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BrasilSaúde

Cobertura vacinal e redução de filas na saúde são desafios para o Ministério da Saúde

por Redação 30 de dezembro de 2022

Recuperar o orçamento e estabelecer medidas de resgate da autoridade sanitária e da capacidade técnica do Ministério da Saúde para a coordenação do SUS (Sistema Único de Saúde) estão entre os principais desafios do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que toma posse no próximo domingo (1º).

Ambas as estratégias são consideradas essenciais para que as demais prioridades da área, como o retorno de altos índices de coberturas vacinais e o enfrentamento de filas na atenção especializada, possam ser efetivadas. A pasta será comandada pela atual presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Nísia Trindade.

Segundo relatório elaborado pela equipe de transição, o país vive uma grave crise sanitária. Além das quase 700 mil mortes causadas pela Covid-19, o documento destaca um quadro de piora generalizada de indicadores, citando o risco de reintrodução de doenças como a poliomielite e o retorno de internações por desnutrição infantil provocadas pela fome.

A proposta é implementar um esforço concentrado nacional para reduzir filas de espera para diagnósticos, tratamentos e cirurgias de baixa e média complexidade, todas muito afetadas pela pandemia. Esse esforço, de acordo com o relatório, deve estar articulado a ações estruturantes para a reorganização de uma atenção básica resolutiva e integrada.

Desafios
Ainda de acordo com a publicação elaborada pela equipe de transição, o grave quadro sanitário brasileiro decorre de um conjunto de retrocessos institucionais, orçamentários e normativos que levaram ao desmonte das políticas de saúde e que afetaram o funcionamento de diversas áreas do SUS.

“A degradação da autoridade sanitária nacional e do papel de coordenação e articulação do Ministério da Saúde foram fatores chave na desestruturação de políticas e programas até então bem-sucedidos, como o PNI (Programa Nacional de Imunizações), Mais Médicos, Farmácia Popular, IST-Aids e Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.”

O documento destaca que também foram seriamente afetados serviços que compõem as redes assistenciais do SUS: atenção básica, saúde mental, saúde da mulher, urgência e pessoa com deficiência. A estimativa é que, de 2018 a 2022, as perdas do SUS chegaram a quase R$ 60 bilhões, descontando-se gastos autorizados por medidas provisórias relacionadas à Covid-19.

“Para 2023, a saúde sofreu o impacto da desorganização provocada pela proposta de orçamento do governo, com consequências deletérias para programas como o Farmácia Popular, o Mais Médicos/Médicos pelo Brasil, o Saúde Indígena, entre outros. Também é altíssimo o risco de colapso de serviços essenciais por falta de financiamento federal e por comprometimento da compra de insumos essenciais, incluindo vacinas e medicamentos.”

Prioridades
O documento defende priorizar a recuperação de áreas como saúde mental, saúde da mulher, da criança e do adolescente e da população indígena. O mesmo olhar deve recair sobre programas citados como bem-sucedidos, mas desmantelados ao longo dos últimos anos, como o Farmácia Popular.

Por fim, o relatório destaca a retomada do estímulo ao desenvolvimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde e da transformação digital do SUS.

A publicação avalia ainda como urgente a verificação das condições de suporte, insumos e contratos em geral, citadas como “seriamente comprometidas” e como medidas fundamentais para a retomada do desenvolvimento de um sistema de saúde público, universal, integral e gratuito.

“Com relação aos colegiados de participação social, que foram desarticulados e desacreditados, impõe-se o resgate do compromisso com o fortalecimento do CNS (Conselho Nacional de Saúde), indispensável ao controle social e à gestão participativa no SUS; e a retomada das conferências nacionais de saúde.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

OMS espera uma redução significativa dos casos de Covid e mpox em 2023

por Redação 29 de dezembro de 2022

A OMS (Organização Mundial de Saúde) espera que em 2023 se registe um decréscimo “significativo” da pandemia de Covid-19, que a pasta alerta que “ainda não acabou” e tem de continuar a ser acompanhada, e do surto de mpox (varíola do macaco).

O diretor da OMS na Europa, Hans Kluge, disse que está “otimista e cauteloso” com suas previsões para o próximo ano e apelou aos países da região europeia para que adotem uma estratégia dupla: preparar-se para emergências e, ao mesmo tempo, investir “mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários”.

“Todos os países devem adotar uma abordagem de saúde ‘bidirecional’ em 2023 e além: mesmo quando os países se preparam melhor para emergências, de surtos a conflitos, eles devem investir ainda mais em seus sistemas de saúde, incluindo cuidados primários, para fornecer os serviços às pessoas que precisam todos os dias”, acrescentou.

O responsável também lembrou que a Covid-19 ceifou mais de 2 milhões de vidas, num total de 53 países, e que só em 2022 foi registrado meio milhão de mortos ligados à doença.

“A pandemia não acabou. Teremos que continuar vigilantes em 2023. Precisamos de vigilância contínua e rastreamento da Covid. Os milhares de hoje não estão vacinados, devemos alcançá-los.”

Para o próximo ano, o diretor da organização internacional espera que haja também uma maior “reorientação” em relação ao “flagelo” que representam as DNTs (doenças não transmissíveis) e o HIV (vírus da imunodeficiência humana).

Vale lembrar que as principais doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer, “representam 86% das mortes na região europeia”.

Kluge afirma que, para reduzir a carga que representam as DNTs, deve-se “diminuir o consumo de álcool e tabaco e fomentar a atividade física, assim como abordar a mudança climática”, também com o objetivo de “construir sociedades mais saudáveis”.

Com relação ao HIV, diz que a região europeia da OMS é a única onde a incidência está aumentando, “apesar de termos as ferramentas necessárias para prevenir e tratar a infecção pelo HIV”.

“Nosso último relatório, com o CDC (Centro Europeu de Controle de Doenças), revela que o subdiagnóstico do HIV na região significa que centenas de milhares não recebem os cuidados de que precisam, quando precisam.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Guarulhos libera Pfizer Baby para crianças de 6 meses a 2 anos sem comorbidades

por Redação 29 de dezembro de 2022

A partir desta quinta-feira (29) a Prefeitura de Guarulhos inicia a ampliação do uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 para todos os bebês e crianças entre seis meses e dois anos de idade. A nova recomendação vai ao encontro das diretrizes do Plano São Paulo, do Governo do Estado, após nota técnica emitida pela coordenação do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Até então o governo federal havia distribuído as primeiras doses da chamada Pfizer Baby apenas para as crianças da faixa etária citada que tivessem alguma comorbidade.

Os polos em que a Pfizer Baby estará disponível são o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS São Ricardo, Vila Fátima, Ponte Grande, Tranquilidade, Rosa de França, Continental, Cabuçu, Acácio, Cidade Martins, Morros, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Jacy, Cumbica I, Cummins, Jurema, Piratininga, Jandaia e Fortaleza. Os endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

O esquema vacinal primário será composto por três doses, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira aplicação. Para esse público não está recomendado o uso de outro imunobiológico entre as doses administradas. As três aplicações devem ser da mesma vacina, a Pfizer Baby.

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GuarulhosSaúde

Vacinas anti-Covid atualizadas têm 73% de eficácia contra internações

por Redação 19 de dezembro de 2022

Um estudo publicado pelos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos mostra que uma dose adicional de vacina contra a Covid-19 atualizada para a variante Ômicron do coronavírus reduz significativamente o risco de internação em idosos.

Os pesquisadores analisaram dados de 798 adultos sem imunossupressão com mais de 65 anos que foram atendidos com Covid-19 em 22 hospitais entre 8 de setembro e 30 de novembro deste ano. A idade média do grupo foi 73 anos.

Os pacientes foram divididos em dois grupos: um da análise, com 381 integrantes, e outro de controle, com 417 pessoas.

No grupo de análise, 21% eram não vacinados, 73% haviam recebido duas doses ou mais da vacina monovalente (a de primeira geração usada nos esquemas primários), e 5% tomaram uma dose de reforço com vacinas atualizadas.

Nos pacientes do grupo controle, 15% eram não vacinados, 71% receberam duas doses ou mais da vacina mono valente e 14% tiveram um reforço com a vacina bivalente.

“Quando comparada com pacientes não vacinados, a eficácia da vacina de uma dose de reforço bivalente na prevenção de hospitalização associada à Covid-19 foi de 84%. Quando comparado com pacientes que receberam duas doses ou mais de vacina apenas monovalente de RNAm [RNA mensageiro] dois meses antes do início da doença, a eficácia da vacina relativa de uma dose de reforço bivalente foi de 73%”, diz o estudo.

Segundo a agência sanitária, os resultados sugerem “um benefício incremental importante para pessoas elegíveis para receber um reforço da vacina bivalente”.

“Essas descobertas iniciais de uma coorte de adultos com idade igual ou acima de 65 anos, 74% dos quais com múltiplas condições subjacentes, estão entre as primeiras a documentar evidências do mundo real de que o recebimento de uma dose de reforço bivalente após a conclusão de pelo menos um esquema primário de vacinas de RNAm contra a Covid-19 é protetor contra a hospitalização por Covid-19”, acrescentam os autores.

As vacinas de RNA mensageiro utilizadas nos Estados Unidos são as da Pfizer/BioNTech e da Moderna – no Brasil, apenas a primeira está disponível.

Em 23 de novembro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou duas vacinas da Pfizer que estão atualizadas para proteger contra subvariantes da Ômicron.

O contrato do Ministério da Saúde com a farmacêutica já prevê o envio de novos lotes com as novas doses. Os primeiros começaram a chegar na semana passada.

Especialistas entendem que os idosos e indivíduos com alguma imunossupressão devem ser os primeiros a receber os reforços com essas vacinas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

A uma semana do Natal, Brasil vive novo aumento do número de casos de Covid

por Redação 17 de dezembro de 2022

O Brasil termina 2022 com uma terceira onda de casos de Covid-19. O tamanho dela, porém, ainda é difícil definir, uma vez que o número de testes positivos e internações vem crescendo a uma semana do Natal.

As viagens de férias, reuniões de amigos e familiares podem ter um impacto na disseminação do vírus, assim como já se observou no fim de 2021 e começo deste ano.

Dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) mostram que a média móvel diária de novos casos nesta semana (cerca de 36 mil) está no patamar mais elevado desde o fim de julho – quando o país passava por um declínio do número de infecções da segunda onda.

Especialistas ressaltam que o número de novos casos certamente está subnotificado, já que muita gente não faz mais exames, e a popularização dos testes caseiros faz com que resultados positivos não sejam notificados aos governos.

Ainda assim, outro indicador é mais fiel para mostrar o avanço da Covid-19 no Brasil neste momento: as internações por Srag (síndrome respiratória aguda grave).

O boletim InfoGripe, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), mais recente alerta para o aumento de internações por complicações respiratórias em todo o país, principalmente entre adultos, sendo a principal causa (76,7% dos casos) a Covid-19.

Para o pesquisador da Fiocruz Leonardo Bastos, os indicadores de internações mostram “a ponta do iceberg, que são os casos graves”.

“Mas talvez sejam mais relevantes, porque é o que pode causar uma superlotação em hospitais. Quando começamos a ver tendência de aumento de hospitalizações, tem que acender um alerta”, afirma.

A epidemiologista e professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) Ethel Maciel ressalta o fato de uma grande parcela da população estar sem as doses de reforço da vacina anti-Covid.

“Infelizmente, ainda temos pessoas que não tomaram nenhuma dose de reforço e que acabam estando mais expostas, porque neste momento já sabemos que para se considerar alguém vacinado, precisa-se de pelo menos três doses. O esquema básico [de imunização] mudou com as variantes de preocupação”, observa.

O vacinômetro do Ministério da Saúde mostra que 39,2 milhões de doses de segundo reforço haviam sido aplicadas até 15 de dezembro. O primeiro reforço foi aplicado em 101,9 milhões.

Diante deste cenário, os dois especialistas já adiantam que a Covid-19 deve continuar se disseminando neste fim de ano.

“A gente vai esperar neste Natal e Ano-Novo um aumento de casos. E uma preocupação sempre maior com os nossos mais vulneráveis, os idosos, imunossuprimidos, as pessoas que precisam de uma proteção maior”, complementa Ethel.

Por outro lado, o cenário é mais otimista do que há um ano, diz o pesquisador da Fiocruz. “Não é como no ano passado, quando chegou uma variante completamente nova [Ômicron]. Agora, é uma subvariante da Ômicron, mas continua sendo Ômicron.”

Dados da Rede Genômica Fiocruz mostram que, em novembro deste ano, três subvariantes da Ômicron predominavam no país: BQ.1.1 (34,3%), BA.5.3.1 (14,1%), BQ.1 (14%).

Embora sejam mais transmissíveis, estas subvariantes não se mostraram mais perigosas do que as que que circularam anteriormente.

O pesquisador acrescenta que, normalmente, as curvas de casos de Covid-19 no Brasil duram cerca de oito semanas, entre subida, pico e descida. Se isto se confirmar nesta onda, iniciaríamos o ano em queda, mas esta não é uma garantia.

“Como tem essa movimentação de fim de ano, essa mobilidade de pessoas, eventos com aglomerações, talvez isso estique [a curva de casos e internações] um pouco mais. Uma tendência natural das epidemias são essas ondas que sobem e descem, mas quando ela desce, isso aí é o incerto. Talvez esse movimento de fim de ano faça com que essa queda seja um pouco mais lenta”, pondera Bastos.

Óbitos
O que tem sido observado desde a onda do meio do ano no Brasil é que as vítimas da Covid-19 voltaram a ser majoritariamente os idosos e pessoas com alguma imunossupressão.

Mesmo com esquema vacinal completo, esses indivíduos não desenvolvem a mesma resposta imunológica contra o vírus em relação aos adultos saudáveis, por exemplo.

Entretanto, alguns adultos com esquema vacinal incompleto também estão sujeitos a complicações causadas pela Covid-19.

Bastos ressalta que tem sido observado, embora em menor número, aumento do número de internações de pessoas entre 40 e 60 anos. “O número é um pouco menor, mas aquela tendência de subida está ali.”

A média diária de mortes pela doença voltou a ficar acima de cem nesta semana, após três meses abaixo desse patamar, segundo o Conass.

As vacinas bivalentes, que oferecem um nível de proteção maior contra a Ômicron, começaram a chegar ao Brasil nesta semana, mas em quantitativo ainda baixo e sem previsão de quando devem começar a ser aplicadas.

A professora da Ufes entende que os idosos e imunossuprimidos devem ser priorizados.

“Seria, sim, muito importante que a gente começasse a vacinar o público de idosos e grupos de risco, principalmente pensando nessas festas de fim de ano.”

Medidas de prevenção
O alerta do aumento de hospitalizações nas últimas semanas serviu para que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinasse a volta da obrigatoriedade do uso de máscaras em aviões e aeroportos.

Em São Paulo, a proteção facial também passou a ser exigida de quem anda no transporte público.

Porém, a percepção da necessidade do uso se torna cada vez mais individual, afirma Ethel Maciel.

“A gente não tem uma determinação para uso de máscaras, as nossas medidas inexistem. Então, é difícil que nós tenhamos, pelo menos até o final deste governo, uma medida mais efetiva neste sentido. É importante alertar as pessoas para que sempre quando forem viajar, temos a obrigatoriedade nos aviões, mas não em ônibus, por exemplo. Utilize máscara, porque é um local fechado em que você vai ficar muito tempo.”

Ela reforça a importância de optar, sempre que possível por máscaras com alta capacidade de filtragem, como as PFF2/N95 ou as cirúrgicas (com três camadas).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

OMS: 90% da população mundial tem alguma imunidade à Covid-19

por Redação 3 de dezembro de 2022

A OMS (Organização Mundial da Saúde) calculou, nesta sexta-feira (2), que cerca de 90% da população mundial possui, atualmente, algum nível de imunidade à Covid-19, embora tenha alertado para a ameaça de uma nova variante.

“A OMS estima que ao menos 90% da população mundial têm agora algum nível de imunidade ao Sars-CoV-2 devido a uma infecção anterior ou à vacinação”, afirmou o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em referência ao vírus que causa a doença.

“Estamos muito mais perto de poder dizer que a fase de emergência da pandemia terminou, mas ainda não chegamos lá”, acrescentou em uma coletiva de imprensa.

Tedros afirmou que a redução da vigilância dos contágios está abrindo as portas para uma nova variante do vírus, que pode superar a dominante Ômicron.

“As lacunas na vigilância, nos testes, no sequenciamento e na vacinação continuam criando as condições perfeitas para o surgimento de uma variante preocupante, que pode causar mortalidade significativa”, alertou.

Tedros lembrou que no fim de semana passado fez um ano que a OMS relatou o surgimento da Ômicron, uma nova variante mais contagiosa.

Atualmente, existem mais de 500 subvariantes da Ômicron, e todas são altamente transmissíveis. Também há mutações que lhes permitem escapar mais facilmente da imunidade, reforçou Tedros.

A OMS contabilizou mais de 640 milhões de casos oficialmente confirmados — um número que se presume muito inferior ao real, assim como o número oficial de óbitos: 6,6 milhões no mundo.

Na semana passada, foram registradas mais de 8.500 mortes por Covid-19, afirmou Tedros. Um número que “não é aceitável” depois de três anos de pandemia, quando “já temos tantas ferramentas para prevenir infecções e salvar vidas.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Primeiro sábado de dezembro tem dez UBS abertas pelo programa Saúde Agora

por Redação 2 de dezembro de 2022

Neste sábado (3) a Prefeitura de Guarulhos abrirá dez Unidades Básicas de Saúde (UBS) para atender a população para consultas, exames e vacinação pelo programa Saúde Agora. As unidades são Vila Fátima, Jardim Rosa de França, Jardim Acácio, Jardim Primavera, Allan Kardec, Santa Paula, Marcos Freire, Uirapuru, Parque Alvorada e Parque Jandaia.

Os munícipes que precisam passar por consulta médica, bem como realizar exame de Papanicolau, devem fazer o agendamento prévio por meio do aplicativo Saúde Guarulhos (http://bit.ly/3E13Wek) ou presencialmente, na UBS. Já para serviços como vacinação de rotina, contra a influenza ou a covid-19, basta comparecer a uma das unidades portando documento com foto e o comprovante ou carteirinha de vacinação. 

Pessoas acima de 18 anos e jovens com alto grau de imunossupressão entre 12 e 17 anos, incluindo gestantes e puérperas, que tomaram a terceira dose contra a covid-19 há pelo menos quatro meses (122 dias) e ainda não receberam a quarta dose contra a doença devem procurar uma das UBS para atualizar o esquema vacinal. 

As Unidades Básicas de Saúde também realizam, por demanda espontânea, testes rápidos para a detecção da covid-19 em sintomáticos, do HIV, da sífilis e das hepatites B e C, bem como aferição de pressão arterial e glicemia, curativos e dispensação de medicamentos, além das condicionalidades do programa Auxílio Brasil.

Serviço

UBS Vila Fátima: rua Esmeralda, 25, Jardim Santa Bárbara

UBS Jardim Rosa de França: rua Wilson Souza, 48, Jardim Rosa de França 

UBS Jardim Acácio: avenida Silvestre Pires de Freitas, 2.007, Jardim Acácio

UBS Jardim Primavera: rua Gama, 72, Parque Primavera

UBS Allan Kardec: rua Ipacaeta, 51, Jardim Presidente Dutra 

UBS Santa Paula: rua Maria Roza de Campos, Jardim Santa Paula

UBS Marcos Freire: rua do Poente, 200, Conjunto Habitacional Marcos Freire

UBS Uirapuru: estrada Velha Guarulhos-São Miguel, 992, Jardim Santa Helena  

UBS Parque Alvorada: avenida Santana do Mundaú, 800, Cidade Parque Alvorada

UBS Parque Jandaia: rua Porto Alegre, 446, Parque Jandaia 

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BrasilGuarulhosSaúde

Brasil se torna o segundo país do mundo com mais de 10 mil casos de varíola do macaco

por Redação 29 de novembro de 2022

Pouco mais de cinco meses após a varíola do macaco (mpox) chegar ao Brasil, o país passou na terça-feira (29) a marca de 10 mil casos da doença.

O balanço do Ministério da Saúde, divulgado na noite de ontem, mostra 10.007 infecções, em todas as unidades da federação. O Brasil contabiliza 13 mortes pela doença.

Apenas os Estados Unidos, que hoje têm mais de 29 mil diagnósticos confirmados, havia passado de 10 mil casos, segundo dados do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças).

Desde o início do surto global, em maio, 80 mil pessoas tiveram a doença em países onde ela não é endêmica.

Países em que a doença contaminou a população rapidamente, como Espanha, Alemanha e Inglaterra, conseguiram conter o avanço do vírus por meio da vacinação, algo que ainda não ocorre no Brasil.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) ressaltou na semana passada que as Américas são a região do mundo mais afetada pela varíola do macaco.

Dos dez países com maior número de casos no mundo, seis estão no continente: EUA, Canadá, México, Colômbia, Peru e Brasil. Juntos, eles representam 63,7% do total de infecções por mpox em locais não endêmicos.

O Ministério da Saúde brasileiro conseguiu, por meio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), cerca de 20 mil doses do imunizante do laboratório dinamarquês Bavarian Nordic, um dos poucos disponíveis.

Em outubro, 9.800 doses chegaram ao país, mas a pasta informou que seriam destinadas “para a realização de estudos”.

“O objetivo é avaliar a efetividade da vacina Jynneos/MVA-BN®️ contra a varíola do macaco na população brasileira, ou seja, se a vacina reduz a incidência da doença e a progressão à doença grave. A população-alvo do estudo será formada por pessoas mais afetadas e com maior risco para a doença”, disse o Ministério da Saúde m comunicado à época.

Na segunda-feira (28), a OMS anunciou que a doença passa a ser chamada de “mpox”, uma abreviação do nome em inglês, monkeypox. O objetivo é evitar a estigmatização que existe.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Máscaras voltam a ser obrigatórias no transporte público a partir de hoje

por Redação 26 de novembro de 2022

O Governo do Estado e a Prefeitura de SP decidiram retomar a obrigatoriedade do uso de máscara no transporte público a partir de hoje (26), seguindo análise técnica do Conselho Gestor da Secretaria Estadual de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, contra o avanço dos casos de Covid-19. Decreto com a nova regulamentação foi publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (25).

O governo recomenda que a medida seja adotada por todos os municípios do estado, reitera que é fundamental que a população esteja com o ciclo vacinal completo para assegurar maior proteção contra o coronavírus e reforça que a única forma de amenizar os efeitos do vírus é garantir a imunização com as doses que estão disponíveis em todos os postos de saúde do estado.

Em nota, o Conselho Gestor da Secretaria Estadual de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde informou que a medida está sendo tomada por conta do aumento expressivo na transmissão do Covid-19, que se reflete principalmente nos indicadores de internações em leitos de enfermaria e UTI.

Nos últimos 14 dias, houve crescimento de 156% e 97,5%, respectivamente, chegando a uma média diária de mais de 400 novas internações.

A velocidade de aumento de internações (5% ao dia para pacientes em UTI e 7% por dia para pacientes em enfermarias) e taxas de ocupação de leitos de UTI (44% no Estado de São Paulo e 59% na Região Metropolitana de São Paulo) são acentuadas e começam a pressionar os sistemas de saúde público e privado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Vacinação contra Covid-19, poliomielite e outras doenças segue neste sábado (26) em SP

por Redação 26 de novembro de 2022

As campanhas de vacinação contra a Covid-19, poliomielite e multivacinação seguem neste sábado (26) em São Paulo (SP). As AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais)/ UBSs (Unidades Básicas de Saúde) Integradas estarão abertas das 7h às 19h, aplicando, inclusive, a Pfizer Baby aos grupos elegíveis para receber o imunizante.

Desde o dia 17 de novembro, a imunização contra a Covid-19 está disponível para crianças entre 6 meses e 2 anos, 11 meses e 29 dias com comorbidades, imunossuprimidos, com deficiência permanente e indígenas. A população pode inscrever seus filhos sem comorbidades, desta faixa etária, para receber eventuais doses remanescentes do imunizante nas unidades de saúde de referência da residência de cada família.

As primeiras e segundas doses da vacina contra a Covid-19 estão disponíveis para crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos.

Para a primeira dose adicional, estão elegíveis pessoas acima de 12 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal há pelo menos quatro meses. Já a segunda dose adicional da vacina está disponível para toda a população acima de 18 anos de idade que recebeu a primeira dose há pelo menos quatro meses.

Está disponível, ainda, a terceira dose adicional para pessoas com alto grau de imunossupressão com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose há pelo menos quatro meses.

As campanhas de vacinação contra a poliomielite e de multivacinação também foram prorrogadas por tempo indeterminado na cidade. Contra a pólio, estão elegíveis crianças a partir de 1 ano até 4 anos e 11 meses de idade e, desde o dia 8 de agosto, foram aplicadas 383.997 doses neste grupo.

A campanha tem como objetivo imunizar, com a vacina oral contra a poliomielite (VOP), as crianças que tenham o esquema prioritário completo da vacina inativada contra a poliomielite (VIP). Na vacinação de rotina do calendário, a VIP deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade, e a VOP aos 15 meses e aos 4 anos.

Na campanha de multivacinação, destinada ao público até 15 anos, além da VIP e da VOP, são disponibilizados imunizantes como: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), varicela, BCG, pentavalente, pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, influenza e HPV.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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