

O que era o PPI
O PPI era a política que atrelava os preços dos combustíveis repassados pela Petrobras à cotação desses produtos no mercado internacional.

Ou seja, se o óleo encarece ou o dólar (a principal moeda no exterior) se valoriza em relação ao real, a estatal dava a ordem, em forma de reajuste, para que fique mais caro encher o tanque no Brasil.

Ela foi implementada em 2016 pelo então presidente da companhia, Pedro Parente. Ele foi indicado ao cargo pelo chefe do Executivo da época, Michel Temer.

O PPI era criticado por economistas e políticos mais à esquerda. Felipe Coutinho, por exemplo, assim classifica a ferramenta:

“Inédita, arbitrária e lesiva ao interesse nacional, desde sua criação. O anúncio do fim dessa política de preços precisa corresponder à prática para ter nosso reconhecimento”.

Já figuras à direita elogiavam a medida. Para elas, o PPI era o que impedia a Petrobras de arcar com o prejuízo na venda dos combustíveis.

“Ou nós pagamos o preço da gasolina, ou nós vamos pagar para resolver a dívida da Petrobras, assim como fizemos no passado”, avalia Rodrigo Saraiva.

Fonte: r7

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BrasilTransporte

Ford convoca recall de 125 mil veículos por falhas que podem causar incêndios

por Redação 6 de junho de 2023

A Ford anunciou nesta terça-feira (6) um novo recall para 125 mil veículos utilitários esportivos e caminhões devido a falhas no motor que podem causar um incêndio. O recall abrange os SUVs Escape e Lincoln Corsair e picapes compactas Maverick dos modelos entre 2020 e 2023 com motores híbridos de 2,5 litros ou híbridos plug-in, de acordo com um registro da Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA, na sigla em inglês).

A montadora afirna que problemas isolados na fabricação podem fazer com que o motor falhe prematuramente e, nesse caso, o óleo do motor ou o vapor do combustível sejam liberados, aumentando o risco de incêndio e ferimentos.

A Ford inicialmente fez o recall de 100 mil veículos Escape, Corsair e Maverick nos Estados Unidos em julho de 2022, depois de identificar 23 relatos de incêndio ou fumaça após uma suspeita de violação de bloco ou cárter de óleo.

A empresa disse que registrou relatos de pelo menos três veículos que sofreram incêndio após o reparo do recall de 2022. A Ford e a NHTSA aconselharam os proprietários a estacionarem e desligarem o motor se ouvirem ruídos inesperados dele, notarem uma redução na potência do veículo ou virem fumaça. Segundo a empresa, a nova correção está em desenvolvimento.

A segunda maior montadora americana disse na semana passada que estava fazendo o recall de 142 mil SUVs Lincoln MKC nos Estados Unidos devido a riscos de incêndio e aconselhou os proprietários a estacionar do lado de fora e longe de estruturas até que o reparo do recall seja concluído. A Ford afirmou que os revendedores adicionarão um fusível em linha ao circuito de alimentação do sensor do monitor da bateria.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Programa de incentivo a carros populares vai focar em ônibus e caminhões, diz Haddad

por Redação 5 de junho de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (5) que o governo “repaginou” o programa de incentivos automotivos e que o foco ficará na renovação de frotas de ônibus e caminhões. No primeiro anúncio, o projeto tinha como pilar o estímulo para carros populares.

Sem entrar em detalhes, Haddad confirmou que a redução de impostos para a compra de carros continuará existindo. “O estímulo será prioritariamente a caminhões e ônibus. A gente repaginou o programa, que ficou mais voltado a transporte coletivo e transporte de carga. Mas o carro também está contemplado”, disse a jornalistas, na chegada à sede da Fazenda.

No último dia 25, o governo anunciou que carros de até R$ 120 mil teriam redução de 1,5% a 10,96% em impostos de fabricação. O programa deve ser lançado via medida provisória, e a estimativa é de que o governo gaste aproximadamente R$ 1,5 bilhão com o pacote de incentivos.

O tema será discutido em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcada para a manhã desta segunda-feira.

“Desenrola”
Outro assunto na pauta é o programa Desenrola, plataforma de renegociação de pequenas dívidas que foi prometida durante campanha eleitoral. A expectativa da pasta é lançá-lo no segundo semestre deste ano.

Segundo o Ministério da Fazenda, uma empresa de tecnologia está envolvida na etapa do processo que vai criar um sistema que facilite a negociação entre credores e devedores. O governo pretende criar um fundo, de aproximadamente R$ 10 bilhões, para permitir renegociação de até R$ 50 bilhões em dívidas de 37 milhões de brasileiros negativados.

Sobre o plano para taxar comércio online, Haddad afirmou que as diretrizes não serão anunciadas esta semana. Há uma previsão para lançamento nos próximos dias, e plataformas como Shein, AliExpress e Shopee já se manifestaram a favor da adequação às leis brasileiras. A ideia do governo é estruturar um plano de conformidade a ser assinado por companhias que tenham interesse em atuar seguindo as regras nacionais.

Fonte: r7

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