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POLÍCIA FEDERAL

GuarulhosSegurança

Homem é preso ao tentar embarcar com cocaína dentro de garrafas de sucos em aeroporto de SP

por Redação 23 de maio de 2023

A Polícia Federal prendeu na madrugada deste terça-feira (23) um passageiro tentando embarcar com cocaína para os Emirados Árabes Unidos, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Policiais federais, da equipe do K9, ao fiscalizarem os passageiros que realizavam o check-in, perceberam a indicação do cão farejador e acompanharam a passagem da mala suspeita pelo aparelho de raio-x.

Na mala do homem, um jovem de 20 anos de idade, havia diversas garrafas e frascos. Na presença de testemunhas, a bagagem foi aberta pelo suspeito e, ao abrir uma das garrafas de suco, o policial constatou que o líquido, na verdade, era cocaína diluída.

O homem foi conduzido à delegacia e preso. O volume bruto do material contendo a droga somou mais de sete quilos e tinha como destino a cidade de Dubai, no Emirados Árabes Unidos.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

PF confisca carros de luxo e investiga venda de robôs de investimentos

por Redação 18 de maio de 2023

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17) a Operação Rompot para aprofundar investigações sobre crimes financeiros por meio da venda de robôs de investimentos e operações de câmbio não autorizadas. Carros de luxo foram apreendidos pela PF.

A investigação foi aberta em fevereiro a partir de uma denúncia. O grupo especializado em investigações de crimes contra o sistema financeiro da Polícia Federal em Campinas, interior de São Paulo, rastreou e analisou um perfil público em redes sociais que oferece sistemas automatizados de investimento.

São os robôs de investimentos, que estariam integrados à plataforma de uma corretora que opera fora do país para realizar automaticamente operações financeiras com opções binárias, modalidade de investimento de alto risco sem regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O uso e comercialização desses robôs são regulados pela CVM o que, segundo a PF, ‘não ocorre em relação ao perfil investigado’.

Para dar suporte às operações na corretora estrangeira cujo nome a PF não divulgou, o investigado oferecia uma plataforma de câmbio de moeda, também sem autorização legal.

Durante a investigação, os agentes descobriram que o alvo da Operação Rompot muda constantemente de endereço, e o patrimônio, veículos de luxo utilizados em suas publicidades para demonstrar poder econômico e riqueza, são registrados em nome de terceiros.

A PF informou que foram identificados diversos registros de investidores que podem ter sido lesados pelos sistemas oferecidos pelo suspeito.

As penas máximas previstas para os crimes contra o mercado de capitais e contra o sistema financeiro podem chegar a 12 anos de prisão e gerar multa equivalente ao dano causado.

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BrasilPolítica

Mauro Cid presta depoimento à PF nesta quinta (18) sobre adulteração em cartões de vacina

por Redação 18 de maio de 2023

O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, deve ser ouvido pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (18), no âmbito de uma investigação sobre falsificação de dados vacinais e inserção dessas informações nos sistemas do Ministério da Saúde. O R7 apurou que o depoimento será às 14h30 e ele será transportado pela Polícia do Exército.

Em 3 de maio, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandou a Polícia Federal prender Cid, além de realizar busca e apreensão na casa de Bolsonaro.

A suspeita é de que os registros de vacinação de Bolsonaro, Cid e da filha mais nova do ex-presidente, Laura Bolsonaro, tenham sido forjados. Eles teriam inserido informações falsas no sistema do Ministério da Saúde entre novembro de 2021 e dezembro de 2022 para conseguir o certificado de vacinação e viajar aos Estados Unidos.

Jair Bolsonaro (PL) afirmou à Polícia Federal, durante depoimento na tarde de terça-feira (16), não saber quaisquer informações acerca de suposto esquema que fraudou dados de vacinação contra a Covid-19.

No depoimento, ao qual o R7 e a Record TV tiveram acesso, Bolsonaro admitiu conhecer Ailton Barros Gonçalves — preso desde 3 de maio por suspeita de envolvimento no esquema. Ele estava acompanhado dos advogados e do ex-secretário de Comunicação Social de sua gestão Fábio Wajngarten, que também atua na defesa.

À PF, Bolsonaro afirmou que “se Mauro Cid arquitetou [esquema fraudulento de cartões de vacinação] foi à revelia, sem qualquer conhecimento ou orientação” do ex-presidente. Ele destacou, entretanto, que acredita na inocência do ex-ajudante de ordens.

Áudios de Golpe

A Polícia Federal encontrou diálogos entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro que mostram uma articulação para uma tentativa de golpe para manter ex-presidente no poder e para prender o ministro Alexandre de Moraes. Foram analisados áudios e prints que estavam nos arquivos do celular do major reformado do Exército Ailton Gonçalves Barros, do coronel Elcio Franco e de um militar ainda não identificado durante uma investigação envolvendo Mauro Cid.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

Bolsonaro vai depor à PF nesta terça e dizer que não se vacinou contra a Covid-19

por Redação 16 de maio de 2023

O ex-presidente Jair Bolsonaro vai depor à Polícia Federal (PF) às 13h desta terça-feira (16) e afirmar que não se vacinou contra a Covid-19 nem participou do esquema de fraude no cartão de vacinação no Ministério da Saúde, em uma tentativa de se descolar de outros alvos da corporação, segundo apurou a reportagem do R7 junto a aliados de Bolsonaro.

O depoimento se dá no âmbito da operação Venire, que investiga a atuação de uma associação criminosa que inseria dados falsos de vacinação nos sistemas públicos. Bolsonaro deveria ter esclarecido à PF no dia 3, data da ação, mas não o fez por falta de acesso aos autos do inquérito.

O ex-presidente teve sua casa, localizada em Brasília, alvo de busca e apreensão por parte da PF (veja fotos abaixo). Ele criticou a medida. “Não há dúvida que eu chamo de ‘operação para te esculachar’. Podiam perguntar sobre vacina, cartão, eu responderia sem problema nenhum. Agora uma pressão enorme, 24 horas por dia, o dia todo, desde antes de assumir a Presidência até agora. Não sei quando isso vai acabar”, disse.

Bolsonaro chegou a dizer que sentiu “constrangimento” por parte dos policiais federais que trabalharam na operação. “Abri a porta, convidei para entrar e fui tratado muito bem. Em nenhum momento houve exagero, voz mais alta, falta de educação, muito pelo contrário. Acredito até que eu senti constrangimento em alguns policiais federais. Foram corteses comigo”, relatou.

Prisões
No mesmo dia que teve sua residência alvo de busca e apreensão, ex-assessores de Bolsonaro, como Sérgio Cordeiro e Max Guilherme, foram presos. O ex-ajudante de ordens e tenente-coronel do Exército Mauro Cid também foi preso — seu advogado, Rodrigo Roca, deixou o caso após alegar razões profissionais e familiares.

Roca tem proximidade com a família do ex-presidente. Ele defendeu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das “rachadinhas”, entre 2020 e 2021, e foi chefe da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), no Ministério da Justiça e Segurança Pública, durante o governo de Bolsonaro.

Estados Unidos
O R7 mostrou que um relatório produzido pela Polícia Federal indica que a equipe presidencial emitiu o último certificado de vacinação do ex-presidente cerca de duas horas antes de ele deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos, no fim do ano passado.

“No dia 30 de dezembro de 2022, às 12h02, o usuário associado ao ex-presidente da República, utilizando o endereço de IP vinculado ao terminal telefônico cadastrado em nome de Mauro Cesar Barbosa Cid, acessou o aplicativo ConecteSUS e emitiu um novo certificado de vacinação contra a Covid-19”, diz um trecho do relatório.

O documento, segundo a corporação, continha apenas registro da vacina da Janssen — as da Pfizer já haviam sido excluídas. “Cerca de duas horas depois da emissão do último certificado, Mauro Cesar Cid e o ex-presidente da República Jair Bolsonaro viajaram de Brasília para a cidade de Orlando, nos Estados Unidos”, completa. O voo decolou por volta das 14h.

Investigação da PF
A investigação da Polícia Federal sobre o esquema de falsificação de registros de vacinação contra a Covid-19 diz que Bolsonaro não estava nas cidades indicadas nos dias em que teria recebido os imunizantes. Quatro certificados de vacinação no nome do ex-presidente foram emitidos.

Os primeiros dois registros confirmam que ele foi imunizado contra a Covid-19 três vezes: com a vacina da Janssen, de aplicação única, e com duas doses da vacina da Pfizer. Os dois últimos certificados mostram apenas a dose da Janssen.

Em 19 de julho de 2021, quando supostamente foi imunizado com a dose da Janssen, ele estava em Brasília, e não em São Paulo, como indica o certificado de vacinação. A investigação assinala que Bolsonaro também não estava em Duque de Caxias (RJ) em 13 de agosto de 2022, quando teria recebido a vacina da Pfizer.

Fonte: r7

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BrasilEsporte

CPI das apostas de manipulação de resultados de jogos de futebol deve ser instalada até quarta-feira

por Redação 12 de maio de 2023

Deputados vão escolher na próxima terça-feira (16) os nomes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das apostas de manipulação de resultados no futebol.

A previsão é que a CPI seja instalada até quarta-feira (17), ao mesmo tempo que duas outras: a do MST e a da Americanas. Os parlamentares devem escolher quem ficará com a relatoria e a presidência e, ainda, indicar os deputados que vão compor o colegiado.

Eduardo Bandeira de Mello, deputado federal (PSB-RJ) e ex-presidente do Flamengo, é um dos nomes que devem estar na lista dos integrantes. Eduardo foi convidado por Felipe Carreras (PSB-PE) pela ligação que tem com o esporte. Carreras é o autor da proposta da CPI e o principal nome para ocupar a presidência da comissão.

Entre as motivações para a apresentação do requerimento pelo deputado Felipe Carreras estão as suspeitas sobre o esquema de apostas em Goiás, que ficou conhecido como “penalidade máxima”. Dezenove jogadores que disputaram a primeira e a segunda divisão em 2022 já foram denunciados, além de dezenas de outros que tiveram o nome citado em conversas dos apostadores apreendidas pelo Ministério Público de Goiás (MPGO).

Na quarta (10), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, determinou à Polícia Federal que investigue manipulações nos jogos das séries A e B do Campeonato Brasileiro e de torneios estaduais entre 2022 e 2023.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

PF apreende caminhão com madeira ilegal e espingarda em retirada de não indígenas no Pará

por Redação 11 de maio de 2023

A Polícia Federal (PF) apreendeu um caminhão com 20 a 30 t de madeira ilegal, além de uma espingarda irregular.

A corporação também localizou uma serraria clandestina durante uma operação de retirada de não indígenas na Terra Indígena Alto Rio Guamá, no Pará.

As apreensões, que ocorreram no domingo (7) e na segunda-feira (8), cumprem ação judicial que determinou a desintrusão. O caminhão com 18 toras de madeira foi identificado por equipes da Força Nacional e da Funai, que se deslocavam rumo à terra indígena. Além da carga ilegal, o veículo apresentava outras irregularidades, como não emplacamento e falhas mecânicas.

A Força Nacional acionou a PF, que encaminhou o veículo com a carga ilegal para a delegacia de Polícia Civil de Nova Esperança do Piriá e, depois, para a delegacia de Garrafão do Norte, município vizinho onde fica a base da operação de desintrusão.

Os não indígenas têm até 31 de maio para deixar a terra de forma voluntária. Depois disso, o governo vai usar a força para a retirada de pessoas do local. Iniciada em 3 de maio, a operação também conta com a participação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para cadastrar as famílias que ocupam ilegalmente a área e encaminhá-las para programas sociais, se for o caso. Ao todo, já foram feitos cem cadastros.

A desintrusão segue até o fim do mês com a continuação do cadastramento, rastreio da área e apoio para a saída das famílias. O governo informa que as prefeituras locais estão assegurando transporte dos não indígenas para outros locais e buscando soluções para realocação das pessoas.

Operação
Como o R7 mostrou, a operação teve início em 3 de maio e os não indígenas têm até 31 do mesmo mês para desocupar a área. Famílias não indígenas que viviam na área antes da demarcação, feita em 1993, já foram indenizadas, assim como algumas assentadas entre o fim dos anos 1990 e início dos anos 2000. No entanto, ainda há pessoas ocupando a área de forma ilegal.

O governo federal argumenta que a presença de não indígenas no território demarcado ameaça a integridade dos povos originários e provoca danos ao meio ambiente, como a destruição de áreas de floresta.

Com área de 280 mil ha, no nordeste do Pará, distante cerca de 250 km da capital, Belém, a Terra Indígena Alto Rio Guamá abriga 2.500 indígenas das etnias Tembé, Timbira e Kaapor, distribuídos em 42 aldeias. A população de não indígenas é estimada em 1.600 pessoas, com base em dados de 2010.

Aumento na apreensão de armas
Após avaliação do processo de recadastramento de armas no país feito pela PF, o ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou na última terça-feira (9) que das 50.432 armas de uso restrito que estavam com a população, segundo cadastro do Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma), apenas 44.264 foram recadastradas. Ou seja, 6.168 armas de uso restrito estão com localização indefinida e passaram a ser ilegais.

Os números apresentados pelo ministro representam um aumento de 850% na apreensão de fuzis e de 748% na apreensão de pistolas. “Temos intensificado essas operações e temos números bastante significativos de apreensão de armas ilegais. Compartilho com essa comissão, que, por exemplo, em 2022 foram apreendidos 12 fuzis, e em 2023 já são 114. Em 2022 foram apreendidas 135 pistolas, e agora 1.146”, disse.

Fonte: r7

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PolíticaBrasil

PF faz operação contra financiadores dos atos extremistas do 8 de Janeiro

por Redação 11 de maio de 2023

A Polícia Federal (PF) realiza, na manhã desta quinta-feira (11), a 11ª fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que financiaram ou fomentaram os atos extremistas do 8 de Janeiro, que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Os agentes cumprem 22 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Foi determinado o bloqueio de bens, ativos e valores dos investigados até o limite de R$ 40 milhões para cobertura e ressarcimento dos danos causados ao patrimônio público.

Segundo a PF, os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

A ação está em curso, e a Operação Lesa Pátria se torna permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos e de pessoas capturadas e foragidas.

Julgamento
Na última segunda-feira (8), o STF concluiu o julgamento e decidiu tornar réus mais 250 denunciados pela participação nos atos extremistas de 8 de janeiro, em Brasília. Prevaleceu o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Até o momento, o STF se decidiu pela abertura de ações penais contra 550 pessoas acusadas de participação nos atos extremistas.

Moraes foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Luiz Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes e pela presidente da Corte, Rosa Weber. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça tiveram entendimento diferente do do relator.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia Federal prende mergulhador profissional que escondia drogas debaixo de navio

por Redação 10 de maio de 2023

Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (10) a Operação Diver contra o tráfico de drogas em quatro estados. Um mergulhador profissional foi preso suspeito de colocar narcóticos debaixo de navios que fazem rotas internacionais.

Estão sendo cumpridos, ao todo, três mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão em endereços no Rio Grande Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo, expedidos pela Justiça Federal.

De acordo com a Polícia Federal, a operação teve início em 29 de março, depois que a corporação e a Marinha do Brasil apreenderam, em Rio Grande (RS), 206 kg de cocaína ocultos no casco de um navio que tinha como destino o porto de Setúbal, em Portugal.

“A droga foi escondida em uma das caixas de mar (sea chest) do navio, através de atividade de mergulho e acompanhada por meio de rastreadores. A ação passou a ser investigada pela Polícia Federal”, informou a instituição.

A partir de uma série de diligências, os agentes identificaram um mergulhador profissional, cuja função na organização criminosa consistia em armazenar a droga em navios atracados em terminais portuários brasileiros, assim como retirar a droga das caixas de mar, mediante a atividade de mergulho no exterior.

O suspeito foi preso em São Paulo enquanto embarcava em um voo para a África do Sul.

Fonte: r7

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CidadeGuarulhos

Telegram está suspenso pela Justiça e deve pagar multa de R$ 1 milhão por dia, diz Dino

por Redação 27 de abril de 2023

O Telegram está suspenso e terá de pagar multa de R$ 1 milhão por dia por decisão da Justiça Federal. O motivo é a ausência de resposta, por parte da plataforma, ao pedido de fornecimento de dados sobre os suspeitos de crimes cometidos em grupos nazistas e neonazistas.

A decisão, tomada na terça-feira (25), foi comentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, em Fortaleza, nesta quarta-feira (26).

“Tivemos agora, há poucas horas, uma decisão judicial sobre grupos nazistas e neonazistas que atuam em redes sociais — particularmente em uma delas. A Polícia Federal pediu, e o Poder Judiciário deferiu, que a rede social que não está cumprindo as decisões, no caso o Telegram, tenha uma multa de R$ 1 milhão por dia e suspensão temporária das atividades”, afirmou Dino.

“A multa diária (quer a estipulada anteriormente, quer a majorada) será aplicada integralmente para cada 24 horas de atraso, e seu ‘termo final de incidência’ corresponderá ao horário em que o Telegram disponibilizar os dados à autoridade policial, computando-se a sanção pecuniária proporcionalmente para o período de inadimplemento inferior à duração de um dia (24 horas)”, afirma a decisão do juiz Wellington Lopes da Silva, da 1ª Vara Federal de Linhares, no Espírito Santo.

De acordo com Dino, a plataforma digital abriga conteúdo criminoso. “Há grupamentos lá, denominados frentes antissemitas, movimentos antissemitas, atuando nessas redes, e nós sabemos que isso está na base da violência contra nossas crianças e nossos adolescentes”, completou o ministro. Antissemitismo é o movimento que prega o extermínio de povos semitas, especialmente os judeus.

Projeto de lei das Fake News

A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (25), por 238 votos a 192, o pedido de urgência para a tramitação do projeto de lei (PL) das Fake News. A aprovação permite aos deputados que dispensem formalidades regimentais, como a tramitação da proposta pelas comissões.

Com isso, o texto, que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, seguirá diretamente para o plenário.

O PL das Fake News regulamenta as redes sociais e os buscadores de internet. O texto prevê regras de uso, gestão e punições no caso de divulgação de informações falsas.

A proposta também estabelece prisão de um a três anos e multa a quem promover ou financiar a disseminação em massa de mensagens que contenham “fato que se sabe inverídico” e que possa comprometer a “higidez” do processo eleitoral ou causar dano à integridade física.

Além disso, as plataformas terão de publicar regularmente relatórios semestrais de transparência com informações sobre a moderação de conteúdo falso.

Remuneração de conteúdo jornalístico
Segundo o relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a remuneração do conteúdo jornalístico profissional também constará no texto final. A proposta é que essas companhias paguem pelos conteúdos jornalísticos que publicarem, como já ocorre na Austrália.

A falta de regulamentação das big techs, empresas responsáveis por redes sociais e buscadores, tem sido motivo de discussão em todo o mundo, e no Brasil o tema é tratado no PL das Fake News.

“Para combater a desinformação, é necessário valorizar quem produz conteúdo profissional, que é o jornalista. Por isso, o texto manterá a ideia de remuneração do conteúdo jornalístico utilizado pelas redes sociais. Isso é muito importante, inclusive para a democracia”, afirmou.

Sugestões do TSE
Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), receberam, nesta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, para tratar de sugestões do TSE ao texto do PL das Fake News.

Os presidentes devem pedir a incorporação de ponderações de Moraes antes da votação em plenário. Entre as propostas entregues pelo ministro, está a possibilidade de ordenamento, pela Justiça Eleitoral, de remoção de endereços eletrônicos, sob pena de multa de R$ 100 mil a R$ 150 mil por hora de descumprimento.

Além disso, a proposta é que os provedores indisponibilizem imediatamente conteúdos e contas com condutas, informações e atos antidemocráticos e com grave ameaça, direta e imediata, de violência ou incitação à violência contra a integridade física de funcionários públicos.

Também deverão ser retiradas do ar postagens com comportamento ou discurso de ódio, inclusive promoção de racismo, homofobia, ideologias nazista, fascista ou odiosa contra uma pessoa ou grupo, mediante preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

PF prende 19 suspeitos de ‘ressuscitar’ mortos e inventar idosos, em fraude do INSS

por Redação 25 de abril de 2023

A Polícia Federal deflarou a Operação Metamorfose nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, e prendeu preventivamente 19 pessoas acusadas de fraudar benefícios previdenciários e assistenciais.

Além das prisões, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e determinado o cancelamento das contas bancárias utilizadas pelos criminosos.

Durante as investigações, foram identificados diversos benefícios de pensão por morte e da espécie BPC/Loas para idosos carentes em nomes de pessoas fictícias, falecidas ou hipossuficientes.

Para isso, os integrantes da organização criminosa habilitavam-se como procuradores e agiam como representantes legais dos beneficiários inexistentes. Uma vez concedido o benefício, tais criminosos abriam contas em agências bancárias, sacavam eventuais valores retroativos e retiravam o cartão magnético para saques futuros.

Além de atuarem como procuradores de pessoas fictícias, os criminosos também se apresentavam perante o INSS como se fossem outra pessoa, visto que alguns integrantes da quadrilha forjaram a própria identidade.

Todos os mandados foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A ação teve o apoio da Coordenação de Inteligência Previdenciária (Coinp), do Ministério da Previdência Social e da Centralizadora de Prevenção a Fraudes da Caixa.

Segundo a Coinp, a atuação da quadrilha já causou à Previdência Social um prejuízo da ordem de R$ 8 milhões. No entanto, os valores poderiam alcançar a R$ 12,3 milhões caso os criminosos continuassem recebendo os benefícios.

Os acusados responderão pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, falsificação de documentos públicos e uso de documentos falsos. Se somadas, as penas podem alcançar 27 anos de reclusão.

A operação recebeu o nome de Metamorfose pelo modo de atuação da quadrilha, que adulterava a identidade dos criminosos, como uma espécie de metamorfose.

Há 23 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social, pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação de Inteligência Previdenciária detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas.

Fonte: r7

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