Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
quarta-feira, março 4, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

8 de janeiro

8 de janeiro

Moraes vota pela condenação de cinco coronéis da antiga cúpula da PM-DF por omissão no 8 de Janeiro e absolve dois oficiais

por Redação 28 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, votou nesta sexta-feira pela condenação de cinco integrantes da antiga cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal a 16 anos de prisão por omissão durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O relator também votou pela absolvição de dois réus. O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma do STF e deve seguir até 5 de dezembro.

Entre os condenados apontados por Moraes estão os coronéis Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PM-DF no dia dos ataques, e Klepter Rosa Gonçalves, vice-comandante que assumiu o posto após o afastamento e prisão de Vieira. Também foram enquadrados Jorge Naime Barreto e Paulo José Ferreira de Souza, chefe e subchefe do Departamento de Operações, e Marcelo Casimiro, então comandante do 1º CPR, responsável pela área da Esplanada dos Ministérios.

O relator considerou o grupo culpado pelos quatro crimes atribuidos: golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Moraes afirmou que a conduta dos oficiais configurou “coautoria por omissão funcional dolosa”.

Para o ministro, não houve falhas pontuais no planejamento da PM, mas uma conduta omissiva “dolosa e estruturada”, iniciada ainda antes do segundo turno das eleições de 2022 e que se estendeu até a invasão e depredação dos prédios dos Três Poderes. Moraes destacou que a corporação já conhecia o potencial dos atos e, mesmo assim, elaborou um plano de segurança insuficiente, empregando efetivo reduzido, tropas sem especialização, barreiras ineficazes e policiais em formação.

O ministro observou ainda que parte dos comandantes sequer estava presente nas áreas críticas no momento dos ataques.

Em sentido oposto, Moraes votou pela absolvição do major Flávio Silvestre Alencar e do segundo-tenente Rafael Pereira Martins, responsáveis por pelotões do choque no dia dos atos. Segundo o relator, Alencar atuou como “executor tático, sem autonomia estratégica”, enquanto Martins coordenou ações decisivas para a retomada do STF e da Câmara dos Deputados.

A denúncia do Ministério Público Federal também se baseou em mensagens trocadas entre os investigados, que mencionavam supostas fraudes eleitorais e a possibilidade de intervenção militar. Para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, os diálogos demonstram a participação dos réus na disseminação de conteúdos antidemocráticos e a omissão proposital no emprego do efetivo necessário.

Nas alegações finais, as defesas dos sete réus negaram as acusações e pediram absolvição. O resultado final do julgamento dependerá dos votos dos demais ministros da Primeira Turma.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

STF inicia julgamento da ex-cúpula da PM do DF por omissão nos atos golpistas de 8 de janeiro

por Redação 28 de novembro de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta sexta-feira (28) o julgamento dos sete ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal acusados de omissão durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em Brasília. A análise será conduzida pela Primeira Turma da Corte e tem previsão de durar até 5 de dezembro, podendo ser interrompida caso algum ministro peça vista ou destaque.

Os sete réus estavam no comando operacional da PMDF no dia dos ataques e são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de falharem deliberadamente no planejamento e na resposta às ações antidemocráticas. Entre os acusados estão:

Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF;

Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante-geral à época;

Jorge Eduardo Barreto Naime, coronel;

Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, coronel;

Marcelo Casimiro Vasconcelos, coronel;

Flávio Silvestre de Alencar, major;

Rafael Pereira Martins, tenente.

Todos respondem ao processo em liberdade provisória, mas seguem submetidos a restrições, como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, apresentação semanal à Justiça, suspensão do porte de arma e proibição de usar redes sociais e de manter contato com outros investigados. Em outubro, o ministro Alexandre de Moraes determinou que o Governo do Distrito Federal enviasse atualizações diárias sobre o monitoramento das tornozeleiras dos acusados.

A PGR afirma que a ex-cúpula da PMDF tinha informações prévias de risco e, mesmo assim, não reforçou o policiamento, não impediu a invasão e não atuou para contê-la, o que teria facilitado a ação dos grupos que destruíram as sedes do Executivo, Legislativo e Judiciário. Para a Procuradoria, a omissão deve ser punida porque os policiais ocupavam “posição de garante”, prevista na Constituição e na Lei Orgânica da corporação, que impõe aos militares a obrigação de preservar a ordem pública e assegurar o funcionamento dos poderes constituídos. Assim, podem responder pelos mesmos crimes cometidos pelos invasores, conforme previsão do Código Penal.

As defesas, por outro lado, negam irregularidades, apontam falta de provas e defendem a absolvição dos policiais. Sustentam que não houve omissão intencional nem participação nos atos golpistas.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

8 de janeiro: STF condena a 17 anos de prisão homem acusado de furtar bola assinada por Neymar

por Redação 1 de julho de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a 17 anos de prisão o homem acusado de furtar uma bola assinada pelo jogador de futebol Neymar Jr. durante a invasão ao edifício do Congresso Nacional, em 8 de janeiro de 2023.

Nelson Ribeiro Fonseca Junior foi condenado pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, furto qualificado, associação criminosa armada e deterioração de patrimônio tombado.

Nelson integrou o grupo de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que invadiu e depredou as sedes dos Três Poderes, em Brasília, após a derrota do candidato à reeleição nas urnas.

Mais de 500 pessoas foram condenadas pelos atos antidemocráticos.

Pena de 17 anos de prisão
A Primeira Turma concluiu o julgamento nesta segunda-feira (30). Prevaleceu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes (entenda em detalhes mais abaixo).

Ele foi acompanhado integralmente pelos ministros Carmen Lúcia e o ministro Flávio Dino. O ministro Cristiano Zanin votou pela condenação a 15 anos de prisão. Luiz Fux também propôs uma pena diferente, de 11 anos e 6 meses.

O ministro também refutou as alegações da defesa, de que o réu teria levado a bola autografada com objetivo de protegê-la em meio ao tumulto, e que teria sido impedido pelas forças de segurança de colocá-la de volta no local adequado.

Denúncia da PGR
Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República acusou Nelson Ribeiro Júnior de seis crimes. Segundo os investigadores, o réu foi identificado quando compareceu à polícia em Sorocaba (SP) para devolver a bola, 30 dias depois dos atos antidemocráticos.

Ele teria admitido, em depoimento à Polícia Federal que participou dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, e entrado no Congresso.

A PGR também destacou o relato dele sobre o ocorrido. Segundo o depoimento, Nelson teria encontrado a bola de futebol no chão, já retirada do recipiente de proteção, dentro do Congresso. E, segundo ele, teria pegado o objeto para “protegê-lo e devolver posteriormente, pois naquele momento, as autoridades de segurança impediram a restituição”.

Mas, em 24 de janeiro de 2023, ele voltou para a cidade onde mora, Sorocaba (SP) com a bola autografada. Quatro dias depois, procurou a Polícia Militar para questionar sobre como devolver o item, quando foi conduzido à PF de Sorocaba.

“A ciência do acusado sobre a utilização de armas pela associação criminosa é evidente, notadamente por sua presença no perímetro da sede do STF durante a invasão do prédio”.

Defesa
A defesa de Júnior pediu que fossem reconhecidas nulidades o processo: violação ao princípio da ampla defesa e do contraditório, ausência de elementos que individualizassem a conduta do acusado, pela incompetência do Supremo Tribunal Federal para julgar o caso.

Também solicitou a absolvição do acusado, por considerar que não houve crime.

Julgamento virtual
O julgamento do caso ocorreu no plenário virtual. A maioria se consolidou em torno do voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Moraes fez o cálculo da pena da seguinte forma:

para o crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito: pena de 5 (cinco) anos e 6 meses.
para o crime de golpe de Estado: 6 anos e 6 meses.
para o crime de dano qualificado: pena de 1 ano e 6 meses.
para o crime de deterioração do patrimônio tombado: pena de um ano e 6 meses.
para o crime de associação criminosa armada: pena de 2 anos de reclusão
para o crime de furto qualificado: pena de 3 anos.
O ministro também fixou condenação em danos morais coletivos o valor de R$ 30 milhões, a serem pagos de forma solidária com os demais condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Cabe recurso no próprio Supremo.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Juiz que soltou homem que destruiu relógio histórico em 8/1 será investigado no TJMG

por Redação 23 de junho de 2025

O juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, da Vara de Execuções Penais de Uberlândia (MG), enfrentará uma investigação da Corregedoria do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), aberta nesta sexta-feira (20), por liberar da prisão o homem que destruiu o relógio de Dom João VI durante a invasão ao Palácio do Planalto de 8 de janeiro de 2023.

A conduta do magistrado será apurada também pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Em comunicado oficial, o TJMG declarou que “reafirma o seu compromisso com a legalidade, os princípios do Estado democrático de direito e o irrestrito respeito às ordens judiciais emanadas dos tribunais superiores”.

Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro soltou na última quarta-feira (18), o mecânico Antônio Cláudio Alves Ferreira, responsável pela destruição do relógio histórico no Palácio do Planalto. Na decisão, o magistrado concedeu progressão da pena para o regime semiaberto e liberou o preso do uso de tornozeleira eletrônica, argumentando que o equipamento não estava disponível no estado de Minas Gerais.

“O reeducando não pode ser prejudicado em razão da morosidade do Estado”, escreveu o juiz no documento que liberou o detento. A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, no entanto, afirmou que havia mais de 4.000 tornozeleiras eletrônicas disponíveis.

Em sua decisão, o juiz afirmou que Antônio Ferreira tinha cumprido o tempo mínimo exigido por lei, citou bom comportamento e afirmou que o preso não praticou faltas graves e manteve boa conduta.

Nessa quinta-feira (19), o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que Antônio Cláudio retornasse à prisão, e ainda estabeleceu uma investigação sobre o magistrado que o liberou, argumentando que o juiz expediu uma sentença fora do âmbito em que podia atuar.

Antônio Cláudio Ferreira só teria direito ao regime semiaberto após cumprir um quarto de sua pena de 17 anos. O réu foi preso em 2023 e, até o momento, tinha cumprido dois anos e cinco meses em regime fechado.

Relembre a condenação
Antônio Cláudio Ferreira foi flagrado por câmeras de vigilância do Palácio do Planalto destruindo o relógio de Balthazar Martinot, um presente ao imperador Dom João VI da corte francesa.

Pela invasão de 8 de janeiro e pela depredação do artefato, ele respondia pelos crimes de abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

A condenação, estabelecida pelo STF em junho de 2024, foi de 17 anos de prisão mais pagamento solidário de R$ 30 milhões por danos morais coletivos.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Como é o novo PL da Anistia que Alcolumbre, Motta e ministros do STF estão negociando

por Redação 30 de abril de 2025

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) deve apresentar no próximo mês um projeto de lei alternativo ao PL da Anistia.

O projeto vem sendo articulado entre Alcolumbre, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ideia do texto é reduzir a pena de réus de menor importância condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro e agravar a pena para quem lidera ou comanda uma tentativa de golpe. O STF já condenou 206 executores dos atos golpistas de 8 de janeiro, com penas que vão de 3 anos a 17 anos de prisão.

A iniciativa foi revelada pelo blog do Octavio Guedes da GloboNews e aponta que a proposta foi costurada também pelo antecessor de Alcolumbre, senador Rodrigo Pacheco (PSD).

Esvaziamento
A avaliação dos presidentes da Câmara e do Senado é a de que os crimes cometidos no dia 8 de janeiro devem ser punidos, mas que é preciso que as penas sejam proporcionais.

Além de diminuir de um sexto a um terço a pena de réus de menor importância, a nova proposta pode considerar que não se acumulam as penas de golpe de Estado com abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O projeto de lei em estudo esvaziaria o PL da Anistia que está na Câmara dos Deputados e que enfrenta resistências na cúpula do Congresso, no STF e no governo. Um requerimento de urgência para o projeto foi apresentado pela oposição, mas ainda não foi pautado por Motta.

Críticas do PL
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou nesta segunda-feira (28) a proposta alternativa. “Não acho normal o STF legislar junto com o Senado. Se é verdade o que está na mídia, estamos vivendo tempos sombrios na nossa democracia”, disse Sóstenes. “O papel de legislar é da Câmara e do Senado.”

Sóstenes apontou que o PL não considera esta alternativa viável para o grupo que defende a anistia aos presos, ainda que beneficie parte dos condenados.

Com o projeto que está na Câmara, além de conceder perdão a participantes dos atos de 8 de janeiro, a oposição quer assegurar uma anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso ele seja condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe.

Bolsonaro e mais 13 aliados se tornaram réus após a Primeira Turma do STF ter aceitado denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes como tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do estado democrático de direito, organização criminosa e dano ao patrimônio.

A atual lei de golpe de Estado não permite diferenciar financiadores, organizadores e líderes dos demais réus de menor importância. Caso, por exemplo, de Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos por participar dos ataques antidemocráticos em Brasília e pichar a estátua da Justiça.

Caso o projeto seja aprovado, Débora estaria entre os beneficiados com a redução de pena.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Congresso e STF analisam alternativa à proposta de anistia que reduz pena de réus de menor importância do 8/1

por Redação 16 de abril de 2025

A cúpula do Congresso e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão analisando uma alternativa à proposta de anistia que está na Câmara. A ideia é aprimorar a lei existente, reduzindo a pena de réus de menor importância condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.

A atual lei de golpe de Estado não permite diferenciar financiadores, organizadores e líderes dos demais réus de menor importância. Caso, por exemplo, de Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos por participar dos ataques antidemocráticos em Brasília e pichar a estátua da Justiça.

O blog obteve informações com fontes no STF e do Congresso de que o caminho negociado seria a aprovação de um projeto de lei para diminuir de 1/6 a 1/3 a pena de réus de menor importância. O mesmo projeto criaria uma motivação para aumentar a pena dos líderes da tentativa de golpe.

A saída seria via Senado Federal, com outro projeto de lei abordando o tema. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que já se manifestou diversas vezes dizendo que a anistia não é uma pauta do Brasil, no entanto, quer se antecipar a uma eventual apreciação do tema na Câmara e incumbiu seu antecessor, Rodrigo Pacheco, de estudar a melhor fórmula para viabilizar a diminuição de pena dos réus de menor importância.

A ideia, no entanto, enfrenta resistências no núcleo político do governo, que acredita que a redução seria “se curvar diante dos golpistas”, segundo uma fonte do governo.

Como uma nova lei só pode retroagir para beneficiar o réu, ela só atingiria os executores de menor importância do 8 de janeiro. Já o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-ministros e militares de alta patente, acusados de liderar a tentativa de golpe, não seriam atingidos pela mudança.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Mais de 70 deputados de partidos da base de Lula assinam urgência da anistia do 8 de janeiro

por Redação 9 de abril de 2025

São pelo menos 200 os deputados federais que assinaram até a manhã desta quarta-feira o requerimento de urgência para a tramitação do projeto de lei que concede a anistia aos envolvidos no 8 de janeiro. A pauta é coordenada pela oposição que, no último final de semana, participou de manifestação junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo.

Nas últimas semanas, contudo, o tema parece ter furado a bolha. Entre os signatários da lista, que vem sendo coordenada pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante, há 76 integrantes de siglas que compõem atualmente o primeiro escalão do governo: União Brasil (23), Republicanos (14), PP (14), MDB (13) e PSD (12).

Apesar de serem de siglas da base do governo, parte desses deputados já se posicionam rotineiramente contra o Palácio do Planalto. É o caso, por exemplo, da esposa do senador Sergio Moro (União-PR), a deputada Rosangela Moro.

Nem todos, contudo, são opositores do governo. Otoni de Paula (MDB-RJ) se aproximou recentemente do presidente Lula (PT) e, ao concorrer a presidência da bancada evangélica, defendia um maior diálogo com o governo federal. Quem venceu esta disputa foi Gilberto Nascimento (PSD-SP), que também é integrante de um partido da base, mas teve o aval de bolsonaristas.

Os deputados assinantes pertencem a partidos com cargos no primeiro escalão do Planalto. No caso do União Brasil, Celso Sabino (Turismo) lidera ministério e a pasta de Comunicações deve ser novamente preenchida pelo partido. Já o PSD e MDB têm três pastas.

Os ministros do PSD são Carlos Fávaro (Agricultura), Pesca (André de Paula) e Minas e Energia (Alexandre Silveira). Os emedebistas são Simone Tebet (Planejamento), Renan Filho (Transportes) e Jader Filho (Cidades). Republicanos e o PP possuem um ministério cada — Portos e Aeroportos, sob o comando de Silvio Costa Filho e Esportes, com André Fufuca, respectivamente.

Segundo o PL, a lista já conta com pelo menos 200 signatários. A meta é conquistar 257, o equivalente a mais da metade do quórum da Casa Legislativa, o suficiente para protocolar. Desde ontem, a lista está secreta, com o intuito de não pressionar integrantes.

Veja quem assinou da base assinou a urgência:

  1. Raimundo Santos (PSD-PA)
  2. Maurício Carvalho (União-RO)
  3. Carla Dickson (União-RN)
  4. Reinhold Stephanes (PSD-PR)
  5. Osmar Terra (MDB-RS)
  6. Ismael (PSD-SC)
  7. Coronel Ulysses (União-AC)
  8. Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  9. Sargento Fahur (PSD-PR)
  10. Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  11. Simone Marquetto (MDB-SP)
  12. Pastor Diniz (União-RR)
  13. Delegado Palumbo (MDB-SP)
  14. Gutemberg Reis (MDB-RJ)
  15. Gilberto Nascimento (PSD-SP)
  16. Diego Garcia (Republicanos-PR)
  17. Lafayette de Andrada (Republicanos-MG)
  18. Felipe Francischini (União-PR)
  19. Coronel Assis (União-MT)
  20. Ricardo Barros (PP-PR)
  21. Pedro Lupion (PP-PR)
  22. Alfredo Gaspar (União-AL)
  23. Gisela Simona (União-MT)
  24. Dr. Zacharias Calil (União-GO)
  25. Stefano Aguiar (PSD-MG)
  26. Mendonça Filho (União-PE)
  27. Nicoletti (União-RR)
  28. Luiz Gastão (PSD-CE)
  29. Rosangela Moro (União-SP)
  30. Aluisio Mendes (Republicanos-MA)
  31. Amaro Neto (Republicanos-ES)
  32. Thiago Flores (Republicanos-RO)
  33. Rodrigo Valadares (União-SE)
  34. Cristiane Lopes (União-RO)
  35. Pedro Westphalen (PP-RS)
  36. Otoni de Paula (MDB-RJ)
  37. Dayany Bittencourt (União-CE)
  38. Vinicius Carvalho (Republicanos-SP)
  39. Luciano Alves (PSD-PR)
  40. Pezenti (MDB-SC)
  41. Clarissa Tércio (PP-PE)
  42. Silas Câmara (Republicanos-AM)
  43. Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF)
  44. Hugo Leal (PSD-RJ)
  45. Olival Marques (MDB-PA)
  46. Evair Vieira de Melo (PP-ES)
  47. Luis Carlos Gomes (Republicanos-RJ)
  48. Dr. Fernando Máximo (União-RO)
  49. Ossesio Silva (Republicanos-PE)
  50. Maria Rosas (Republicanos-SP)
  51. Allan Garcês (PP-MA)
  52. Messias Donato (Republicanos-ES)
  53. Dr. Ovando (PP-MS)
  54. Dilceu Sperafico (PP-PR)
  55. Silvia Cristina (PP-RO)
  56. Rodrigo Estacho (PSD-PR)
  57. Rafael Simoes (União-MG)
  58. Delegado Marcelo Freitas (União-MG)
  59. Kim Kataguiri (União-SP)
  60. Dani Cunha (União-RJ)
  61. David Soares (União-SP)
  62. Padovani (União-PR)
  63. Alceu Moreira (MDB-RS)
  64. Marussa Boldrin (MDB-GO)
  65. Danilo Forte (União-CE)
  66. Luiz Fernando Vampiro (MDB-SC)
  67. Célio Silveira (MDB-GO)
  68. Átila Lira (PP-PI)
  69. Jeferson Rodrigues (Republicanos-GO)
  70. Cobalchini (MDB-SC)
  71. Luisa Canziani (PSD-PR)
  72. Afonso Hamm (PP-RS)
  73. Julio Arcoverde (PP-PI)
  74. Tião Medeiros (PP-PR)
  75. Da Vitoria (PP-ES)
  76. Lucio Mosquini (MDB-RO)

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Anistia: PL muda estratégia e desiste de expor ‘carômetro’ de deputados

por Redação 8 de abril de 2025

Orientado por Jair Bolsonaro a mudar a estratégia, Sóstenes Cavalcante desistiu de divulgar o “carômetro” dos deputados que não assinaram o requerimento de urgência para anistiar os condenados no 8 de Janeiro e decidiu pressionar os presidentes dos partidos.

Depois da tentativa frustrada de conseguir a assinatura dos líderes, a missão agora é apelar aos donos do cofres, ou seja, aos presidentes que comandam os gordos orçamentos dos fundos partidários e responsáveis pelos repasses para as campanhas dos deputados.

Jair Bolsonaro já procurou alguns dirigentes partidários, mas pretende ampliar o leque antes de expor os deputados que se eximiram de assinar a urgência do PL da Anistia.

O líder do PL contabiliza 191 endossos até o momento, com apoio de deputados de várias legendas, mas segue longe ainda das 257 assinaturas necessárias.

Alvo de pressão no domingo, Hugo Motta (Republicanos-PB) defendeu ontem em evento em São Paulo a pacificação do país e disse que os problemas não serão solucionados se os Poderes forem atacados.

— Não contem com este presidente para agravar uma situação. Vamos enfrentar com cautela, com o pé no chão, mas com esses dois pontos, sensibilidade e responsabilidade, para que o Brasil possa sair mais forte dessa discussão. Respeitando todas as manifestações.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Ato com Bolsonaro na Paulista a favor da anistia reúne cerca de 44,9 mil manifestantes, segundo metodologia da USP

por Redação 7 de abril de 2025

Como foi o ato
Além de Bolsonaro, estavam presentes na manifestação o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); o do Paraná, Ratinho Junior; o do Amazonas, Wilson Lima; o de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); o de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil); e o de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).

O protesto começou em torno das 14h. Houve discursos com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a favor do projeto de lei em tramitação na Câmara que concede anistia a condenados pelos atos antidemocráticos, como a cabeleireira Débora Rodrigues Santos, presa por ter pichado com um batom a estátua “A Justiça”. O ataque às instituições da República foi o maior desde que o Brasil voltou a ser uma democracia.

Por volta das 15h40, Jair Bolsonaro discursou e pediu anistia para os presos pelos atos golpistas. O ex-presidente criticou ainda o fato de estar inelegível por ter apenas “se reunido com embaixadores”, mas disse que “eleições em 2026 sem Jair Bolsonaro é negar a democracia, é escancarar a ditadura no Brasil”.

? Em junho de 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Bolsonaro à inelegibilidade até 2030 por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

No mês passado, a Primeira Turma do STF decidiu por unanimidade tornar réus o ex-presidente Bolsonaro e mais sete aliados por tentativa de golpe em 2022. Agora, os acusados passarão a responder a um processo penal — que pode levar a condenações com penas de prisão.

Maioria dos brasileiros é contra anistia
Pesquisa Quaest divulgada neste domingo mostra que 56% dos brasileiros são contrários à anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2022, enquanto 34% defendem que o grupo seja solto (ou porque a prisão nem deveria ter ocorrido, ou porque já está preso há tempo demais). O restante (10%) não sabia ou não respondeu.

O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, considerou as respostas das 2.004 pessoas entrevistadas, entre 27 e 31/03. O nível de confiabilidade é de 95%, e a margem de erro, de 2 pontos.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Esquerda mobiliza menos gente que Bolsonaro, e fiasco nas duas manifestações prova que anistia não é pauta das ruas

por Redação 31 de março de 2025

A esquerda conseguiu produzir na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (30) um fiasco de público pior do que a registrada na manifestação de Jair Bolsonaro por sua anistia.

Segundo estimativas de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), a manifestação da esquerda, liderada pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ), e Guilherme Boulos (PSOL-SP) indicam que o ato reuniu 6,5 mil pessoas, um terço do que Bolsonaro conseguiu juntar na praia de Copacabana — pouco mais de 18 mil, segundo os mesmos pesquisadores.

Se juntarmos a manifestação a favor da anistia, de Bolsonaro, e contra a anistia, de Lindbergh e Boulos, dá um total de 24 mil manifestantes. Isso é menor do que a média de público que o Flamengo levou no ano passado no Campeonato Brasileiro (29 mil). As duas manifestações somadas perdem também para a média de público do Corinthians, de 27 mil torcedores. E ainda é menor do que a média registrada nos jogos do Fortaleza, que é de 26 mil torcedores. A comparação deixa cristalina uma coisa: anistia não é uma pauta das ruas.

Tanto o presidente da Câmara, Hugo Mota (Republicanos-PB), quanto o do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), já haviam manifestado esta certeza antes dos dois fiascos de públicos registrados, tanto pela esquerda quanto pela direita.

Aliados do governo anteviram o desastre, eles acreditavam que se Boulos conseguisse êxito e fizesse uma manifestação maior do que a vista na Avenida Atlântica, ele poderia se cacifar para o cargo de ministro-chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, atualmente ocupada por Márcio Costa Macedo.

Em 2024, Márcio Macedo organizou um evento em comemoração ao Dia do Trabalhador, em 1º de maio, e o resultado também foi um desastre de público. O próprio presidente Lula, irritado, culpou a má organização do evento.

Desde 2013, manifestações de rua provam que a direita e a extrema-direita têm mais capacidade de mobilização do que a esquerda, fenômeno que não é registrado só no Brasil. A edição de domingo do jornal espanhol El País trouxe como manchete o crescimento de movimentos conservadores nas universidades, todos eles ligados a ideias da extrema-direita europeia.

Com o discurso antissistema, a extrema-direita vem conseguindo seduzir jovens mundo afora, cada vez mais inseguros com as mudanças das relações do mercado de trabalho.

O fracasso de público da manifestação de Boulos e Lindbergh fez a alegria de políticos ligados a Bolsonaro, que há duas semanas vinha tentando explicar o fiasco da convocação feita por eles, que esperavam um milhão de pessoas na Avenida Atlântica. O deputado Sóstenes Cavalcanti, líder do PL, desde as 14h mandava em grupos de WhatsApp imagens de drone mostrando grandes vazios na Avenida Paulista e pedindo “vamos espalhar essa vergonha”.

O presidente do PP, Ciro Nogueira, também foi às redes sociais para definir: “vazio total”.

Se na manifestação de Bolsonaro, a Polícia Militar do RJ, a mando do Palácio Guanabara, resolveu dar uma ajudinha, inventando que havia 400 mil pessoas na Avenida Atlântica, neste domingo o papel coube a Lindbergh e Boulos, que superestimaram a manifestação e disseram que tinha mais gente do que a registrada no comício de Bolsonaro.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!