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RELATÓRIO

Brasil

Saúde comprou quase R$ 32 milhões em preservativos sem necessidade na pandemia, diz CGU

por Redação 27 de fevereiro de 2024

O Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro (PL) comprou, sem necessidade, R$ 31,9 milhões em preservativos femininos durante a pandemia de Covid-19, de acordo com relatório produzido pela Controladoria-Geral da União (CGU). A aquisição do produto, segundo a pasta, foi desnecessária em função do estoque de 8.522.300 camisinhas, quantidade suficiente para atender a demanda por um ano. A reportagem procurou o órgão, assim como as empresas, e aguarda posicionamento.

“Os contratos foram baseados em um consumo médio superestimado e em uma estimativa de cobertura subestimada”, aponta. De acordo com a CGU, a análise do pregão eletrônico que visava a comprava dos produtos revelou “deficiência” na justificativa sobre o quantitativo e a especificação dos tipos de materiais licitados e na análise crítica das cotações de preços, além da ausência de apresentação de documentos exigidos no edital e de equalização tributária no julgamento das propostas. Constatou-se também a aceitação, sem análise técnica, de garantia ilegal e não prevista.

“Também foi evidenciada a atuação intempestiva e inefetiva do fiscal dos contratos no acompanhamento das entregas e morosidade do Ministério da Saúde na aplicação de multa às empresas Precisa e Injeflex, no valor total de R$ 2.790.207, as quais ainda não foram pagas. Recomenda-se ao Ministério da Saúde a apuração de responsabilidade dos agentes públicos envolvidos nos fatos relatados”, acrescenta o relatório.

A Saúde fez licitações e comprou cerca de 10 milhões de preservativos, de látex e de borracha, entre outubro de 2020 e setembro de 2021. Na época, o ministério era comandado pelo general do Exército Eduardo Pazuello, investigado por sua conduta diante do colapso do sistema público em Manaus (AM) durante a pandemia de Covid-19.

No entanto, naquele momento, a pasta possuía um estoque com mais de 8.522.300 milhões de preservativos, adquiridos em 2019. Além disso, há um descompasso em relação à previsão e a efetiva entrega dos produtos. O contrato com a Precisa foi assinado em 13 de novembro de 2020, com a primeira entrega em janeiro de 2021. Já o contrato com a Injeflex, assinado em 25 de novembro de 2020, com a primeira entrega em maio de 2021.

“O estoque existente de preservativos femininos (8.522.300) permitiria uma cobertura por aproximadamente mais 11 meses. Vê-se que tal cálculo se aproxima bastante do que de fato ocorreu, uma vez que o estoque existente (8.522.300) supriu a distribuição de todo o ano de 2021, no qual, como já dito anteriormente, foram distribuídos 7.916.200 preservativos em látex oriundos do Contrato anterior nº 152/2019. Caberia, portanto, ao MS ter acompanhado o binômio estoque/histórico de distribuição para a tomada de decisão quanto à reposição dos preservativos femininos em látex”, diz a CGU.

A Precisa Medicamentos é uma empresa investigada pela Polícia Federal pela compra de vacinas contra a Covid-19 com a Bharat Biotech, responsável pela fabricação do imunizante Covaxin. A companhia havia fechado um contrato de R$ 1,6 bilhão com o Ministério da Saúde para a aquisição de 20 milhões de doses da vacina indiana. A negociação acabou suspensa.

Para a CGU, o episódio demonstra que requer da Saúde um planejamento mais assertivo em suas aquisições e recomenda ações. “Atue com mais transparência na priorização das compras de insumos e maior racionalidade na otimização da utilização dos recursos públicos e no dimensionamento das reais necessidades de abastecimento e distribuição; e seja tempestivo no acompanhamento dos contratos e na aplicação e cobrança de penalidades aplicadas”, aponta.

O órgão ressalta ainda o “contexto crítico” em que se encontrou a saúde pública no Brasil a partir de 2020, em meio à pandemia de Covid-19, “ocasião em que o Ministério da Saúde precisava concentrar esforços para destinar a quantidade necessária de insumos e de recursos financeiros para Estados e municípios no tratamento da população acometida pela pandemia”.

“Ainda sobre o momento em que se dera tais contratações, há que se considerar o impacto que as restrições impostas à circulação de pessoas ocasionaram na necessidade efetiva de distribuição dos preservativos femininos adquiridos, além do fato de que diversas campanhas realizadas em épocas festivas comuns no calendário brasileiro, em que há um reforço na distribuição de preservativos, não foram realizadas ou não tiveram o efeito esperado em razão do cancelamento de alguns eventos, como Carnaval e Reveillon”, diz a pasta.

A reportagem não conseguiu localizar a Precisa Medicamentos. Pazuello e Injeflex foram procurados, mas não responderam. Em nota, o Ministério da Saúde informou que vai analisar os apontamentos trazidos pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre os contratos firmados na gestão passada.

Fonte: r7

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Brasil

Destaques da semana: julgamento de Bolsonaro, votação do relatório da LDO e reunião de Lira e Haddad

por Redação 30 de outubro de 2023

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai retomar nesta terça-feira (31) o julgamento de três ações que investigam a conduta do ex-presidente Jair Bolsonaro e do ex-ministro-chefe da Casa Civil Walter Braga Netto durante o Bicentenário da Independência, no ano passado. O placar está em 2 a 1 para condenar o ex-presidente.

O relator, ministro Benedito Gonçalves, votou para declarar Bolsonaro inelegível por oito anos, por campanha eleitoral com recursos públicos no 7 de Setembro de 2022, e aplicou multa de R$ 425.640. Com relação a Braga Netto, o ministro se manifestou favorável apenas pelo pagamento de uma multa, de R$ 212.820.

Os processos tratam de um suposto desvio de finalidade das comemorações, que teriam sido usadas como ato de campanha eleitoral antecipado do então candidato à reeleição. As ações, apresentadas pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) e pela então candidata à Presidência Soraya Thronicke, apontam abuso de poder político e uso de bens públicos.

Na última terça (24), o Ministério Público Eleitoral reiterou a manifestação em que defende a inelegibilidade do ex-presidente. No mesmo dia, a defesa de Bolsonaro afirmou que os argumentos não se sustentam e que não há razão para as ações.

Relatório da Lei de Diretrizes Orçamentárias

Na Câmara dos Deputados, há a expectativa de que o parecer do relatório da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 seja votado nesta semana na Comissão Mista de Orçamento. O anúncio foi feito pelo relator, o deputado Danilo Forte (União-CE), na última sexta-feira (27).

“Danilo Forte adiantou que a intenção é concluir a votação do texto no plenário do Congresso Nacional entre 20 e 22 de novembro, para que a Lei Orçamentária (LOA) de 2024 possa ser votada em dezembro”, informa a Câmara.

A LDO orienta a elaboração do Orçamento do ano seguinte e estabelece as diretrizes para a elaboração da LOA, além de conter informações sobre metas e prioridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e do Ministério Público da União.

Lira, Haddad e líderes reunidos para o PL da subvenção

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou, na última quinta-feira (26), que deve haver uma reunião nesta semana com líderes e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para esclarecer pontos do projeto de lei que trata da subvenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A intenção de Lira é, segundo fontes, “acalmar os ânimos” dos deputados em relação ao tema.

Segundo o parlamentar, o relator da matéria deve ser escolhido após o encontro com Haddad. O deputado Mauro Benevides (PDT-CE) e o líder do PSD na Casa, Antônio Brito (BA), têm sido nomes defendidos pela base governista, mas ainda sem sinalização de Lira.

Na quarta-feira, depois da aprovação do projeto de lei que prevê a taxação dos fundos de alta renda, Lira afirmou que a subvenção seria a próxima matéria a ser discutida pelos deputados.

O projeto de lei oficializa uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao acabar com a possibilidade de que os incentivos fiscais do ICMS usados para custeio, e não para investimento, sejam descontados da base de cálculo da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

A avaliação no Congresso, no entanto, é de que a medida do governo extrapolou a decisão judicial ao determinar que todos os benefícios fiscais sejam tributados e que somente aquilo que for caracterizado posteriormente pela Receita Federal como “subvenção para investimento” gere crédito fiscal para as empresas.

Essa é uma das principais medidas do pacote de receitas apresentado pela equipe econômica para viabilizar o cumprimento da meta de déficit zero em 2024, e tem expectativa de arrecadar em torno de R$ 35 bilhões.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Relatório sobre crise da Americanas indica fraude da diretoria anterior

por Redação 14 de junho de 2023

A Americanas, que está em recuperação judicial desde 19 de janeiro, divulgou nesta terça-feira (13) a descoberta de indícios de fraude na contabilidade da empresa. Essa é uma das conclusões do relatório de assessores jurídicos apresentado na reunião do conselho de administração, nesta segunda (12). Os achados foram comunicados à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), em fato relevante.

“Os documentos analisados indicam que as demonstrações financeiras da companhia vinham sendo fraudadas pela diretoria anterior da Americanas”, afirma a empresa no comunicado.

O relatório foi feito a partir da análise de documentos entregues pelo comitê de investigação independente e por papéis complementares identificados pela administração e seus assessores.

Segundo a empresa, esses documentos demonstram, ainda, os esforços da diretoria anterior da Americanas para ocultar, do conselho de administração e do mercado, a real situação financeira da companhia, tanto de resultados quanto patrimonial.

O efeito dos ajustes motivados pelas fraudes nos negócios da empresa ao longo do tempo ainda está sendo apurado, “mas a expectativa da administração é de que o impacto nos resultados mais recentes seja significativo”, declara a gestão da Americanas.

As informações do relatório, associadas aos trabalhos de revisão das demonstrações financeiras históricas, que já vinham sendo feitas pela companhia e por seus assessores financeiros e contábeis, ajudam a entender melhor como a fraude era praticada.

Contratos de publicidade e financiamentos
Segundo o relatório, a fraude ocorria, principalmente, em operações como contratos de VPC (verba de propaganda cooperada e instrumentos similares), incentivos comerciais que costumam ser utilizados no setor de varejo. No caso em questão, eles “teriam sido artificialmente criados para melhorar os resultados operacionais da companhia como redutores de custo, mas sem efetiva contratação com fornecedores”, diz a Americanas.

“Esses lançamentos, feitos durante um significativo período, atingiram, em números preliminares e não auditados, o saldo de R$ 17,7 bilhões em 30 de setembro de 2022. A diferença de R$ 4 bilhões teve como contrapartidas lançamentos contábeis em outras contas do ativo da companhia, totalizando R$ 21,7 bilhões.”

Além das operações de VPC, a diretoria anterior encontrou outro meio de gerar o caixa necessário para dar continuidade às operações da Americanas: contratou uma série de financiamentos, nos quais a empresa era devedora perante instituições financeiras, sem as devidas aprovações societárias, todas inadequadamente contabilizadas no balanço patrimonial da companhia de 30 de setembro de 2022, nas contas dos fornecedores.

Em números preliminares e não auditados, as operações de financiamento de compras e de capital de giro somam R$ 20,6 bilhões.

“A indevida contabilização dessas operações de financiamento nos demonstrativos financeiros da Americanas não permitiu a correta determinação do grau de endividamento da companhia ao longo do tempo”, ressalta a empresa.

Executivos envolvidos
O relatório apresentado indica a participação na fraude do ex-presidente-executivo Miguel Gutierrez, que se desligou da empresa em dezembro de 2022, bem como dos ex-diretores Anna Christina Ramos Saicali, José Timótheo de Barros e Márcio Cruz Meirelles e dos ex-executivos Fábio da Silva Abrate, Flávia Carneiro e Marcelo da Silva Nunes.

“José Timótheo de Barros foi afastado de suas funções executivas na companhia em 3 de fevereiro de 2023 e comunicou sua renúncia em 1º de maio de 2023. Os desligamentos de Anna Christina Ramos Saicali, Márcio Cruz Meirelles, Fábio da Silva Abrate, Flávia Carneiro e Marcelo da Silva Nunes, também afastados de suas funções executivas na companhia desde o dia 3 de fevereiro de 2023, assim como dos demais colaboradores identificados até o momento, já foram determinados pela administração da companhia”, afirma a Americanas.

Não foi possível obter um posicionamento de Gutierrez de imediato.

O conselho de administração orientou a companhia e os assessores que elaboraram o relatório a apresentá-lo a todas as autoridades competentes e avaliar as medidas que podem ser tomadas, visando ao ressarcimento dos danos causados pela fraude em suas demonstrações financeiras.

Fonte: r7

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SegurançaBrasil

EUA alertaram Brasil, em 2022, sobre ineficácia de ações do país para coibir o tráfico de pessoas

por Redação 11 de maio de 2023

Um relatório da embaixada dos Estados Unidos no Brasil, publicado em agosto de 2022, alertou sobre a falta de ações contundentes do Estado brasileiro para impedir o tráfico de pessoas em território nacional. “O governo brasileiro não cumpre os critérios mínimos para a erradicação do tráfico, mas está fazendo significativos esforços”, destacou o documento.

O texto abordou captação de pessoas para trabalho em condições análogas à escravidão, turismo sexual, tráfico de crianças e exploração de mulheres. O tema ganhou destaque na última semana com a história do menino Nicolas, de 2 anos, que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado em São Paulo, dias depois. O casal que estava com a criança alegou que havia adotado Nicolas. O caso é investigado como tráfico humano.

Entre as carências, o relatório dos EUA aponta frouxidão das medidas de combate e punição, falta de conhecimento das autoridades e inadequação dos sistemas de proteção às vítimas, como abrigos.

O governo não relatou quaisquer condenações definitivas. As autoridades continuam a punir a maioria dos traficantes de pessoas para trabalho escravo com penas administrativas em vez de encarceramento, o que não exerceu uma função dissuasora eficaz nem ofereceu justiça às vítimas. O governo relatou esforços limitados para combater o tráfico sexual ou para identificar as vítimas de tráfico sexual entre populações extremamente vulneráveis, como crianças e pessoas LGBTQI+. Algumas autoridades demonstraram ter conhecimento falho sobre o crime de tráfico de pessoas, deixando, assim, vítimas vulneráveis serem penalizadas por atos ilícitos que seus traficantes as obrigaram a cometer. Os mecanismos de proteção às vítimas, incluindo abrigos, permaneceram inadequados e variaram muito de estado para estado.

2022-2023 PLANO DE AÇÃO PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS, DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL

O documento americano também listou 16 sugestões para melhorar o combate ao tráfico de pessoas no Brasil. As recomendações incluem investigações contundentes, penas mais severas, capacitação de autoridades e aumento de coordenação entre os níveis federal, estadual e municipal, além de compilação de dados e alocação de recursos.

O texto reconhece que os esforços policiais do governo brasileiro para coibir os crimes foram ampliados, embora argumente que o tema é tratado no Código Penal do Brasil de “forma inconsistente com a lei internacional.”

O relatório chamou atenção, ainda, para a lentidão da Justiça brasileira. “O julgamento de casos pode demorar até 10 anos. Os traficantes, às vezes, cumprem penas em prisão domiciliar ou em regime semiaberto. Essas penas não são compatíveis com a natureza séria do crime de tráfico de pessoas e não têm efeito dissuasor”, destacou trecho do documento.

A falta de comunicação entre as autoridades foi outro ponto abordado pelo relatório dos EUA. O texto ainda levanta a hipótese de os casos de tráfico humano no Brasil serem subnotificados, dada a carência de treinamento e de capacidade dos agentes.

A coordenação entre agências e esforços para a coleta de dados foram inadequados. Os dados permaneceram espalhados por várias bases de dados a nível federal e estadual, dificultando a obtenção e análise de dados abrangentes. A Polícia Federal foi a principal autoridade policial responsável por lidar com os crimes de tráfico de pessoas. No entanto, a coordenação da PF com entidades estaduais e municipais variou consideravelmente. Em todos os níveis, as unidades policiais tinham recursos, expertise e efetivo insuficientes para investigar o tráfico. Os observadores relataram que a polícia ocasionalmente classificava casos de tráfico de forma incorreta, o que sugere a subnotificação de tais casos.

2022-2023 PLANO DE AÇÃO PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS, DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL

O que diz o governo
O R7 questionou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a pasta da Justiça e Segurança Pública sobre o recebimento do relatório, as ações que foram implementadas com base nas sugestões do documento e as políticas do governo federal para impedir o tráfico de pessoas.

O MDHC informou que tem meios para registro de denúncias e que a responsabilidade sobre as ações contra tráfico humano é do Ministério da Justiça e Segurança Pública. “O Disque 100 registra denúncias de violações de direitos humanos que foram direcionadas aos nossos canais de atendimento”, escreveu, em nota. O Ministério da Justiça e Segurança Pública não retornou até a última atualização do texto.

A reportagem também procurou a embaixada dos EUA no Brasil para saber quais critérios foram usados na elaboração do relatório e se o documento foi oficialmente entregue às autoridades brasileiras. Não houve resposta.

Caso Nicolas
O casal que estava com o menino Nicolas está preso por tempo indeterminado. O Tribunal de Justiça de SP (TJSP) decretou a prisão preventiva de Marcelo Valverde Valezi, 52 anos, e Roberta Porfirio de Sousa Santos, 41, nesta terça (9), durante audiência de custódia.

A dupla foi abordada no Tatuapé, zona leste de São Paulo, na tarde de segunda-feira (8), dentro de um carro com o bebê de 2 anos que havia desaparecido em Santa Catarina havia mais de uma semana.

Quando a Polícia Militar de SP encontrou Nicolas, Marcelo e Roberto foram presos em flagrante por tráfico de pessoas.

Fonte: r7

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