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METRÔ

Transporte

‘Não tem almoço de graça’, diz Tarcísio sobre possível aumento da tarifa dos transportes

por Redação 30 de novembro de 2023

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deu sinais nesta quarta-feira (28) de um possível aumento da tarifa do transporte público na Grande São Paulo.

O valor está congelado desde janeiro de 2020, em R$ 4,40. Segundo o governador, a falta de reajuste “vai prejudicando a saúde financeira das empresas”, como o Metrô e a CPTM.

A postura mostra divergência em relação à do prefeito Ricardo Nunes, que deve disputar a reeleição no ano que vem. Nunes contratou um estudo para a implantação de uma tarifa zero e já anunciou que a catraca livre deve ser implantada inicialmente para viagens noturnas ou aos domingos.

O aumento da tarifa normalmente é adotado de forma conjunta pelo Governo de São Paulo e pela prefeitura da capital.

Tarcísio afirma que a manutenção da tarifa em R$ 4,40 significa que mais subsídios terão que ser pagos pelo poder público para manter o sistema funcionando. Dinheiro que sairá de outras políticas públicas.

“Quando entra mais subsídio, eu vou tirar de algum lugar, vou tirar de alguma política pública.
Então a gente tem que botar na balança qual é a política pública que vai pesar mais, porque não tem almoço de graça. Se a tarifa não subiu, o custo subiu”, afirmou em evento na Secretaria Estadual da Saúde, nesta quarta-feira. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) também esteve presente.

“Eu tenho uma responsabilidade contratual, tenho que manter o sistema operando. Até porque as empresas não vão ter solvência financeira se não houver repasse”, disse.

Entre aumento de tarifa ou do subsídio, Tarcísio afirmou que será preciso ver para “onde a balança vai pender”.

Fonte: r7

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Transporte

Linha 10-Turquesa volta a funcionar de forma parcial; veja todas as linhas em atividade

por Redação 28 de novembro de 2023

A Linha 10-Turquesa, que estava totalmente paralisada nesta terça-feira (28), voltou a funcionar no trecho entre as estações Brás e Mauá. Com isso, 62% dos profissionais da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) estão trabalhando, cumprindo a decisão judicial que determinava o mínimo de 60% dos funcionários nos horários das 10h às 16h e após as 21h. Para os períodos de pico, das 4h às 10h e das 16h às 21h, o percentual é de 85%.

As estações do Sumaré e da Vila Madalena também foram reabertas, mas o Sindicado dos Metroviários ainda descumpre a decisão de manter 80% do contingente nos horários de pico — das 6h às 9h e das 16h às 18h — e 60% nos outros horários. A multa diária é de R$ 700 mil.

Saiba o que funciona

No metrô, a Linha 1-Azul opera entre as estações Tiradentes e Ana Rosa; na Linha 2-Verde, os trens vão do Ipiranga até Clínicas; na Linha 3-Vermelha, as composições percorrem o trecho entre Bresser e Santa Cecília. A Linha 15-Prata está totalmente fechada.

Na CPTM, a Linha 7-Rubi funciona da Luz a Caieiras, com intervalo de 8 minutos; a Linha 11-Coral opera da Luz até Guaianases, com intervalo de 6 minutos; a Linha 12-Safira conta com trens entre todas as estações, com intervalo de 8 minutos; e a Linha 13-Jade também funciona integralmente, com intervalo de 30 minutos. A Linha 10-Turquesa está fechada.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás, do metrô, e 8-Diamante e 9-Esmeralda, do trem, que são administradas pela iniciativa privada, operam normalmente. As quatro são operadas pela ViaQuatro (linhas de Metrô) e pela ViaMobilidade (linhas da CPTM).

Greve nos trens, Sabesp e escolas de SP

Os trabalhadores do Metrô, da CPTM e da Sabesp, além de professores estaduais, entraram em greve para protestar contra as propostas do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatização de empresas e serviços de determinadas áreas, como transporte, água e saneamento.

Eles também citam outras causas para a paralisação, entre elas a demissão de funcionários em razão de greves. Cinco trabalhadores foram dispensados pelo Metrô após cruzarem os braços em outubro.

Outro motivo apontado são possíveis cortes na área da educação. O governo Tarcísio de Freitas enviou um projeto que prevê a possibilidade de reduzir os gastos obrigatórios em educação de 30% para 25% no estado.

O que diz o governo?
O Governo de São Paulo afirma que continuará estudando a possibilidade de privatizações na área de transporte em razão da perspectiva de modernizar e melhorar o serviço. Ressalta ainda que a proposta foi amplamente divulgada nas eleições.

Sobre a PEC (proposta de emenda à Constituição) enviada à Assembleia Legislativa visando à redução da verba obrigatória para a educação, o governo diz que o texto prevê apenas a possibilidade de flexibilizar uma parte das despesas em razão da necessidade crescente na área da saúde. Assim, em vez 30% obrigatórios para educação, seriam 25%, e os outros 5% podem ser investidos em educação ou saúde.

Sobre a demissão de funcionários pelo Metrô após greve, o governo afirma que os trabalhadores agiram em defesa de interesses privados, descumprindo a legislação e realizando a paralisação sem aviso prévio, o que prejudicou a população.

Na sexta-feira (24), o governador criticou a realização da greve. “Será que é razoável que a gente tenha uma greve todo mês?”, questionou Tarcísio, que chamou a decisão do sindicato por cruzar os braços de “deboche”.

O governador disse que o movimento busca atender a interesses privados e traz inúmeros prejuízos à população, afetando o comércio, trabalhadores e estudantes, entre outros.

Em relação à área da educação, o governo já alterou a data do Provão Paulista. A gestão Tarcísio disse que atua com o Judiciário contra a realização da greve e que deverá, em último caso, adotar medidas alternativas, como a decretação de ponto facultativo e o aumento da frota de ônibus, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Fonte: r7

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Transporte

Greve no Metrô e na CPTM em São Paulo: saiba o que os sindicatos reivindicam

por Redação 27 de novembro de 2023

Os trabalhadores do Metrô, CPTM e da Sabesp, além de professores estaduais, prometem realizar uma paralisação coletiva na próxima terça-feira (28) em protesto contra o Governo de São Paulo. Os sindicatos são contra as propostas do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatização de empresas e serviços de determinadas áreas, como transporte e água e saneamento.

Eles também citam outras causas para a paralisação, entre elas a demissão de funcionários em razão de greves. Cinco trabalhadores foram demitidos pelo Metrô após paralisação realizada em outubro.

Outro motivo apontado são possíveis cortes na área da educação. O governo Tarcísio de Freitas enviou um projeto que prevê a possibilidade de reduzir os gastos obrigatórios em educação de 30% para 25% no estado.

Projetos
A privatização da Sabesp, a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo, é o projeto mais avançado. O texto já foi enviado para a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) e já ganhou parecer favorável em comissões. A gestão Tarcísio pretende concluir a venda da parte que o governo tem na empresa — atualmente, 50,3% da companhia pertence ao estado, e o restante está em poder de acionistas.

Para o Sintaema, que representa os funcionários da Sabesp, não há uma discussão pública sobre a privatização de serviços. O sindicato pede para que a população seja ouvida sobre o tema. “Tarcísio de Freitas desconsidera a opinião da população, que em pesquisa Datafolha deste ano também tinha se manifestado contra a privatização da Sabesp”, declarou a direção do Sintaema.

Metrô e CPTM
Já no Metrô e CPTM, parte das linhas de transporte público que cortam a capital e região metropolitana já é administrada por concessionárias, como a ViaMobilidade e ViaQuatro.

A gestão Tarcísio encomendou um estudo para privatizar todas as linhas que hoje são administradas pela CPTM. A Linha 7-Rubi, a mais antiga da CPTM, que conecta a capital com Jundiaí, no interior, é a que poderá ser concedida à iniciativa privada mais rapidamente. Ela integrará o projeto do trem Intercidades que ligará São Paulo a Campinas. O leilão está marcado para fevereiro.

A ideia é adotar um caminho semelhante ao já realizado em relação às linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, hoje administradas pela ViaMobilidade.

O governador Tarcísio de Freitas já manifestou a intenção de privatizar as linhas do Metrô ainda administradas pelo governo, mas o processo de estudo para a concessão dessas linhas ainda não teve início.

O que diz o governo?
A gestão Tarcísio de Freitas afirma que continuará estudando a possibilidade de privatizações na área de transporte em razão da possibilidade de modernizar e melhorar o serviço. Ressalta ainda que a proposta foi amplamente divulgada nas eleições.

Sobre a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) enviada à Assembleia Legislativa visando a redução da verba obrigatória para educação, o governo afirma que o texto prevê apenas a possibilidade de flexibilizar uma parte das despesas em razão da necessidade crescente na área da saúde. Assim, em vez 30% obrigatórios para educação, seriam 25%, e os outros 5% podendo ser investidos em educação ou saúde.

Sobre a demissão de funcionários pelo Metrô após greve, o governo defende que os trabalhadores agiram em defesa de interesses privados, descumprindo a legislação e realizando a paralisação sem aviso prévio, o que prejudicou a população.

Na última sexta-feira, o governador criticou a realização da greve. “Será que é razoável que a gente tenha uma greve todo mês?”, questionou Tarcísio, que chamou a decisão do sindicato por cruzar os braços de “deboche”.

Ele disse que o movimento busca atender interesse privados e traz inúmeros prejuízos à população, afetando o comércio, trabalhadores e estudantes, entre outros.

Em relação à área da educação, o governo já alterou a data do Provão Paulista. A gestão Tarcísio disse que atua junto ao Judiciário contra a realização da greve e que deverá, em último caso, adotar medidas alternativas, como a decretação de ponto facultativo e o aumento da frota de ônibus, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Greve
Até o momento, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô e linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM já aderiram à greve e param de funcionar a partir da 0h de terça-feira. Nas próximas horas, os funcionários das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa discutirão sobre aderir à paralisação ou não.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô e as linhas de trem 8-Diamente e 9-Esmeralda continuarão funcionando normalmente, já que são administradas pela iniciativa privada.

Fonte: r7

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Transporte

Sindicatos anunciam greve no Metrô e na CPTM para a próxima terça em São Paulo

por Redação 24 de novembro de 2023

Funcionários do Metrô e da CPTM anunciaram que vão parar na próxima terça-feira (28), em uma nova rodada de manifestações contra projetos do Governo de São Paulo que preveem privatizações de empresas públicas e terceirização de serviços.

Os sindicatos que representam trabalhadores da Sabesp, professores estaduais e profissionais da educação do município de São Paulo também anuciaram adesão à manifestação da terça, que está sendo chamada de “Dia Estadual de Greve do Funcionalismo e Estatais”.

A adesão dos metroviários foi confirmada na noite desta quinta (23), quando o sindicato anunciou que uma votação, encerrada às 19h, foi favorável à greve. Assim, vão parar a partir da 0h de terça as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô.

Funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) já tinham se reunido na quarta-feira (22) e também se decidiram pela paralisação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, representada pelo Sindicato dos Ferroviários.

Na segunda-feira (27), o sindicato que representa as linhas 7-Rubi e 10-Turquesa se reúne para decidir se vai aderir ou não à greve.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô, além das linhas de trens 8-Diamante e 9-Esmeralda, vão continuar funcionando, já que são administradas pela iniciativa privada.

A paralisação ocorrerá menos de dois meses após a última greve do transporte público, realizada em 3 de outubro. Na ocasião, a cidade conviveu com congestionamentos acima de média e ônibus lotados.

Fonte: r7

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Transporte

Vai ter greve no Metrô de São Paulo e na CPTM?

por Redação 23 de novembro de 2023

Os funcionários do Metrô de São Paulo realizaram assembleia na noite de quarta-feira (22) para discutir a realização de uma greve unificada na próxima terça (28).

Segundo a categoria, a votação virtual tem duração de 24 horas e o resultado deve ser divulgado às 19h desta quinta (23).

A paralisação conjunta, se aprovada, pode ter a aprovação de trabalhadores do Metrô, da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da Companhia Paulista dos Trens Metropolitanos (CPTM). A categoria afirma ser contra privatizações, terceirizações, demissões e supostos cortes de verba pelo governo.

Em outra assembleia realizada na noite de quarta, os funcionários da CPTM, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Central do Brasil, responsável pelas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, aprovaram uma paralisação por tempo indeterminado a partir da próxima terça.

Os ferroviários das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa também devem debater no decorrer desta quinta se aprovam ou não a paralisação.

Nesta semana, o plano de privatização da estatal de água e saneamento avançou na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Em outubro, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) reafirmou a intenção de privatizar as linhas remanescentes da CPTM e as linhas do Metrô administradas diretamente pela empresa pública.

Segundo Tarcísio, o objetivo deve ser cumprido até o fim do mandato, em 2025. Outra possibilidade é uma sociedade com o setor privado pela gestão da empresa.

O modelo de gestão privada não é inédito no estado de São Paulo. Duas linhas do metrô já nasceram privatizadas, a 4-Amarela e a 5-Lilás. E estão sob concessão duas linhas da CPTM: 8-Diamante e 9-Esmeralda.

Também há duas linhas, ainda em obras, que terão gestão privada: a 6-Laranja e a 17-Ouro, do monotrilho do Aeroporto de Congonhas. Procurados, o Palácio dos Bandeirantes, o Metrô, a CPTM e a Sabesp ainda não se pronunciaram.

Os funcionários do Metrô já fizeram greve três vezes em 2023. Uma em março, por reivindicações trabalhistas, e duas em outubro (uma delas sem aviso), contra o plano de privatizações do estado. Ao longo de 2023, também houve duas ameaças de interromper as atividades.

Na última paralisação de metroviários e funcionários da CPTM, em outubro, a Justiça do Trabalho determinou 100% de operação nos horários de pico, mas as categorias descumpriram a decisão.

O governador classificou o movimento como “político”, “ilegal” e “abusivo”. Também tem argumentado que o plano de privatização foi uma de suas principais plataformas na campanha de 2022 e tem sido amplamente discutido com a população.

Em outubro, especialistas em Direito do Trabalho ouvidos pelo Estadão afirmaram que a paralisação, por não ser motivada por reivindicações diretamente ligadas a condições de trabalho, poderia ser vista como abusiva.

Privatização da Sabesp avança na Assembleia
O Congresso de Comissões da Alesp aprovou, na quarta, o relatório do deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) sobre o projeto de lei que prevê a privatização da Sabesp. O relatório recebeu 27 votos favoráveis e 8 contrários, e o tema segue agora para plenário.

No esforço do governo do estado para acelerar a tramitação do projeto, além do regime de urgência, sua passagem pelas comissões na Assembleia ocorreu em um congresso dos colegiados, em vez de passar separadamente em cada um deles.

Esse congresso inclui, entre outras, as comissões de Constituição, Justiça e Redação e a de Finanças, Orçamento e Planejamento.

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Segurança

‘A alegria da nossa família foi embora’, diz sobrinha de bombeiro que morreu após ser jogado em trilhos

por Redação 20 de outubro de 2023

“A alegria da nossa família foi embora”, afirmou a sobrinha do bombeiro Adilson Ferreira, de 52 anos, que morreu após ser empurrado nos trilhos da estação Sé, do Metrô de São Paulo, por um desconhecido. Joyce Ferreira de Alcântara, de 34 anos, descreve o tio como uma pessoa especial e indispensável.

Na última sexta-feira (13), a vítima estava a caminho de um evento onde iria trabalhar. Enquanto esperava o trem chegar na plataforma no sentido Tucuruvi, o brigadista foi empurrado por um rapaz para os trilhos e foi atropelado.

De acordo com Joyce, a família de Adilson está destruída, e as festas nunca mais serão as mesmas, pois o bombeiro era quem trazia a felicidade para elas. “A gente nunca via o tio Adilson triste. Sempre foi um cara da alegria e do bom humor.”

Adilson fazia aniversário no dia 1° de janeiro, e todos os anos, segundo sua sobrinha, a família inteira se reunia para comemorar a chegada do Ano-Novo. Mas, agora, não sabem como será a celebração: “Como será agora? Como vamos passar por esse dia? Faltando mais um na mesa? É doído”.

Além disso, para Joyce, a forma que Adilson morreu é “inaceitável”, porque, “quando a vida é retirada por uma pessoa mal-intencionada, é difícil aceitar”. A família recebeu a notícia por meio de terceiros, o que tornou tudo muito pior, segundo a mulher. “Ele morreu, [os funcionários do Metrô] retiraram ele da via, e os trens voltaram a operar como se nada tivesse acontecido”, afirma.

Em nota, o Metrô de São Paulo afirmou que lamenta o ocorrido e se solidariza com a família de Adilson. Todo o protocolo de primeiros socorros foi cumprido pelos funcionários da companhia. A vítima foi resgatada com vida e encaminhada ao PS Santa Casa, que comunicou seus parentes.

O suspeito
Após o crime, o suspeito de ter empurrado Adilson correu e fugiu pelas escadas. Uma moça que flagrou a ação e chegou a passar mal com a situação avisou a polícia e os seguranças do Metrô que não foi um acidente.

A empresa verificou imagens das câmeras e constatou o crime. Horas depois, o homem se apresentou na delegacia, com a presença de um advogado.

Ele alegou que sofre de síndrome do pânico e que confundiu a vítima com uma pessoa com quem tinha problemas no trabalho. Ele teria se sentido ameaçado e, por isso, empurrou o bombeiro.

O suspeito passou por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Adilson deixou a esposa, um filho e duas enteadas.

Fonte: r7

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Transporte

Metrô de SP cobra multa de R$ 7 milhões de sindicato após greve

por Redação 18 de outubro de 2023

O Metrô de São Paulo entrou com uma ação de indenização de mais de R$ 7 milhões, contra o Sindicato dos Metroviários, por conta da greve do dia 3 de outubro.

No começo do mês, funcionários do Metrô, CPTM e Sabesp cruzaram os braços em protesto contra os projetos de privatização de linhas ferroviárias e da companhia de saneamento básico do estado.

O juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Vara de Fazenda Pública, que analisa o processo, disse que o Sindicato dos Metroviários tem o prazo de 30 dias para apresentar defesa, sob pena de “serem presumidos como verdadeiros os fatos articulados na ação”.

Em nota, o Metrô afirma que “o pedido de reparação feito pela Companhia compreende os prejuízos financeiros decorrentes da impossibilidade de arrecadação durante a paralisação. Na ocasião, houve descumprimento, por parte do sindicato, da liminar que determinava o funcionamento da operação das linhas do Metrô com 100% do efetivo nos horários de pico e 80% nos demais.”

Presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa diz que só soube da ação civil por meio da imprensa. Lisboa considera a movimentação do Metrô um ato antissindical que atenta contra o direito democrático de greve, previsto na constituição brasileira.

Ainda segundo Camila Lisboa, a ação civil é uma prática de má fé, porque já existe um processo na Justiça trabalhista, que é a esfera competente que julga as greves e lutas dos trabalhadores.

Fonte: r7

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Transporte

Funcionários do Metrô rejeitam a possibilidade de uma nova greve

por Redação 6 de outubro de 2023

Funcionários do Metrô rejeitaram a possibilidade de uma nova greve após assembleia extraordinária realizada no Sindicato dos Metroviários de São Paulo na noite desta quinta-feira (5).

Entre os metroviários que participaram da decisão, 49,8% votaram contra a nova greve. Outros 46,7% escolheram a paralisação, e houve 3,5% de abstenção.

Os metroviários ainda agendaram uma manifestação para a próxima segunda-feira (9), com horário a confirmar, reunindo outros sindicatos aliados e movimentos sociais, em frente à sede da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, no centro da capital.

Confusão
No início da reunião, a presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, explicou que a diretoria cometeu um erro na última votação na terça-feira (3), pois a proposta mais votada não foi majoritária, isto é, não recebeu mais de 50% dos votos.

A alternativa que registrou mais votos — que recusava o agendamento de nova greve — teve somente 39% dos votos válidos.

Lisboa também reafirmou que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não está apenas estudando os processos de privatização e terceirização do Metrô, da CPTM e da Sabesp, já está com o plano em ação.

Primeira paralisação
A decisão dos metroviários ocorreu dois dias após a paralisação do Metrô, da CPTM e da Sabesp de 24 horas contra os projetos do governo estadual para a privatização dessas empresas. Na última terça-feira, a greve trouxe transtornos à população, já que nove linhas deixaram de operar parcial ou totalmente.

A Prefeitura de São Paulo e o governo do estado decretaram ponto facultativo, e as aulas em escolas estaduais não aconteceram. O rodízio municipal de veículos também foi suspenso, e a frota de ônibus teve o reforço da operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência).

A capital chegou a registrar mais de 800 km de trânsito no horário de pico da tarde. Os passageiros foram os principais atingidos, aglomerando-se em ônibus e levando longos intervalos de tempo para realizar os deslocamentos.

No dia da greve, o governo classificou a paralisação como ilegal e abusiva e disse que ela é feita com objetivos políticos. “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, declarou a gestão Tarcísio, em comunicado oficial.

Fonte: r7

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Transporte

Greve no Metrô e na CPTM: quando deve ser a paralisação e quais as linhas afetadas?

por Redação 2 de outubro de 2023

Funcionários do Metrô, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) agendaram uma greve conjunta de 24 horas para a terça-feira (3). As três categorias farão uma assembleia coletiva na noite de segunda (2), para uma votação simbólica que deve confirmar a greve, de acordo com os sindicalistas.

A paralisação é contra os projetos de privatização do governo, que incluem linhas da rede metroferroviária e a estatal de saneamento. Os sindicatos dizem que querem discutir mais esses planos com a sociedade e evitar a piora do serviço. A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem chamado a greve de “política” e afirmado que os projetos de concessão à iniciativa privada estão sendo debatidos.

Quais linhas devem parar?
As linhas do metrô 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata devem paralisar atividades, segundo o sindicato.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do metrô, operadas pela iniciativa privada, não serão afetadas.

O sindicato prevê paralisação de todas as linhas da CPTM de gestão pública, ou seja, as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral 12-Safira e 13-Jade.

Já as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda seguirão operando na terça-feira, pois são administradas pela iniciativa privada.

Como vai ser nos horários de pico?
Na sexta-feira (29), o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo concedeu liminares ao Metrô e à CPTM determinando a operação de 100% dos serviços no horário de pico (6h às 9h e 16h às 19h) e de 80% nos demais horários, com multa de R$ 500 mil para cada um dos sindicatos em caso de descumprimento. No caso da Sabesp, o porcentual de trabalhadores que devem atuar é de 85%, e a multa, de R$ 100 mil.

“O serviço é de vital importância à sociedade paulista que se locomove pela Grande São Paulo, servindo o Metrô como ‘coluna vertebral’ da distribuição do transporte público e, portanto, a precária atividade afetaria inclusive a outros tantos ramos importantes da sociedade, hospitais, segurança pública, escolas etc., dado que o tráfego de automóveis na capital já se encontra há muito saturado”, escreveu o desembargador do Trabalho Celso Ricardo Peel Furtado de Oliveira.

Haverá liberação de catracas?
A liberação de catracas chegou a ser sugerida pelo Sindicato dos Metroviários, mas a Justiça do Trabalho não autorizou a medida.

Os serviços da Sabesp serão afetados?
Segundo o sindicato, não haverá interrupção do fornecimento de água. No dia da paralisação, os funcionários realizarão um ato junto à sede da companhia no bairro da Ponte Pequena, região central.

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Transporte

Sindicato desiste de paralisação do Metrô de SP nesta terça-feira

por Redação 15 de agosto de 2023

Os metroviários desistiram da paralisação que estava prevista para ocorrer a partir da meia-noite de terça-feira (15). A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (14), em assembleia na sede do Sindicato dos Metroviários e Metroviárias de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

Dos 2.465 votantes, 78,8% decidiram pela suspensão da greve, enquanto 19% queriam dar prosseguimento à suspensão. Pelo menos 53 pessoas se abstiveram na votação.

De acordo com o sindicato, em um comunicado divulgado na última semana, o plano do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de privatizar todas as linhas do Metrô e da CPTM — como ocorreu com as linhas 8–Diamante e 9–Esmeralda — é uma das razões para a paralisação do transporte.

Outro argumento dos metroviários é o pregão, previamente agendado para 28 de agosto, para a contratação de uma empresa que realizará o serviço de manutenção da linha 15–Prata do monotrilho.

O sindicato também diz que três funcionários da linha 15–Prata e outros trabalhadores foram demitidos “após testemunharem em processos”. Para a categoria, a empresa está sofrendo o sucateamento “com falta de pessoal, desvios de função e sobrecarga de trabalho”.

Fonte: r7

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