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São Paulo começa amanhã a vacinar todas as crianças de 6 meses a 2 anos contra Covid-19

por Redação 1 de fevereiro de 2023

A vacinação de crianças de 6 meses a 2 anos contra a Covid-19 começa nesta quinta-feira (2) em São Paulo (SP). Depois de priorizar meninos e meninas com comorbidades, amanhã todas as crianças nessa faixa etária poderão ser imunizadas — basta os pais ou responsáveis as levarem a um posto de saúde.

As doses para esse público-alvo começaram a ser enviadas à rede de vacinação da cidade na manhã desta quarta-feira (1º).

Ao todo, a capital paulista pretende vacinar 367.439 crianças na faixa etária de 6 meses a 2 anos, 11 meses e 29 dias, de acordo com levantamento da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados).

Além dos bebês, crianças de 5 a 11 anos que já receberam as duas primeiras doses do imunizante poderão tomar o reforço. O público dessa faixa etária que pode receber a terceira dose é estimado em 812.426 crianças.

Até agora, os postos de saúde da cidade de São Paulo já aplicaram 1.082.827 de primeiras doses contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos — com cobertura de 100%. No caso da segunda dose, foram 904.866 aplicações, com cobertura de 83,5%.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, os programas Nacional e Estadual de Imunizações enviaram novos lotes com um total de 768 mil doses de vacinas contra a Covid-19, entre Pfizer Baby e Pediátrica, para a capital, na noite da terça-feira (31).

Até ontem, 32.019 crianças de 6 meses a 2 anos com comorbidades, deficiência permanente, indígenas, além do público geral dessa faixa etária presentes na “xepa”, receberam doses do imunizante (24.810 de primeira dose e 7.209 de segunda).

Serviço: vacinação de crianças de 6 meses a 2 anos contra a Covid-19
Local: UBS (Unidades Básicas de Saúde) e AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais)/UBSs Integradas
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h (nas AMAs/UBSs Integradas aos sábados, também das 7h às 19h)
Encontre a unidade de saúde mais próxima da sua casa.

Vacinação em São Paulo (SP)
Ao todo, a cidade de São Paulo já aplicou 37.175.745 doses de imunizantes contra a Covid-19 desde o início da vacinação. Desse total, 12.144.396 pessoas receberam a primeira vacina e 11.507.451 completaram com a segunda dose. Desse número, 367.511 tomaram a dose única.

Além disso, já foram aplicadas em toda a população elegível 8.361.813 primeiras doses adicionais, 4.528.573 segundas doses adicionais e 266.001 terceiras doses adicionais.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Governo anuncia datas de início das campanhas nacionais de vacinação em 2023

por Redação 1 de fevereiro de 2023

O Ministério da Saúde divulgou, na noite de terça-feira (31), as datas das campanhas de vacinação contra Covid, gripe e outras doenças no ano de 2023.

Estão previstas ações entre fevereiro e maio, que incluem diversos grupos prioritários, além da imunização de crianças a adolescentes com vacinas que fazem parte do calendário.

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Reforço Covid
A partir de 27 de fevereiro, o ministério vai liberar a aplicação da dose de reforço atualizada contra a Covid-19 da Pfizer.

Poderão ser vacinados todos aqueles que tiverem pelo menos duas doses anteriores e façam parte de um dos seguintes grupos:

• Indivíduos com mais de 60 anos;
• Gestantes e puérperas;
• Pacientes imunocomprometidos;
• Pessoas com deficiência;
• Residentes de instituições de longa permanência;
• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
• Profissionais da saúde.

O governo comprou 52 milhões de doses que, segundo o ministério, são suficientes para vacinar todos os brasileiros dos grupos acima.

No mês de março, o governo vai focar esforços para completar o esquema vacinal de todos com mais de 12 anos contra a Covid-19, além de intensificar a vacinação de crianças e adolescentes.

Para este último grupo, planejam-se mobilizações na comunidade escolar, desde a educação infantil até o ensino médio, com duas semanas de atividades de orientação e comunicação com estudantes, pais e responsáveis.

Gripe
A vacinação de grupos prioritários contra a gripe começará em abril para o seguinte público-alvo:

• Pessoas com mais de 60 anos;
• Adolescentes em medidas socioeducativas;
• Caminhoneiros e caminhoneiras;
• Crianças de 6 meses a 4 anos;
• Forças Armadas;
• Forças de Segurança e Salvamento;
• Gestantes e puérperas;
• Pessoas com deficiência;
• Pessoas com comorbidades;
• População privada de liberdade;
• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
• Professoras e professores;
• Profissionais de transporte coletivo;
• Profissionais portuários;
• Profissionais do Sistema de Privação de Liberdade;
• Trabalhadoras e trabalhadores da saúde.

Multivacinação
Em maio, será a vez da campanha de multivacinação contra o sarampo e a poliomielite nas escolas. Assim como a ação da Covid-19, haverá orientação e atividades de mobilização.

“O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, o objetivo é retomar os altos percentuais de proteção”, diz o Ministério da Saúde em comunicado.

A cobertura vacinal da pólio, por exemplo, ficou abaixo de 75% em 2022.

“A gente tem o maior programa de imunização do mundo e sempre fomos exemplo. A comunicação, sem dúvida, será fundamental para que possamos recuperar a confiança nos imunizantes”, complementa em nota a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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OMS decide manter nível máximo de alerta para pandemia de Covid

por Redação 30 de janeiro de 2023

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decidiu, nesta segunda-feira (30), manter o nível máximo de alerta para a pandemia da Covid-19, exatamente três anos depois de ter declarado a doença como urgência de saúde pública internacional.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, seguiu as recomendações do comitê de urgência sobre a Covid-19, composto de diversos especialistas, que se reuniram na última sexta-feira, de acordo com comunicado divulgado hoje.

“O diretor-geral da OMS concorda com o conselho oferecido pelo comitê em relação à pandemia de Covid-19 em andamento e determina que o evento continua a constituir uma emergência de saúde pública de interesse internacional. O diretor-geral reconhece as opiniões do comitê de que a pandemia de Covid-19 provavelmente está em um ponto de transição e agradece ao conselho do Comitê de navegar cuidadosamente por essa transição e mitigar as possíveis consequências negativas”, diz a nota oficial.

Tedros Adhanom também destacou o avanço no combate à doença. “Enquanto entramos no quarto ano da pandemia, não há dúvidas de que estamos numa situação muito melhor do que há um ano, quando a onda da Ômicron atingiu o pico”, disse.

“Mas, desde o começo de dezembro, os reportes semanais de mortes mostraram aumento. Nas últimas oito semanas, mais de 170 mil pessoas perderam sua vida para a Covid-19. E isso se refere apenas às mortes registradas; sabemos que o número real de óbitos é muito maior”, completou.

O diretor-geral da OMS admitiu que não se pode “controlar o vírus da Covid-19”, mas assegurou que é possível identificar vulnerabilidades nas populações e nos sistemas de saúde. “Isso significa vacinar 100% dos grupos de risco, significa ampliar o acesso a testes e o uso de antivirais, significa tomar medidas específicas do contexto de quando houver um aumento nos casos, significa manter e expandir parcerias entre laboratórios e, por fim, significa lutar contra as notícias falsas”, advertiu.

Emergência de saúde pública internacional
A OMS declarou a Covid-19 uma emergência de saúde pública internacional exatamente no dia 30 de janeiro de 2020 e, a cada três meses, se reúne para reavaliar a situação.

No fim do ano passado, a agência sanitária afirmou ter a expectativa de que pudesse encerrar as emergências de Covid-19 e mpox neste ano.

Até agora, conforme os números oficiais da organização, houve 669 milhões de casos da doença em todos os países que disponibilizam dados, sendo que mais de 67,8 milhões de pessoas não resistiram às consequências da Covid-19.

No Brasil, são mais de 36 milhões de casos e quase 700 mil mortes desde o início da pandemia. Os dados mais recentes, divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram que a doença matou 3.938 pessoas em dezembro, com média de 131 a cada dia.

A doença ainda está longe de ser um problema solucionado no país e no mundo, o que é motivo de preocupação da OMS. A avaliação do comitê não depende de critérios fixos e preestabelecidos, mas de uma interpretação dos especialistas de acordo com os dados mais recentes de números de casos, mortes, vacinas e novas variantes.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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SUS aplicará vacina atualizada contra a Covid-19; saiba quem pode tomar

por Redação 26 de janeiro de 2023

O diretor do Departamento de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, anunciou nesta quinta-feira (26) que o SUS (Sistema Único de Saúde) aplicará, a partir de 27 de fevereiro, a vacina atualizada da Pfizer contra a Covid-19.

Durante a 1ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite de 2023 — que envolve chefes das equipes de saúde da União, estados e municípios —, o representante do Ministério da Saúde apresentou o esquema da campanha de imunização contra a Covid que será lançada em breve.

O reforço com a vacina bivalente da Pfizer, que oferece proteção específica contra a variante Ômicron do coronavírus, será destinado a grupos prioritários estabelecidos pelo governo. A exigência é que a pessoa tenha tomado ao menos duas doses dos imunizantes disponíveis até então.

A vacinação será escalonada, assim como acontece com a injeção da gripe anualmente, no seguinte esquema:

• Fase 1: pessoas maiores de 70 anos, residentes de instituições de longa permanência, indivíduos imunocomprometidos, moradores de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas;

• Fase 2: pessoas de 60 a 69 anos;

• Fase 3: gestantes e puérperas;

• Fase 4: Profissionais da saúde;

O governo conseguiu, segundo Gatti, garantir 49 milhões de doses da vacina atualizada para cobrir esses grupos. A meta é vacinar 90% dessa população.

“A ideia é garantir vacinação de reforço com bivalente para os grupos prioritários logo agora no começo do ano. São justamente as pessoas que têm maior risco de se expor e de morrer por Covid-19”, disse o diretor.

Além do reforço com o imunizante bivalente, o governo vai usar a campanha para aumentar a cobertura vacinal de indivíduos que não completaram o esquema primário.

Atualmente, pessoas até 40 anos podem tomar uma dose adicional. Para quem tem mais de 40 anos, estão liberadas duas doses.

Todas essas são feitas com vacinas monovalentes, de primeira geração (Pfizer, Janssen e AstraZeneca). A CoronaVac chegou a ser usada em adultos no início da campanha, em 2021, mas não está mais disponível.

Vacina da Covid-19 para crianças
Outro foco do Departamento de Imunizações é a vacinação de crianças contra a Covid-19. Para isso, o ministério começará a distribuição aos estados de 8,5 milhões de doses da vacina Pfizer Baby (6 meses a 4 anos) e de 9,2 milhões de vacinas pediátricas da Pfizer (5 a 11 anos).

Em outra frente, o ministério comprou todo o estoque disponível de CoronaVac do Instituto Butantan, um total de 2,6 milhões de doses, das quais cerca de 750 mil já foram distribuídas. Essa vacina pode ser aplicada em crianças de 3 a 11 anos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Guarulhos amplia vacinação com Pfizer Baby para crianças entre três e quatro anos

por Redação 12 de janeiro de 2023

A partir desta sexta-feira (13) a Prefeitura de Guarulhos amplia a vacinação com o imunobiológico Pfizer Baby contra a covid-19 para crianças entre três e quatro anos, que até o momento estavam sendo imunizadas somente com a vacina Coronavac. A recomendação se dá devido à baixa procura do público-alvo, que até esta quinta-feira era de seis meses a três anos de idade. Agora, pais ou responsáveis devem levar crianças entre seis meses e quatro anos até um dos 21 polos para garantir a proteção.

Para que a criança seja vacinada basta apresentar documento com foto e carteirinha de vacinação. Os polos em que o imunobiológico está disponível são o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Fortaleza, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga e Jandaia. Os endereços das UBS podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema vacinal primário é composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira aplicação. Vale destacar que somente crianças entre seis meses e três anos devem receber as três aplicações da mesma vacina, a Pfizer Baby. Crianças entre três e quatro anos podem receber tanto o imunobiológico Pfizer Baby quanto a Coronavac entre as doses administradas.

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GuarulhosSaúde

Vacinas bivalentes reduzem em 81% o número de internações de idosos acima de 65 anos

por Redação 10 de janeiro de 2023

As vacinas contra a Covid-19 adaptadas para a variante Ômicron reduziram o número de hospitalizações pela doença de idosos acima de 65 anos em 81%, segundo pesquisa realizada em Israel, país pioneiro na campanha de vacinação durante a pandemia.

O ensaio, focado nos imunizantes atualizados da Pfizer, descobriu que essas vacinas também reduziram em 86% o risco de morte nessa faixa etária. Essa é a primeira avaliação em larga escala do mundo da dose bivalente da vacina contra a Covid-19.

A pesquisa foi liderada pelo médico israelense Ronen Arbel, pesquisador do Sapir College, e publicada na Social Science Research Network (SSRN), com base em dados da aplicação em Israel.

De acordo com Arbel, se for contado apenas um óbito por Covid entre as pessoas que receberam o reforço contra a Ômicron, a efetividade contra a mortalidade é considerada um indicador menos confiável do que as estatísticas sobre hospitalizações.

Embora o estudo se concentre nas vacinas da Pfizer, as autoridades de saúde estão otimistas com as novas doses da Moderna, já que ela emprega uma tecnologia semelhante.

O estudo chamou os reforços bivalentes de “uma ferramenta eficaz e essencial” para reduzir os riscos de morte e doença entre os idosos.

Para esse estudo, foram analisados dados anônimos de mais de 500 mil pessoas que fazem parte do Clalit — agência de seguros de Israel — com mais de 65 anos que receberam as primeiras vacinas contra a Covid-19.

Doron Netzer, chefe do departamento de medicina de Clality e também autor do estudo, disse que a pesquisa é “encorajadora”, uma vez que a vacina bivalente foi introduzida com dados limitados de sua eficácia.

“A vacina foi aprovada pela Food and Drug Administration dos EUA em um procedimento de emergência, sem estudos de eficácia em relação à prevenção de doenças graves. Portanto, havia incerteza no mundo sobre sua utilidade”, disse ele.

“Os resultados do estudo que conduzimos mostram inequivocamente que a vacina contra a Ômicron está significativamente associada à redução do risco de mortalidade por hospitalizações e mortalidade pelo coronavírus, incluindo muitas das cepas atuais dessa variante”, acrescentou ele em declarações à mídia israelense.

O Brasil recebeu 7,4 milhões de doses de vacinas bivalentes da Pfizer até dezembro de 2022 e, até o fim do primeiro trimestre deste ano, deve receber mais 69 milhões de imunizantes.

A secretária de Vigilância de Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou em entrevista coletiva na última sexta-feira (6) que negocia a antecipação dos lotes com a farmacêutica.

Além disso, Ethel informou que deve incluir no calendário anual de vacinação dos idosos o imunizante contra a Covid-19.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Ministério da Saúde compra 750 mil novas doses de Coronavac

por Redação 7 de janeiro de 2023

O Ministério da Saúde confirmou, nesta sexta-feira (6), a compra de mais 750 mil doses de vacinas Coronavac, produzidas pelo Instituto Butantan.

Segundo nota divulgada pela pasta, um novo contrato deve ser assinado nos próximos dias, garantindo a compra de 2,6 milhões de doses no total. As primeiras remessas devem ser entregues já na próxima semana.

“As primeiras doses devem ser distribuídas a todos os estados e Distrito Federal para dar continuidade a vacinação de crianças de 3 a 11 anos. A pasta segue em tratativas com os laboratórios para garantir mais imunizantes para o público infantil o mais breve possível”, informou o Ministério da Saúde.

A vacinação infantil contra a Covid-19 foi suspensa em diversas cidades do país, nas últimas semanas, devido à falta de doses. A Prefeitura de Belo Horizonte, por exemplo, informou, no dia 4 deste mês, que a última vez que a cidade recebeu um carregamento do Ministério da Saúde foi em 21 de novembro de 2022.

Uma pesquisa feita pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), em dezembro do ano passado, mostrou que pelo menos uma em cada cinco cidades brasileiras relatou falta de doses para vacinar crianças de 3 a 11 anos contra a Covid-19.

O levantamento indicou ainda que a maioria teve aumento de casos da doença e de procura por testes e volta da recomendação do uso de máscara.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Governo tenta antecipar mais de 7 milhões de doses para continuar vacinação infantil contra a Covid

por Redação 6 de janeiro de 2023

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou nesta sexta-feira (6) que a pasta negocia com a farmacêutica Pfizer a possível antecipação de pedidos de 7,7 milhões de doses de vacinas pediátricas contra a Covid-19.

“A gente herdou o contrato passado da Pfizer. Nós não temos doses agora, a previsão é de entrega no final de janeiro. Vamos negociar para tentar antecipar”, afirmou Ethel em entrevista coletiva.

Ainda no fim de 2022, o Ministério da Saúde informou detalhes sobre a compra de mais de 60 milhões de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer, atingindo um total de 150 milhões, dos quais 81 já foram entregues no ano passado.

Para 2023, até o segundo trimestre, 69 milhões de doses remanescentes devem ser entregues. Esse número inclui vacinas bivalentes (protegem contra a cepa original e a Ômicron), para pessoas acima de 12 anos, e imunizantes monovalentes (protegem contra a cepa original), para crianças de 6 meses a 11 anos.

Não há estoque disponível neste momento para duas faixas etárias pediátricas: de 6 meses a 4 anos, e de 5 a 11 anos.

Segundo Ethel, são 3,2 milhões de doses esperadas para o primeiro grupo, e outros 4,5 milhões para o segundo.

No fim de dezembro, o Ministério da Saúde liberou a vacinação para crianças de 6 meses a 4 anos sem comorbidades.

Já no começo da nova gestão, foi autorizada também a dose de reforço para o público de 5 a 11 anos.

Entretanto, a falta de imunizantes da Pfizer, o único utilizado para essas duas finalidades, trava o avanço da vacinação.

Está também nos planos do ministério uma campanha para que maiores de 12 anos completem o esquema vacinal, incluindo a dose de reforço.

De acordo com Ethel, cerca de 80% da população completou o esquema inicial, com duas doses, mas o reforço não chega a 50% de cobertura.

O momento exige atenção, na avaliação do ministério, pois a variante XBB.1.5, também chamada de Kraken, já circula no Brasil. Esta foi classificada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como a mais transmissível já detectada até agora.

Todavia, ainda não há indícios de que ela provoque quadros mais graves de Covid-19 em indivíduos completamente vacinados.

Por outro lado, a preocupação ocorre justamente com aqueles que não concluíram o esquema de imunização, além de idosos e indivíduos imunossuprimidos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Crianças de 5 a 11 anos poderão tomar reforço de vacina contra a Covid

por Redação 5 de janeiro de 2023

O Ministério da Saúde autorizou, nesta quarta-feira (4), a aplicação de reforço da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Em nota técnica, a pasta recomenda que a dose seja feita com o imunizante pediátrico da Pfizer.

Estão elegíveis todos aqueles nessa faixa etária que tomaram a segunda dose (CoronaVac ou Pfizer) há pelo menos quatro meses.

O embasamento para a recomendação leva em conta o aumento em até seis vezes dos níveis de anticorpos após a dose complementar. O ministério também considerou uma subanálise com a vacina da Pfizer que apontou aumento de 36 vezes na produção de anticorpos contra a variante Ômicron do coronavírus em crianças de 5 a 11 anos.

“Esses resultados mostram a importância de completar o ciclo vacinal contra a Covid-19, para garantir que os imunizantes atinjam a eficácia completa e protejam contra casos graves e mortes pela doença. Mesmo quem perdeu o prazo recomendado deve procurar um posto de vacinação. O Ministério da Saúde também aconselha a administração simultânea de vacinas contra Covid-19 com os outros imunizantes do calendário vacinal para proteger as crianças contra outras doenças”, diz a pasta em comunicado.

No fim de dezembro, o ministério já havia ampliado a vacinação para indivíduos de 6 meses até 5 anos incompletos. Até então, a imunização estava restrita àqueles que tivessem alguma comorbidade.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Mais de 68 milhões de brasileiros ainda não tomaram reforço da vacina contra Covid

por Redação 4 de janeiro de 2023

Cerca de 69 milhões de brasileiros ainda não receberam a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. A Rede Nacional de Dados em Saúde mostra ainda que mais de 30 milhões de pessoas não receberam a segunda dose do reforço, enquanto 19 milhões de pessoas não buscaram sequer a segunda dose do esquema vacinal primário.

Nesta semana, a recém-empossada ministra da Saúde, Nísia Trindade, lembrou que a pandemia não acabou e reforçou a importância de se completar o esquema vacinal contra a doença.

“A pandemia mostrou a nossa vulnerabilidade. O rei está nu. Precisamos afirmar, sem nenhuma tergiversação, e superar essa condição”, disse, ao afirmar que o país responde por 11% das mortes por Covid no mundo, apesar de representar 2,7% da população global.

Segundo a pasta, estudos científicos mostram que a proteção vacinal desenvolvida contra a Covid é mais alta nos primeiros meses, mas pode apresentar redução. Com a dose de reforço, a proteção contra o vírus volta a ficar elevada. Por isso, a proteção adicional é considerada indispensável.

“Neste cenário, o Ministério da Saúde ressalta que é fundamental buscar uma unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta de vacinação contra a Covid-19 e outras doenças.”

Cobertura vacinal
Até o momento, 163 milhões de pessoas tomaram a segunda dose ou a dose única da vacina contra a Covid-19, o que representa 79% da população. Quanto à primeira dose de reforço, 102,5 milhões foram aplicadas. Já a segunda dose de reforço — ou dose adicional — soma 45,2 milhões de aplicações.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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