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Eleições

Eleições

PSD escolhe Caiado para o Planalto e ignora pressão por Eduardo Leite

por Redação 30 de março de 2026

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, será lançado como pré-candidato à Presidência da República pelo PSD nesta segunda-feira (30). A decisão foi confirmada pelo presidente da legenda, Gilberto Kassab, e será anunciada oficialmente em São Paulo.

Caiado foi escolhido após disputa interna que também envolveu o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e, anteriormente, o governador do Paraná, Ratinho Júnior. Este último chegou a ser considerado favorito, mas desistiu da candidatura na semana passada ao avaliar riscos ao seu futuro político, especialmente em relação à sucessão estadual.

Dentro do partido, a avaliação é que Caiado conseguiu se consolidar nacionalmente e já ocupava a segunda posição na preferência interna, atrás apenas de Ratinho. Mesmo com pressão externa — incluindo manifestações públicas de economistas como Armínio Fraga e Pérsio Arida em favor de Eduardo Leite —, a cúpula do PSD manteve a decisão.

Pesaram a favor de Caiado seu melhor desempenho em pesquisas, postura mais firme no cenário político e maior disposição para a pré-campanha. Além disso, sua situação política em Goiás é considerada estável: o vice-governador Daniel Vilela (MDB), que assumirá o governo após a saída de Caiado nesta terça-feira (31), lidera as pesquisas locais, enquanto a primeira-dama Gracinha Caiado aparece como favorita ao Senado.

O cenário estadual, no entanto, terá disputa com o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que deve lançar o senador Wilder Morais ao governo de Goiás. Apesar disso, Caiado mantém relação próxima com figuras do bolsonarismo, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já declarou apoio à escolha do nome do governador pelo PSD.

Do outro lado, Eduardo Leite descartou disputar qualquer cargo que não seja a Presidência. Após não ser escolhido, afirmou que permanecerá no comando do Rio Grande do Sul até o fim do mandato e também rejeitou a possibilidade de compor chapa como vice.

Fonte: OGLOBO

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Eleições

Datafolha mostra Tarcísio disparado e favorito na corrida pelo governo de SP em 2026

por Redação 9 de março de 2026

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8) pela Folha de S.Paulo indica que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera com folga todos os cenários testados para o governo de São Paulo nas eleições de 2026, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Nos cenários simulados pelo instituto, o atual governador aparece sempre com mais de 40% das intenções de voto no primeiro turno, mantendo vantagem sobre possíveis adversários.

Em uma disputa contra o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), Tarcísio registra 44% das intenções de voto, enquanto Haddad aparece com 31%. Na sequência estão Kim Kataguiri (Missão), com 5%, Paulo Serra (PSDB), também com 5%, e Felipe D’Avila (Novo), com 3%. Outros 11% declararam voto branco, nulo ou nenhum, e 1% não soube responder.

Quando o cenário simulado coloca o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como adversário, Tarcísio amplia a vantagem e chega a 46%. Alckmin aparece com 26%, seguido por Paulo Serra (6%), Kim Kataguiri (5%) e Felipe D’Avila (3%). Nesse caso, 13% disseram votar em branco, nulo ou nenhum, e 2% não souberam responder.

O maior índice do governador aparece no cenário contra a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB). Nessa simulação, Tarcísio atinge 49% das intenções de voto, enquanto Tebet aparece com 19%. Paulo Serra registra 7%, Kim Kataguiri 4% e Felipe D’Avila 3%. Brancos, nulos ou nenhum somam 15%, e 2% não souberam responder.

O Datafolha também simulou uma disputa com três nomes do campo da esquerda. Mesmo com a divisão de votos, Tarcísio segue na liderança com 44%. Fernando Haddad aparece com 28%, Márcio França (PSB) com 5%, Kim Kataguiri com 4%, Paulo Serra com 4% e Felipe D’Avila com 2%. Brancos e nulos somam 11%, e 1% não soube responder.

Nos cenários de segundo turno, o atual governador também vence todos os adversários testados. Contra Fernando Haddad, Tarcísio teria 52% das intenções de voto, enquanto o petista aparece com 37%. Outros 10% votariam em branco, nulo ou nenhum, e 1% não soube responder.

Em um eventual confronto com Geraldo Alckmin, o governador teria 50% das intenções de voto contra 39% do vice-presidente. Brancos e nulos somam 10%, e 1% não soube responder.

Já contra Simone Tebet, a vantagem é ainda maior: Tarcísio aparece com 58%, enquanto a ministra registra 28%. Nesse cenário, 12% disseram votar em branco, nulo ou nenhum, e 2% não souberam responder.

A pesquisa também mediu o índice de rejeição dos possíveis candidatos. Fernando Haddad lidera nesse quesito, com 38% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Em seguida aparecem Geraldo Alckmin, com 29%, e Simone Tebet, com 27%.

Kim Kataguiri tem rejeição de 25%, enquanto Tarcísio registra 24%. Márcio França aparece com 20%, Paulo Serra com 19% e Felipe D’Avila com 18%.

O levantamento ouviu 1.608 eleitores com 16 anos ou mais em 71 municípios entre os dias 3 e 5 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Fonte: G1

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Eleições

Eduardo Leite lança pré-candidatura ao Planalto pelo PSD e critica polarização: “O Brasil tem um problema de direção”

por Redação 6 de março de 2026

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), oficializou sua pré-candidatura à Presidência da República por meio de uma publicação nas redes sociais acompanhada de um “manifesto ao Brasil”, no qual apresenta propostas e críticas ao cenário político atual.

No texto, Leite defende a construção de uma alternativa política fora da polarização nacional. Segundo ele, o país permanece preso a disputas ideológicas que impedem avanços estruturais.

“Nada na história econômica moderna se compara ao impacto que estamos prestes, muito em breve, a experimentar. O Brasil, porém, permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução”, afirma o manifesto.

Ao final da publicação, o governador declara que coloca seu nome à disposição do país. “É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país”, escreveu.

Dentro do PSD, Leite disputa espaço com outros dois governadores que também são apontados como presidenciáveis: Ratinho Júnior, do Paraná, e Ronaldo Caiado, de Goiás. O trio busca a preferência do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, responsável por conduzir o processo de escolha do candidato do partido ao Palácio do Planalto.

A movimentação política inclui uma série de eventos organizados pelo partido. Nesta sexta-feira (6), no sábado (7) e na segunda-feira (9), os três governadores estarão em São Paulo para acompanhar filiações de deputados estaduais paulistas ao PSD.

Em entrevista ao g1 após participar do programa Jornal do Almoço, da RBS TV, na última segunda-feira (2), Leite afirmou que sua trajetória pode ser um diferencial dentro da disputa interna do partido.

“O que considero me dar um diferencial em relação aos meus colegas, pelos quais tenho muito respeito, é justamente a possibilidade de liderar uma candidatura independente, porque não abracei nas eleições de 2022 nem Lula (PT) nem (Jair) Bolsonaro (PL)”, declarou.

O governador também afirmou ser crítico dos dois principais campos políticos que dominam as eleições no país e disse defender um caminho alternativo.

“Me sinto pronto para liderar um projeto nacional de despolarização do país. O Brasil precisa sair dessa polarização radicalizada que coloca brasileiros contra brasileiros”, disse.

Leite ingressou no PSD em maio de 2025, após deixar o PSDB. Quando chegou à legenda comandada por Kassab, Ratinho Júnior já era citado como possível candidato à Presidência. Em janeiro deste ano, Ronaldo Caiado também migrou para o partido, vindo do União Brasil.

Com três nomes colocados na disputa, o PSD deve escolher apenas um candidato para concorrer ao Planalto nas eleições de outubro. Kassab já afirmou anteriormente que não pretende realizar prévias internas para definir o representante do partido.

Apesar disso, Leite ressaltou que a decisão não depende apenas do presidente da sigla.

“É isso que a gente vai intensificar ao longo dessas próximas semanas. Encontros, conversas, diálogos que permitam entender, dentro do contexto político e da percepção do eleitor, qual é o nome que melhor poderá aglutinar um grupo da sociedade brasileira substancial o suficiente para levar essa candidatura ao segundo turno e vencer as eleições”, afirmou.

A expectativa dentro do PSD é definir o nome que representará o partido na disputa presidencial até abril.

Fonte: G1

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Eleições

Lula oficializa Haddad como candidato ao Governo de São Paulo

por Redação 27 de fevereiro de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a ministros e aliados que definiu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como candidato ao Governo de São Paulo nas eleições de 2026.

Nos últimos dias, Haddad acompanhou Lula em viagem à Índia e à Coreia do Sul, movimento que aliados interpretaram como uma tentativa do presidente de reduzir a resistência do ex-prefeito de São Paulo em disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes. Haddad havia se mostrado reticente em enfrentar o pleito, especialmente após ter sido derrotado no segundo turno em 2022 pelo atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como favorito nas pesquisas.

Além de Haddad na cabeça de chapa, o PT articula um acordo para lançar as ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) como candidatas ao Senado, podendo ambas trocar de partido, com o PSB como possível destino.

Tebet, natural de Mato Grosso do Sul, precisaria alterar seu domicílio eleitoral caso confirme a disputa em São Paulo, conforme a legislação vigente. A ministra já declarou que deixará o cargo até pelo menos 30 de março, mas ainda terá mais uma conversa com Lula para tratar das eleições de 2026.

Fonte: METRÓPOLES

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Eleições

Flávio Bolsonaro se reúne com empresários em São Paulo e busca apoio do mercado para 2026

por Redação 18 de dezembro de 2025

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu nesta quarta-feira (17) com empresários e investidores em São Paulo para reafirmar sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026 e tentar uma reaproximação com o mercado financeiro. Pré-candidato ao Planalto, ele afirmou que pretende apresentar uma versão mais “moderada, equilibrada e centrada” do bolsonarismo.

Ao final do encontro, Flávio avaliou a conversa como positiva e disse ter buscado tranquilizar os participantes sobre eventuais tensões políticas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e partidos aliados. Segundo o senador, essa postura mais moderada sempre fez parte de seu perfil político.

Durante o encontro, Flávio afirmou que adotaria uma postura “radical na segurança pública” caso seja eleito, mas destacou que pretende dar autonomia à equipe econômica para promover reformas, recuperar o equilíbrio fiscal e atrair investimentos. A estratégia busca sinalizar previsibilidade e diálogo ao setor produtivo.

A movimentação ocorre em meio a negociações com o Centrão. Pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (16) apontou Flávio Bolsonaro como competitivo na disputa presidencial, aparecendo em segundo lugar em todos os cenários de primeiro turno, atrás do presidente Lula (PT). O levantamento também influenciou as conversas políticas, já que parte do Centrão prefere nomes mais próximos do centro, como o governador Tarcísio de Freitas.

Sobre a aprovação do projeto de lei da dosimetria, Flávio afirmou que o Congresso fez “o que deu para fazer”, ressaltando que o objetivo inicial era a anistia, mas que não houve votos suficientes para avançar nessa direção.

Este foi o segundo encontro do senador com empresários em dezembro. Ambos foram articulados por Filipe Sabará, ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo e um dos coordenadores da campanha de Pablo Marçal à Prefeitura da capital.

O almoço ocorreu na residência do empresário Gabriel Rocha Kenner, no Jardim Paulista, Zona Oeste de São Paulo. Marcado para o início da tarde, o encontro começou com atraso, o que levou parte dos convidados a deixar o local antes da chegada do senador. Segundo Flávio, a demora foi causada por compromissos no Senado e por problemas climáticos que afetaram o voo.

Fonte: G1

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Eleições

Maioria reprova escolha de Flávio Bolsonaro para 2026 e rejeição ao senador passa de 60%, aponta Quaest

por Redação 16 de dezembro de 2025

A maioria dos brasileiros considera equivocada a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de indicar o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato à Presidência da República em 2026. É o que revela a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (16).

Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro errou ao fazer a indicação. Outros 36% avaliam que ele acertou, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas, em entrevistas presenciais realizadas entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Antes de avaliar a escolha, os entrevistados foram questionados se tinham conhecimento do apoio de Jair Bolsonaro à candidatura do filho. Do total, 61% disseram que já sabiam da indicação, enquanto 39% afirmaram não ter conhecimento.

A reprovação à escolha de Flávio Bolsonaro é ainda mais expressiva entre eleitores independentes e de esquerda. Entre os eleitores sem alinhamento político definido, 56% dizem que Bolsonaro errou. Já entre lulistas, esse índice sobe para 78%, e entre eleitores da esquerda não lulista chega a 71%.

Entre bolsonaristas, o cenário se inverte: 78% afirmam que Jair Bolsonaro acertou ao indicar o filho. Já na direita que não se identifica com o bolsonarismo, 55% consideram a escolha correta, contra 38% que a avaliam como um erro.

A rejeição eleitoral de Flávio Bolsonaro também chama atenção. Questionados sobre a possibilidade de voto, 62% afirmam que não votariam no senador “de jeito nenhum”. Outros 23% dizem que poderiam votar, 13% afirmam que votariam, e 2% não souberam ou não responderam.

Entre eleitores independentes, 70% rejeitam totalmente a candidatura de Flávio. Na direita não bolsonarista, 29% dizem que não votariam de forma alguma, enquanto 51% afirmam que poderiam votar. Já entre bolsonaristas, 55% dizem que votariam no senador.

A pesquisa também investigou quem deveria ter sido o nome escolhido por Bolsonaro, entre aqueles que consideram a indicação de Flávio um erro. Para 21%, nenhum dos nomes apresentados seria a melhor opção. Michelle Bolsonaro aparece em seguida, com 19%, seguida por Tarcísio de Freitas, com 16%, e Ratinho Júnior, com 11%.

O levantamento avaliou ainda a repercussão do apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O resultado mostra divisão: 42% dizem que Tarcísio acertou ao apoiar o senador, enquanto outros 42% avaliam que ele errou. Já 16% não souberam ou não responderam.

Por fim, a pesquisa analisou a decisão dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Romeu Zema (Novo) de manterem suas pré-candidaturas à Presidência, mesmo após o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato apoiado por Jair Bolsonaro. Para 55% dos entrevistados, ambos fizeram certo ao manter seus projetos políticos, enquanto 27% avaliam que erraram.

Fonte: G1

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Eleições

Lula lidera todos os cenários de 2º turno para 2026, aponta pesquisa Quaest

por Redação 16 de dezembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria todos os adversários testados em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. É o que mostra a pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (16), que avaliou cenários sem a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No confronto direto com o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 36% do adversário. Em relação ao levantamento anterior, realizado em novembro, o petista oscilou dois pontos para baixo, enquanto Flávio, anunciado oficialmente como pré-candidato no início de dezembro, cresceu quatro pontos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O estudo também indica vantagem de Lula sobre outros nomes da oposição. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente chega a 45%, enquanto o paulista soma 35%. A diferença entre os dois aumentou em relação à última pesquisa, com Lula subindo quatro pontos e Tarcísio recuando um.

Em outros cenários de segundo turno, Lula mantém desempenho semelhante. Contra o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o petista registra 45% das intenções de voto, ante 35% do adversário. Já em uma disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), Lula aparece com 44%, contra 33%.

No confronto com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o presidente também lidera, com 45% das intenções de voto, enquanto Zema marca 33%. Segundo a Quaest, esta é a primeira rodada de pesquisa realizada sem incluir Jair Bolsonaro desde que o ex-presidente declarou apoio ao filho para a corrida presidencial de 2026.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. O nível de confiança é de 95%.

O levantamento também avaliou a aprovação do governo Lula. De acordo com os dados, 49% dos entrevistados desaprovam a gestão, enquanto 48% aprovam, configurando empate técnico. Em novembro, os índices eram semelhantes, com 50% de desaprovação e 47% de aprovação.

Na avaliação econômica, caiu o percentual de eleitores que acreditam que a economia piorou, de 43% para 38%. Por outro lado, aumentou a percepção positiva sobre o mercado de trabalho: 44% afirmam que ficou mais fácil conseguir emprego, ante 39% na pesquisa anterior.

Outro dado relevante é o crescimento do grupo que defende uma nova candidatura de Lula em 2026. Já a parcela dos que acreditam que o presidente não deveria disputar a reeleição apresentou queda de quatro pontos percentuais, no limite da margem de erro.

Fonte: G1

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Pré-candidatura

Flávio Bolsonaro reafirma pré-candidatura à Presidência e descarta recuo

por Redação 9 de dezembro de 2025

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta terça-feira (9) que sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026 é definitiva. A afirmação foi feita à imprensa na sede da Polícia Federal, em Brasília, após visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Flávio disse que conversou com o ex-presidente sobre a repercussão do anúncio, realizado na sexta-feira (5). Questionado sobre declarações anteriores que sugeriam haver “um preço” para desistir da disputa, o senador afirmou que se referia apenas à possibilidade de uma anistia a Jair Bolsonaro.

Segundo ele, a fala foi mal interpretada. “Meu preço é o Bolsonaro livre e nas urnas. Ou seja, não tem preço. Vamos explicar, porque parece que estou me colocando à venda, e não é isso”, declarou.

Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), está impedido de concorrer e cumpre pena por tentativa de golpe de Estado. A possibilidade de anistia tem sido defendida por aliados no Congresso.

Na segunda-feira (8), Flávio Bolsonaro promoveu um jantar com lideranças partidárias em sua residência, em Brasília, para apresentar seu projeto político e buscar apoio. Estiveram presentes Antônio de Rueda (União Brasil), Valdemar Costa Neto (PL), Rogério Marinho (PL-RN) e Ciro Nogueira (Progressistas). Marcos Pereira (Republicanos) foi convidado, mas não compareceu.

Após o encontro, Rogério Marinho afirmou que a candidatura está consolidada dentro do PL. “Desde a hora em que o principal representante do nosso partido tomou essa decisão, todos nós estaremos juntos”, disse.

Fonte: G1

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Eleições

Datafolha: 9 em 10 eleitores não se arrependem de voto para presidente em 2022

por Redação 9 de dezembro de 2025

Uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (8), revela que 9 em cada 10 eleitores brasileiros não se arrependem do voto registrado nas eleições presidenciais de 2022. O levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em 113 municípios, entre os dias 2 e 4 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Do total de entrevistados, 91% afirmaram não se arrepender da escolha, enquanto 8% declararam arrependimento e 1% não soube responder. O índice é praticamente idêntico entre os eleitores de Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL): 91% e 92%, respectivamente.

Segundo a pesquisa, os arrependidos se concentram principalmente na região Sul (11%) e entre pessoas com renda de até dois salários mínimos (10%). Já a taxa de não arrependimento é maior entre quem recebe de cinco a dez salários mínimos, chegando a 94%.

Importância da eleição de 2026

O Datafolha também questionou os participantes sobre a importância da próxima eleição presidencial para suas vidas e de suas famílias. Para 77%, o pleito de 2026 será muito importante; para 14%, terá pouca importância; e 8% afirmaram que não terá importância nenhuma.

O levantamento reforça a estabilidade das convicções políticas dos eleitores desde a disputa presidencial de 2022, além de indicar alto interesse no próximo ciclo eleitoral.

Fonte: G1

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Eleições

A mosca azul e o “sacrifício”: Flávio Bolsonaro admite em reservado que pode disputar a Presidência em 2026

por Redação 27 de novembro de 2025

Flávio Bolsonaro tem repetido publicamente que não será candidato à Presidência em 2026, afirmando que “seu nome não está na mesa”. A declaração segue a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que iniciou recentemente o cumprimento da pena de 27 anos e três meses imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso da tentativa de golpe.

Nos bastidores, porém, o discurso é diferente. Desde que o irmão Eduardo passou a se referir a ele como “presidenciável” em transmissões ao vivo na internet, o senador passou a admitir a possibilidade. A interlocutores próximos, afirmou que, “se o pai quiser”, aceita o “sacrifício” de disputar o Planalto.

Segundo aliados, Flávio considera a candidatura um sacrifício por três motivos principais:

teria de abrir mão de uma reeleição praticamente garantida ao Senado pelo Rio;

enfrentaria a reabertura do noticiário sobre rachadinha, negócios da loja de chocolates e a compra da mansão em Brasília;

revive a lembrança da desgastante campanha de 2016 à prefeitura do Rio, marcada por forte interferência do pai — incluindo o episódio em que Jair Bolsonaro impediu Jandira Feghali de atendê-lo quando passou mal durante um debate.

Ainda assim, Flávio passou a enxergar vantagens em disputar o Planalto. De acordo com sua equipe, ele acredita que assumir o espólio político do pai como líder da direita, mesmo após uma eventual derrota para Lula, pode ser mais estratégico do que buscar nova vaga no Senado. Além disso, avalia que derrubou na Justiça as investigações que o envolviam e que isso serviria como resposta antecipada a ataques do PT. Seus aliados afirmam que o senador amadureceu desde 2016, ampliou conexões com o Centrão e desenvolveu maior capacidade de comunicação — e, com o pai preso, haveria menos interferências na condução da campanha.

Sobre o tema da dosimetria das penas, Flávio mantém um discurso público favorável à anistia, mas, reservadamente, admite que o caminho mais viável para a direita é apoiar o projeto relatado por Paulinho da Força. O texto pode reduzir a condenação de Jair Bolsonaro para algo entre 7 e 11 anos, com cerca de dois anos de cumprimento em regime fechado.

Fonte: OGLOBO

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