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PETROBRAS

Economia

Haddad diz que Petrobras ainda pode reduzir preços a partir de julho, quando volta reoneração

por Redação 18 de maio de 2023

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (17) que a Petrobras ainda tem margem para reduzir os preços dos combustíveis para compensar o fim do ciclo de reoneração que está sendo feito pelo governo. Ele afirmou que o país precisa aproveitar o momento em que o petróleo e o dólar caíram e o governo volta a tributar os combustíveis para manter impactos positivos na bomba.

“O aumento [da tributação] previsto para 1º de julho vai ser absorvido por uma queda no preço, que foi deixada para esse dia. Nós não baixamos tudo que podíamos, justamente esperando o 1º de julho, quando acaba o imposto de exportação e o ciclo de reoneração, assim como vai acontecer com o diesel no final do ano, e já deixou uma gordura para acomodar a reoneração”, disse Haddad.

Em fevereiro, o governo anunciou que voltaria a cobrar impostos federais sobre gasolina e álcool.

A reoneração parcial valeria a partir de março, e seria compensada por um imposto sobre exportação de óleo cru, válido por quatro meses. Ao final desse período, no início de julho, o governo precisa decidir se vai promover nova rodada de elevação dos tributos sobre gasolina e álcool ou se encontrará uma fonte compensatória para a arrecadação.

Já a desoneração sobre o óleo diesel e gás de cozinha valerá até o final deste ano.

Fonte: r7

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Economia

Gasolina deve chegar a R$ 5,05 nos postos, com redução nas refinarias a partir de hoje

por Redação 17 de maio de 2023

O litro da gasolina fica R$ 0,40 mais barato nas refinarias a partir desta quarta-feira (17). A redução é de 12,6%. O anúncio foi feito pela Petrobras, após a divulgação de mudança na política de preços. A queda no diesel é de R$ 0,44 (-12,8%). No GLP, o gás de cozinha, a baixa foi de R$ 8,97 no botijão de 13 kg (-21,3%). Mas a redução não é repassada de imediato ao consumidor.

A estimativa, segundo analistas, é que, nos próximos dias, o preço da gasolina nas bombas tenha queda de até 8% (R$ 0,44), em média. Ou seja, passará dos atuais R$ 5,49 por litro, segundo levantamento da ANP, para R$ 5,05. Já o botijão de gás deve recuar até 15%, de R$ 108,84 para R$ 92,50 em média (R$ 16,34).

Com isso, o alívio no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, será de 0,3 ponto percentual em maio e 0,3 em junho. Mas a trégua no bolso do consumidor pode acabar em julho, com o reajuste das alíquotas do ICMS sobre a gasolina e etanol anidro. De acordo com economistas, a redução não altera a previsão da inflação do ano de 2023, prevista em torno de 6,2%.

“Vai ser uma baita contribuição para segurar a inflação nesses dois meses. Em julho, a gente não pode esquecer que tem um novo aumento da gasolina pelo nivelamento do ICMS, que terá um reajuste em todos os estados e esse aumento pode ser na casa de 10% a 12%”, afirma o economista André Braz, coordenador dos Índices de Preços do FGB/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Embora o GLP tenha a maior redução, ele compromete 1,3% do orçamento familiar. “Então digamos que no consumidor chegue a uma queda de aproximadamente 15%. Isso significa que o IPCA dos próximos 30 dias vai ser impactado mais ou menos em 0,17 ponto percentual. Só que esse 0,17 é só por conta do GLP, metade disso fica no mês de maio, e metade no mês de junho”, explica.

A mesma coisa vale para a gasolina, só que o impacto dela é muito maior, porque compromente cerca de 5% do orçamento familiar. “Na refinaria, o preço caiu 12,6%, na bomba deve chegar a uma queda de 8%. Isso vai gerar um impacto no IPCA de 0,40 ponto percentual. Desse índice, 0,20 fica no mês de maio e 0,20 em junho. Então esses impactos serão divididos”, diz.

Já o diesel tem peso muito pequeno no orçamento familiar. Ele compromete cerca de 0,3% do orçamento. Mas é um combustível que influencia o preço do frete, do transporte público urbano e das máquinas na agricultura. “O efeito dele não vai ser percebido na inflação neste mês ou no próximo. O efeito dele é mais espalhado. Mas pode ser tão importante como o da gasolina.”

No entanto, uma parte dessa queda pode voltar em julho por causa do impacto do reajuste do ICMS. “Então isso não altera a expectativa de inflação para o fim do ano, porque ela cai agora e volta a subir em julho. Isso meio que neutraliza esse efeito. Por isso, a gente mantém uma estimativa de IPCA em torno de 6,2% no fim de 2023”, ressalta Braz.

Para o economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, a volta do ICMS também deverá neutralizar a redução de preços da Petrobras. Ele avalia um impacto de 0,4 ponto percentual na inflação com o recuo dos combustíveis.

“A gente vai começar a observar os efeitos no IPCA de maio. Só que tem uma perspectiva de volta de ICMS. Então não vai ver um impacto tão grande no IPCA. Hoje a LCA prevê uma inflação de 6% para 2023. E essa medida, na verdade, fez com que a gente adotasse um viés de baixa para esse IPCA de 6%”, afirma.

Mudança na política de preços
O anúncio de redução no preço dos combustíveis ocorreu horas depois de a Petrobras alterar sua política de preços. Com a decisão, a companhia abandona o PPI (Preço de Paridade de Importação) como base principal para os reajustes. A medida atrelava os valores dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo.

O PPI tinha o objetivo de evitar que as substâncias tivessem baixa nos valores de forma artificial — ou seja, que os preços ficassem menores sem que o barril de petróleo em todo o mundo tivesse redução também.

A ferramenta estava em vigor desde 2016. Naquele ano, ela foi implementada pelo chefe da estatal indicado por Michel Temer, o então presidente da República.

Logo no primeiro ano, mudanças foram estabelecidas, e foi definido que os reajustes poderiam acontecer diariamente.

“Os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política, em outubro de 2016, não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados”, disse a Petrobras ao alterar a recém-anunciada política de preços.

Por mais que o PPI agradasse à maior parte do mercado e dos analistas, ele foi alvo de críticas de Jair Bolsonaro e Lula da Silva.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Presidente do Ibama diz que vai decidir neste mês sobre exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas

por Redação 16 de maio de 2023

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, afirmou ao R7 que ainda neste mês vai dar a resposta final sobre o pedido da Petrobras para explorar petróleo e gás natural na foz do Rio Amazonas. Segundo ele, caso a solicitação seja negada, a empresa pode reapresentar o pedido de licenciamento.

O impasse envolve os ministros Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), que abarcam em suas pastas o Ibama e a Petrobras, respectivamente.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), afirmou que Lula vai mediar o conflito e que o presidente tem discutido o assunto diretamente com ele e com o governador do Amapá, estados que abrangem a área cobiçada pela Petrobras para a exploração.

“Lula disse que haverá de mediar o assunto com os ministérios de Minas e Energia e Meio Ambiente. Os governadores do Pará e do Amapá estão abordando assunto com o presidente da República”, afirmou Barbalho em evento do Esfera Brasil.

Relatórios do Ibama trazem o histórico da tentativa de licenciamento da área, conhecida como Bloco FZA-M-59. O processo foi iniciado em 2014, quando a concessão da área era administrada pela britânica BP em parceria com a Petrobras.

O bloco era um dos 12 localizados na foz do Rio Amazonas e que foram concedidos à exploração na época. Até hoje, no entanto, nenhum deles obteve licença de operação para a perfuração de poços. O Ibama apontou em outros relatórios iniciais pendências nos planos das empresas interessadas.

Em 2021, a empresa britânica desistiu da concessão do FZA-M-59 e a Petrobras assumiu o negócio por inteiro. Desde setembro de 2021, a companhia tem manifestado interesse no licenciamento, mas o Ibama vem reforçando que existem pendências.

O R7 teve acesso a um dos relatórios produzidos pelo instituto, que pede para que o caso seja arquivado. O texto fala em “inconsistências identificadas sucessivamente” e “limitações técnicas e logísticas envolvidas nas operações” e pede “avaliações mais amplas e aprofundadas”.

Segundo o documento, os países vizinhos ao Brasil serão diretamente afetados em caso de vazamento de óleo. “A deriva do óleo para pequenos e médios vazamentos atingiria as águas fora do território brasileiro em até 10 horas e, em 15 horas, no caso de um grande vazamento”, diz trecho. “Esses tempos tão diminutos expõem a necessidade de uma organização internacional para atendimento à resposta transfronteiriça”, completa o documento.

Reuniões
O presidente do Ibama conversou por telefone com o ministro de Minas e Energia no final de abril. “Ele me ligou para saber como estava o processo de licenciamento. Foi uma conversa bastante tranquila”, contou Agostinho à reportagem.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, discutiu a questão com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, em 30 de março. Dias antes, em entrevista a um portal de notícias, Marina afirmou que a estatal deveria parar de explorar petróleo e que está olhando para esse desafio na foz do Rio Amazonas do mesmo jeito que olhou para Belo Monte.

“O que eu posso antecipar é que temos instrumentos para trabalhar que já estão colocados como parte da realidade de um empreendimento altamente complexo e de alto impacto. Não pode ser um licenciamento puramente pontual, é preciso fazer uma avaliação ambiental estratégica e trazer para a mesa todos os elementos, as implicações de um projeto como esse”, afirmou Marina.

“A minha opinião pessoal é de que a Petrobras não pode continuar como uma empresa de exploração de petróleo. Ela tem que ser uma empresa de energia que vai usar inclusive o dinheiro do petróleo para fazer essa transição, para deixar essa fonte que é altamente impactante para o equilíbrio do planeta”, defendeu a ministra.

A Usina de Belo Monte, próxima ao município de Altamira (PA), foi o motivo de um dos atritos que Marina teve com os colegas na época em que chefiou a pasta do Meio Ambiente no segundo mandato de Lula, em 2008, e que resultou na saída da ministra.

Governo recebe alerta
Representantes de 80 organizações da sociedade civil alertaram diversos órgãos e entidades do governo federal para que não seja emitida a licença de extração e petróleo enquanto não for realizada uma avaliação ambiental estratégica

Esse bloco é a porta de entrada de um projeto mais amplo, que pretende expandir a exploração e produção de petróleo e gás natural em toda a margem equatorial brasileira, argumentam as organizações. “A abertura é uma ameaça a esses ecossistemas e, também, é incoerente com os compromissos assumidos pelo governo brasileiro perante a população brasileira e a comunidade global”, afirmam.

O ofício foi encaminhado aos ministérios de Minas e Energia, Relações Exteriores, Pesca e Agricultura, Povos Indígenas, Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ibama, Petrobras, entre outros. O documento é assinado por diversas entidades, como GreenPeace Brasil, Observatório do Clima e WWF-Brasil.

Com o projeto de extração, o Observatório do Clima alega que o setor petrolífero avalia a região com maior volume potencial de reservas, podendo atingir 14 bilhões de barris de petróleo, e por isso pede o arquivamento do caso.

“A sua exploração, além de afetar o ecossistema, contribui com as mudanças climáticas, aumentando as emissões de gases de efeito estufa e outros poluentes, desviando investimentos de fontes renováveis de energia para campos de petróleo que, possivelmente, deverão ser desativados com o aumento dos preços de carbono e dos compromissos climáticos”, argumentam as entidades.

Foz do Rio Amazonas
Na internet, o Observatório do Clima informa que a região da Costa Amazônica abrange 80% da cobertura de manguezais do país. Documento do Ibama cita que a porção costeira da bacia da foz do Rio Amazonas tem extenso trecho de costa inacessível por via terrestre e de difícil navegação.

Além da existência de áreas de concentração, alimentação e reprodução de animais, o que demonstra a sensibilidade e vulnerabilidade ambiental desses locais, a região abriga espécies locais ameaçadas de extinção e provavelmente outras ainda desconhecidas ou não registradas.

A área da possível extração de petróleo está localizada na foz do Rio Amazonas, uma das cinco bacias que compõem a chamada margem equatorial, juntamente com Potiguar, Pará-Maranhão, Barreirinhas e Ceará. O espaço se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerado como o “novo pré-sal”.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Petrobras anuncia nova política de preços para os combustíveis

por Redação 16 de maio de 2023

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (16) sua nova estratégia comercial para a variação de preços do diesel e da gasolina. Com a decisão, a companhia abandona a paridade internacional como base principal para os reajustes, política que estava em vigor desde 2017.

“Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, garante a companhia em fato relevante enviado ao mercado financeiro.

Com a mudança, a empresa afirma que passará a aplicar premissas que miram um “equilíbrio” entre os mercados nacional e internacional. A estatal destaca que a nova estratégia prioriza o “custo alternativo do cliente”, além de um valor marginal para a Petrobras.

“O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o valor marginal para a Petrobras é baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia, entre elas produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”, explica a Petrobras.

A nova política mantém o preço internacional como uma “importante referência”, mas não “o de paridade de importação”. Os reajustes de preços da gasolina e diesel continuam sem periodicidade definida e evitarão o repasse da volatilidade aos preços, garante a estatal. A empresa afirma ainda que a nova política garantirá preços em patamar que permita a realização de investimentos de seu planejamento estratégico.

Segundo a Petrobras, a premissa de preços competitivos por polo de venda, em equilíbrio com os mercados nacional e internacional, permitirá à empresa “competir de forma mais eficiente”, valendo-se de suas melhores condições de produção e logística e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil, como distribuidores e importadores.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Petrobras reduz em R$ 0,18 o preço do litro do diesel para as distribuidoras

por Redação 22 de março de 2023

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (22) a redução de 4,48% do preço médio de venda de diesel para as distribuidoras. A medida, que passa a valer a partir de amanhã (23), diminui o valor cobrado pelo litro do combustível de R$ 4,02 para R$ 3,84 (-R$ 0,18).

“Essa redução tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da Petrobras frente às principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino”, afirma a estatal.

Pelos cálculos da Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da empresa no preço ao consumidor será de, em média, R$ 3,45 por litro vendido na bomba.

No anúncio, a companhia afirma ainda que busca “evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio” na formação de seus preços, com o objetivo de “preservar um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”.

Se o repasse for integralmente repassado aos motoristas de veículos abastecidos com diesel, o valor médio cobrado pelo litro do combustível cairá para R$ 5,72, já que os dados mais recentes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) mostraram que o litro do diesel custava, em média, R$ 5,90 na semana passada.

A queda do valor cobrado pelo combustível para as distribuidoras e os motoristas vem em linha com a redução do preço do petróleo no mercado internacional. Na última segunda-feira (20), o valor do barril do Brent — referência global para o combustível — atingiu o nível mais baixo em 15 meses e passou a ser negociado na faixa de R$ 378,8 (71,88 dólares).

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Petrobras reduz preços de gasolina e diesel para as distribuidoras

por Redação 28 de fevereiro de 2023

A Petrobras anunciou que, a partir de quarta-feira (01), o preço médio de venda do litro da gasolina A para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18, redução de R$ 0,13 por litro. De acordo com a petrolífera, a parcela que cabe a ela no preço médio do litro vendido nos postos de abastecimento é de R$ 2,32, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e de 27% de etanol anidro para a composição da gasolina que vai para o carro do consumidor.

Para o litro do diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02, o que corresponde a uma redução de R$ 0,08 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e de 10% de biodiesel na composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será de R$ 3,62, em média, a cada litro vendido na bomba.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Petrobras sobe preço da gasolina em R$ 0,23 nas refinarias

por Redação 24 de janeiro de 2023

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (24), que vai reajustar o preço da gasolina para as distribuidoras em 7,5%. Com isso, a partir de quarta-feira (25), o preço médio do litro nas refinarias ficará R$ 0,23 maior.

A decisão implica na venda do combustível a R$ 3,31 por litro, segundo comunicado da petroleira — até hoje, o preço do litro praticado pela Petrobras é de R$ 3,08. Os donos dos postos compram a gasolina mais cara e decidem quando vão revender com o novo preço.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos do país, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 por cada litro vendido na bomba.

Em nota, a empresa explicou que o reajuste segue a paridade internacional. “Esse aumento acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática da Petrobras, que busca o equilíbrio com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, informou.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Gasolina fica R$ 0,20 mais barata e diesel, R$ 0,40, nas refinarias

por Redação 7 de dezembro de 2022

A gasolina fica R$ 0,20 mais barata a partir desta quarta-feira (7), com a redução de 6,1% no preço médio de venda às distribuidoras. Com a determinação da Petrobras, o valor cobrado pelo combustível passará de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, queda de R$ 0,20, nas refinarias.

O diesel A terá redução de 8,1% ou R$ 0,40 por litro. O preço médio do combustível passará, então, de R$ 4,89 para R$ 4,49 por litro. A redução dos preços nas refinarias não é imediata nos potos de combustíveis no país.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba.

No caso do diesel, considerando a mistura obrigatória de 90% do combustível e 10% de biodiesel para a sua composição comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba.

Foi a primeira vez que a Petrobras reajustou o preço da gasolina em pouco mais de três meses. A última mudança no preço do combustível aconteceu em 1º de setembro, uma queda de 7%, então a quarta de uma série de quatro baixas desde meados de julho.

Já a última redução do diesel aconteceu em 19 de setembro, uma baixa de 5,8% nos preços, então a terceira queda de uma série de três descontos iniciada em agosto.

Segundo a estatal, as reduções acompanham a evolução dos preços de referência e o de paridade de importação e são “coerentes” com a política de preços da Petrobras. A estatal afirma que “busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Desde meados de novembro, as cotações internacionais da gasolina e do diesel têm arrefecido, em linha com as do petróleo, o que abre espaço para novas reduções.

A Petrobras acompanha o PPI (preço de paridade internacional), mas, em 2022, ajustou o método de precificação para blindar o mercado doméstico da volatilidade do mercado mundial, conforme explicaram na segunda-feira (5) executivos da empresa a membros da equipe de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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