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GREVE

Transporte

Greve de ônibus em SP anunciada para esta sexta é suspensa

por Redação 1 de dezembro de 2023

Motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo suspenderam a greve que tinham anunciado para esta sexta-feira (1º). Na noite desta quinta (30), eles recuaram, diante da expectativa da realização de uma audiência no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) nesta sexta.

A greve tinha sido convocada pela Chapa 4, que disputou as eleições para a presidência do Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo). O grupo venceu o pleito na semana passada, mas a disputa acabou suspensa pela Justiça do Trabalho.

A decisão se dá também após a Prefeitura de São Paulo ter classificado o movimento como “ilegal” e protocolado um mandado de segurança no TRT. Na ação, a prefeitura pediu a tutela antecipada para que seja garantida a manutenção integral de funcionamento da frota de ônibus, sob a pena de multa de R$ 1 milhão por dia de paralisação.

O Sindmotoristas, comandado por Valdevan Noventa, que acabou não reeleito, afirmou nesta quinta-feira que não convocou a greve e que a eventual paralisação é “ilegal”.

Imbróglio
Ao longo do processo eleitoral no Sindmotoristas, três das quatro chapas candidatas pediram o adiamento da votação para o uso de urnas eletrônicas. A Justiça do Trabalho anulou a assembleia que pedia o adiamento da votação e manteve a eleição, da qual a Chapa 4 foi vencedora.

O novo grupo assumiria o comando da entidade nesta sexta. A Chapa 4 entrou com um recurso contra a anulação da eleição no sindicato, mas questionamentos de outras chapas levaram ao cancelamento das audiências.

A Chapa 4 diz que o estatuto do sindicato foi ferido e entende que o resultado das eleições precisa ser mantido.

Greve
Se fosse realizada, a greve seria a segunda paralisação dos ônibus municipais de São Paulo em menos de duas semanas. No dia 21, nove terminais foram bloqueados por sindicalistas. O ato aconteceu em meio à eleição do Sindmotoristas.

O próprio sindicato classificou a ação do dia 21 como uma maneira de “prejudicar o processo eleitoral”. Em julho, outro pleito realizado na sede do sindicato, na Liberdade, acabou adiado em razão de um tiroteio em frente à entidade.

A paralisação seria ainda a segunda no transporte público na mesma semana. Na última terça-feira (28), funcionários do Metrô e da CPTM cruzaram os braços, provocando transtornos na cidade.

Fonte: r7

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Transporte

Motoristas de ônibus de São Paulo marcam greve para esta sexta-feira (1º)

por Redação 30 de novembro de 2023

O Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo) anunciou nesta quinta-feira (30) uma greve de ônibus para sexta-feira (1º) no município de São Paulo.

De acordo com a categoria, a paralisação acontecerá por causa da suspensão do resultado das eleições do Sindmotoristas, que ocorreu na semana passada. A decisão foi emitida pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho) após pedido da Chapa 1.

Segundo o sindicato, o líder da Chapa 4, Edivaldo Santiago, pretende assumir o comando do Sindmotoristas nesta sexta-feira. Entretanto, caso desacate a decisão do TRT, Edivaldo pode ser preso e ter que pagar multa no valor de R$ 50 mil.

Sendo realizada a greve, esta será a segunda paralisação dos ônibus municipais de São Paulo em menos de duas semanas. No dia 21, nove terminais foram bloqueados por sindicalistas. O ato aconteceu em meio à eleição do Sindmotoristas.

O próprio sindicato classificou a ação do dia 21 como uma maneira de “prejudicar o processo eleitoral”.

Fonte: r7

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Transporte

Linha 10-Turquesa volta a funcionar de forma parcial; veja todas as linhas em atividade

por Redação 28 de novembro de 2023

A Linha 10-Turquesa, que estava totalmente paralisada nesta terça-feira (28), voltou a funcionar no trecho entre as estações Brás e Mauá. Com isso, 62% dos profissionais da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) estão trabalhando, cumprindo a decisão judicial que determinava o mínimo de 60% dos funcionários nos horários das 10h às 16h e após as 21h. Para os períodos de pico, das 4h às 10h e das 16h às 21h, o percentual é de 85%.

As estações do Sumaré e da Vila Madalena também foram reabertas, mas o Sindicado dos Metroviários ainda descumpre a decisão de manter 80% do contingente nos horários de pico — das 6h às 9h e das 16h às 18h — e 60% nos outros horários. A multa diária é de R$ 700 mil.

Saiba o que funciona

No metrô, a Linha 1-Azul opera entre as estações Tiradentes e Ana Rosa; na Linha 2-Verde, os trens vão do Ipiranga até Clínicas; na Linha 3-Vermelha, as composições percorrem o trecho entre Bresser e Santa Cecília. A Linha 15-Prata está totalmente fechada.

Na CPTM, a Linha 7-Rubi funciona da Luz a Caieiras, com intervalo de 8 minutos; a Linha 11-Coral opera da Luz até Guaianases, com intervalo de 6 minutos; a Linha 12-Safira conta com trens entre todas as estações, com intervalo de 8 minutos; e a Linha 13-Jade também funciona integralmente, com intervalo de 30 minutos. A Linha 10-Turquesa está fechada.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás, do metrô, e 8-Diamante e 9-Esmeralda, do trem, que são administradas pela iniciativa privada, operam normalmente. As quatro são operadas pela ViaQuatro (linhas de Metrô) e pela ViaMobilidade (linhas da CPTM).

Greve nos trens, Sabesp e escolas de SP

Os trabalhadores do Metrô, da CPTM e da Sabesp, além de professores estaduais, entraram em greve para protestar contra as propostas do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatização de empresas e serviços de determinadas áreas, como transporte, água e saneamento.

Eles também citam outras causas para a paralisação, entre elas a demissão de funcionários em razão de greves. Cinco trabalhadores foram dispensados pelo Metrô após cruzarem os braços em outubro.

Outro motivo apontado são possíveis cortes na área da educação. O governo Tarcísio de Freitas enviou um projeto que prevê a possibilidade de reduzir os gastos obrigatórios em educação de 30% para 25% no estado.

O que diz o governo?
O Governo de São Paulo afirma que continuará estudando a possibilidade de privatizações na área de transporte em razão da perspectiva de modernizar e melhorar o serviço. Ressalta ainda que a proposta foi amplamente divulgada nas eleições.

Sobre a PEC (proposta de emenda à Constituição) enviada à Assembleia Legislativa visando à redução da verba obrigatória para a educação, o governo diz que o texto prevê apenas a possibilidade de flexibilizar uma parte das despesas em razão da necessidade crescente na área da saúde. Assim, em vez 30% obrigatórios para educação, seriam 25%, e os outros 5% podem ser investidos em educação ou saúde.

Sobre a demissão de funcionários pelo Metrô após greve, o governo afirma que os trabalhadores agiram em defesa de interesses privados, descumprindo a legislação e realizando a paralisação sem aviso prévio, o que prejudicou a população.

Na sexta-feira (24), o governador criticou a realização da greve. “Será que é razoável que a gente tenha uma greve todo mês?”, questionou Tarcísio, que chamou a decisão do sindicato por cruzar os braços de “deboche”.

O governador disse que o movimento busca atender a interesses privados e traz inúmeros prejuízos à população, afetando o comércio, trabalhadores e estudantes, entre outros.

Em relação à área da educação, o governo já alterou a data do Provão Paulista. A gestão Tarcísio disse que atua com o Judiciário contra a realização da greve e que deverá, em último caso, adotar medidas alternativas, como a decretação de ponto facultativo e o aumento da frota de ônibus, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Fonte: r7

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Transporte

Funcionário que descumpriu decisão judicial será punido, diz Tarcísio, sobre greve em SP

por Redação 28 de novembro de 2023

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou nesta terça-feira (28) que os funcionários do Metrô, da CPTM e da Sabesp que não cumpriram a decisão judicial que pedia o funcionamento de ao menos 80% do sistema de transporte serão punidos.

“[A decisão] foi solenemente ignorada. A gente enumerou as pessoas que deveriam trabalhar no horário de pico. E não foi seguido. Após a greve, vamos aplicar medidas. A gente está pagando os salários. Não podemos tolerar indisciplina”, disse

“Quem são essas pessoas? Procuramos individualizar a decisão. Elas são passíveis de sanção, e vamos estudar quais sanções vamos aplicar.”

Tarcísio reiterou que a paralisação tem cunho político e falou que não voltará atrás na privatização da Sabesp nem em outras que estão em estudo.

O governador também citou o Provão Paulista, que deveria ter seu primeiro dia de exames aplicado justamente nesta terça e foi adiado.

“Como ficam esses alunos, gente que veio de fora de São Paulo para fazer?”, questionou. “Todo mês vamos ter uma greve do Metrô? Qual vai ser a próxima? Porque nós vamos continuar estudando privatizações.”

Fonte: r7

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Transporte

‘O cidadão é que vai se acotovelar no ônibus’, diz Tarcísio, sobre greve que causa caos

por Redação 28 de novembro de 2023

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (28), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) voltou a afirmar que a greve promovida por funcionários do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp é um ato político.

“É o cidadão que fica sem transporte, que vai se acotovelar no ônibus, que vai demorar horas para chegar em casa ao fim do dia. Isso não é justo. Não está certo”, afirmou.

Ele disse ainda que os estudos para concessões não vão parar, pois estão previstos em seu plano de governo desde o início.

“A operação da Sabesp acontecerá no ano que vem. E vai ser um grande sucesso. Do mesmo jeito que nós prometemos não aumentar a tarifa no primeiro ano de mandato e não aumentamos. Essa é uma greve política. Não é reivindicação por salário nem por outra medida trabalhista.”

O Governo de SP estima que 4,6 milhões de passageiros sejam afetados pela interrupção dos serviços sobre trilhos.

Enquanto isso, a manifestação é chamada de “Dia Estadual de Greve do Funcionalismo e Estatais” pelos sindicatos que representam os trabalhadores

A paralisação ocorre menos de dois meses após a última greve do transporte público, realizada em 3 de outubro. Na ocasião, a cidade conviveu com congestionamentos acima da média e ônibus lotados.

Decisão judicial ignorada
Tarcísio lembrou ainda que, mais uma vez, a decisão judicial que pedia o funcionamento de ao menos 80% do sistema de transporte não foi cumprida.

“Foi solenemente ignorada. A gente enumerou as pessoas que deveriam trabalhar no horário de pico. E não foi seguido. Após a greve, vamos aplicar medidas. A gente está pagando os salários. Não podemos tolerar indisciplina”, disse.

O governador também citou o Provão Paulista, que deveria ter seu primeiro dia de exames aplicado justamente nesta terça e foi adiado.

“Como ficam esses alunos, gente que veio de fora de São Paulo para fazer?”, questionou. “Todo mês vamos ter uma greve do Metrô? Qual vai ser a próxima? Porque nós vamos continuar estudando privatizações.”

Fonte: r7

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Transporte

Greve no Metrô e na CPTM em São Paulo: saiba o que os sindicatos reivindicam

por Redação 27 de novembro de 2023

Os trabalhadores do Metrô, CPTM e da Sabesp, além de professores estaduais, prometem realizar uma paralisação coletiva na próxima terça-feira (28) em protesto contra o Governo de São Paulo. Os sindicatos são contra as propostas do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatização de empresas e serviços de determinadas áreas, como transporte e água e saneamento.

Eles também citam outras causas para a paralisação, entre elas a demissão de funcionários em razão de greves. Cinco trabalhadores foram demitidos pelo Metrô após paralisação realizada em outubro.

Outro motivo apontado são possíveis cortes na área da educação. O governo Tarcísio de Freitas enviou um projeto que prevê a possibilidade de reduzir os gastos obrigatórios em educação de 30% para 25% no estado.

Projetos
A privatização da Sabesp, a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo, é o projeto mais avançado. O texto já foi enviado para a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) e já ganhou parecer favorável em comissões. A gestão Tarcísio pretende concluir a venda da parte que o governo tem na empresa — atualmente, 50,3% da companhia pertence ao estado, e o restante está em poder de acionistas.

Para o Sintaema, que representa os funcionários da Sabesp, não há uma discussão pública sobre a privatização de serviços. O sindicato pede para que a população seja ouvida sobre o tema. “Tarcísio de Freitas desconsidera a opinião da população, que em pesquisa Datafolha deste ano também tinha se manifestado contra a privatização da Sabesp”, declarou a direção do Sintaema.

Metrô e CPTM
Já no Metrô e CPTM, parte das linhas de transporte público que cortam a capital e região metropolitana já é administrada por concessionárias, como a ViaMobilidade e ViaQuatro.

A gestão Tarcísio encomendou um estudo para privatizar todas as linhas que hoje são administradas pela CPTM. A Linha 7-Rubi, a mais antiga da CPTM, que conecta a capital com Jundiaí, no interior, é a que poderá ser concedida à iniciativa privada mais rapidamente. Ela integrará o projeto do trem Intercidades que ligará São Paulo a Campinas. O leilão está marcado para fevereiro.

A ideia é adotar um caminho semelhante ao já realizado em relação às linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, hoje administradas pela ViaMobilidade.

O governador Tarcísio de Freitas já manifestou a intenção de privatizar as linhas do Metrô ainda administradas pelo governo, mas o processo de estudo para a concessão dessas linhas ainda não teve início.

O que diz o governo?
A gestão Tarcísio de Freitas afirma que continuará estudando a possibilidade de privatizações na área de transporte em razão da possibilidade de modernizar e melhorar o serviço. Ressalta ainda que a proposta foi amplamente divulgada nas eleições.

Sobre a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) enviada à Assembleia Legislativa visando a redução da verba obrigatória para educação, o governo afirma que o texto prevê apenas a possibilidade de flexibilizar uma parte das despesas em razão da necessidade crescente na área da saúde. Assim, em vez 30% obrigatórios para educação, seriam 25%, e os outros 5% podendo ser investidos em educação ou saúde.

Sobre a demissão de funcionários pelo Metrô após greve, o governo defende que os trabalhadores agiram em defesa de interesses privados, descumprindo a legislação e realizando a paralisação sem aviso prévio, o que prejudicou a população.

Na última sexta-feira, o governador criticou a realização da greve. “Será que é razoável que a gente tenha uma greve todo mês?”, questionou Tarcísio, que chamou a decisão do sindicato por cruzar os braços de “deboche”.

Ele disse que o movimento busca atender interesse privados e traz inúmeros prejuízos à população, afetando o comércio, trabalhadores e estudantes, entre outros.

Em relação à área da educação, o governo já alterou a data do Provão Paulista. A gestão Tarcísio disse que atua junto ao Judiciário contra a realização da greve e que deverá, em último caso, adotar medidas alternativas, como a decretação de ponto facultativo e o aumento da frota de ônibus, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Greve
Até o momento, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô e linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM já aderiram à greve e param de funcionar a partir da 0h de terça-feira. Nas próximas horas, os funcionários das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa discutirão sobre aderir à paralisação ou não.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô e as linhas de trem 8-Diamente e 9-Esmeralda continuarão funcionando normalmente, já que são administradas pela iniciativa privada.

Fonte: r7

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Transporte

Metrô de SP cobra multa de R$ 7 milhões de sindicato após greve

por Redação 18 de outubro de 2023

O Metrô de São Paulo entrou com uma ação de indenização de mais de R$ 7 milhões, contra o Sindicato dos Metroviários, por conta da greve do dia 3 de outubro.

No começo do mês, funcionários do Metrô, CPTM e Sabesp cruzaram os braços em protesto contra os projetos de privatização de linhas ferroviárias e da companhia de saneamento básico do estado.

O juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara de Fazenda Pública, que analisa o processo, disse que o Sindicato dos Metroviários tem o prazo de 30 dias para apresentar defesa, sob pena de “serem presumidos como verdadeiros os fatos articulados na ação”.

Em nota, o Metrô afirma que “o pedido de reparação feito pela Companhia compreende os prejuízos financeiros decorrentes da impossibilidade de arrecadação durante a paralisação. Na ocasião, houve descumprimento, por parte do sindicato, da liminar que determinava o funcionamento da operação das linhas do Metrô com 100% do efetivo nos horários de pico e 80% nos demais.”

Presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa diz que só soube da ação civil por meio da imprensa. Lisboa considera a movimentação do Metrô um ato antissindical que atenta contra o direito democrático de greve, previsto na constituição brasileira.

Ainda segundo Camila Lisboa, a ação civil é uma prática de má fé, porque já existe um processo na Justiça trabalhista, que é a esfera competente que julga as greves e lutas dos trabalhadores.

Fonte: r7

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Brasil

Controladores de voo cancelam greve após ordem da Justiça, e aeroportos seguem em operação

por Redação 9 de outubro de 2023

Os funcionários da NAV Brasil, estatal responsável pelo controle aéreo em alguns dos maiores aeroportos do país, decidiram cancelar a greve marcada para esta segunda-feira (9), após determinação judicial.

Anteriormente, o R7 havia publicado que a paralisação ocorreria hoje, mas a estatal informou o cancelamento na sexta-feira (6). A determinação da Justiça do Trabalho ocorreu na noite da última sexta, sob pena de multa diária no valor de R$ 100 mil.

A greve poderia afetar 43 aeroportos no país nesta segunda-feira (9). Entre eles estão o de Guarulhos, na Grande São Paulo, o de Viracopos, em Campinas, o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e o da Pampulha, em Belo Horizonte.

A paralisação havia sido aprovada em assembleia virtual na semana passada. Foram favoráveis 64,5% dos 1.105 trabalhadores participantes. Os funcionários pediam recomposição salarial e adicionais, entre outras reivindicações.

A tutela cautelar determinou que sejam mantidos 100% dos empregados que atuam nas atividades de controle de tráfego aéreo.

A empresa reforçou que se mantém aberta ao diálogo e está empenhada na busca da merecida valorização de seus empregados.

Reivindicações
O sindicato reivindica:

  • recomposição salarial, recuperação mínima da inflação acumulada desde o último acordo;
  • melhorias nas condições do auxílio à saúde;
  • adicionais que valorizem adequadamente as carreiras; e
  • concursos para todas as áreas administrativas e operacionais.

O sindicato afirma que a NAV Brasil lucrou R$ 324 milhões no exercício de 2022 e oferece somente 4,83% de reajuste contra 8,5% da inflação acumulada desde o último acordo. “Nos últimos sete anos, são mais de 35% de perdas acumuladas para a inflação, além da diminuição em adicionais trabalhistas e no subsídio do auxílio à saúde.”

Fonte: r7

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Transporte

Funcionários do Metrô rejeitam a possibilidade de uma nova greve

por Redação 6 de outubro de 2023

Funcionários do Metrô rejeitaram a possibilidade de uma nova greve após assembleia extraordinária realizada no Sindicato dos Metroviários de São Paulo na noite desta quinta-feira (5).

Entre os metroviários que participaram da decisão, 49,8% votaram contra a nova greve. Outros 46,7% escolheram a paralisação, e houve 3,5% de abstenção.

Os metroviários ainda agendaram uma manifestação para a próxima segunda-feira (9), com horário a confirmar, reunindo outros sindicatos aliados e movimentos sociais, em frente à sede da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, no centro da capital.

Confusão
No início da reunião, a presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, explicou que a diretoria cometeu um erro na última votação na terça-feira (3), pois a proposta mais votada não foi majoritária, isto é, não recebeu mais de 50% dos votos.

A alternativa que registrou mais votos — que recusava o agendamento de nova greve — teve somente 39% dos votos válidos.

Lisboa também reafirmou que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não está apenas estudando os processos de privatização e terceirização do Metrô, da CPTM e da Sabesp, já está com o plano em ação.

Primeira paralisação
A decisão dos metroviários ocorreu dois dias após a paralisação do Metrô, da CPTM e da Sabesp de 24 horas contra os projetos do governo estadual para a privatização dessas empresas. Na última terça-feira, a greve trouxe transtornos à população, já que nove linhas deixaram de operar parcial ou totalmente.

A Prefeitura de São Paulo e o governo do estado decretaram ponto facultativo, e as aulas em escolas estaduais não aconteceram. O rodízio municipal de veículos também foi suspenso, e a frota de ônibus teve o reforço da operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência).

A capital chegou a registrar mais de 800 km de trânsito no horário de pico da tarde. Os passageiros foram os principais atingidos, aglomerando-se em ônibus e levando longos intervalos de tempo para realizar os deslocamentos.

No dia da greve, o governo classificou a paralisação como ilegal e abusiva e disse que ela é feita com objetivos políticos. “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, declarou a gestão Tarcísio, em comunicado oficial.

Fonte: r7

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Transporte

Metroviários fazem assembleia hoje para decidir sobre possível nova greve

por Redação 5 de outubro de 2023

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo marcou para esta quinta-feira (5) uma assembleia para debater a possível realização de uma nova greve. A discussão ocorrerá dois dias após a categoria, ao lado de funcionários da CPTM e da Sabesp, fazer uma paralisação de 24 horas contra projetos do governo estadual para a privatização dessas companhias.

Na reunião desta quinta, marcada para as 18h30, os metroviários pretendem debater a possível realização de uma greve na semana que vem e também a data a ser escolhida, entre outros temas.

Os sindicatos que representam os funcionários da CPTM e da Sabesp não divulgaram, até a publicação desta reportagem, se também participarão da assembleia.

Segundo os metroviários, a assembleia ocorre em razão de impasses nas últimas votações.

Na quarta-feira (4), as três categorias divulgaram nota conjunta em que chamaram a greve unificada de 3 de outubro de “resistência histórica”. “Após nossa mobilização, o governo não poderá mais fazer as privatizações às escondidas, como pretendia: o debate público foi colocado, e ficou demonstrado que a população é contra as privatizações”, afirma trecho do documento assinado por Sintaema, Sindicato dos Metroviários, Sindicato dos Ferroviários de São Paulo e Sindicato Central do Brasil.

A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) vem defendendo a privatização de serviços como uma forma de melhorá-los. O governo classificou a paralisação como ilegal e abusiva e disse que ela é feita com objetivos políticos. “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, declarou a gestão Tarcísio, em comunicado oficial.

A paralisação
A greve da última terça trouxe transtornos à população, já que nove linhas de trens e metrô deixaram de operar parcial ou totalmente. A Prefeitura de São Paulo e o governo estadual decretaram ponto facultativo, e as aulas em escolas estaduais não aconteceram. Além disso, o rodízio municipal de veículos foi suspenso, e a frota de ônibus teve o reforço da operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência).

Apesar das tentativas, a cidade chegou a registrar mais de 800 km de trânsito no horário de pico da tarde. Os passageiros foram os principais atingidos, aglomerando-se em ônibus e levando longos intervalos de tempo para realizar os deslocamentos.

Fonte: r7

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