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Categoria:

Eleições

Eleições

Lula oficializa Haddad como candidato ao Governo de São Paulo

por Redação 27 de fevereiro de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a ministros e aliados que definiu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como candidato ao Governo de São Paulo nas eleições de 2026.

Nos últimos dias, Haddad acompanhou Lula em viagem à Índia e à Coreia do Sul, movimento que aliados interpretaram como uma tentativa do presidente de reduzir a resistência do ex-prefeito de São Paulo em disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes. Haddad havia se mostrado reticente em enfrentar o pleito, especialmente após ter sido derrotado no segundo turno em 2022 pelo atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como favorito nas pesquisas.

Além de Haddad na cabeça de chapa, o PT articula um acordo para lançar as ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) como candidatas ao Senado, podendo ambas trocar de partido, com o PSB como possível destino.

Tebet, natural de Mato Grosso do Sul, precisaria alterar seu domicílio eleitoral caso confirme a disputa em São Paulo, conforme a legislação vigente. A ministra já declarou que deixará o cargo até pelo menos 30 de março, mas ainda terá mais uma conversa com Lula para tratar das eleições de 2026.

Fonte: METRÓPOLES

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Eleições

Flávio Bolsonaro se reúne com empresários em São Paulo e busca apoio do mercado para 2026

por Redação 18 de dezembro de 2025

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu nesta quarta-feira (17) com empresários e investidores em São Paulo para reafirmar sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026 e tentar uma reaproximação com o mercado financeiro. Pré-candidato ao Planalto, ele afirmou que pretende apresentar uma versão mais “moderada, equilibrada e centrada” do bolsonarismo.

Ao final do encontro, Flávio avaliou a conversa como positiva e disse ter buscado tranquilizar os participantes sobre eventuais tensões políticas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e partidos aliados. Segundo o senador, essa postura mais moderada sempre fez parte de seu perfil político.

Durante o encontro, Flávio afirmou que adotaria uma postura “radical na segurança pública” caso seja eleito, mas destacou que pretende dar autonomia à equipe econômica para promover reformas, recuperar o equilíbrio fiscal e atrair investimentos. A estratégia busca sinalizar previsibilidade e diálogo ao setor produtivo.

A movimentação ocorre em meio a negociações com o Centrão. Pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (16) apontou Flávio Bolsonaro como competitivo na disputa presidencial, aparecendo em segundo lugar em todos os cenários de primeiro turno, atrás do presidente Lula (PT). O levantamento também influenciou as conversas políticas, já que parte do Centrão prefere nomes mais próximos do centro, como o governador Tarcísio de Freitas.

Sobre a aprovação do projeto de lei da dosimetria, Flávio afirmou que o Congresso fez “o que deu para fazer”, ressaltando que o objetivo inicial era a anistia, mas que não houve votos suficientes para avançar nessa direção.

Este foi o segundo encontro do senador com empresários em dezembro. Ambos foram articulados por Filipe Sabará, ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo e um dos coordenadores da campanha de Pablo Marçal à Prefeitura da capital.

O almoço ocorreu na residência do empresário Gabriel Rocha Kenner, no Jardim Paulista, Zona Oeste de São Paulo. Marcado para o início da tarde, o encontro começou com atraso, o que levou parte dos convidados a deixar o local antes da chegada do senador. Segundo Flávio, a demora foi causada por compromissos no Senado e por problemas climáticos que afetaram o voo.

Fonte: G1

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Eleições

Maioria reprova escolha de Flávio Bolsonaro para 2026 e rejeição ao senador passa de 60%, aponta Quaest

por Redação 16 de dezembro de 2025

A maioria dos brasileiros considera equivocada a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de indicar o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato à Presidência da República em 2026. É o que revela a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (16).

Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro errou ao fazer a indicação. Outros 36% avaliam que ele acertou, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas, em entrevistas presenciais realizadas entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Antes de avaliar a escolha, os entrevistados foram questionados se tinham conhecimento do apoio de Jair Bolsonaro à candidatura do filho. Do total, 61% disseram que já sabiam da indicação, enquanto 39% afirmaram não ter conhecimento.

A reprovação à escolha de Flávio Bolsonaro é ainda mais expressiva entre eleitores independentes e de esquerda. Entre os eleitores sem alinhamento político definido, 56% dizem que Bolsonaro errou. Já entre lulistas, esse índice sobe para 78%, e entre eleitores da esquerda não lulista chega a 71%.

Entre bolsonaristas, o cenário se inverte: 78% afirmam que Jair Bolsonaro acertou ao indicar o filho. Já na direita que não se identifica com o bolsonarismo, 55% consideram a escolha correta, contra 38% que a avaliam como um erro.

A rejeição eleitoral de Flávio Bolsonaro também chama atenção. Questionados sobre a possibilidade de voto, 62% afirmam que não votariam no senador “de jeito nenhum”. Outros 23% dizem que poderiam votar, 13% afirmam que votariam, e 2% não souberam ou não responderam.

Entre eleitores independentes, 70% rejeitam totalmente a candidatura de Flávio. Na direita não bolsonarista, 29% dizem que não votariam de forma alguma, enquanto 51% afirmam que poderiam votar. Já entre bolsonaristas, 55% dizem que votariam no senador.

A pesquisa também investigou quem deveria ter sido o nome escolhido por Bolsonaro, entre aqueles que consideram a indicação de Flávio um erro. Para 21%, nenhum dos nomes apresentados seria a melhor opção. Michelle Bolsonaro aparece em seguida, com 19%, seguida por Tarcísio de Freitas, com 16%, e Ratinho Júnior, com 11%.

O levantamento avaliou ainda a repercussão do apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O resultado mostra divisão: 42% dizem que Tarcísio acertou ao apoiar o senador, enquanto outros 42% avaliam que ele errou. Já 16% não souberam ou não responderam.

Por fim, a pesquisa analisou a decisão dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Romeu Zema (Novo) de manterem suas pré-candidaturas à Presidência, mesmo após o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato apoiado por Jair Bolsonaro. Para 55% dos entrevistados, ambos fizeram certo ao manter seus projetos políticos, enquanto 27% avaliam que erraram.

Fonte: G1

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Eleições

Lula lidera todos os cenários de 2º turno para 2026, aponta pesquisa Quaest

por Redação 16 de dezembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria todos os adversários testados em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. É o que mostra a pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (16), que avaliou cenários sem a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No confronto direto com o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 36% do adversário. Em relação ao levantamento anterior, realizado em novembro, o petista oscilou dois pontos para baixo, enquanto Flávio, anunciado oficialmente como pré-candidato no início de dezembro, cresceu quatro pontos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O estudo também indica vantagem de Lula sobre outros nomes da oposição. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente chega a 45%, enquanto o paulista soma 35%. A diferença entre os dois aumentou em relação à última pesquisa, com Lula subindo quatro pontos e Tarcísio recuando um.

Em outros cenários de segundo turno, Lula mantém desempenho semelhante. Contra o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o petista registra 45% das intenções de voto, ante 35% do adversário. Já em uma disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), Lula aparece com 44%, contra 33%.

No confronto com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o presidente também lidera, com 45% das intenções de voto, enquanto Zema marca 33%. Segundo a Quaest, esta é a primeira rodada de pesquisa realizada sem incluir Jair Bolsonaro desde que o ex-presidente declarou apoio ao filho para a corrida presidencial de 2026.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. O nível de confiança é de 95%.

O levantamento também avaliou a aprovação do governo Lula. De acordo com os dados, 49% dos entrevistados desaprovam a gestão, enquanto 48% aprovam, configurando empate técnico. Em novembro, os índices eram semelhantes, com 50% de desaprovação e 47% de aprovação.

Na avaliação econômica, caiu o percentual de eleitores que acreditam que a economia piorou, de 43% para 38%. Por outro lado, aumentou a percepção positiva sobre o mercado de trabalho: 44% afirmam que ficou mais fácil conseguir emprego, ante 39% na pesquisa anterior.

Outro dado relevante é o crescimento do grupo que defende uma nova candidatura de Lula em 2026. Já a parcela dos que acreditam que o presidente não deveria disputar a reeleição apresentou queda de quatro pontos percentuais, no limite da margem de erro.

Fonte: G1

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Pré-candidatura

Flávio Bolsonaro reafirma pré-candidatura à Presidência e descarta recuo

por Redação 9 de dezembro de 2025

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta terça-feira (9) que sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026 é definitiva. A afirmação foi feita à imprensa na sede da Polícia Federal, em Brasília, após visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Flávio disse que conversou com o ex-presidente sobre a repercussão do anúncio, realizado na sexta-feira (5). Questionado sobre declarações anteriores que sugeriam haver “um preço” para desistir da disputa, o senador afirmou que se referia apenas à possibilidade de uma anistia a Jair Bolsonaro.

Segundo ele, a fala foi mal interpretada. “Meu preço é o Bolsonaro livre e nas urnas. Ou seja, não tem preço. Vamos explicar, porque parece que estou me colocando à venda, e não é isso”, declarou.

Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), está impedido de concorrer e cumpre pena por tentativa de golpe de Estado. A possibilidade de anistia tem sido defendida por aliados no Congresso.

Na segunda-feira (8), Flávio Bolsonaro promoveu um jantar com lideranças partidárias em sua residência, em Brasília, para apresentar seu projeto político e buscar apoio. Estiveram presentes Antônio de Rueda (União Brasil), Valdemar Costa Neto (PL), Rogério Marinho (PL-RN) e Ciro Nogueira (Progressistas). Marcos Pereira (Republicanos) foi convidado, mas não compareceu.

Após o encontro, Rogério Marinho afirmou que a candidatura está consolidada dentro do PL. “Desde a hora em que o principal representante do nosso partido tomou essa decisão, todos nós estaremos juntos”, disse.

Fonte: G1

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Eleições

Datafolha: 9 em 10 eleitores não se arrependem de voto para presidente em 2022

por Redação 9 de dezembro de 2025

Uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (8), revela que 9 em cada 10 eleitores brasileiros não se arrependem do voto registrado nas eleições presidenciais de 2022. O levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em 113 municípios, entre os dias 2 e 4 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Do total de entrevistados, 91% afirmaram não se arrepender da escolha, enquanto 8% declararam arrependimento e 1% não soube responder. O índice é praticamente idêntico entre os eleitores de Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL): 91% e 92%, respectivamente.

Segundo a pesquisa, os arrependidos se concentram principalmente na região Sul (11%) e entre pessoas com renda de até dois salários mínimos (10%). Já a taxa de não arrependimento é maior entre quem recebe de cinco a dez salários mínimos, chegando a 94%.

Importância da eleição de 2026

O Datafolha também questionou os participantes sobre a importância da próxima eleição presidencial para suas vidas e de suas famílias. Para 77%, o pleito de 2026 será muito importante; para 14%, terá pouca importância; e 8% afirmaram que não terá importância nenhuma.

O levantamento reforça a estabilidade das convicções políticas dos eleitores desde a disputa presidencial de 2022, além de indicar alto interesse no próximo ciclo eleitoral.

Fonte: G1

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Eleições

A mosca azul e o “sacrifício”: Flávio Bolsonaro admite em reservado que pode disputar a Presidência em 2026

por Redação 27 de novembro de 2025

Flávio Bolsonaro tem repetido publicamente que não será candidato à Presidência em 2026, afirmando que “seu nome não está na mesa”. A declaração segue a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que iniciou recentemente o cumprimento da pena de 27 anos e três meses imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso da tentativa de golpe.

Nos bastidores, porém, o discurso é diferente. Desde que o irmão Eduardo passou a se referir a ele como “presidenciável” em transmissões ao vivo na internet, o senador passou a admitir a possibilidade. A interlocutores próximos, afirmou que, “se o pai quiser”, aceita o “sacrifício” de disputar o Planalto.

Segundo aliados, Flávio considera a candidatura um sacrifício por três motivos principais:

teria de abrir mão de uma reeleição praticamente garantida ao Senado pelo Rio;

enfrentaria a reabertura do noticiário sobre rachadinha, negócios da loja de chocolates e a compra da mansão em Brasília;

revive a lembrança da desgastante campanha de 2016 à prefeitura do Rio, marcada por forte interferência do pai — incluindo o episódio em que Jair Bolsonaro impediu Jandira Feghali de atendê-lo quando passou mal durante um debate.

Ainda assim, Flávio passou a enxergar vantagens em disputar o Planalto. De acordo com sua equipe, ele acredita que assumir o espólio político do pai como líder da direita, mesmo após uma eventual derrota para Lula, pode ser mais estratégico do que buscar nova vaga no Senado. Além disso, avalia que derrubou na Justiça as investigações que o envolviam e que isso serviria como resposta antecipada a ataques do PT. Seus aliados afirmam que o senador amadureceu desde 2016, ampliou conexões com o Centrão e desenvolveu maior capacidade de comunicação — e, com o pai preso, haveria menos interferências na condução da campanha.

Sobre o tema da dosimetria das penas, Flávio mantém um discurso público favorável à anistia, mas, reservadamente, admite que o caminho mais viável para a direita é apoiar o projeto relatado por Paulinho da Força. O texto pode reduzir a condenação de Jair Bolsonaro para algo entre 7 e 11 anos, com cerca de dois anos de cumprimento em regime fechado.

Fonte: OGLOBO

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Eleições

CCJ do Senado aprova fim da reeleição para presidente, prefeitos e governadores

por Redação 21 de maio de 2025

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República.

Aprovado de forma simbólica, o texto propõe aumentar o tempo de mandato para todos os cargos eletivos (5 anos; entenda mais aqui). Durante as discussões, o colegiado optou por reduzir os mandatos de senadores a partir de 2034, para 5 anos.

Além disso, a PEC também unifica a data das eleições municipais e gerais também em 2034 (confira os detalhes aqui).

A proposta será, agora, enviada para votação no plenário principal do Senado, onde terá de reunir ao menos 49 votos favoráveis, em dois turnos, para ser aprovada.

Quando a PEC começa a valer
➡️Depois de passar pelo plenário do Senado, para começar a valer, a PEC ainda precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados.

A discussão sobre o fim da reeleição ganhou corpo nos corredores do Senado ao longo da gestão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à frente da Casa.

Ao longo dos últimos meses, líderes partidários de diferentes espectros passaram a defender a análise de uma proposta para pôr fim ao instrumento. Da direita à esquerda, senadores têm afirmado que consideram a reeleição um “equívoco”.

A PEC aprovada pela CCJ estabelece marcos diferentes para enterrar a recondução no Executivo:

➡️ Prefeitos: poderão se candidatar à recondução pela última vez em 2028, desde que tenham sido eleitos para um primeiro mandato em 2024. De 2028 para frente, novos eleitos para prefeituras não poderão mais se candidatar à reeleição.

➡️ Governadores: poderão se candidatar à reeleição pela última vez em 2030, desde que sejam eleitos para um primeiro mandato em 2026. De 2030 para frente, novos eleitos não poderão mais ser reconduzidos.

➡️ Presidente da República: também poderá se candidatar à reeleição pela última vez em 2030, desde que seja eleito para um primeiro mandato em 2026. De 2030 para frente, novos eleitos não poderão mais ser reconduzidos.

➡️ Vereadores, deputados e senadores seguirão sem impedimentos para se candidatar à recondução.

A possibilidade de um chefe do Executivo se reeleger foi introduzida por uma emenda constitucional de 1997. À época, a mudança possibilitou que o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pudesse se candidatar a um segundo mandato e ser reeleito no ano seguinte.

Vinte e três anos depois, o próprio FHC classificou a mudança como um “erro” e passou a defender publicamente que “acabar com o instituto da reeleição” era uma mudança a “ser feita”.
As reconduções registraram recordes nos últimos anos. As eleições de 2024 registraram o maior número de prefeitos reeleitos: 2.461. Dois anos antes, houve recorde também no total de governadores reeleitos: 18.

Entre os presidentes da República, desde 1998, todos os presidentes em primeiro mandato conseguiram se reeleger nas eleições seguintes. A única exceção foi Jair Bolsonaro (PL), derrotado em 2022.

O relator da proposta, senador Marcelo Castro (MDB-PI), avalia que o fim da reeleição pode impulsionar uma renovação política e abrir caminho para que governantes discutam “projetos estruturantes”.

Mais tempo de mandato

A proposta amplia a duração dos mandatos de todos os cargos políticos disputados no país. Regras de transição diferentes serão aplicadas para efetivar, ao longo dos próximos anos, as mudanças.

Segundo o texto, saltarão de 4 para 5 anos de mandato:

vereadores;
deputados estaduais;
deputados federais;
prefeitos;
governadores;
e presidente da República.
No caso dos governadores e presidente, a mudança somente ocorrerá em 2034. Antes disso, os eleitos em 2026 e 2030 continuarão a exercer os cargos por 4 anos.

Para prefeitos e vereadores, a PEC estabelece uma regra de transição diferente. Em 2028, os que forem eleitos para esses cargos terão um mandato de 6 anos. A partir das eleições de 2034, prefeitos e vereadores passarão a ter mandatos de 5 anos.

Deputados federais e estaduais também passarão a ter 5 anos em 2034. Nas eleições de 2026 e 2030, os candidatos seguirão disputando mandatos de 4 anos.

➡️ Senadores

Os mandatos de senadores também sofrerão mudanças. O texto original, de Marcelo Castro, previa ampliar o prazo para dez anos.

Durante as discussões desta quarta, o relator optou por fazer um acordo e reduzir de 8 para 5 anos o tempo de mandato de senadores. A mudança passará a valer para os eleitos em 2034.

Antes disso, haverá uma espécie de transição:

em 2026: senadores serão eleitos para 8 anos de mandato;
em 2030: serão eleitos para 9 anos de mandato;
em 2034: passarão a ter mandatos de 5 anos.

Atualmente, a renovação acontece em fases: primeiro, um terço é colocado em disputa. Depois, nas eleições seguintes, dois terços.

➡️ Presidentes da Câmara e do Senado

Outra mudança prevista na PEC é a ampliação dos mandatos de presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.

Ao longo de cinco anos de trabalho, deputados e senadores vão eleger dois presidentes. O primeiro será presidente por 3 anos. Já o segundo, por dois anos.

Assim como a regra atual, o presidente da Câmara ou do Senado em exercício não poderá disputar reeleição dentro de uma mesma legislatura, o equivalente ao tempo de mandato de um deputado (no caso da PEC, cinco anos).

Eleição unificada
?O texto da PEC cria uma eleição nacional unificada a partir de 2034.

A proposta prevê que, em uma única data, serão realizadas eleições para prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e presidente da República.

Também estabelece um intervalo único entre pleitos, que passará a ser de cinco anos e será contado simultaneamente para todos os cargos.

Atualmente, as eleições municipais ocorrem em anos diferentes das eleições gerais. Há um intervalo de dois anos entre os pleitos.

Para o relator, a mudança reduzirá gastos da Justiça Eleitoral com pleitos.

“A mobilização do aparato necessário à organização de cada eleição é uma operação dispendiosa, que consome recursos públicos escassos, num país em que necessidades prementes da população não foram ainda devidamente equacionadas. A unificação também propiciará uma redução dos recursos públicos empregados no financiamento de campanhas”, afirma Marcelo Castro.

O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), defende que a unificação dos pleitos também ajudará a acabar com um clima constante de eleição.

“Eleição de dois em dois anos não dá descanso nem ao eleitor, muito menos àquele que é candidato, do vereador ao presidente da República. Nós tivemos eleição no ano passado. No meu estado, não se fala em outra coisa a não ser a sucessão do governador, que quer governar, mas a pressão política é tão grande, que atrapalha às vezes a governar. O presidente da República, o presidente Lula, neste ano, só se fala na sucessão”, diz.

Fonte: G1

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Eleições

Brasil tem 11 municípios com todos os eleitos do mesmo partido

por Redação 31 de outubro de 2024

O Brasil tem 11 cidades brasileiras que elegeram prefeito, vice e vereadores de um mesmo partido nas eleições municipais. Dessas, nove se encontram na região Nordeste, nos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte, e uma no Centro-Oeste, no estado de Goiás.

Os dados das candidaturas presentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram os municípios que têm todos candidatos eleitos de um mesmo partido. Não foram levadas em conta cidades que elegeram os candidatos de uma mesma coligação ou que os partidos dos eleitos fazem parte de uma coligação.

O g1 Ceará mostrou na quarta-feira que uma das cidades desta lista, Ipaporanga, no Ceará, elegeu prefeito, vice-prefeito e todos os nove vereadores em 2024 do PT.

As 11 cidades com eleitos do mesmo partido são (veja a lista de eleitos mais abaixo):

Coxixola (PB)
Floresta do Piauí (PI)
Ipaporanga (CE)
Jacobina do Piauí (PI)
Mar Vermelho (AL)
Perolândia (GO)
Pilões (RN)
Poço Dantas (PB)
Rafael Godeiro (RN)
São João do Jaguaribe (CE)
Serra Grande (PB)
Ao g1 Ceará, o professor do departamento de Direito Público da Universidade Federal do Ceará (UFC), Felipe Braga Albuquerque, explicou que o caso de cidades em que um único partido elegeu todos os vereadores, como Ipaporanga, é incomum, mas não ilegal.

Apesar de não haver uma ilegalidade, Felipe Braga destaca que o cenário pode afetar a competência da Câmara Municipal de fiscalizar as ações da prefeitura, isto é, do Poder Executivo municipal.

“Isso é ruim para a democracia, porque como é que vai ter oposição, fiscalização das atividades do município? Vai ficar tudo sobrecarregado nas costas do Ministério Público”, completa.

Veja quem foram os eleitos:
Coxixola (PB)

Nelsinho Honorato – Prefeito – União Brasil
Paloma – Vice
Adriana de Josemar – Vereador
Braz Pedreiro – Vereador
Igor de Nanan – Vereador
Laryssa de Xanda – Vereador
Laura de Cosme – Vereador
Robério – Vereador
Roge – Vereador
Sandro de Ze de Gui – Vereador
Valmir Gonçalves – Vereador
Floresta do Piauí (PI)

Claudionor – Prefeito – MDB
Rufino Torres – Vice
Chico Inácio – Vereador
Doquinha – Vereador
Doutor – Vereador
Filim Santana – Vereador
Mosquito – Vereador
Pufflima – Vereador
Rosa de Oropa – Vereador
Sandra de Toim – Vereador
Toteiro – Vereador
Ipaporanga (CE)

Amaro Pereira – Prefeito – PT
Cleoto Bezerra – Prefeito
Rosinha Portela – Vereador
Elivelson Rodrigues – Vereador
Valdery Cavalcante – Vereador
Elicia De Paula – Vereador
Michelle Barroso – Vereador
Tintim Bonfim – Vereador
Manoel Cândido – Vereador
Manoel Alves – Vereador
João Paulo – Vereador
Jacobina do Piauí (PI)

Vanderlei – Prefeito – MDB
Alex – Vice
Charlim – Vereador
Chico Abreu – Vereador
Dilora – Vereador
Fran – Vereador
Maria Eduarda – Vereador
Pedro Filho – Vereador
Raelson – Vereador
Raila Campos – Vereador
Raimundo – Vereador
Mar Vermelho (AL)

André Almeida – Prefeito – MDB
Herminho – Vice
Caetano do Mané – Vereador
Cledjane Rocha – Vereador
Duda – Vereador
Larissa Oliveira – Vereador
Paulo Romão – Vereador
Quitera Berto – Vereador
Rosa do Lau – Vereador
Valdo – Vereador
Zé Roldão – Vereador

Perolândia (GO)

Grete Elisa – Prefeito – União Brasil
Vanesa Lima – Vice
Andréia Freese – Vereador
Carlinhos – Vereador
Didi – Vereador
Edenivaldo Construtor – Vereador
Glauciano Justino – Vereador
Jiuvair Professor – Vereador
Luciana Enfermeira – Vereador
Luciana Fernantes – Vereador
Ruth Platero – Vereador
Pilões (RN)

Lena de Céu – Prefeito – MDB
Simone Manoel de Oscar – Vice
Aldir Pirão – Vereador
Amoz Bandeira – Vereador
Branco Sales – Vereador
Breno de Lau – Vereador
Elijaime – Vereador
Luiz Aquino – Vereador
Nova de Céu – Vereado
Oscarlina de Maycon – Vereador
Wagner Ferreira – Vereador
Poço Dantas (PB)

Itamar Moreira – Prefeito – Republicanos
Claudineide Baltazar – Vice
Antônio Cândido – Vereador
Darc de Josemar – Vereador
Deuziano Gregório – Vereador
Genicélio Andrade – Vereador
Lourinha de Dedé de Assis – Vereador
Mardônio Ferreira – Vereador
Nildo de João de Mauro – Vereador
Renê Junho – Vereador
Toinho de João de Quinco – Vereador
Rafael Godeiro (RN)

Ludmila Amorim – Prefeito – MDB
Nice de Iram – Vice
Antônio de Pedro – Vereador
Bodin – Vereador
Edino Paiva – Vereador
Jaecio Cortez – Vereador
João Filho – Vereador
Professora Carla de Liola – Vereador
Professora Rejany Jales – Vereador
Ranier Amorim – Vereador
Weilliany de Washington Maia – Vereador

São João do Jaguaribe (CE)

Raimundo Cesar – Prefeito – PSD
Dalenio Augusto – Vice
Alfredo Davi – Vereador
Carlinhos Vespes – Vereador
Dodó – Vereador
Fatima Nobre – Vereador
Gilberto Pescador – Vereador
Joelma do Zezim Dandão – Vereador
Kayo Gomes – Vereador
Mila Lopes – Vereador
Sandro – Vereador
Serra Grande (PB)

Vicente – Prefeito – PSB
João Neto – Vice
Antonio de Elulidia – Vereador
Deuzimar – Vereador
Eliane Martins – Vereador
Geraldo Bernardo – Vereador
Leide – Vereador
Leomarques – Vereador
Lino – Vereador
Maria de Louro – Vereador
Professor Tico – Vereador
Surim de Janduir – Vereador

Fonte: G1

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Eleições

Mais de 9,9 milhões de eleitores não foram às urnas no 2º turno da eleição; abstenção foi de 29,2%

por Redação 28 de outubro de 2024

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta segunda-feira (28) que 9.947.369 eleitores não compareceram às urnas no segundo turno das eleições municipais de 2024.

O número de ausentes corresponde a 29,26% do eleitorado que estava apto a votar neste domingo (27), que era de 33.996.477.

O segundo turno das eleições municipais ocorreu em 51 municípios brasileiros, sendo 15 capitais.
A presidente do TSE, Cármen Lúcia, já havia informado neste domingo (27) que a abstenção no segundo turno era de cerca de 29,2%, mas o número exato de eleitores ausentes só foi consolidado pela Corte Eleitoral nesta segunda.

O índice de abstenção neste segundo turno foi maior do que, no primeiro, quando ficou em 21,7%. Na avaliação de Cármen Lúcia, a taxa de faltantes foi “alta”. No sábado (26), em pronunciamento no rádio e na TV, ela pediu para os brasileiros comparecerem às urnas.

TSE vai analisar motivos da abstenção alta
A Corte Eleitoral vai analisar de forma regionalizada o que pode ter provocado os altos índices de abstenção. A ideia é fazer uma pesquisa, em conjunto com os Tribunais Regionais Eleitorais, e elaborar ações para enfrentar a questão. Os dados devem ficar disponíveis antes da diplomação dos eleitos em dezembro.

A ministra disse que no Amazonas, por exemplo, havia uma preocupação porque a estiagem acabou dificultando o deslocamento pelos rios e consequentemente o acesso de eleitores e eleitoras, mas o índice de abstenção foi menor do que o apurado.

“Nós temos que ver em cada local o que aconteceu, o porque está acontecendo e o que a gente pode fazer para que a abstenção onde tenha aumentado não volte a acontecer”, completou.

Abstenção nas últimas eleições

Compare abaixo as abstenções, por turno, nas últimas eleições:

Abstenção no 2º turno

  • 2024: cerca de 29%
  • 2020: 29,53% (pandemia)
  • 2016: 21,6 %
  • 2012: 19,1%
  • 2008: 18,1%
  • 2004: 17,3%
  • 2000: 16,2%


Abstenção no 1º turno

  • 2024: 21,7%
  • 2020: 23,2% (pandemia)
  • 2016: 17,6%
  • 2012: 16,4%
  • 2008: 14,5%
  • 2004: 14,2%
  • 2000: 14,8%


Ocorrências na eleição
O Ministério da Justiça informou que ao longo deste domingo (27), data do segundo turno das eleições municipais, 52 pessoas foram detidas cometendo irregularidades em flagrante.

O ministério não detalhou, contudo, quais foram os crimes cometidos e em quais cidades as ocorrências foram registradas.

Já a Polícia Federal, que mobilizou agentes nos 51 municípios em que houve segundo turno, atuou em 28 casos de crimes eleitorais. Policiais federais detiveram 34 eleitores, que foram autuados em flagrante pela suposta prática de ilícitos eleitorais.

Segundo a PF, as principais infrações constatadas foram propaganda irregular, corrupção eleitoral e falsidade ideológica. Foram apreendidos R$ 115,8 mil, sendo R$ 41 mil em espécie.

Fonte: G1

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