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EXÉRCITO

Segurança

Exército e PM fazem operação em Guarulhos (SP) para encontrar as últimas 4 metralhadoras furtadas

por Redação 31 de outubro de 2023

O Exército e a Polícia Militar realizam, na manhã desta terça-feira (31), uma operação em Guarulhos, na Grande São Paulo, para encontrar as últimas quatro metralhadoras que sumiram do Arsenal de Guerra de Barueri.

O sumiço de 21 armas, parte delas capaz de derrubar aviões, foi notado durante inspeção no dia 10 de outubro. Entre os dias 19 e 21, a polícia localizou 17 delas, restando, ainda, encontrar quatro.

Conforme apurado pela Record TV, a polícia e o Exército cumprem mandados de busca e apreensão em casas da região, suspeitas de estarem escondendo as quatro metralhadoras .50, conhecidas pelo alto poder destrutivo.

Até o momento, não há suspeitos identificados ou presos. Os agentes rondam pela região da Vila Galvão, em Guarulhos, após terem recebido informações de que possivelmente o armamento esteja escondido nas imediações.

Alguns moradores são abordados pelas equipes.

Fonte: r7

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Segurança

Metralhadoras do Exército negociadas com PCC são do mesmo modelo usado pelo Hamas

por Redação 25 de outubro de 2023

A metralhadora calibre 7.62, um dos modelos furtados do Arsenal de Guerra do Exército em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, já foi vista com terroristas do grupo Hamas, que estão em guerra com Israel na região da Faixa de Gaza.

O armamento tinha como destino o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho). Segundo especialistas, esse tipo de metralhadora interessa às facções criminosas pelo seu poder de destruição e costuma ser utilizado em roubos a carros-fortes.

Adotada pelas Forças Armadas, a metralhadora MAG 7.62, de origem belga, é conhecida pela alta velocidade dos tiros e pela grande reserva de potência, segundo o manual do armamento.

Pesando mais de 10 kg, esse modelo de arma pode ser utilizado com um tripé, apoiado no chão, ou montado em veículos, aeronaves e embarcações.

A MAG 7.62 pode atingir um alvo a quase 4 km de distância, e a velocidade inicial do tiro é de 840 m/s.

Quando o projétil alcança a distância de 2 km, a velocidade cai para 188 m/s. Mesmo assim, o tiro tem capacidade de matar uma pessoa, de acordo com o manual.

No total, 21 armas de calibre 7.62 e .50 foram levadas do Arsenal de Guerra. O sumiço foi notado após uma inspeção de rotina, realizada em 10 de outubro.

Quatro metralhadoras .50 e outras quatro 7.62 foram recuperadas no Rio de Janeiro na última quinta-feira (19). No sábado (21), outras cinco metralhadoras .50 e quatro 7,62 foram localizadas em uma zona de mata em São Roque, no interior do estado de São Paulo.

Quatro armas continuam desaparecidas.

Nesta terça-feira (24), após a evolução das investigações, o Exército liberou os últimos 40 militares que estavam aquartelados no Arsenal de Guerra.

Fonte: r7

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Segurança

Oito armas furtadas do Exército em São Paulo são apreendidas no Rio

por Redação 20 de outubro de 2023

Oito armas furtadas do Exército em São Paulo foram apreendidas durante uma abordagem de policiais da DRE (Delegacia de Repressão aos Entorpecentes) na Gardênia Azul, na zona oeste do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (19).

De acordo com as primeiras informações, os agentes recuperaram quatro metralhadoras .50 e outras quatro do calibre 7.62.

O governador do Rio, Cláudio Castro, usou as redes sociais para parabenizar a Polícia Civil pela ação que interceptou as armas desviadas.

Mais cedo, já havia a informação de que o armamento que sumiu de um quartel em Barueri, na Grande São Paulo, poderia ter sido oferecido à maior facção criminosa do Rio de Janeiro.

O desaparecimento das 21 metralhadoras foi constatado na terça-feira passada (10), durante uma vistoria no quartel. Chegaram a ficar detidas 480 pessoas no Arsenal de Guerra enquanto o Exército investigava o furto das armas.

Fonte: r7

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Segurança

Metralhadoras furtadas do Exército em SP podem acabar em poder de facções

por Redação 17 de outubro de 2023

Nesta terça-feira (17), o furto das 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Exército da base de Barueri, na Grande São Paulo, completa uma semana. Cobiçadas pelo elevado poder de destruição, as armas podem terminar em poder de facções criminosas, segundo especialistas ouvidos pelo R7.

Dois modelos desapareceram da base militar: 13 metralhadoras de calibre .50 e oito de calibre 7,62. A primeira categoria, utilizada em cenários de guerra, como no Oriente Médio, é a que mais preocupa os pesquisadores em segurança pública.

Com capacidade de disparar cerca de 600 projéteis por minuto, a metralhadora .50 tem alcance de até 2 km, pode perfurar blindagens – como de carros de transportadoras de valores – e até mesmo derrubar helicópteros.

“É uma arma que interessa às organizações criminosas, principalmente para ações típicas do novo cangaço, nas quais eles cercam as cidades, isolam os batalhões da Polícia Militar e as delegacias e fazem a população toda de refém”, explica Roberto Uchôa, policial federal e membro do conselho do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Em 2017, mais de US$ 8 milhões foram roubados num mega-assalto à transportadora de valores Prosegur em Ciudad del Este, no Paraguai. Cerca de 50 pessoas com ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital) invadiram a sede da empresa usando justamente as metralhadoras antiaéreas.

Para Bruno Langeani, gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, outra preocupação sobre a circulação desse tipo de armamento entre as facções criminosas é o uso contra as forças de segurança.

Um caso conhecido é o do helicóptero da Polícia Militar atingido por tiros de traficantes no Morro do Macaco, na zona norte do Rio de Janeiro. O episódio ocorreu em 2009 e é um exemplo de como o uso desse tipo de armamento pesado por organizações criminosas não é uma questão recente.

Em razão da capacidade ofensiva das metralhadoras, Langeani classifica o furto das armas da base militar como um problema de segurança nacional, além de impactar o setor privado. O desvio do armamento também evidencia uma falha de segurança grave do Exército, afirma o pesquisador.

“Isso não é um caso isolado. [O desvio] tem acontecido até de forma rotineira, e isso preocupa, porque, se o Exército observa que tem um problema no seu controle de armamento dentro dos seus arsenais e não melhora, nós temos um problema”, complementa Uchôa.

Mercado ilegal
Outro atrativo da metralhadora .50, que é de uso restrito das Forças Armadas, é a possibilidade de venda no mercado ilegal. O valor pode variar de R$ 150.000 a R$ 200.000, dependendo da oferta e da demanda.

“Não é uma arma que você consegue facilmente no mercado. Normalmente, ela é desviada das Forças Armadas do Brasil ou de países vizinhos. Então, tem demanda e muita gente interessada em comprar”, reforça o membro do conselho do FBSP.

Carlos Augusto, cientista político e integrante do Grupo de Pesquisa em Segurança Pública e Violência e Justiça da UFABC, aponta outra utilidade para o armamento de calibre pesado furtado: o aluguel.

“[A arma] pode até ser vendida, mas a utilidade mais lucrativa é o aluguel. As organizações criminosas que praticam roubo costumam alugar os armamentos. Elas não têm propriedade. Então, é uma rede econômica muito bem estabelecida e organizada”, explica Augusto.

O aluguel pode ser realizado para um tipo de evento em específico ou por dia, e o valor pode alternar entre R$ 50.000 e R$ 100.000 dependendo do tipo de armamento, de acordo com o cientista político.

Desvio de armas
Cada metralhadora .50 pesa aproximadamente 50 kg. Todo o equipamento furtado do Arsenal de Guerra na semana passada soma mais de meia tonelada de metal, ou seja, dificilmente a ação criminosa poderia ser executada sem ajuda interna, segundo os especialistas ouvidos pela reportagem.

“Ninguém entra em um batalhão do Exército revirando todos os prédios. Esses casos são feitos muito direcionados, e, nesse caso específico, eu particularmente não tenho nenhuma dúvida de que houve participação interna pela dimensão”, afirma o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz.

Para Langeani, o crime é fruto de uma encomenda com participação no crime organizado. A ação criminosa exigiu planejamento logístico e financeiro, por isso não poderia ser realizado por pequenos grupos.

Uchôa também afirma que o furto expõe a fragilidade no controle de armas pelo Exército brasileiro e pelo governo federal. “Não basta controlar e lutar para retirar o que está chegando. É preciso evitar que esses desvios continuem acontecendo.”

Investigação
Atualmente, o Comando Militar do Sudeste e uma equipe do Departamento de Ciência e Tecnologia, enviada da sede em Brasília, são os únicos a investigar o crime.

Como nenhum integrante do Exército procurou a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência, a SSPSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que não participa das investigações.

Entretanto, a pasta informou, em nota, que “as polícias Civil e Militar empreendem massivos esforços no sentido da localização do material subtraído e da identificação e prisão dos autores do crime”.

No sábado (14), o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, ainda declarou em suas redes sociais que o furto das metralhadoras pode ter “consequências catastróficas”.

À reportagem, o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz assegura que o Exército erra ao tentar investigar o crime sozinho e não acionar outros órgãos para ajudá-lo na recuperação das armas.

Em 2009, sete fuzis foram roubados de um quartel em Caçapava, no interior de São Paulo. Na ocasião, os militares receberam ajuda das polícias Civil e Federal, conseguindo recuperar todo o armamento após três meses, relembra Langeani.

Essas instituições, segundo o pesquisador, já possuem uma estrutura de monitoramento de facções criminosas – como o PCC e o CV – com escutas telefônicas e acompanhamento de lideranças. Em contrapartida, o Exército não detém essa expertise.

O cientista político Carlos Augusto também cita problemas operacionais nas Forças Armadas que contribuem para o desvio de armamentos, como a estrutura antiga e precária dos quartéis e a contratação temporária de funcionários.

“Não são carreiras fixas, de longa duração. Isso faz com que haja a precarização da execução do trabalho e possibilidade de cooptar mais facilmente esse agente que está lá dentro”, exemplica.

O que diz o Exército?
Questionado sobre o andamento das investigações, o Exército se limitou a informar que estão em curso e sob sigilo. Um inquérito policial militar também foi instaurado.

A corporação ainda afirmou que 480 militares estão aquartelados desde o desaparecimento das metralhadoras. Isto é, eles não podem deixar a base militar. “Os militares estão sendo ouvidos para que possamos identificar dados relevantes para a investigação”, diz o comunicado.

Fonte: r7

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Brasil

Informe da Abin revela que Exército organizou trânsito para dar ‘fluidez’ a caravanas pró-Bolsonaro no DF

por Redação 13 de setembro de 2023

Um informe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) revela que o Exército organizou um esquema especial de trânsito com o objetivo de “garantir maior fluidez” aos ônibus de caravanas com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que chegavam à Brasília rumo ao acampamento montado em frente ao quartel-general (QG). A mensagem foi enviada dois dias antes da invasão das sedes dos Três Poderes, justamente quando houve uma intensificação no número de manifestantes para participaram dos protestos organizados pelas redes sociais..

“Todos os acessos à Av. do Exército estão bloqueados. Perguntados sobre o motivo, militares responsáveis pelo balizamento de trânsito em dois pontos de acessos distintos deram a mesma resposta: a restrição destina-se a garantir maior fluidez aos ônibus de caravanas que estariam para chegar no QGEx”, diz o informe.

O R7 teve acesso à mensagem, que foi enviada pelo ex-secretário de Planejamento e Gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Leonardo Singer ao então diretor-adjunto da agência Saulo Cunha. A informação é referente a um levantamento das 14h45 do dia 6 de janeiro e, naquele momento, a percepção era de que ainda não havia um aumento no número de pessoas acampadas. “Contudo, foram observados manifestantes chegando no acampamento trazendo água e comida”, completa.

A informação deve ser alvo de questionamentos ao general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, ex-chefe do Comando Militar do Planalto (CMP), no depoimento que ele dará à CPMI do 8 de Janeiro marcado para esta quinta-feira (14). Ele será questionado pela atuação no comando das tropas no monitoramento do acampamento em frente ao quartel-general.

Dutra é suspeito de ter barrado o desmonte da mobilização pela Polícia Militar do DF após os atos extremistas do 8 de Janeiro. Em depoimento à CPI na Câmara Legislativa, Dutra disse que o Exército sempre teve a intenção de “desmotivar” o acampamento, mas que ele não era ilegal.

Também à CPI dos deputados distritais, o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres relatou que “a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal por mais de duas vezes tentou tirar aqueles manifestantes e contou com a negativa do Exército”. “O Exército nunca permitiu que se tomasse alguma medida em relação àquelas pessoas enquanto elas estavam ali acampadas”, disse, em 10 de agosto.

Questionado sobre o informe trocado entre os ex-Abin, o Centro de Comunicação Social do Exército informou “que aguarda as apurações de todos os fatos pelas autoridades competentes” e que “não se manifesta sobre processos investigativos conduzidos por outros órgãos”.

Blindagem
As conversas foram obtidas pelo R7 e fazem parte do rol de documentos sigilosos da CPMI que apura os ataques do 8 de Janeiro. Nelas, Singer e Cunha também discutem estratégias para “blindar” a Abin das consequências dos atos.

Singer também informou a seu superior sobre a necessidade de alertar o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Gonçalves Dias, sobre a existência de um infiltrado que teria facilitado o acesso de extremistas a armas guardadas no Palácio do Planalto durante as invasões.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

Garimpo ilegal: Forças Armadas e Ibama destroem 29 embarcações no AM

por Redação 23 de maio de 2023

As Forças Armadas e o Ibama destruíram, no último fim de semana, 29 embarcações utilizadas pelo garimpo ilegal na região da floresta amazônica. A iniciativa faz parte da Operação Ágata Amazônia.

O prejuízo causado aos garimpeiros pode ultrapassar a casa de R$ 49 milhões, uma vez que cada uma dessas estruturas pode custar entre R$ 600 mil e R$ 7 milhões para ser construída, segundo avaliação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

conhecidas como dragas, teriam a capacidade de gerar um lucro de mais de R$ 23 milhões por mês aos garimpeiros.

Algumas delas contavam com estruturas como balsas de combustível, antenas de internet por satélite e sistema de câmeras de segurança.

Além da destruição das 29 dragas, a operação acabou com uma estrutura de apoio utilizada pelos garimpeiros.

A operação também apreendeu 7,3 kg de mercúrio, metal pesado que pode ser prejudicial à saúde e é usado no garimpo para separar o ouro dos sedimentos.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

PM mata paraquedista do Exército após discussão em porta de boate na zona oeste do Rio

por Redação 31 de janeiro de 2023

Um policial militar matou um soldado do Exército, na última segunda-feira (30), durante uma discussão em Bangu, na zona oeste do Rio. Segundo a polícia, a vítima teria urinado na porta do automóvel do agente, que recriminou a atitude do soldado.

O crime aconteceu em frente a uma boate, na rua Doze de Fevereiro. De acordo com a polícia, o agente, que estava de folga, teria sido ameaçado com uma pistola durante uma discussão com o paraquedista, que foi advertido pelo PM após urinar.

Em depoimento na DHC (Delegacia de Homicídios da Capital), o agente Vinícius de Carvalho informou que efetuou cinco ou seis disparos contra Alesson Guilherme Gomes. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na zona oeste.

O paraquedista não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Vinícius de Carvalho foi preso em flagrante por homicídio. O caso é investigado pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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