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ONS

Brasil

Carga de energia deve encerrar janeiro com alta no país, apesar de baixo nível nas hidrelétricas

por Redação 15 de janeiro de 2024

A carga de energia do sistema interligado nacional (SIN) deve terminar janeiro em 82.610 megawatts médios (MWmed), alta de 10,7% em relação ao mesmo mês de 2023. Já na comparação com do programa mensal da operação (PMO) divulgado na semana passada, houve acréscimo de na projeção 1,5%. As previsões são do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), responsável pela coordenação e operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no país.

De acordo com o ONS, no Norte, onde consumidores da indústria de alumínio têm aumentado o consumo de energia, a carga deve alcançar 7.312 MWmed, elevação de 12,4% na comparação com janeiro de 2023. O crescimento anual da região deve ser o maior. A carga dos estados nortistas deve encerrar o mês 0,3% superior à projeção da última semana.

No Sudeste/Centro-Oeste, regiões que concentram a maioria do consumo de energia do Brasil, a carga deve fechar este mês com 47.045 MWmed, alta de 11,9% em base anual de comparação. Em relação à projeção da última semana, o número é 1,2% maior.

A previsão do ONS aponta para 18.844 MWmed no Sul, crescimento de 6,5% na comparação com janeiro de 2023, e de 33% frente à estimativa dos últimos sete dias.

No Nordeste, a carga deve alcançar 13.409 MWmed, elevação de 10 4% em relação a um ano antes, mas redução de 0,2% frente ao PMO da semana passada.

Água nas hidrelétricas
Para a energia natural afluente (ENA) — quantidade de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas para se transformar em energia —, o ONS revisou para baixo as projeções de janeiro nos quatro subsistemas do SIN.

No Sudeste/Centro-Oeste, que responde por aproximadamente 70% da capacidade de armazenamento de água para gerar energia, a estimativa é que a ENA fique em 66% da média histórica, redução de quatro pontos percentuais (p.p) em relação à projeção anterior. Caso a previsão se confirme, os volumes armazenados devem terminar o mês em 63,4% no subsistema.

Para o Sul, a previsão é que a ENA alcance 97% da média, montante 17 p.p menor do que na estimativa divulgada na semana passada. Deste modo, os reservatórios das hidrelétricas devem encerrar o mês em 69% da capacidade.

No Nordeste, a quantidade de água que chega ao reservatório das hidrelétricas para se transformar em energia deve ficar em 41% da média, redução de 11 p.p. frente à estimativa anterior. Os volumes armazenados na região devem chegar ao final de janeiro em 53%.

Já na região Norte a previsão é que a ENA seja de 73% da média, montante 2 p.p. menor do que o projetado uma semana antes. Assim, os volumes armazenados devem fechar o mês em 65,1%.

O custo marginal da operação (CMO) para esta semana foi mantido em R$ 0,00 por megawatt-hora (MWh) em todos os subsistemas. O CMO é o custo para se produzir MWh para atender a todo o SIN e está nesse patamar desde o final de 2022.

Fonte: r7

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Brasil

Apagão foi causado por baixo desempenho em usinas eólicas e solares, diz ONS

por Redação 27 de setembro de 2023

O desempenho abaixo do esperado em equipamentos de controle de tensão de diferentes usinas eólicas e solares foi considerado a “causa raiz” do apagão registrado em 15 de agosto, que afetou consumidores em 25 estados e no Distrito Federal.

A conclusão consta em minuta do Relatório de Análise de Perturbação (RAP), encaminhada na segunda-feira (25) a agentes do setor pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

O documento também cita “centenas” de providências a serem tomadas até julho de 2024 por diferentes agentes do setor, incluindo o próprio ONS e geradores eólicos e fotovoltaicos. São ações como ajustes em proteções, questões relacionadas à comunicação com os agentes no momento da recomposição de fornecimento de energia e a validação dos modelos matemáticos de todos os geradores eólicos e fotovoltaicos, citou o operador.

Anteriormente, o ONS já tinha ressaltado que o “evento zero” do apagão, identificado como sendo o desligamento da linha de transmissão Quixadá – Fortaleza II, de propriedade da Chesf, subsidiária da Eletrobras, não teria causado sozinho uma falha das proporções da que ocorreu. Houve interrupção no fornecimento de 34,5% da carga total que estava sendo gerada no momento. O órgão já havia dado sinais de que usinas de geração próximas a essa linha não apresentaram o desempenho esperado no que diz respeito ao controle de tensão.

“Esses dispositivos [equipamentos de controle de tensão] das usinas deveriam compensar automaticamente a queda de tensão decorrente da abertura da linha de transmissão. Porém, o desempenho no momento da ocorrência ficou aquém do previsto nos modelos matemáticos fornecidos pelos agentes e testados em simulações pelo ONS”, explicou o operador.

Iniciativas
Além das conclusões e das providências a serem adotadas, a minuta também cita as iniciativas que já foram tomadas, como a redução dos limites de intercâmbio entre submercados e outras medidas operativas na região Nordeste, além da adaptação da base de dados oficial, pelo ONS, para representar a performance dos referidos parques eólicos e fotovoltaicos tal como observada em campo durante a perturbação, de modo a utilizá-la nos estudos de caráter operativo.

O envio da minuta com as principais conclusões do Operador faz parte das etapas e dos ritos de elaboração do relatório, que deverá ser finalizado até 17 de outubro. Com a apresentação da minuta aos agentes, estes poderão se manifestar e dar suas contribuições ao relatório.

Em recentes entrevistas, o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, tem dito que o relatório em elaboração é um dos mais importante da história do ONS.

“Será fundamental para o aprimoramento do planejamento, da operação, da regulamentação e da integração de novos projetos. São inúmeras as contribuições que traremos para o setor elétrico brasileiro e que também podem servir de parâmetro para outros operadores no mundo”, voltou a dizer o executivo, em nota. A instituição considerou que as descobertas a partir do apagão de agosto representam uma “mudança de paradigma” para o setor elétrico brasileiro.

Na nota, Ciocchi reiterou que as lições aprendidas e as medidas que estão sendo implantadas serão essenciais para que novos parques de geração de energia renovável continuem integrados à matriz elétrica nacional. “O ONS já vem atuando por meio de um programa de modernização de seus processos e ferramentas, que será acelerado, para continuar cumprindo a sua missão de ser um habilitador da evolução do setor elétrico brasileiro, pelo bem da sociedade brasileira”, disse.

Cerca de 85% da matriz elétrica brasileira é de fontes renováveis, um patamar que coloca o país em destaque no cenário de transição energética, já que essa é a meta que muitos países buscam em um cenário de longo prazo.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

Governo e empresas de energia se reúnem nesta sexta para tratar de apagão

por Redação 25 de agosto de 2023

O Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) se reunem nesta sexta-feira (25) com empresas de geração e transmissão de energia para discutir o apagão que atingiu 25 estados e o Distrito Federal em 15 de agosto. Será o primeiro encontro entre as entidades antes da elaboração do relatório final sobre as causas da interrupção, com base nas informações preliminares enviadas pelos agentes envolvidos. O documento definitivo deve ser apresentado em até 45 dias úteis, a contar de 16 de agosto.

A segunda reunião do grupo está marcada para a sexta-feira (1º) da próxima semana. Ao R7, o ONS afirmou que a avaliação detalhada da ocorrência constará no Relatório de Análise de Perturbação (RAP). No relatório haverá também recomendações e providências.

O apagão teve início em uma linha da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), ligada à Eletrobras, em Quixadá (CE). A própria companhia admitiu que houve falha sistêmica.

No entanto, o evento no município cearense, isoladamente, não seria capaz de causar a suspensão de energia generalizada, confome informaram o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ONS. As autoridades técnicas responsáveis estudam outros fatos ocorridos após o ponto inicial — esses episódios estarão no relatório final.

Segundo o ONS, o apagão começou às 8h30 de 15 de agosto. Na região Sul, a energia foi retomada às 9h05; no Sudeste e no Centro-Oeste, às 9h33; e no Nordeste e no Norte, às 14h49.

A única unidade da Federação que não foi afetada pelo apação foi Roraima. Oito estados tiveram corte de 100% da energia – Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão e Piauí.

Confira o corte de carga nas demais unidades federativas:

  • Alagoas: 68%
  • Bahia: 69%
  • Ceará: 44%
  • DF: 20%
  • Espírito Santo: 15%
  • Goiás: 24%
  • Mato Grosso: 9%
  • Mato Grosso do Sul: 19%
  • Minas Gerais: 19%
  • Paraíba: 15%
  • Paraná: 8%
  • Pernambuco: 38%
  • Rio de Janeiro: 13%
  • Rio Grande do Norte: 22%
  • Rio Grande do Sul: 18%
  • Santa Catarina: 15%
  • São Paulo: 9%
  • Sergipe: 52%

Fonte: r7

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Brasil

Após 24h de apagão elétrico, governo ainda não identificou motivo de queda generalizada

por Redação 16 de agosto de 2023

Mais de 24 horas depois de 25 estados do país e o Distrito Federal registrarem um apagão, o governo federal ainda não conseguiu identificar o motivo que fez quase todo o Brasil ficar sem luz. Até o momento, o Executivo cita apenas que houve sobrecarga em parte do sistema nacional de energia e falha técnica, sem explicar como isso teria acontecido.

Na manhã de terça-feira (15), todas as regiões do Brasil registraram falta de energia elétrica. Em algumas cidades, o apagão durou alguns minutos. De acordo com o governo, entre 27 e 29 milhões de brasileiros foram afetados.

O Ministério de Minas e Energia afirmou em nota que, a partir de dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), registrou uma ocorrência às 8h31 na rede de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) que provocou a “separação elétrica das regiões Norte e Nordeste das regiões Sul e Sudeste do país”, com a interrupção de pelo menos 16 mil megawatts de carga.

Após esse episódio, o ONS decidiu, por conta própria, fazer uma “ação controlada” nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Isso foi necessário para “evitar propagação da ocorrência”, de acordo com o órgão. Houve corte de carga controlado de 2.900 megawatts, o que evitou um desligamento maior nessas regiões.

O fornecimento de energia foi normalizado em todo o país cerca de seis horas após o início do apagão. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o Sistema Interligado Nacional voltou a funcionar totalmente às 14h49.

Ainda na terça, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que uma sobrecarga no Ceará teria dado início ao apagão. Ele também comentou que outro evento, ainda não identificado pelo governo, teria contribuído para a queda de energia em todo o país.

“Foi um fato que causou a interrupção na região Norte e Nordeste e, por uma contingência planejada do ONS, minimizou a carga das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, para que não houvesse a interrupção total nessas regiões”, explicou Silveira em entrevista à imprensa.

“Um dos eventos já apontados pelo ONS aconteceu no norte do Nordeste, mais precisamente na região do Ceará. O outro evento possível ainda não está detectado pelo ONS. Os dados técnicos serão passados no momento adequado. Serão passados nas próximas 48 horas”, acrescentou o ministro.

Nesta quarta-feira (16), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que o apagão foi consequência de “erro técnico, falha técnica”.

“Foi erro técnico, falha técnica. Precisa identificar o que foi que aconteceu, e espero que o mais rápido possível nós consigamos dizer à sociedade”, afirmou Costa em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Ele ressaltou que o Brasil tem “sobra de energia” e que, portanto, não há razão para o episódio ocorrido na terça. “Não há razão para esse apagão. A gente viveu alguns apagões no Brasil em períodos onde nós tínhamos crise de geração de energia, ou seja, reservatórios de água estavam em baixa. Você tinha mais demanda que oferta, o que levava ao colapso no sistema”, comentou.

“Não é o caso neste momento, nós estamos com sobra de energia. Os reservatórios estão todos cheios, nós temos um parque eólico e solar gerando muita energia. Não há razão, nem de oferta, nem de demanda”, completou Costa.
A pedido do Ministério de Minas e Energia, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vão investigar se houve dolo no apagão registrado em todas as regiões do país.

“Como eu tenho absoluta convicção de que o ONS, até pela sua característica técnica, não vai ter condição de dizer textualmente se esses eventos foram eminentemente técnicos ou se houve falha humana, ou até dolo, eu estou oficializando o Ministério da Justiça para que seja encaminhado à Polícia Federal o pedido de instauração de inquérito para que apure com detalhes o que poderia ter ocorrido, além de diagnosticar apenas onde ocorreu. Tanto a Polícia Federal quanto a Abin, para apurar eventuais dolos no ocorrido de hoje”, disse Silveira.

Fonte: r7

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