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SENADO

BrasilPolítica

CPMI do 8 de Janeiro é instalada no Congresso com acordo para presidência e relatoria

por Redação 25 de maio de 2023

O Congresso instalou nesta quinta-feira (25) a comissão mista parlamentar de inquérito (CPMI) para apurar os ataques do 8 de Janeiro. A maioria fechou acordo para eleger os líderes dos trabalhos. O deputado Arthur Maia (União-BA) é o indicado para a presidência da CPMI, ficando a 1ª vice-presidência com o senador Cid Gomes (PDT-CE) e a 2ª vice-presidência com Magno Malta (PL-ES). Já a relatoria fica com a senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

Durante a sessão, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) pediu a palavra como líder, mesmo sendo vice-líder, para questionar a indicação de Eliziane, argumentando que a senadora “é amiga íntima do ministro Flávio Dino, um dos investigados pela CPMI”.

A oposição tenta enquadrar Dino e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como responsáveis pela invasão dos prédios públicos em 8 de janeiro, sustentando ter provas que mostram que a gestão federal foi omissa e não tentou impedir a entrada dos vândalos.

Já o governo quer mirar no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados como responsáveis por incitar apoiadores a questionarem o resultado das urnas e, em um ato extremo, terminarem depredando os prédios dos Três Poderes.

Fonte: r7

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Política

Senado fará esforço concentrado para votar MPs; maioria ainda precisa passar pelas comissões

por Redação 22 de maio de 2023

O Senado começa nesta semana um esforço concentrado para votar todas as medidas provisórias (MPs) pendentes e para analisar a indicação das autoridades que vão representar o Brasil em funções diplomáticas no exterior. No Congresso, há 15 MPs com prazo final em junho, mas apenas duas chegaram para a apreciação dos senadores.

O principal debate é sobre a medida provisória 1.147/2022, conhecida como MP do Perse — Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos. A iniciativa foi criada para promover isenções à área, impactada pela pandemia da Covid-19.

Parlamentares querem barrar o trecho da proposta que aumenta a verba da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) a partir da transferência de 5% dos recursos do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

Caso haja mudança no texto, a MP precisará voltar para análise da Câmara. A base governista tenta evitar isso, já que a medida perde a validade em 31 de maio.

Ainda que tenha sido editada pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), a atual gestão tem interesse na manutenção da iniciativa, porque foram inseridas no texto outras ações do Executivo. Entre elas está a desoneração dos combustíveis e a exclusão do ICMS dos créditos de PIS/Cofins.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já revelou que, “no diálogo com senadores, há uma tendência de suprimir o trecho”. Caso o ponto seja apenas retirado e não alterado, o texto não volta para a Câmara. O governo articula resolver a questão do recurso para a Embratur posteriormente, com a edição de uma nova medida provisória ou um decreto.

A outra MP que já está no Senado e será analisada na próxima semana é a 1.153/2022. Ela foi aprovada na Câmara na forma de um texto substitutivo que retomou a aplicação de multa para motorista profissional que não realizar o exame toxicológico e alterou a contratação de seguros de carga. A expectativa é que essa discussão tenha menos atritos.

Pendentes de envio
Das 15 medidas provisórias que perdem a validade até junho, três estão pendentes de análise no plenário da Câmara e dez estão em debate nas comissões mistas — ou seja, ainda precisam passar por votação das duas Casas.

“Várias medidas provisórias vencerão no fim de maio e início de junho. Vamos dedicar todo o esforço para apreciar e aprovar todas as medidas provisórias. Na semana que vem, deveremos ter oito autoridades sabatinadas pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e apreciadas no plenário”, afirmou Pacheco.

A MP 1.154/2023 perde o prazo em 1º de junho e ainda está nas comissões. Ela foi editada no primeiro dia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e redefiniu a estrutura da Esplanada dos Ministérios.

Desse rol de pendências de análise, a MP 1.150/2022, conhecida como MP da Mata Atlântica, não retorna para o Senado. Isso porque a matéria já foi analisada pelos senadores e, como houve mudanças no texto, os deputados decidem se mantêm ou não as alterações. No entanto, várias emendas que chegaram da Câmara e que afrouxavam as ações de preservação da mata atlântica foram impugnadas e excluídas no Senado, o que impede que sejam incluídas novamente durante a nova votação na outra Casa.

Confira as MPs com vencimento até junho que ainda precisam ser enviadas ao Senado:

Nas comissões mistas

  • MP 1.154/2023: estabelece a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios;
  • MP 1.155/2023: complementa o Programa Auxílio Brasil e o Auxílio Gás;
  • MP 1.156/2023: extingue a Fundação Nacional de Saúde (Funasa);
  • MP 1.157/2023: reduz alíquotas de tributos incidentes sobre os combustíveis;
  • MP 1.158/2023: altera controle administrativo do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf);
  • MP 1.159/2023: exclui ICMS da base de cálculo dos créditos do PIS/Pasep e da Cofins;
  • MP 1.160/2023: restabelece o voto de qualidade do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf);
  • MP 1.161/2023: altera lei que cria o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI);
  • MP 1.162/2023: recria o programa Minha Casa, Minha Vida;
  • MP 1.163/2023: altera alíquotas de contribuições sobre os combustíveis.

No plenário da Câmara dos Deputados

  • MP 1.164/2023: retoma o programa Bolsa Família;
  • MP 1.144/2022: abre crédito extraordinário para o atendimento de despesas do Fundo do Regime Geral de Previdência Social;
  • MP 1.150/2022: dispõe sobre prazo para adesão aos Programas de Regularização Ambiental — PRAs e altera lei sobre proteção da vegetação nativa.

Fonte: r7

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EconomiaPolítica

Senadores não querem que novo marco fiscal tramite em regime de urgência

por Redação 19 de maio de 2023

O projeto com as novas regras fiscais ainda não foi votado pela Câmara, mas senadores já articulam levar a discussão para dentro das comissões temáticas antes de seguir para o plenário. Esse pedido foi feito por partidos da oposição e independentes ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), durante reunião de líderes dessa quinta-feira (18).

A ideia seria que, diferente da Câmara, onde foi aprovada a tramitação em regime de urgência, no Senado o texto passe por pelo menos uma comissão. “Acredito que a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), mas isso quem decide é Pacheco”, disse o líder do PDT no Senado, Cid Gomes (CE), após dizer que “aparentemente houve ciência do presidente” do Senado ao pedido de análise pelo rito tradicional.

O senador Izalci Lucas (DF), líder do PSDB, trabalha para que o relatório passe tanto pela CAE quanto pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). “Não dá para pegar uma matéria de tamanha importância como essa e jogar direto para o plenário”, declarou.

Izalci argumenta que há vários pontos que precisam ser esclarecidos e modificados, elencando a necessidade de estabelecer medidas mais rígidas para os gestores que descumprirem com as metas fiscais. “Espero que a Câmara promova modificações. Chegando aqui, também vamos discutir”, completou.

A indicação, no entanto, é que o relatório do deputado Cláudio Cajado (PP-BA) não sofra alterações durante a votação no plenário. O acordo entre a base do governo e outros partidos que apoiam a proposta é para que, caso haja mudança, as emendas sejam acordadas com a maioria e incluídas antes da votação.

Parte da base quer uma regra mais maleável para permitir investimentos e programas sociais. Outra ala sinaliza aceitar medidas mais duras visando alcançar as metas fiscais, mas todos são contra à criação de penalidades em caso de descumprimento.

Mesmo se opondo à proposta das novas regras fiscais, o senador Oriovisto Guimarães (PR), líder do Podemos, disse acreditar ser “muito difícil no Senado haver alterações do projeto”. “Já existe conversa com o presidente Pacheco e líderes partidários e a tendência é que seja aprovado”, completou.

O texto só vai para o Senado depois que for aprovado na Câmara. O acordo entre os deputados é para votar na próxima quarta-feira (24) e a expectativa é de aprovação.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Senadores querem ouvir presidente da Petrobras sobre mudança na política de preços da estatal

por Redação 16 de maio de 2023

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, deve ir à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar o fim da paridade dos preços do petróleo com o dólar e o mercado internacional (veja evolução abaixo). A medida foi anunciada pela estatal nesta terça-feira (16). A audiência pública não teve data definida.

O requerimento foi proposto pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Segundo ele, nenhuma empresa pode funcionar nem à base de preços excessivos, que arrochem o consumidor, muito menos com preços subdimensionados, que destruam a companhia. “O Brasil já vivenciou os dois extremos. O que queremos é confirmar que a intenção da Petrobras agora é funcionar como uma empresa eficiente e qualificada”, afirmou o parlamentar.

A política de preço de paridade internacional (PPI) estava vigente havia mais de seis anos. Com a mudança, a Petrobras deixa de ter referências externas como base principal para os reajustes. A medida atrelava os valores dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo.

Dessa forma, a gasolina ficará R$ 0,40 por litro mais barata nas refinarias a partir desta quarta-feira (17). A redução é de 12,6%. Por sua vez, a queda no diesel será de R$ 0,44 por litro (-12,8%). No gás de cozinha, a diminuição é de R$ 8,97 por botijão de 13 kg (-21,3%).

O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou que foi “surpreendido” pelo anúncio da Petrobras, mas ressaltou que o convite a Prates para ir à comissão não tem caráter “punitivo”.

“É uma audiência informativa, e a CAE precisa se informar sobre a política econômica do país. Não coloco essa audiência como alguma medida punitiva. Pelo contrário, apenas informativa”, afirmou.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

‘Não existe liberdade de expressão para cometimento de crimes’, diz Dino ao defender PL das Fake News

por Redação 9 de maio de 2023

O ministro da Justiça, Flávio Dino, defendeu, nesta terça-feira (9), o projeto de lei 2.630/2020, conhecido como PL das Fake News, e reafirmou a defesa da regulação das redes sociais sob o argumento de que “não existe liberdade de expressão para cometimento de crimes”. O ministro ainda classificou de “chantagem” a pressão das chamadas big techs para barrar a tramitação do texto na Câmara dos Deputados.

“O setor de rádio é regulado, o setor de televisão é regulado, a farmácia é regulada, banco também. Por que só as plataformas tecnológicas não podem ter regulação?”, questionou Dino, em audiência da Comissão de Segurança Pública do Senado.

E continuou: “Quem deu essa imunidade jurídica a cinco empresas que querem controlar o pensamento, a arte, a cultura, a política, a economia e os negócios? Essa é a imunidade do poder financeiro? É óbvio que tem que ter regulação”.

O PL das Fake News tramitava em regime de urgência na Câmara dos Deputados, mas o relator do projeto, Orlando Silva (PCdoB-SP), pediu o adiamento da votação da proposta, na terça-feira (2), por causa das divergências no texto.

Diante do impasse, os líderes dos partidos chegaram a cogitar a votação apenas de alguns pontos do projeto, para facilitar a aprovação.

Em linhas gerais, o projeto cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet e é um primeiro passo para a regulamentação das redes sociais e dos buscadores de internet. O texto prevê regras de uso, gestão e punição em caso da divulgação de notícias falsas.

Troca de farpas com a oposição
O ministro protagonizou troca de farpas com senadores da oposição em diversos momentos da audiência pública. Ao responder a uma lista de perguntas feitas por Sergio Moro (União-PR) sobre a agenda do Ministério da Justiça, Dino provocou o ex-juiz ao dizer que nunca teve “sentença anulada”.

Essa foi uma referência à anulação da sentença condenatória proferida por Sergio Moro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no âmbito da Operação Lava Jato.

Moro não gostou do comentário e acusou Dino de responder às perguntas com sarcasmo. “Deboche eu não concordo. Sei que na minha gestão no MJ a gente reduziu os assassinatos em 20%, coisa que não vi ainda. Eu não tratei com deboche o ministro, peço respeito”, afirmou.

Em outro momento, Dino foi questionado pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES) sobre os atentados do 8 de Janeiro. Segundo o parlamentar, o ministro da Justiça assistiu à vandalização das sedes dos Três Poderes pela janela do gabinete do Ministério da Justiça.

Dino respondeu que o senador havia editado trechos de entrevistas para pescar “contradições inexistentes”. “Eu não estava lá, eu fui avisado e cheguei lá. E é claro que o presidente Lula sabia [que as sedes dos Poderes estavam sendo vandalizadas] porque eu telefonei e avisei.”

“Não precisa o senhor ir para a porta do Ministério da Justiça fazer vídeo de internet porque, se o senhor é da Swat, eu sou dos Vingadores. O senhor conhece o Capitão América? O Homem-Aranha?”, disse o ministro.

O senador pelo Espírito Santo é militar da reserva e atuou no 38º Batalhão de Infantaria do Exército. Ele se elegeu parlamentar depois de usar credenciais de que teria participado de treinamentos em instituições como Swat, Nasa e FBI, nos Estados Unidos.

Ao ser repreendido pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE) sob a acusação de ser debochado, Dino reagiu: “Riso não é crime. Se querem debater comigo, debatam. Ou querem que eu ouça tudo calado? Venho todas as vezes, mas não me peçam que eu venha calado porque não posso renunciar ao meu direito de responder”.

Fonte: r7

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