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Saúde

Hospitais continuam com falta de medicamentos, agravada por aumento de preços

por Redação 18 de maio de 2022

Pesquisa realizada pelo SindHosp revela que 55% dos hospitais apontam o aumento de preços e a falta como entraves à assistência Hospitais continuam com falta de medicamentos, agravada por aumento de preços 55% dos hospitais revelam que os maiores problemas do atendimento referem-se a medicamentos e apontam o aumento de preços e a falta como entraves à assistência

Pesquisa realizada pelo SindHosp -Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo, no período de 29 de abril a 12 de maio, ouviu 76 hospitais privados no estado de São Paulo (1.518 leitos de UTI e 5.725 leitos clínicos), e objetivou conhecer os principais problemas enfrentados pelos hospitais nesse período quando houve significativo recuo no atendimento de pacientes Covid-19.

As principais questões foram:

·Se os hospitais estão enfrentando falta de medicamentos. Se sim, quais estão em falta.
·Saber se há uma demanda reprimida de atendimento após a pandemia.
·Quais as principais causas de atendimento nas emergências dos hospitais nos últimos 30 dias.
·As principais causas de internação nos últimos 30 dias.
·Por quais doenças os leitos de UTI estão majoritariamente ocupados no último mês.
·Se o hospital atende casos de Covid-19 e qual a taxa de ocupação dos leitos clínicos e de UTI destinados à doença.


Aumento de preços e falta de medicamentos
O aumento nos preços de materiais e medicamentos é citado como o principal problema enfrentado atualmente por 30% dos hospitais pesquisados, seguido da falta ou dificuldade para aquisição de medicamentos (25%). Só 14% dos hospitais pesquisados não estão enfrentando problemas com falta ou aquisição de medicamentos.

Os três medicamentos mais citados, que estão em falta ou com estoque abaixo do nível de segurança nos hospitais, são: Dipirona (25%), Dramin B6 (18%) e Neostgmina (17%).

Proposta SAÚDE SP traz soluções
Segundo o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, a falta de medicamentos, materiais e equipamentos de saúde ficou evidenciada desde o início da pandemia de Covid-19. “ Observamos a necessidade primordial de criarmos uma proposta de saúde que possa responder a crises sanitárias como a da Covid-19 e oferecer um sistema de saúde mais responsivo e melhor estruturado. “A proposta SAÚDE SP, que hoje entregaremos ao governador Rodrigo Garcia elenca- entre 10 propostas- o incentivo à inovação da indústria da saúde nacional dentro de um modelo de produção e desenvolvimento econômico. Para isso, é preciso definir o campo da saúde como prioridade para o desenvolvimento econômico do estado de São Paulo”.

“Nosso objetivo na proposta é diminuir, em 2 anos, em 30% a dependência de matéria-prima de origem externa para fármacos. E impulsionar a produção de IFAs (Ingredientes Farmacêuticos Ativos) no Estado, diminuindo a dependência externa”, destaca. Paralelamente, o projeto propõe ampliar o investimento em ciência, tecnologia e inovação no estado, que hoje é de apenas 5% anuais.

Redução de leitos Covid e demanda reprimida
Quando questionados se percebem uma demanda reprimida de atendimento pós-pandemia, o resultado é praticamente um empate: 51% afirmam que SIM e, 49%, que NÃO existe demanda reprimida. 97% dos hospitais pesquisados atendem a pacientes com Covid-19 e destes 92% reduziram o número de leitos para atendimento da doença nos últimos 30 dias.

A taxa de ocupação dos leitos clínicos para Covid-19 é de até 20% em 64% dos pesquisados. 31% não têm pacientes internados com a doença enquanto a taxa de ocupação dos leitos de UTI para Covid-19 também está baixa: é de até 20% em 53% dos hospitais pesquisados e 42% dos estabelecimentos não têm pacientes internados com a doença.

Quais doenças são prevalentes nos hospitais pós-Covid?
As 3 principais causas de atendimento nos serviços de urgência e emergência, prevaleceram, nos últimos 30 dias, atendimentos por doenças infecciosas (29%) e por complicações relacionadas a doenças crônicas e degenerativas (28%) e outras síndromes respiratórias (28%).

Por outro lado, as 3 principais causas de internação nos últimos 30 dias, foram: complicações relacionadas a doenças crônico-degenerativas (asma, câncer, diabetes, hipertensão e outras), com 33%; seguida de traumas e cirurgias relacionadas (26%) e outras cirurgias (18%).

Já os leitos de UTI dos hospitais pesquisados estavam majoritariamente ocupados, nos últimos 30 dias, por complicações relacionadas a doenças crônico-degenerativas (asma, câncer, diabetes, hipertensão e outras), com 33%, seguida de traumas e cirurgias relacionadas (26%) e outras cirurgias (18%).

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Saúde

Infectologista do Sabará Hospital Infantil explica  sobre a Hepatite Misteriosa  OMS registra 348 casos e no Brasil 41 crianças estão sob investigação

por Redação 18 de maio de 2022

OMS registra 348 casos e no Brasil 41 crianças estão sob investigação
 
Além das Síndromes Respiratórias Graves que já ocorrem nesse período do ano, esse surto de hepatite de causa desconhecida está preocupando os pais.
 
De acordo com dados da OPAS/OMS foram identificados 348 casos prováveis de hepatite aguda desconhecida em crianças e adolescentes em 21 países, sendo que Brasil, 41 casos suspeitos em investigação pelo Ministério da Saúde em nove estados. No estado de São Paulo, até o dia 13/05, 16 casos suspeitos estavam sendo investigados.
 
A doença recebeu esse nome porque as crianças infectadas não apresentavam os vírus mais comuns responsáveis pelas hepatites A, B, C, D e E. A hepatite é uma inflamação do fígado e atinge pessoas de todas as idades. Porém, essa em especial, tem afetado principalmente as crianças na faixa dos dois a cinco anos, embora a definição de caso provável inclua crianças de zero a 16 anos. Nesta hepatite, chama a atenção o percentual mais elevado que o habitual de formas graves, que requerem transplante de fígado como tratamento.
 
Os principais sintomas são a coloração amarelada da pele e dos olhos, vômitos, fezes esbranquiçadas, dor abdominal, diarréia e náusea.
 
De acordo com o infectologista e gerente médico do Sabará Hospital Infantil, Dr. Francisco Oliveira Junior, ainda não é possível identificar o causador desse tipo de hepatite. “Existe possibilidade desta hepatite resultar da interação entre uma infecção prévia pelo vírus SARS-CoV-2, causador da covid-19, seguida pela infecção por outro vírus, provavelmente um Adenovírus, com uma resposta inflamatória exagerada. As informações disponíveis sobre esta condição ainda são limitadas, apesar dos esforços de pesquisadores de vários países. A hipótese mais plausível é que a causa seja infecciosa, provavelmente viral, mas até o momento, nenhum agente etiológico foi confirmado.”
 
Segundo dados de um boletim anterior da OMS, divulgado no dia 23 de abril, dos 169 casos notificados naquela data, 85 casos foram testados para adenovírus, dos quais 74 (87%) foram positivos. “O adenovírus é responsável por síndromes respiratórias, que podem causar pneumonia viral, bronquiolite, gastroenterite (com diarreia e vômito), conjuntivite e síndromes urinárias, mas não é conhecido por causar hepatite grave em crianças saudáveis”, explica o infectologista.
 
O especialista esclarece que nesse momento, o melhor é manter as normas básicas de higiene, como higienização frequente das mãos, cuidado na hora de tossir ou espirrar para evitar a contaminação das pessoas próximas (etiqueta da tosse), cuidado na higienização de alimentos ingeridos crus e da qualidade da água e manter sempre o ambiente bem arejado. Além disso, crianças com sintomas de hepatite devem ser levados para avaliação médica, reforça Dr. Francisco.
 

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Emprego

Home office faz o brasileiro economizar muito mais, diz estudo

por Redação 18 de maio de 2022

O trabalho remoto tem feito o brasileiro economizar em sua contas pessoais. E até ganhar mais. Foi o que apontou levantamento da Deel, empresa de gestão de contratos e pagamentos internacionais. A pesquisa reúne dados a respeito do impacto do trabalho remoto na sociedade, explorando temas como desenvolvimento profissional, finanças e vida pessoal. 

As informações foram levantadas em parceria com a Momentive, empresa especializada em gerenciamento de experiências ágeis.

Mais da metade dos entrevistados afirmam que o trabalho remoto proporcionou aumento salarial (58% – mesmo número quando se trata do Brasil); uma modalidade de trabalho mais flexível (53% – mesmo número quando se trata do Brasil) e aumento da produtividade (51% global vs. 56% dos brasileiros afirmam terem aumentado sua produtividade). 

Além disso, a maioria (64% global vs. 58% Brasil) dos entrevistados dizem que conseguiram aumentar suas economias trabalhando remotamente.

Três em cada quatro profissionais entrevistados (76%) – mulheres e homens – dizem que o trabalho remoto criou um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Mais de um em cada três (35%) dizem que encontraram o emprego dos sonhos trabalhando remotamente. Neste caso, os homens são mais propensos do que mulheres (38% vs. 30%). 

Mais de um em cada 10 (11%) diz ter sido promovido trabalhando remotamente. Quando se trata das promoções no ambiente de trabalho, os homens saem na frente das mulheres (13% vs. 9%).Home office faz o brasileiro economizar muito mais, diz estudo:

De acordo com o levantamento, mais de 91% dizem que o trabalho remoto os ajudou a superar barreiras profissionais. E 83% das mães ao redor do mundo, com filhos menores de 18 anos, dizem que o trabalho remoto as ajudou na rotina, são 10 pontos a mais do que entre os pais (73%).

Quatro em cada 10 (40%) dos entrevistados dizem que pagam menos por viagens; 30% dos respondentes dizem que começaram a viajar mais ao integrar o trabalho remoto em sua rotina. 39% dos participantes dizem que se mudaram para mais perto de amigos e/ou familiares; 21% dizem que pagam menos por moradia; 17% dos entrevistados se mudaram para mais perto de seu parceiro romântico; 14% dos respondentes afirmam terem conseguido se mudar para a cidade dos sonhos.

Além disso, 9% dos entrevistados conseguiram curar ou tratar uma doença ao aderir o trabalho remoto.

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Fonte: Com informações da Agência Estado

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Saúde

Diagnóstico de hipertensão cresce 15% em 2021

por Redação 18 de maio de 2022

Maioria dos pacientes são mulheres na faixa etária entre 60 a 69 anos

A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, tem 90% dos casos hereditários, mas inúmeros fatores externos influenciam, como os hábitos de vida da pessoa. De acordo com o Ministério da Saúde, a pressão alta foi responsável por 110,5 óbitos a cada 100 mil habitantes no Brasil em 2019. Em 2021, foram realizados cerca de 6,1 milhões de atendimentos para hipertensão a mais que em 2020 no país.

Nos últimos cinco anos, a rede de centros médicos dr.consulta já diagnosticou cerca de 80 mil pacientes. Em 2021, foram 21 mil pacientes, um aumento de 15% em relação a 2020. E no primeiro trimestre de 2022, a healthtech já atendeu 4 mil pessoas com o quadro, cerca de 20% do total registrado no consolidado durante todo o ano anterior.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) estima que mais de um quarto das mulheres adultas e quatro em cada dez homens adultos têm hipertensão no continente. No entanto, tanto o diagnóstico, quanto o tratamento e o controle têm sido ineficazes. Segundo a Opas, apenas alguns países apresentam uma taxa de controle da hipertensão populacional superior a 50%.

Por ser uma doença assintomática, a pressão precisa ser medida com frequência para que possa ser identificada o mais cedo possível, já que a hipertensão não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos e acompanhamento médico.

“O paciente é considerado hipertenso quando a sua pressão arterial apresenta valores iguais ou acima de 14 por 9. O objetivo é fazer com que a pressão não ultrapasse os valores de 12 por 8. A maioria dos pacientes diagnosticados no dr.consulta são mulheres na faixa etária entre 60 a 69 anos. Para prevenir, é importante medir regularmente, principalmente na terceira idade, uma vez que a pressão aumenta conforme o indivíduo envelhece”, afirma o cardiologista Dr. Mario Santos de Arruda Junior.

O especialista alerta também para pacientes que têm a propensão de desenvolver ou que têm diabetes, pois é um dos fatores de risco para um quadro de hipertensão. De maneira geral, ele destaca que os grupos de risco são pessoas que passam por estresse, são sedentárias, abusam do consumo de álcool, sal e estão acima do peso.

“O tratamento da hipertensão é realizado por uma equipe de médicos de diversas especialidades como enfermeiros, nutricionista, clínico geral e cardiologista. Além disso, na maioria dos casos é necessário que o paciente faça uso de medicamentos e o controle metabólico”, destaca o Dr. Mario.

É importante manter a alimentação saudável, não abusar do sal, praticar atividade física, diminuir o consumo de álcool, realizar o controle da diabetes e acompanhamento médico regular, inclusive com a realização de um check-up, principalmente para cuidados com o coração.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Sustentabilidade

Dia Internacional da Reciclagem

por Redação 17 de maio de 2022

Abiplast lança na 1ª quinzena de junho o projeto ‘Descarta Aí’, para fomentar a reciclagem de baldes e suas tampas; medida será alternativa a consumidores domiciliares e profissionais autônomos da construção civil

Mais que uma simples data para balanços numéricos e um olhar para o passado, o Dia Internacional da Reciclagem, celebrado em 17 de Maio, precisa ser o momento de a sociedade olhar adiante e agir por um modelo de economia circular em que o consumo e sustentabilidade não andem em vias transversais, mas caminhem lado a lado.

Representante do setor de transformados plásticos e reciclagem, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) tem adotado uma série de medidas em defesa da circularidade da economia – que possibilitará a exploração de novas funções e aplicações do plástico, esse que é um material transversal, presente em mais de 95% da matriz industrial, indutor da inovação e na vanguarda das transformações.

Um dos desafios para a circularidade,  debate em que se insere hoje  a reciclagem de materiais, é a adoção de um modelo de logística reversa – que se refere ao fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até o local de origem.

“Lançaremos na primeira quinzena de junho o projeto ‘Descarta Aí’, uma ação da ABIPLAST para fomentar a reciclagem de baldes e suas tampas e que possibilitará a consumidores domiciliares e profissionais autônomos da construção civil uma opção ambientalmente adequada e de fácil acesso para o descarte após o consumo de tintas. Eles serão destinados para a reciclagem e transformação em novos produtos”, explica o diretor superintendente da ABIPLAST, Paulo Teixeira.

Em uma etapa piloto, o “Descarta Aí” disponibilizará pontos de entrega no país – a maior parte na cidade de São Paulo, mas também em capitais de outras regiões brasileiras.

Um estudo de 2021 encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) apontou que 23,1% dos resíduos plásticos de ciclo de vida curto e equiparáveis, no Brasil, foram reciclados em 2020. O levantamento é realizado anualmente, desde 2018, pela MaxiQuim, empresa de avaliação de negócios na indústria química com foco em análise de mercados e competitividade.

A terceira pesquisa sobre reciclagem mecânica do material, de 2021, foi resultado da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem, maior petroquímica das Américas. Segundo o estudo, em 2020 foram consumidas 1,4 milhão de toneladas de resíduo plástico na reciclagem, representando um crescimento de 5,8% em comparação a 2019. Um milhão de toneladas são de plástico pós-consumo, ou seja, material descartado em domicílios residenciais e em locais como shoppings centers, estabelecimentos comerciais, escritórios, entre outros, e 368 mil toneladas de plástico pós-industrial, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem de plásticos.

Além disso, dados do Perfil do Plástico 2020, publicado em 2021 pela ABIPLAST, informam que o segmento de transformados plásticos e reciclagem, no período analisado, contou com 326.759 pessoas empregadas e um total de 10.891 empresas (este, dado de 2019), com um faturamento de R$ 90,8 bilhões e produção física de 7,3 milhões de toneladas – o que coloca a cadeia do plástico como quarto maior empregador dentre os setores da indústria de transformação brasileira e, dentre os cinco maiores, o 2° que paga os melhores salários.

“A adoção de ações por uma logística reversa mais eficaz, como a que vislumbramos com o projeto ‘Descarta Aí’, não apenas possibilita melhores perspectivas de negócio aos vários atores do mercado, como assegura um modelo de consumo mais sustentável e consciente sobre o mundo que queremos”, complementa Teixeira.

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GuarulhosSaúde

Prefeitura inicia Campanha de Vacinação contra a Gripe em novos grupos prioritários

por Redação 16 de maio de 2022

Começou nesta segunda-feira (16) a vacinação contra a gripe para os últimos grupos prioritários. Com isso, profissionais das forças de segurança e salvamento, integrantes das Forças Armadas, bem como caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso e trabalhadores portuários podem procurar uma das UBS de Guarulhos, exceto a UBS Alvorada, para receber a dose.

A vacina, que protege contra os vírus H1N1, a cepa B e o H3N2, do subtipo Darwin, que causou o surto no final de 2021, já estava disponível para profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais, crianças entre seis meses e menores de cinco anos, gestantes e puérperas e para professores do ensino básico e superior. No dia 9 as doses também foram liberadas para os povos indígenas, pessoas com deficiência permanente e pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais independentemente da idade.

Vale ressaltar que esses três últimos grupos fazem parte da categoria de risco, a qual inclui ainda doenças respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas, todas crônicas, além dos portadores de diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e aqueles que possuem trissomias (síndrome de Down, síndrome de Klinefelter, síndrome de Warkany, entre outras). Portanto, todas as pessoas com alguma dessas doenças também podem se dirigir até uma Unidade Básica de Saúde para serem imunizadas contra a gripe.

A população privada de liberdade, assim como os funcionários do sistema prisional e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, também poderão ser vacinados a partir desta segunda-feira (16). No entanto, os grupos prioritários das penitenciárias de Guarulhos são vacinados in loco por uma equipe de profissionais de saúde, composta por uma enfermeira e cinco auxiliares de enfermagem da atenção primária. As equipes de saúde das penitenciárias também auxiliam na imunização.

Confira os endereços das UBS de Guarulhos em https://www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

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NotíciasPet

Cães sofrem ao ficarem sozinhos com retorno às atividades presenciais dos donos

por Redação 10 de maio de 2022

 Um estudo recente traz a relação entre cenário pós-pandemia e ansiedade por separação em cães. Camilli Chamone, consultora sobre bem-estar e comportamento canino e editora de todas as mídias sociais “Seu Buldogue Francês”, explica como resolver o problema. Fique à vontade para divulgar o tema; ela também está à disposição para entrevistas.

Cães sofrem ao ficarem sozinhos com retorno às atividades presenciais dos donos
Cenário pós-pandemia pode trazer quadro de ansiedade ao animal, gerando problemas físicos e emocionais; comportamentalista explica como resolver
(Imagem: Amit Karkare por Pixabay)
Um estudo publicado em fevereiro de 2022 pela revista científica Animals analisou a relação entre a rotina de donos de cachorros no Reino Unido, no âmbito da pandemia da Covid-19, e o risco de os animais desenvolverem ansiedade por separação – que, como o nome sugere, é um quadro de ansiedade e de medo enfrentado pelo animal quando está sozinho e longe de seu dono, ocasionando sofrimento.

Os resultados mostram que 1 em cada 10 cães desenvolveram novos sinais de ansiedade por separação (antes inexistentes) em período no qual as restrições da pandemia diminuíram – cenário em que possivelmente o cão passou mais tempo sozinho, depois de um período em que o dono permanecia em casa.

No Brasil, com a melhora no quadro da pandemia, muitas pessoas retornaram às atividades presenciais ou híbridas. E como fica o cãozinho, após mais de dois anos acostumado com a presença do dono em casa?

Segundo Camilli Chamone, consultora sobre bem-estar e comportamento canino, de Belo Horizonte (MG), editora de todas as mídias sociais “Seu Buldogue Francês” e pós-graduada em Genética e Biologia Molecular, a chance de o animal adquirir ansiedade por separação neste cenário é alta. Em seus atendimentos dos últimos dois anos, a cada 10 pessoas, 9 relatam este problema.

“O sofrimento causado pela ausência do dono é tão intenso, que equivale a uma síndrome de pânico, em um humano. Cães com ansiedade por separação já estão com o emocional comprometido e demonstram isso com sinais físicos: excesso de latidos ou choros, comportamentos destrutivos que não aconteciam antes ou não acontecem na presença do dono, ‘esquecer’ o lugar do banheiro, não comer ou beber água na ausência do dono, babar a ponto de fazer poças de saliva no chão, arranhar a porta para sair de casa, etc.”, exemplifica Chamone.

Também podem surgir problemas de saúde relacionados ao estresse, como doenças de pele, diarreias e vômitos recorrentes.

Este quadro é causado, principalmente, pela junção de dois fatores: ambiente pobre de estímulos e uma relação de muita dependência entre cão e dono.

“Se o animal não tem nada para fazer, começa a redirecionar a atenção para o dono. Este, em contrapartida, ao ficar mais em casa na pandemia, dá essa atenção o tempo todo. Nestes casos, o cão associa a presença desta pessoa como essencial para o seu dia a dia; em sua ausência, entra em pânico”, detalha a comportamentalista.

O risco é ainda maior quando houve adoção da rua, jovem ou adulto. “Depois de passar um tempo de privação, ao entrar em uma casa, com suas necessidades básicas atendidas (comida, água e abrigo) e um universo de atenção, esse animal terá maior predisposição a desenvolver essa ansiedade na ausência do dono”, relata.

Além disso, ao contrário do senso comum, trazer um segundo cachorro para casa pode piorar a situação. “Em consultorias, observo que o segundo pode acabar copiando o comportamento do primeiro; além de ter um cão em sofrimento, a pessoa passa a ter dois, pois o comportamento inadequado de um deseduca o outro”, analisa.

Para resolver o problema, é recomendado buscar orientação com um profissional de comportamento canino. Um dos passos é trabalhar a autonomia do animal com o dono ainda dentro de casa, acostumando-o a estar na sua presença, mas sem acesso direto a ele.

Ações simples ajudam, conforme enumera Chamone: “ao trabalhar de casa, é importante permanecer em ambiente diferente do cachorro e enriquecer o espaço dele com estímulos, oferecendo, por exemplo, um osso para roer ou brinquedos interativos, com alimentos. Além disso, na hora de dormir, o ideal é tirá-lo da cama do humano”.

E, se a pessoa já está num cenário de volta presencial, é sensato deixar o cão na casa de um conhecido ou em creche de qualidade – com profissionais que entendam de comportamento canino – até resolver o problema. “Se o animal já desenvolveu ansiedade por separação, quanto mais sozinho fica, mais sofre e mais piora o comportamento”, analisa a consultora.

Apesar dos desafios, é possível tratar o quadro e proporcionar melhor qualidade de vida a ambos. “Um cachorro vive, em média, 15 anos. É importante resolver o problema o quanto antes – e, com acompanhamento profissional e dedicação, isso é feito em cerca de quatro meses, que podem mudar uma vida toda. Cachorro e dono certamente estarão mais seguros e felizes”, finaliza.

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CidadeGuarulhos

Após pagar quase seis meses de aluguel por prédio vazio, Prefeitura inaugura Cemeg nesta quarta (6)

por Redação 4 de abril de 2022

Conforme antecipado pala Voz de Guarulhos, a Prefeitura inaugurará nesta quarta-feira (6), a partir das 9h, o novo Cemeg (Centro de Especialidades Médicas), na avenida Salgado Filho, 1.148, que irá substituir o prédio da Vila Augusta. Segundo a administração, o objetivo da mudança é aprimorar ainda mais o atendimento, com uma melhor localização, além de proporcionar mais espaço para pacientes e funcionários e uma vasta gama de especialidades médicas.

A entrega do espaço acontece quase seis meses após o início do pagamento de R$ 88 mil por mês em aluguel para a empresa que é ligada ao ex-deputado federal Jorge Tadeu.

O novo Cemeg passará a oferecer mais espaço aos usuários. A unidade tem 1,7 mil m² de área construída, com sete pavimentos e mais dois subsolos de estacionamento, além de dois elevadores para o acesso aos andares.

“Essa unidade do Cemeg é um grande passo para que aprimoremos cada vez mais o atendimento da saúde pública em Guarulhos. O acesso à rede de exames será facilitado e a nova localização irá favorecer a vida de muitos pacientes”, afirmou o prefeito Guti.

Segundo o secretário da Saúde, Ricardo Rui, “a obra faz parte do objetivo da administração pública de adequar os ambientes dos equipamentos de saúde, oferecer o máximo de serviços possível, melhor conforto aos usuários e aos colaboradores em um ambiente de trabalho agradável”, comentou.

Nova estrutura

A unidade médica terá à disposição dos pacientes duas salas de pequenas cirurgias, uma de observação (com dois leitos), uma de curativo para quatro atendimentos ao mesmo tempo, uma de acupuntura para dois atendimentos, uma de audiometria, quatro ultrassons, dois aparelhos de eletrocardiograma, um ginecologista, um proctologista, dois otorrinos, um dermatologista, dois neurologistas, um oftalmologista, um profissional de psicologia, um de assistência social, um pneumologista e mais 16 consultórios clínicos, em um total de 41 consultórios à disposição do público.

Além disso, o local contará com um moderno aparelho de raios X digital, que não estava disponível na antiga unidade.

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CidadeGuarulhos

Estudo aponta produtos cancerígenos na água de Guarulhos; Sabesp nega

por Redação 10 de março de 2022

Estudo aponta produtos cancerígenos na água de Guarulhos; Sabesp nega

Estudo divulgado essa semana pela ONG Repórter Brasil aponta que a água consumida pelos guarulhenses contem 11 substâncias químicas e radioativas em quantidades acima do limite aceito pelas autoridades sanitárias do país. Desses, dois (Selênio e Tetracloroeteno) tem os maiores riscos de gerar doenças crônicas, como câncer.

Além dos dois, outras 5 substâncias que também geram riscos à saúde e foram

encontrados na água da cidade são: .Simazina, Ácidos haloacéticos total, Trihalometanos Total, Antimônio e Bário.

Além de Guarulhos, o levantamento mostra que a situação também é preocupante em São Paulo (13 testes acima do limite) e Florianópolis (26).

Segundo apontado pela ONG, Todos nós bebemos pequenas doses diárias de substâncias químicas e radioativas. São agrotóxicos e outros resíduos da indústria que se misturam aos rios e represas. Alguns especialistas defendem que não há risco se elas estiverem dentro do limite regulamentado. Outros argumentam que as doses aceitas no Brasil são permissivas, pois são bem mais altas do que as da União Europeia.

No entanto, todos concordam em um ponto: essas substâncias são prejudiciais à saúde quando estão acima do limite brasileiro. O consumo diário aumenta o risco de câncer, mutações genéticas, problemas hormonais, nos rins, fígado e no sistema nervoso –a depender do produto.

Os dados apresentados no estudo foram coletados entre os anos de 2018 e 2020 e mostram que esses riscos atingem 763 cidades em todo o país.

Dados públicos

As informações divulgadas pela Repórter Brasil são públicas e podem ser consultadas por cidade no Mapa da Água, que destaca quais substâncias extrapolaram o limite e explica seus riscos. Os dados são resultados de testes feitos por empresas ou órgãos de abastecimento e enviados ao Sisagua (Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano), do Ministério da Saúde.

Segundo a ONG, Os testes são feitos após o tratamento e a maioria dessas substâncias não pode ser removida por filtros ou fervendo a água.

Para Fábio Kummrow, professor de toxicologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e colaborador do estudo, confirma que a água estando contaminada “o risco para quem a bebe varia de acordo com a substância e com o número de vezes que ela foi consumida ao longo do tempo”.

Baseado nessa afirmação, Guarulhos e outras 81 cidades estão nessa situação, pois uma mesma substância foi encontrada acima do limite nos três anos analisados (2018, 2019 e 2020).

Ainda de acordo com a reportagem da Repórter Brasil, estudos que associam esses produtos ao câncer, mutações genéticas e diversos outros problemas de saúde são realizados pelos mais respeitados órgãos de saúde, como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as agências regulatórias da União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

Tratamento é apontado como vilão da contaminação

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De acordo com os dados da ONG, as maiores responsáveis pelos problemas com a água no Brasil são substâncias geradas pelo próprio tratamento. Quando o cloro interage com elementos como algas, esgoto ou agrotóxicos, nascem os chamados “subprodutos da desinfecção”. Eles estão acima do limite em 493 cidades, 21% das que testaram.

Nota da Prefeitura de Guarulhos

“A Secretaria da Saúde por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) participa do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), que consiste no conjunto de ações adotadas continuamente pelo setor para garantir à população o acesso à água em qualidade compatível com o padrão de potabilidade.

O SISAGUA é um instrumento do Vigiagua que tem como finalidade auxiliar o gerenciamento de riscos à saúde a partir dos dados gerados rotineiramente pelos profissionais do setor saúde (Vigilância) e responsáveis pelos serviços de abastecimento de água (Controle) e da geração de informações em tempo hábil para planejamento, tomada de decisão e execução de ações de saúde relacionadas à água para consumo humano.

Nenhuma das substâncias mencionadas: Trihalometanos, Ácidos haloacéticos e 2, 4, 6-Triclorofenol foram detectadas acima do volume máximo permitido, na água dos sistemas de abastecimento de água do município de Guarulhos, nas datas mencionadas e posteriores.

Os responsáveis pelos sistemas de abastecimento de água no município deverão, sempre que detectado qualquer parâmetro insatisfatório, realizar a correção dos mesmos, através de ações corretivas e preventivas e comunicá-las às autoridades de saúde pública.

A Vigilância Sanitária realiza mensalmente, diversas coletas e envio de amostras para análises laboratoriais, de forma a garantir a qualidade da água distribuída no município. As coletas de água são realizadas de forma amostral e preventiva. Atualmente, verificamos após a conclusão das análises laboratoriais um índice de amostras satisfatórias compatível com o padrão estabelecido na legislação vigente. Não foram detectados, cloro acima do limite nas amostras realizadas, na água dos sistemas de abastecimento de água do município.

Caso exista alguma amostra insatisfatória verificada após resultados das coletas realizadas, ou após análise do SISAGUA, tais resultados subsidiam as ações das autoridades sanitárias que, de forma imediata, tomam as providências necessárias para a correção sempre pensando na saúde da população.”


Nota oficial da Sabesp

“A Sabesp informa que, diferentemente do informado pela ONG Repórter Brasil, a água fornecida pela companhia não é imprópria e cumpre a legislação para potabilidade: Anexo XX

 da Portaria de Consolidação nº 5, alterado pelas Portarias GM/MS nº 888/21 e nº 2472/21 do Ministério da Saúde. Visando garantir sua qualidade, a Companhia monitora continuamente, conforme exigências do ministério, todas as etapas do sistema de abastecimento, desde o manancial, onde é feita a captação da água, as estações de tratamento, as redes de distribuição até o cavalete na entrada do imóvel dos clientes. Os dados são enviados ao Siságua, sistema do Ministério da Saúde, e são públicos, conforme mostra o acesso realizado pela ONG. Sempre que anomalias são constatadas, são tomadas as providências necessárias visando a regularização da situação. Conforme a legislação, o padrão de potabilidade deve ser avaliado levando-se em conta seu histórico completo. Os dados apresentados no Mapa da Água mostram resultados pontuais, sem considerar o histórico de medições exigido pela legislação brasileira. Essas medições apontam conformidade com os padrões de potabilidade e garantem a qualidade da água fornecida.”

Principais substâncias que foram detectadas na água de Guarulhos entre 2018 e 2020 e que pode gerar doenças crônicas, como câncer

Selênio – é classificado como provavelmente cancerígeno para humanos pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. A exposição a altos níveis de selênio provoca descoloração da pele, deformação patológica, perda de unhas e cabelo, cárie, falta de agilidade mental e apatia. Historicamente, o principal uso do selênio foi na indústria eletrônica como fotorreceptor para fotocopiadoras. Hoje, é utilizado em aço inoxidável, esmaltes, tintas, borracha, baterias, explosivos, fertilizantes, ração animal, produtos farmacêuticos, e shampoos

Tetracloroeteno – é classificado como provavelmente cancerígeno para o ser humano pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), órgão da Organização Mundial da Saúde, com base em estudos epidemiológicos que evidenciaram aumento para o risco de câncer de esôfago e cervical e de linfoma não Hodgkin. A substância é utilizada como desengraxante de peças metálicas, em lavagens a seco, na indústria têxtil, de produtos de limpeza e de borracha laminada.

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CidadeGuarulhos

Sem salários, médicos vivem drama com sobrecarga em Guarulhos

por Redação 28 de janeiro de 2022

Médicos de hospitais de Guarulhos têm atuado sob condições precárias de trabalho e estão com salários atrasados há quatro meses. Profissionais do HMU (Hospital Municipal de Urgência) escreveram uma carta aberta à população da segunda maior cidade do estado e alegam que ainda não foram ouvidos pela prefeitura. Outros dois hospitais e uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) enfrentam problemas similares, segundo denúncias feitas ao R7.

Em uma dessas quatro unidades, o HMCA (Hospital Municipal da Criança e do Adolescente), um médico descreveu, em anonimato, “um hospital bem delapidado”: “Material quebrado, pacientes apertados nos quartos, leitos médicos com camas velhas…. o nosso banheiro não funcionava, a privada entupia e alagava o banheiro. Muita fila, pouco médico”.

No HMU, após a mudança de uma das OSSs (Organizações Sociais de Saúde) gestoras da unidade, os salários do período entre 10 de agosto e 20 de setembro não foram pagos nem pela empresa anterior, nem pela atual, nem pelo Executivo guarulhense.

Os problemas se estendem ainda à infraestrutura do hospital: segundo a carta, as condições nas enfermarias, com a falta de leitos e até de medicações e outros insumos essenciais para serviços de urgência e emergência, além da superlotação recorrente no local.

Vídeos e fotos enviados à reportagem mostram equipamentos em péssimas condições, inclusive uma lanterna sendo utilizada como iluminação em cirurgia, em vez de um refletor profissional.

“O hospital é bem precário, o centro cirúrgico bem ruim, peças que necessitamos na ortopedia sempre em estado ruim, ar-condicionado não funcionava, insetos voando na sala. Utilizávamos de modos pouco habituais para operar os pacientes”, relata, sob anonimato, um médico que atuou por anos na equipe de ortopedia da unidade.

Ele deixou o hospital devido à insatisfação com a estrutura e o atraso nos salários, e outros profissionais da área fizeram o mesmo. O departamento de ortopedia atua com equipe reduzida neste momento.

Com as condições precárias da unidade e os pagamentos atrasados, profissionais de diversas especialidades deixaram seus postos, e os que ficaram passaram a conviver com um novo contratempo: a falta de trabalhadores de diferentes departamentos médicos e a consequente sobrecarga de trabalho.

‘Um médico teve que, para operar, bater com um martelo em uma espécie de prego na perna do paciente, justamente para furar o osso porque nesse dia tinham acabado os perfuradores. E isso não aconteceu só uma vez’, relata denunciante

‘Um médico teve que, para operar, bater com um martelo em uma espécie de prego na perna do paciente, justamente para furar o osso porque nesse dia tinham acabado os perfuradores. E isso não aconteceu só uma vez’, relata denunciante

De acordo com o denunciante, em sua área eram realizadas cerca de cem cirurgias por mês – agora, não são mais feitas. “Os pacientes estão perdidos no mapa, coitados. Alguns acabam indo para o Hospital Geral de Guarulhos, outros vão para hospitais São Paulo, com a ajuda de algum familiar que mora lá”, conta.

O cenário é igualmente delicado ou até pior em outros hospitais de Guarulhos. À reportagem, funcionários e ex-funcionários descreveram as condições que encontraram nessas unidades:

Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso

Os problemas descritos sobre o HMU se repetem no HMPB (Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso), que passou por intervenção da prefeitura. A unidade, referência na região, enfrenta possivelmente o contexto mais crítico entre os relatos recebidos pela reportagem. Os profissionais que atuam ali sofreram recentemente com atrasos de salários – alguns não recebem há até seis meses –, do 13º, de cestas básicas, férias vencidas e não cumpridas.

A IDGT, OSS (Organização Social de Saúde) responsável pelo HMPB no período dos principais atrasos relatados, desligou-se oficialmente da administração do hospital em 20 de dezembro, e a gerência passou então para a Santa Casa de São Bernardo. Com a mudança, os médicos ficaram sem receber os pagamentos que faltavam, não conseguiram se comunicar com a organização que deixou a unidade e não serão ressarcidos nem pela atual administradora nem pela prefeitura.

‘Um médico teve que, para operar, bater com um martelo em uma espécie de prego na perna do paciente, justamente para furar o osso porque nesse dia tinham acabado os perfuradores. E isso não aconteceu só uma vez’, relata denunciante.

Também recorrentes são os problemas estruturais, como afirma uma médica que atuou ali por mais de dez anos – e se desligou do local devido à crise recente. Há relatos de episódios em que não havia ginecologistas nem obstetras para realizar os atendimentos, e grávidas em trabalho de parto chegavam ao pronto-socorro sem haver nenhum especialista para realizar o procedimento, que, em alguns casos, foi feito por médicos de cirurgia geral.

Além da escassez de profissionais, já que muitos deixaram a unidade por não receber o salário em dia, e da sobrecarga para os que restaram, segundo ela, faltam insumos e materiais básicos como luva, touca, gaze, algodão, cotonete, sabão, papel-toalha, fralda, absorvente, saco de lixo, material de limpeza, papel higiênico, álcool em gel, álcool liquido a 70%, copo descartável, equipamentos de bomba, e medicamentos como paracetamol, dipirona, vitaminas, hidrocortisona, entre outros citados.

“Presenciei cirurgias canceladas por falta de anestesista, anestesia ou equipamentos ortopédicos, outros insumos ou colchões aquecidos, e faxineiras sem produtos de limpeza, como cloro, panos descartáveis e sacos de lixo, limpando somente com água, incluindo o centro cirúrgico. Presenciei a falta de caixas de descarte, obrigando os colaboradores a jogar seringas e materiais infectantes em galões para encaminhar para coleta”, conta a profissional, em anonimato.

A falta de materiais e os atrasos de salário, relata a médica, eram comuns há pelo menos sete anos, na administração anterior, pela organização SPDM, mas pioraram após a troca para a IDGT, no início de 2020.

Ademais, recentemente o serviço de fonoaudiologia foi suspenso por falta de profissionais após a demissão e pedidos de demissão de todas as colaboradoras, com prejuízo nos atendimentos e na realização de testes de orelhinha e linguinha, que ganharam uma fila de espera ainda maior, e a unidade perdeu a referência de neurologia, mantendo pacientes no Cross para transferi-los a outros municípios.

Segundo a denunciante, desde que assumiu o hospital, em 2020, a IDGT nunca liberou férias para qualquer médico “celetista” (contratado via CLT), mesmo com a ciência de que alguns estavam com férias vencidas há mais de dois ou três anos. “Além disso, os médicos que solicitaram demissão não receberem as multas referentes, que deveriam ser o dobro do valor das férias”, relata.

Entre outros problemas trabalhistas, a médica ainda cita o atraso no pagamento de salário por mais de cinco meses a médicos contratados em regime de pessoa jurídica, o atraso de depósitos do FGTS, o não pagamento de plantões extras aos médicos que precisavam repor a ausência daqueles que decidiram sair e a não contratação de novos profissionais. Além disso, profissionais que pediram demissão não receberam as multas e verbas rescisórias por parte da IDGT, mesmo depois de ingressar com processo jurídico.

Com esse cenário, conta ela, houve redução de profissionais na escala, como ginecologistas, anestesistas, cirurgiões, pediatras, neonatologistas, clínicos, urologistas, neurologistas e ecocardiografistas, o que atrasou atendimentos e criou mais filas, desencadeando o cancelamento de cirurgias.

A IDGT permaneceu no hospital até o fim de 2021, quando a prefeitura realizou a intervenção na unidade e assumiu o controle da unidade por um mês, até a chegada da Santa Casa de São Bernardo. Segundo a médica, a nova empresa está solicitando a profissionais de diversos setores que visitem o departamento de recursos humanos para comunicar se vai contratá-los ou não.

Segundo a denunciante, nenhum médico celetista foi procurado para ser admitido pela nova empresa, que teria comunicado a médicos do corpo clínico que, na nova gestão, não contratariam médicos em regime de CLT, somente em regime de pessoa jurídica.

“Os médicos continuam trabalhando no hospital, sem saber como as coisas ficarão após o fim da intervenção. Desconhecemos os itens do contrato realizado entre a prefeitura e a Santa Casa de São Bernardo. São mais de 600 funcionários que não sabem se serão admitidos ou demitidos pela empresa antiga ou absorvidos pela ‘nova gestão’, trabalhando com ansiedade, medo e instabilidade”, relata.

Por fim, em relação a todas reclamações trabalhistas, entre atrasos e outros rendimentos não pagos, a Santa Casa de São Bernardo teria orientado os médicos a procurar seus direitos com a gestão anterior, da IDGT, pois seria ela quem deveria demitir e ressarcir os trabalhadores, e que a atual gestora não assumiria essas responsabilidades.

Outro médico, que atua como PJ no hospital, afirma que há anos os profissionais sofrem com os atrasos de pagamento, mas nunca tão longos como desta vez. “Em maio do ano passado começamos a ter atrasos que não foram pagos. Não sabemos o motivo. Cobrei várias vezes o doutor Carlos, nosso diretor, e ele não sabia o que estava acontecendo. Alguns médicos ficaram sem receber de junho em diante, e outros de agosto em diante. Desde então estamos sem receber. Não recebemos setembro, outubro, novembro, e em novembro a prefeitura assumiu”, conta ele, em condição de anonimato.

“A intervenção passou, foi embora e não recebemos nem o período da intervenção. Agora assumiu uma nova empresa, que até o momento não resolveu isso. Estamos com um problema sério de [falta de] médicos, que estão se demitindo e indo embora”, prossegue.

“O que os novos gestores disseram é que os médicos seriam contratados via PJ, e aqueles que eram CLT pela IDGT deveriam procurar ou processar a empresa para requerer as verbas, e que a Santa Casa não teria nenhum envolvimento com isso. É um caos, um desrespeito total”, afirma Gabriela Rodrigues, diretora de assuntos jurídicos do Simesp (Sindicato dos Médicos de São Paulo).

Hospital Municipal da Criança e do Adolescente de Guarulhos

O HMCA (Hospital Municipal da Criança e do Adolescente) de Guarulhos também esteve sob intervenção da gestão municipal e enfrentou os mesmos problemas das outras duas unidades. Em condição de anonimato, um médico da unidade enumerou as circustâncias que os profissionais que atuam ali vivenciam.

Devido a um suposto equívoco da IDGT, que administrava também esse hospital, os pagamentos dos plantões de setembro foram feitos de acordo com a planilha de julho; alguns profissionais receberam a menos, outros a mais, e os que chegaram ao HMCA depois, como o próprio denunciante, não receberam. Segundo ele, ficou acordado com o coordenador da organização de saúde que os médicos devolveriam os valores para serem pagos de maneira adequada, o que, mesmo após a devolução, não ocorreu.

“Desde então não tivemos mais notícias sobre esse pagamento. A OS quarteirizada, que deveria nos pagar, que era a empresa contratada pela OS contratada pela prefeitura, não nos pagou ainda”, conta o médico. A partir do atraso, relata ele, o coordenador da OS parou de responder [às cobranças deles], até que souberam que o problema estava se repetindo com os profissionais de outras especialidades do hospital, e que alguns estavam há ainda mais tempo sem receber.

Dali em diante, o contato passou a ser com a prefeitura, que, segundo o denunciante, teria assegurado o pagamento dos plantões da segunda quinzena de novembro em diante, mas não dos atrasados anteriormente – esses, segundo a gestão, ainda seriam de responsabilidade da OSS.

 “E assim a prefeitura lavou as mãos. No começo de dezembro, pela falta de pagamento, foi quando os colegas começaram a deixar os plantões. Em dezembro, quase toda a equipe parou, porque somos profissionais e precisamos receber pelo nosso trabalho, temos família”, afirmou o médico, que relatou ter se impressionado com a falta de informações e de transparência na contratação.

“O método de contratação é aleatório, nunca assinei um contrato. Não sabemos se somos celetistas ou terceirizados. Não era PJ nem RPA (recibo de pagamento autônomo). Simplesmente falavam para ir dar o plantão e depositavam o dinheiro na conta no mês seguinte. E isso me incomoda muito. Perguntei se precisávamos emitir nota, e nunca me responderam”, diz.

O trabalho também era prejudicado diante da alta rotatividade de profissionais em razão da insegurança de contratação, segundo ele: “É difícil os colegas quererem trabalhar lá. Com outras especialidades acontecia a mesma coisa, sem médicos todos os dias. Era sempre gente nova começando. O pessoal não parava no hospital, e várias pessoas sem experiência. A rotatividade denota um serviço que não está muito bem organizado”.

Após a intervenção da prefeitura, a unidade passou a ser administrada desde 21 de dezembro pela organização Beneficência Hospitalar Cesário Lange.

UPA Taboão – Guarulhos

Na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Taboão, no Jardim Paraíso, o cenário é parecido com o dos três hospitais.

Juliana Salles, diretora do Simesp, afirma que na unidade os médicos – todo celestistas – também estão com os salários atrasados.

Eles deveriam receber em 20 de dezembro os pagamentos referentes a novembro, que até agora não foram efetuados.

Há, ainda, outros profissionais que, conforme saíram da escala, não receberam o salário referente aos trabalhos de setembro.

Além dos problemas financeiros, a UPA carece de medicamentos e insumos, passando por falhas no provisionamento desses remédios, explica a diretora do sindicato.

“Eles não preparam a quantidade necessária a um determinado período. É como se, em casa, você sabe que gasta 2 kg de açúcar por dia, mas compra só 1 kg para o próximo dia e fica com ele, segurando, para tentar usar só um por dia. E é o que ocorre na unidade: não há um adequado provisionamento dos insumos e medicações”, afirma ela.

A reportagem tentou contato com profissionais da unidade, que optaram por não falar.

Posicionamentos

O R7 procurou todas as organizações sociais citadas e a Prefeitura de Guarulhos e solicitou um posicionamento a respeito das denúncias relatadas na reportagem. Somente a gestão municipal e a Santa Casa de Birigui responderam.

Prefeitura de Guarulhos

Por meio de sua Secretaria da Saúde, a prefeitura enviou uma resposta sobre cada unidade:

Hospital Municipal de Urgências

Segundo a prefeitura, “não há constatação de falta de insumos ou medicamentos que possa afetar a assistência à população” no hospital, hoje administrado pela OSS Dom Saúde, e o quadro de profissionais contempla o plano de trabalho, porém, com um significativo aumento de demanda no último mês e o afastamento de profissionais, em maior pela Covid-19. “Destaca-se que a referida OSS ao assumir o hospital constatou que havia 15 leitos que estavam desativados por falta de camas e prontamente conseguiu disponibilizar para uso”, prossegue a nota. Por fim, a gestão nega os problemas relatados com a enfermaria e a falta de iluminação no centro cirúrgico.

Hospital Municipal da Criança e do Adolescente

Acerca do HMCA, a prefeitura afirma que realizou a intervenção em novembro, em regime de 24 horas por dia, para assegurar a assistência à população. A gestão relata ter constatado “o descumprimento de cláusulas contratuais, algumas que inclusive tiveram como consequência a aplicação de penalidades”, e que a fiscalização não registrou “falta de insumos, medicações que possa afetar a assistência à população”. A secretaria informa que, sobre os equipamentos danificados, notificou a OSS e está em processo de cotação para os reparos e manutenções dos equipamentos, e que “a maior parte dos problemas são estruturais”. O quadro de profissionais também está dentro do previsto, segundo a gestão, mas, como no HMU, “a demanda de atendimento substancialmente em todos os serviços de saúde”.

Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso

No caso do HMPB, a intervenção da prefeitura também constatou o descumprimento de cláusulas contratuais, “algumas que inclusive tiveram como consequência a aplicação de penalidades”. A fiscalização identificou a falta de insumos e medicações, oficiando a OSS responsável – “aguardamos esclarecimentos quanto à regularização”. Como a atual gestora não possui responsabilidade sobre os pagamentos dos salários atrasados, prossegue a nota, a prefeitura realiza “tratativas através de processo administrativo para a regularização dos dias em questão junto à OSS anterior, bem como o que couber à prefeitura será devidamente regularizado”.

UPA Taboão

Sobre a UPA Taboão, a prefeitura afirma que não há informações sobre verbas salariais pendentes, mas que oficiou a OSS responsável (Instituto de Saúde Nossa Senhora de Vitória) para prestar esclarecimentos.

Santa Casa de Birigui

A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Birigui, responsável pela gestão do HMU até o ano passado, relata que o contrato – de R$ 5.741.935,48 mensais – havia sido assinado em 2018, mas que somente em abril de 2020 a prefeitura assinou com a Santa Casa o contrato definitivo para ser executado em 60 meses, com valor anual de R$ 381.867.940.

Porém, segundo a organização, “a administração municipal iniciou a retirada da Santa Casa, que culminou em setembro de 2021 com o rompimento do contrato com a mesma e a sub-rogação de diretos a outra organização social”, deixando em aberto um crédito de aproximadamente R$ 10 milhões. A quantia está sendo cobrada judicialmente, conclui a empresa.

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