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Tag:

PF

Brasil

Deputado Carlos Jordy é alvo de buscas na nova fase da Operação Lesa Pátria

por Redação 18 de janeiro de 2024

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quinta-feira (18) mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. As buscas fazem parte da 24ª fase da Operação Lesa Pátria. Segundo a corporação, o objetivo é identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram atos extremistas. O principal alvo é o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ). A reportagem tenta contato com a defesa. O espaço permanece aberto.

Segundo a PF, os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. “Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa e incitação ao crime”, diz o comunicado.

Lesa Pátria
A Polícia Federal divulgou, no dia 8 de janeiro deste ano, um balanço da operação Lesa Pátria, iniciada há um ano, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília foram invadidas e depredadas. Até o momento, foram cumpridos 97 mandados de prisão preventiva e 313 de busca e apreensão.

Na época, a operação tinha 23 fases e realizou 1.393 prisões em flagrante em decorrência dos atos de 8 de janeiro. A Polícia Federal também divulgou o balanço de valores estimados apreendidos, confira abaixo:

  • Valores de bens apreendidos: R$ 11.692.820,29
  • Valores de veículos apreendidos: R$ 5.032.147,00
  • Valores de ônibus apreendidos: R$ 8.400.000,00

Fonte: r7

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Segurança

Conta da primeira-dama Janja em rede social é bloqueada a pedido da PF após invasão hacker

por Redação 12 de dezembro de 2023

A Polícia Federal investiga a invasão do perfil da primeira-dama Janja Lula da Silva em uma rede social. O ataque hacker ocorreu na noite desta segunda-feira (11), e a conta foi bloqueada a pedido da corporação. Entre as publicações falsas, que começaram às 21h37 e incluem xingamentos e mensagens de cunho sexual, há frases como “Eu apoio o mensalão” e “Alexandre de Moraes é bandido”, em referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Duvido muito que o Lula tenha a coragem de me chamar após descobrir quem eu sou, ou a Janja perguntar os motivos da minha invasão à conta dela. Por isso, eu não ligo para essa gente, pois não se importam comigo de verdade. Eu odeio políticos”, afirma outra publicação no perfil da primeira-dama.

Em outra postagem, foi escrito: “O Alexandre de Moraes é bandido e logo vai sofrer impeachment. Nada que ele faça vai impedir a gente de falar a verdade, enquanto tenho tempo falarei mais e mais”.

A Secom (Secretaria de Comunicação Social), da Presidência da República, informou que “repudia veementemente o ataque hacker à conta da senhora Janja Lula da Silva” e que “a Polícia Federal e a plataforma X (antigo Twitter) foram acionadas”. Também afirma que “todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas. Não serão tolerados crimes, discursos misóginos, o ódio e a intolerância nas redes sociais”.

Na mesma rede social, o ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta, afirmou que os criminosos “serão identificados e responderão” pelo crime.

Hacker envia áudio: ‘Não estou nem aí’
Por meio de um áudio publicado no perfil da primeira-dama, o invasor da página disse que está “ciente de que a Polícia Federal está investigando” o caso, que “não estou nem aí” e que “isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social”. Confira a íntegra da mensagem de voz:

“Eu quero avisar que estou ciente de que a Polícia Federal está investigando isso aqui. Eu não estou nem aí. Eu sei que vai dar em alguma coisa, talvez não dê, talvez dê, depende do sistema judiciário deste país, que é quebrado, por sinal. Eu sou um cara que julga muito que as leis deste país são frágeis, são uma porcaria e que só tem político roubando”, afirma.

“Então, se eu for preso, eu quero avisar a vocês que… Não acredito que eu vá ser preso, talvez, sim, consequências jurídicas, mas eu quero avisar a vocês que isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social. Agora, com bandido, Lula, corrupto, essas pessoas do grande poder, do sistema, nada acontece”, continua o hacker.

“Então, antes de vocês me julgarem, questionem esses políticos [em] que vocês votaram. Se vocês apoiam ele, continuem apoiando quem você considera útil para o país, mas, pelo menos, saiba que, se você votou em alguém, você tem que cobrar essa pessoa politicamente”, conclui.

Fonte: r7

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Segurança

Escritório de Alexandre Pires afasta empresário preso em caso sobre garimpo ilegal

por Redação 7 de dezembro de 2023

A Opus Entretenimento, escritório que representa o cantor Alexandre Pires, decidiu pelo afastamento do empresário Matheus Possebon, preso durante operação da Polícia Federal por suspeita de envolvimento com o garimpo ilegal em terras indígenas. Endereços ligados ao artista e ao agente foram alvo de buscas na última segunda (4), na Operação Disco de Ouro.

Em nota, o escritório explicou que, “até os devidos esclarecimentos, ele [Possebon] está afastado das atividades da companhia”.

Além de gerenciar a carreira de Alexandre Pires e ser um dos executivos da produtora de eventos Opus Entretenimento, Matheus Possebon cuida de Ana Carolina, Daniel, Jota Quest, KLB, Luccas Neto, Seu Jorge, Raça Negra, Roupa Nova pela firma.

O empresário também é cantor e teve a própria carreira musical. No YouTube, alguns de seus clipes musicais acumulam mais de 65 mil visualizações, como Cruzando Raios, faixa em parceria com Jonathan Corrêa.

Comunicado da Opus Entretenimento

A Opus Entretenimento, com 47 anos de atuação no mercado de eventos, esclarece que não é citada na Operação Disco de Ouro, desconhece quaisquer atividades irregulares realizadas por pessoas ligadas à empresa e confia nas autoridades competentes para a apuração correta dos fatos.

O empresário Matheus Possebon atuava como prestador de serviços na realização de shows, turnês e agenciamento de carreiras, sem participação na sociedade da empresa. E, até os devidos esclarecimentos, ele está afastado das atividades da companhia.

Com a realização de mais de 3 mil espetáculos por ano e um total de público estimado em 6 milhões de pessoas, a Opus mantém o compromisso de promover a cultura e o entretenimento em todo o país.

Fonte: r7

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Segurança

PF prende 19 suspeitos de integrar grupo que movimentou R$ 1,2 bilhão com tráfico de armas

por Redação 5 de dezembro de 2023

A Polícia Federal prendeu 19 pessoas por suspeita de integrar um grupo que supostamente forneceu 43 mil armas aos chefes das maiores facções do país, movimentando R$ 1,2 bilhão. As prisões foram feitas no Brasil (6) e no Paraguai (13). Ao todo, foram expedidos 25 mandados de prisão preventiva, 6 de prisão temporária e 54 de busca e apreensão nos dois países e nos Estados Unidos.

Segundo a PF, dois mandados de prisão que seriam cumpridos nos EUA não puderam ser realizados por não ter havido “tempo hábil para a expedição, de acordo com a lei daquele país”.

Durante três anos de investigação, foram realizadas 67 apreensões, que resultaram no confisco de 659 armas em dez estados brasileiros: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Ceará.

No Brasil, os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro, em São Paulo, Sorocaba (SP), Praia Grande (SP), São Bernardo do Campo (SP), Ponta Grossa (PR), Foz do Iguaçu (PR), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).

Veja os números da operação

54 mandados de busca e apreensão expedidos:

  • 17 no Brasil;
  • 21 no Paraguai;
  • 16 não cumpridos por serem em locais conflagrados, com efeito colateral incontrolável.

25 mandados de prisão preventiva expedidos:

  • 8 no Brasil – 5 cumpridos;
  • 15 no Paraguai – 12 cumpridos;
  • 2 nos EUA não cumpridos – não houve tempo hábil para a expedição dos mandados de prisão, de acordo com a lei daquele país.

6 mandados de prisão temporária expedidos:

  • 1 no Brasil – cumprido;
  • 5 no Paraguai – 1 cumprido.

21 difusões vermelhas na Interpol

Bloqueio de bens:

  • determinação de bloqueio de R$ 66 milhões em bens, direitos e valores no Brasil — ainda sem informação de cumprimento;
  • pedido de cooperação jurídica internacional enviado ao Paraguai para bloqueio de bens, direitos e valores naquele país.

Apreensões feitas nesta terça-feira:

  • grande quantidade de dólares (ainda não contabilizados);
  • centenas de armas (fuzis e pistolas) na sede da empresa que as enviava ilegalmente ao Brasil.

A operação foi realizada pela corporação no estado da Bahia, em parceria com o Ministério Público Federal e cooperação internacional com a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai e o Ministério Público do Paraguai.

A ação contou ainda com a Força-Tarefa Internacional de Combate ao Tráfico de Armas e Munições, que é composta da Homeland Security Investigations, e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, sob supervisão do Serviço de Repressão ao Tráfico de Armas da PF.

Entenda o esquema
Segundo a PF, uma empresa com sede em Assunção, no Paraguai, foi responsável pela importação de milhares de pistolas, fuzis e munições de vários fabricantes europeus sediados na Croácia, Turquia, República Tcheca e Eslovênia.

“As armas eram importadas da Europa para o Paraguai, onde eram raspadas e revendidas a grupos de intermediários que atuavam na fronteira do Brasil com o Paraguai, para serem revendidas às principais facções criminosas do Brasil”, informa a PF.

Fonte: r7

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Brasil

Destaques da semana: Zambelli depõe na PF, novos réus julgados pelo 8/1 e veto ao marco temporal

por Redação 13 de novembro de 2023

O depoimento da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) à Polícia Federal (PF), em Brasília, está previsto para ocorrer nesta terça-feira (14). A parlamentar vai falar sobre a participação dela em um esquema que inseriu dados falsos no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Os advogados de Zambelli já pediram diversas vezes o adiamento, sob a alegação de não ter tido acesso ao inquérito. A deputada e o hacker Walter Delgatti Neto foram alvo de uma operação, deflagrada pela PF em agosto, para apurar a invasão do sistema do CNJ com o objetivo de inserir informações falsas sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Em nota, a assessoria de Zambelli afirma que a PF não encontrou indícios de que a deputada soubesse dos ataques ao sistema do CNJ ou mesmo sobre as transações entre o então assessor dela e Delgatti Neto.

Análise dos vetos ao marco temporal

O feriado da Proclamação da República, na quarta (15), interferiu na agenda do Congresso Nacional. Por isso, em vez da quinta (16), a análise dos vetos ao marco temporal para demarcação de terras indígenas deve ocorrer no dia 23. A discussão estava prevista para o dia 9, mas ficou de fora da pauta da sessão conjunta do Congresso.

O R7 verificou que a avaliação das lideranças foi que o debate em torno desse veto poderia impactar na tramitação da reforma tributária, que, apesar de já ter sido aprovada no Senado, terá de voltar para a Câmara dos Deputados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o principal artigo do projeto, que diz que uma terra só poderia ser demarcada se fosse comprovado que os indígenas estavam nela ou disputavam a posse dela na data da promulgação da Constituição Federal vigente (5 de outubro de 1988). Pela tese, quem estivesse fora da área na data ou chegasse depois não teria direito a pedir a demarcação.

Para a rejeição do veto, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, ou seja, 257 e 41 votos, respectivamente. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) tem o apoio de 303 deputados e 50 senadores, o que é suficiente para derrubar os vetos.

Mais cinco pessoas julgadas pelo 8 de Janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a sexta (17) o julgamento de mais cinco réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de participação nos atos extremistas do 8 de Janeiro, em Brasília. As ações penais serão analisadas de forma virtual até o dia 24.

Os cinco réus, presos durante os ataques aos prédios da praça dos Três Poderes, foram acusados pela PGR dos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.

Desde setembro, a Corte já condenou 20 pessoas por envolvimento nos atos extremistas. Os primeiros foram Matheus Lima de Carvalho Lázaro e Aécio Lucio Costa Pereira, que receberam penas de 17 anos de prisão em regime inicial fechado.

Fonte: r7

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Segurança

PF suspeita que Embaixada de Israel no Brasil seria alvo de terroristas ligados ao Hezbollah

por Redação 9 de novembro de 2023

A Polícia Federal (PF) verifica se a Embaixada de Israel em Brasília seria um dos alvos de terroristas ligados ao Hezbollah que foram presos durante uma operação nesta quarta-feira (8). Essa é a suspeita dos investigadores. Sinagogas e prédios da comunidade judaica no país também estariam na mira dos investigados, segundo fontes na corporação.

Uma fonte ligada à diplomacia de Israel admitiu ao R7 haver o risco de a representação do país em Brasília ser um alvo em potencial no país e afirmou que “o Hezbollah é uma organização terrorista cujo único objetivo é matar judeus e israelenses”. A embaixada de Israel declarou não poder dar detalhes do esquema de segurança em torno do prédio diplomático.

Os dois presos são brasileiros. Eles foram capturados em São Paulo e levados à superintendência da PF no estado para prestar esclarecimentos. Outros dois homens são monitorados pela corporação no Líbano.

Além das prisões, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão com o objetivo de obter provas de possível recrutamento de pessoas para a prática de terrorismo no Brasil. As ações ocorreram em São Paulo, em Minas Gerais e no Distrito Federal.

De acordo com a PF, recrutadores e recrutados podem responder pelos crimes de constituir ou integrar organização terroristas e de realizar atos preparatórios de terrorismo. Juntas, as penas podem chegar a 15 anos e seis meses de reclusão.

“Os crimes previstos na Lei de Terrorismo são equiparados a hediondos, considerados inafiançáveis, insuscetíveis de graça, anistia ou indulto, e o cumprimento da pena para esses crimes se dá inicialmente em regime fechado, independentemente de trânsito em julgado da condenação”, afirmou a Polícia Federal.

O que é o Hezbollah
O Hezbollah é considerado um grupo terrorista por países como Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha. Fundado no início da década de 1980, atua em diversas nações do Oriente Médio, entre elas o Líbano, e a maior fatia de apoio militar e financeiro é iraniana.

Segundo o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, em 2020 o Hezbollah havia se tornado o ator não estatal mais fortemente armado do mundo, com pelo menos 130 mil foguetes e mísseis.

Repercussão
Após a operação da PF, a Confederação Israelita do Brasil manifestou “enorme preocupação com a prisão de terroristas no Brasil ligados ao grupo”. Em nota divulgada nesta quarta-feira, a confederação parabenizou as investigações e repudiou atos terroristas.

“O terrorismo, em todas as suas vertentes, deve ser combatido e repudiado por toda a sociedade brasileira. A Conib parabeniza a Polícia Federal, o Ministério Público e o Ministério da Justiça pela sua ação preventiva e reitera que os trágicos conflitos do Oriente Médio não podem ser importados ao nosso país, onde diferentes comunidades convivem de forma pacífica, harmoniosa e sem medo do terrorismo.”

Fonte: r7

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Segurança

PF faz operação contra terroristas ligados ao Hezbollah no Brasil

por Redação 8 de novembro de 2023

A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira (8) uma operação contra pessoas que articulavam promover atos terroristas no Brasil. A reportagem verificou que duas pessoas ligadas ao grupo Hezbollah foram alvo de mandados de prisão temporária. Também foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão com o objetivo de obter provas de possível recrutamento de brasileiros para as ações extremistas no Brasil.

As prisões ocorreram em São Paulo, onde também foi cumprido um mandado de busca e apreensão. Os demais mandados foram cumpridos no Distrito Federal (3) e em Minas Gerais (7).

De acordo com a corporação, recrutadores e recrutados devem responder pelos crimes de constituir ou integrar organização terroristas e de realizar atos preparatórios de terrorismo. Juntas, as penas podem chegar a 15 anos e 6 meses de reclusão.

“Os crimes previstos na Lei de Terrorismo são equiparados a hediondos, considerados inafiançáveis, insuscetíveis de graça, anistia ou indulto, e o cumprimento da pena para esses crimes se dá inicialmente em regime fechado, independentemente de trânsito em julgado da condenação”, ressaltou a Polícia Federal.

Segundo fontes consultadas pela reportagem, o grupo planejava promover atentados contra prédios da comunidade judaica.

O Hezbollah é considerado um grupo terrorista e atua no Líbano. Foi fundado no início da década de 1980, e a maior fatia de apoio militar e financeiro é iraniana. A ligação com o Irã aparece já no nome, que significa “Partido de Alá”, ou “Partido de Deus” e foi dado pelo aiatolá Khomeini.

Segundo o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, em 2020 o Hezbollah havia se tornado o ator não estatal mais fortemente armado do mundo, com pelo menos 130 mil foguetes e mísseis.

O poder financeiro fez com que o Hezbollah entrasse para a política libanesa ao concorrer a cargos públicos pela primeira vez em 1992, conquistando postos importantes no governo e no setor econômico do país desde então.

O Hezbollah tem algum apoio dentro do Líbano, principalmente dos xiitas, mas a maioria da população não endossa suas ações.

Fonte: r7

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Brasil

Servidores da Abin são presos em operação que investiga suposto uso indevido de sistema de localização

por Redação 20 de outubro de 2023

Os servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Rodrigo Colli e Eduardo Arthur Yzycky foram presos em uma operação da Polícia Federal, nesta quinta-feira (20). Os agentes apuram suspeitas de que os alvos teriam usado o sistema de geolocalização de dispositivos móveis — como celulares e tablets — da agência sem autorização. A investigação revela que Colli e Yzycky sabiam das ilegalidades e teriam coagido colegas para evitar possíveis demissões.

Além dos servidores, a polícia também afastou cinco pessoas de cargos dentro da Abin e cumpriu 25 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Goiás. Os agentes encontraram mais de US$ 171 mil em espécie na residência de um dos afastados do cargo, em Brasília.

Segundo os investigadores, o software utilizado pela Abin é um programa que permite acessar o sistema de rede de telefonia brasileira. A PF encontrou indícios de que a rede foi invadida repetidas vezes, com a utilização do serviço, adquirido com recursos públicos, para fins pessoais.

Os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.

Balanço da operação
Busca e apreensão

  • 17 mandados no Distrito Federal;
  • 1 mandado em Alexânia (GO);
  • 1 mandado em São Paulo (capital) e 1 em São José dos Campos (SP);
  • 1 mandado em Curitiba (PR) e 1 em Maringá (PR);
  • 1 mandado em Florianópolis (SC), 1 em São José (SC) e 1 em Palhoça (SC).
    Total: 25 mandados

Prisão preventiva

  • 2 mandados no Distrito Federal

Afastamento

  • 5 mandados no Distrito Federal

O sistema
O programa FirstMile foi comprado por R$ 5,7 milhões da empresa israelense Cognyte, com dispensa de licitação, no fim do governo Temer, em 2018. A ferramenta permitia o monitoramento de até 10 mil celulares a cada 12 meses, bastando digitar o número da pessoa. Além disso, a aplicação criava históricos de deslocamento e alertas em tempo real da movimentação dos aparelhos cadastrados.

Em março deste ano, a Abin afirmou que a tecnologia não está mais em uso desde 8 de maio de 2021. “Atualmente, a Agência está em processo de aperfeiçoamento e revisão de seus normativos internos, em consonância com o interesse público e o compromisso com o Estado democrático de Direito”, informou a Abin, em nota da época.

Fonte: r7

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Brasil

Ex-carcereiro de Lula em Curitiba é chamado para trabalhar na Presidência da República

por Redação 22 de setembro de 2023

O governo federal nomeou o policial federal Paulo Rocha Gonçalves Júnior, ex-carcereiro de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Curitiba, para trabalhar na Presidência da República. A portaria foi publicada nesta quinta-feira (21) no Diário Oficial da União (D.O.U.) e é assinada pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Cappelli.

O agente, mais conhecido como Paulão, esteve com Lula entre 2018 e 2019, período em que o petista estava preso na Superintendência da Polícia Federal no Paraná. O presidente ficou detido por 580 dias por ter sido condenado, em primeira e segunda instâncias, pelo caso do sítio de Atibaia, em São Paulo. No período, eles desenvolveram uma amizade.

Como noticiou o R7, o Ministério da Justiça e Segurança Pública estuda a criação de uma diretoria na Polícia Federal para ficar responsável pela segurança presidencial, mas enfrenta resistência de outros setores do governo. Desde o início do mandato de Lula, o tema tem causado conflito entre a corporação e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que hoje é responsável pela segurança do presidente, em um formato que já conta com a participação de policiais federais.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública trabalha na elaboração de um decreto para incluir a segurança presidencial entre as competências da pasta e da Polícia Federal. A ideia do ministério é criar, no âmbito da PF, uma Diretoria de Segurança Presidencial e Proteção à Pessoa, com atribuições relacionadas à segurança do presidente da República, do vice-presidente da República e dos familiares de ambos.

A proposta da pasta foi enviada para análise do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, que em um primeiro momento se declarou contrário à criação da diretoria. A reportagem teve acesso a uma manifestação da pasta que destaca que o GSI já conta com uma secretaria para cuidar exclusivamente da segurança do presidente, chamada de Secretaria de Segurança Presidencial, e diz que instituir um novo órgão para exercer a mesma função não é recomendável.

Mudanças na segurança de Lula
Do início do ano até o fim de junho, quem fez a segurança do presidente foi a Secretaria Extraordinária de Segurança Imediata do Presidente da República, criada por um decreto assinado por Lula em janeiro, após os episódios de vandalismo em Brasília ocorridos no dia 8 daquele mês.

Parte dos integrantes dessa secretaria eram policiais federais, entre delegados e agentes, mas militares das Forças Armadas também participavam do órgão. O GSI não foi totalmente isolado das funções de proteger Lula — no entanto, os policiais ficavam mais próximos do presidente, sendo responsáveis pela segurança imediata dele. Os servidores do GSI cuidavam da segurança das instalações e de eventos que tinham a participação do chefe do Executivo federal.

A secretaria, no entanto, tinha prazo de funcionamento até 30 de junho. Após isso, as atividades exercidas pelo órgão passaram a ser de competência privativa do GSI. Como a Polícia Federal não queria deixar a segurança de Lula, o governo decidiu adotar um modelo híbrido, com uma estrutura composta de militares, civis e policiais federais — todos sob o comando do GSI. O formato reduziu o protagonismo que a PF tinha na área.

No fim de agosto, Lula publicou um decreto que alterou a estrutura do GSI e estabeleceu uma secretaria para cuidar exclusivamente da segurança de Lula. Até então, o órgão que ficava responsável pela função era a Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial. Ela foi reformulada e passou a se chamar apenas Secretaria de Segurança Presidencial.

Esse órgão é responsável pela segurança pessoal do presidente, do vice-presidente e dos familiares deles. Além disso, cuida da segurança dos palácios presidenciais e das residências do presidente e do vice-presidente. Segundo o decreto, essa nova estrutura também tem como função conduzir ações para prevenir e neutralizar ameaças à segurança das autoridades protegidas.

Fonte: r7

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Brasil

PF instaura investigação para apurar causas do apagão que atingiu o país na semana passada

por Redação 23 de agosto de 2023

A Polícia Federal instaurou nesta terça-feira (22) inquérito policial para apurar as causas do apagão que deixou parte do país sem energia elétrica na última terça-feira (15). A investigação, que corre em sigilo, apura os crimes de sabotagem e atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou na quinta-feira (17) que o governo trabalha com a possibilidade de o apagão que ter sido causado por ação humana.

O apagão registrado em todo o país nesta terça-feira aconteceu horas depois de Wilson Ferreira Júnior pedir demissão da presidência da Eletrobras. Na noite da segunda-feira (14), a empresa informou em comunicado que Ferreira Júnior renunciou ao cargo de CEO, mas não disse o motivo de ele pedir para deixar o posto.

A falha no fornecimento de energia elétrica afetou cerca de 29 milhões de brasileiros. O governo ainda não conseguiu esclarecer as causas específicas do episódio. Ele resaltou que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, solicitou formalmente que fosse aberta uma investigação sobre os fatos. Dino enviou o pedido à Polícia Federal na quarta (16).

“A medida de cautela, de prudência, foi a de transformar o ofício do ministro Alexandre Silveira em uma determinação à Polícia Federal para que proceda com a investigação dos fatos”, completou o ministro.

No ofício enviado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Dino afirma que as causas para o “grave e anômalo corte de carga” ainda são desconhecidas e que o Ministério de Minas e Energia solicita esforços para que o órgão investigue o episódio.

Fonte: r7

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