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Anvisa

Anvisa

Creatina, óleo de canabidiol e paracetamol: Anvisa tira 5 produtos do mercado

por Redação 12 de dezembro de 2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada de cinco produtos do mercado brasileiro, incluindo medicamentos e suplementos amplamente comercializados. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União e envolvem desde propaganda irregular até problemas de composição.

A proibição abrange todos os lotes do Audioclean, vendido como suplemento para reduzir “zumbido” no ouvido. O produto não possui registro, notificação ou cadastro na Anvisa e é fabricado por empresa desconhecida.

O suplemento emagrecedor Uplife também foi alvo da agência. A Anvisa identificou divulgação e comercialização sem qualquer autorização oficial, além de não haver informações sobre sua origem.

Já a Geolab Indústria Farmacêutica S/A iniciou o recolhimento voluntário de diversos lotes de paracetamol associado a codeína. Testes identificaram variações entre 1,9% e 2,66% na pesagem da codeína, levando à retirada de apresentações de 12 a 480 comprimidos, produzidas a partir de 28 de janeiro de 2025.

Produtos com creatina monoidratada da Basecol Mix Indústria e Comércio de Alimentos também serão recolhidos. A medida afeta as marcas Creatina Creamy, Crea Cream, Pasta de Creatina e Creme de Creatina, devido a irregularidades na fórmula.

A agência ainda proibiu o óleo de canabidiol Full Spectrum Oil 600 mg, da marca Leve CBD, por falta de registro e de autorização para comercialização no país.

Fonte: OGLOBO

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Anvisa

Anvisa proíbe venda de azeite Los Nobles, cápsula Zempyc e outros produtos irregulares

por Redação 16 de setembro de 2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma série de resoluções proibindo a comercialização de alimentos, suplementos e produtos de higiene sem registro ou com alegações irregulares.

Entre os itens suspensos estão:

Azeite de Oliva Los Nobles – De origem desconhecida, não possui autorização de importação no Brasil nem registro na agência argentina Anmat.

Zempyc – Cápsula emagrecedora supostamente fabricada pela Sorocaps Indústria Farmacêutica, que negou vínculo com o produto. A composição é desconhecida e a denominação considerada irregular.

Kit-Fit-Turbo – Produto da empresa GVL Indústria de Suplementos Alimentares. Teve todos os lotes proibidos devido a relatos de efeitos adversos graves, como taquicardia e náuseas, além de alegações de emagrecimento não autorizadas.

Lyrium Air Desinfetante – Não possui registro na Anvisa.

A agência também proibiu a propaganda da linha de bebidas “Oh A Água Azul”, “Oh A Água Verde” e “Oh A Água Rosa”, fabricadas pela DF&M Alimentos. Os rótulos faziam alegações terapêuticas e de propriedades medicamentosas, como a promessa de “hidratar 10 vezes mais”.

Segundo a Anvisa, a decisão visa proteger a saúde da população contra produtos de origem e composição incertas, que podem representar riscos ao consumidor.

Fonte: G1

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Anvisa

Cosméticos com referência a cannabis no rótulo são proibidos pela Anvisa; veja quais

por Redação 22 de julho de 2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de quatro cosméticos que possuem a expressão “hemp” em suas rotulagens, por sugerir conter em sua composição substância derivada da planta Cannabis sativa. Os produtos são:

California drop serum facial hemp vegan (todos)
Psiloglow lip balm Hemp Vegan (todos)
Magic LSD mascara capilar Hemp Vegan (todos)
Alucina Creme Hidratante Facial Hemp Vegan (todos)
De acordo com publicação no Diário Oficial desta terça-feira (22), o uso da palavra “hemp” nas rotulagens infringe o inciso I do artigo 12 da Resolução-RDC Nº 907, de 19 de setembro de 2024 e ainda os artigos 5º e 59 da Lei 6360, de 23 de setembro de 1976 e tendo em vista o previsto no artigo 6º e inciso I do artigo 67 da Lei 6360, de 23 de setembro de 1976 e inciso XV do artigo 7º da Lei 9782, de 26 de janeiro de 1999.

Fonte: G1

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Anvisa

Xarope, vitamina C, cúrcuma: Anvisa proíbe 5 produtos irregulares no país; veja quais

por Redação 21 de julho de 2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu cinco produtos irregulares no país, entre eles medicamentos e um ingrediente alimentar, em publicação no Diário Oficial da União (DOU), na última sexta-feira.

Quais foram os produtos suspensos pela Anvisa?
Todos os lotes do Xarope da Vovó/Xarope da Vovó Isabel tiveram a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso proibidos no Brasil. A autarquia explica que o fabricante do produto é desconhecido, e que o xarope estava sendo anunciado e vendido sem registro, notificação ou cadastro.

A agência também suspendeu todos os lotes de três produtos que seriam da empresa Grupo Nutra Nutri Ltda.: Colágeno + Vitamina C, L-Treonato de Magnésio e Espinheira Santa. “Nesse caso, também foram verificados a propaganda, o anúncio de venda e a comercialização dos produtos, todos eles sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, diz em nota.

Além disso, a empresa não possui autorização de funcionamento para fabricação de medicamentos, que “é um requisito obrigatório para qualquer laboratório farmacêutico”, complementa.

O que diz o Grupo Nutra Nutri?
No entanto, em nota, o Grupo Nutra Nutri alega que seu nome e CNPJ estariam sendo usados “indevidamente em alguns produtos sem registro”, ou seja, que a empresa não é a responsável pela venda dos itens citados.

O grupo afirmou que seus advogados já iniciaram uma ação para localizar quem estaria usando os dados da empresa e que entrou em contato com a Anvisa para explicar a situação.

Por fim, o órgão sanitário também suspendeu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso e determinou o recolhimento de todos os lotes do Curcumyn Long (Extrato De Cúrcuma Longa 95%), fabricado pela empresa Akron Pharma Ltda.

Nesse caso, explica a Anvisa, foi realizada uma inspeção que identificou que o produto “não atende às especificações referenciadas na legislação quanto à forma de obtenção”.

O que diz a Akron Pharma?
Em nota, a empresa afirma que a medida é de caráter cautelar e que “não há qualquer conclusão definitiva acerca da não conformidade ou sobre risco à saúde dos consumidores”. Além disso, que “está reunindo os documentos técnicos e elementos probatórios que demonstram a conformidade, integridade e segurança de seu produto”.

A Akron Pharma afirma ainda que, caso seja “identificada qualquer irregularidade de ordem formal”, a empresa tomará “as providências necessárias para sua pronta e integral correção, em estrita observância às exigências legais e com total transparência perante os órgãos de fiscalização e o público consumidor”.

Enquanto isso, para informações adicionais e orientações sobre os procedimentos de recolhimento, foi disponibilizado o e-mail sac@akronpharma.com.br .

Fonte: OGLOBO

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Anvisa

Anvisa interdita 7 fabricantes de alisantes de cabelo em SP por irregularidades graves; consulte produtos registrados

por Redação 8 de julho de 2025

Uma inspeção da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) interditou sete fábricas de alisantes capilares em São Paulo por irregularidades graves, como uso de matéria-prima vencida.

Os produtos eram vendidos como notificados pela agência, que é um tipo de autorização mais simples, mas que não se aplica a alisantes. Muitos apresentavam selos de certificação falsificados, o que representa um risco à saúde.

A Operação Alisamento Seguro foi realizada em junho, com apoio da vigilância sanitária do Estado de São Paulo e de equipes municipais dos locais onde as fábricas estão situadas. As inspeções foram realizadas após denúncias recebidas entre janeiro de 2023 e abril de 2025.

? Especialistas alertam que substâncias proibidas, como o formol, podem causar sérios problemas de saúde, incluindo irritações nas mucosas e respiratória, além do risco de câncer em casos de exposição contínua.

A fiscalização também encontrou uso irregular de ácido glioxílico, substância não autorizada para alisamento capilar. Em um dos casos, uma empresa havia recebido 35 toneladas do produto sem qualquer registro de rastreabilidade.

Também foram identificadas empresas que não produzem, mas funcionam apenas para regularizar produtos de terceiros, sem controle sobre qualidade e segurança.

❌Tanto o ácido glioxílico quanto o formol não têm autorização para uso com finalidade de alisamento e sua adição pode caracterizar fraude.

Quais alisantes são autorizados?
A Anvisa não disponibilizou a marca dos produtos, mas criou um painel, chamado “Estética com Segurança”, em que é possível consultar se o produto é autorizado.

A agência reforça que todos as mercadorias com finalidade de alisamento capilar precisam ter registro específico junto à agência. Isso significa que qualquer alisante que não esteja nessa relação oficial não tem permissão para comercialização.

Fonte: G1

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Anvisa

Anvisa suspende lotes de champignon, molho de alho e polpa de fruta e proíbe nova marca de azeite; saiba quais

por Redação 8 de julho de 2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda de lotes de champignon, molho de alho e polpa de fruta no Brasil. Além disso, proibiu a comercialização de todos os produtos de uma marca de azeite, a Vale dos Vinhedos. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira.

Quais lotes foram suspensos?
Segundo a autarquia, em relação ao champignon, ao molho de alho e à polpa de fruta, os lotes citados apresentaram resultados insatisfatórios em análises realizadas por laboratórios públicos. Os itens deverão ser recolhidos e não podem ser vendidos, distribuídos ou consumidos. São eles:

Molho de alho – marca Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), fabricado pela Sakura Nakaya Alimentos – Lote 29, com data de validade de 01/2026.
Os itens apresentaram resultado insatisfatório nos ensaios de determinação de dióxido de enxofre e pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre, sendo detectada a presença de 20,4 mg/kg de dióxido de enxofre (expresso como SO₂), conforme laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen/DF).

Em nota, a Qualitá disse que, logo após ter tomado conhecimento sobre os resultados da análise, solicitou o recolhimento das unidades de todas as lojas do país. Além disso, que acionou o fornecedor parceiro responsável pela produção do item “para que seja realizada uma apuração do ocorrido”.

“A Qualitá enfatiza, também, que está à disposição dos clientes que eventualmente adquiriram o produto do lote mencionado para realizar a troca ou ressarcimento do valor pago diretamente na loja onde a compra foi realizada ou por meio da Casa do Cliente no 0800 779 6761”, continua.

Champignon inteiro em conserva – marca Imperador, fabricado pela Indústria e Comércio Nobre – Lote 241023CHI, com data de validade de 10/2026.
Os itens apresentaram resultado insatisfatório no ensaio de pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre, que se encontra acima do limite permitido, conforme laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen/DF).

Em nota, a Imperador Alimentos disse que também realizou o recolhimento imediato do produto logo após ter sido notificada sobre os resultados da análise e que fez , em paralelo, “a rastreabilidade no processo para averiguação e solução do ocorrido”.

“Nossa equipe já está trabalhando em estreita colaboração com as autoridades competentes para esclarecer a situação. Caso o consumidor necessite de algum esclarecimento sobre produtos do lote 241023CHI, colocamos um e-mail à disposição: sac@produtosimperador.com.br”, orienta.

Polpa de fruta de morango – marca De Marchi – Lote 09437-181, com data de validade até 01/11/2026.
Os itens apresentaram resultado insatisfatório no ensaio de pesquisa de matérias estranhas, conforme laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC).

Em nota, a De Marchi disse que, “tendo tomado conhecimento da situação apontada pela Anvisa, já está tomando as devidas providências”.

Marca de azeite proibida
No caso do azeite, a Anvisa identificou que a marca Vale dos Vinhedos, importada pela empresa Intralogística Distribuidora Concept LTDA, tem origem desconhecida, logo nenhum lote do produto pode ser fabricado ou vendido no país.

Além disso, testes também encontraram resultados insatisfatórios nos itens da marca, “em desacordo com os padrões estabelecidos pela legislação vigente nos ensaios de rotulagem e físico-químico”. Os contatos da marca Vale dos Vinhedos, assim como da sua importadora, não foram localizados pela reportagem.

Fonte: OGLOBO

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Anvisa

Anvisa suspende vendas de azeite, molho e polpa de fruta; veja marcas

por Redação 8 de julho de 2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de polpa de frutas, champignon em conserva e molho de alho de três marcas diferentes, por apresentarem resultados insatisfatórios em laudos emitidos por laboratórios públicos.

Além disso, foi identificada a comercialização de um azeite de origem desconhecida e fora dos padrões estabelecidos, com ordem pela apreensão e suspensão total da vendas.

As medidas sanitárias constam em uma resolução publicada nesta segunda-feira, 7, no Diário Oficial da União (DOU).

A polpa de fruta de morango da marca De Marchi teve o lote 09437-181 (com validade até 01/11/2026) recolhido, após o resultado inconsistente no ensaio pesquisa de matérias estranhas, conforme laudo de análise emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC).

Também por resultado insatisfatório sobre quantidade de dióxido de enxofre acima do limite permitido, a Anvisa pediu o recolhimento de um lote do Champignon inteiro em conserva, da marca Imperador, fabricado pela Indústria e Comércio Nobre. O lote em questão é o 241023CHI, com data de validade de 10/2026. O laudo foi emitido pelo Lacen-DF.

O molho de alho da marca Qualitá, fabricado pela Sakura Nakaya Alimentos, também teve um lote recolhido, por resultado insatisfatório no ensaio de pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre, que se encontra acima do limite permitido, conforme laudo também emitido pelo Lacen-DF. A medida abrange o lote 29, com data de validade de 01/2026.

No caso do azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos, a determinação da Anvisa é pela apreensão total e proibição da comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso.

Além do produto ter origem desconhecida, segundo a agência, o laudo de análise apresentou resultado insatisfatório, estando em desacordo com os padrões estabelecidos pela legislação vigente nos ensaios de rotulagem e físico-químico.

A Intralogística Distribuidora Concept, responsável pelo produto, consta com Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) suspenso por inconsistência nos registros da Receita Federal.

A reportagem busca contato com as marcas citadas para obter um posicionamento e incluir na matéria.

Fonte: correiodopovo

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Anvisa

Anvisa proíbe comercialização e uso de duas marcas de azeites; saiba quais são elas

por Redação 20 de maio de 2025

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, importação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos azeites de oliva das marcas Alonso e Quintas D’Oliveira.

O Diário Oficial da União trouxe a resolução publicada nesta terça-feira (20).

Segundo o texto, os produtos apresentam origem desconhecida e utilizam, nas rotulagens, o nome da empresa Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda., com CNPJ inexistente nos registros da Receita Federal.

A medida foi adotada após denúncia encaminhada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e baseia-se em infrações ao Decreto-Lei nº 986/1969 e à Resolução RDC nº 727/2022. Também se ampara na Lei nº 9.782/1999, que rege as competências da Anvisa.

Todos os lotes estão abrangidos pela decisão. A resolução entrou em vigor com a publicação no Diário Oficial da União, com efeito imediato.

Fonte: r7

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BrasilAnvisa

EMS anuncia aprovação da Anvisa para lançar Ozempic nacional

por Redação 24 de dezembro de 2024

A EMS anunciou nesta quarta-feira (24) que obteve a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção de dois medicamentos à base de liraglutida: Olire, para o tratamento de obesidade, e Lirux, para controle do diabetes tipo 2. A data de lançamento ainda não foi divulgada: sabe-se apenas que devem ser lançados em 2025.

Os dois produtos estarão disponíveis nas farmácias brasileiras a partir de 2025. Com isso a a EMS se tornará a primeira farmacêutica 100% brasileira a ingressar no mercado global de análogos de GLP-1, competindo diretamente com empresas como Novo Nordisk (Ozempic e Wegovy) e Eli Lily (Mounjaro).

A diferença principal em relação aos competidores é o uso da liraglutida, que deve ser injetada todos os dias; no caso da semiglutida, usada no Ozempic, e da tirzepatida, usada no Mounjaro, a aplicação é semanal. Todas as substâncias reproduzem o GLP-1, um hormônio fisiológico produzido pelo intestino (incretinas), liberado na presença de glicose, que sinaliza ao cérebro que estamos alimentados, diminuindo o apetite.

“Desenvolvemos um produto no país, com tecnologia brasileira, do zero”, disse Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração da companhia, em comunicado. “Vamos fabricar desde a matéria-prima até o produto acabado.” De acordo com a companhia, os novos medicamentos fazem parte de sua estratégia de internacionalização, para concorrer globalmente com medicamentos complexos e inovadores.

Segundo Sanchez, a expectativa é comercializar essas moléculas de liraglutida também no exterior. “Daqui a oito anos, o grupo poderá faturar US$ 2 bilhões no exterior e outros US$ 2 bilhões no Brasil”, afirma.

Segundo levantamento da Barclays, o setor de medicamentos para combater a obesidade pode movimentar até US$ 199 bilhões anualmente nos próximos anos. Só em 2022, as vendas do medicamento de referência para diabetes tipo 2 movimentaram mais de US$ 6 bilhões no mundo até agosto de 2023.

Olire, indicado para tratamento de obesidade e sobrepeso com comorbidades; e Lirux, indicado para diabetes tipo 2; reproduzem o GLP-1, um hormônio fisiológico produzido pelo intestino (incretinas), liberado na presença de glicose, que sinaliza ao cérebro que estamos alimentados, diminuindo o apetite. Ele aumenta os níveis de insulina e equilibra os níveis de açúcar no sangue. Estes medicamentos de inovação incremental são fabricados por meio da UltraPurePep, a mais moderna tecnologia existente para criar a nova geração de análogos de GLP-1, que proporciona alto grau de pureza e rendimento.

Os medicamentos Olire e Lirux já estão sendo fabricados em fase piloto na nova unidade fabril do Grupo NC, Rio Biofarmaceutica Brasil Ltda (RBBL), instalada em um espaço de 2,5 mil m² dentro da própria sede da farmacêutica EMS, em Hortolândia (SP), cuja inauguração ocorreu em agosto de 2024.

Somente a fábrica demandou um investimento de R$ 70 milhões – desse total, R$ 48 milhões provenientes do financiamento com o BNDES, em contrato assinado em 2020.

De acordo com a empresa, o grande diferencial é justamente a tecnologia embarcada que usa matéria prima sintética (peptídeo químico) e permite um alto teor de pureza. A dose de Lirux é até 1,8mg, ao dia; e de Olire, até 3mg ao dia.

Fonte: epocanegocios

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AnvisaSaúde

Anvisa discute novas imagens e mensagens de advertência em embalagens de cigarro

por Redação 18 de outubro de 2024

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute, nesta sexta-feira (18), as propostas de novas imagens e mensagens de advertências sanitárias para as embalagens de cigarro.

Ao todo, sete novas imagens serão apresentadas em uma audiência pública, que acontece a partir das 9h, na sede do órgão em Brasília. (veja abaixo as imagens propostas)

?A última norma de atualização foi publicada no fim de 2017. As empresas tiveram até dezembro de 2018 para se adequarem às novas regras.

De acordo com a Anvisa, a consulta aberta ao público tem como objetivo apresentar as novas mensagens que serão colocadas na parte posterior das embalagens de cigarro e nos expositores nos pontos de venda.

A audiência pública tem caráter consultivo e não deliberativo. Isto é, as informações colhidas no encontro serão consolidadas pela equipe técnica para orientar a elaboração de uma futura norma.

Ainda segundo a agência, como o processo ainda está em discussão, não há previsão para as novas etapas envolvendo a atualização ou para a apresentação para o formato final da proposta.

Novas imagens propostas
Segundo a Anvisa, a proposta de mudança “busca atualizar o layout e a distribuição dos elementos nas embalagens dos produtos fumígenos”.

Para chegar ao que será apresentado, a agência realizou um estudo de avaliação das atuais advertências e criou um grupo técnico para o desenvolvimento das novas advertências.

Uso de advertências sobre tabaco
A utilização de imagens de advertência nas embalagens de produtos derivados do tabaco está em vigor no Brasil desde 2001.

O país foi o segundo a exigir imagens nos avisos sanitários, após recomendação da Comissão Nacional para Controle do Tabaco a partir de uma discussão ocorrida na Assembleia Mundial da Saúde, em 2000.

Ao longo dos anos, as imagens e as frases de advertência foram sendo atualizadas para manter a efetividade dos alertas. Até o momento, foram realizadas quatro versões das advertências em 2001, 2003, 2008 e 2017.

⚠️No Brasil, o consumo do tabaco e a exposição passiva ainda são responsáveis por 156 mil mortes por ano. Eles também acarretam cerca de 50 enfermidades, entre elas o câncer, doenças do aparelho respiratório e doenças cardiovasculares.

Fonte: G1

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