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refugiados

CidadeSaúde

Após sarna em Guarulhos, governo federal cria grupo para elaborar políticas de saúde para migrantes

por Redação 29 de junho de 2023

O Ministério da Saúde publicou portaria, nesta quinta-feira (29), que cria grupo de trabalho responsável por elaborar a Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas. O documento estabelece prazo de um ano para conclusão.

A medida é adotada após episódios como o surto de sarna enfrentado recentemente por afegãos, acampados no aeroporto internacional de Guarulhos.

Além de apresentar proposta para consolidar as políticas públicas de saúde para os estrangeiros que chegam ao Brasil em busca de acolhimento, a portaria atribui ao grupo de trabalho outras funções, como a de mapear e diagnosticar as necessidades desse setor e elaborar um programa de qualificação para os trabalhadores do SUS (Sistema Único de Saúde).

Coordenado pela SVSA (Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente), o grupo será composto por 14 membros, sendo metade de titulares e a outra metade de suplentes, representantes de órgãos da administração pública nas áreas de saúde, saúde indígena, vigilância ambiental, relações internacionais e educação. As reuniões serão mensais.

De acordo com o documento, poderão participar das reuniões convidados da CNS (Conselho Nacional de Saúde), Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), além de outros setores do Ministério da Saúde, governos estrangeiros, órgãos e entidades públicos e privados, organizações não governamentais e especialistas.

O relatório final será submetido à ministra da Saúde e à CIT (Comissão Intergestores Tripartite) – foro permanente responsável por decisões operacionais e pactos nacionais estaduais e municipais no SUS.

Fonte: r7

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Cidade

Guarulhos quer status de ‘cidade fronteira’ e verba extra para atender refugiados

por Redação 22 de junho de 2023

O prefeito de Guarulhos, Gustavo Henric Costa (PSD), o Guti, protocolou na última semana um pedido ao Ministério de Portos e Aeroportos para tornar o município paulista uma cidade de fronteira. O ofício foi enviado pelo governante após mais uma onda de chegada de refugiados afegãos ao aeroporto internacional da cidade.

Sem terem para onde ir, homens, mulheres e crianças se espalham pelo terminal à espera de uma vaga em abrigos do município ou em outras cidades da região. Entre pousos e decolagens, estima-se que mais de 30 milhões de passageiros passem anualmente pelo local, chamado de casa pelos refugiados.

Desde agosto de 2022, centenas de imigrantes fogem do Talibã, grupo que reassumiu o controle do Afeganistão em agosto de 2021, e tem o Brasil como um dos seus destinos.

Segundo o Itamaraty, até 14 de junho, o governo brasileiro autorizou a concessão de 11.576 vistos de acolhida humanitária para cidadãos do Afeganistão. Desse total, 9.003 vistos foram efetivamente entregues aos requerentes.

A cidade de Guarulhos, por sua vez, conta com 177 vagas de acolhimento para imigrantes, 127 delas geridas pela prefeitura. Atualmente, todas essas vagas são ocupadas por refugiados afegãos.

O professor de gestão de pessoas da ESPM, Victor Richarte Martinez explica, em entrevista ao R7, as vantagens que o município de Guarulhos ganha com o status de cidade de fronteira.

“Tem uma certa aparelhagem que a cidade pode receber por meio da criação de centros [de acolhimento] e, claro, destino de verbas, recursos para atender essa população”, conta Martinez. “Tendo esse aporte financeiro, esse investimento de recursos estaduais e federais, principalmente, pode garantir um acolhimento básico.”

Além da questão humanitária, Martinez vê o movimento da Prefeitura de Guarulhos como uma forma de proteger a imagem da cidade diante da mídia nacional.

“Se acontecem problemas sérios com os afegãos no aeroporto, por exemplo, uma doença, uma violação dos direitos humanos, isso se torna também um ponto muito sensível para a gestão municipal”, comenta o especialista.

Atualmente, o cenário no aeroporto de Guarulhos é de abandono para parte dos refugiados. Uma afegã, que não quis se identificar, veio ao país com seu marido para fugir do Talibã e em busca de uma maior qualidade de vida. Há 22 dias dentro do terminal, ela diz estar doente e afirma que toma apenas um banho por semana.

“Estou vivendo aqui há 22 dias e ninguém veio aqui para nos ajudar, nos levar daqui [do aeroporto]. E é tão difícil a situação. Eu mesma estou doente. Aqui não temos nada para dormir. E estamos dormindo aqui com muito barulho. Tomamos banho somente uma vez por semana”, disse a refugiada em entrevista à Agência Brasil.

O Talibã retomou o poder no Afeganistão em agosto de 2021, 20 anos após os soldados dos Estados Unidos invadirem o país e derrubarem o grupo radical da capital, Cabul.

A saída depois de duas décadas de missão, planejada por Washington ao longo dos anos, foi considerada um desastre por especialistas. Milhares de afegãos e cidadãos estrangeiros que trabalhavam em Cabul se amontoavam no aeroporto da capital para tentar fugir do país por temer uma represália talibã.

Segundo o Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur, na sigla em inglês), 8 milhões de afegãos deixaram o país após solicitar asilo. Nesse grande grupo, estão pessoas que tinham uma vida estruturada, com profissão sólida no Afeganistão.

Em entrevista ao R7, a coordenadora do programa de acolhimento e proteção da ONG Adus, Larissa Teixeira, explica que a falta de locais públicos para receber refugiados faz com que juízes e médicos afegãos dividam acomodações com pessoas em situação de rua em abrigos no Brasil.

“Os abrigos para a população imigrante estão superlotados. Qual que é o caso atual? A gente vê refugiados ficando em abrigos destinados à população de rua. A gente sabe muito bem que são populações diferentes, populações com demandas distintas”, destaca Teixeira.

O diretor da ONG Planeta de TODOS, André Naddeo, afirma que os afegãos têm optado pelo Brasil pela facilidade de conseguir o visto humanitário. Apesar de a Europa ser mais próxima do Afeganistão, entrar no Velho Continente, muitas vezes, pode custar a vida.

“O perfil dessas pessoas, você pode imaginar, não é qualquer um que tem dinheiro para vir para o Brasil. Todos os custos são das pessoas: visto, trâmite burocrático, passagem aérea. Estas pessoas estão em um limite tão grande de querer escapar que, quando elas souberam dos vistos humanitários mais fáceis no Brasil, preferiram vir para cá a tentar rotas inseguras na Europa”, conta Naddeo.

Grupos humanitários, como a Adus, têm auxiliado os afegãos a dar os primeiros passos do outro lado do mundo. São em ONGs como esta que os refugiados são direcionados para a emissão dos primeiros documentos, oportunidades de emprego e até aprendem o português.

Apesar de o Brasil prover uma série de serviços públicos gratuitos, tanto a coordenadora da Adus quanto o diretor da Planeta de TODOS afirmam que muitos afegãos decidem sair do país e se arriscam, até mesmo com coiotes, por rotas que levem até os Estados Unidos.

“É muito triste, porque a gente vê situações de família com crianças indo com coiotes para esses outros países. Aqui na Adus, nosso trabalho é também mostrar que o Brasil é um país aberto, com sistema de saúde e educação gratuita. Mas a gente não pode prender ninguém. É a vontade do migrante”, lamenta Teixeira.

“Muitos afegãos, até pela dificuldade de se adaptar ao Brasil, estão subindo pela América do Sul para os Estados Unidos, fazendo a rota considerada a mais perigosa do mundo. É praticamente uma rota de nove dias pela selva entre a Colômbia e o Panamá, em direção ao México, para chegar aos EUA”, conta Naddeo.

Para Martinez, o título de cidade de fronteira para Guarulhos exige que o município tenha também um projeto de articulação para evitar que afegãos, como os citados por Teixeira e Naddeo, deixem o país e se arrisquem em travessias ilegais.

“A cidade fronteiriça tem um olhar obviamente mais emergencial, mas, se tem esse aporte do governo estadual e federal, ela precisa também ter articulação e projetos para pensar na inserção social mais a longo prazo”, conclui o professor da ESPM.

Fonte: r7

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CidadeGuarulhos

Guarulhos inaugura a segunda residência transitória para migrantes e refugiados

por Redação 20 de março de 2023

A Prefeitura de Guarulhos inaugurou oficialmente nesta segunda-feira (20) a segunda residência temporária da cidade, o Acolhimento Transitório para Pessoas Migrantes e Refugiados Povos Fraternos, localizado no Residencial Parque Cumbica. O prefeito Guti fez a entrega do equipamento acompanhado de secretário de Desenvolvimento e Assistência Social, Fabio Cavalcante.

O novo serviço tem capacidade para 62 pessoas e oferece apoio e moradia aos migrantes estrangeiros encaminhados pelo Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante do aeroporto internacional com solicitação de refúgio ou visto humanitário. Ele será administrado pelo Núcleo Batuíra e possui nove quartos, lavanderia, cinco banheiros, área de convivência, refeitório, além de espaço para sala de aula e brinquedoteca.

“Fico muito feliz em estar aqui hoje. Muitos se dedicaram de corpo e alma para que conseguíssemos acolher nossos irmãos, que não conhecemos, porém temos a obrigação de ajudar. Nenhum município tem a obrigação constitucional de atender a demanda migratória, mas temos o dever humanitário. São pessoas que vêm do outro lado do oceano e essa tarefa é de grande magnitude”, afirmou Guti.

O prefeito observou ainda que cabe ao governo federal garantir políticas públicas para migrantes e refugiados. “A porta de entrada por Guarulhos é a maior da América do Sul por ter o aeroporto e vai estar sempre à disposição do acolhimento. Hoje chegamos a 170 vagas e temos de pensar na retaguarda. O governo federal precisa reconhecer o município como fronteira aérea de forma a garantir que os primeiros acolhimentos, que passam por aqui, possam ser feitos da melhor maneira possível. Para isso, precisamos ter recursos que assegurem que as políticas públicas sejam longevas e permanentes”, explicou o chefe do Executivo.

O apoio e a parceria das diversas instituições da sociedade civil no atendimento aos migrantes e refugiados foram reconhecidos pelo gestor da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social. “A inauguração deste equipamento é motivo de muita alegria, é quase um sonho. É a efetivação de uma política pública no município que possibilita dar melhor acolhida aos migrantes que chegam pelo aeroporto de Guarulhos, não apenas aos afegãos, mas aos que fogem de seu país em situações de medo da morte, perseguição e deixam para trás sua cultura e família. Agradeço o auxílio e a colaboração da sociedade civil no atendimento a eles”, disse Cavalcante.

Ele destacou ainda não haver refugiados no aeroporto aguardando acolhimento. “Hoje não há pessoas migrantes no aeroporto porque as vagas de retaguarda estão dando conta. As três pessoas que hoje estavam lá foram encaminhadas para equipamentos”, afirmou o secretário.

Para a chefe do escritório do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) em São Paulo, Maria Beatriz Bonna Nogueira, o novo equipamento é um legado à cidade. “Todos deram sua contribuição para que esta inauguração acontecesse hoje, em especial a Prefeitura. Houve o empenho em dar conta de uma demanda inesperada, difícil e específica que é a chegada de um refugiado. Este serviço é um legado ao município e ao Estado”, disse a representante da Acnur.

Já o procurador Guilherme Göpfert, do Ministério Público Federal, ressaltou o papel do município no acolhimento aos refugiados. “Guarulhos é um exemplo a ser seguido pelo país inteiro em fazer um esforço hercúleo para dar alimento, vacinar, atender e garantir que os migrantes tivessem o mínimo para sobreviver. Neste local os migrantes serão tratados com muito carinho, respeito e dignidade. Trata-se de um exemplo humanitário que irá reverberar para demais municípios e outros estados”, afirmou.

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CidadeGuarulhos

Representantes da ONU discutem crise humanitária afegã com a administração municipal

por Redação 14 de fevereiro de 2023

O prefeito Guti recebeu na tarde desta segunda-feira (13) representantes do Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), agência da ONU, para dialogar sobre as ações de acolhimento aos afegãos que chegam ao Brasil pelo aeroporto internacional de Guarulhos com visto humanitário concedido pelo governo federal. Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do Acnur em São Paulo, William Torres, assistente de proteção, e Davide Torzilli, representante do alto-comissariado no país, estavam acompanhados do secretário municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, Fábio Cavalcante. 

O chefe do Executivo aproveitou a oportunidade para agradecer a parceria da agência, que trabalha desde o início da crise humanitária no Afeganistão, com a ascensão dos radicais do Talibã, ao lado do governo municipal na operação acolhida, auxiliando no direcionamento das ações, na busca por vagas e também no diálogo com outras instituições.

“Além do empenho colocado na questão humanitária, agradecemos pelo amor que vocês têm pela missão, sem o qual esse trabalho não poderia ser feito”, disse Guti, que reforçou ainda o compromisso da cidade com a acolhida de todo e qualquer povo que necessite de apoio. “O que a gente puder continuar fazendo pode ter certeza que vamos fazer. O problema é global, mas nós temos que dar a nossa parcela de ajuda para quem precisar”, complementou. 

Além da visita ao gabinete, os três representantes da agência também estiveram no aeroporto e nas residências municipais e estaduais de acolhimento para migrantes na cidade. “Os dados mostram que cerca de 2,3 mil afegãos chegaram de janeiro do ano passado até agora, mais de 900 só de novembro pra cá. Foi um trabalho muito difícil lidar com essa demanda emergencial, por isso parabenizamos vocês pelo trabalho realizado”, afirmou a chefe do escritório da Acnur em São Paulo, Maria Beatriz. 

Já Davide Torzilli, representante do Acnur no Brasil, lembrou a importância de continuar a busca por melhores condições de atendimento. “O próximo passo é trabalhar conjuntamente para termos mecanismos mais rápidos de respostas para a demanda já previsível. O Brasil tem reputação internacional de ser um país acolhedor e segue recebendo os refugiados”, lembrou. 

Nova residência

Para sinalizar o prosseguimento da parceria, a Acnur entregou ao prefeito Guti a placa que será colocada na nova residência para migrantes, que será inaugurada nos próximos dias na cidade. A unidade será gerenciada pela Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social de Guarulhos e será mais um instrumento de amparo aos afegãos que chegam ao Brasil para reconstruir a vida.

Outros equipamentos como eletrodomésticos, computadores e móveis também foram doados pela agência para o município e serão utilizados nos locais de acolhimento.

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CidadeGuarulhos

Guarulhos passa a contar com mais 50 vagas para acolher migrantes e refugiados

por Redação 3 de fevereiro de 2023

A cidade de Guarulhos passa a contar a partir desta sexta-feira (3) com mais um equipamento para o acolhimento de cidadãos afegãos que ingressam no Brasil pela cidade. Trata-se da Residência para Migrantes e Refugiados Terra Nova Guarulhos, inaugurada pelo governo do Estado de São Paulo, com 50 vagas. A abertura do local permitiu zerar a fila de afegãos que aguardavam abrigo no Terminal II do aeroporto internacional nesta manhã.

A unidade conta com oito quartos, brinquedoteca, sala de estar, cozinha e refeitório, onde os acolhidos poderão preparar seus alimentos conforme suas tradições e preferências.

“Cada vaga aberta na cidade é um conforto maior para essas pessoas que estão em busca de uma nova vida. Eles precisam de um local seguro pra recomeçar, e nós estamos nos esforçando ao máximo para tornar esse momento o mais confortável possível”, afirmou o prefeito Guti.

O secretário de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Gilberto Nascimento, visitou a residência na manhã desta sexta-feira e afirmou que é necessário ter empatia para entender as diferenças culturais. “Eles vêm para um país de cultura, população, ambiente e hábitos diferentes, o que é uma condição crítica pra cada uma dessas pessoas. Precisamos aprender com eles para melhor acolher. Cada vida transformada tem que ser comemorada”, comentou.

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CidadeGuarulhos

Terceira residência para refugiados em Guarulhos disponibilizará 50 vagas

por Redação 20 de janeiro de 2023

A terceira residência para acolhimento de refugiados será aberta em Guarulhos nas próximas semanas. A unidade será gerenciada pelo governo estadual e terá 50 vagas. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira (20) em uma reunião com a participação do prefeito Guti, do secretário de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Gilberto Nascimento, e do titular da secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social do município, Fábio Cavalcante.

A abertura das vagas é de extrema importância na cidade, que tem recebido um grande número de afegãos que fugiram do regime radical do Talibã. Atualmente a Prefeitura disponibiliza 48 vagas de acolhimento e a previsão é que esse número chegue a 177 ao longo de 2023.

Guti lembrou que Guarulhos é a principal porta de entrada do Brasil e o aeroporto internacional é o único no país que recebe os voos que trazem os afegãos. “Nós já abrimos diversas vagas na cidade e estamos em constante contato com outras cidades para conseguirmos mais encaminhamentos. Essa nova residência será uma ótima retaguarda para a situação do terminal (do aeroporto), que abriga hoje, dia 20, cerca de 80 pessoas”, disse.

O Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante, equipamento da Prefeitura de Guarulhos instalado no Terminal 2 do aeroporto, atendeu entre janeiro e dezembro de 2022 cerca de 2,1 mil afegãos. Em janeiro de 2023 já houve 66 atendimentos. O mês com maior número foi novembro, quando o órgão contabilizou 416 cadastros. “A operação acolhida tem se mostrado efetiva e estamos conseguindo um maior número de encaminhamentos”, afirmou o secretário Cavalcante.

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